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- VIDROS DE CONTROLE SOLAR, REFLETIVOS, SELETIVOS E LOW-E
*Por Fernando Simon Westphal Quando se fala em vidros para conforto térmico e eficiência energética é comum aparecer essa nomenclatura: vidros de controle solar, refletivos, seletivos e low-e . Muitas vezes esses termos geram confusão e por isso eu gostaria de dedicar este texto à apresentação de alguns conceitos importantes. Antecipando a resposta, segue um resumo: vidros de controle solar e vidros seletivos são a mesma coisa; os refletivos e os low-e são tipos de vidros de controle solar. O vidro de controle solar é aquele que possui um revestimento metálico ( coating , em inglês) impregnado numa das faces do vidro ainda na fábrica. Esse revestimento tem a função de filtrar a radiação solar, resultando em diferentes taxas de transmissão de luz e calor. Dependendo da composição desse coating , ou seja, dos tipos de metais e óxidos metálicos utilizados para formar esse revestimento, o vidro acaba por “selecionar” a radiação do sol que incide sobre o vidro, deixando passar mais luz do que calor. Por isso, esses vidros são também chamados de seletivos. Na literatura estrangeira, é comum encontrar as duas expressões: selective glazing systems , ou seja, sistemas de envidraçamento seletivos; e glass for solar control , cuja tradução literal seria vidro para controle solar. Os dois termos estão corretos e tratam do mesmo produto. Aqui no Brasil, a norma que trata desse vidro, ABNT NBR 16023, utiliza a nomenclatura “vidros revestidos para controle solar”. Alguns fabricantes nacionais têm adotado o termo “vidro de proteção solar” para atingir o consumidor final com um significado mais direto do que o produto é capaz de proporcionar. Eles estão corretos. Defendo até que deveríamos mudar nossa norma para oficializar esta expressão. O termo “vidro refletivo” também é utilizado no mercado para se referir ao vidro de controle solar, porque na maioria das vezes esse tipo de vidro é mais refletivo (espelhado) do que um vidro incolor comum. Mas eu não concordo com essa expressão, porque acaba induzindo o consumidor a crer que todo vidro de controle solar é espelhado, o que não é verdade. Por isso, acho que esta expressão leva a confusões e prefiro não utilizar. Na verdade, para mim, vidro refletivo seria um vidro espelhado. O vidro low-e é um tipo de vidro de controle solar. Recebe essa nomenclatura porque o revestimento metálico desse produto tem uma composição que resulta em uma superfície de baixa emissividade (em inglês, low emissivity , daí a expressão low-e ). A baixa emissividade é uma característica dos metais polidos em evitar a radiação de calor. É o que chamamos de “barreira radiante”. Se o material tem dificuldade de emitir calor por radiação, ele resulta em menos trocas térmicas, logo torna-se mais isolante. É como se ele esquentasse, mas não emitisse o calor. Nos vidros, funciona da seguinte maneira: imagine que o vidro esquenta com a incidência do sol na fachada; se o revestimento metálico é colocado na face interna do vidro, ele terá dificuldade de irradiar o calor para dentro do ambiente, emitindo mais calor para o exterior. Na prática, é como se o vidro jogasse mais calor para fora do que para dentro, ou como se refletisse mais o calor de volta para o exterior. Por isso existe a confusão em chamar esses vidros também de “refletivos”. Na verdade, os vidros low-e são exatamente o contrário. Geralmente, são vidros mais transparentes e menos espelhados do que os vidros de controle solar comuns. São produtos mais sofisticados. Toda essa nomenclatura gera certa confusão, por isso eu insisto sempre na análise das propriedades do produto, seus dados de transmissão de luz e calor. No fim das contas, o desempenho é o mais importante e a especificação deve ser feita sempre pelos dados técnicos. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- OXIBLOCK: SOLUÇÃO DA PROJETO ALUMÍNIO PARA EVITAR CORROSÃO EM PAINÉIS DE ACM EM REGIÕES À BEIRA MAR
*Por Johnny Vieira de Souza – responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto e professor universitário No passado, a exposição da espessura do alumínio no perímetro dos furos ou dos recortes poderia ser um problema em regiões atmosféricas agressivas, como áreas litorâneas devido à maresia ou altamente industrializadas, onde há maior concentração de poluição. A possibilidade de oxidação e ou manchas na pintura, poderia ser um problema, pois o alumínio na borda (sem pintura) ficava exposto a intempéries (figura 1). Com objetivo de sanar esta situação, a Projeto Alumínio lançou, recentemente, o Oxiblock. Este produto tem a finalidade de impedir a exposição de áreas frágeis (sem pintura) do ACM conformado, ou seja, áreas que foram perfuradas, cortadas ou usinadas, nas quais a lâmina de alumínio fica exposta a intempéries. Segundo a Projeto Alumínio, o Oxiblock é um produto à base de água, para aplicação é necessário a diluição em água limpa, na proporção um para um. O produto é livre de metais pesados e teve eficiência de proteção superior a 90% nos testes laboratoriais realizados. PROCEDIMENTOS DE APLICAÇÃO O processo de aplicação do produto é manual (pincel fino ½ polegada de largura) e deve ser feito após a usinagem, recorte ou perfuração das peças, nas áreas onde o alumínio sem pintura está exposto (figura 1). De acordo com a Projeto Alumínio, o Oxiblock impede a ação de corrosão filiforme na pintura. A aplicação do produto restringe-se somente a regiões litorâneas ou altamente industrializadas. É importante atentar-se que o Oxiblock deve ser aplicado antes de tirar a película protetora do ACM e não pode ter contato direto com a pintura do painel, pois poderá provocar manchas. O produto é líquido, a aplicação deve ser realizada com pincel (fino ½ polegada de largura) em superfície limpa, deve ser seco em temperatura ambiente e o tempo de cura é de um minuto, aproximadamente. A aplicação deve ser uniforme, em mão única e a cobertura do produto deve ser total sobre o alumínio exposto para eficiência da proteção. A Projeto Alumínio destaca que o produto deve ser manuseado com luvas e óculos protetor para evitar contato direto com a pele e os olhos. Caso precise descartar, a embalagem original com o produto deve retornar para a Projeto Alumínio. O produto não pode ser descartado na natureza e não pode ser aplicado com borrifador. EFICIÊNCIA Os ensaios foram realizados nos painéis de ACM de séries que não são recomendadas para ambientes agressivos, justamente para poder evidenciar melhor os resultados do produto. Os produtos das séries ensaiadas são utilizados em locais fora da ação da maresia ou em ambientes internos, uma vez que não passaram pelo ensaio Prohesion 500 horas. Nesse tipo de ensaio, analisa-se a superfície total da chapa de ACM e o comportamento da corrosão nas bordas e na parte central. O material é classificado de acordo com o alastramento da corrosão. A figura 2 mostra um comparativo dos corpos de prova sem e com aplicação do Oxiblock nas bordas. Segundo a Projeto Alumínio, os resultados dos testes são positivos e apresentam que a introdução da camada protetora do Oxiblock resultou numa melhora considerável em relação à resistência à corrosão do ACM, notadamente nas superfícies que ficaram desprovidas da proteção após a usinagem. Materiais que anteriormente não poderiam ser utilizados em ambientes sob influência da maresia passam a ter melhora considerável em relação à resistência à corrosão. A fabricante ressalta que não é possível estabelecer o tempo adicional de durabilidade em relação ao material sem proteção, uma vez que fatores como salinidade, clima, umidade, ventos, poluição, incidência de UV, inclinação, formas de usinagem, sistemas de fixação, entre outros, afetam diretamente na agressividade do meio. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- HYDRO E UFPA INICIAM PROJETO DE OBSERVATÓRIO PARA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE BARCARENA, NO PARÁ
Pesquisa vai criar um sistema que compila dados sobre o município para retratar a situação dos principais indicadores de desenvolvimento na região Reunião Observatório de Barcarena/Divulgação: Hydro e Assessoria In Press Porter Novelli Com uma potente indústria que exportou o equivalente a US$ 2,3 bilhões em 2021, Barcarena, no Pará, recebe os investimentos do Fundo de Sustentabilidade Hydro. Para avaliar o desempenho dos investimentos já feitos na região e incentivar que outros sejam feitos, será iniciado o projeto para organização do Observatório do Desenvolvimento Sustentável de Barcarena (ODSB), por meio de uma parceria inédita do Fundo de Sustentabilidade Hydro e a Universidade Federal do Pará (UFPA). Localizada a 252 km da capital Belém, a cidade tem o 3º superávit comercial no ranking estadual e o 19º, entre os 5.570 municípios brasileiros. O objetivo do projeto é retratar a situação dos principais indicadores do desenvolvimento municipal, bem como fazer associações com outras variáveis socioeconômicas, tecnológicas e ambientais, a fim de elaborar boletins analíticos que revelem a relação entre a dinâmica do desenvolvimento municipal e as principais atividades de Barcarena. A pesquisa, com apoio da Faculdade de Economia da Universidade, pretende, num período de dois anos, levantar indicadores de desempenho para emprego, renda, meio ambiente, saneamento, educação, cultura, esporte, lazer, mobilidade, ordenamento territorial, habitação, segurança pública, pandemia, conectividade, instituições locais e participação social, que ficarão disponíveis para acesso das instituições públicas e privadas que queiram investir na região. Esses indicadores serão fundamentais para nortear ações mais eficientes, eficazes e efetivas, assim como delimitar as prioridades de investimentos tanto corporativos quanto públicos. “O Observatório será uma ferramenta indispensável tanto para o planejamento do investimento do Fundo de Sustentabilidade Hydro, assim como para servir de base às discussões dos membros da Iniciativa Barcarena Sustentável (IBS) na busca de soluções para os desafios de Barcarena, além de servir como instrumento de pesquisa e estudo que dará o suporte às ações dos parceiros no município. Todos os interessados em desenvolver ações de desenvolvimento em Barcarena serão beneficiados”, avalia Eduardo Figueiredo, diretor executivo do Fundo. Um eficiente Sistema de Informações permite acompanhar a direção e os efeitos que as atividades produtivas exercem sobre o território e, a partir daí, traçar estratégias adequadas para que tais atividades possam ser capazes de impulsionar outros investimentos produtivos e gerar mais emprego e renda tanto na economia local, como em áreas de abrangência mais amplas. Entre outras iniciativas, o Fundo apoia, desde 2021, em Barcarena, projetos de agricultura familiar que já lançaram mais de 50 produtos no mercado. "A parceria do Fundo de Sustentabilidade da Hydro com a UFPA para estabelecer um conjunto de indicadores sobre o atual estágio de desenvolvimento de Barcarena a fim intervir, com base na teoria da mudança da IBS, em ações mais efetivas que transformem qualitativamente o município, é uma enorme oportunidade que gera benefícios mútuos, tanto para a empresa como para a Universidade e para a sociedade de Barcarena”, avalia a professora Maria Amélia Enríquez, diretora de acordos internacionais na UFPA. “A empresa vai poder contar com estudos e técnicas avançadas que lhe permitirão ampliar o conhecimento da realidade em que atua e, por conseguinte, dar mais eficácia às suas ações. A Universidade terá uma fonte adicional de recursos para fazer seus estudos e melhor formar os discentes envolvidos. A população de Barcarena será a grande beneficiada, pois todo este esforço é para tornar mais efetiva as políticas e as ações do Fundo, com vista à investir em programas e projetos que realmente impactem positivamente a qualidade de vida das pessoas que ali vivem", conclui a professora. Fonte: Hydro/Assessoria In Press Porter Novelli
- DESIGN, PROTEÇÃO E ISOLAMENTO: CONHEÇA OS MODELOS DE VEDA PORTA DA ROTO FERMAX
A solução bloqueia a passagem de luz, som, calor, vento, insetos e até fumaça, segundo a fabricante Quando a porta se fecha, o veda portas entra em ação com acionamento automático, criando isolamento. A borracha desce gradualmente, bloqueando a passagem de luz, som, calor, vento, insetos e até fumaça, descreve a Roto Fermax, fabricante de ferragens para portas e janelas de alumínio, PVC, madeira e ACM. Compostas por pino acionador, parte interna do perfil, borracha de vedação e parte externa do perfil, as soluções da empresa podem ser encontradas nos modelos de embutir e sobrepor. Disponíveis nos tamanhos de 830 a 1030 m, os produtos possuem as seguintes características, segundo a marca: montagem e regulagem simples e rápida; utilização em porta com abertura à direita ou à esquerda; botão de acionamento ajustável; regulagem da borracha de vedação com botão acionador; não arrasta no chão ao abrir a porta; nivelamento automático em soleiras desniveladas; fixação através de parafusos; vedação de borracha; entre outras. “Você pode personalizá-lo de acordo com suas necessidades. Uma solução inteligente para um ambiente mais seguro e tranquilo”, afirma a Roto Fermax. Fonte: Roto Fermax
- CONHEÇA AS VANTAGENS DO E-COMMERCE DIVINAL VIDROS
A plataforma de e-commerce da Divinal Vidros, disponível desde 2012, possibilita o acesso, realização e acompanhamento de pedidos e consulta das notas fiscais, conforme a distribuidora de vidros. Entre as vantagens da ferramenta, a marca destaca: agilidade, sem filas, é possível solicitar o pedido à distância; acesso facilitado de qualquer dispositivo; controle financeiro, acesso às notas fiscais, boletos e histórico de pedidos. Segundo a Divinal Vidros, os clientes interessados em utilizar a plataforma devem entrar em contato com o vendedor e informar o interesse, o profissional irá enviar os dados para a equipe de gerência comercial, sendo avaliado já terá o acesso com login e senha e o cliente poderá utilizar. Além disso, a empresa informa que oferece suporte e treinamento sobre a plataforma, por telefone, acesso remoto ou presencial, caso o cliente precise. “Hoje a equipe conta com o WhatsApp próprio do e-commerce, os clientes conseguem falar diretamente com a equipe para tirar dúvidas na hora de inserção ou se no processo aconteceu alguma coisa”, informa a empresa. Fonte: Divinal Vidros
- FESQUA VETRO: VIDRO PARA A CONSTRUÇÃO SERÁ DESTAQUE NA FESQUA 2024
“Maior feira de esquadrias das Américas, e terceira maior do mundo nesta indústria, a FESQUA está ganhando a partir de 2024 o reforço de uma nova marca: a FESQUA VETRO”, anunciou, recentemente, Luis Tavares, diretor do GRUPO CONTRAMARCO, realizador do evento. “Na verdade, nós já temos uma feira de vidro dentro da FESQUA, com mais de 150 marcas, porém esse segmento não era identificado e não tinha um destaque à parte; agora iremos focar e destacar de forma clara para o público visitante o setor do vidro dentro da feira”, acrescentou Tavares, salientando que a FESQUA VETRO “vem para representar o setor do vidro dentro da feira de esquadrias; a gente entende que precisa estender o tapete para o vidraceiro, ele tem que se sentir representado dentro da FESQUA”. Na construção civil, costuma-se dizer que esquadria e vidro formam um “casamento perfeito” — e este é o conceito que envolve a inclusão da marca FESQUA VETRO na grande Feira Internacional da Indústria de Esquadrias. Há bom tempo, os segmentos de esquadrias e de vidro para construção deixaram de ser separados, tornando-se um único mercado que oferece soluções integradas. “Na próxima FESQUA, a ideia é receber ainda mais vidraceiros e empresários que trabalham com vidros ligados às esquadrias”, afirmou Tavares. “Esta é uma oportunidade incrível para as empresas do vidro apresentarem seus produtos e serviços a clientes potenciais e ter contato direto com profissionais nacionais e internacionais do mercado de esquadrias e vidro, estimulando o aumento dos seus negócios e reforçando o posicionamento de suas marcas”, destacou o realizador. Desde o lançamento oficial da marca FESQUA VETRO, é crescente a atenção do setor do vidro para construção sobre a FESQUA 2024, gerando o interesse e a adesão de importantes empresas da área, entre as quais, fabricantes de vidro, têmperas e beneficiadoras, fornecedoras de máquinas, equipamentos e demais componentes para a indústria vidreira. DESDE 2002 NA FESQUA “O vidro está dentro da FESQUA desde 2002, quando a Divinal Vidros teve seu primeiro estande, depois vieram a PKO, Unividros, Divimax, Tempermax e muitas outras empresas”, enumerou Tavares, observando que, dentro da FESQUA 2024, já estão confirmados 56 estandes do setor do vidro, com 150 expositores, equivalentes a 6.000m² de área. Dos 48.000 visitantes recebidos na edição da FESQUA em 2022, cerca de 12.000 foram de profissionais do setor vidreiro. “O mercado de esquadrias e vidro para construção é um só. Um único setor, uma única feira. Por isso, o vidro na FESQUA agora é FESQUA VETRO!”, enfatizou Tavares. EM 2024 Nos dias 11 a 14 de setembro do próximo ano, no São Paulo Expo, na capital paulista, a FESQUA e a coligada FESQUA VETRO irão mostrar ao público a única feira especializada no setor que atende de forma abrangente — no mesmo local e data — as indústrias de vidro e esquadrias, apresentando claramente uma ampla variedade de soluções para os profissionais visitantes, provenientes de todas as regiões do Brasil e de mais 18 países. No total, estão previstas mais de 700 marcas expositoras nacionais e internacionais no evento, que deverá receber mais de 48.000 visitantes qualificados em uma área de 38.000m² de exposição. Mais informações: fesqua.com.br @fesquavetro @fesqua Telefone: (11) 5539-3200
- 7 ESTRATÉGIAS PARA FAZER O MIX DE PRODUTOS AUMENTAR OS RENDIMENTOS DA REVENDA
Na hora de comprar os itens para revender, recomenda-se um estudo que considere o porte do negócio, o público-alvo, o perfil dos consumidores, entre outros pontos Divulgação: MicroUniverso e Cimento Itambé Uma loja de revenda de materiais da construção civil precisa aplicar variadas ferramentas comerciais e de marketing para lucrar cada vez mais. O mix de produtos é importante para o aumento do ticket médio , ou seja, valor médio das vendas, sendo usado como indicador de desempenho para que os varejistas possam entender o comportamento do consumidor e aumentar as vendas. A conta do ticket médio é simples: faturamento dividido pelo número de vendas. O portfólio de produtos vai impactar diretamente na quantidade e na qualidade das vendas. Na hora de comprar os itens para revender, recomenda-se um estudo que considere o porte do negócio, o público-alvo, o perfil dos consumidores, entre outros pontos. Com a facilidade de comprar preços dos produtos na internet, o varejo físico vem se transformando, com mais poder, os consumidores se tornaram mais exigentes. Veja 7 estratégias para fazer o mix de produtos aumentar o ticket médio . 1 - GESTÃO DO ESTOQUE Nem sempre vai dar para expor todos os produtos na loja. No entanto, tê-los em estoque é uma boa ideia ao atender um cliente e observar que ele quer outra marca, custo-benefício ou opção. 2 – O TREINAMENTO DA EQUIPE Muitas vendas são perdidas ou deixam de ter maior ticket médio simplesmente porque os vendedores não sabem como fazer isso ou não estão motivados. É preciso pensar em ideias, como as das comissões, porque elas estimulam as pessoas da área comercial a realizar as vendas em maior volume e valor. Um bom vendedor é aquele que faz sugestões e indicações de produtos que tenham a ver com o que o cliente busca. 3 – O LAYOUT DA REVENDA Uma loja organizada pode significar mais vendas, também. Tecnicamente, se fala em layout de espaço. Isto é, uma maneira ajustada de auxiliar os consumidores a encontrarem os melhores produtos para o que eles precisam naquele momento. Isso envolve ter balcões de atendimento, corredores, prateleiras e assim por diante, cada detalhe precisa ser pensado de maneira com que o cliente se sinta em casa. Além disso, categorizar os produtos e identificá-los pela descrição, categoria e preços. 4 – A TECNOLOGIA COMO ALIADA Ao realizar vendas, é importante atualizar a base de cadastros. A partir disso, é possível criar campanhas publicitárias ou automatizar ferramentas, como a de e-mail, para se comunicar com os compradores. Hoje, essa é uma realidade que permite aumentar o faturamento. Ainda que não seja uma forma direta de aumentar o ticket médio de uma venda, a tecnologia e suas ferramentas podem ser importantes para realizar novas vendas para um mesmo cliente. Usar lembretes e personalizar descontos é um resultado de como isso funciona bem. 5 – QUALIDADE DOS PRODUTOS Quem visa ter um lugar completo precisa pensar em comodidades para as pessoas. Ao ter marcas conhecidas pelo mercado, a loja passa credibilidade ao consumidor. Lembre-se que os clientes estão mais exigentes e visam, entre tantas coisas, a qualidade dos produtos. 6 – O PERFIL DO CONSUMIDOR A ideia é que se faça treinamentos e capacitações voltadas para o melhor entendimento do perfil do consumidor, que pode se alterar rapidamente. 7 – A LOJA COMO LUGAR DE EXPERIÊNCIA As pessoas desejam se sentirem bem-atendidas, compreendidas e com foco nos seus problemas. Fonte: Esaf
- POR QUE A JANELA DE ALUMÍNIO ESTALA?
A dilatação térmica é um dos fatores mais comuns para as janelas estalarem. Devido à alta condutividade térmica do alumínio, este metal reage às variações de temperatura, expandindo-se com o calor e contraindo-se no frio. Estas mudanças podem ocorrer durante o dia ou à noite, ou ainda com a troca das estações. Cada variação de temperatura leva o alumínio a se expandir ou contrair, o que resulta em estalos, segundo a CDA Metais, que atua na fabricação e pintura de perfis extrudados de alumínio. O estalo das janelas de alumínio não é exclusivo deste material. Outros materiais, como o PVC e o aço, também podem apresentar estalos devido à expansão e contração térmica, informa a fabricante. De acordo com a Aluparts, especialista em retrofit de fachadas, limpeza de fachadas e vedação de vidros, janelas de alumínio e esquadrias, a variação dimensional no alumínio ocorre tanto no sentido vertical quanto nas travessas horizontais. E quando não há folgas para acomodar os materiais, acabam ocorrendo ruídos e deformações que prejudicam todo o sistema das fachadas. Para o calcular a dilatação e contração do alumínio, o coeficiente é: 24 x 10^(-6), conforme a Aluparts. Por exemplo: qual a deformação para o perfil de alumínio de 4 m de comprimento, submetido à variação de 40° C de temperatura. Deve-se levar em conta que: α= 24 x 10^(-6) α= 0,000024 E fazer a verificação da variação do comprimento: ∆l = 4000 x 40 x 0,000024 ∆l = 4mm ASSENTAMENTO DA ESTRUTURA Com o tempo, as janelas de alumínio podem sofrer um assentamento natural da estrutura devido a fatores como vibrações externas ou até mesmo o próprio peso da janela. Esse assentamento pode causar pequenos estalos quando a estrutura se acomoda. Para minimizar o estalo das janelas, algumas soluções podem ser adotadas, como usar folgas de montagem adequadas e componentes específicos que evitem esse problema, como a guarnição, segundo a CDA Metais. “Os estalos das janelas ou esquadrias de alumínio, embora chamem atenção, geralmente não comprometem a sua integridade estrutural. Porém, se eles estiverem acompanhados de outros problemas, como vazamentos de ar ou dificuldade em manusear as janelas, o ideal é procurar a opinião de um profissional”, orienta a fabricante. Fontes: CDA Metais e Aluparts
- SOLUÇÃO SACADAS APRESENTA ESQUADRIA MINIMALISTA
O sistema MWO conta com vão totalmente aberto, minimalista, fácil manuseio, atende grandes e pequenos vãos, com mais vidro, transparência, versatilidade e funcionalidade, segundo a Solução Sacadas, desenvolvedora de sistemas para envidraçamento. Entre os diferenciais, a marca destaca: solução com menos alumínio e mais vidro, sistema dinâmico com várias formas de abertura, fechamento de vãos mais altos, vedação eficiente, possibilidade de persiana integrada e trilho embutido ou sobreposto. “A chapa de correção pode ser utilizada quando for necessário corrigir o prumo da parte superior e inferior da instalação. O prolongador possibilita a correção de viga em até 20 mm de desnível na parte superior. O trilho inferior é feito com polímero de alta resistência, com altura de 23 mm, suportando a passagem de carro por cima”, afirma a empresa. Fonte: Solução Sacadas
- ELEVANDO A ARQUITETURA COM SOLUÇÕES INOVADORAS DE FACHADA
Mover-se em direção a um futuro sustentável é um desafio global que envolve que todas as disciplinas trabalhem juntas. De acordo com o Relatório de Status Global 2021 para Edifícios e Construção , quase 40% das emissões de carbono vêm desta indústria. Isso coloca uma grande responsabilidade sobre ela, que deve estar aberta a explorar estratégias, tecnologias e materiais inovadores para pavimentar o caminho em direção a uma meta de sustentabilidade universal: alcançar a neutralidade de carbono até o ano de 2050. Com isso em mente, este artigo apresenta três produtos e sistemas específicos – vidros de baixo carbono, concretos de baixo carbono e materiais leves – que arquitetos estão aplicando em seus projetos para contribuir para um design arquitetônico de baixo impacto. VIDROS DE BAIXO CARBONO Fachadas representam 20% da pegada de carbono incorporada de um edifício. Portanto, adaptá-las de maneira que minimizem as emissões pode ser muito útil para reduzir o impacto ambiental geral de um projeto. Considerando a alta presença de vidro nas fachadas, bem como seu papel na eficiência energética, é importante prestar atenção às inovações atuais. Por exemplo, avanços técnicos modernos resultaram no primeiro vidro de baixo carbono, o ORAÉ da Saint-Gobain, fabricante de materiais e serviços para os mercados de construção, que contém 64% de conteúdo reciclado e tem uma pegada de carbono de apenas 6,64 kg CO2 eq./m2 para um substrato de 4 mm, uma redução de 42% em comparação com o vidro transparente da marca na Europa. Ao combinar o vidro de baixo carbono com revestimentos de alto desempenho, é possível obter uma redução significativa das emissões de gases de efeito estufa geradas durante o uso diário de um edifício, graças ao aproveitamento da luz natural, controle solar e desempenho de isolamento térmico dos vidros. Essa iniciativa pioneira já foi ou será aplicada com sucesso em quatro projetos: “Kalifornia” em Hauts-de-Seine, França; “Le Parc Polyclinic” do Grupo Elsan em Caen, Calvados, França; reabilitação do “Carré Invalides” em Paris, França; e “Habitat 7” em Gotemburgo, Suécia. A introdução de vidro de baixo carbono específico para fachadas em cada um desses edifícios representou um passo importante no caminho em direção à neutralidade de carbono. Embora o ar-condicionado possa ser uma solução fácil para reduzir as temperaturas, certamente não é a opção mais " eco-friendly" . Para aqueles que buscam inovações sustentáveis para reduzir a necessidade de equipamentos de refrigeração sem comprometer o desempenho técnico ou estético, o uso de vidro de controle solar oferece benefícios tanto durante o dia quanto na proteção contra o calor. Com um revestimento exclusivo que reduz a quantidade de calor solar que entra no edifício, ele reduz a necessidade de estratégias ativas de resfriamento. Incorporando esse material na arquitetura e no design, o vidro de controle solar triplo prata pode ser aplicado em fachadas, janelas, telhados, grandes vãos envidraçados e clarabóias. Os benefícios que esse tipo de vidro oferece aos edifícios e ao meio ambiente foram traduzidos em vários projetos que utilizam o vidro de controle solar como uma escolha de material ecologicamente amigável. Por exemplo, os novos espaços desenvolvidos na Universidade de Sheffield promoveram inovações sustentáveis por meio da construção de um telhado de vidro com triângulo entrelaçado e controle solar. Além de criar uma distinção entre os espaços antigos e novos, a tecnologia aplicada ao telhado envolve a fachada interior, melhorando o equilíbrio energético e reduzindo as emissões de CO2. Universidade de Sheffield. Reprodução: Arch Daily A fachada do Regionens Hus em Gotemburgo utiliza soluções de vidro que permitem a passagem de luz ao mesmo tempo que fornecem controle solar. O projeto Omniturm em Frankfurt se destaca como uma localização proeminente entre o arranha-céu Commerzbank e a torre principal do centro da cidade. Graças ao vidro de controle solar de alto desempenho, o edifício é capaz de receber luz natural sem comprometer a temperatura interna. CONCRETO DE BAIXO CARBONO A produção do principal ingrediente do concreto, o cimento, é responsável por 5% das emissões globais de CO2 devido às suas altas demandas energéticas e ao alto teor de carbono das matérias-primas. Considerando que o concreto é o material mais consumido na Terra depois da água, a necessidade de criar produtos de cimento de baixo carbono é fundamental para reduzir as emissões de CO2 e apoiar a transição da indústria da construção para uma economia de baixo carbono. Em resposta a esse desafio, a divisão de Produtos Químicos da Saint-Gobain (CHRYSO & GCP) está implantando uma ampla gama de aditivos de concreto dedicados e aditivos de cimento que permitem a fabricação de cimento e concreto de baixo ou ultra-baixo em carbono. Construindo um futuro mais sustentável, a introdução de concreto de baixo carbono em projetos arquitetônicos reduz a pegada ambiental. O uso de materiais cimentícios suplementares, como cinza volante, pozolana ou argila calcinada, permite a redução da pegada de carbono do concreto em até 50%. As soluções de aditivos dedicados da Saint-Gobain também permitem o uso de agregados feitos de concreto reciclado localmente, reduzindo ainda mais a pegada ambiental do concreto enquanto atende a todas as especificações. MATERIAIS LEVES Dentro das novas oportunidades e inovações de materiais leves, como uma nova abordagem descarbonizada, estratégias como o uso de drywall e isolamento visam reduzir a densidade dos materiais. Ao reduzir o desperdício de recursos por meio desses materiais de baixa densidade, o consumo de energia e as emissões de carbono são significativamente reduzidos. Fachadas leves introduzem uma abordagem energicamente eficiente, com possibilidades flexíveis e adaptáveis. Caracterizadas por uma instalação rápida, a fachada pode ser cortada previamente na fábrica e depois montada com um processo seco. Essa capacidade de se adaptar a diferentes locais e estruturas significa que o sistema pode ser facilmente integrado em diferentes tipos de projetos. Um deles é a renovação da Torre Cézanne, que tinha um duplo objetivo: aumentar o espaço habitável e melhorar a eficiência energética do edifício. Para manter uma temperatura controlada após adicionar varandas fechadas como uma extensão de cada apartamento para aumentar o espaço habitável, o projeto propôs a Fachada F4 como um sistema de isolamento. Com uma espessura reduzida, os 3.000 m2 da solução leve mudaram a pegada do projeto. Tanto para edifícios novos quanto reutilizados, essas soluções de fachada implicam benefícios térmicos, acústicos, ambientais e econômicos. Além de reduzir o impacto ambiental ao longo de todo o ciclo de vida de um edifício, eles proporcionam economia de espaço, tempo e custo que certamente contribuem para um futuro com zero emissões. Reprodução: Arch Daily Fonte: Arch Daily
- SEGUNDA EDIÇÃO DA CONSTRUFAVELA23 ACONTECE NESTE MÊS DE OUTUBRO, EM PARAISÓPOLIS (SP)
Na semana em que se celebra o Dia do Trabalhador da Construção Civil, startup especializada no setor promove evento gratuito com expectativa de até 3 mil participantes Nos dias 24 e 25 de outubro, Paraisópolis, a segunda maior comunidade de São Paulo (SP), sediará a segunda edição da ConstruFavela23, uma feira voltada para a construção civil que promete impactar positivamente a vida de milhares de profissionais do setor. O evento é uma iniciativa do Revitaliza Comunidades, uma startup de construção civil que oferece mão de obra, formação profissional e geração de emprego em comunidades de todo o Brasil, e do G10 Favelas, um bloco de líderes empreendedores comprometidos com o desenvolvimento socioeconômico das favelas brasileiras. O evento acontece na semana do Dia do Trabalhador da Construção Civil, celebrado em 25 de outubro, o objetivo é conectar a comunidade com empresas renomadas do setor, gerando oportunidades e fomentando a formação profissional. Com mais de 18 expositores, a ContruFavela23, que será realizada no Pavilhão Social do G10 Favela, irá reunir empresas e profissionais de destaque no setor e oferecerá palestras, oficinas práticas e workshops de técnicas básicas da construção civil, com certificação. As aulas abordarão temas como pinturas de paredes, impermeabilização e técnicas práticas para a construção de laje e telhados. A conclusão do curso proporcionará aos participantes a chance de serem contratados por empresas parceiras, promovendo oportunidade de inserção no mercado de trabalho. "Existem muitos profissionais que trabalham de forma autônoma e que, muitas vezes, precisam se atualizar. Há também aqueles que estão em busca de uma nova oportunidade de trabalho, e este é o momento de conectar com grandes empresas que estarão presentes", afirma Gilson Rodrigues, presidente da G10 Favelas. A feira promete ser um marco no setor da construção civil, oferecendo uma plataforma para a comunidade e empresas compartilharem conhecimento, oportunidades e experiências. Na edição anterior, o evento atraiu cerca de 2 mil visitantes e este ano a estimativa é reunir até 3 mil pessoas nos dois dias, superando expectativas e impactando positivamente a vida de um número ainda maior de profissionais. “Nesta segunda edição da ContruFavela23, teremos uma programação repleta de oportunidades de networking, aprendizado e descobertas no campo da construção civil. Este evento é de extrema importância para todos os profissionais do setor que buscam aprimorar suas habilidades ou explorar novas oportunidades de carreira", destaca Carlos Silva, fundador do Revitaliza Comunidades e idealizador da ContruFavela. Para participar do evento, é necessário realizar uma inscrição gratuita, porém as vagas são limitadas. Para conferir a programação e se inscrever, acesse o link. Serviço: ContruFavela23 Datas: 24 e 25 de Outubro Horário: Das 09h às 17h Local: Pavilhão Social do G10 Favelas Endereço: R. Itamotinga, 100 - Paraisópolis, São Paulo - SP Inscrições gratuitas com vagas limitadas: Acesse o link Fonte: Cria Brasil Comunicação
- 5 DICAS PARA PREVENIR ACIDENTES COM ANDAIMES
A queda de um andaime de um prédio em construção, que fazia a conexão entre as duas torres de 33 andares, deixou oito funcionários de uma obra pendurados a 140 m de altura, um deles não resistiu aos ferimentos e morreu. O caso aconteceu na última terça-feira (17), na Chácara Santo Antônio, na zona Sul de São Paulo. O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) está apurando o caso. A construtora Eztec é a responsável pela obra, que tem previsão de entrega para 2025. Confira abaixo 5 dicas para prevenir acidentes como este em andaimes. 1. PREPARAR O USO A segurança em andaimes começa ainda no solo, a preparação de todo o equipamento é importante. A equipe que for realizar o trabalho precisa verificar o desenho de montagem e todo o uso do andaime. A plataforma ou o piso do andaime não deve ser escorregadia. É fundamental ter certeza de que o andaime está preparado corretamente. Além disso, deve estar claro qual é o peso de carga que ele suporta e a altura máxima que deve atingir. Com relação à carga, esta pode ser dividida em vertical ou horizontal. A carga vertical refere-se ao peso dos trabalhadores acrescido de equipamentos e materiais construtivos. Já a carga horizontal diz respeito aos efeitos do vento no andaime. 2. AJUSTAR A SINALIZAÇÃO O local onde o andaime será utilizado deve ser bem sinalizado. Essa condição pode exigir vários tipos de sinalizações, conforme o trabalho que será feito e o ambiente ao redor. A equipe que irá subir também precisa ter sinalizado todos os pontos importantes sobre o andaime, inclusive onde solicitar ajuda. 3. TREINAR A EQUIPE DE TRABALHO PARA A SEGURANÇA EM ANDAIMES Mais do que saber utilizar o andaime, o trabalhador precisa conhecer todas as regras para a segurança da atividade. Ele deve saber como evitar quedas, de que forma agir em incidentes e até mesmo a identificar situações de emergência e voltar ao solo. 4. FAZER A INSPEÇÃO PERIÓDICA De tempos em tempos o andaime precisa passar por uma vistoria profissional. Desta forma, é possível avaliar todas as peças e identificar erros que são perigosos para quem sobe na estrutura. Alguns pontos podem ser observados nesta vistoria, são eles: ● O nivelamento da base do andaime; ● A condição do material; ● A condição dos fios; ● O tempo de uso. 5. EXIGIR O USO DE EPIS A disponibilização dos EPIs é uma responsabilidade do empregador. Além disso, o colaborador precisa conhecer o uso correto de cada um, os equipamentos de proteção individual podem salvar vidas, principalmente no trabalho em altura. Confira alguns dos EPIs principais para esse tipo de atividade: ● Cinto de segurança: o cinto precisa ser igual ao de paraquedista, com vários pontos para prender e que seja capaz de segurar a pessoa caso o andaime caia; ● Talabarte: essa peça conecta o cinto à estrutura que irá prendê-lo no ar; ● Capacete: protege a cabeça em batidas ou quedas; ● Trava quedas: quando há uma queda, esse EPI trava de forma automática e deixa a pessoa presa corretamente sem cair junto; ● Botas: evitam que se escorregue durante o trabalho. Fontes: G1 e Ballardin Engenharia de Segurança do Trabalho














