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- VERTICALIZAÇÃO DE SÃO PAULO
*Por Viviane Rubio, docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie A construção de edifícios altos, a chamada verticalização de São Paulo é velha conhecida de seus moradores e acontece de modo mais intenso em certos períodos ao longo da história da cidade, resultado tanto da legislação aprovada e aplicada, quanto do movimento do mercado imobiliário. Desde a década de 1920 os processos de transformação da cidade foram acompanhados da verticalização, como no Plano de Avenidas elaborado por Francisco Prestes Maia e João Florence de Ulhoa Cintra que imposto à cidade entre as décadas de 1930 e 1940, não só induziu um crescimento para além do previsto, como desconfigurou quadras inteiras dos bairros atingidos, deixando trechos remanescentes sem uso e áreas precarizadas que podem ser encontradas ainda hoje, vide a região do Glicério que ficou praticamente confinada entre grandes estruturas viárias. A canalização em concreto dos Rios Tamanduateí e Tietê, desconsiderando as áreas permeáveis, os parques implantados na área central da cidade, abriu frente para a implantação das indústrias e construção de edifícios verticalizados na década de 1950. O aumento da população tornou-se uma das justificativas da verticalização junto ao debate sobre a utilização da infraestrutura implantada nas áreas do centro da cidade, melhor dizendo naqueles lugares onde havia alta oferta de infraestrutura, de transportes, bens e serviços públicos entre as décadas de 1950 e 1970. A legislação urbanística aprovada e aplicada entre as décadas de 1950 e 1970 – o código de edificações e a lei de Zoneamento (Lei Municipal nº 7.805), respectivamente –, tentaram limitar a verticalização, mas após a Promulgação da Constituição Federal em 1988, a ocupação das periferias da cidade, de modo precário passa ser a justificativa para a verticalização, com a construção de conjuntos habitacionais para o reassentamento da população de baixa renda nas áreas afastadas do centro expandido da cidade. O Plano Diretor Estratégico de 2002, a principal lei municipal para ordenamento das construções na cidade, tentou limitar a quantidade de área construída a ser praticada como um todo, tentando reverter o processo de verticalização acelerado, ora regular e ora irregular, durante mais de 10 anos. Andando pela cidade, em bairros inseridos dentro do chamado centro expandido, como Ipiranga, Pinheiros, Vila Madalena e Mariana, observa-se um possível fracasso da principal premissa do Plano Diretor de 2014, que era a de equilibrar o uso e a ocupação na cidade. Essa Lei Municipal estabeleceu uma quantidade básica de metros quadrados a serem construídos e direcionou a verticalização mais intensa para o entorno das estações de trem, metrô e ao longo dos corredores de ônibus, oferecendo às famílias de baixa renda a oportunidade de viver mais próximo das áreas com maior oferta de bens e serviços públicos. Mas os edifícios construídos com mais de 20 pavimentos têm em geral unidades habitacionais com áreas mínimas, os conhecidos estúdios, inadequadas em metragem e preços inacessíveis para as famílias de baixa renda. Essa ocupação vertical intensa da cidade, apesar dos planos e da legislação, além de desconfigurarem bairros inteiros com a demolição de áreas comerciais tradicionais, os edifícios construídos ocupam grande parte dos terrenos, sem oferecer qualidade para a paisagem da cidade, a não ser as imensas paredes de fechamento das garagens. Urbanistas consideram que a revisão do plano em 2023 e da Lei de Zoneamento em 2024, ao contrário de rever as distorções da legislação anterior, só as reforçarão, sendo mais incentivos à produção do mercado imobiliário propiciando a ocupação da cidade com edifícios cada vez mais altos, instalados em condomínios residenciais isolados por muros. Os impactos da verticalização excessiva que gera alto nível de impermeabilização da cidade já têm se apresentado com o aumento da temperatura, produzindo ilhas de calor e enchentes generalizadas pela cidade no período de chuvas recentes. E assim perdemos todos, a paisagem, a identidade dos bairros da cidade, a cultura, seus moradores e quem a visita. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro. Fonte: Assessoria de Imprensa Instituto Presbiteriano Mackenzie
- ARENA MRV É ELEITA “ESTÁDIO DO ANO” EM PESQUISA INTERNACIONAL
A CDA Metais participou do projeto com a solução fachada Grid Rembrandt Arena MRV: Estádio superou outros 34 estádios de países como China, Arábia Saudita e Alemanha (Fotos: Arthur William/Agência Espacial Comunicação/Flickr/Divulgação) A Arena MRV, do Atlético-MG, venceu o concurso internacional de “Estádio do Ano”, relativo a 2023, feito pela Stadium DB, plataforma especializada em conteúdos a respeito das grandes arenas de futebol no mundo, a eleição foi por voto popular. O estádio conta com a tecnologia da fachada Grid Rembrandt, da fabricante e pintora de perfis extrudados em alumínio CDA Metais. Foram utilizados 12 mil kg de alumínio extrudado no projeto. Apenas estádios inaugurados no respectivo ano podem participar do concurso. Inaugurada oficialmente em agosto de 2023, a Arena MRV foi a única representante do Brasil na competição, o projeto superou outros 34 estádios de países como China, Arábia Saudita e Alemanha. Na história do concurso, criado em 2010, apenas outros dois estádios brasileiros venceram: em 2012, a Arena do Grêmio, e em 2014, o Allianz Parque, casa do Palmeiras. O estádio BBBank Wildpark, do Karlsruher, da 2ª divisão da Alemanha, ficou em 2º lugar, de acordo com a CNN Brasil. A mega estrutura possui 56 mil m² e tem capacidade de mais de 44 mil lugares. A arena conta com um projeto ultramoderno. Para 2024, o Atlético MG apresentou uma nova decoração dentro e fora da Arena MRV. Na parte interna, a zona mista e túnel central, por onde os jogadores acessam o campo, foram plotados com imagens históricas e ídolos do clube, além do escudo e patrocinadores. Fontes: CDA Metais e Exame
- GRUPO CONTRAMARCO E IEG BRASIL LANÇAM FEIPAT, EM PARCERIA COM ADPAT
Primeira feira voltada exclusivamente para a patologia das construções acontecerá de forma simultânea com a FESQUA e FESQUA VETRO, entre os dias 11 e 14 de setembro Fotos da esquerda para a direita: Felipe Lima, fundador da Adpat e idealizador da Feipat; e Luis Tavares, diretor do GRUPO CONTRAMARCO A Feira da Patologia das Construções (Feipat) foi lançada oficialmente na última quinta (11), em cerimônia com cerca de 100 empresários do setor da construção na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O evento do GRUPO CONTRAMARCO em parceria com a Amigos da Patologia das Construções (Adpat) conta com a organização da Italian Exhibition Group (IEG), um dos principais organizadores de feiras e congressos da Europa, e será realizado no São Paulo Expo, entre os dias 11 e 14 de setembro. “Nossa vida é feita de sonhos e fico feliz de ver que existem outras pessoas sonhando comigo. A patologia é o estudo das doenças das construções e, se for realizada com profundidade, permite evitar muitos danos. Na busca pela excelência, tivemos a ideia de realizar uma feira exclusiva ao segmento”, disse Felipe Lima, fundador e diretor da Adpat. Felipe agradeceu o apoio do GRUPO CONTRAMARCO e do IEG, que abriram as portas para a chegada desta nova feira. “Estamos baseados em uma tríade de normas técnicas, boas práticas e a indústria. Nesses quatro dias vamos mostrar muito conhecimento técnico e apontar a trilha para a evolução. Sou muito grato ao apoio que recebi para concretizar a Feipat”, completou. A Feipat será realizada de forma simultânea com a Feira Internacional da Indústria de Esquadrias (FESQUA) e a Feira Internacional de Esquadrias e Vidros para Construção Civil (FESQUA VETRO), que também são realizadas pelo GRUPO CONTRAMARCO, e com o Encontro e Exposição Brasileira de Tratamentos de Superfície (Ebrats). Juntos, os eventos devem receber mais de 700 marcas expositoras, em uma área de 38 mil metros quadrados. A expectativa da organização é atrair mais de 48 mil visitantes ao longo dos quatro dias. “Acredito que todo mundo já viu alguma construção com problema. A Feipat atrai o público que resolve essas questões: construtores e engenheiros de obras. Ela tem uma sinergia muito grande com a FESQUA, que já é uma realidade, sendo a maior feira das Américas e a terceira do mundo em seu segmento. Foram meses organizando tudo para chegarmos até este lançamento”, disse Luis Tavares, principal executivo do GRUPO CONTRAMARCO. O IEG, que assumiu a organização da FESQUA e do EBRATS em 2022, também agrega a FEIPAT, chegando a nona feira de seu portfólio em apenas dois anos no Brasil. “Temos o projeto de chegar em 10 eventos até 2025. Quando apareceu a iniciativa do Felipe Lima, que sabe tudo de patologia de construções, com o Luis Tavares, que entende de eventos como ninguém, não tivemos dúvidas em abraçar”, afirma Rimantas Sipas, diretor comercial da operação do IEG no país. Sipas ainda ressaltou que o IEG vai garantir todo suporte de investimento e marketing para o evento. “Iremos trabalhar arduamente para entregar uma feira de qualidade, com bons estantes e muitos visitantes. A união entre a Adpat, o Grupo Contramarco e nosso know how já é um sucesso”, finaliza. PARTICIPAÇÃO DO MERCADO Henrique Bosco, engenheiro civil e sócio fundador da HB Laudos e Perícias, classificou a realização da feira como um grande marco na história do setor. “Ela vai trazer muita inovação, troca de conhecimento e experiência. Com certeza, o setor da construção irá melhorar com a chegada da Feipat”, avaliou durante a cerimônia de lançamento. Assim como Bosco, Gabriel Galastri, arquiteto e representante da empresa Aluparts, destacou que “a Feipat está revolucionando o mercado e irá agregar muito em qualidade”. Para Daniel Estrela, idealizador e co-fundador da Arch Glass Brasil, o evento “é extremamente importante e irá permitir uma maior comunicação com os engenheiros”. Por fim, o engenheiro civil Renato Sahade elogiou “a possibilidade de concentrar tudo sobre patologias em um único lugar”. SOBRE O GRUPO CONTRAMARCO Inserido no setor da construção civil há 25 anos, com foco na indústria de esquadrias e vidro, o Grupo Contramarco iniciou suas atividades no ano 2000 lançando a revista Contramarco e a FESQUA - Feira Internacional da Indústria de Esquadrias, realizada a cada dois em São Paulo/SP. O sucesso crescente dessas duas iniciativas pioneiras no setor da construção civil impulsionaram a direção do Grupo a criar novos eventos especializados e bem-sucedidos, como o SAIE VETRO - Salão da Indústria de Esquadrias e Vidro (realizado a cada dois anos em Florianópolis/SC); o Fórum Contramarco (é realizado periodicamente em uma região do país); o Prêmio Nelson Firmino (voltado para destacar obras e projetos especiais) e a FESQUA VETRO - Feira Internacional de Esquadrias e Vidros para Construção Civil, que ocorre simultaneamente à grande feira FESQUA, considerada a terceira maior do mundo no segmento de esquadrias. Hoje, o GRUPO CONTRAMARCO é o principal polo gerador de negócios e conexões para profissionais da indústria de esquadrias e vidro no país. SOBRE O IEG Em 2022, o IEG - Italian Exhibition Group, uma das principais organizadoras de feiras e congressos da Europa , iniciou as operações no Brasil com o objetivo de expandir sua atuação no país com o grupo IEG Brasil. Atualmente, nove feiras integram o portfólio da empresa voltadas aos segmentos de fitness, saúde, bem-estar, esquadrias, tratamento de superfície, geotecnologia, drones e espacial: BTFF - Brasil Trading Fitness Fair, Fesqua, Fesqua Vetro, Ebrats, DroneShow, MundoGEO Connect, SpaceBR e e-VTOL. O IEG - Italian Exhibition Group, listado na Bolsa de Milão, se consolidou como líder na organização de feiras de negócios e congressos na Itália e é conhecido por sua atuação em seis categorias: Alimentos & Bebidas; Joalheria & Moda; Bem-Estar, Esporte & Lazer; Turismo & Hospitalidade; Lifestyle & Inovação; Ambiente & Tecnologia. Hoje, o grupo é responsável pela organização de mais de 50 feiras e 190 eventos e congressos. Nos últimos anos, deu início a um processo de expansão no exterior, com aquisições e parcerias estratégicas em países como Estados Unidos, Emirados Árabes, China e Brasil. Em 2023, a empresa faturou € 212.4 milhões, valor 32% maior que o ano anterior, com EBITDA de € 49.5 milhões. Mais informações acesse aqui Fonte: 2PRÓ Comunicação
- CÁLCULO DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO E VIDRO TEMPERADO: ALÔ SERRALHEIRO COMPLETA 8 ANOS NO MERCADO
O software Alô Serralheiro, desenvolvido pela Tec4Web, surgiu em 2016, ano em que os sistemistas para cálculo de esquadrias não atendiam às necessidades do pequeno serralheiro de alumínio. “Surgimos com o propósito de ser simples, eficientes e acessíveis para todos”, diz a empresa em publicação no Instagram. Em oito anos de história, o Alô Serralheiro vem transformando desafios em soluções. “Desde o nascimento da ideia até a inovação na tecnologia de nuvem, estamos aqui para simplificar o trabalho dos serralheiros”, destaca a empresa. O Alô Serralheiro simplifica cálculos complexos, poupando tempo e reduzindo erros. “Com mais de 1.600 projetos e 15.400 tipologias diferentes, somos gratos por fazer parte dessa jornada de evolução contínua”. A ferramenta tem listas de materiais e otimizador de corte, auxiliando o serralheiro na fabricação de tipologias diferentes. O software teve início com linhas fáceis de serem encontradas nos distribuidores, como Suprema, Gold, Linha 25, entre outras. Depois, a empresa inseriu sistemas como o Chroma, Mega 25, entre outros. “Somos pioneiros com um sistema 100% hospedado na nuvem, acessível em qualquer lugar e dispositivo, e com backup automático. Já no primeiro ano migramos para o Google Servers e sempre utilizamos os recursos mais modernos de tecnologia”, lembra a marca. Fonte: Tec4web/Instagram
- FGTS FUTURO PODE AJUDAR A REDUZIR O DÉFICIT HABITACIONAL NO BRASIL
Pesquisa mostra que há cerca de 6 milhões de família sem moradia no país, marca que foi agravada com a pandemia Os trabalhadores com carteira assinada e renda bruta de até R$2.640 passaram a contar, a partir desse mês, com mais uma facilidade para conseguir comprar a casa própria com a regulamentação do FGTS Futuro para a Faixa 1 do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). A ação do Governo Federal visa reduzir o déficit habitacional no Brasil, que atualmente é de aproximadamente 6 milhões de moradias. Paulo Antonio Kucher, vice-presidente comercial da Lyx Participações e Empreendimentos, incorporadora que atende ao segmento MCMV, destaca que estão sendo desenvolvidas diversas ações governamentais para resolver esse problema que afeta boa parte das cidades brasileiras. Os dados oficiais mais recentes são de 2019, da última pesquisa da Fundação João Pinheiro, que apontam um déficit habitacional de 5,876 milhões de moradias no Brasil. “A pandemia de Covid-19 agravou esse cenário. Muitas pessoas ficaram sem ter onde morar, não puderam continuar pagando aluguel e acabaram indo para moradias improvisadas. Esse é um dos públicos que deve ser beneficiado com o FGTS Futuro”, analisa Kucher. O objetivo da medida é ampliar o acesso de famílias de mais baixa renda ao crédito habitacional, possibilitando que o valor, que é depositado mensalmente, possa ser utilizado para suprir a capacidade de pagamento na obtenção de financiamento habitacional. BENEFÍCIOS REGIONAIS Na fase inicial, o FGTS Futuro deve beneficiar até 43,1 mil famílias da Faixa 1 do MCMV. “Se os resultados forem positivos, o Governo já sinalizou a possibilidade de ampliar essa modalidade para outras faixas, o que vai beneficiar um público ainda maior”, comenta. Kucher ressalta ainda que, além dos benefícios oferecidos pelo Governo Federal, nos dois estados onde atua – no Paraná e no Rio Grande do Sul –, a incorporadora tem convênios com os governos locais, que oferecem outros benefícios que são cumulativos na aquisição do imóvel. No Paraná, a Lyx Participações e Empreendimentos está presente em diversas cidades da Região Metropolitana de Curitiba. Os compradores dos imóveis pelo programa Minha Casa Minha Vida têm direito ainda a um subsídio de R$15 mil do Programa Casa Fácil Paraná, da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar). Já no Rio Grande do Sul, a Lyx está construindo empreendimentos em Porto Alegre e em outras cidades da região. Pelo programa Mais Habitação, da Prefeitura de Porto Alegre, os novos mutuários do MCMV também obtêm um subsídio de R$15 mil na entrada da casa própria. “São políticas públicas desenvolvidas para facilitar a vida da população que precisa sair do aluguel e se encaixa no perfil do programa habitacional”, comenta Kucher. Fonte: Lyx Participações e Empreendimentos/Estilo Editorial Comunicação
- FONTE SOLAR ADICIONA 4 GIGAWATTS NO PRIMEIRO TRIMESTRE E ULTRAPASSA R$195 MILHÕES DE INVESTIMENTOS ACUMULADOS NO PAÍS
Segundo balanço da Absolar, as grandes usinas solares bateram a marca 13 gigawatts desde 2012, enquanto a geração própria solar nos telhados e pequenos terrenos já registra mais de 28 GW de potência instalada O Brasil tem ampliado de forma significativa a posição de destaque na transição energética global, com a adição de 4 gigawatts (GW) da fonte solar na matriz elétrica neste primeiro trimestre do ano, somando as grandes usinas solares e os sistemas de geração própria de energia em telhados, fachadas e pequenos terrenos, segundo balanço da Associação Brasileira de Energia fotovoltaica (Absolar). De acordo com a entidade, a tecnologia fotovoltaica acaba de ultrapassar a marca de 41 GW de potência instalada desde 2012 e mais de R$195 bilhões em novos investimentos, que geraram mais de 1,2 milhão de empregos verdes no país. Atualmente, a participação da fonte solar equivale a 17,4% da matriz elétrica brasileira e contribui cada vez mais para o protagonismo do Brasil na geopolítica de descarbonização das economias. Somente no segmento de geração centralizada, as grandes usinas solares acabam de atingir 13 GW de potência no país, com cerca de R$56 bilhões em investimentos acumulados e mais de 391 mil empregos verdes gerados. Com os 4 GW adicionados este ano, incluindo a geração distribuída, a fonte solar contribui para diversificar a matriz elétrica nacional e suprir a demanda nos horários de maior consumo de eletricidade pela sociedade. Adicionalmente, pelos cálculos da ABSOLAR, o setor fotovoltaico já evitou a emissão de 50,1 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. De acordo com a entidade, desde 2012, os negócios no setor fotovoltaico garantiram mais de R$58,6 bilhões em arrecadação aos cofres públicos. Para Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, a ascensão brasileira na transição energética global é calcada majoritariamente pela expansão da geração solar fotovoltaica. “O ganho de escala, o aumento da eficiência e a evolução tecnológica de ponta fazem da energia solar um dos principais vetores da transformação sustentável no Brasil e no mundo”, comenta. Já Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, ressalta que a transição energética, com o protagonismo da tecnologia fotovoltaica, contribui fortemente para o desenvolvimento social, econômico e ambiental, em todas as esferas da sociedade. “Além de acelerar a descarbonização das atividades econômicas e ajudar no combate ao aquecimento global, a fonte solar tem papel cada vez mais estratégico para a competitividade dos setores produtivos, independência energética e prosperidade das nações”, explica. No segmento de geração distribuída de energia, são 28 GW de potência instalada da fonte solar. Isso equivale a cerca de R$139,2 bilhões em investimentos, R$41,7 bilhões em arrecadação e mais de 841 mil empregos verdes acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. A tecnologia solar é utilizada atualmente em 99,9% de todas as conexões de geração distribuída no país, liderando com folga o segmento. Fonte: Absolar/Totum Comunicação
- FEIPAT, FEIRA SIMULTÂNEA À FESQUA E FESQUA VETRO, É APRESENTADA EM EVENTO NA FIESP
O lançamento oficial da Feira da Patologia das Construções (FEIPAT), em 11 de abril, no Espaço Eventos, localizado no 16º andar do edifício da FIESP, em São Paulo (SP), contou com a presença de aproximadamente 70 executivos e profissionais de empresas especializadas no tema. A primeira edição da FEIPAT acontecerá em conjunto com a FESQUA e FESQUA VETRO nos dias 11 a 14 de setembro de 2024 no pavilhão São Paulo Expo, na capital paulista. “Estamos imensamente gratos e entusiasmados com a realização da primeira FEIPAT, um marco ainda mais especial por ocorrer durante a grande feira FESQUA”, disse Felipe Silva Lima, idealizador da FEIPAT e fundador da entidade Amigos da Patologia das Construções (Adpat), ao apresentar aos convidados os detalhes e propósitos do novo evento. ESTANDES E AUDITÓRIO A área física da FEIPAT tem mais de 450m² reunindo estandes voltados para empresas de patologia das construções, manutenção das edificações e gestão predial de condomínios, incluindo um auditório para a realização de palestras, workshops e treinamentos práticos específicos. Ao apresentar a planta baixa da FEIPAT com a disposição dos estandes, Felipe destacou que uma parte dos espaços físicos disponíveis para a contratação já está reservada e contratada por importantes marcas expositoras e entidades de classe. SETORES DA FEIRA A FEIPAT tem seu foco em empresas expositoras e fornecedoras de equipamentos de inspeção, soluções em diagnósticos, controle tecnológico e ensaios laboratoriais, escritórios de consultoria, materiais para recuperação e reforço estrutural, materiais de reabilitação de fachadas e revestimentos, empresas de execução de obras de reabilitação, editoras de livros, cursos e pós-graduações, entidades de classe e associações, e empresas de projetos. PÚBLICO VISITANTE Fotos da esquerda para a direita: Luis Tavares, diretor do GRUPO CONTRAMARCO; Felipe Lima, fundador da Adpat e idealizador da Feipat; Luis Tavares e Rimantas Sipas, chefe de operações; e público/Divulgação Com acesso gratuito mediante credenciamento antecipado (via internet) ou presencial (nos dias de realização da FEIPAT no balcão do São Paulo Expo), os visitantes esperados pelos organizadores são profissionais patologistas da construção, inspetores prediais, peritos judiciais, projetistas, construtores, síndicos e gestores, estudantes e profissionais da construção civil. Mais informações: www.feipat.com.br
- CHUMBADOR DE AÇO INOX CBA: VEJA AS ESPECIFICIDADES DO ITEM OFERECIDO PELA BOLTINOX
Para garantir o alinhamento da solução na fachada, a Boltinox, fabricante de fixadores em aço inoxidável, como parafusos, porcas, arruelas e itens customizados, acredita que proporcionar o acabamento esperado e eliminar a ocorrência de problemas futuros é fundamental para que a instalação dos painéis seja executada da maneira correta. “Apesar da atividade ser simples, ter atenção na montagem do sistema evita retrabalhos e perdas financeiras”, afirma Camila Gama e Guimaro, diretora de marketing. O modelo mais conhecido de chumbador da marca é o CBA com prisioneiro, indicado para o uso direto em concreto. “É um sistema de fixação expansivo, muito indicado para instalação das fachadas. Sua aplicação é fácil e rápida, proporcionando maior agilidade ao processo de montagem e fixação nas obras, além de ser capaz de atingir cargas elevadas”, acrescenta. Cada chumbador de inox é composto por um parafuso, uma arruela e uma porca. No mercado, é possível encontrá-lo em vários tamanhos, que podem ser classificados em polegadas ou milímetros. “É muito importante saber o tamanho ideal para cada situação, onde vai ser fixado. Pois existem vários tipos de chumbadores para cada projeto”, finaliza Camila. “É importante avaliar o contato com outros materiais, que podem desencadear processos corrosivos, por isso é recomendado a utilização de fixadores de aço inoxidável para evitar corrosão galvânica. A boa especificação e detalhamento do projeto colaboram para a qualidade da instalação”, explica a diretora. Para mais informações, acesse: www.boltinox.com.br Fonte: Boltinox
- VIDRO ALTAMENTE TRANSPARENTE: CRYSTALCLEAR É NOVIDADE DA GUARDIAN GLASS
Mais transparente e de cor neutra em comparação com o vidro float padrão, o modelo está disponível com um valor mais acessível do que o vidro convencional. Com baixo teor de ferro, o lançamento CrystalClear, da Guardian Glass América do Norte , é uma opção para uma ampla gama de aplicações em toda a fachada do edifício, segundo a fabricante. A solução confere desempenho em ambientes educacionais, de saúde, de escritórios, residenciais, de varejo e muitos outros, de acordo com o portal Glass Online. GUARDIAN CRYSTAL CLEAR Disponível em espessuras de 6, 8 e 10 mm, pode ser produzido em lites jumbo (130 por 204 polegadas). O modelo oferece 67% mais neutralidade de cores do que o vidro transparente padrão e 90% de transmissão de luz visível – para exteriores luminosos e vistas das paisagens, conforme o site. “Sabemos que todos podem apreciar um vidro mais transparente e com cores mais neutras e o Guardian CrystalClear supera o transparente padrão para oferecer isso”, disse Alan Kinder, diretor do segmento comercial e serviços técnicos da Guardian Glass América do Norte. “Agora a aparência do baixo teor de ferro está em jogo para mais projetos que, de outra forma, poderiam ter tido menos impacto visual. Esta é uma atualização alcançável do vidro transparente padrão – na aparência e na experiência humana – que a Guardian Glass tem orgulho de oferecer.” O Guardian CrystalClear completa um portfólio da marca, que inclui vidro com baixo teor de ferro Guardian UltraClear, vidro transparente padrão, bem como opções de vidro colorido para aumentar a escolha e o controle do design. Segundo o Glass Online, combina-se com revestimentos selecionados de baixa emissividade Guardian SunGuard para trazer neutralidade a edifícios de alto desempenho, para que os arquitetos possam ajustar a estética do edifício sem deixar de lado os requisitos de desempenho solar e térmico. Após o lançamento, este vidro Guardian CrystalClear pode ser combinado com revestimentos de desempenho de baixa emissividade, incluindo: • SunGuard SNX 70+ • SunGuard SNX 62/27 • SunGuard SNX 51/23 • SunGuard SN 68 • SunGuard SNR 50 • SunGuard SNE 50 Fonte: Glass Online
- REQUISITOS PARA ESPECIFICAÇÃO DE VIDROS
*Por Fernando Simon Westphal, consultor técnico da Abividro, engenheiro civil e professor da UFSC Na especificação de um material ou sistema construtivo, deve-se buscar atender a uma série de requisitos. Mesmo quando se decide construir uma casa em alvenaria, ocorre um momento de escolha pelo tipo de tijolo ou bloco, a espessura final do reboco e a compatibilização com os elementos estruturais. Depois, vem a questão do tipo de revestimento. Se as paredes serão pintadas, se há necessidade de impermeabilização, se haverá aplicação de cerâmica ou textura e por aí segue o processo de tomada de decisão. Mesmo com algo tão corriqueiro no mercado de construção brasileiro, algumas alternativas deverão ser avaliadas e decisões serão tomadas atendendo a determinados requisitos. No caso da parede, talvez a maioria das pessoas pense inicialmente em custo, na disponibilidade de mão de obra, no acabamento, estética e necessidade de manutenção. No contexto das esquadrias e vidros, devemos seguir o mesmo raciocínio. Vou elencar aqui sete requisitos a serem atendidos na definição adequada do tipo de vidro, seja com aplicação em janelas, fachadas, revestimentos ou coberturas: Segurança: dependendo do local a ser instalado, o vidro deverá ser beneficiado, temperado ou laminado (ou os dois processos), para ter sua resistência aumentada e uma quebra segura, no caso de algum choque acidental; Calor do sol: devemos utilizar vidros de controle solar em praticamente todas as janelas, fachadas e coberturas em qualquer edificação no Brasil. É claro que um projeto com um bom sistema de sombreamento pode utilizar vidros menos seletivos ou até incolores. Mas na maioria das situações, existe a necessidade de se utilizar um vidro de controle solar para atenuar o calor excessivo do sol. A especificação adequada depende da localidade, orientação solar da fachada, área de abertura, existência de elementos de sombreamento e uso do prédio; Temperatura: em situações em que o vidro estará exposto a uma grande variação de temperatura, deve-se estudar a possibilidade de utilização de composições insuladas. O vidro insulado apresenta maior isolamento térmico por condução de calor. Isso significa que para climas predominantemente quentes, como nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, ou com frio extremo, região Sul, uma composição insulada pode trazer benefícios significativos na economia de energia em climatização e na sensação de conforto para as pessoas próximas à fachada; Luz natural: a função primordial de um envidraçamento é proporcionar o contato visual com o exterior e trazer a luz natural para o interior da edificação. Na especificação de um vidro de controle solar, a transmissão luminosa deve receber atenção especial. Vidros muito escuros ou refletivos podem resultar em ambientes desconfortáveis, com maior necessidade do uso da iluminação artificial. O contrário também deve ser avaliado: vidros com alta transparência em grandes áreas envidraçadas podem resultar em problemas de ofuscamento; Estética: a transmissão de luz se traduz em transparência, que implica no aspecto estético do vidro quando avaliado em conjunto com as taxas de reflexão e absorção. As três propriedades se complementam. Mas existe um limite físico para alcançar alta transparência com baixo ganho de calor. Se for uma grande área envidraçada, necessariamente deve-se optar por um vidro mais refletivo, o que terá um impacto no efeito estético; Acústica: o isolamento acústico de uma esquadria é fortemente influenciado por sua estanqueidade, ou seja, inicialmente deve-se optar por esquadrias com a menor taxa de infiltração de ar. Em seguida, para ampliar o isolamento acústico do sistema, pode-se escolher vidros laminados, uso de PVB acústico, ou composições insuladas com grande câmara de ar e vidros de diferentes espessuras; Economia: por fim, mas não em último lugar, o custo de aquisição e manutenção deve ser avaliado em todo o processo de escolha. No caso do vidro, alguns itens acima, como o controle do calor, irão refletir em economia de energia e no dimensionamento do sistema de ar-condicionado. Um estudo de viabilidade econômica bem aplicado deverá auxiliar na tomada de decisão. Vale lembrar que um ambiente mais confortável resultará em maior sensação de bem-estar, motivação e produtividade para as pessoas. Pensando numa edificação comercial, isso se reflete em resultados. Já em uma edificação residencial, isso se reflete em qualidade de vida e saúde. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- LINHA OU SISTEMA DE ESQUADRIAS?
*Por Rivonio Cordeiro, consultor de esquadrias e CEO na CSA Consultoria e Engenharia O mercado brasileiro de esquadrias vive uma constante evolução. Periodicamente, as empresas sistemistas fazem atualizações e melhoram as performances de seus produtos, mas nem sempre foi assim. Havia um tempo em que o mercado brasileiro de esquadrias era apenas “mais do mesmo”, os sistemas de esquadrias eram apenas fruto do desenvolvimento de projetos que já existiam. Tinha uma melhora aqui, outra ali, mas nada que fizesse a diferença verdadeiramente no produto final e na vida do cliente. Somente a partir do ano de 2013, na ocasião da validação da norma de desempenho ABNT NBR 15.575 – Edificações habitacionais - Desempenho, houve uma maior preocupação dos sistemistas para melhorar os sistemas de maneira tal que fossem capazes de atender aos requisitos da norma NBR 15.575 parte 4, que trata do desempenho dos sistemas de vedação internos e externos. Neste momento da história das esquadrias de alumínio no Brasil há uma transformação ocorrendo. Não somente na performance dos produtos, mas também na forma de abordagem e apresentação dos produtos. Antigamente os produtos eram conhecidos apenas com a sua marca própria e suas “bitolas” de esquadrias. Eram denominadas linhas de esquadrias. Hoje as famosas “linhas” passam a ser chamadas de sistemas de esquadrias. Mas esta mudança não se trata apenas de uma “jogada” de marketing das empresas. A discussão sobre a denominação das esquadrias de alumínio no mercado brasileiro, entre linha de esquadrias e sistema de esquadrias, reflete nuances técnicas, comerciais e de projeto que são importantes tanto para os profissionais da área quanto para os consumidores. LINHA DE ESQUADRIAS Quando falamos em linha de esquadrias, geralmente estamos nos referindo a uma série ou conjunto de esquadrias que compartilham características de design, perfis, acessórios e possivelmente métodos de instalação. Esta terminologia pode enfatizar mais a estética e a uniformidade visual entre os diferentes tipos de esquadrias (janelas, portas, portões, etc.) dentro de uma mesma gama de produtos. A escolha por uma linha pode ser baseada em critérios como estilo arquitetônico, custo-benefício, e aspectos funcionais específicos desejados em um projeto. SISTEMA DE ESQUADRIAS Por outro lado, o termo sistema de esquadrias tende a enfatizar a integração funcional e o desempenho técnico das esquadrias como um todo. Isso inclui não apenas a aparência, mas também a forma como as esquadrias contribuem para a eficiência energética do edifício, o isolamento acústico, a vedação contra água e ar, e a segurança. Um sistema de esquadrias sugere uma abordagem mais holística, onde os componentes são projetados para trabalhar juntos de maneira otimizada, atendendo a normas técnicas específicas e proporcionando soluções completas para as necessidades de um projeto. DISCUSSÃO ATUAL A escolha entre esses termos pode influenciar a percepção do produto pelo mercado. A denominação sistema de esquadrias pode comunicar uma proposta de valor focada na qualidade, inovação e desempenho técnico, sugerindo uma solução integrada que atende a requisitos de projeto mais complexos ou específicos. Já a linha de esquadrias pode ser percebida como uma opção mais flexível, com variedade estética e adaptabilidade a diferentes estilos e orçamentos. Em resumo, a discussão entre usar linha ou sistema reflete diferentes ênfases no marketing e na comunicação de produtos, podendo impactar na decisão de arquitetos, construtores e consumidores finais. Enquanto linha pode evocar variedade e estilo, sistema sugere integração e desempenho. A escolha entre esses termos pode depender do foco do fabricante ou fornecedor, bem como dos objetivos e requisitos específicos do projeto em questão. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- VIDROS E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA CONSTRUÇÃO CIVIL
*Por Fernanda Krentkowski, empresária A eficiência energética tem se tornado um tema cada vez mais relevante na construção civil, e os vidros desempenham um papel fundamental nesse cenário. Com o avanço da tecnologia e a busca por soluções sustentáveis, os vidros têm sido desenvolvidos para proporcionar maior conforto térmico e luminoso aos ambientes, além de contribuir para a redução do consumo de energia. Um dos principais benefícios dos vidros na eficiência energética é a capacidade de controlar a entrada de calor e luz nos edifícios. Os vidros de alta performance possuem propriedades térmicas e óticas avançadas, que permitem a passagem de luz natural, reduzindo a necessidade de iluminação artificial durante o dia. Além disso, esses vidros também são capazes de bloquear parte dos raios solares, evitando o aquecimento excessivo dos ambientes internos. Outro aspecto importante é a redução das perdas de calor no inverno e do ganho de calor no verão. Os vidros de baixa emissividade, por exemplo, possuem uma camada especial que reflete o calor de volta para o interior do ambiente, impedindo sua dissipação. Isso significa que, no inverno, o calor gerado internamente não é perdido para o ambiente externo, reduzindo a necessidade de aquecimento artificial. Já no verão, esses vidros ajudam a bloquear a entrada do calor externo, mantendo os ambientes mais frescos e reduzindo a demanda por sistemas de refrigeração. Outra tendência é o uso de vidros fotovoltaicos, que são capazes de gerar energia elétrica a partir da luz solar. Estes vidros são integrados à fachada ou cobertura do edifício, transformando-o em uma fonte de energia renovável. Apesar do alto custo, essa tecnologia vem ganhando espaço e se tornando cada vez mais eficiente, contribuindo para a redução da demanda por energia elétrica. Em resumo, os vidros desempenham um papel crucial na eficiência energética da construção civil. A utilização dessas soluções contribui para a sustentabilidade dos edifícios e para a redução do impacto ambiental. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.














