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- Comunicado oficial da Cortesa sobre sua parceria com a Mecal, da Itália
Uma das máquinas disponíveis no novo portfólio Cortesa é este centro de usinagem CNC de quatro eixos Mecal MC 307 Falcon para perfis de alumínio e PVC A Cortesa e a Mecal anunciam uma importante parceria estratégica para o mercado brasileiro de alumínio. A partir deste acordo, a Cortesa passa a atuar como distribuidor e representante comercial da Mecal no país. O movimento marca um novo momento para ambas as empresas, combinando a força de um fabricante nacional amplamente reconhecido e de uma empresa italiana especializada em soluções tecnológicas para o processamento de perfis de alumínio. A iniciativa ganha ainda mais relevância no contexto da recente integração da Mecal ao SCM Group, um dos principais grupos industriais do mundo no desenvolvimento de tecnologias para diferentes setores. Com essa estrutura, a Mecal amplia sua capacidade de atuação global e fortalece sua presença em mercados estratégicos, com destaque para o Brasil. Reconhecida como referência nacional no setor, a Cortesa traz para a parceria seu profundo conhecimento do mercado local, enquanto a Mecal contribui com a ampliação do portfólio de máquinas com alto conteúdo inovador e tecnológico. A união dessas competências cria uma proposta de valor robusta para clientes que buscam maior produtividade, precisão e alinhamento com padrões internacionais. “Essa parceria representa um passo muito consistente dentro da nossa estratégia de crescimento. O Brasil é um mercado prioritário para a Mecal, e ter ao nosso lado um parceiro com a força e a credibilidade da Cortesa nos dá a confiança de que estamos construindo uma base sólida para crescer com consistência, não só no país, mas também olhando para a América Latina como um todo”, destaca Jaison Carlos Scheel, responsável pelo desenvolvimento de negócios da MECAL na região. Na visão da Cortesa, a parceria também reforça o compromisso da empresa em oferecer soluções cada vez mais completas e tecnológicas ao mercado. “A Cortesa sempre buscou evoluir junto com as necessidades do mercado. A parceria com a Mecal nos permite ampliar nosso já tecnológico portfólio com tecnologias que complementam nossa oferta, entregando mais valor aos nossos clientes e fortalecendo ainda mais nossa atuação no segmento de alumínio no Brasil”, afirma Karl Rauscher, CEO da Cortesa. A atuação conjunta será direcionada ao segmento de máquinas para processamento de perfis alumínio, com foco na ampliação da oferta de soluções tecnológicas avançadas no país. A parceria surge em um cenário de crescente demanda por modernização industrial e aumento de competitividade no setor. Com essa colaboração, Cortesa e Mecal sinalizam ao mercado um novo ciclo, pautado pela integração entre tecnologias e expertise local, com uma visão clara de crescimento sustentável e de longo prazo. Fonte: Metalúrgica Cortesa
- Quando faz sentido fechar a sacada?
Com uma série de benefícios práticos e estéticos, o arquiteto Bruno Moraes compartilha orientações para evitar problemas e aumentar a segurança, durabilidade e elegância nas varandas Tendência em grande parte devido à crescente busca por conforto, o envidraçamento integra o espaço à área interna, ampliando o ambiente e protegendo contra ruídos e intempéries | Projeto BMA Studio | Foto: Guilherme Pucci Cada vez mais popular em projetos de arquitetura e design de interiores, o fechamento de sacada, também conhecido como envidraçamento de varanda, cortina de vidro ou janela panorâmica, é um recurso que transforma as varandas em uma extensão funcional do lar, protegendo e decorando, sem perder a conexão com o exterior. “Imagine incorporar a vista do parque à frente da sua residência ou mesmo ganhar dimensões com a metragem quadrada da varanda e montar uma área gourmet. Especialmente nos tempos atuais, nós precisamos desfrutar ainda mais de nossas casas e ganhando espaço é possível montar uma área de lazer para valorizar o imóvel e os momentos em família”, explica Bruno Moraes, arquiteto à frente do BMA Studio. Seja qual for a proposta para a varanda, o envidraçamento do perímetro tornou-se sinônimo de conforto e proteção, além da grande valia na segurança de crianças e pets, já que a instalação de vidro cria uma barreira mais segura que as redes de proteção. Todavia, a decisão vem acompanhada por uma série de cuidados. Por dentro do sucesso A sala de estar foi ampliada até a varanda, que favorece a luminosidade natural do espaço, além dos momentos de relaxamento | Projeto BMA Studio | Foto: Guilherme Pucci Com a vida nas grandes cidades cada vez mais agitada, muitos moradores estão em busca de maneiras para deixar suas residências mais interessantes e envolventes, e por isso, o envidraçamento das sacadas tem se tornado uma tendência atraente. Para Bruno Moraes, alguns motivos que explicam essa popularidade: Conversão dos espaços: O envidraçamento permite que a extensão da varanda seja integrada ao restante do lar, criando um espaço funcional que pode ser usado como sala de estar, jardim de inverno, escritório, ou até mesmo um local para refeições. “Em apartamentos menores, onde cada metro conta, o fechamento é extremamente atrativo para ganhar uma área a mais”, diz. Maior segurança: Como mencionado anteriormente, para famílias com crianças e animais de estimação, a solução oferece uma camada de proteção importante, reduzindo riscos de acidentes. Isolamento acústico e térmico: O fechamento com vidro ajuda a reduzir os ruídos externos e também contribui para manter a sacada confortável ao longo do ano, reduzindo a necessidade de aquecimento ou ar-condicionado. Proteção e durabilidade: Outra grande vantagem, segundo Bruno, é a proteção contra intempéries, como chuva, vento e poeira, deixando o espaço mais fácil de manter. Além disso, muitas empresas oferecem proteção UV nos vidros, o que prolonga a durabilidade de móveis e objetos decorativos expostos na sacada. Entretanto, o profissional alerta para a escolha certa da empresa especializada que realizará a instalação. “Esse é um dos tipos de serviço que mais escuto reclamações, como vazamentos em dias de chuva, o desalinhamento das folhas ou frestas por onde passam água, pó e barulho”, comenta Bruno. Desse modo, ele orienta pesquisar minuciosamente a empresa contratada: analisar quanto tempo atua no mercado e buscar referências em sites como o Reclame Aqui ou com clientes que já contrataram os serviços. Também é fundamental, antes de fechar o negócio, analisar se há garantia no contrato de prestação de serviços, verificar se os funcionários que farão a instalação são próprios ou terceirizados, além de nunca pagar 100% do serviço enquanto o trabalho não estiver concluído. “O ideal é pagar uma parte antes e outra após o encerramento”, instrui o arquiteto. Evite cair no principal erro Os sistemas modernos de envidraçamento permitem abrir e fechar os painéis, facilitando a limpeza do próprio vidro | Projeto BMA Studio | Foto: Luis Gomes Com base na experiência em obras, o arquiteto do BMA Studio já presenciou muitos moradores com problemas na hora de envidraçar as sacadas, mas há um problema recorrente: seguir à risca as regras da assembleia do prédio. “Já vi muitos executarem o fechamento sem consultar o projeto do condomínio e depois receberem notificações para remover e seguir o padrão”, conta. O envidraçamento da varanda não é uma decisão tomada de maneira individual. Como o espaço está localizado na fachada do empreendimento, é necessário que isso seja definido e aprovado em assembleia para que possa seguir um padrão entre todos os condôminos. Nesta reunião serão definidos acabamentos, modelos da cortina ou persiana, tamanhos das folhas e tipos de vidros. Com o projeto aprovado em mãos, basta encaminhar para o fornecedor orçar. Antes da fabricação dos materiais, é importante que a empresa contratada confira todas as medidas no próprio local, com o intuito de verificar se há alguma interferência ou desconformidade com o projeto. A legislação não permite fechar com um vidro fixo a varanda, pois na maioria dos casos se trata de áreas construídas não computáveis pela prefeitura (pode chegar até 5% da área do terreno por pavimento). Por isso, o vidro deve ser móvel e seu tipo de abertura pode variar entre deslizante, pivotante e misto (a depender do acordado com o prédio). Assim, os condomínios geralmente aprovam este fechamento retrátil na assembleia e todos precisam seguir este padrão. Norma NBR 16259 Há também uma norma elaborada especialmente para padronizar esse tipo de produto/serviço. A NBR 16259, publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em 2014, estabelece parâmetros técnicos para avaliar a qualidade e resistência dos sistemas de envidraçamento de sacadas, em edificações de uso público ou privado. “A norma é fundamental para garantir que o sistema de envidraçamento atenda aos padrões de segurança e desempenho estabelecidos, levando em conta o cálculo estrutural da edificação, avaliando o acréscimo de peso dos materiais utilizados, entre outros”, ressalta Bruno. Tipos de Vidro O vidro é um material que traz um toque moderno, por isso, o fechamento agrega também valor estético e eleva o valor de revenda do imóvel | Projeto BMA Studio | Foto: Guilherme Pucci O arquiteto recomenda a adoção dos vidros laminados e temperados, também estabelecido conforme as NBR 14697 e NBR 14698, pois ambos possuem características importantes para a segurança. Vidro temperado: é altamente resistente a impactos e ao calor, sendo uma escolha segura e durável. Quando rompido se transforma em pedaços mais arredondados, que são menos perigosos que o vidro comum. Vidro laminado: esse vidro tem uma película interna que mantém os fragmentos presos caso ocorra uma quebra, garantindo maior segurança para o ambiente. “A opção que eu mais recomendo é o uso combinado dos vidros laminado e temperado. Dessa forma, se o vidro quebrar, a maior parte dos fragmentos ficará presa na película do vidro laminado, e os poucos pedaços que eventualmente caírem terão bordas mais arredondadas, reduzindo o risco de acidentes”, explica. Redes de Proteção Outro aspecto importante relacionado ao fechamento das varandas é a colocação das redes de proteção, geralmente produzidas em polietileno. Segundo Bruno, elas podem ser instaladas antes ou depois do fechamento de vidro e sua função é impedir quedas, especialmente de animais, idosos e crianças que são mais vulneráveis, além de evitar que aves entrem na residência. O fechamento de vidro, em formato em ‘L’, permite que ela possa aproveitar em todas as horas do dia, inclusive à noite | Projeto BMA Studio | Foto: Guilherme Pucci Atenção: Fique de olho se a rede de proteção escolhida atende todas as normas de segurança, assim como se sua cor e aspecto estão dentro dos padrões do condomínio, para que não seja preciso mudá-la depois. Como as redes de proteção sofrem a ação de intempéries, como chuvas, sol e ventos, será preciso trocá-las de tempos em tempos em razão do desgaste natural, pois podem ressecar e perder a resistência original, que interferem na segurança do material. Ideias para o aproveitamento de espaço O cantinho do home office, posicionado na varanda integrada e vedada com vidro, é uma ótima opção para aproveitar a luz natural, principalmente para quem trabalha em casa | Projeto BMA Studio | Foto: Guilherme Pucci Fechada, a varanda adicionou vida e bem-estar para a moradora. O ambiente ainda conta com uma área gourmet composta por bar, bancada e churrasqueira elétrica, atributos que ajudam na descompressão da vida cotidiana e a satisfação de receber parentes e amigos | Projeto BMA Studio | Foto: Guilherme Pucci Com o envidraçamento, a varanda se funde com a área social, transformando-se em um refúgio para relaxar e desfrutar de momentos de leitura | Projeto BMA Studio | Foto: Mariana Orsi Com área social integrada, a varanda envidraçada foi convertida em sala de jantar com churrasqueira e portas de correr para privacidade entre os espaços. A otimização dos mínimos centímetros também foi levada à sério na varanda neste apartamento de 74 m2 | Projeto BMA Studio | Foto: Guilherme Pucci Em coberturas, Bruno também enfatiza que o fechamento do forro para obter as mesmas vantagens do envidraçamento horizontal da varanda: isolamento térmico e acústico, proteção a intempéries e privacidade. Neste projeto, o arquiteto projetou uma abertura e fechamento automática com motor e estrutura de policarbonato | Projeto BMA Studio | Foto: Mariana Orsi Fonte: dc33 Comunicação | Emilie Guimarães | BMA Studio
- A Evolução do Sistema Dry Click: O Fim das Patologias de Fachada com a Nova Tecnologia de Frisos
*Por Johnny Vieira de Souza – Consultor de ACM, responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, diretor técnico da Móduly Solutions, arquiteto e professor universitário A fachada de um edifício é o seu "cartão de visitas", mas, na prática da engenharia e arquitetura, ela é um organismo vivo que sofre com a dilatação térmica, a incidência solar e a agressividade dos agentes atmosféricos. Ao longo dos anos, o setor de revestimentos com ACM no Brasil esteve refém de uma dependência arcaica: o uso de selantes de silicone neutro (leia mais aqui). Hoje, a Móduly Solutions (leia mais aqui) redefine este padrão com o lançamento da nova tecnologia de frisos em multipolímeros integrados ao sistema Dry Click (leia mais aqui). Por que o silicone neutro falhou? Historicamente, o silicone neutro foi a solução padrão para vedação em fachadas que necessitavam de estanqueidade. Contudo, na prática de campo, é identificado que o silicone é uma das principais fontes de patologias em fachadas em ACM. Com o tempo, ele degrada, resseca e — o mais crítico — exuda óleos que escorrem pela face do painel, criando manchas de difícil remoção. Além disso, o silicone exige manutenção periódica onerosa, aumentando o custo do ciclo de vida da obra e o consumo desnecessário de recursos financeiros e hídricos para a limpeza. Silicone neutro exsuda óleo no período de vida útil, criando manchas de difícil remoção. Foto: Johnny Architecture A Inovação: Friso de Multipolímeros no Sistema Dry Click O lançamento da segunda geração trouxe novidades, entre elas o friso de multipolímeros, que não é apenas uma melhoria estética; é uma blindagem técnica. Estanqueidade sem Exsudação: Diferente do silicone, nosso friso foi desenvolvido para manter a vedação estática e dinâmica sem liberar resíduos oleosos. O resultado é uma fachada que se mantém limpa por muito mais tempo. Geometria de Performance: Integrado ao design do painel, o friso garante a vedação entre os módulos, permitindo a dilatação térmica natural do ACM sem comprometer a estanqueidade contra a chuva, mesmo em ambientes agressivos. Friso de Multipolimeros do Sistema Dry Click substitui o silicone neutro das juntas entre módulos de ACM. Foto: Moduly Solutions Engenharia de Fachadas: O Início do Sucesso é o Projeto A visão consolidada na trajetória da Móduly, é que uma fachada de baixa manutenção nasce no projeto. Ao utilizar o sistema Dry Click com projeto de consultoria realizado pela empresa, é antecipado soluções que o canteiro de obras não consegue resolver sozinho: Inclinações Estratégicas: Peças desenhadas com angulações que favorecem o escoamento da água. Pingadeiras Minimalistas: Elementos que impedem o escorrido direto sobre o painel. Unitização Industrial: Como o sistema chega pré-fabricado e pronto para instalação, é minimizado ou até eliminado a necessidade de balancins e reduzido o erro humano, garantindo que o sistema funcione como uma unidade única, com possibilidade de ser estanque. Sistema Dry Click com pingadeiras que garantem baixa manutenção com limpeza, evitando manchas escorridas no ACM. Foto: Móduly Solutions Impacto na Sustentabilidade e Manutenção Ao adotar uma tecnologia que previne patologias, está sendo promovido a economia circular na prática. Menos necessidade de limpeza corretiva significa: Menor consumo de água potável em limpezas superficiais. Maior intervalo entre os ciclos de manutenção. Aumento da vida útil principalmente adotando técnicas de projeto (pingadeiras e inclinações). Especificação de ACM com verniz COAT GUARD (leia mais aqui). Fachada com ACM de baixa Performance compromete o investimento realizado na fachada, com baixa vida útil e alto desgaste. Foto: Johnny Architecture Conclusão: O Futuro é a Construção Industrializada O lançamento deste novo friso é mais do que uma peça técnica; é o compromisso da Móduly Solutions em elevar o nível da construção civil no Brasil. Sair do modelo artesanal para a era da fachada industrializada, onde o rigor normativo é inegociável. Garantir a conformidade com a NBR 15446 (que rege fachadas com painéis metálicos compostos) e o estrito cumprimento da NBR 6123 para o dimensionamento das cargas de vento na subestrutura de alumínio é o que separa uma instalação amadora de uma engenharia de fachada de alta performance. A eficiência técnica, aliada ao respeito às normas vigentes, é o que transforma um projeto em um ativo imobiliário de valor duradouro. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- Fixadores em aço inox ampliam segurança e durabilidade em estruturas metálicas
A Inox-Par atua no fornecimento de fixadores em aço inoxidável voltados a diferentes setores industriais e da construção. Com mais de 40 anos de mercado, a empresa oferece um portfólio amplo que inclui parafusos, porcas, arruelas e acessórios utilizados em estruturas metálicas, concreto e madeira. Segundo a fabricante, esses componentes são indicados para aplicações que exigem alta resistência mecânica, estabilidade e longa vida útil, características essenciais em projetos estruturais de maior complexidade. Aplicações práticas em diferentes setores Os fixadores em aço inox da empresa são utilizados em diversas frentes. Na construção civil, por exemplo, são empregados na fixação de estruturas metálicas, fachadas e esquadrias, garantindo durabilidade e menor desgaste ao longo do tempo. No setor de energia, a chamada “linha solar” reúne itens como hastes, ganchos, parafusos e abraçadeiras aplicados na instalação de painéis fotovoltaicos em telhados metálicos, lajes de concreto, madeira e até no solo. Resistência à corrosão e passivação Um dos principais diferenciais apontados pela empresa é o processo de passivação do aço inox, que aumenta a resistência à corrosão e à oxidação. Esse tratamento forma uma camada protetora que prolonga a vida útil dos fixadores, mesmo em ambientes agressivos, como áreas externas ou com alta umidade. Para mais informações: inoxpar.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- SP: Construtora projeta lançamentos acima de R$ 1,1 bilhão
Após anunciar sua chegada à cidade de São Paulo, o Grupo Patrimar – construtora e incorporadora mineira que já atuava nos segmentos econômico, médio e alto padrão em Minas Gerais, Rio de Janeiro e interior paulista – dá sequência ao seu plano de expansão no estado, com foco na ampliação da presença no mercado econômico. A incorporadora avança em São Paulo em um momento promissor para a capital: nos últimos 12 meses foram vendidas 113 mil unidades residenciais, sendo 64% enquadradas no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Este foi o segmento que mais cresceu em velocidade de vendas na cidade, atingindo um aumento de 9% em relação a 2024. O desempenho acompanha o ritmo de lançamentos no fragmento: foram inauguradas mais de 84 mil unidades, com forte protagonismo do segmento econômico. Nesse contexto, a atuação no programa MCMV ganha relevância crescente no portfólio da companhia. O avanço nessa frente reflete a estratégia do Grupo de ampliar sua presença no mercado econômico e atender à demanda crescente por habitação de qualidade e acessível. Em São Paulo, além dos futuros empreendimentos econômicos se encaixarem no programa habitacional do Governo Federal, o MCMV, eles também estarão dentro da categoria de Habitação de Interesse Social (HIS) do município. A companhia projeta um potencial da ordem de R$ 1,1 bilhão em projetos atualmente em avaliação e negociação, a serem desenvolvidos na capital. Até o final de 2026, a projeção é lançar três empreendimentos em São Paulo, especialmente concentrados nas zonas Norte e Leste da cidade. Atualmente, o estado de São Paulo representa cerca de 40% do landbank da Novolar, reforçando a relevância estratégica da região para o crescimento do Grupo. O movimento consolida a estratégia de crescimento da empresa no Sudeste do país fora de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, regiões onde o grupo já é estabelecido em diferentes segmentos de renda. “São Paulo é um mercado estratégico e terá um papel central no nosso crescimento nos próximos anos”, afirma Alex Veiga, CEO do Grupo Patrimar. Grupo Patrimar estreia na capital paulista com 1.540 unidades em landbank (conjunto de terrenos adquiridos) O Grupo Patrimar – uma das maiores construtoras do país, segundo a Revista especializada O Empreiteiro 2025 – estreia na capital paulista por meio da Novolar, sua marca voltada aos segmentos econômico e classe média. A chegada a São Paulo reforça o propósito do grupo de ampliar o acesso à moradia de qualidade, aliando conforto, funcionalidade e custo-benefício, em um momento especialmente favorável para o mercado local. Nos últimos 12 meses, a cidade registrou 113 mil vendas de unidades residenciais, sendo 64% enquadradas no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O segmento econômico, foco da atuação da Novolar, foi o que apresentou maior dinamismo, com crescimento de 9% na velocidade de vendas em relação a 2024. Esse desempenho acompanha o ritmo de lançamentos no fragmento: foram inauguradas mais de 84 mil unidades, com forte protagonismo do segmento econômico. Com um landbank que soma 1.540 unidades habitacionais para 2026 na capital, a Novolar inicia sua atuação no mercado paulistano com três lançamentos previstos para o primeiro semestre de 2026. Os empreendimentos estão localizados nos bairros Freguesia do Ó, na Zona Norte e Vila Tolstói e Vila Curuçá, na Zona Leste, com Valor Geral de Vendas (VGV) de aproximadamente R$ 400 milhões. O primeiro lançamento será o empreendimento da Freguesia do Ó que contará com metragens entre 17 m² e 34m², distribuídas em studios e apartamentos de 1 e 2 dormitórios. Os imóveis se enquadram na faixa 2 do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), do Governo Federal, além de atender às faixas 1 e 2 da categoria de Habitação de Interesse Social (HIS) do município de São Paulo. Já os empreendimentos na Vila Tólstoi e na Vila Curuçá também estão inseridos na faixa 2 do MCMV e nas faixas 1 e 2 da HIS municipal. Os projetos contarão com unidades tipo studio, 1 e 2 dormitórios. Além de atender a um público que busca soluções de moradia próximas aos polos de trabalho da capital, estações de metrô e outros serviços de transporte, o projeto também terá impacto relevante na economia local. A expectativa é que sejam gerados aproximadamente 600 empregos diretos e indiretos durante o pico do período das três obras. “Esses lançamentos marcam um novo capítulo para a nossa história e reflete nosso compromisso em oferecer habitação de qualidade para milhares de famílias paulistanas”, destaca Lucas Couto, diretor Comercial e de Marketing do Grupo Patrimar. Fonte: Pamella Lima | Approach
- Incorporadora e construtora do Nordeste registra lucro recorde
A MDNE (Incorporadora e Construtora Moura Dubeux Nordeste), incorporadora líder do Nordeste, reportou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), nesta quarta-feira (06/05), resultados recordes do primeiro trimestre de 2026. O desempenho reforça a consistência de seu modelo de crescimento com rentabilidade. No período, a companhia registrou Lucro Líquido de R$ 155,5 milhões, o maior de sua história para um trimestre. A Margem Líquida foi de 24,8% e o ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio) atingiu 27,2%. A estrutura financeira segue conservadora, com Dívida Líquida equivalente a 4,0% do Patrimônio Líquido, evidenciando disciplina na gestão de capital e baixo nível de alavancagem. A Receita Líquida somou R$ 627,8 milhões, alta de 43,0% na comparação anual. O EBITDA (Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) ajustado foi de R$ 168,4 milhões, com margem de 26,8%. A Margem Bruta alcançou 40,0%, refletindo ganhos de eficiência operacional e controle de custos, mesmo em um cenário desafiador para a construção civil. No operacional, a MDNE manteve forte ritmo de crescimento. Os Lançamentos totalizaram R$ 1,3 bilhão em VGV (Valor Geral de Vendas), mais de três vezes superior ao registrado no mesmo período do ano anterior, com diversificação entre segmentos e regiões e incluindo os primeiros projetos da marca Ún1ca. As Vendas e Adesões Líquidas superaram R$ 1,0 bilhão, avanço de 87,7% frente ao primeiro trimestre do ano anterior. A comercialização foi sustentada por baixo nível de distratos (4,1%) e VSO (Vendas Sobre Oferta) de 52,4% nos últimos 12 meses mantendo por mais um trimestre o indicador que responde pela velocidade de vendas em patamar elevado, indicando demanda resiliente e qualidade comercial. Preservação de liquidez A Companhia encerrou o trimestre com R$ 3,8 bilhões em estoque, sendo apenas 3,3% deste total em unidades concluídas. O landbank (banco ou conjunto de terrenos adquiridos pela empresa) soma R$ 10,4 bilhões em VGV potencial, sustentado majoritariamente por aquisições em permuta (75%) e apenas 25% em desembolso em caixa, o que contribui para a eficiência na alocação de capital e preservação de liquidez. “Ao longo dos últimos anos, temos reforçado uma ideia que, embora simples, nem sempre é comum no setor: resultado consistente é consequência de método. O primeiro trimestre de 2026 confirma isso de maneira bastante clara”, ressalta Diego Villar, CEO da MDNE. Mesmo diante de pressões estruturais do setor, como escassez de mão de obra e aumento de custos, a MDNE preservou margens e eficiência, apoiada em seu modelo operacional. “O que vemos hoje é menos sobre um trimestre forte e mais sobre um padrão que se consolida: crescimento com rentabilidade, expansão com controle de risco e escala sem perda de eficiência”, explica Villar. Os números do trimestre reforçam a capacidade da MDNE de combinar crescimento, rentabilidade e disciplina na alocação de capital, sustentando a geração de valor para o acionista. Fonte: Ricardo Viveiros & Associados | Oficina de Comunicação | Pietro Fernandes
- Consumo de energia elétrica e eficiência no setor da construção
A partir de maio, a conta de energia elétrica dos brasileiros irá aumentar. O anúncio, feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), informou que a bandeira tarifária será amarela. Ou seja, haverá um custo adicional. De acordo com um estudo feito pelo Ministério de Minas e Energia (MME), que visa estimular a discussão e o uso de tecnologias de eficiência energética no setor de edificações por meio da adoção de procedimentos de digitalização, algumas ferramentas podem ser usadas durante todo o ciclo de vida de um edifício. Segundo a pesquisa, essa possibilidade de redução no consumo de energia no setor de construção pode chegar a 40% até 2050, o que representaria um ganho total de 161 TeraWhatts (TWh). A Projelet, empresa mineira, que desenvolve projetos de instalações e estão no setor da construção há 23 anos, acredita que o uso de estratégias passivas de arquitetura, como orientação solar, ventilação natural e sombreamento ajudam muito nessa redução. “Na prática, isso reduz a necessidade de ar-condicionado e iluminação artificial, diminuindo o consumo energético desde o início”, explica Alexandre de Souza, diretor da Projelet. Fachadas e esquadrias Outro ponto de destaque são os sistemas de envoltória eficiente, como isolamentos térmicos, fachadas de alto desempenho e esquadrias com controle térmico. “Esses elementos evitam trocas de calor com o ambiente externo, reduzindo significativamente a carga de climatização. Além disso, tecnologias como bombas de calor, sistemas eficientes de climatização e uso de energias renováveis (como solar) já permitem reduções expressivas no consumo energético ao longo da operação do edifício”, conta Alexandre de Souza. Para o diretor da Projelet, o principal obstáculo não é falta de tecnologia, é escala e implementação. “Um dos maiores desafios deste setor, é o custo inicial mais alto de soluções eficientes, que ainda faz muitos empreendimentos priorizarem decisões de curto prazo, mesmo que o custo operacional ao longo do tempo seja maior”. “Temos também a falta de integração entre as etapas do projeto. Muitas vezes, decisões importantes são tomadas de forma isolada, o que reduz o potencial de eficiência do conjunto da edificação. Também existe uma questão estrutural do setor: baixa adoção de normas mais exigentes, necessidade de capacitação técnica e dificuldade em acelerar o retrofit de edificações existentes”, relata Alexandre. Ele conta que como empresa de projetos, a Projelet atua mais na especificação e direcionamento técnico do que na escolha final de materiais. “Ainda assim, os projetos podem contemplar soluções como: sistemas mais eficientes de consumo de água, alternativas para redução de consumo energético e escolha de equipamentos com melhor desempenho”, detalha. Mais do que um material específico, o maior impacto está em como o sistema é pensado como um todo, desde a fase de projeto, garantindo eficiência, desempenho e menor impacto ao longo do tempo. Fonte: Júlia Garcia | Comunique Se
- Feira reúne empresas e especialistas em tecnologia e inovação em São Paulo
Termina hoje a Digital Tech Show 2026, no Centro de Convenções Frei Caneca, reunindo empresas, especialistas e profissionais em torno de soluções voltadas à transformação digital. A feira concentra iniciativas que juntam inovação tecnológica e estratégia corporativa. A expectativa da organização é receber cerca de 10 mil visitantes ao longo dos dois dias de programação. O evento combina a área de exposição com uma programação paralela de conteúdos, distribuída em seis auditórios. Ao longo dos dois dias, são realizados debates, palestras e painéis sobre temas como inteligência artificial, automação, cibersegurança e gestão de projetos. Congresso e eventos paralelos Além da feira, aconteceram nove eventos paralelos, abrangendo diversas particularidades e tendências da tecnologia: RPA & AI Tech (congresso sobre automação inteligente e inteligência artificial aplicada aos negócios); AI Innovation Show (evento para executivos C-Level, conselheiros e decisores estratégicos); AI + Low-Code & No-Code Conference (soluções de desenvolvimento de software com pouco ou nenhum código); Cyber Security Conference (alinhamento entre liderança corporativa e os novos desafios da cibersegurança em um cenário de riscos crescentes e transformações digitais profundas); ConAGP (Congresso Nacional de Agilidade e Gestão de Projetos); Fórum Mulheres de TI (debate, conexão e visibilidade para as lideranças femininas que atuam nas diversas áreas da tecnologia da informação); AI + IM Regional Brazil Forum (jornada estratégica que discute a relação direta entre o sucesso da inteligência artificial e a maturidade na gestão da informação); Arena Showcase (palestras educativas sobre conceitos, tecnologias, cases e tendências no uso de robótica e inteligência artificial); e Fórum Abeinfo (apresentação de principais tendências e soluções em gestão da informação). A próxima edição já tem data confirmada: a Digital Tech Show 2027 está prevista para os dias 11 e 12 de maio, novamente em São Paulo, no Centro de Convenções Frei Caneca. Para mais informações: Digital Tech Show 2027
- Cursos gratuitos sobre segurança em máquinas e equipamentos são disponibilizados
A Fundacentro divulgou dois cursos online gratuitos sobre segurança em máquinas e equipamentos, disponíveis na plataforma da Escola Virtual do Governo. As capacitações são voltadas a profissionais que atuam ou têm interesse na área de Segurança e Saúde no Trabalho, com certificação emitida pela Escola Nacional de Administração Pública. Formação básica em NR 12 O curso “Segurança em Máquinas e Equipamentos NR12 – Fundamentos Básicos” tem carga horária de 8 horas e deve ser concluído em até 30 dias. O conteúdo inclui noções de eletricidade, mecânica, hidráulica e pneumática, além de uma introdução às normas técnicas nacionais e internacionais. A formação também destaca a importância do entendimento das nomenclaturas específicas e da aplicação correta dos sistemas de segurança ao longo do ciclo de vida das máquinas. Curso foca na análise e redução de riscos Já o curso “Segurança em Máquinas e Equipamentos NR12 – Apreciação e Redução de Risco” possui carga horária de 22 horas, também com prazo de 30 dias para conclusão. A capacitação apresenta uma abordagem mais aprofundada, com foco na identificação, análise e mitigação de riscos associados à operação de máquinas e equipamentos. Dividido em seis módulos, o curso trata de temas como processos de avaliação de risco, segurança em sistemas hidráulicos e pneumáticos, interfaces de segurança, além de dispositivos de proteção e intertravamento. Acesso aberto ao público interessado Ambos os cursos são oferecidos em português e não exigem pré-requisitos, sendo acessíveis a qualquer pessoa interessada no tema. Para mais informações: escolavirtual.gov.br
- Como escolher as persianas e telas solares
A arquiteta Isabella Nalon esclarece pontos importantes a serem observados para a instalação e orienta sobre a rotina de limpeza e manutenção dos itens A varanda é um dos ambientes que mais recebe a incidência de luz no decorrer do dia. Persianas com tela solar podem ser especificadas pelo escritório de arquitetura para garantir a proteção aos moradores e contribuir na manutenção da vida útil do mobiliário. Foi exatamente o que aconteceu neste projeto da arquiteta Isabella Nalon | Fotos de Julia Herman A relação entre luz natural e conforto nos interiores ganhou protagonismo nos projetos contemporâneos, especialmente em ambientes mais expostos, como varandas e áreas envidraçadas. Se por um lado a iluminação natural contribui para o bem-estar e valoriza os espaços, por outro, quando em excesso, pode provocar desconforto visual, elevação da temperatura e desgaste precoce de móveis e acabamentos. Nesse cenário, persianas e telas solares deixam de ser apenas elementos complementares e passam a exercer um papel estratégico na regulação da luminosidade e na preservação dos ambientes. Com mais de duas décadas de atuação na área, a arquiteta Isabella Nalon destaca que a escolha adequada desses sistemas exige uma leitura cuidadosa de cada espaço, considerando a incidência solar, o uso do ambiente e as características dos materiais. À frente do escritório que leva seu nome, a profissional reúne experiência em projetos residenciais e de interiores e defende soluções que conciliem desempenho técnico e estética, garantindo conforto e durabilidade no dia a dia. Diferenças entre persiana e tela solar: A profissional esclarece uma dúvida recorrente dos seus clientes: toda persiana possui proteção conta raios solares e ao calor? “A resposta é não”, revela detalhando que o tipo de bloqueio está ligado ao tipo de tecido ou material utilizado na confecção do produto. Ou seja: os modelos com PVC, poliéster ou fibra de vidro apresentam essa característica, mas de acordo com Isabella, é necessário confirmar com o fabricante e consultar as especificações técnicas. Por outro lado, as persianas de tecidos mais comuns, tais como algodão e linho, por exemplo, não conseguem segurar adequadamente a entrada do sol. “Salas e dormitórios, a depender do nível de incidência de sol, podem até ser compostas de cortinas com tecidos mais leves e naturais, sem a necessidade de tela solar”, detalha a arquiteta. No entanto, espaços como varandas, que recebem muita luz, demandam o emprego de materiais sintéticos e com tecnologia adequada. No dormitório, a arquiteta Isabella Nalon elegeu a persiana romana, que adicionou uma atmosfera leve e agradável | Fotos de Julia Herman Tipos de proteção Quando o assunto é tela solar, os tipos de vedação correspondem à abertura e tamanho da trama e são escolhidas de acordo com a necessidade de cada ambiente. O modelo de 1%, com uma trama mais fechada é indicada para locais com sol recorrente e, segundo Isabella, o item não escurece completamente o ambiente, mas elimina os reflexos. Já tela solar de 3% representa uma trama intermediária e uma certa visibilidade externa que a torna bastante requisitada em varandas de apartamentos e casas. Para completar, o porcentual de 5% é perfeito para ambientes cujo propósito é de apenas reduzir um pouco a luminosidade, uma vez que por lá o sol não acomete em grandes proporções. “E ela permite uma visão bem interessante do lado externo”, complementa a arquiteta. Mais um exemplo de varanda com telas solares que garantem conforto em todos os momentos do dia. Nesse projeto, ela é um dos ambientes queridinhos do apartamento | Projeto da arquiteta Isabella Nalon | Fotos de Julia Herman Entretanto, a definição ainda pode contemplar os tecidos elaborados com blackout ou semi blackout que são encontrados em diversas cores. A dica compartilhada por ela é instalar as cortinas de forma que uma estejam sobrepostas à outra para impedir que o sol ultrapasse nas pequenas frestas, caso isso incomode o usuário. Isabella ainda adiciona outra uma informação relevante. “Ao acender a luz à noite, quem está do lado de fora da residência consegue ver o que está acontecendo do lado de dentro, porém a situação se difere no período diurno quando a tela solar agrega mais privacidade”. Varandas, fechamento de sacadas e harmonia Isabella aconselha: quem mora em apartamentos precisa verificar e seguir as normas do condomínio em questão – principalmente quando o foco for a varanda, que tem maior visibilidade no prédio como um todo. A depender do local, pode ser que ocorra uma padronização entre os apartamentos com o intuito de que o resultado fique mais harmônico. Altura e peso “No caso de sacadas fechadas por vidro ou de janelas muito grandes, devemos definir a altura das persianas, pois essa informação impacta diretamente no peso e se será necessário fazer um reforço, caso o forro seja de gesso.” adverte a profissional detalhando que os fornecedores são capazes de realizar um cálculo prévio com base nas dimensões do local e no número de divisões. Persiana estilo double vision, que apresenta faixas alternadas, é outra opção interessante para uma boa luminosidade | Projeto da arquiteta Isabella Nalon | Fotos de Julia Herman Tecnologia Para simplificar a rotina, a opção de incluir persianas automatizadas é uma excelente ideia. Segundo a arquiteta, o trabalho de instalação consiste em embutir um motor no forro e deixar um ponto de energia disponível. “O funcionamento é muito prático e pode ser acionado via controle remoto ou conectado pela Alexa”, conta. Na foto, a arquiteta Isabella Nalon utiliza uma persiana com abertura manual, da Amorim Persianas, modelo bastante utilizado. No entanto, cada vez mais, modelos automatizados, controlados até por voz, tem ganhado notoriedade nos projetos | Fotos de Julia Herman Cuidados Com relação à limpeza e manutenção das persianas, tudo vai depender do modelo escolhido. No entanto, cuidados básicos como o uso de espanadores, além da limpeza de rotina com água e sabão neutro são bem-vindos. “Mesmo assim, aconselha-se, uma vez por ano, a contratação de uma empresa especializada para realizar a higienização de forma mais efetiva”, diz Isabella. As persianas também são bem-vindas para separar ambientes e trazer mais tranquilidade para algumas atividades. Nesse projeto, há uma divisão entre quarto e home-office por meio da janela que pode ser fechada ou não com a persiana blackout | Projeto da arquiteta Isabella Nalon | Fotos de Julia Herman Sobre a arquiteta Isabella Nalon Com uma carreira sólida e experiência proveniente de mais de 25 anos de trabalho, Isabella Nalon percorreu uma trajetória de muitos estudos e pesquisas na área de Arquitetura e Decoração. Iniciou sua carreira atuando como arquiteta na Alemanha e, em 1998, inaugurou seu escritório em São Paulo. Se especializou em projetos arquitetônicos residenciais, comerciais e de decoração de interiores. Possui uma visão plural e ampla de diferentes culturas e públicos, o que se tornou um diferencial em seu percurso profissional. Cada projeto desenvolvido pelo escritório é único, com muita harmonia, elegância e criatividade. Frequentemente, tem obras reconhecidas e publicadas por renomados portais e revistas de arquitetura e decoração, consolidando o escritório na lista dos mais importantes da capital paulista. Fonte: dc33 Comunicação | Henrique Araújo
- Portal Vidro Certo reúne informações técnicas para orientar a escolha do vidro
O setor vidreiro brasileiro conta com uma iniciativa voltada à divulgação de conteúdo técnico, o Portal Vidro Certo. De acordo com as informações divulgadas, a plataforma foi criada com o objetivo de apoiar especificações corretas do vidro plano em diferentes aplicações, reunindo dados, guias e ferramentas voltadas a profissionais e consumidores. Coordenado pelas entidades Abividro e Abravidro, a proposta é destacar que a escolha do produto vai além de aspectos estéticos, envolvendo critérios técnicos relacionados à aplicação, ao desempenho e à segurança do vidro. Conteúdos disponíveis O conteúdo disponibilizado é direcionado a arquitetos, engenheiros, profissionais da construção civil, empresas do setor vidreiro e também ao público em geral. Entre os materiais oferecidos estão orientações práticas, manuais e explicações sobre diferentes tipos de vidro e suas aplicações, com foco na correta especificação. Para mais informações: vidrocerto.org.br
- Soldadora CNC elimina rebarbas e automatiza produção de janelas de PVC
Foto/Reprodução: Graf Synergy A máquina SL2 FF DIA da Graf Synergy, desenvolvida para a fabricação de esquadrias em PVC, apresenta uma proposta voltada à automação e ao acabamento estético. Consiste em uma soldadora CNC horizontal de dois cabeçotes capaz de realizar a união simultânea de dois cantos, sem a formação do tradicional cordão de solda, etapa que normalmente exige retrabalho manual, de acordo com a empresa. Soldagem simultânea e acabamento sem cordão Segundo as especificações do equipamento, a máquina é apontada como a primeira do mercado a soldar dois cantos ao mesmo tempo sem gerar rebarbas. A tecnologia patenteada V-Perfect permite eliminar completamente a corda de solda. Produtividade e redução de retrabalho Segundo a Graf Synergy, a proposta da máquina está associada à redução de etapas pós-produção. O equipamento também foi projetado para operar com apenas um operador, responsável pelo carregamento e descarregamento, enquanto o sistema realiza automaticamente o restante do processo. Compatibilidade A SL2 FF DIA é indicada para trabalhos com perfis complexos ou de alta exigência estética, incluindo materiais acrílicos, laminados e combinações híbridas. Para mais informações: pt.grafsynergy.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)














