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  • Contramarco participa de visita técnica à fábrica da AGC Vidros do Brasil

    No dia 11 de junho, a AFEAL realizou uma visita técnica à unidade da AGC, fabricante de vidros para a construção civil. A ação reuniu cerca de 30 profissionais do setor, que tiveram a oportunidade de conhecer processos relacionados à fabricação, beneficiamento e controle de qualidade dos produtos. Conhecendo de perto os processos da AGC Durante a programação, os participantes acompanharam diferentes etapas da produção e receberam informações técnicas sobre aplicações do vidro na construção civil. Entre os temas apresentados estiveram soluções voltadas à eficiência energética, ao conforto térmico e ao desempenho das edificações. Segundo a AFEAL, a iniciativa teve como objetivo promover a atualização técnica dos profissionais e estimular a troca de conhecimento entre empresas e integrantes da cadeia produtiva do setor. A visita integra o calendário de atividades promovidas pela entidade, que inclui ações de capacitação, eventos e encontros voltados ao mercado de esquadrias e fachadas. Para mais informações: agcbrasil.com ; afeal.com.br

  • Com a palavra: Como melhorar o conforto térmico no interior de uma edificação?

    * Por Luis Claudio Viesti, diretor executivo da LM Viesti – Assessoria e Treinamentos, consultor de esquadrias, consultor técnico da Afeal, técnico em edificações pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e designer industrial pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Exemplo de Brise-soleil O sombreamento de fachadas é uma estratégia bioclimática essencial na arquitetura para bloquear a radiação solar direta, antes que ela atinja o envelope ou o interior de uma edificação. Em países de clima quente como o Brasil, o uso correto de dispositivos de controle solar melhora significativamente o conforto térmico. Essa técnica também gera uma drástica redução no consumo de energia elétrica, diminuindo a dependência de sistemas de ar-condicionado. Principais dispositivos de sombreamento (sombreadores) • Brise-soleils (ou quebra-sóis): Elementos em lâminas que podem ser instalados de forma fixa ou móvel. • Beirais e Marquises: Prolongamentos da cobertura ou lajes horizontais ideais para proteger as superfícies superiores. • Muxarabis e Cobogós: Elementos vazados tradicionais que barram o sol direto, permitindo a passagem de luz difusa e ventilação natural. • Varandas e Terraços: Recuos na fachada que criam zonas de transição e sombreamento profundo para as aberturas. • Telas e Malhas Metálicas: Elementos tensionados de alta eficiência que filtram a luz sem bloquear totalmente a visibilidade externa. Orientação solar e estratégia de projeto As soluções de proteção solar devem ser desenhadas com base na carta solar específica de cada região geográfica: 1. Fachada Norte: Recebe sol alto durante a maior parte do dia. Responde melhor a protetores horizontais (como marquises e beirais) que barram os raios verticais de verão, permitindo o sol baixo de inverno. 2. Fachadas Leste e Oeste: Recebem sol baixo pela manhã e à tarde, respectivamente. A fachada Oeste é criticamente mais quente. Exigem protetores verticais ou móveis, fundamentais para conter raios solares quase horizontais. 3. Fachada Sul: Praticamente não recebe insolação direta no Hemisfério Sul, dispensando grandes dispositivos de sombreamento. Soluções sustentáveis e inovações • Fachadas Verdes: O uso de jardins verticais e vegetação em que predominam arbustos nas superfícies contribui para absorver a radiação solar, reduzindo o fluxo de calor para o interior do edifício. • Fachadas Adaptativas: Sistemas automatizados que movimentam os brises ao longo do dia por meio de sensores conectados, acompanham a trajetória exata do Sol ajudando no sombreamento e conforto térmico. Exemplo de muxarabi Algumas soluções utilizadas em nossos projetos -1- O brise-soleil (ou apenas brise) é um elemento arquitetônico funcional e estético composto por lâminas, utilizado para barrar a radiação solar direta antes que ela atinja o vidro na fachada, reduzindo o calor interno sem bloquear a ventilação e a iluminação natural. Um ponto importante é a orientação das lâminas. Os brises horizontais sõa indicados para fachadas Norte (no hemisfério Sul), onde o Sol atinge uma posição mais alta durante o dia. Já os brises verticais são ideais para fachadas Leste e Oeste, pois protegem contra o Sol oblíquo e mais baixo do início da manhã e fim da tarde. Principais materiais para a produção de brises: madeira (oferece excelente conforto visual e toque rústico acolhedor, mas necessita de manutenção periódica contra intempéries); alumínio (destaca-se pela leveza, alta durabilidade e baixa manutenção, com opções modernas que imitam o visual da madeira); e concreto (solução robusta e integrada à estrutura, amplamente consagrada na arquitetura modernista brasileira). Mecanismo de funcionamento dos brises: fixos (as lâminas permanecem em ângulo estático, calculado previamente de acordo com a geometria da insolação local); e móveis ou orientáveis (permitem o ajuste manual ou automatizado da angulação das aletas ao longo do dia para controle total da luz). -2- O muxarabi (ou mashrabiya) é um elemento arquitetônico de origem árabe que consiste em um fechamento em formato de treliça ou painel vazado. Sua principal função clássica numa fachada é a de “ver sem ser visto”, garantindo total privacidade interna ao mesmo tempo em que permite a circulação natural de ar e filtra a entrada de luz solar na edificação. Introduzido no Brasil durante o período colonial (de 1530 a 1822) pelos portugueses, ele foi proibido em 1809 com a chegada da Corte Real, que desejava europeizar as fachadas das cidades. Atualmente, o muxarabi vive um forte resgate na arquitetura contemporânea e no design de interiores. Principais vantagens do muxarabi: conforto térmico (funciona como um brise natural, reduzindo o calor do sol sem bloquear o vento); ventilação cruzada (os microfuros geométricos mantêm o fluxo constante de ar entre ambientes); privacidade urbana (ideal para fachadas ou janelas de casas e prédios muito próximos à rua); estética marcante (cria um jogo de luz e sombras dinâmico no piso e nas paredes ao longo do dia. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • Evento da ABRAINC 2026 debate questões centrais da incorporação imobiliária

    Neste 25 de junho, com intensa programação durante todo o dia, os auditórios do Renaissance São Paulo Hotel, na capital paulista, receberam cerca de 700 empresários, executivos e especialistas da construção civil para a realização do bem-organizado Summit ABRAINC 2026 — principal evento da Associação Brasileira de Incorporadoras. O encontro reuniu autoridades públicas, representantes do Governo, especialistas e lideranças do mercado imobiliário para debater temas centrais ligados ao desenvolvimento da incorporação no Brasil. Entre as questões principais estavam habitação, crédito imobiliário, reforma tributária, produtividade na construção civil, segurança regulatória, inovação, inteligência artificial, modernização dos cartórios e riscos psicossociais nas empresas. A programação contou com a participação de Bernard Appy (ex-secretário extraordinário da Reforma Tributária), Marcelo Branco (Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação de São Paulo) e de Luiz França (presidente da ABRAINC), além de executivos de empresas como MRV, Cyrela, Patrimar, Moura Dubeux, Abecip, ROIT, Paggo, BTG Pactual, Superlógica, Totvs, Direcional Engenharia e Setin. Ao longo do dia, o evento abordou os principais desafios e oportunidades para o setor em um cenário marcado por mudanças tributárias, nova dinâmica de crédito, avanço da tecnologia, demanda habitacional crescente e busca por maior produtividade na construção civil. Alguns destaques Na abertura do Summit ABRAINC 2026, sob o tema “Brasil que constrói: resiliência e agenda de crescimento”, Luis França fez um apanhado rápido do atual panorama econômico e habitacional no Brasil que, segundo ele, tem pontos negativos e positivos, desafios e oportunidades em um ambiente que conta com expressiva demanda por imóveis. Oliver Stuenkel, professor universitário e especialista em relações internacionais das instituições Carnegie Endowment/Harvard Kennedy School/FGV abordou aspectos da “Transformação geopolítica global: o que muda para o Brasil”, observando que a América do Sul tem menores conflitos em relação às demais regiões do mundo e que isto pode ser um atrativo interessante para investimentos internacionais. Ramon Azevedo, CEO da desenvolvedora de tecnologia Morada AI, discorreu sobre as facilidades e funções práticas da inteligência artificial, que podem proporcionar maior agilidade e maior controle operacional às incorporadoras e ao mercado imobiliário. Debates Sob a mediação de Luis França, “O Futuro do Funding Imobiliário” reuniu no palco quatro executivos de grandes incorporadoras: Alex Veiga (presidente da Patrimar), Gustavo Dubeux (presidente do Conselho de Administração da Moura Dubeux), Michel Cury (presidente da ABECIP) e Ricardo Gontijo (CEO da Direcional). Em seguida, sob a mediação de Rafaella de Carvalho Corti (diretora jurídica corporativa da Cyrela), o palco foi ocupado pelos convidados Bernard Appy (ex-secretário extraordinário da Reforma Tributária), Caroline Souza (CFO e líder da Reforma Tributária da ROIT), Ely Wertheim (presidente-executivo do Secovi-SP) e Thomas Von Buettner (sócio-fundador da Paggo), que debateram questões importantes a respeito da “A Nova Arquitetura Tributária do Brasil”. “O Summit ABRAINC 2026 nasce como um espaço de diálogo qualificado sobre o desenvolvimento da incorporação imobiliária no Brasil. O setor vive um momento decisivo, com debates estruturantes sobre crédito, reforma tributária, produtividade, inovação e segurança regulatória. Reunir poder público, especialistas e lideranças empresariais em torno dessa agenda é fundamental para avançarmos em soluções que ampliem investimentos, fortaleçam a segurança jurídica e contribuam para enfrentar o desafio habitacional do país”, afirmou Luiz França, presidente da ABRAINC. Três salas com temas específicos No período da tarde, o Summit ABRAINC 2026 foi subdividido em três salas com eventos simultâneos, cada qual abordando temas específicos sobre questões econômicas e financeiras ligadas ao setor, produtividade e inovação, ERP, planejamento e gestão operacional, temas jurídicos e de segurança regulatória, entre outros. Com o Summit ABRAINC 2026, a entidade salienta que busca reforçar seu papel como espaço de diálogo entre o poder público, o mercado e especialistas que acompanham de perto os movimentos da incorporação imobiliária no país. “A proposta é promover uma leitura qualificada sobre os caminhos para fortalecer o setor, ampliar a segurança jurídica, destravar investimentos e contribuir para a agenda habitacional brasileira”, conclui a associação em comunicado à imprensa. Para mais informações: www.abrainc.org.br ou @abraincoficial

  • Até 75% da jornada da manutenção industrial pode ser desperdiçada

    Imagem ilustrativa | Freepik Conteúdo elaborado pela IndustriALL reúne análises da Timenow, EY, A&M, Falconi e Hatch para orientar a evolução da manutenção e eliminar perdas evitáveis A IndustriALL, IndTech do ecossistema da Timenow, quarta maior empresa de engenharia do país, acaba de lançar o report “Wrench Time: Maturidade e Performance na Manutenção Industrial”, um estudo inédito e gratuito que aprofunda um dos indicadores mais estratégicos e historicamente negligenciados da produtividade industrial. Em um momento de pressão crescente por eficiência, redução de custos e maior confiabilidade operacional, o material revela, com dados e análises de campo, como o tempo da manutenção é realmente utilizado e quanto dele se perde em ineficiências invisíveis. O Wrench Time (WT) mede o percentual da jornada convertido em execução técnica direta, o chamado “tempo de mão na ferramenta”. O report mostra que, em muitos diagnósticos realizados no Brasil, jornadas resultam em poucas horas de trabalho produtivo. Em um exemplo simulado, uma equipe com 1.408 horas disponíveis no mês entregou apenas 479 horas produtivas, equivalente a um WT de 34%, deixando 66% da jornada consumida por deslocamentos, esperas, burocracias e falhas de planejamento. A simulação de um cenário mais maduro, com WT de 45%, elevaria a produtividade para 634 horas mensais, um ganho de 155 horas sem qualquer aumento de equipe ou jornada. Esses números refletem a realidade nacional: a média de WT nas fábricas brasileiras varia entre 25% e 35%, ou seja, até 75% do tempo podem ser desperdiçados. Já os benchmarks internacionais raramente ultrapassam 45%, mesmo em indústrias altamente estruturadas, evidenciando que não é um problema apenas no Brasil. Em ambientes com planejamento deficiente, mais de 30% do tempo da equipe se torna improdutivo, pressionando o backlog e aumentando corretivas emergenciais. Auditorias também revelam práticas que distorcem a medição do WT, como autodeclaração de horas, acompanhamentos pontuais e auditorias esporádicas, mascarando desperdícios e impedindo a gestão de enxergar a realidade operacional. Perdas podem custar US$ 125 mil por hora O impacto financeiro é expressivo. Estudos citados no report mostram que uma única hora de parada não planejada industrial pode custar, em média, US$ 125 mil, considerando perdas de produção, desperdício de insumos e atrasos logísticos. Em escala global, empresas da Fortune Global 500 acumulam US$ 1,4 trilhão em perdas anuais decorrentes de paradas inesperadas. O estudo reforça que melhorar o Wrench Time não é apenas uma questão operacional, mas uma alavanca financeira estratégica. Para Rodrigo Dal Moro, Founder e CEO da IndustriALL, o indicador deveria estar no centro das discussões sobre performance industrial. “O Wrench Time é um dos indicadores mais importantes da indústria, porém é um dos menos explorados. Ele mostra quanto do tempo da manutenção realmente gera valor e quanto se perde em ineficiências. Em um cenário de alta pressão por produtividade e custos, entender esse número é essencial para destravar ganhos reais de performance.” Dal Moro destaca ainda que o estudo consolida análises, benchmarks e aprendizados de campo, oferecendo uma visão prática e objetiva sobre os resultados que podem ser alcançados ao evoluir esse indicador. O report também apresenta recomendações claras para elevar o Wrench Time e reduzir perdas operacionais, reforçando que a transformação começa pelo fortalecimento do Planejamento e Controle de Manutenção (PCM) como área estratégica, com planejadores mais presentes em campo, ordens de serviço completas e processos de planejamento mais rigorosos. A eliminação de perdas evitáveis — como deslocamentos excessivos, falta de materiais, retrabalhos e falhas de comunicação — também aparece como prioridade, assim como a medição estruturada do WT. A integração entre manutenção, operação, segurança e suprimentos é apontada como essencial para reduzir improdutividades e estabilizar o backlog. Tecnologia como solução O estudo destaca o papel da tecnologia como aceleradora da maturidade operacional. Soluções de mobilidade, automação da programação e uso de inteligência artificial reduzem tarefas repetitivas e aumentam a confiabilidade dos dados. O documento recomenda diagnósticos estruturados, combinando análises quantitativas, observações em campo e mapeamento de fluxos, além da revisão de processos que se perpetuam por hábito. O report foi desenvolvido com a participação de consultorias globais como EY, Alvarez & Marsal, Falconi, Hatch e Timenow. Entre as contribuições, João Carlos Cunha, Sr. Manager de Asset Management Solutions na EY, afirma: “A dificuldade em medir o indicador costuma vir da falta de apoio da gestão intermediária, que muitas vezes não consegue construir o business case, com receio de expor um número baixo”. O Diretor de Operações da Alvarez & Marsal, Arlan Cardoso, reforça que aumentar o Wrench Time exige combinar três fatores: tecnologia aplicada na medida certa, processos robustos e equipes capacitadas. Já Marcyus Barros, Senior Engagement Manager da Hatch, aponta que o WT evidencia problemas profundos. “O WT continua mostrando onde dói e onde dá para melhorar, mas a mudança real virá de decisões estruturais, não de ajustes pontuais”, afirma Barros. Victor Sousa, Senior Engagement Manager da Timenow, traz ao report uma contribuição aplicada, baseada em análises detalhadas do uso do tempo em campo. “Em uma jornada de 8 horas, encontramos algo entre 2h e 2h30 de trabalho efetivo. O restante se dividia entre atividades necessárias e perdas operacionais.” Para Sousa, a mensuração do WT se tornou indispensável. “Em ambientes industriais cada vez mais pressionados por eficiência, custo e confiabilidade, saber como o tempo é realmente utilizado deixou de ser um ‘nice to have’ e passou a ser um diferencial competitivo. O Wrench Time permite tomadas de decisões baseadas em dados, não em percepções”, ressalta Sousa. O executivo da Timenow reforça que a atuação da empresa vai além do diagnóstico, envolvendo identificação de causas raiz, cocriação de soluções com as equipes e implementação de rotinas e indicadores que sustentam ganhos contínuos. “Nosso foco é transformar dados em ação, gerando resultados mensuráveis e perenes para o negócio.” “Wrench Time: Maturidade e Performance na Manutenção Industrial” está disponível gratuitamente e pode ser acessado em https://lnkd.in/d_M-Enxe Fonte: Tamer Comunicação | Iolanda Nascimento

  • Cinco mitos sobre acústica em edificações e o que dizem os especialistas

    O controle de ruídos tem se tornado uma preocupação crescente em residências localizadas em grandes centros urbanos, próximos a vias movimentadas, áreas de obras ou rotas aéreas. Nesse contexto, soluções acústicas aplicadas a esquadrias e janelas ganham espaço no mercado, mas ainda são cercadas por dúvidas e conceitos equivocados. A Atenua Som destaca cinco mitos comuns relacionados ao isolamento acústico residencial e apresenta esclarecimentos sobre cada um deles. 1- Custo ainda é uma das principais dúvidas Um dos principais equívocos, segundo a empresa, é a percepção de que soluções acústicas possuem custo elevado. A fabricante diz que o investimento deve ser analisado em conjunto com os benefícios relacionados ao conforto, à qualidade do sono e ao bem-estar dos moradores. 2- Isolamento vai além do trânsito Outro mito recorrente é a ideia de que janelas acústicas são eficazes apenas contra ruídos de trânsito. De acordo com a Atenua Som, os sistemas podem contribuir para a redução de diferentes fontes sonoras, como música alta, obras, aeronaves, conversas e o tráfego urbano em geral. 3- Instalação sem grandes intervenções A instalação também costuma gerar dúvidas. A empresa afirma que existem soluções que podem ser implementadas sem grandes intervenções estruturais. 4- Soluções para condomínios Entre moradores de edifícios, uma preocupação frequente envolve possíveis alterações na fachada. Segundo a fabricante, há alternativas desenvolvidas para preservar a aparência externa dos prédios, atendendo às exigências de condomínios e normas locais. 5- Aplicação em imóveis antigos A compatibilidade com construções mais antigas é outro ponto abordado pela empresa. A Atenua Som informa que as tecnologias disponíveis atualmente podem ser adaptadas a diferentes tipos de edificações. Para mais informações: atenuasom.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Puxador Thalos aposta em travamento integrado para esquadrias

    A Udinese, do Grupo Assa Abloy, anunciou o lançamento do puxador Thalos, solução desenvolvida para unir design, funcionalidade e segurança em projetos de esquadrias. O produto combina as funções de puxador e sistema de travamento em uma única peça. Fabricado em alumínio, o Thalos foi projetado para oferecer resistência à corrosão e durabilidade em diferentes aplicações. O modelo possui 300mm de comprimento e é compatível com perfis da linha 32, atendendo a sistemas amplamente utilizados no mercado de esquadrias. Funcionalidade e segurança Entre os diferenciais apresentados pela empresa está o travamento multiponto integrado, recurso voltado ao reforço da segurança. O produto também conta com versão equipada com chave tetra, ampliando as opções de proteção conforme as necessidades do projeto. Segundo a Udinese, o desenvolvimento do Thalos busca atender à demanda por soluções que conciliem desempenho técnico e estética em empreendimentos residenciais e comerciais. O puxador pode ser aplicado nas linhas Aglo 3.2, Chroma, D'oro, Gold, Mega 32, Prime 3.2 e Venko. Para mais informações: udinese.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Sistema Everest Max conta com versatilidade em diferentes aplicações

    A linha Everest Max, da Deceuninck, conta com o sistema de janelas de giro de 60mm de profundidade e utiliza câmaras de isolamento, além de duas gaxetas centrais perimetrais, que contribuem para a estanqueidade entre folha e marco, especialmente nas regiões de canto da esquadria. De acordo com a empresa, o sistema permite diferentes configurações de abertura, incluindo opções de giro vertical e horizontal, tanto para dentro quanto para fora. E também oferece compatibilidade com vidros de 4mm a 36mm, possibilitando a fabricação de diferentes modelos de esquadrias e soluções especiais, como portas camarão e sistemas oscilo-paralelos. Soluções para portas de giro Além das janelas, a linha Everest Max contempla soluções para portas de giro internas e externas. Entre os recursos disponíveis estão fechaduras com bloqueio de segurança, mecanismos de acionamento por chave ou maçaneta, sistemas de fechos multiponto e opções de marco perimetral ou de livre trânsito. Para mais informações: deceuninck.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Torque correto garante segurança e desempenho em sistemas de fixação

    Definido como a força aplicada durante o aperto de um parafuso ou fixador, o torque é um dos fatores mais importantes para garantir a segurança, a estabilidade e o desempenho das uniões mecânicas em diferentes aplicações da construção civil e da indústria. A aplicação correta do torque influencia diretamente a eficiência das fixações, evitando problemas como folgas, vibrações, deformações e falhas estruturais. Quando o aperto é realizado acima do recomendado, há risco de danos às peças e aos próprios fixadores. Já o torque insuficiente pode comprometer a firmeza da união e reduzir a durabilidade do sistema. Controle no aperto aumenta a durabilidade das fixações Em esquadrias de alumínio, estruturas metálicas e sistemas industriais, o controle do torque é considerado essencial para assegurar a integridade das instalações e o bom funcionamento dos componentes ao longo do tempo. Especializada em fixadores em aço inoxidável, a Inox-Par destaca a importância da aplicação adequada do torque para garantir fixações seguras e confiáveis. Segundo a empresa, seus produtos são desenvolvidos para suportar a aplicação do torque ideal, contribuindo para maior resistência, estabilidade e desempenho nas mais diversas aplicações. Para mais informações: inoxpar.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Mercado em pauta: Principais resultados da evolução do mercado de esquadrias de alumínio

    *Por José Carlos Garcia Noronha – Administrador de empresas, pós-graduado em Gestão Empresarial e Marketing, consultor há mais de 50 anos na área de alumínio para a construção civil, ex-executivo de grandes companhias do setor. Concluímos os levantamentos estatísticos da demanda de esquadrias de alumínio no mercado nacional em 2025, cujo resultado foi de crescimento em 5,9% sobre o ano de 2024. O destaque ficou com a região Nordeste, que cresceu 7,2%. A distribuição da demanda foi de 54,2% para a região Sudeste e o restante de 45,8% para as demais regiões. Os resultados foram bons, em virtude de que já são cinco anos de crescimentos consecutivos. O acumulado da demanda de esquadrias de alumínio está em 45,9% desde 2021 a 2025 (ver gráfico acima). Observamos pelo gráfico que as esquadrias de alumínio têm uma elasticidade de 1,7% sobre o PIB Construção Civil, e de 2,6% sobre o PIB Brasil. Residencial vertical Precisamos estar sempre acompanhando os movimentos do mercado imobiliário residencial vertical. Vamos examinar os dados disponíveis da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que nos mostram que os anos de 2024 e 2025 foram de crescimento, inclusive expressivo. Os lançamentos cresceram em 2024 sobre 2023 cerca de 26,1%, e em 2025 sobre 2024 cerca de 10,6%. As vendas cresceram em 2024 sobre 2023 cerca de 23%, e em 2025 sobre 2024 cerca de 5,4%. Demanda O período de maturação para aquisição das esquadrias de alumínio gira em torno de 14 a 20 meses do lançamento, então teremos boas demandas em 2026, que irão até o terceiro trimestre de 2027. A partir do quarto trimestre de 2027, vamos depender do andamento dos lançamentos e vendas do primeiro, segundo e terceiro trimestres de 2026 para podermos projetar o quarto trimestre de 2027 e o ano de 2028. Outro fator muito importante é o acompanhamento da commodity alumínio, cotada na Bolsa de Londres, LME metal alumínio. Continua numa curva ascendente e, vale lembrar, que no dia 14 de maio de 2026 atingiu US$3.768,00/tonelada. Oscilações do mercado Estamos em um momento de atenção. É preciso analisar diariamente a cotação e as notícias para entender o que está ocorrendo no Oriente Médio, especialmente no Estreito de Ormuz, e como o conflito reflete diretamente nas oscilações de preços, impactando no custo dos produtos ligados ao alumínio. Apesar das adversidades, o mercado imobiliário continua numa curva de crescimento, inclusive já conquistada em 2024 e 2025. Eu acredito que em 2026, a indústria de esquadriais de alumínio continuará crescendo, com índice um pouco menor que 2025, mas crescendo e, numa previsão otimista, deverá chegar entre 3,5% e 4,2% positivos sobre 2025. Indicadores Vale observar em um dos gráficos em destaque as variações dos indicadores IGP-M, INCC-M e IPCA sendo comparados de janeiro a abril de 2026 versus janeiro a abril de 2025. Examinamos o período de janeiro a abril de 2026 e o IGP-M acumulou 2,93%, o INCC-M acumulou 2,39%, o IPCA acumulou 2,60%, o LME acumulou 25,23%, o Dólar acumulou -7,69% e a conversão em reais (LME x Dólar) acumulou 15,60%. Comparando com o período de janeiro a abril de 2025, o IGP-M acumulou 1,23%, o INCC-M acumulou 2,21%, o IPCA acumulou 2,48%, o LME acumulou -6,20%, o Dólar acumulou -5,15% e a conversão em reais (LME x Dólar) acumulou -11,02%. Concluímos que o IGP-M, INCC-M e o IPCA no período de janeiro a abril de 2026 cresceu numa linha muito próxima à do ano de 2025. Já o LME no mesmo período cresceu numa curva ascendente muito forte em 2026. O dólar, ao contrário, teve uma queda e a conversão em reais cresceu numa curva não tão forte, sendo aliviada pela queda do dólar. No gráfico comparativo podemos ter uma confirmação visualmente bem melhor. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • Equipamento amplia opções de usinagem CNC compacta para perfis de alumínio, PVC e aço

    A busca por processos industriais mais eficientes e automatizados tem impulsionado o desenvolvimento de equipamentos cada vez mais versáteis e compactos. Nesse contexto, a SBZ 118, da Elumatec, surge como uma alternativa voltada à usinagem CNC de perfis de alumínio, PVC e aço de paredes finas, reunindo recursos de automação, produtividade e otimização de espaço. De acordo com a Elumatec, a SBZ 118 pode ser configurada para realizar usinagens em até cinco lados do perfil. Com capacidade de processamento de perfis de até 3 metros de comprimento, o equipamento é considerado um dos modelos mais compactos da linha de máquinas CNC da fabricante. Automação e eficiência A SBZ 118 incorpora tecnologias voltadas à automação industrial, incluindo detecção automática de fixadores, posicionamento automatizado de grampos e prevenção de colisões durante a usinagem. Outro destaque está no motor de fresagem Power Torque, que possui controle fechado de rotações, proporcionando partidas e paradas rápidas do fuso. Software A conectividade também faz parte da proposta do equipamento. A SBZ 118 é compatível com a plataforma eluCloud, permitindo integração com ambientes digitais de produção e monitoramento. Além disso, oferece recursos de manutenção remota via internet e programação por meio do software eluCam, que possibilita a inserção de programas diretamente no terminal operacional, inclusive durante o processamento das peças. Para mais informações: elumatec.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Linha de esquadrias de alumínio destaca design mais leve

    Foto/Reprodução: Hydro Desenvolvida pela Hydro, a linha Gold Slim foi criada para atender às demandas do mercado de esquadrias. De acordo com a empresa, o sistema se destaca pelo design mais leve e pelas características técnicas voltadas ao conforto e à segurança das edificações. Segundo a Hydro, a Gold Slim oferece desempenho acústico e estanqueidade, características relacionadas à redução da passagem de ruídos e à proteção contra infiltrações de água e ar. A proposta da linha acompanha tendências que priorizam perfis mais discretos e soluções voltadas à integração entre desempenho estrutural e acabamento visual. O sistema pode ser aplicado em diferentes tipologias de esquadrias, incluindo janelas de correr, janelas integradas com persiana, portas de correr e portas integradas com persiana. Aplicações para diferentes padrões de projetos A Gold Slim está presente no portfólio de sistemas residenciais e comerciais da Hydro. O catálogo da linha apresenta opções para portas e janelas de correr em múltiplos planos, portas de giro e sistemas integrados com persianas. Normas técnicas Além da variedade de aplicações, o sistema foi desenvolvido de acordo com parâmetros técnicos da norma ABNT NBR 10821/2017, que estabelece requisitos mínimos de desempenho para esquadrias externas em edificações residenciais e comerciais no Brasil. Para mais informações: hydro.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Muchtek destaca linha Ecolife para esquadrias de PVC

    Especializada no desenvolvimento de sistemas de perfis de PVC para esquadrias de médio e alto padrão, a Muchtek é uma das empresas confirmadas na FESQUA 2026. A companhia atua em diversos países como Argentina, Chile, Brasil e México. Linha Ecolife Entre os produtos destacados pela empresa está a Linha Ecolife, desenvolvida dentro do sistema de duplo contato. De acordo com a empresa, a solução foi projetada para oferecer eficiência de montagem, além de desempenho em isolamento térmico e acústico, estanqueidade ao ar e à água por meio de junta coextrudada. O sistema permite abertura interna ou externa e possibilita a fabricação de janelas do tipo patagônica, atendendo diferentes necessidades arquitetônicas. Diferentes configurações para aplicações variadas A linha oferece diferentes configurações de esquadrias. A Eco Fix é destinada a panos fixos, enquanto a Eco Hung atende aplicações do tipo guilhotina. Já a Eco Slide foi desenvolvida para sistemas deslizantes com folhas fixas e móveis, ampliando as possibilidades de utilização em projetos residenciais e comerciais. Outro destaque é a Mini Slide, solução de correr leve que busca simplificar os processos de fabricação e instalação. Para mais informações: muchtek.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

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