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- “PARCEIRO DA CONSTRUÇÃO”: JOINT VENTURE DA ARCELORMITTAL E SAINT-GOBAIN
Marcas da área da construção civil se unem para impulsionar a qualificação e a transformação digital do setor A ArcelorMittal, produtora de aço, e a Saint-Gobain, especializada produtos e soluções nos mercados de construção, mobilidade e indústria, anunciam, após a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o lançamento do “Parceiro da Construção”, uma empresa independente, tendo as duas multinacionais como acionistas igualitárias. Com lançamento divulgado no dia 01 de agosto, a joint venture (refere-se a um tipo de associação em que duas entidades se juntam para tirar proveito de alguma atividade, por um tempo limitado) já possui um valor inicial de mercado estimado de R$40 milhões. O “Parceiro da Construção”, lançado em 2020 pela Saint-Gobain, é uma plataforma online que oferece mais de 100 cursos de capacitação. Com certificados disponíveis gratuitamente para profissionais da área, a plataforma visa contribuir com a qualificação individual e com a transformação digital. “O projeto já é reconhecido entre muitos profissionais do setor. Agora, queremos atingir novos perfis de profissionais e ampliar ainda mais a oferta de cursos e serviços para o ecossistema da construção”, comenta Renato Holzheim, diretor geral da Saint-Gobain Produtos para Construção. “Junto com a ArcelorMittal, conseguiremos apoiar ativamente o desenvolvimento dos profissionais e, consequentemente, de todo o mercado em parceria com outras empresas do setor”, completa. Por meio da união de suas expertises na construção civil, as empresas acionistas pretendem multiplicar a capacitação de profissionais em um setor que vem se mostrando muito promissor. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) da indústria brasileira da construção cresceu cerca de 10% só em 2021. “Esta parceria – e novo investimento no país da ArcelorMittal – representa o encontro da cultura de inovação da nossa marca centenária e o Grupo Saint-Gobain. São duas gigantes que se unem no mercado brasileiro para fomentar o crescimento do setor da construção”, avalia Marcelo Marino, vice-presidente na ArcelorMittal Aços Longos. “Em uma demonstração clara da aposta no desenvolvimento do país e com o olhar acurado para reduzir os gaps educacionais [quando os alunos não têm um acompanhamento de perto, o que dá margem para dispersão, desinteresse e até mesmo receio em tornar público as dificuldades] do setor através da geração de conteúdos acessíveis e inclusão digital de toda a cadeia”, completa. O modelo de negócios do projeto é inovador: uma plataforma que promove interações entre os mais diversos atores do segmento da construção civil, tais como fabricantes, revendedores, engenheiros, arquitetos, instaladores, pedreiros, pintores e demais profissionais especializados, gerando valor para todos por meio da produção, disseminação e troca de conhecimento. “Estamos certos de que vamos impulsionar a qualificação e a transformação digital do setor. A partir de agora, o ‘Parceiro da Construção’ também dará a oportunidade para que outros fabricantes de materiais de construção façam parte desse universo conosco, e se unam a nós para apoiar esta evolução no mercado”, completa Marino. A partir desta parceria, a expectativa é de que o portal siga crescendo nos próximos anos e atinja mais profissionais do setor. Em 2022, o projeto espera expandir ainda mais sua variedade de conteúdos educacionais, além de preparar o lançamento de outros produtos digitais inovadores, voltados ao mercado da construção e ferramentas para apoiar o dia a dia dos profissionais da área e consumidores finais. “Ampliação da comunidade, da base de conteúdos e dos serviços fazem parte dos objetivos da plataforma neste ano”, comenta Roberto Hentzy, diretor executivo do “Parceiro da Construção”, que tem mais de 26 anos de experiência no mercado, inclusive de startups e varejo, e liderará a nova empresa. “Viabilizar a realização de programas escaláveis de educação continuada e os demais produtos em desenvolvimento abrirá oportunidades de crescimento para os profissionais e terá impacto significativo no desenvolvimento da construção civil como um todo”, complementa Hentzy. HISTÓRICO DO “PARCEIRO DA CONSTRUÇÃO” O “Parceiro da Construção” nasceu a partir de uma necessidade do mercado, identificada em diversas pesquisas realizadas pela Saint-Gobain entre 2017 e 2018. Foi constatada a necessidade de alavancar a capacidade de treinamentos por meio da tecnologia. Em 2019, foi lançado o Minimum Viable Product (MVP - Produto Mínimo Viável, em português) para validar o modelo por meio de um aplicativo de perguntas e respostas. Após a validação, foi desenvolvida a plataforma de capacitação online. Desde o começo, o projeto foi entendido como uma startup interna, com time dedicado, colocando o cliente no centro de todas as decisões e utilizando metodologias ágeis. Atualmente, a plataforma conta com milhares de inscritos e de certificados emitidos que aperfeiçoam a mão de obra e a empregabilidade por meio dos seus cursos. O “Parceiro da Construção” oferece ainda webinars, podcasts e webséries relacionados a obras, marketing, vendas, entre outros, totalizando mais de 400 horas de conteúdo e 3 milhões de visualizações. Fontes: ArcelorMittal, Saint-Gobain/Jeffrey Group
- PRIMEIRO CONDOMÍNIO EXCLUSIVO PARA IDOSOS DA REGIÃO DO DF
O empreendimento será construído dentro do bairro planejado Reserva do Vale, em Valparaíso de Goiás Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2019, houve um aumento de 29,5% no número de pessoas com mais de 60 anos no país. Com isso, o setor imobiliário já começa a se movimentar para atender esse público crescente. Um exemplo é o Plano Urbano, que implantará um condomínio exclusivo para idosos no bairro planejado Reserva do Vale, em Valparaíso de Goiás, a 30km da capital federal, Brasília (DF). De acordo com estimativas do IBGE, a população brasileira deve atingir 233,2 milhões de pessoas em 2047. Nesse cenário, a expectativa é de que o número de pessoas com 65 anos ou mais seja praticamente triplicado, chegando a 58,2 milhões, sendo o equivalente a 25,5% da população. Com 56 alqueires de área, o que corresponde a 6,5km lineares e uma área de aproximadamente 2,35 milhões de m² de extensão, o Reserva do Vale está sendo projetado para uma população de 20 mil pessoas. No espaço, estão sendo implantados condomínios horizontais, parques, áreas comerciais, espaços de conexão e integração para diversos segmentos, tais como hub de esportes, saúde e educação. O projeto voltado à terceira idade será implantado em parceria com a Renovoo, empresa da área imobiliária. Com 50 mil m², o condomínio oferecerá 250 lofts de alto padrão (opções de uma e duas suítes) exclusivamente para locação. “Todo o projeto visa manter a autonomia, mobilidade, conforto e segurança, além de cuidados médicos preventivos 24 horas dos moradores, com um conceito e infraestrutura ainda inéditos no Centro-Oeste”, salienta Marcos Franco, diretor de engenharia da Plano Urbano. As unidades serão totalmente mobiliados para moradia de uma ou duas pessoas, com sala para dois ambientes e cozinha gourmet integrada, lavabo, lavanderia, adega e serviços como internet fibra ótica, smart TV e balizadores com sensores de presença, com tudo pensado para maior segurança, mobilidade e conforto. Reprodução: Comunicação sem Fronteiras O condomínio oferecerá serviços médicos com monitoramento 24 horas de todos os sinais vitais de todos os moradores, além de enfermaria, nutricionista e fisioterapia. Terá ainda atendimento de primeiros socorros interligado com os principais hospitais da região, contando com ambulância própria e heliporto. Complementam o menu de serviços: governança diária; restaurante; academia de ginástica; clube completo com piscinas térmicas; restaurante; salão de jogos; carteado; sinucas; quadras de tênis; centro de recreação com animadores e programação diária de entreterimento; pista de cooper e ciclovia; salão de festas; churrasqueiras; cinema; centro relax com spa, massagem e yoga; tai-chi-chuan; dança de salão; academia de ginástica; dentre outros. Pensando na natureza, o condomínio contará com jardins, lago, gazebos para contemplação e descanso, além de horta comunitária e privada. A acessibilidade também é um quesito elementar do projeto, tanto dentro do condomínio quanto no bairro como um todo. “Fora do condomínio, o Reserva do Vale tem em todas as esquinas rampas para cadeirantes e para pessoas com dificuldade de locomoção”, finaliza Franco. Fonte: Comunicação sem Fronteiras
- MERCADO IMOBILIÁRIO PAULISTA: ESPECIALISTAS ACREDITAM QUE É HORA DE COMPRAR NA CIDADE
Os especialistas da empresa Prodpo, que fornece soluções em software para tomada de decisão no mercado imobiliário e que utiliza inteligência artificial, acreditam que a região metropolitana de São Paulo está em um de seus melhores momentos em termos de atividade imobiliária. Alguns fatores podem ser os responsáveis por esse crescimento no mercado imobiliário. Segundo Nathan Varda, diretor da Propdo no Brasil, “o planejamento estratégico que remodela o futuro da cidade, novas construções para diversas necessidades residenciais e, claro, a pandemia, aumentaram significativamente o volume de transações.” “Profissionais locais referem-se aos últimos dois anos como um período de crescimento do setor, impulsionado principalmente pela mínima histórica da taxa de juros (Selic) ter caído até 2%, em 2020-2021, também pelas opções de financiamento mais atrativas para empresas e consumidores e demandas crescentes após a falta de unidades residenciais no mercado”, diz o diretor. “Eu sugeriria também algumas razões psicológicas à medida que mais pessoas se apressaram para realizar seus sonhos, depois da pandemia”, completa. Estudos da companhia também apontam que o mercado de segunda mão caiu 15% nos volumes de transações, enquanto a lacuna é preenchida pelas compras de novas unidades residenciais. “Muitos players locais explicam o sucesso do novo mercado residencial com o programa nacional de financiamento de famílias de baixa renda para a compra de casas (Casa Verde e Amarela), e no centro de São Paulo, pela nova construção massiva empurrada pela nova lei de zoneamento e oportunidades de financiamento”, revela Varda. A HORA DOS COMPRADORES “Podemos ver que, no momento, a coisa mais difícil para vendedores de todos os tipos – construtoras, corretores ou individuais – é encontrar os compradores certos para seu imóvel. Na verdade, esta é uma boa notícia para compradores que têm mais poder e podem barganhar por preços melhores. Também é o céu para os investidores que estão conseguindo economizar entre 30% e 40% do preço de mercado”, aponta o especialista. Mas a situação não é unificada em todas as partes da cidade, alguns bairros têm grandes demandas enquanto outros lutam por atenção. “Enquanto Jardim Europa, Barra Funda, Ipiranga e Butantã têm muitos apartamentos à venda e baixo número de transações, percebemos que Higienópolis, Vila Mariana e Vila Madalena concentram os olhares de compradores e investidores, com baixa demanda de imóveis disponíveis e elevado número de transações”, completa. Fonte: CDI Comunicação
- ENERGIA SOLAR ULTRAPASSA GÁS NATURAL E BIOMASSA E JÁ É TERCEIRA FONTE NA MATRIZ ELÉTRICA BRASILEIRA
De acordo com a Absolar, fonte fotovoltaica atinge 16,4 gigawatts (GW) em pequenos projetos de geração própria e em usinas de grande porte no país Um levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) aponta que a potência instalada operacional da energia solar fotovoltaica acaba de ultrapassar, no mês de julho/2022, as termelétricas de gás natural e de biomassa, se tornando a terceira maior fonte na matriz elétrica nacional, atrás apenas da hídrica e da eólica. De acordo com mapeamento da entidade, são 16,4 GW de energia solar em grandes usinas e em pequenos projetos de geração própria, ante os 16,3 GW do gás natural e os 16,3 GW da biomassa. Segundo a associação, desde 2012, a fonte solar já trouxe ao Brasil mais de R$86,2 bilhões em novos investimentos, R$22,8 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 479,8 mil empregos acumulados desde 2012. Com isso, também evitou a emissão de 23,6 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. Para Carlos Dornellas, diretor da Absolar, o avanço da energia solar no país, via grandes usinas e pela geração própria em residências, pequenos negócios, propriedades rurais e prédios públicos, é fundamental para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do Brasil. “A fonte ajuda a diversificar o suprimento de energia elétrica do país, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de ainda mais aumentos na conta de luz da população”, comenta. “As usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços até dez vezes menores do que as termelétricas fósseis emergenciais ou a energia elétrica importada de países vizinhos, duas das principais responsáveis pelo aumento tarifário sobre os consumidores”, acrescenta Dornellas. Por conta da versatilidade e agilidade da tecnologia solar, uma usina fotovoltaica de grande porte fica operacional em menos de 18 meses, desde o leilão até o início da geração de energia elétrica. E basta apenas 24 horas para tornar um telhado ou um pequeno terreno em uma fonte de geração de eletricidade a partir do Sol. Assim, a solar é reconhecidamente campeã na rapidez de novas usinas de geração”, conclui Ronaldo Koloszuk, presidente do conselho de administração da Absolar. Fonte: Totum Comunicação
- DIRETORA DA WIN ASSUME CARGO NO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA ABSOLAR
Camila Nascimento, diretora da Win, distribuidora de sistemas fotovoltaicos ligada ao Grupo All Nations, assume, no mês de julho de 2022, uma cadeira no Conselho de Administração da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) para o mandato de 2022 a 2026. Com o propósito de ampliar ainda mais a participação da fonte fotovoltaica no território nacional, a executiva, que também é coordenadora estadual da Absolar no Rio de Janeiro, assume agora o cargo de 3ª suplente no Conselho Fiscal. Camila também acaba de ser eleita como a “Profissional de vendas mais admirada do Brasil”, um prêmio concedido pela plataforma Channel 360, especializada em canais de distribuição no país. Trata-se de uma pesquisa de opinião sem fins lucrativos que ouve profissionais dos mais variados setores do varejo e distribuição em geral. O reconhecimento e o cargo no conselho da Absolar são fruto dos bons resultados da WIN, que registrou crescimento de duas vezes na comercialização de equipamentos fotovoltaicos no primeiro semestre deste ano em comparação com o mesmo período do exercício anterior. Embora a Win tenha registrado crescimento de vendas em todos os meses deste ano em relação aos mesmos meses do ano passado, maio foi o pico de pedidos na distribuidora, com crescimento de 166% em comparação com o mesmo mês de 2021. Em junho, a curva crescente seguiu o mesmo patamar, com aumento de 148%. “O ano de 2022 poderá ser o melhor ano da energia solar já registrado no Brasil desde 2012, com o maior crescimento do mercado e do setor na última década. A geração própria de energia solar seguirá crescendo a passos largos e deverá praticamente dobrar sua potência operacional instalada, impulsionada pelos aumentos nas tarifas de energia elétrica acima da inflação e pela publicação da Lei nº 14.300/2022”, comenta Camila. Fonte: Totum Comunicação
- CONSTRUÇÃO CIVIL INVESTE EM TECNOLOGIA PARA REDUZIR CUSTOS E AUMENTAR RECEITA
Incorporadora se torna a primeira em Goiânia a ter acesso por reconhecimento facial para os trabalhadores de suas obras Estudo realizado pela TNS Research aponta que as empresas que investem em tecnologia crescem aproximadamente 60% a mais em comparação com as empresas que descartam esse tipo de investimento, além do incremento na receita. Inteligência de dados, Big Data e mobilidade são serviços que se destacaram na pesquisa. A otimização dos processos, redução de custos e agilidade nas tarefas estão entre os benefícios para quem aposta na tecnologia. De olho nesse futuro que já bate à porta, a Opus Incorporadora se tornou a primeira construtora em Goiânia (GO) a implementar acesso por reconhecimento facial para todos os colaboradores de suas obras e ainda um sistema virtual de gerenciamento de terceirizados. “Entre as vantagens dessas novidades estão a agilidade no processo; uma maior sustentabilidade, visto que existe uma redução na utilização de papel; praticidade no gerenciamento dos colaboradores terceirizados, o que facilitou em atender todas as normas regulamentadoras e, ainda, estar de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)”, destaca Adriana Garcia da Silveira, supervisora de segurança da Opus, cujo departamento foi o responsável pela ideia das inovações. Reprodução: Opus Incorporadora/ Assessoria Comunicação Sem Fronteiras Para o reconhecimento facial, foram tiradas fotos de todos os colaboradores das obras. Os terceirizados recebem treinamento para acessar o sistema informatizado, no qual precisam inserir seus dados e, sempre que é preciso de uma atualização, o próprio sistema o alerta para os prazos. Houve um período de testes de todas as novidades e neste mês de julho elas passam a valer nos canteiros da construtora na capital. Sobre a implantação das inovações, Adriana ressalta que “foi um divisor de águas”. “Valeu a pena demais! Proporciona agilidade, antes os colaboradores precisavam assinar para entrar na obra, agora um tablet os reconhece. Ter todo esse sistema informatizado para a gestão facilitada dos colaboradores terceirizados também é fundamental. Por isso, é de suma importância ter a tecnologia na construção civil”, ressaltou. A Opus Incorporadora seguirá melhorando e integrando seus sistemas e, entre os próximos passos na área de tecnologia, fará a robotização de processos, chatbot e análises de dados big data. Fonte: Opus Incorporadora/Assessoria Comunicação Sem Fronteiras
- SKAI “TRAZ O SOL” PARA SEUS LABORATÓRIOS
A marca do grupo Continental oferece películas para uso externo e utiliza procedimento de teste de radiação solar em seus laboratórios, o TSR A Skai conta com um método de teste para o desenvolvimento de seus filmes de revestimento de perfil de janela, que pode medir e prever o comportamento térmico sob a radiação solar no laboratório, o TSR (Total Solar Reflection - Reflexão Solar Total, em português). A marca oferece filmes para uso externo, em janelas, fachadas, portas e portões. A marca afirma que hoje construtores, arquitetos e projetistas podem escolher entre uma variedade de cores, relevos e decorações para os perfis de janelas, folhas de portas, esquadrias de garagem e elementos de fachada. “Isto é possível graças ao revestimento com folha resistente às intempéries, que não só melhora a aparência do elemento de construção, mas também fornece proteção duradoura”, informa o site da Skai. “Os perfis de janelas e portas têm que repelir o sol, vento e chuva ao longo de décadas, sem falhas funcionais. Para desenvolver filmes de perfil particularmente robustos, a Continental [marca detentora da Skai] está agora pegando sol no laboratório com o novo procedimento de teste TSR!”, afirma o portal da marca. Antigamente, a fim de verificar o comportamento reflexivo dos filmes de perfil, os perfis plásticos revestidos eram examinados em laboratório por meio de processos especiais, realizados através do método de “acumulação de calor”. A desvantagem desse método é que as lâmpadas infravermelhas utilizadas não imitavam perfeitamente a luz solar. O novo método, o TSR, expõe os filmes de perfil de janela à radiação de uma ampla variedade de comprimentos de onda em um espectrômetro (equipamento utilizado para determinar os valores de luz transmitida e luz absorvida de uma solução em um ou mais comprimentos de onda). Usando o comprimento de onda responsável pelo calor, do infravermelho ao vermelho, amarelo, verde e azul ao ultravioleta. O valor de TSR medido indica a porcentagem da radiação total refletida da superfície, portanto, quanto maior o valor, menos o material aquece. A característica especial do valor TSR é que ele permite a previsão do comportamento de aquecimento de uma superfície sob uma ampla variedade de condições. Centenas de medições externas mostraram que existe uma correlação matemática entre a radiação solar, o valor TSR e a temperatura superficial medida. Reprodução: Skai A resistência ao calor da superfície é crucial para a durabilidade dos perfis de janela . As medições do TSR mostram que as cores frias juntamente com as películas de perfil de janela aquecem menos do que outros filmes de perfil. Eles são vários graus mais frios em condições externas e composições de cores comparáveis – e, portanto, duram muito mais. Fonte: Skai
- ENTENDA AS VANTAGENS DA FACHADA VENTILADA
Igor Alvim, engenheiro mecânico, e Crescêncio Petrucci, engenheiro civil, explicam o processo de instalação das fachadas ventiladas *Por Emanuelle Ormiga, sob supervisão da profissional habilitada Stephanie Fazio A fachada ventilada é considerada uma solução construtiva sustentável, que alia inovação e eficiência energética auxiliando na melhoria do conforto térmico, já que é capaz de reduzir entre 30% a 50% do consumo de energia de um edifício, de acordo com o portal ArchDaily. O sistema cria uma segunda pele em relação à fachada principal do edifício, com a intenção de protegê-la. Seu revestimento é fixado a uma armação de alumínio (ou de aço inoxidável) que se ancora na estrutura da edificação, mantendo a fachada afastada da alvenaria de vedação. O princípio fundamental deste tipo de fachada é seu sistema de juntas abertas, que permite que o espaço entre as placas não receba vedação completa nas aberturas inferiores e superiores, possibilitando, assim, a criação da lâmina de ar na cavidade entre as duas paredes. Essa cavidade tem largura média entre 10 e 15cm, mas pode ser maior caso seja necessária a passagem da rede através de um shaft (aberturas verticais para a passagem de tubulações) de instalações do edifício, que produz o efeito chaminé, possibilitando a troca de ar permanente na câmara e maior o conforto ambiental dentro do prédio. Reprodução: WebArcondicionado e ArchDaily O efeito chaminé acontece quando o ar mais quente sobe e, pela diferença de pressão, suga para dentro da cavidade o ar mais fresco. O ar da cavidade muda continuamente e não aquece a face do corpo da edificação, que permanece protegida. VANTAGENS De acordo com Crescêncio Petrucci, engenheiro civil e diretor da Crescêncio Engenharia, as fachadas ventiladas, tanto executadas em ACM ou outro tipo de material, possuem muitas vantagens, entre elas: Baixa necessidade de manutenção: por ser um material com uma lâmina metálica externa, a pintura possui excelente resistência a intempéries e pode contar com tratamentos autolimpantes e antipichação. Quando ocorre algum incidente, a reposição das peças danificadas também é bastante simples e prática; Sistemas e materiais: são muito leves e não sobrecarregam a estrutura das edificações, a fachada ventilada pode facilmente se adaptar a qualquer tipo de empreendimento e de estrutura, seja metálica, de concreto ou mista; O ACM possui muita versatilidade: pode absorver as variações de medidas da superestrutura da edificação (tolerância construtiva) fazendo com que o revestimento externo fique perfeito, independente dos desvios construtivos. Além disso, pode assumir formas geométricas simples e até muito complexas, com curvatura, ângulos, inclinações, ou seja, tudo que os arquitetos desejarem, mesmo aqueles mais criativos; Benefícios térmicos: o espaço vazio entre a fachada ventilada e a parede forma uma camada isolante, impedindo o superaquecimento das paredes que estão mais expostas à insolação; Variedade de cores: os vários tipos de acabamento e de materiais, permitem utilizar esse tipo de fachada em qualquer empreendimento, dos mais clássicos aos mais modernos. Igor Alvim, engenheiro mecânico e diretor técnico da QMD Consultoria, acredita que a maior vantagem da utilização do ACM nas fachadas ventiladas seja a não necessidade de se vedar as juntas entre chapas. “Além de esteticamente não ser agradável, as juntas com silicone acabam juntando poeira e na primeira chuva as chapas já ficam sujas, o mesmo não acontece com as juntas abertas”. Além disso, a solução favorece o isolamento térmico, ele pontua que outra vantagem é que o custo deste sistema é menor. O portal ArchDaily menciona outros benefícios que devem ser considerados, são eles: O sistema respirante possibilita a dispersão do vapor presente no interior das paredes, eliminando a umidade dos edifícios; A estanqueidade à água. Quando dimensionado corretamente para as necessidades específicas do prédio, o sistema de fachada ventilada é capaz de controlar a entrada de água da chuva e eliminar as infiltrações; A redução considerável do prazo de obra, com baixo ruído e menor interdição, traz a possibilidade de uso de placas em grande formatos com segurança; A oportunidade de utilização da cavidade como shaft de instalações elétricas, hidráulicas e de ar-condicionado; Inclui tratamento de isolamento térmico, acústico e de revestimento antibactericida. APLICAÇÃO Os engenheiros afirmam que não há restrições, podendo ser utilizada em qualquer tipo de obra. Desde o uso em empreendimentos residenciais ou comerciais, edificação alta ou baixa e de qualquer forma geométrica, em hotéis, hospitais e equipamentos urbanos. “Eu diria que, desde 2020, praticamente todas as obras que fizemos foram executadas com juntas abertas, ou seja, utilizando sistemas ventilados”, afirma Alvim. Petrucci cita algumas obras com este tipo de fachada que contaram com a sua consultoria, como: GRU AIRPORT Obra: TPS3 – Aeroporto internacional de Guarulhos - Terminal 3. Fachada ventilada com ACM. Reprodução: Galeria da Arquitetura PORTE INCORPORADORA Obra: HELEN K (Residencial). Fachada ventilada cerâmica. FGV – Fundação Getúlio Vargas Obra: Ed. Picarolo (em construção). Fachada ventilada cristalato. FG EMPREENDIMENTOS Obra: Ed BOREAL (em construção). Fachada ventilada com ACM. Fontes: ArchDaily, Crescêncio Petrucci e Igor Alvim
- QUAL TIPO DE VIDRO É IDEAL PARA PORTAS PIVOTANTES?
De acordo com a Divinal Vidros, distribuidora de vidros e espelhos para vidraçaria, construção civil, arquitetura e decoração, a porta pivotante de vidro já se tornou um ícone da decoração contemporânea. Seu estilo projetado e jeito de abertura transformam a entrada de qualquer ambiente, seja uma grande sala de estar ou mesmo um hall de entrada. Símbolos de sofisticação e elegância, as portas de vidro pivotantes carregam esse nome por seu modo de abrir e fechar. O mecanismo de abertura é totalmente diferente das portas comuns, ou portas de abrir, com um sistema de fixação vertical por meio de pivôs. Os pinos são instalados na parte superior e inferior da porta, sempre alinhados. A grande diferença é que eles não são fixados no limite da peça, mas sim com uma folga para que fique o vão aparente quando a porta está aberta. A porta pivotante permite o uso de peças de vidro mais pesadas e largas, uma vez que o apoio está nos pinos. Eles fazem a porta girar e se apoiar em um eixo vertical. Assim, a aplicação distribui melhor o peso e facilita a movimentação. VANTAGENS A distribuidora afirma que as portas pivotantes de vidro não são utilizadas apenas na entrada da casa e que, hoje em dia, já é comum encontrar esse tipo de porta em ambientes internos. A marca também explica que ainda é possível utilizar diversos tipos de vidro com benefícios diferentes. O vidro serigrafado, por exemplo, traz uma ampla diversidade de cores e ainda mais estilo à peça. Outro fato que surpreende são as ferragens escondidas, que criam a sensação de uma aplicação muito mais agradável visualmente. Por fim, a economia de espaço também é uma das vantagens das portas pivotantes. Em resumo, esses são os benefícios das portas de vidro pivotantes: Diversidade de opções e estilos de vidro; Apelo visual mais agradável; Ferragens não aparentes; Economia de espaço (em alguns casos); Imponência e personalidade do projeto. QUAIS TIPOS DE VIDRO UTILIZAR? O que guia a escolha do tipo de vidro para a porta pivotante é onde ela será aplicada e quais as necessidades de estilo e segurança desejadas no projeto. Vidro laminado: É considerado um vidro de segurança por conta da sua película de Polivinil Butiral, o PVB. Esse composto garante que, em caso de quebra, os cacos se mantenham presos à peça até que possa ser feita a troca. Além disso, por ser construída com duas folhas de vidro, as portas pivotantes desse modelo são ideais para aplicações na fachada ou em áreas externas da casa. Isso porque, caso haja uma quebra, não será necessária uma troca imediata, mantendo o ambiente interno protegido. Vidro temperado: Até cinco vezes mais resistente que o vidro comum, o temperado também é considerado um vidro de segurança. Ele é indicado para aplicações na parte interna da residência, sendo resistente à maioria dos acidentes que possam ocorrer e gerar um impacto na peça. Vidro impresso: Além do apelo visual customizado, também assegura mais privacidade para o ambiente. Esse tipo de impressão faz com que a superfície do vidro tenha pequenos relevos na sua textura, dificultando a visualização através da peça, mas sem perder a luminosidade. Recomenda-se a utilização do impresso na área interna da casa onde é necessário ter mais privacidade, podendo unir madeira e vidro para um ambiente mais sofisticado. Vidro serigrafado e esmaltado: Seu processo de pintura com esmalte vitral proporciona várias possibilidades de cores para todos os tipos de projeto, inclusive para portas pivotantes. O vidro serigrafado também conta com o nível de segurança do temperado. Reprodução: Pinterest e Doce Obra Mais informações, acesse: www.divinalvidros.com.br Fonte: Divinal Vidros
- PREÇOS DE IMÓVEIS NO CENTRO DE SP AUMENTAM 28,01%
Mesmo com Cracolândia, revitalização deve trazer novos moradores e valorização dos bairros O centro de São Paulo (SP) ganhou destaque nos últimos anos pela diluição e expansão da antiga Cracolândia, levantando debates sobre as drogas, sociedade, saúde e moradia. A revitalização é um modelo seguido em diversos países de primeiro mundo, e dentro dessa nova proposta, o setor de imóveis é um dos mais importantes a atuar na recuperação da área, mas também enfrenta obstáculos. Com um cenário nacional também adverso, devido ao aumento das taxas, inflação e preço dos materiais, o valor do imóvel disparou também no centro da maior cidade do país. Para efeito de comparação, segundo dados da Prefeitura de São Paulo disponibilizados pela aMORA, startup que realiza o sonho da casa própria ao introduzir a modalidade de aluguel com opção de compra para seus clientes, a média de valores em 2019 na região era de R$351,528.53. Em 2021, passou a ser de R$449,979.92, uma alta de 28,01% na variação nominal dos bairros Bela Vista, Sé, República, Centro, Santa Cecília, Higienópolis, Campos Elíseos, Consolação e Brás. “Esse aumento no preço dos imóveis do centro se deve, principalmente, às políticas sociais governamentais em diferentes esferas, ainda que de efeito relativamente lento, têm melhorado a qualidade de vida e a riqueza histórica recuperada. O centro de São Paulo possui uma das maiores heranças arquitetônicas do Brasil, e vem recebendo incentivos de profissionais da área e intelectuais para a recuperação dessa riqueza”, explica Aram Apoviam, diretor executivo e fundador da aMORA. A startup estima que os imóveis da região ainda custam menos da metade dos preços que custariam, se não fosse o grave problema social de concentração de pessoas em situação de rua e dos usuários de drogas. No entanto, na opinião do especialista, é possível afirmar que haverá um aumento acima de 10% na demanda de imóveis nos próximos três anos. “Tanto para compra quanto para venda existe a tendência da demanda aumentar conforme mais se aproxime da Avenida Paulista, de Perdizes e da Vila Mariana, ou seja, o movimento de retomada do centro pela sociedade paulistana ocorre das bordas para o centro. Em quase nenhum local do mundo o poder público consegue resolver problemas na medida em que o mercado espera, e isso inclui São Paulo, porém o movimento tem sido continuamente positivo”, diz. Segundo a aMORA, o aspecto boêmio do bairro traz uma característica predominante em jovens e solteiros, além de inúmeros outros fatores que podem favorecer um morador, como proximidade do trabalho, disponibilidade de transportes, entre outros. Hoje, a República é o bairro com maior quantidade de opções de transporte para seus moradores em toda São Paulo. Isso aliado à beleza democrática e visível da arquitetura, que influencia positivamente a qualidade de vida das pessoas em níveis profundos. Na medida em que imóveis são revitalizados, há maiores possibilidades de arrecadação pelo poder público e assim mais recursos para investimentos sociais na região, gerando um ciclo positivo. “Tudo isso acabará gerando um aumento natural da demanda que deverá, consequentemente, acarretar em um aumento de preços, uma vez que o centro de São Paulo é a região com menor possibilidade de expansão da oferta de novos apartamentos na cidade. Não é algo para agora, mas será para um futuro não tão distante”, finaliza o especialista. Fonte: Imprensa Máindi
- JUNTAS DE DILATAÇÃO: FATOR QUE VAI ALÉM DE QUESTÕES ESTÉTICAS NAS FACHADAS DE ACM
Johnny Vieira de Souza, coordenador do departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto e professor universitário, explica o tema Por Johnny Vieira de Souza Reprodução: Projeto Alumínio Todo material possui a tendência de mudar a sua forma, área e volume em razão da mudança de temperatura. O ACM detém camadas geralmente com espessuras de 0,30 ou 0,50mm cada, envolvendo o material do núcleo com espessura de 3 a 3,4 mm. Essas camadas são aderidas umas às outras por meio da coesão. A razão da expansão do material, chamada dilatação, que ocorre em função da mudança de temperatura, é chamada de coeficiente de expansão térmica do material e varia com a temperatura. Materiais que possuem alto ponto de fusão, geralmente possuem baixo coeficiente de expansão térmica. Segundo ensaios, o coeficiente de expansão térmica linear do ACM é equivalente ao do alumínio, ou seja, na ordem de 1,2 mm/m em 50ºC (figura 1), a variação na espessura das lâminas de alumínio não é fator preponderante para alterar esta equivalência. A instalação de módulos de ACM sem juntas de dilatação poderá ocasionar problemas de ordem estética e, em casos mais graves, de ordem técnica, que poderá comprometer a fixação do módulo na subestrutura, seja fixação mecânica (parafusos) ou química (fitas dupla-face), conforme ilustra a figura 2. Os módulos de ACM, que estão instalados na fachada, expandem e contraem em razão do aquecimento ou resfriamento devido às estações do ano, ou a incidência solar durante o dia. Fachadas que recebem o sol da tarde (voltadas a oeste), devem ter atenção maior, principalmente em regiões mais quentes, pois os módulos instalados nestas fachadas são os que sofrerão dilatação maior. Na maioria dos casos, os efeitos ocasionados pela falta de espaço entre os módulos são de cunho estético e podem ser mais perceptíveis em determinados horários do dia. A falta de juntas ocasiona a deformação do módulo de ACM, e pode flexionar o módulo para fora (efeito convexo) ou para dentro (efeito côncavo). Outro ponto importante a frisar é que ACM instalado sem junta de dilatação não tem garantia contra deformação e/ou delaminação (desprendimento das lâminas de alumínio do núcleo). Para evitar problemas relacionados à deformação dos módulos de ACM, é importante dar atenção ao assunto desde o projeto de paginação (definição dos tamanhos dos módulos) até a instalação na obra. Os elementos mais importantes a serem considerados, relacionados às juntas de dilatação, são: O coeficiente de expansão térmica linear do ACM (2,4 mm/m a 100ºC) deve estar relacionado diretamente ao tamanho do módulo (paginação) da fachada, ou seja, quanto maior for o módulo, mais espessa será a junta; A subestrutura deve estar alinhada à junta de dilatação, ou seja, a junta deve estar no centro do perfil da subestrutura. Em resumo, por trás de toda junta de dilatação, deve haver um perfil da subestrutura; As juntas de dilatação devem ser uniformes, ou seja, não apresentar variações na espessura (um gabarito com a medida exata poderá auxiliar na precisão); Em fachadas com módulos retangulares, com diferentes medidas, para o cálculo das juntas, deve-se considerar a maior medida. Todas as juntas da fachada (horizontais e verticais) devem seguir esta razão, ou seja, ter a mesma espessura, sendo considerada para cálculo a maior medida, do maior módulo; Em juntas de dilatação com preenchimento de silicone neutro, deve-se observar, além do coeficiente de expansão linear do ACM, as recomendações de proporção de juntas dos fabricantes de silicone neutro, que geralmente é 2x1, ou seja, duas vezes a largura em relação a profundidade, sendo a profundidade mínima de 4mm. Esta proporção, associada a não aderência do silicone neutro a uma terceira superfície (subestrutura) garantirá adesão sem trincas ou fissuras na movimentação. Fonte: Projeto Alumínio
- CONSTRUTORA RECOLHE MAIS DE 900 TONELADAS DE PRODUTOS RECICLÁVEIS
Iniciativa auxilia 1.200 famílias de cooperativas em todo o Brasil e reforça o compromisso da incorporadora com o meio ambiente Dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) apontam que o setor da construção civil representa 7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e é um dos pilares de crescimento econômico e geração de empregos no país. Em termos de resíduos da operação e embalagens, estima-se que o segmento seja responsável por 54% dos resíduos globais, de acordo com um levantamento realizado pela Ellen MacArthur Foundation. Aliando o compromisso com o meio ambiente ao desenvolvimento das regiões onde atua, a RNI, construtora e incorporadora do grupo Empresas Rodobens, realiza o Programa de Gerenciamento de Resíduos de Construção Civil (PGRCC). Voltado a gestão sustentável de todos os seus insumos gerados nas obras, o documento tem como objetivo especificar o destino e volume de resíduos da obra. A RNI deu um segundo destino a mais de 900 toneladas de insumos produzidos em suas obras que estão em andamento: “Em 30 anos de atuação no país, a RNI aliou o compromisso com o meio ambiente ao sonho da casa própria. A sustentabilidade é uma diretriz em nossos projetos e a responsabilidade é compartilhada entre todos da cadeia”, afirma Carlos Bianconi, diretor executivo da construtora. Em respeito ao meio ambiente e ao compromisso com o uso responsável de materiais certificados, a construtora sempre adquire materiais que tenham certificação e procedência. Exemplo disso é o uso de esquadrias de madeira que tenham a certificação Forest Stewardship Council (FSC), Conselho de Manejo Florestal, em tradução livre, voltado para a conservação ambiental e desenvolvimento sustentável das florestas, indicando produtos originados do bom manejo florestal. DESTINAÇÃO RESPONSÁVEL E SUSTENTÁVEL DE RESÍDUOS (ECONOMIA CIRCULAR) A fim de que a destinação apropriada dos resíduos ocorra, a RNI conta que os profissionais são orientados a realizarem o gerenciamento adequado dos materiais. Além disso, a incorporadora possui parcerias com cooperativas em todo o país que fazem desde a coleta seletiva de papelão até o redirecionamento do material de demolição, que só na obra do empreendimento RNI Nova Jaçanã (SP), se transformou em cerca de 900 toneladas de material reutilizado como reaterro. “Desde a equipe de campo até a gerência, todos são capacitados para atuarem de forma sustentável nas obras, o que além de gerar redução de custos, agregam valor ao produto, uma forma de evidenciar e valorizar a economia local. Com isso, podemos contribuir para a geração de renda, fazendo a economia girar de forma responsável e consciente”, comenta Clóvis Sant’Anna, diretor técnico da RNI. ZERO DESPERDÍCIO DE RESÍDUO: DINÂMICA DA RECICLAGEM No processo de economia circular, os principais resíduos reutilizáveis nos empreendimentos são: plástico, papel, papelão, aço, restos de materiais, além de entulhos gerados durante a obra, que são triados e colocados em espaços reservados separados, similar a pequenas baías, para que as respectivas cooperativas da região possam fazer a coleta e dar um segundo destino aos materiais. Com o processo, a construtora teve redução nos materiais de canteiros de obras e derivados de madeira, além de movimentar cooperativas locais. Só no empreendimento RNI Nova Jaçanã (SP), mais de 940 cooperados se beneficiam com o projeto. PARCERIA COM COOPERATIVAS DE RECICLAGEM A RNI tem parceria com mais de 30 cooperativas de reciclagem nas cidades em que possui obras. As organizações são responsáveis pelo transporte e destinação dos materiais da coleta seletiva, um trabalho importante pelo impacto ambiental e social gerado. “A sustentabilidade no segmento imobiliário visa diminuir os efeitos negativos para o meio ambiente e sociedade. Muito mais que desenvolver e transformar as regiões onde atua, a RNI busca deixar um legado em favor das pessoas que vivem na cidade, além de movimentar a economia local. Apenas com os resíduos produzidos por um empreendimento é possível apoiar 1.200 famílias da cidade, que contribui na melhoria da qualidade de vida da população local”, explica Gustavo Félix, diretor comercial da RNI. TECNOLOGIA A FAVOR DA SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL Um dos segredos do sucesso da incorporadora na gestão de resíduos é o uso da tecnologia, de acordo com a construtora, que auxilia na produtividade e na diminuição da ocorrência de erros. A RNI possui o departamento de CRM, em que todos os processos são cuidadosamente analisados para reduzir os desperdícios de recursos nas obras. A cada lançamento o departamento revisita o planejamento, direcionando de forma inteligente e mais precisa a utilização dos materiais. Dessa forma, é possível reduzir desperdícios e entregar residenciais com qualidade, proporcionando o sonho da casa própria aliada à sustentabilidade. RNI REALIZA PROCEDIMENTOS SUSTENTÁVEIS NO ENTORNO DE SEUS EMPREENDIMENTOS A construtora expande os projetos de forma sustentável, respeitando o entorno, além de desenvolver as áreas e as regiões onde atua. Presente em 12 estados brasileiros e 60 cidades, sendo a maior parte delas no interior do Brasil, a proposta da construtora é oferecer residências de qualidade ao mercado, além de transformar cidades, seja pela melhoria da infraestrutura local, como também pela geração de renda, com sólido compromisso com a sustentabilidade. Abaixo, mais algumas iniciativas sustentáveis adotadas pela incorporadora em seus empreendimentos: Reaproveitamento (geral) e no canteiro de obras; Caixa de retenção; Áreas de convivência dos canteiros são projetados para aproveitarem a iluminação natural; Controle do descarte final de todos os resíduos gerados pelas obras; Consultor ambiental para fazer o planejamento e acompanhamento do gerenciamento dos resíduos nas obras; Adoção de métodos construtivos para menos desperdício, que resulta também em menos geração de resíduos, como blocos de concreto, kits hidráulicos e chicotes elétricos. CERTIFICAÇÃO SELO AZUL + CAIXA (COMPROMISSO COM BOAS PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS) A incorporadora conquistou também o Selo Azul + Caixa, que é considerado o primeiro sistema de classificação do índice de sustentabilidade voltado a projetos habitacionais desenvolvidos para a realidade da construção brasileira, com o empreendimento RNI Nova Jaçanã (SP). Por meio deste projeto, a incorporadora deixa como legado local obras de melhorias, como saneamento, com a ampliação da rede de esgoto, com a captação dos resíduos e destinação apropriada dos mesmos, beneficiando a população da região, além dos mais 150 postos de trabalhos, diretos e indiretos. PRESERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE DO ENTORNO A RNI promoveu uma iniciativa em respeito à biodiversidade local. Trata-se do projeto “Moradas das Corujas”, para a preservação de comunidades de corujas que vivem próximas do estande de vendas do Garden RNI, na cidade de São José do Rio Preto (SP). Com o objetivo de proteger as aves de rapina, a incorporadora construiu casas para elas, feitas de ferro – com altos pólos – e telhas de concreto para abrigar as aves das chuvas, enchentes e demais intempéries climáticas. Todo o design foi pensado em abrigar as corujas e seus filhotes, inclusive impedindo a entrada de predadores, como gaviões, cobras, cães domésticos e depredações humanas. O projeto já é um sucesso e a RNI ampliará a ação para mais duas famílias de corujas próximas da empresa. A iniciativa surgiu a partir da observação dos hábitos diários de uma moradora da região, que cuidava e protegia essas corujas. Em sintonia com a comunidade local, a construtora decidiu ajudar na preservação e proteção das aves, construindo essas habitações e protegendo o seu entorno. Fonte: Imprensa Weber Shandwick














