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  • Portas de grandes vãos ganham desempenho com sistemas alçantes

    Foto/Reprodução: Roto Fermax Sistemas de portas de grandes dimensões têm ganhado espaço em projetos arquitetônicos, especialmente aqueles voltados à integração entre áreas internas e externas. Entre as soluções disponíveis no mercado, o sistema alçante Roto Patio Lift da Roto Fermax se destaca por reunir desempenho estrutural, conforto de uso e flexibilidade de aplicação. Desenvolvido para portas de correr de grandes proporções, de acordo com a empresa, o sistema suporta folhas com carga de até 400kg, permitindo a fabricação de painéis com até 3 metros de largura e altura.  A solução utiliza um sistema de ferragens que eleva a folha antes do deslizamento, reduzindo o atrito e realizando um movimento suave, leve e silencioso, mesmo em portas de grande peso. Três etapas O funcionamento ocorre em três etapas: elevar, deslizar e travar. Segundo informações divulgadas pela fabricante, ao acionar o mecanismo, a folha é elevada e passa a deslizar com facilidade sobre os trilhos. No fechamento, o peso da porta é novamente apoiado no piso, o que contribui para a vedação e o conforto acústico do ambiente. Além do desempenho técnico, o sistema oferece variedade de configurações, com combinações entre folhas fixas e deslizantes que variam de uma a quatro folhas, organizadas em diferentes esquemas (A, B, C, D, G e K), com opções de abertura para a direita ou para a esquerda. Para mais informações: rotofermax.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Sistema de fechamento de sacadas amplia aproveitamento dos espaços

    Foto/Reprodução: Alumifix A Alumifix é uma empresa brasileira sediada em Curitiba (PR) que atua no desenvolvimento e fornecimento de sistemas em alumínio voltados principalmente para esquadrias e soluções de fechamento.  Um dos destaques do catálogo é o Sistema de Fechamento de Sacada Frontal da Linha FSG, utilizado para o fechamento de varandas e sacadas em edifícios. De acordo com a Alumifix, esse sistema permite a movimentação dos painéis de vidro de forma deslizante e giratória, o que facilita a abertura total do vão quando desejado.  Segundo as informações técnicas apresentadas pela empresa, o sistema FSG é composto por perfis de alumínio e acessórios desenvolvidos para suportar o uso cotidiano e as condições climáticas comuns.  Para mais informações: alumifix.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Aluguel e reutilização de equipamentos ganham espaço na construção civil

    Modelo reduz consumo de recursos, geração de resíduos e emissões;  mercado global de aluguel de equipamentos para a construção civil segue em crescimento, alcançando USD 141,42 bilhões em 2025 Foto: Divulgação Em um setor historicamente associado ao alto consumo de recursos naturais e à geração de resíduos, a construção civil vem acelerando a adoção de práticas mais sustentáveis. Entre elas, o aluguel e a reutilização de equipamentos despontam como estratégias eficazes para reduzir impactos ambientais ao longo do ciclo de vida das obras. Esse modelo contribui para menor extração de matérias-primas, melhor aproveitamento de ativos e redução de emissões associadas à produção de novos equipamentos. De acordo com análises da Mordor Intelligence, o mercado global de aluguel de equipamentos para a construção civil segue em crescimento, tendo alcançado USD 141,42 bilhões em 2025 e com previsão para expandir a receita para USD 179,21 bilhões até 2030.  Esse crescimento é impulsionado não apenas por ganhos financeiros e operacionais, mas também por fatores ambientais. O modelo de locação permite que os mesmos equipamentos sejam utilizados em múltiplos projetos ao longo do tempo, reduzindo a necessidade de fabricação de novos produtos e, consequentemente, o consumo de energia e a emissão de gases de efeito estufa associados aos processos industriais. Reutilização e economia circular no canteiro Do ponto de vista ambiental, a reutilização é um dos pilares da chamada economia circular, conceito cada vez mais presente nas estratégias ESG do setor. Ao priorizar equipamentos duráveis e reutilizáveis, construtoras conseguem diminuir significativamente o volume de resíduos descartados ao final das obras, além de reduzir o uso de materiais de vida útil curta, como sistemas descartáveis à base de madeira. Empresas especializadas em locação têm papel central nesse movimento ao oferecer equipamentos projetados para múltiplos ciclos de uso. Alumínio como aliado da sustentabilidade Além de reduzir a demanda por madeira, o uso de sistemas metálicos reutilizáveis contribui para canteiros mais limpos e organizados, com menor geração de resíduos sólidos.  Segundo a Pesquisa Setorial da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon), estima-se que o país gere 106 bilhões de toneladas de resíduos, dos quais apenas cerca de 20% a 25% desse volume é efetivamente reciclado. Nesse sentido, o uso de produtos de alumínio e aço, também está alinhado às exigências ambientais cada vez mais presentes em obras públicas e privadas, especialmente em projetos de médio e grande porte. “Os números da Abrecon revelam um paradoxo da construção civil no Brasil: enquanto o país avança em inovação e produtividade, ainda recicla apenas cerca de um quarto das toneladas de resíduos gerados anualmente pelo setor. Optar por sistemas metálicos reutilizáveis não é apenas uma decisão técnica ou econômica, mas uma escolha ambiental”, destaca Luis Claudio Monteiro, diretor de operações da SH, empresa que fornece sistemas de fôrmas, andaimes e escoramentos metálicos para locação. O alumínio é 100% reciclável, sem perda de propriedades mecânicas. Além disso, de acordo com a International Aluminium Institute, cerca de 75% de todo o alumínio já produzido no mundo ainda está em uso hoje. Ainda de acordo com o Institute, reciclar alumínio consome cerca de 5% da energia necessária para produzir o metal primário, isso representa uma redução de até 95% nas emissões de CO₂ no processo produtivo. Dados como esses, aumentam ainda mais a relevância no uso de produtos criados a partir dessa matéria-prima. Impacto ambiental e eficiência caminham juntos Relatórios de mercado indicam que o avanço da locação de equipamentos está diretamente ligado à busca por eficiência operacional com menor impacto ambiental. Ao compartilhar ativos entre diferentes obras, o setor reduz a necessidade de produção em larga escala, diminui estoques ociosos e otimiza o uso de recursos ao longo do tempo. “O modelo de locação com equipamentos reutilizáveis reforça uma mudança estrutural na construção civil, que passa a enxergar a sustentabilidade como parte integrante de um sistema mais eficiente e responsável”, finaliza Monteiro. Fonte: Trama Comunicação | Jessyca Souza Caires

  • Curiosidade: por que o vidro ganhou protagonismo na arquitetura?

    Foto/Reprodução: Freepik A arquitetura contemporânea tem destacado cada vez mais o papel do vidro como material protagonista nas fachadas e estruturas. Ao longo das últimas décadas, essas preferências não se explicam apenas pelo desejo estético, fatores técnicos e ambientais impulsionam a utilização de grandes áreas envidraçadas nas construções. Luz natural e bem-estar Uma das principais razões para a ampla adoção do vidro nas edificações é sua capacidade de aumentar a entrada de luz natural, com isso, o material contribui para reduzir a necessidade de iluminação artificial durante o dia.  Avanços tecnológicos O protagonismo do vidro hoje é resultado de décadas de desenvolvimento tecnológico. Os vidros utilizados em fachadas modernas não são os mesmos das janelas antigas: eles são laminados, temperados, isolantes térmicos e podem receber revestimentos de alta performance, como camadas de baixa emissividade (Low-E), que ajudam a controlar a transferência de calor e a eficiência energética do edifício, e também fazer a captação de energia solar (vidros fotovoltaicos).  Desafios e críticas Apesar de suas vantagens, o uso intensivo de vidro não está isento de críticas. Em certas regiões tropicais, fachadas amplamente envidraçadas podem provocar ganho excessivo de calor, exigindo sistemas de sombreamento ou condicionamento mais resistente para manter o conforto térmico interior.  Fontes: melaniejadedesign.com  ; wfmmedia.com   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Softwares impulsionam a indústria de esquadrias e vidro

    Foto/Reprodução: Freepik O uso de softwares tem se tornado cada vez mais comum na indústria de esquadrias, acompanhando a busca por mais organização e agilidade no dia a dia das empresas. Essas ferramentas digitais ajudam a estruturar etapas como projetos, orçamentos, produção e gestão, reduzindo tarefas manuais e facilitando o controle das informações. Entre os exemplos presentes no mercado está o software CEM, produto desenvolvido pela Esquadgroup, utilizado principalmente para o cálculo e o orçamento de esquadrias. Ele permite organizar medidas, listar materiais e padronizar projetos, auxiliando empresas a ganhar tempo na elaboração de propostas e a evitar erros comuns no planejamento da produção. Também da EsquadGroup, o software  Faktory é voltado à gestão de indústrias de esquadrias, reunindo em uma única plataforma recursos para controle de produção, estoque, compras, vendas e processos administrativos. De acordo com a empresa, o sistema foi desenvolvido com foco nas rotinas do setor, permitindo integrar informações operacionais e gerenciais para facilitar o acompanhamento das etapas do negócio. A SYM Software oferece soluções voltadas à gestão de empresas que atuam com esquadrias e vidro. Seus sistemas reúnem dados comerciais, produtivos e administrativos em um único lugar, contribuindo para o acompanhamento de pedidos, estoque e prazos de entrega de forma mais clara e integrada. Já o software da W.Vetro é direcionado à rotina de vidraçarias e serralherias, reunindo funções como orçamentos, controle financeiro e organização da produção. Ao centralizar essas informações, o sistema ajuda as empresas a manterem uma visão mais ampla de suas operações, apoiando decisões do dia a dia sem substituir a experiência técnica dos profissionais da indústria. Fontes: esquadgroup.com.br  ; wvetro.com.br  ; portalsym.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Termoacústica: vidro de 1mm contribui com novidades

    Exemplo do vidro de 1mm já posicionado numa esquadria com vidros insulados Um novo tipo de vidro com alto desempenho térmico e acústico começa a chamar a atenção do setor da construção civil no Brasil. A tecnologia, lançada recentemente pela Universidade de Xangai, China, está sendo avaliada pela Atenua Som, empresa brasileira especializada em soluções acústicas, por meio de um acordo de cooperação para testes e validações. Segundo Edison Claro, diretor da Atenua Som, as primeiras informações técnicas divulgadas pela universidade chinesa apontam resultados considerados expressivos, especialmente em desempenho térmico e acústico, com a vantagem de não exigir grande aumento de peso nas esquadrias.  Ensaios no Brasil Para aprofundar a análise, a empresa solicitou amostras do material, que já chegaram ao Brasil e passarão por ensaios em portas e janelas com castilhos e tipologias utilizadas no mercado brasileiro. De acordo com Claro, os próprios pesquisadores chineses destacaram a relevância desses testes, já que os resultados obtidos em esquadrias brasileiras podem ampliar as possibilidades de aplicação da tecnologia em outros mercados.  Um dos diferenciais do material está na forma de construção, um vidro temperado com apenas 1mm de espessura, protegido dentro de uma câmara não reagente. Caso os ensaios confirmem os resultados, o vidro pode representar uma alternativa inédita para o segmento de esquadrias no Brasil, combinando eficiência acústica e térmica com soluções mais leves e versáteis.  Para mais informações: atenuasom.com.br

  • Guia Técnico: Como especificar ACM em conformidade com as Normas e Exigências de Obras de Grande Porte

    *Por Johnny Vieira de Souza – Consultor de ACM, responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, diretor técnico da Móduly Solutions, arquiteto e professor universitário. A especificação de painéis de alumínio composto (ACM) é um divisor de águas para construtoras e incorporadoras que utilizam o material em larga escala. Diante de uma vasta gama de tecnologias e configurações, a escolha deixa de ser apenas estética para se tornar uma decisão técnica estratégica, visto que as variações de custo e performance são drásticas. Neste artigo, detalho os critérios essenciais para garantir a conformidade técnica, a segurança contra incêndio e a durabilidade do revestimento. O Material Composto de Alumínio (ACM) consolidou-se como uma solução de revestimento amplamente adotada em edificações de grande porte, atendendo a diversas tipologias arquitetônicas devido à sua versatilidade. Foto: Projeto Alumínio 1. O Padrão Normativo para Grandes Empreendimentos Para revestimentos arquitetônicos externos, não há margem para improviso. A especificação deve seguir rigidamente a ABNT NBR 15446. Espessura Total:  Obrigatoriamente 4mm. Lâminas de Alumínio:  Cada lâmina deve possuir 0,50 mm de espessura para garantir a rigidez estrutural necessária contra cargas de vento e intempéries. Segurança contra Incêndio:  O núcleo deve ser do tipo FR-IIA ou no mínimo II-B, atendendo à Instrução Técnica nº 10 (IT 10) do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, garantindo características de retardância a chamas (leia mais aqui) . Tecnologia de Pintura (Fachadas):  Para garantir a integridade da cor e resistência aos raios UV em áreas externas, a pintura deve ser obrigatoriamente PVDF 70% de marca consagrada como a Kynar500 ou FEVE (Fluoropolímero de Eter Vinílico). Estas tecnologias oferecem a maior longevidade disponível no mercado contra o desbotamento e calcinação (leia mais aqui) . A ampla adoção do ACM como revestimento arquitetônico exige uma especificação técnica rigorosa, alinhada aos parâmetros de segurança e aos requisitos de desempenho esperados para a fachada. Foto: Projeto Alumínio 1.1. Especificações para Áreas Internas Para revestimentos internos, segundo a ABNT NBR 15446, as exigências técnicas podem ser adaptadas para otimizar o investimento: Espessura das Lâminas:  As lâminas de alumínio podem ter sua espessura reduzida para 0,30 mm, mantendo a estabilidade para aplicações sem carga de vento. Tecnologia de Pintura:  Como não há incidência direta de raios solares e intempéries agressivas, a tecnologia de pintura não deverá ser necessariamente PVDF ou FEVE. O cliente poderá optar por outras tecnologias (como Poliéster ou variantes), conforme a compatibilidade do local de instalação e o custo-benefício desejado, sem comprometer a estética do projeto.  2. Sistemas de Instalação e Vedação A durabilidade do sistema depende diretamente de como o painel é fixado e vedado: Sistemas com Fita Dupla Face:  Recomenda-se o uso de fitas específicas para ACM com largura de 19mm, sempre respeitando o cálculo de quantitativo e os procedimentos de aplicação do fabricante (leia mais aqui) . Sistemas Estanques (Vedação com Silicone):  * Utilizar exclusivamente silicone neutro. A junta deve seguir a proporção 2 (largura) x 1 (profundidade), com profundidade mínima de 4mm   (leia mais aqui) . A fixação deve ocorrer em duas partes (laterais). O fundo da junta deve ser preenchido com tarugo de polipropileno (backer rod) para garantir a movimentação do selante. Sistemas Ventilados:  Embora utilizado frequentemente em obras de grande porte, principalmente pela velocidade de instalação, o sistema ventilado não é indicado para regiões litorâneas, especialmente em edificações situadas a menos de 500 metros da linha do mar. Este sistema deixa o verso e os cortes do ACM expostos à névoa salina agressiva. Ressalva importante:  A aplicação do OXIBLOCK para mitigar a corrosão filiforme nas bordas expostas das lâminas de alumínio em painéis de ACM é uma medida eficaz na prevenção de patologias. Contudo, essa solução não viabiliza a adoção de fachadas ventiladas em ambientes de agressividade corrosiva extrema (como zonas de atmosfera marítima severa), onde a exposição contínua compromete a integridade do sistema (leia mais aqui) . 3. Desafios em Áreas Litorâneas Obras localizadas em orla marítima exigem proteção extra contra a névoa salina e a corrosão. Tecnologia de Pintura:  É indispensável o uso de sistemas PVDF COASTAL ou em alguns casos, o ALUSENSE   (leia mais aqui) . Proteção Adicional:  No sistema PVDF COASTAL, a performance pode ser elevada com a aplicação do verniz hidro-repelente COAT GUARD   (leia mais aqui) . Combate à Corrosão Filiforme:  Em ambos os sistemas, a aplicação de OXIBLOCK (leia mais aqui)   nas áreas expostas das lâminas (bordas cortadas) aumenta significativamente a vida útil do painel e evita patologias estéticas.7 4. ACM para Portas: Resistência à Abrasão Diferente das fachadas, as portas sofrem contato físico constante, atrito e exposição a diversos produtos de limpeza. Recomendação Principal:  O uso da tecnologia ALUSENSE é o mais indicado devido à sua alta resistência à abrasão. Opção Econômica:  A tecnologia WEATHERXL (WXL) texturizada, de exclusividade da Projeto Alumínio em parceria com a Sherwin Williams, pode ser utilizada como alternativa de custo reduzido (leia mais aqui) . Atenção: Séries convencionais não são recomendadas para portas. Elas apresentam maior fragilidade contra riscos e podem exibir "dots" (pequenos pontos não uniformes) decorrentes do processo industrial, que se tornam visíveis em aplicações próximas ao olho humano. 5. Manutenção e Limpeza A preservação da estética original do edifício depende de um plano de manutenção regular. Frequência: Sempre que houver sujeira visual acumulada. Procedimento: Utilizar água em abundância e sabão neutro. Limpeza Pesada ou Pichações:  Em casos críticos, recomenda-se o uso do Remove Solutions da Móduly, seguindo as instruções do rótulo do produto (leia mais aqui) . Conclusão A correta especificação do ACM em grandes obras transcende a escolha de uma cor ou acabamento. Ela é uma garantia de segurança estrutural, conformidade legal e preservação do patrimônio. Ao negligenciar normas como a NBR 15446 ou ignorar as particularidades geográficas — como a agressividade do ambiente litorâneo para sistemas ventilados — a construtora expõe-se a custos de manutenção precoces e danos à sua reputação. Dada a complexidade das variáveis envolvidas — que vão desde o cálculo de cargas de vento até a compatibilidade química de selantes e a resistência à névoa salina — é fundamental que Incorporadoras e Construtoras contratem um especialista em ACM (Consultor Técnico) para o desenvolvimento do projeto e para uma especificação rigorosamente compatível com as exigências específicas da obra. Este profissional atua como uma salvaguarda técnica, evitando patologias futuras e garantindo que o investimento se traduza em longevidade, segurança e valorização real do empreendimento perante o mercado. Este artigo busca aprimorar o conhecimento de profissionais da área e correlacionados, sempre busque informações do fornecedor e leia os manuais técnicos, pois poderá haver diferentes métodos e orientações. Este guia visa auxiliar projetistas e gestores de obras na escolha da solução de ACM mais adequada, garantindo que o investimento se traduza em longevidade e segurança para a edificação. A eficiência do ACM em fachadas de grande porte depende de uma especificação precisa, que harmonize a estética arquitetônica com os protocolos de segurança e performance exigidos. Foto: Projeto Alumínio   *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • Fachada Florença integra desempenho técnico em fachadas-cortina

    Foto/Reprodução: Aluprime A Aluprime desenvolve sistemas de esquadrias e fachadas voltados a projetos de diferentes escalas e níveis. A empresa atua no fornecimento de soluções para arquitetura e engenharia, com foco em desempenho técnico e adequação às normas vigentes. Entre os sistemas desenvolvidos pela marca está a Fachada Florença, indicada para a execução de fachadas-cortina do tipo stick , nos modelos encaixilhado ou structural glazing . De acordo com a empresa, o sistema apresenta alta performance na estanqueidade à água e ao ar. Opções de colunas estruturais Segundo informações divulgadas pela Aluprime, a Fachada Florença foi projetada para oferecer segurança e flexibilidade, com diferentes opções de colunas estruturais que permitem atender a variadas dimensões de vãos e exigências técnicas definidas em projeto.  O sistema também atende aos requisitos de desempenho estabelecidos pelas normas técnicas, com resultados aprovados em ensaios de estanqueidade e na verificação do comportamento estrutural quando submetido a cargas uniformemente distribuídas. Para mais informações: aluprime.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Pinázio ressurge como elemento funcional em esquadrias

    Foto/Reprodução: Decamp Alumínio O pinázio é um elemento decorativo utilizado em portas e janelas com a função de dividir os vidros e criar diferentes composições visuais. Normalmente associado a estilos clássicos e coloniais, o componente tem ganhado novas interpretações na arquitetura. Produzido, em alumínio, PVC ou madeira, o pinázio permite a criação de padrões, como linhas retas, curvas e cruzamentos. O pinázio também se destaca pela versatilidade de aplicação. Ele pode ser fixado externamente, colado sobre a superfície do vidro, ou instalado internamente, entre vidros duplos. Nesse segundo caso, o sistema facilita a limpeza e contribui para o desempenho termoacústico do conjunto.  Atenta a esse movimento do mercado, a Decamp Alumínio oferece o pinázio por meio do perfil PF-142, ampliando as possibilidades de aplicação em esquadrias de alumínio. De acordo com a empresa, o produto atende projetos que buscam incorporar o elemento decorativo de forma alinhada às exigências técnicas. Para mais informações: cinex.com.br  ; contramarco.com  ; instagram.com  ; decampaluminio.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Vidros resistentes ao fogo reforçam a segurança em edificações

    Vidro Monolítico com revestimento e vidro laminado com gel intumescente Foto: Vetrotech Saint-Gobain Os vidros resistentes ao fogo vêm sendo cada vez mais utilizados em projetos de edifícios residenciais, comerciais e industriais que precisam atender às normas de segurança contra incêndio. Esses vidros ajudam a atrasar a propagação do fogo, das chamas e calor. Esses produtos são classificados em três tipos principais. Os vidros para-chamas (E) impedem a passagem das chamas e da fumaça. Os redutores de radiação (EW), além de conter o fogo, reduzem o calor irradiado para o lado protegido. Já os vidros corta-fogo (EI) oferecem o nível mais alto de proteção, pois bloqueiam as chamas e também diminuem a transparência de calor, sendo indicados para áreas que exigem maior segurança, como escadas de emergência e rotas de fuga.  No Brasil, a Cebrace fornece diferentes soluções nesse segmento. O Vetroflam é um vidro transparente resistente ao fogo que reduz significativamente o calor irradiado durante um incêndio, ajudando a proteger materiais inflamáveis próximos. Ele pode ser usado em fachadas, visores e guarda-corpos externos. Já a linha Contraflam, incluindo o Contraflam Lite e o Contraflam, é composta por vidros com camadas especiais de gel que reagem ao fogo, formando uma barreira isolante. Esses produtos podem ser aplicados em portas, paredes, fachadas, pisos e coberturas, com tempos de resistência que variam conforme a configuração. Soluções internacionais  Outras soluções internacionais, como os vidros Pyrobel e Pyrobelite, da AGC, já são utilizadas em outros países, mas ainda não estão disponíveis no mercado brasileiro. Além dos fabricantes, empresas beneficiadoras como PKO Vidros e Divinal Vidros atuam no processamento e na indicação técnica dos vidros, auxiliando profissionais na escolha da solução mais adequada para cada projeto. Empresas especializadas, como a CKC, destacam que o desempenho do vidro resistente ao fogo depende de todo o conjunto instalado, incluindo caixilhos, fixações e métodos de montagem. De acordo com a CKC, é fundamental que o sistema seja aplicado exatamente conforme foi testado e certificado, garantindo que a proteção funcione corretamente em caso de incêndio. O Portal Vidro Certo reúne informações sobre normas, aplicações e tipos de vidro resistentes ao fogo em um PDF gratuito disponível no site : vidrocerto.org.br  , para ter acesso basta preencher o cadastro no mesmo link . Para mais informações: cebrace.com.br  ; agcbrasil.com  ; pkovidros.com.br  ; divinalvidros.com.br  ; ckc.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Série de e-books traz conteúdos de especialistas da indústria

    A Contramarco lançou uma série de e-books  gratuitos que reúne conteúdos assinados por especialistas da indústria, originalmente publicados em suas colunas nas edições impressa e digital da revista. Os textos abordam temas estratégicos e técnicos do setor, incluindo tendências, inovação, normas técnicas, desafios do mercado e boas práticas, com base na experiência profissional dos autores convidados. Organizados por temas, os  e-books funcionam como uma coletânea de conhecimento técnico, facilitando o acesso e a consulta a informações essenciais para profissionais de esquadrias, vidro e construção.  Os novos volumes já estão disponíveis! Para mais informações visite o site contramarco.com  e preencha os dados solicitados para baixar os  e-books.

  • Soluções ampliam controle de luz e conforto dos ambientes

    Foto/Reprodução: Alumiconte As persianas têm ganhado espaço em projetos arquitetônicos como soluções que aliam controle de luminosidade, conforto térmico e funcionalidade. De acordo com o material apresentado no “Flyer Persianas” da Alumiconte, esses sistemas são desenvolvidos para atender diferentes necessidades de ambientes residenciais, corporativos e comerciais.  O material destaca que as persianas permitem o ajuste preciso da entrada de luz natural, contribuindo para a criação de ambientes mais confortáveis ao longo do dia. Esse controle pode impactar diretamente o bem-estar dos usuários.  Outro ponto abordado no flyer é a versatilidade de aplicações das persianas, que podem ser integradas a diferentes estilos arquitetônicos. O material indica que os sistemas foram projetados para dialogar com propostas contemporâneas e funcionais, acompanhando tendências da indústria e demandas por produtos que combinem desempenho técnico e acabamento visual adequado.  O conteúdo divulgado pela Alumiconte ressalta que as persianas descritas são resultados de processos industriais voltados à padronização e à durabilidade. Dessa forma, o flyer apresenta as persianas como componentes que vão além do aspecto decorativo, como elementos que contribuem para a eficiência e o conforto dos ambientes construídos.  Para mais informações: alumiconte.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

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