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  • INDUSTRIALIZAÇÃO NO CANTEIRO DE OBRAS REDUZ OS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO E TEMPO DE OBRA EM ATÉ 70%

    O processo melhora a logística dos canteiros e facilita replicar o modelo de construção em diversos empreendimentos Tempo, recursos e resíduos que poluem o meio ambiente agora podem ser economizados por meio do emprego de materiais pré-fabricados. A construção civil brasileira vem adotando práticas capazes de reduzir significativamente as atividades nos canteiros de obras. As tecnologias já são bastante comuns no exterior e utilizadas por muitas construtoras brasileiras, especialmente pelas grandes empresas da região sudeste. A tendência de transformar os canteiros em espécies de “linhas de montagem", portanto, é de crescimento. A Callabrez Construtora e Incorporadora, que neste 2022 completou 22 anos de existência, já está atenta ao cenário e aproveitando os benefícios das economias e ganhos ofertados por estes sistemas construtivos. De acordo com Ricardo Brito, diretor de Engenharia da Callabrez, a adesão ao aumento da industrialização nos processos garante uma maior gestão da qualidade dos processos, menor dependência de entraves produtivos, economia do tempo de construção e aumento da competitividade. “Conseguimos diminuir entre 50% e 70% o tempo das obras utilizando sistemas com alto grau de industrialização. No que se refere aos resíduos, a redução é de mais de cinco vezes o volume gerado quando comparado com sistemas convencionais. E temos como meta reduzir ainda mais a geração de resíduos na construção dos nossos edifícios”, aponta. Ele informa que os produtos da construtora têm alto grau de industrialização na fase da construção. “São paredes de concreto, kits hidráulicos e elétricos, por exemplo, que aumentam o grau de industrialização dos edifícios que fazemos, o que torna a obra mais industrializada de modo geral”, explica. A atuação mais forte da empresa está no estado de São Paulo, com a maioria dos projetos concentrados na região metropolitana da cidade, no Alto Tietê. Como no exemplo dos kits elétricos e hidráulicos, uma vantagem no uso desses materiais é que eles já vêm testados de fábrica, o que torna o processo mais simples e econômico. INOVAÇÕES A industrialização consiste, geralmente, na utilização de sistemas construtivos que utilizam menor número de materiais e poucos processos, que substituem a tradicional alvenaria com tijolo e cimento, onde se manipula muitos materiais, com logística de entrega e armazenamento mais complexos e vários processos executivos. Por isso, a construção fica mais ágil, eficiente e reduz bastante o desperdício de material, que geralmente vira entulho e gera impacto ambiental. Atualmente, os processos da construção civil brasileira ainda são muito dependentes da mão de obra interna. Os trabalhadores ficam responsáveis pelo preparo dos materiais e pela montagem de praticamente todas as estruturas do início ao fim. Isso ocorre nas fundações, nas superestruturas, nas paredes, no telhado, entre outras. Com a industrialização, a ideia é que grande parte desses processos sejam substituídos por alternativas pré-fabricadas, pré-montadas, ou seja, componentes construtivos previamente montados nas indústrias. Uma das inovações construtivas que vêm sendo adotadas no Brasil com maior frequência é o sistema tipo “ steel frame”, que s ão peças metálicas utilizadas para a estruturação das paredes, estruturais ou não, complementadas com chapas de gesso acartonado, chapas cimentícias ou de madeira, e que poderão receber como acabamento revestimentos cerâmicos, texturas ou pinturas. Outra tecnologia é o sistema construtivo tipo “ wood frame” , em que as estruturas e, geralmente, os painéis, são de madeira de reflorestamento, que recebem materiais cimentícios, gesso ou massas acrílicas como acabamento, adquirindo a aparência de uma parede normal. Estes sistemas, quando bem projetados, têm desempenho acústico e térmico. O diretor de engenharia da Callabrez relata que métodos como esses, por utilizarem peças planejadas previamente, transformam a obra num processo mais próximo de uma linha de montagem. “Dessa forma, as variações de medidas e os desvios construtivos diminuem bastante, contribuindo com a redução do desperdício. A mão de obra precisa receber maior capacitação e qualificação, mas também ganha em eficiência e em condições de trabalho mais confortáveis com menor esforço”, explica. O modelo de industrialização, além de permitir melhorar a logística dos canteiros, que não têm espaço para produzir peças da estrutura no local, também facilita replicar o modelo de construção em diversos empreendimentos, o que ocasiona um ganho de escala na compra de insumos e na contratação de mão de obra. “Há redução no custo de produção em toda a cadeia da construção”, completa Brito. EMPREENDIMENTO ECONÔMICO, APARTAMENTO INTELIGENTE Nos próximos cinco anos, a Callabrez pretende se tornar referência na entrega de empreendimentos verticalizados para habitações, mas com o diferencial de oferecer acabamentos personalizados em suas entregas, com qualidade de detalhes técnicos adaptáveis e reversíveis. “Cada vez mais, buscamos componentes na construção para encaixar, colar, parafusar, permitindo que o apartamento se torne mais prático e personalizável durante a sua utilização pelo morador (apartamento inteligente)”, comenta Brito. Métodos de sistemas construtivos industrializados, projetados com o conceito BIM e de modulação, industrialização e Lean Construction (ou construção enxuta, em tradução livre) estão entre os mais utilizados pela Callabrez. No caso dos sistemas BIM, a visão 3D gerada pelo arquivo e suas facilidades na hora de realizar simulações e avaliar os trajetos de tubulações na obra evitam retrabalhos e rendem economia financeira. Fonte: AssessoriaB-On. Comunicação/Callabrez

  • ABNT LANÇA “COMITÊ BRASILEIRO DE ACÚSTICA”

    Em evento híbrido, com transmissão pelo Zoom , a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) irá lançar no dia 24 de novembro, das 10h às 12h, o “Comitê Brasileiro de Acústica (ABNT CB-196)”. A instalação da nova comissão é fruto de uma parceria da ABNT com a Associação Brasileira para a Qualidade Acústica (ProAcústica) e a Sociedade Brasileira de Acústica (Sobrac). O novo comitê terá entre suas atribuições a normalização no campo da acústica, compreendendo a medição de fenômenos acústicos, sua geração, transmissão e recepção, projetos e todos os aspectos de seus efeitos sobre o homem e meio ambiente, no que diz respeito à terminologia, diretrizes, requisitos, métodos de ensaio e generalidades. “É com grande satisfação que anunciamos a criação de um novo Comitê Brasileiro para tratar dos avanços da normalização em acústica. Temos muito a contribuir com esse mercado que se renova a cada dia”, afirma Mario William Esper, presidente da ABNT. “É um marco para o setor da acústica no Brasil. O Comitê ABNT CB-196 dará maior agilidade ao processo de normalização nacional em acústica e na representação brasileira nos organismos internacionais, entre outras deliberações”, declara Luciano Nakad Marcolino, presidente da ProAcústica. CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DO EVENTO 10h00 - Abertura com pronunciamento do Presidente da ABNT – Eng. Mário William Esper; 10h15; - Discurso do Presidente do Conselho Técnico da ABNT – José Sebastião Viel 10h30 - A importância da ProAcústica na instalação do Comitê Brasileiro de Acústica 196 – Luciano Nakad Marcolino, presidente ProAcústica; 10h45 - A Sobrac e o ABNT/CB-196: histórico e desafios para a normalização em acústica – Krisdany Vinícius S. M. Cavalcante, presidente Sobrac e gestor ABNT/CB-196; 11h00 - Encerramento e convite aos participantes para as primeiras reuniões do Comitê Brasileiro de Acústica – ABNT/CB-196 realizadas, sequencialmente, até às 12h00. Link de acesso: https://iso.zoom.us/meeting/register/tJAocuivrTsuHdc0CCwpa10txK0lMcQhOzHF Fonte: ABNT/FSB Comunicação

  • ASSINADO ACORDO PARA CRIAÇÃO DE PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA FONTE SOLAR NO ESTADO DE SP

    Absolar e Governo do Estado de SP celebraram, no dia 21/11, medida que busca atrair novos investimentos, gerar mais emprego, renda e criar novas oportunidades de negócios A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) e o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (Sima/SP), celebraram, no dia 21/11, o acordo de cooperação para a criação de programa estadual de desenvolvimento da fonte solar e tecnologias sinérgicas, como armazenamento e hidrogênio verde, no território paulista. Reprodução: Absolar Junto com a assinatura do acordo, Rodrigo Garcia, o governador de São Paulo, anunciou a ampliação de incentivos fiscais para o setor, com regras mais favoráveis aos projetos de geração própria de energia solar. As medidas visam atrair novos investimentos para os municípios paulistas, gerar mais empregos e renda para a população e estimular o desenvolvimento de oportunidades de negócios para empreendedores, além de ampliar o acesso à energia solar pelos consumidores nas cidades, no campo e em prédios públicos. A medida equipara o estado de São Paulo aos incentivos fiscais já praticados em Minas Gerais e em outros estados do Sudeste para todas as modalidades de energia solar de até 5 megawatts (MW). A Absolar teve importante atuação nesta conquista, tendo realizado diversas reuniões com o governo paulista, trabalhando e defendendo a concessão pelo estado destes benefícios. Este novo acordo inclui ainda a divulgação e promoção do programa de certificação voluntária “Qualidade Absolar”, voltado para empresas do setor. O programa busca promover a competitividade saudável no mercado e contribuir para a melhoria da segurança, qualidade, desempenho e satisfação dos produtos e serviços aos consumidores. ECONOMIA NA CONTA DE LUZ Para Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar, o acordo fortalece o desenvolvimento econômico, social e ambiental de São Paulo por meio da energia solar no território paulista. “Assim, promovemos um maior acesso ao uso da tecnologia fotovoltaica pelos consumidores em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos, ajudando na economia na conta de luz, protegendo contra aumentos das tarifas e trazendo maior autonomia e independência elétrica”, apontou. Já Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, destacou a política de vanguarda do estado, à medida em que abrange também as novas tecnologias sinérgicas à energia solar, como é o caso do armazenamento de energia elétrica e hidrogênio verde. “O setor fotovoltaico está pronto para contribuir no crescimento econômico sustentável das cidades paulistas, ajudando no atingimento dos compromissos de redução de emissões de gases de efeito estufa”, comentou. “A medida faz parte do Plano Paulista de Energia (PPE 2050) que visa a neutralidade de emissões de gases de efeito estufa na economia paulista. A ação também vai ao encontro dos compromissos internacionais, Race to Zero e Race to Resilience, que São Paulo assinou com a ONU (Organização das Nações Unidas), e do Plano de Ação Climática (PAC-2050), lançado na última semana durante a COP27, no Egito”, explicou Rodrigo Garcia. “São Paulo detém uma das matrizes energéticas mais limpas do Brasil e do mundo, com cerca de 60% de participação de fontes renováveis. O acordo firmado amplia o protagonismo do estado no desenvolvimento de uma economia verde e sustentável”, acrescenta Fernando Chucre, secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de SP. Fonte: Absolar/Totum Comunicação

  • INSTALAÇÃO DE PAINÉIS SOLARES SE TORNA ALTERNATIVA PARA ECONOMIA DE ENERGIA

    A energia fotovoltaica caminha para se tornar a segunda maior fonte de energia no Brasil, ultrapassando até mesmo a eólica. Dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) revelam que há grande possibilidade de isso acontecer ainda este ano. Atualmente, a matriz elétrica brasileira é de 200 gigawatts (GW) de capacidade instalada. As hidrelétricas são responsáveis pela maior parte dessa produção e somam um volume em torno de 110 GW. Em seguida está a fonte eólica, que totaliza 22,3 GW, enquanto a energia solar fotovoltaica vem logo na sequência e conta com mais de 20,2 GW de capacidade instalada. Recentemente, o Ministério de Minas e Energia (MME) publicou um boletim no qual consta que é esperado aumento de mais de 80% este ano, em relação a 2021. A participação da fonte solar fotovoltaica na oferta interna de energia elétrica do Brasil deve aumentar de 2,5% para 4,1% em 2022. Victor Peixoto, presidente executivo da Getpower Solar, rede de sistemas de painéis solares, conta que os números são animadores, o que faz acreditar que a energia solar realmente está em seu auge, já que vem alcançando uma camada cada vez maior da população brasileira. “Fatores como a crise hídrica, que encarecem o preço da conta de energia e os incentivos governamentais, que facilitam as linhas de crédito, geram o cenário ideal para o futuro do negócio”, afirma. O empresário pontua que para esse último trimestre do ano é esperado aumento de 70% nos atendimentos para instalação das placas solares em toda a rede, isso tudo é devido a maior irradiação do período, o que leva o sistema a produzir mais energia, além do ajuste nas tarifas de energia anual. O país conta com mais de 1,3 milhão de sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, gerando economia e sustentabilidade a mais de 1,7 milhão de unidades consumidoras. A energia solar já arrecadou mais de R$76,7 bilhões em novos investimentos e gerou mais de 420 mil empregos desde 2012, segundo a Absolar. Ela também foi responsável por evitar a emissão de 23,6 milhões de toneladas de CO2 na produção de eletricidade, graças ao fato de ser uma fonte de energia renovável. A distribuição com energia solar já é maior que a própria Usina de Itaipu, a maior hidrelétrica do Brasil, pois ela já ultrapassou a marca de 14 GW de potência instalada em residências, comércios, prédios públicos e na agricultura. CONTA MAIS BARATA Após a instalação das placas, a economia começa a ser notada entre 60 e 90 dias, na qual chega em até 95% de redução no valor da conta de energia. A médio prazo, o sistema se paga sozinho, com retorno do investimento previsto de quatro anos, e ainda o cliente consegue monitorar toda a geração de energia através de um aplicativo do fabricante do equipamento. Segundo Peixoto, o que tem auxiliado esse impulso no setor também é reflexo da aprovação da Lei 14.300, sancionada em janeiro para garantir regras para quem já instalou ou vai instalar o painel solar. Para aqueles que forem fazer a instalação das placas este ano, ficarão isentos das cobranças previstas pela nova lei pelos próximos 23 anos, ou seja, até 2045. Fonte: Fatos & Ideias Comunicação

  • TRISUL ENTREGA 1º EDIFÍCIO COM SELO PROCEL DO BRASIL E CONTRIBUI COM A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DO PAÍS

    Cada vez mais focada em sustentabilidade, a Trisul acaba de certificar os primeiros apartamentos do Brasil com selo Procel de eficiência energética, após a conclusão e entrega do empreendimento Oscar Ibirapuera, privilegiando a economia de energia com um projeto arquitetônico emblemático na região de Moema, na capital paulista. Os apartamentos da mesma edificação já haviam conquistado também os primeiros selos, ainda na fase de projeto. “Ao longo de nossa história, percebemos que ter diferenciais que atenuam impactos ao meio ambiente é, além de uma obrigação das empresas, uma opção de posicionamento estratégico face à demanda das partes interessadas, que valoriza a capacidade de inovar e superar obstáculos, se mantendo resilientes às complexidades. E hoje, entregar edifícios cada vez mais sustentáveis, é demonstrar a performance da curva de aprendizado de nossa trajetória”, diz Victor Dias, coordenador de sustentabilidade da Trisul. As certificações, impulsionadas pelo programa de sustentabilidade da construtora, assimilam o conjunto de disciplinas que a Trisul estabelece, ciente dos impactos socioambientais de um canteiro de obras, e da vida útil dos empreendimentos. Além das unidades do Oscar Ibirapuera, outras obras já estão em processo de obtenção do selo, contudo, ainda em fase de construção, que são os empreendimentos Athos Paraíso e Oscar Itaim. Ao todo, serão mais de 200 unidades submetidas ao processo de certificação do Selo Procel, e ao nível de eficiência energética. “Certamente, as certificações acreditadas, estabelecem um patamar superior aos empreendimentos reconhecidos. Com mais essa conquista, demonstramos ao setor da construção civil, aos clientes e aos nossos investidores que a Trisul está engajada à pauta ambiental, entendendo que trata-se de um caminho sem volta, explica Dias. OSCAR IBIRAPUERA A Trisul entregou em junho o Oscar Ibirapuera, primeiro empreendimento da grife A Lifestyle Boutique by Trisul focada em obras de altíssimo padrão. Construído em um terreno de 4.218 m², conta com duas torres e 14 pavimentos cada. As plantas são de duas a quatro suítes, com metragens de 186 m² a 233 m², oferecendo em todos os apartamentos uma vista privilegiada do parque e do bairro que conta com muito verde em seu entorno. “A grife A Lifestyle Boutique by Trisul, a mais exclusiva da construtora, traduz em seus empreendimentos design requintado, luxo, comodidade e sofisticação, contando com assinaturas de projetistas conceituados no mercado em seus projetos arquitetônico, paisagístico e de decoração de interiores”, explica o diretor. CERTIFICAÇÃO PROCEL O selo Procel de economia de energia para edificações foi criado pelo Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, programa do Governo Federal que tem como principal objetivo destacar para o consumidor as unidades mais eficientes em termos energéticos, assim como oferecer aos projetistas, construtores e proprietários um incentivo para o aperfeiçoamento constante de seus imóveis e a aplicação de novas tecnologias. OUTROS COMPROMISSOS COM SUSTENTABILIDADE Em um projeto que prevê oferecer harmonia entre as pessoas e a natureza, o cuidado com os recursos naturais nasceu junto com a ideia inicial da obra. Para a Trisul ESG, é sinônimo de boas práticas e bons negócios. A construtora já adota práticas que a enquadram nos requisitos da sigla: responsabilidade ambiental, social e governança. O Oscar Ibirapuera é mais um empreendimento Trisul que atende todos os requisitos de sustentabilidade, a ponto de contar também com o selo Aqua HQE, que atesta que durante sua construção, e agora entregue aos moradores, gera baixos impactos ambientais, garantindo sempre o bem-estar e a saúde de seus usuários. Criado na França e aplicado no Brasil pela Fundação Vanzolini, a certificação promove a conscientização e o aprendizado de todas as partes envolvidas, direta ou indiretamente, no projeto, no processo construtivo e na ocupação do empreendimento. Fonte: Trisul/Assessoria FleishmanHillard Brasil

  • ARQUITETURA PARA IDOSOS: VEJA DICAS PARA IMPLANTAR NO LAR

    Patricia Melasso Garcia, professora do curso de arquitetura e urbanismo do UDF, explica que um lugar planejado deve apresentar boa acessibilidade, segurança e conforto Reprodução: Agência XCOM/Universitário do Distrito Federal (UDF) O lar de cada um reflete seu estilo de vida, personalidade, sonhos, preferências e até a geração que o indivíduo pertence. Por conta disso, a casa deve ser um local acolhedor, confortável, seguro e que atenda todas as suas necessidades, independentemente da idade. A professora Patricia Melasso Garcia, do curso de arquitetura e urbanismo do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), instituição pertencente ao grupo Cruzeiro do Sul Educacional, explica que o espaço destinado para determinada faixa etária é o que atende a todos os seus usuários, de qualquer idade. Ou seja, deve ser adaptado no quesito da acessibilidade, conforto, facilidade de deslocamentos e segurança. “Um cômodo direcionado para idosos, salvo em condições em que a norma estabeleça regramentos próprios em função do uso, deve incluir todas as idades. É o que chamamos de “desenho universal”. Em outras palavras, a arquitetura deve ser inclusiva e adaptar-se a todas as gerações. “É de extrema importância que haja boa acessibilidade, como uso de rampas e leves inclinações nos passeios e deslocamentos. Assim como portas e espaços que permitam o giro de uma cadeira de rodas e mobiliário de altura acessível à condição do usuário. Sinalização visual em tamanho grande também é importante, como torneiras e registros com movimentação simples para abertura e fechamento.” Pisos antiderrapantes e sem desníveis que impeçam o deslizamento dos pés devem ser escolhidos. O ideal é aderir a portas com soleiras inclinadas e não degraus, além de janelas e guarda-corpos mais altos que impeçam a queda. Corrimãos duplos, em alturas suficientes para a boa empunhadura são uma boa escolha. A docente ainda cita o conforto: “espaços com possibilidade de alteração de temperatura a depender da necessidade do idoso são ótimas opções. Se possível, quartos que permitam camas para assistência física e médica. O ambiente estar arejado, iluminado, revestido e com cores estimulantes faz toda a diferença. Além de armários e gavetas suspensos na altura do tronco para que o idoso não se abaixe ao pegar objetos”. A professora listou dicas para que espaços sejam mais acessíveis aos idosos: Aumento das portas de salas, quartos e banheiros; Aumento da largura dos boxes; Inversão do sentido das portas para fora; Troca de piso das residências para pisos antiderrapantes; Substituição da banheira por assentos ou cadeiras de banhos nos boxes; Instalação de pequenas rampas junto a degraus e escadas ou elevadores pequenos quando a habitação comportar. Ao realizar estes tipos de planejamentos e modificações, a preocupação financeira surge também, pois é necessário se atentar aos mínimos detalhes. A professora explica que alguns itens do projeto podem sair mais caros. Porém, caso o projeto seja pensando em sua totalidade, antes do envelhecimento dos seus usuários, os custos vão sendo compensados em toda a vida útil da edificação. Fonte: Agência XCOM/Universitário do Distrito Federal (UDF)

  • ENTENDA A FUNÇÃO DO DRENO NAS ESQUADRIAS

    Especialistas da CDA Metais, Kömmerling e Rehau debatem o tema e trazem dicas para a conservação das portas e janelas *Por Stephanie Fazio Instalado nos trilhos inferiores de portas e janelas, principalmente as de modelos deslizantes, o dreno tem como objetivo captar e drenar a água no encontro dos perfis centrais das folhas, mantendo a esquadria seca e protegendo o ambiente do risco de infiltração e alagamento. De acordo com Adalto Campos, técnico de desenvolvimento de produto da Rehau, marca de soluções baseadas em polímeros para os setores de construção civil, automotivo e industrial, o dimensionamento correto da esquadria e a montagem podem ter grande influência no sistema de drenagem. “Mesmo com todos os componentes no lugar certo, se uma folha está menor, a escova ou a peça de estanqueidade não cumprem sua função, porque não existe o contato que foi projetado no desenvolvimento da esquadria”, explica Campos. Para que o desempenho de estanqueidade tenha sucesso, a vedação da esquadria é o ponto central, de acordo com Daniel Unten, coordenador de projetos da CDA Metais, que atua na fabricação e pintura de perfis extrudados em alumínio. “Em portas e janelas temos usinagens e componentes que possibilitam a drenagem, dando a vazão necessária para a saída de água. O trilho recebe o volume de água e pelos drenos escoam para fora, de forma que ela não se acumule”, descreve. Ele cita como exemplo a Renoir 3.3 da CDA Metais, esquadria que tem um desempenho de estanqueidade que chegou a 300 pascal (Pa) em ensaio. “As usinagens também são essenciais, tanto na qualidade quanto na quantidade. Existe um estudo da quantidade de drenos que deve ser feito para cada tipologia, isso deve ser respeitado”, afirma o colaborador da Rehau. Outro ponto é a descompressão que é essencial nas esquadrias de PVC, por conta da hermeticidade que o sistema tem. Com a descompressão adequada, a drenagem é feita muito rapidamente, por conta do princípio da lata de óleo, com dois furos: um para a entrar o ar (descompressão) e outro para a saída do líquido (dreno), completa. Campos informa que os perfis de PVC possuem geometria com diversas câmaras, com funções distintas. Algumas dessas câmaras são projetadas para o sistema de drenagem. Uma das principais funções da esquadria de PVC é a de evitar a ação das intempéries na parte interna da edificação e a drenagem é uma das principais. Segundo Emerson Oliveira Rodrigues, engenheiro e coordenador de produto da Kömmerling, marca do Grupo que fornece sistemas de PVC para janelas e portas, as esquadrias deste material que seguem corretamente as normas de fabricação de “tipologias”, que são os "tipos" variados de modelos de esquadrias, cumprem o protocolo de abertura de pequenos canais condutores para a água. Assim, a água passa pela superfície de alguns perfis e sai para o lado externo da esquadria, sem invadir o lado interno, o que resultaria em infiltração e escorrimento ao longo do peitoril, como é chamada a parte de alvenaria abaixo de uma esquadria, bem como o piso interno de uma construção. Mesmo que uma forte chuva incida diretamente sobre a superfície dos vidros e dos perfis pelo lado extremo, o ambiente interno se manterá seco e seguro graças ao dispositivo de "drenos" ou "drenagem", que conduzirá o excesso de água que se acumula ao longo de um batente ou trilho para fora, garante o colaborador da Kömmerling. BENEFÍCIOS O dreno evita possíveis danos dentro da edificação, em relação à água; garante conforto e segurança na disposição dos móveis ou algum tipo de piso, sem risco de danos; e possui um bom sistema de drenagem, evita barulhos indesejados, como: assobios ou passagem de som e ar, informa Campos. Rodrigues complementa que o dispositivo mantém a esquadria seca e protege do risco de infiltração e alagamento do ambiente interno. “Mais do que isso, quando a esquadria conta com um sistema eficiente de drenagem de água, tais canais contribuirão com a limpeza e higiene do sistema”, diz. “Como todas as peças e mecanismos que formam o dispositivo são feitos de PVC não plastificável, a esquadria fica livre da oxidação ou sujeiras ocasionadas pela água parada bem como riscos de escorregões e quedas quando se passa sobre o trilho de uma porta, por exemplo”. PERIODICIDADE DA LIMPEZA De acordo com a exposição, a limpeza deverá ser realizada a cada um mês. Se os drenos estiverem obstruídos, deverá ser feita a limpeza de imediato, orienta Unten. Campos traz algumas dicas sobre o processo. A limpeza, em alguns casos, pode ser feita com aspirador, em regiões litorâneas, devido o acúmulo de areia; em portas, com piso rebaixado, em áreas verdes, deve-se estar atento ao acúmulo de folhas; e em esquadrias instaladas com ligação para o sistema pluvial da edificação, deve atentar-se para a desobstrução da saída final da água, ligado ao sistema de drenagem da esquadria. Para Rodrigues, a limpeza e manutenção dos drenos normalmente é feita juntamente com a higienização do ambiente e, mais precisamente, quando se limpa o piso ou a parede que está próxima da esquadria. “Uma vez a cada 60 dias é o suficiente para manter os canais desobstruídos de sujeiras. Usa-se panos com detergente neutro e pequenas escovas de limpeza, salvo em algum evento onde se observe acúmulos de resíduos, como areia de praia, folhas secas e insetos”, diz. No momento em que se está fazendo a finalização dos acabamentos de uma obra (alvenaria), é comum observar que os perfis de uma esquadria em PVC, principalmente os trilhos inferiores, ficam com uma grande parte dos resíduos pós-obra, sendo massas de acabamentos, poeira, pó de lixações de parede e piso e pequenos resíduos oriundos da finalização geral de uma obra. Até mesmo a lavagem do piso pós-obra pode deixar muitos resíduos de materiais sobre os trilhos e muitos, quando secam, obstruem a passagem dos canais de drenos, observa o coordenador de produto da Kömmerling. COMPONENTES QUE PODEM AFETAR O ESCOAMENTO DA ÁGUA À esquerda: representação da drenagem interior; e à direita: representação da drenagem exterior/Reprodução: Rehau Para além do dreno, Adalto Campos, técnico de desenvolvimento de produto da Rehau, e Daniel Unten, coordenador de projetos da CDA Metais, elencam componentes que podem afetar o escoamento da água, causando problemas no desempenho da esquadria. 1. Um componente importante do sistema de dreno é o corta vento, peça de estanqueidade ou caixa de dreno, instalada no encontro da mão de amigo das folhas e tem a função de interromper a comunicação da drenagem interna (de menor volume) com a drenagem externa (grande volume). A caixa de dreno tem como função ‘quebrar o vento’, para que a água não seja conduzida para a rota oposta da saída d’água; 2. A pingadeira também tem uma função importante por conta da escolha do uso, em certas situações, é necessária para evitar que um volume maior de água atinja e sobrecarregue o sistema de drenagem da esquadria; 3. As gaxetas dos vidros exercem uma função importante, se usadas incorretamente, podem criar uma entrada de água que não está dimensionada para a drenagem comum feita na esquadria; 4. Altura de escovas adequadas e o uso de escova com barreira FinSeal (FS) também agem como barreira de entrada da água e não sobrecarregam o sistema de drenagem; 5. A tampa da saída do dreno pode afetar na drenagem quando a pressão de vento age para dentro da edificação e não deixa o sistema escoar a água adequadamente. O técnico de desenvolvimento de produto da Rehau recomenda que todo o fabricante de esquadrias deve seguir sempre as orientações dos manuais técnicos de fabricação, pois eles contam com o cálculos de área de permeabilidade que são fundamentais para que haja um fluxo de escoamento da água correspondente e proporcional ao tamanho de uma esquadria. Daniel Unten, coordenador de projetos da CDA Metais, relembra que nas fachadas também existe um conceito de drenagem. No sistema de fachada unitizada Da Vinci, da CDA Metais, há uma inteligência que usa os princípios da física para drenar a água. Reprodução: CDA Metais “Abordamos aqui alguns conceitos de drenos, sendo que existem muitos outros. Mesmo mudando algumas usinagens e componentes, o princípio é o mesmo: auxiliar na estanqueidade da esquadria e da fachada de alumínio. Por isso, é de suma importância que o fabricante siga à risca todas as orientações de usinagens e que utilize os componentes que estão especificados nos catálogos técnicos, para que a esquadria ou a fachada tenha uma performance de qualidade”, conclui Unten.

  • 4 TENDÊNCIAS PARA O SETOR DE AÇO EM 2023 NA AMÉRICA LATINA

    Até 2028, o mercado global de aço deverá apresentar um crescimento médio de 2,5% ao ano, chegando a US$1,12 trilhões, segundo dados da Reports and Data (relatório baseado em dados, fruto da coleta e mensuração de informações úteis). Como o aço é um dos principais materiais do mundo, além de um componente essencial para impulsionar economias, é esperado que o setor influencie as tendências globais (e vice-versa). Neste sentido, a Associação Latino-Americana do Aço (Alacero), entidade responsável por reunir 95% da cadeia produtora e atuar como voz do setor, citou quatro das tendências esperadas para 2023 na América Latina: 1 - Sustentabilidade é peça-chave: A COP27, maior evento já realizado sobre o tema das mudanças climáticas, tem temas retratados que demonstram que se a sustentabilidade não for levada em consideração, os países terão problemas irreversíveis com os quais lidar. As preocupações globais com os aspectos de mudança climática dos negócios colocam em destaque o aço fabricado na América Latina. Trata-se de uma produção cerca de 30% mais limpa que a chinesa, uma vez que a energia utilizada na fabricação do aço vem de fontes renováveis, como energia eólica e hidrelétrica. Reduzir a pegada de carbono em toda a cadeia é essencial para evitar danos ainda maiores ao meio ambiente. Além disso, a utilização da sucata também pode ser uma opção para as empresas. 2 - Nearshoring (prática de terceirização de certas funções da empresa para instalações em países próximos) e competitividade: “As empresas latino-americanas não precisam de protecionismo e sim de comércio justo, com base em critérios bem estabelecidos. Quando o mundo compete em igualdade de condições, abrindo mão de práticas como o dumping (comercialização de produtos a preços abaixo do custo de produção) e os subsídios governamentais, a América Latina se destaca por sua capacidade de inovação”, ressalta Alejandro Wagner, diretor executivo da Alacero. A entidade acredita que, uma tendência para o desenvolvimento do setor em 2023, é utilizar o material produzido em regiões próximas, a exemplo da América Latina se autossustentar. 3 - Educação e geração de empregos: Dados da Alacero apontam que, na América Latina, o setor de aço emprega 1,3 milhão de pessoas diretamente na produção de 64,7 milhões de toneladas em 2021. A região, porém, consome 74,9 milhões de toneladas de aço por ano. Para defender a geração de empregos e todo um ecossistema que se beneficia da cadeia do aço, porém, é preciso mudar alguns paradigmas. Essas mudanças irão gerar benefícios econômicos e sociais, aumentando a vocação sustentável da região. Há uma intensa concorrência na atração de pessoas. A indústria do aço compete com empresas de serviços e de tecnologia pelos profissionais que trilharão o caminho da inovação do setor. Por isso, a Alacero apoia, a nível América Latina, o desenvolvimento de projetos de educação que podem fazer uma diferença enorme. 4 - Desenvolvimento econômico: Nas linhas de sustentabilidade com proteção regional e aposta em educação, a quarta tendência é, inevitavelmente, o desenvolvimento econômico do setor de aço na região da América Latina. O aço é um elemento essencial para o desenvolvimento econômico da região. E, além disso, vem ganhando um protagonismo ainda mais importante dia após dia, uma vez que o mundo inteiro precisará de mais material – de melhor qualidade e mais sustentável. Por ser uma substância presente no início da cadeia produtiva de uma série de setores, a evolução do setor do aço tem um impacto positivo fortíssimo em toda a economia. Fonte: Alacero

  • APLICABILIDADE DO IOT NA CONSTRUÇÃO CIVIL: O QUE ESPERAR PARA OS PRÓXIMOS 5 ANOS?

    *Por Vinicius Callegari, co-fundador da GaussFleet, plataforma de gestão de máquinas móveis para siderúrgicas e construtoras Não é novidade que a tecnologia teve um papel fundamental na evolução de diversos segmentos nos últimos anos e, na construção civil, não foi diferente. A implementação de soluções como a Internet das Coisas (IoT), por exemplo, é uma das responsáveis por impulsionar as inovações digitais até 2023. Segundo o estudo “Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil”, realizado pelo BNDES em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, os resultados apontam que o Brasil pode ganhar US$27 bilhões em potencial econômico até 2025 devido à economia com gestão pública, transporte, segurança e energia promovida pela IoT. Isso nos traz a conclusão de que é necessário apostar nessa tecnologia para trazer mais competitividade ao setor. Quando utilizamos essa inovação no canteiro de obras, por exemplo, ao realizar o monitoramento de máquinas móveis, conseguimos otimizar seu uso, reduzir sua ociosidade, controlar a temperatura e também o desgaste dos equipamentos. Além disso, por meio do IoT, é possível realizar o controle de todas as obras em tempo real e de maneira remota, proporcionando mais flexibilidade aos profissionais. Quando pensamos em como essa tecnologia irá beneficiar a construção civil nos próximos cinco anos, acredito que as edificações inteligentes terão uma grande evolução ao aplicar o IoT. Digo isso porque a tecnologia irá permitir com que todos os ambientes sejam controlados por meio de smartphones , isto significa que a temperatura do ar-condicionado, abrir e fechar janelas, acompanhar o consumo de suprimentos da sua geladeira, entre vários outros itens, poderão ser acompanhados em tempo real. De acordo com pesquisa recente da Global Data, o mercado global da tecnologia da Internet das Coisas (IoT), deverá atingir US$318 bilhões até 2023, a uma taxa composta de crescimento anual de 20%. Isso é um número que serve de aviso para os empresários e compositores da indústria. É preciso olhar com atenção e se inteirar sobre essas novas soluções. Por fim, acredito que as redes inteligentes: máquinas e sistemas conectados, são um caminho sem volta. E a implementação do IoT está aí para provar que é possível segmentos complexos, como a construção civil, utilizar a inovação para melhorar cada vez mais os processos dentro de obras. Vale a pena ficar de olho nos próximos anos e acompanhar a evolução dessa tecnologia. Fica a dica! Fonte: Piar Group

  • ESQUADGROUP INCENTIVA O USO DO CANAL DO CLIENTE, PORTAL GRATUITO DA MARCA

    A página disponibiliza diversos tutoriais, vídeos, comunicados, além do acesso direto ao chat com a equipe de suporte técnico O canal do cliente é o portal gratuito oficial da Esquadgroup, onde o usuário encontra conteúdos que auxiliam no uso do sistema CEM, software voltado para cálculo de esquadrias. A página é composta por diversos tutoriais, vídeos, comunicados, além do acesso direto ao chat com a equipe de suporte técnico. O CEM, disponível nas versões intermediária e completa, realiza orçamentos com rapidez e precisão, levantamento de material e emite relatórios, também conta com um amplo portfólio de perfis, componentes, vidros e esquadrias (MOF) pronto para uso, além de permitir que o usuário crie suas próprias tipologias. Criado pela Alumisoft há mais de 30 anos, o software é continuamente aprimorado para atender às necessidades e solucionar os problemas do dia a dia da indústria de esquadrias. APLICATIVO O CEMSync é um aplicativo disponível para smartphones Android ou iOS que funciona integrado ao software CEM da empresa. O objetivo do CEMSync é substituir lápis, caneta, papel e prancheta, quando o cliente está nas suas obras criando o rascunho que será enviado para o orçamentista. “Nós chamamos esse ‘rascunho’ de solicitação de orçamento e, é isso que o CEMSync vai te ajudar a fazer”, diz a Esquadgroup. Com o CEMSync é possível criar a solicitação de orçamento a qualquer hora e em qualquer lugar direto do seu smartphone. Suas solicitações ficam organizadas, padronizadas e o tempo para elaboração da proposta de orçamento e retorno ao cliente é muito menor. “Antes de baixar o CEMSync, entre em contato com o departamento comercial para solicitação da licença”, informa a empresa. Fonte: Esquadgroup

  • ONE TOWER RECEBE CERTIFICADO MUNDIAL DE EDIFÍCIO RESIDENCIAL MAIS ALTO DA AMÉRICA LATINA

    Com 290m de altura, o empreendimento, que será inaugurado em dezembro, é chancelado pelo CTBUH O One Tower, localizado na avenida Atlântica em Balneário Camboriú, litoral norte de Santa Catarina, endereço com maior valorização imobiliária do Brasil, traz a assinatura da FG Empreendimentos, recebeu o certificado mundial de edifício residencial mais alto da América Latina. A marca é chancelada pelo Conselho de Edifícios Altos e Habitat Urbano (CTBUH), organismo internacional do setor de arranha-céus e design urbano sustentável. Além de divulgar importantes informações sobre as construções e seus lançamentos, o CTBUH também é reconhecido como o principal recurso global para dados interativos de edifícios urbanos altos. Com 290m de altura, o One Tower conta com 84 pavimentos, sendo 70 habitáveis, o edifício possui dois apartamentos por andar, apresentando quatro andares com áreas de lazer com mais de 20 ambientes – sendo duas nos andares 56 e 57, figurando também com o lazer mais alto dos Américas. “Esta certificação reforça todo o trabalho desenvolvido e o investimento no desenvolvimento de tecnologias nos assegura a transformação do mercado da construção civil e o skyline de Balneário Camboriú. Temos orgulho de fazer parte dessa história, não apenas da FG, mas de todo o segmento”, destaca André Bigarella, diretor de engenharia da FG Empreendimentos. O empreendimento conta com 52.785,06 m² construídos, foram utilizadas mais de nove mil toneladas de aço, 24.992,82 m³ de concreto, mais de cinco mil toneladas de contrapiso e reboco e contou com a participação de mais de dois mil trabalhadores direta e indiretamente. O One Tower será entregue no próximo mês de dezembro, data em que o presidente do CTBUH também estará em Balneário Camboriú para a entrega do certificado. Fonte: Assessoria Comunique-se

  • NOVIDADE: CONTRAFECHO EM ALUMÍNIO EXTRUDADO É LANÇAMENTO DA VITA COMPONENTES

    Contrafecho CON-370 em alumínio extrudado. Esta é uma das novidades de 2022 do catálogo Vita Componentes, distribuidora e fabricante de acessórios para esquadrias, divulgada através do Instagram da marca no início deste mês de novembro. O contrafecho exerce uma função no uso dos fechos com trava e, com este modelo, terá maior qualidade e evita manutenções futuras que podem ocorrer. Segundo Altair Lima, diretor da empresa, o produto é utilizado nas laterais de portas e janelas nas diversas linhas 20mm e 25mm de mercado, onde as linguetas das conchas travam. “Quando batem, com o tempo, essa pecinha pode quebrar, pois é feita de uma liga de vários metais. Em contrapartida, esse novo produto é feito de perfil extrudado usinado, ou seja, pode bater que nunca irá quebrar. E é uma peça tão barata, mas que para trocar, dá muita mão de obra, pois tem que desmontar a esquadria para fazer a substituição”, explica. “Comercializamos nas cores preto e branco, já com parafuso de fixação”, afirma a Vita Componentes. Fonte: Vita Componentes

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