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  • PRIMEIRA CASA DE ARGILA IMPRESSA EM 3D PODE INDICAR TENDÊNCIAS DA ARQUITETURA NO FUTURO

    O arquiteto Mario Cucinella acredita que a construção sustentável pode auxiliar países mais pobres a lidarem com a moradia Resolver a crise imobiliária e, ao mesmo tempo, construir um futuro mais sustentável, essa é a proposta do protótipo de uma casa do arquiteto Mario Cucinella. O projeto visa combinar algumas das tecnologias mais recentes com os materiais de habitação mais antigos, como o barro. A obra, batizada de Tecla, é a primeira casa impressa em 3D feita dessa matéria-prima, e tem como endereço a pequena cidade de Massa Lombarda, na Itália. O arquiteto espera que o desenho de seu programa seja uma opção viável para abrigar pessoas que carecem de moradia adequada, seja por questões financeiras ou de deslocamento. Nos últimos anos, uma série de casas e comunidades foram impressas em 3D, entregando tempos de construção mais rápidos e custos mais baixos. Como exemplos, temos a casa de 400 m² impressa em 24 horas na Rússia em 2017 e um bairro inteiro impresso no México em 2019. Nos EUA, a primeira casa impressa a chegar ao mercado foi em fevereiro de 2021, um sobrado com mais de 420 m² em Nova Iorque. E, um condomínio de casas de dois e quatro dormitórios estará disponível para moradia ainda este ano no Texas. Um fato curioso é que as estruturas anteriores foram construídas com concreto ou materiais sintéticos, como plástico. Mas esta usou tecla, uma mistura de terra, água, fibras de casca de arroz e um aglutinante. “A porcentagem de aglutinante é menor de 5%”, ressaltou o arquiteto em entrevista à CNN Brasil. O produto foi batizado em homenagem à cidade fictícia de Thekla, do escritor Italo Calvino, mas também é uma fusão da "tecnologia" e "argila" utilizadas. Cucinella acredita que essa abordagem pode ser replicada em diferentes partes do mundo, usando quaisquer materiais locais disponíveis, e pode ser particularmente útil em áreas rurais carentes, onde os materiais de construção industrial são mais difíceis de encontrar. Contudo, imprimir com argila tem suas desvantagens. Se a impressão do design é rápida, como em 200 horas, a mistura de argila pode levar semanas para secar, dependendo do clima. De acordo com o arquiteto há também limitações de altura (arranha-céus de argila não fazem parte do futuro, por exemplo). Mas a adaptação no solo disponível e a facilidade na construção pode colocar o Tecla como alternativa de moradia em países de situação vulnerável. “Você pode construir esse tipo de casa em muitos lugares já que não depende de nenhum produto específico”, explicou Cucinella em entrevista à CNN Brasil. TRADIÇÃO ENCONTRA NOVAS TECNOLOGIAS Construir casas de terra, como Cucinella apontou, não é novo. O Adobe, mistura de terra, água e material orgânico, é um dos primeiros materiais de construção do mundo, conhecido por sua durabilidade, biodegradabilidade e isolamento natural. “O desafio foi usar um material antigo na história da arquitetura alinhado com as novas tecnologias em encontrar uma nova forma de casa”, disse Cucinella à CNN Brasil. As impressoras Crane WASP misturam água com a terra local para imprimirem camada por camada. O projeto apresenta dois espaços circulares unidos, espécie de clarabóias para que a luz entre. A residência ainda inclui uma sala de estar, um quarto e um banheiro. Seus móveis, incluindo mesas e cadeiras, também podem ser impressos com o maquinário WASP. Acabamentos, como portas e janelas, foram instalados após a impressão. A ideia por trás do Tecla não é necessariamente replicar a mesma casa para qualquer ambiente, mas ajustar o design com base na localização. "Não estamos produzindo um tipo de casa que você possa imprimir e fazer em qualquer lugar. É diferente um projeto de casa no norte da Itália, no meio da África ou na América do Sul ", explicou Cucinella à CNN Brasil. "Adaptamos a casa aos diferentes climas." “O processo de construção, usando máquinas impressas em 3D WASP, pode ser facilmente ensinado e amplamente utilizado”, disse o arquiteto à CNN Brasil. O ‘Maker Economy Starter Kit’ da WASP pode ser despachado em um único contêiner, com todas as ferramentas incluídas para fazer casas, desde o maquinário que imprime a estrutura geral até a mobília, além de um sistema de reciclagem e gerador de energia. "Não acho que estamos em posição de dizer que este será o futuro de todas as casas do planeta", disse Cucinella à CNN Brasil, apontando que a crise em países como a China, onde grandes áreas metropolitanas estão enfrentando uma crise de superpopulação, não seria resolvida apenas através de construções de barro. No entanto, ele acrescentou: "Acho que a revolução da impressão 3D é dar às pessoas um grau de liberdade em como fazer as coisas, sem estar conectado a uma grande indústria profissional." METAS NEUTRAS EM CARBONO O arquiteto acredita que a impressão 3D com materiais naturais pode ser uma importante ferramenta tecnológica para a Europa, que trabalha em alternativas para a neutralidade climática até 2050. De acordo com um relatório de 2020 da Agência Ambiental da ONU e da Agência Internacional de Energia, o setor de construção é responsável por 38% de todas as emissões de carbono no mundo. Para Cucinella, a Tecla é de baixo desperdício, uma vez que sua estrutura é biodegradável (apenas acessórios extras, como portas e janelas, não são) e o processo de construção usa menos energia do que construir uma casa padrão. “Quando falamos em sustentabilidade, acho que precisamos pensar também no processo de construção, porque estas etapas consomem e (geram) altas emissões de CO2 (dióxido de carbono)”, disse Cucinella à CNN Brasil. Ele acredita que podemos aprender com o projeto arquitetônico da era pré-industrial para fazer edifícios que não prejudicarão o planeta. O protótipo do Tecla está atualmente passando por testes de desempenho estrutural e térmico - etapa essencial antes do projeto ser dimensionado. Fonte: CNN Brasil

  • A RESTAURAÇÃO DA CATEDRAL DE NOTRE-DAME, EM PARIS, ENVOLVE TECNOLOGIA DIGITAL

    O estabelecimento público dedicado à conservação e restauração da catedral de Notre-Dame de Paris, França, anunciou um patrocínio oficial com a Autodesk, provedora de software que está contribuindo com soluções de tecnologia de design e construção, incluindo suporte para Modelagem de Informação de Construção (BIM), dados inteligentes, processo de modelagem de geometria 3D e conhecimento técnico. O uso do BIM cria um registro digital histórico para maior resiliência para eventos futuros e restauração. Assim, o estabelecimento público dedicado à conservação e restauração da catedral de Notre-Dame está permitindo a colaboração em nuvem entre as partes interessadas e contando com um ambiente de dados comum para servir como um repositório central para todas as informações do projeto, para que todas as partes interessadas permitidas possam ter acesso aos dados e planos mais recentes. Os dados criados usando tecnologias de captura de realidade antes do incêndio permitiram à Autodesk fazer um modelo 3D BIM da Catedral de Notre-Dame como ela existia antes do evento catastrófico. A empresa então usou scanners de captura de realidade recentes para criar modelos 3D pós-fogo para comparação. "Agradeço calorosamente à Autodesk por apoiar o renascimento da Catedral de Notre-Dame de Paris. O uso de tecnologias digitais voltadas para a supervisão e gestão do local de restauração é fundamental para a instituição pública. Graças ao patrocínio da Autodesk, o uso de design e tecnologias de construção de ponta e BIM estão sendo aproveitados para ajudar na preparação para a reabertura da catedral e para mais uma vez receber peregrinos e visitantes", disse o general do exército Jean-Louis Georgelin, presidente do estabelecimento público dedicado à conservação e restauração da Catedral de Notre-Dame de Paris. "Temos a honra de participar da restauração e preservação futura da Catedral de Notre-Dame, uma maravilha arquitetônica. Desde o incêndio devastador há dois anos, fornecemos financiamento e tecnologia para apoiar o esforço por meio da Fundação Francesa do Patrimoine e este anúncio reforça nosso compromisso", disse Nicolas Mangon, vice-presidente de estratégia de negócios para arquitetura e engenharia da Autodesk e Soluções de Projeto de Construção. A catedral foi atingida por um incêndio em 15 de abril de 2019, e está passando pela fase de restauração atualmente. "Estamos dentro dos prazos para abrir a catedral ao culto em 2024". Mas "ainda há muito trabalho a fazer", admitiu o general em entrevista ao portal UOL. Fontes: Autodesk e Uol

  • PL PODE TRAZER PREÇO JUSTO DA ENERGIA SOLAR E SEGURANÇA JURÍDICA AOS CONSUMIDORES, DIZ WIN

    "O Projeto de Lei (PL 5829/2019), atualmente em debate no Congresso Nacional e que prevê a criação de um marco legal para a geração distribuída no Brasil, precisa caminhar para estabelecer o justo preço da energia solar e demais fontes para todos os consumidores do setor elétrico, para garantir segurança jurídica e previsibilidade no País", analisa Camila Nascimento, diretora da Win Energias Renováveis. De acordo com a executiva, o marco legal deve considerar os benefícios econômicos e sociais da geração distribuída para a sociedade. “Com mais de 5 gigawatts (GW) de potência instalada em telhados e pequenos terrenos de cerca de 80% dos municípios brasileiros, o mercado de energia solar ultrapassou a marca de R$ 24 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, com aproximadamente 150 mil empregos gerados”, comenta. Na visão da executiva, que é também coordenadora estadual da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) no Rio de Janeiro, o PL 5829/2019, de autoria do deputado federal Silas Câmara e com atual relatoria do deputado federal Lafayette de Andrada, é hoje a solução mais efetiva para afastar o risco de retrocesso à energia solar e demais fontes renováveis utilizadas para a geração distribuída. “Vale lembrar que a energia solar na geração distribuída traz importantes benefícios sociais, econômicos, ambientais e elétricos para a toda a sociedade, cujos atributos foram comtemplados no substitutivo ao PL 5829/2019”, explica. “Tais benefícios superam, de longe, os eventuais custos da modalidade ao País”, acrescenta. O QUE PROPÕE O SUBSTITUTIVO DO PROJETO DE LEI Nº 5829/2019 O substitutivo apresentado pelo deputado Lafayette de Andrada propõe o pagamento gradual, pelos consumidores com geração distribuída, pelo uso da infraestrutura elétrica, por meio da chamada Tarifa de Uso de Sistema de Distribuição (TUSD fio B) das distribuidoras e concessionárias. Adicionalmente, estabelece uma transição de dez anos para a mudança do regime em relação ao modelo atual, em linha com as diretrizes do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). As mudanças passariam a vigorar após 12 meses da publicação da Lei, garantindo a manutenção das regras atuais aos consumidores pioneiros, trazendo mais segurança jurídica e regulatória aos consumidores quem geram a própria energia elétrica renovável. Para os sistemas de geração junto à carga (por exemplo, em telhados e fachadas de edificações), de geração compartilhada (usinas que produzem créditos de energia elétrica aos consumidores), EMUC (condomínios), autoconsumo até 200 kW e as fontes renováveis despacháveis terão cronograma gradual de pagamento da TUSD Fio B que sobe de 0% em 2022 até 100% em 2033. Fonte: Absolar/Assessoria Totum Comunicação

  • SAIBA QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS DA DIVISÓRIA DE AMBIENTES E CONHEÇA A ESQUADRIMAX ALUMÍNIO

    Resistentes, elegantes e muito duráveis as divisórias de alumínio com vidro ajudam a organizar os ambientes valorizando ao máximo o espaço, segundo informações divulgadas no Instagram da Esquadrimax Alumínio, fornecedora catarinense de metais e revendedora Perfisud. Confeccionadas em alumínio extrudado, com várias opções de acabamentos e combinadas com o vidro, as divisórias podem ser utilizadas para produzir um design moderno de luxo para o interior do escritório ou de espaços comerciais. A marca dispõe de perfis pretos à pronta entrega. Mais informações: esquadrimaxsc.com.br/ Fonte: Esquadrimax Alumínio/Instagram

  • PAREDES DE ALVENARIA PODEM SER SUBSTITUÍDAS POR SISTEMA EM EPS PARA SUPRIR DÉFICIT HABITACIONAL

    Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), para suprir o déficit habitacional seria necessário construir 7,8 milhões de novas moradias no Brasil. Diante deste cenário, por conta das características de segurança e economia, o sistema construtivo de paredes feitas com painéis monolíticos de poliestireno expandido (EPS) pode contribuir para a redução do problema. O EPS, popularmente conhecido como “isopor”, é um material que permite inúmeras utilizações, já sendo utilizado na construção civil em vários países europeus, Estados Unidos e Japão. Dependendo da densidade, o material é capaz de suportar mais de 40 toneladas por m². Por isso, ele proporciona maior resistência em comparação à alvenaria convencional, com conforto térmico e acústico. “Este sistema construtivo proporciona um caminho alternativo para uma construção mais acessível a todos”, afirma André Santos, diretor-presidente do Grupo Isorecort, que acaba de lançar no Brasil um sistema inovador de construção com paredes inteiras feitas em Monopainel (painel monolítico), compatível com qualquer tipo de projeto. Segundo ele, o painel monolítico representa uma evolução na construção civil, não somente pelo conceito inovador, mas também por ocasionar uma redução de aproximadamente 30% nos custos finais da obra. “O sistema, cujas obras contam em sua maioria com fundação de lajes de concreto, é um terço mais rápido de se executar em comparação à alvenaria convencional. Além disso, tem baixíssima absorção de umidade e menor geração de entulho e resíduos”, afirma. Projetos de construção civil com o Monopainel estão sendo implementadas por construtores em cidades como Araraquara (SP), São Bernardo do Campo (SP), Cuiabá (MT), São Paulo (SP), Ubatuba (SP), Varginha (MG), Vinhedo (SP) e várias outras. Fonte: Grupo Isorecort/ Assessoria Agência Comunicação

  • ABNT/CB-248 – REUNIÕES DE ESQUADRIAS E GUARDA-CORPOS

    No dia 15 de abril de 2021 serão realizadas as terceiras reuniões do ano das Comissões de Estudos ABNT/CE-248:001.001 – Esquadrias e ABNT/CE-248:001.002 – Guarda-corpos, no âmbito do ABNT/CB-248 – Comitê Brasileiro de Esquadrias, Componentes e Ferragens em Geral, o qual tem como entidade mantenedora o Siamfesp, que também realiza a Secretaria Técnica do CB. No período da manhã, das 09h às 12h, será realizada, por meio da plataforma Zoom, a reunião da CE de Esquadrias que, no momento, se debruça sobre diversos assuntos de grande importância, como a realização de ensaios em obras e o desempenho de pinturas em perfis rígidos de PVC para esquadrias. Para participar da reunião é necessário fazer o cadastro na própria plataforma: https://iso.zoom.us/meeting/register/tJApcuuqrjkuGdegigORiHcH4IKaPuXCCBRc No período da tarde, das 13h30 às 16h30, será a vez da CE de Guarda-Corpos que tratará da revisão da ABNT NBR 14718 – Guarda-corpos para edificações, com foco na segurança e discussões sobre ensaios para sistema de fixação, como ancoragens e chumbadores. Para participar da reunião também deve-se realizar o cadastro pelo link: https://iso.zoom.us/meeting/register/tJUtcu-rqzItHtyyLn5U6WE-UUHD0Z0Ldf1y Para mais informações, entre em contato com o Siamfesp por meio do ABNT/CB-248 ( secretariacb248@siamfesp.org.br ). Fonte: Siamfesp

  • CEBRACE ADIA REFORMA DO FORNO C2 EM SP

    Maior produtora de vidros e espelhos da América do Sul informa que o projeto ficará para janeiro de 2022 Após a reavaliação das condições da pandemia no mundo, a Cebrace, fabricante de vidro, anunciou, recentemente, o adiamento da reforma do forno C2, de Caçapava (SP), de julho de 2021 para janeiro de 2022. O objetivo é continuar priorizando a normalidade das operações a fim de atender as necessidades de distribuidores, processadores e revendedores de vidros no País. A mudança da data ocorre sob enfrentamento das dificuldades impostas pelo agravamento da pandemia no Brasil. Em decorrência da extensão da fase emergencial, há atraso na chegada dos materiais para fabricação e também na logística de entrega; obstáculos da equipe técnica em viajar para realizarem as visitas necessárias; além de maior complexidade na gestão do canteiro de obras devido às restrições que o momento impõe a todos. Foi realizada uma nova inspeção no forno C2, que apresenta bom estado para continuar em produção com sua atual capacidade ao longo dos próximos meses. Mesmo assim, serão tomadas medidas adicionais para acompanhamento e manutenção do equipamento ao longo de 2021. Com isso, a marca mantém o seu compromisso com o mercado nacional, focando na equalização do estoque, sempre pautada pela excelência no atendimento aos seus clientes. A fabricante ainda informa que o adiamento será também efetivo para a regularização do abastecimento das suas outras unidades na América do Sul. Fonte: Cebrace/Assessoria MBM Comunicação

  • ARTIGO: A SEGUNDA ONDA DO CORONAVÍRUS E O MERCADO IMOBILIÁRIO

    Os juros médios no Brasil baseiam-se na taxa do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic), que é controlada pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). Sua última elevação ocorreu há quase seis anos, em julho de 2015, quando passou de 13,75% para 14,25% ao ano. Depois disso, num processo contínuo de queda, chegou a 2,0% ao ano nos últimos meses de 2020, seu menor patamar histórico desde que foi criada, em 1979. E assim permaneceu até 17 de março de 2021, quando voltou a subir. Hoje, está em 2,75% ao ano. Com nova e rigorosa paralisação da economia em 2021, diversos produtos desapareceram do mercado, acionando a lei natural da oferta e demanda. A consequência foi a subida inesperada dos preços. Consequentemente, a inflação mais uma vez superou a meta estabelecida pelo governo, fechando o ano de 2020, acumulada em 4,31%. Neste ano, a inflação já acumulou 1,11% até o mês de fevereiro. A expectativa é de que a Selic continue subindo, podendo chegar a 4% neste ano, provocando pequena elevação nas taxas de juros financeiros. Entretanto, depois do surpreendente ano positivo face ao cenário macroeconômico, o mercado imobiliário dá sinais de que continuará crescendo em 2021. De acordo com pesquisa nacional, realizada pela Brain Inteligência Estratégica no começo de fevereiro, com 1,2 mil entrevistados com renda suficiente para comprar um imóvel, 41% afirmou que tem intenção de adquiri-lo dentro dos próximos dois anos. Pelo menos 10% deles já estão em busca do imóvel ideal, apesar da expectativa de elevação da inflação e das taxas de juros. Aliás, a expectativa de alta na taxa Selic e, consequentemente, nas taxas de crédito imobiliário tem produzido uma corrida ao mercado. Quem tem condições de comprar quer fazê-lo o mais rápido possível, a fim de assegurar as atuais taxas baixas de juros. Em 2020, o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) financiou 124 bilhões de reais em crédito imobiliário, 70% em imóveis novos. O movimento foi 57% maior do que em 2019. Com a utilização de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), destinados à habitação social, foram financiados outros 33 bilhões de reais, dos quais 92% para imóveis recém-construídos. O sucesso do mercado imobiliário em 2020, apesar da pandemia, foi impulsionado pela abundância de crédito e redução das taxas de juros. A taxa Selic em baixa desestimulou os investimentos financeiros em favor dos imobiliários. Neste ano, mesmo que a Selic atinja 4% ao ano, as taxas de juros continuarão sendo as menores da história. O estímulo à aquisição da casa própria continuará idêntico, ou até melhor do que no ano passado. Artigo de opinião de João Teodoro, graduado em Direito e Ciências Matemáticas, foi professor de Matemática, Física e Desenho na PUC/PR. É técnico em Edificações e em Processamento de Dados e possui diversos cursos de extensão universitária pela Fundação Getúlio Vargas. Foi presidente do Creci-PR por três mandatos consecutivos, presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Paraná de 1984 a 1986 e diretor da Federação do Comércio do Paraná. No Cofeci, ele atua desde 1991, quando passou a exercer o cargo de conselheiro federal, e é presidente desde 2000. Fonte: Assessoria Mafer Comunicação

  • ALTA DOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO SE ACENTUA IMPONDO O REEQUILÍBRIO DE CONTRATOS

    O SindusCon-SP acompanha a escalada de preços dos materiais de construção e seu desabastecimento, situação que impõe o reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de fornecimento de obras públicas e privadas. A questão foi abordada na reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo, que em sua edição de 5 de abril levou ao ar a entrevista de Eduardo Zaidan, vice-presidente de economia do SindusCon-SP. A o comentar o acumulado em 12 meses de 11,18% do Custo Unitário Básico (CUB) até março, Zaidan afirmou que “há m uitos anos que não se vê um aumento desta magnitude. A construção civil tem características pelas quais é obrigada a comprar determinados materiais, não há substituto para aço e cimento, insumos que têm poucos fornecedores. Assim, o setor acaba sancionando qualquer preço que vier.” No Estado de São Paulo, a cesta de materiais pesquisada pelo CUB já acumula 26,18% em 12 meses. A situação configura a chamada “onerosidade excessiva”, ou seja, que origina despesas, descrita no Código Civil brasileiro, dando margem ao reequilíbrio dos contratos das construtoras para com seus clientes públicos e privados. A legislação é clara ao dispor que na execução das obras, ao se manifestarem dificuldades imprevisíveis de modo a tornar a empreitada excessivamente onerosa, as partes devem negociar para a recomposição do equilíbrio. Isto evitaria a que se chegue a situações limites como a suspensão das obras e dos contratos. No caso da construção civil, está comprovado que o agravamento da pandemia ocasionou a escassez e o aumento imprevisível de preços dos materiais. Daí a necessidade de reequilíbrio dos contratos, na visão da diretoria do SindusCon-SP. Fonte: SindusCon-SP

  • CITÉ ARQUITETURA ATUA NA TRANSFORMAÇÃO DA HISTÓRICA RUA PAISSANDU, NO BAIRRO DO FLAMENGO (RJ)

    A rua Paissandu, que liga o Palácio Isabel (atual Palácio Guanabara), nas Laranjeiras, à Praia do Flamengo, na Zona Sul do Rio de Janeiro (RJ), enfrentou nas últimas décadas o desafio de se manter "viva" em meio a um movimento de decadência dos seus casarões do século XIX. Para isso, será realizado um projeto de retrofit pela Cité Arquitetura. Um deles é o antigo Hotel Paysandu, que será devolvido para a cidade como um residencial com 50 apartamentos e novos usos, entre eles um coworking. Outro projeto finalizado, na mesma rua, é o Payssandu 168, um residencial que incorpora novos usos à casa pré-existente no terreno, como uma forma de unir passado e presente através da arquitetura. Ambos são projetos totalmente desenvolvidos pelo escritório de arquitetura. Desde de o estudo de viabilidade, projeto legal, executivo, detalhamento, interiores até a programação visual. "Existe uma integridade do projeto que garante uma maior qualidade no final", explica Celso Rayol, sócio da Cité Arquitetura. ANTIGO HOTEL PAYSANDU SE TRANSFORMA EM RESIDENCIAL + COWORKING O novo empreendimento do escritório de arquitetura para a Piimo adapta os usos do antigo Hotel Paysandu, transformando-o em um residencial. A ideia foi unir passado e presente, respeitando a memória e revivendo a importância desta histórica rua. Além de prever espaços coletivos e uma área de lazer no último andar, mantém e destaca elementos que o definem, como o notável estilo Art Decó da sua fachada. A reforma contará com paisagismo do Escritório Burle Marx e Iluminação de Maneco Quinderé. RESIDENCIAL PAYSSANDU 168 O projeto residencial Payssandu 168 incorpora novos usos à casa pré-existente no terreno, com o reaproveitamento de elementos já existentes, como os gradis históricos da fachada do casarão. Fonte: Cité Arquitetura/ Cobogó Relações Públicas

  • TELAS MOSQUITEIRAS NA VITA COMPONENTES

    Divulgação: Vita Componentes Fixas, recolhíveis, de correr e blackout — são muitas as opções disponíveis no catálogo de telas mosquiteiras da Vita Componentes. Produzidas em fibra de vidro, revestidas de pvc, as telas estão disponíveis nas cores cinza, preta e branca. Saiba mais: www.vitacomponentes.com.br/catalogo/VITA_TELAS.pdf Fonte: Vita Componentes

  • PROJETOS COM ESQUADRIAS DE PVC SÃO TEMA DE NOVA REVISTA

    A marca Claris, do Grupo Ibrap, está lançando neste mês de março de 2021, a revista “homeStyle” com o objetivo de promover a interação entre arquitetos, revendas e a indústria de esquadrias de pvc no Brasil. Segundo o material de divulgação da empresa, a revista é um produto vinculado à plataforma online homeStyle, criada em 2020, que reúne uma grande variedade de projetos de arquitetos bem conceituados no Brasil, “mostrando em detalhes a originalidade e o refinamento de suas obras, revelando a autenticidade que o pvc proporciona em cada projeto”. A empresa destaca que o propósito é transformar e expandir ainda mais o campo arquitetônico, criando um espaço propício para inovação e crescimento. Além do lançamento de revistas contendo obras inovadoras, a programação da plataforma incluirá visitas às fábricas; premiações e lançamento de novos produtos. Mais informações: www.homestyleibrap.com.br Fonte: Ibrap.

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