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  • Empreendimentos na capital e interior paulista ganham praias com ondas

    Crédito: Divulgação Inovação e transformação andam lado a lado no Mercado Imobiliário, mas recentemente o que têm chamado a atenção são os projetos de praias em locais inusitados, que não possuem conexão com a costa marinha. E essas novas praias têm marcado a Capital Paulista e seu interior, pois representam a união perfeita entre tecnologia e inovação no setor, além de entregarem uma experiência exclusiva para quem as frequenta. Essa é inclusive uma tendência do mercado imobiliário internacional, e esse movimento é conhecido como Out of Ocean Surf Experiences. Em Nova York e Londres, clubes já seguem essa tendência e agora São Paulo conta com o melhor que há dela, integrando o surf e a praia com uma infraestrutura Club membership completa. Lucas Melo, CEO da MBRAS, afirma que: “O surgimento dessas praias marca só o começo de um segmento de altíssimo padrão onde a proximidade e a qualidade de vida marcam o que há de mais importante na hora de escolher um imóvel”. Conheça alguns destaques da Curadoria MBRAS, que representam esse segmento de praias conceito e que trazem todo o conforto e comodidade ao alcance, sem precisar ir para o litoral.   1.Beyond the Club - Praia e Surf Foto/Reprodução: Beyond The Club - beyondtheclub.com.br O Beyond The Club ocupa um terreno de mais de 70 mil metros quadrados, com mais de 100 mil metros quadrados de área construída, na Marginal Pinheiros, ao lado da Ponte Transamérica e a cerca de 15 minutos da Avenida Faria Lima.   O projeto, que fica localizado onde era o antigo Hotel Transamérica, é assinado pelo escritório Aflalo Gasperini arquitetos e tem como idealizadores KSM Realty, Realty Properties e BTG Pactual Asset Management, reforçando a proposta de um projeto urbano de alto padrão e em escala inédita na cidade de São Paulo. Além de possuir cinco restaurantes diferentes, conta com infraestrutura completa de mais alto nível. O clube apresenta uma praia artificial com 500 metros de orla e areia branca, integrada a um paisagismo inspirado na Mata Atlântica para criar o efeito de refúgio dentro da capital. Além disso, abriga a maior piscina de ondas do mundo utilizando tecnologia Wavegarden, equipada com 62 motores, capacidade para gerar ondas a cada quatro segundos e mais de 30 variações possíveis, atendendo até 900 surfistas por dia.   A estrutura de lazer e esporte inclui uma academia de mais de dois mil metros quadrados operada pela Bodytech, piscina semiolímpica de oito raias, spa masculino e feminino, centro de fisioterapia, quadras de tênis em saibro e piso rápido, beach tennis, paddle, squash, simuladores de esqui e snowboard indoor, skate park de mais de mil metros quadrados projetado por Bob Burnquist, além de brinquedoteca ampla e espaço coworking.   Esse empreendimento reforça o conceito de clube urbano multifuncional que vem impulsionando o surgimento dessas novas praias em São Paulo.   2. São Paulo Surf Club - Complexo Cidade Jardim Foto/Reprodução: Surf ClubHouse - saopaulosurfclub.com O São Paulo Surf Club fica em frente m Ponte Estaiada, e é uma extensão do Complexo Cidade Jardim, em uma das regiões mais valorizadas da capital. Ele se posiciona como o primeiro clube de surfe urbano de São Paulo, reunindo uma infraestrutura completa de lazer, esporte e convivência em um formato de clube privado e exclusivo.   O projeto arquitetônico foi desenvolvido por Sig Bergamin, Murilo Lomas e PSA Arquitetura, com ambientação de padrão resort e foco em experiência premium.   O ponto central do clube é a piscina de surfe com tecnologia PerfectSwell, um tanque de ondas de aproximadamente 220 metros capaz de gerar ondas longas, com até 22 segundos de parede, oferecendo condições para tubos, aéreos e manobras complexas em um ambiente controlado. A proposta é permitir prática profissional e recreativa sem depender do litoral, criando um novo polo esportivo dentro da cidade.   A estrutura ainda inclui clubhouse com restaurante e bar, spa, academia equipada, áreas de descanso, quadras esportivas e espaços sociais planejados para convivência. A adesão é restrita e feita por processo seletivo, com títulos individuais e familiares que reforçam o posicionamento do clube como um empreendimento de altíssimo padrão, voltado para um público que busca exclusividade e acesso contínuo ao universo do surfe em São Paulo. 3. Boa Vista Village - Piscina de Ondas Piscina no Boa Vista Village: tecnologia americana (Alexandre Battibugli/Veja SP)  - boavistavillage.com.br A piscina de ondas do Boa Vista Village, em Porto Feliz, tem cerca de 220 metros de extensão e utiliza a tecnologia PerfectSwell, capaz de gerar ondas longas e contínuas que chegam a aproximadamente 22 a 24 segundos de duração. O sistema também permite regular intensidade, formato e frequência das ondas, atendendo desde iniciantes até surfistas profissionais. A estrutura foi entregue a partir de 2023 e marcou a consolidação do surfe artificial de alto padrão dentro de complexos residenciais no interior paulista. O acesso ao equipamento é exclusivo para membros do clube de surfe do condomínio e para hóspedes do Surf Lodge, garantindo controle de uso e uma experiência mais sofisticada. A piscina se tornou um dos principais atrativos do condomínio, posicionando o empreendimento como referência nacional em resorts residenciais integrados ao esporte.   O entorno da piscina foi planejado com conceito de beach club, incluindo faixa de areia clara, paisagismo tropical e áreas dedicadas ao bem estar, como academia, spa e opções gastronômicas. Além disso, o condomínio está próximo m Capital Paulista e possui fácil acesso aos principais centros urbanos, proporcionando uma experiência única.   Esse conjunto reforça a ideia de praia particular e contribui para elevar o patamar de lazer e valorização imobiliária dentro do projeto, alinhado m tendência crescente de clubes de onda em empreendimentos de altíssimo padrão.   4. Praia da Grama - Condomínio Fazenda da Grama Foto da Fazenda Boa Grama em Itupeva - fazendadagrama.com.br A Praia da Grama fica em Itupeva, dentro do condomínio Fazenda da Grama, e foi a primeira instalação da tecnologia Cove da Wavegarden na América do Sul. A piscina de ondas foi inaugurada em 2021 e se tornou um marco no segmento de surf artificial no país, oferecendo ondas constantes e ajustáveis em um ambiente controlado que atende desde iniciantes até surfistas experientes. O complexo ocupa cerca de vinte e três mil metros quadrados de área construída e é cercado por uma praia de areia clara, palmeiras e paisagismo tropical que reforçam a experiência de praia particular dentro de um condomínio fechado de alto padrão. O visual e a ambientação foram planejados para criar uma atmosfera de resort, integrando natureza e infraestrutura esportiva.   A estrutura oferece uma combinação de lazer e bem estar que vai além da piscina de ondas, incluindo academia, spa, ginásio, áreas esportivas e sociais com infraestrutura completa. A Praia da Grama se consolidou como um dos principais atrativos residenciais da Fazenda da Grama e ajudou a impulsionar a tendência de clubes de onda e praias artificiais em empreendimentos de luxo no interior de São Paulo. Fonte: Bruna Galati | mgapress

  • Estudo de 2025 avalia crescimento da construção civil no país

    Setor tem dificuldade com mão de obra em 90% das empresas A Construção Civil brasileira vive um paradoxo: crescimento robusto impulsionado pela demanda por moradia e desenvolvimento urbano, mas com a produtividade severamente limitada pela falta de capital humano.   É o que mostra o “Estudo BDO Construção Civil 2025”: 70% das empresas cresceram, mas escassez de profissionais é o maior obstáculo à produtividade e exige foco em tecnologia e atração de talentos.   A pesquisa mapeou os desafios e oportunidades de 40 empresas do setor de todo o Brasil, revela que, embora 70% delas tenham crescido em 2024 (quase 60% com aumento superior a 15% na receita), a escassez de mão de obra qualificada de campo é o principal gargalo.   Força de trabalho   O levantamento aponta que 90% das empresas enfrentam dificuldades com a força de trabalho, e 65% veem esse fator como o maior obstáculo para o aumento da produtividade — superando até mesmo processos ineficientes.   “A Construção Civil está em um ciclo de recuperação e expansão, mas a falta de talentos se tornou o principal risco para a entrega e a rentabilidade”, afirma Diego Bastos sócio líder da área de Real Estate da BDO, acrescentando que o setor precisa encarar a necessidade de investir na qualificação, retenção e no bem-estar de seus times.   Produtividade   O estudo mostra, porém, que o setor não está parado. A despeito dos obstáculos, 83% das empresas conseguiram aumentar a produtividade. Essa melhoria está diretamente ligada às estratégias adotadas para contornar a falta de pessoal. A principal é a aposta na tecnologia, assinalada por 70% dos respondentes e do investimento em programas de treinamentos, ação adotada por 60%.   Uso de novas tecnologias   Em relação a inovação, 63% já utilizam inteligência artificial (IA) pontualmente ou regularmente, e 61% usam o Building Information Modeling (BIM) em algum nível. Apesar da utilização da IA, a maioria das empresas (73%) investe até 3% da receita em inovação tecnológica, sugerindo que há um grande potencial a ser explorado para mitigar o risco da mão de obra.   Pontos vulneráveis   A alta dependência de subcontratações também é um ponto de vulnerabilidade das empresas do setor. Quase 60% dos respondentes operam com até 100 subcontratados, o que aumenta a complexidade da cadeia e exige um controle rigoroso de compliance  (cumprimento de leis, regras, comportamento ético) e qualidade.   A pesquisa mostra que 32,5% das empresas sofreram perdas por insolvência de parceiros, e apenas 36,6% realizam avaliação financeira em todos os contratos, evidenciando uma lacuna na gestão de riscos da cadeia de suprimentos.   Visão de longo prazo   Apesar dos riscos, o setor demonstra solidez e uma visão de longo prazo: 83% das empresas aumentaram a produtividade e a principal estratégia é a tecnologia (70% utilizam), seguida por treinamento (65%).   O otimismo é sustentado por contratos de longo prazo: 40% das empresas já têm trabalho contratado para mais de 18 meses, e 37% já possuem mais de 70% da receita de 2026 assegurada.   Metas para 2026   As expectativas para o ano que vem são positivas, com 65% dos entrevistados esperando uma melhora nas condições de mercado em 2026. Para alcançar essas metas, as empresas do setor definiram suas prioridades estratégicas, colocando o fator humano no centro.   “A solução para a escassez de talentos passa pela modernização estrutural. Não basta adotar mais tecnologia; é preciso criar uma cultura que valorize e retenha o profissional qualificado”, avalia Bastos.   “O setor deve enxergar a ‘força de trabalho’ não apenas como um custo, mas como uma prioridade estratégica que define a capacidade de entrega e o futuro do pipeline de projetos [ estratégia eficiente para recrutamento, seleção e contratação certeiras ]”, acrescenta o executivo da BDO.   “Além disso, é essencial conscientizar que existe um plano de carreira sólido para a profissão: o trabalhador pode começar como ajudante e evoluir até se tornar mestre de obras, conquistando salários bastante atrativos. Essa perspectiva de crescimento é um diferencial para atrair novos talentos e manter os atuais engajados”, conclui Bastos.   Confira o estudo completo clicando neste link : https://www.bdo.com.br/pt-br/publicacoes/estudo-bdo-real-estate-2025 Fonte: Assessoria de Imprensa BDO

  • FATOR SOLAR: UM ÍNDICE MUITAS VEZES INCOMPREENDIDO

    *Por Fernando Simon Westphal, consultor técnico da Abividro, engenheiro civil, professor e pesquisador no Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sócio fundador da ENE Consultores e palestrante em eventos do setor O fator solar é um índice que indica o quanto de calor do sol passa através de um vidro. Quanto mais alto, maior o ganho de calor. Por exemplo, um vidro incolor comum de 6 mm tem fator solar em torno de 0,82, ou seja, ele deixa passar 82% do calor do sol através de sua massa. Os outros 18% são refletidos (7%) ou irradiados (11%) de volta ao ambiente externo. Logo, se quisermos manter o ambiente mais protegido do sol, temos que escolher vidros com baixo fator solar. Mas como esse índice é medido e calculado? Imagem de espectrofotômetro utilizado para avaliação de amostras de vidro.  Fonte: www.otm.sg O fator solar é medido no espectrofotômetro, um aparelho utilizado para medir a transmissão, absorção e reflexão da luz de diferentes tipos de materiais. É o equipamento utilizado para avaliar a qualidade de tintas e impressões coloridas, por exemplo. Nesse caso, quando falamos em “luz” estamos incluindo também as ondas eletromagnéticas que transmitem calor. A radiação do sol é composta por 55% de calor (radiação infravermelha), 42% de luz (radiação visível) e 3% de radiação ultravioleta (radiação UV-A e UV-B). Tudo isso são diferentes tipos de energia – ondas eletromagnéticas com diferentes comprimentos – que ao final, ao serem absorvidas pelas superfícies ao nosso redor, acabam se transformando em calor, aquecendo os materiais. Por meio do espectrofotômetro é possível quantificar o quanto de cada uma dessas parcelas de energia o vidro é capaz de transmitir, refletir e absorver em sua massa. O fator solar é calculado a partir dessas parcelas e engloba a energia transmitida diretamente através do vidro e a parcela que é absorvida e depois irradiada para dentro da edificação. O processo de cálculo é determinado na norma ABNT NBR ISO 9050 (Vidros na construção civil — Determinação da transmissão de luz, transmissão direta solar, transmissão total de energia solar, transmissão ultravioleta e propriedades relacionadas ao vidro). A medição é feita com uma lâmpada que “imita” a radiação solar, na tentativa de reproduzir todo o espectro da energia do sol que atinge a superfície terrestre. A amostra de vidro é colocada no espectrofotômetro e o feixe de luz é direcionado quase perpendicularmente ao vidro. Uma série de espelhos e sensores dentro do equipamento faz o detalhamento do caminho da radiação através do vidro. O fator solar é determinado para uma condição padrão de exposição à radiação solar. Mas ao longo do dia e do ano o vidro é submetido a diferentes situações de insolação, vento, chuva e temperatura. Então o fator solar medido em laboratório é apenas um indicativo, que permite comparar os vidros nas mesmas condições de insolação e temperatura. Na prática, o comportamento de cada vidro varia com as condições climáticas ao longo do tempo. É o mesmo raciocínio da avaliação do consumo de combustível dos veículos, por exemplo. O valor avaliado pelo INMETRO é determinado em condições padrão, para permitir o comparativo entre veículos nas mesmas bases de avaliação. Na prática, cada motorista terá seu estilo de dirigir e percurso, que pode afetar o consumo avaliado em laboratório. Para cálculos mais precisos, de ganho de calor ao longo do dia e do ano, costuma-se desenvolver simulações computacionais em softwares como o EnergyPlus ( energyplus.net ), utilizando-se arquivos climáticos para representar o clima da localidade onde o projeto está situado. Mas o fator solar não deixa de ser um índice importante para a seleção inicial dos produtos para avaliação em fase de projeto. A partir da lista preliminar de vidros, o “pente fino” é feito por meio de simulação. Ao final, é possível calcular o impacto de cada vidro no consumo de energia em ar-condicionado. O mercado nacional oferece vidros de controle solar com fator solar variando de 0,25 a 0,70, então é possível escolher o produto ideal para cada projeto e desenvolver um estudo de viabilidade econômica com base no custo de aquisição e economia na instalação e consumo de energia do ar-condicionado.   *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • Ciclone extratropical causa estragos em SP e danifica esquadrias

    Foto: Na USP, o forro do saguão e parte das janelas foram danificados - ReproduçãoUSP Na construção civil, é importante perceber uma relação crucial e básica nas edificações de todo tipo entre as esquadrias (portas, janelas, guarda-corpos) e a carga de ventos. O exemplo mais recente dessa relação pôde ser testemunhado, por exemplo, na região metropolitana de São Paulo, especialmente entre os dias 9 e 11 de dezembro de 2025, quando houve a passagem de um ciclone extratropical por toda a área geográfica da metrópole.   Os ventos chegaram a quase 100km/h (e até 109km/h em alguns pontos), força suficiente para causar danos estruturais significativos, entre os quais quedas de árvores, interrupção do fornecimento de energia elétrica para mais de 2 milhões de moradias durante muitas horas, cancelamento de voos, alagamentos de áreas — e o estouro e quebra de vidros nas fachadas de prédios em vários bairros.   Resistência necessária   O vento exerce forças (positivas e negativas) exigindo que as esquadrias e os respectivos vidros sejam projetados e instalados para resistir adequadamente — conforme estipulam as diversas normas vigentes e atualizadas da ABNT, estabelecidas na indústria de esquadrias e vidro para garantir a adequada segurança, vedação contra intempéries, conforto térmico e acústico.   As esquadrias de alumínio ou de uPVC, por exemplo, são boas opções para proporcionar a necessária segurança contra acidentes desse tipo, especialmente no atual período de mudanças climáticas perceptíveis.   A escolha correta das portas e janelas para serem instaladas em habitações devem ter um projeto adequado e dentro dos requisitos das normas técnicas, especialmente para grandes vãos, e terem manutenção constante.   Consulte sempre as normas técnicas e siga os requisitos para evitar contratempos e acidentes.   A ação do vento nas esquadrias   • Pressão Positiva: o vento bate de frente, empurrando a folha para dentro do ambiente.   • Pressão Negativa: o vento passa pela abertura, criando sucção e puxando a folha para fora.   Normas Técnicas   Entre as diversas normas vigentes no Brasil está a ABNT NBR 10821, especificando que as esquadrias externas devem resistir a essas cargas de vento, usando fixações como contramarco, chumbadores e parafusos de qualidade.   Consulte e conheça a relação de normas técnicas vigentes no Brasil, principalmente as essenciais:   ABNT NBR 10821 - Esquadrias para Edificações: Define requisitos, classificações, métodos de ensaio, instalação e manutenção de esquadrias (alumínio, PVC, madeira, aço), focando em desempenho termoacústico e estanqueidade.   ABNT NBR 7199 - Vidros na Construção Civil: Fornece diretrizes para o uso seguro de vidros em diversas aplicações (esquadrias, fachadas, coberturas, guarda-corpos), especificando tipos de vidro e critérios de segurança.   ABNT NBR 14698 - Vidros Temperados: Especifica requisitos e métodos de ensaio para o vidro temperado, essencial para segurança.   ABNT NBR 14697 - Vidros Laminados: Trata de requisitos, ensaios e cuidados para vidros laminados, visando segurança e durabilidade.   ABNT NBR 16259 - Guarda-Corpos de Vidro: Norma específica para o projeto e instalação de guarda-corpos de vidro.   Grandes vãos   Esquadrias desse tipo exigem projeto estrutural reforçado e materiais específicos para vencer vãos maiores e suportar a força dos ventos. Outro ponto importante é a questão do conforto e segurança.   Esquadrias bem vedadas impedem a entrada de vento frio, poeira e ruído, melhorando o conforto térmico e acústico.   A inspeção periódica para manutenção preventiva é vital, pois falhas na fixação ou no próprio caixilho podem levar ao desprendimento das folhas ou da estrutura, especialmente em tempestades.   Uma instalação correta das esquadrias com materiais certificados é fator essencial para evitar acidentes, especialmente em edifícios altos ou com grandes aberturas.

  • Fechadura e maçaneta Espelho Navi valorizam a uniformidade

    Foto/Reprodução: Udinese Uma solução pensada para oferecer uniformidade visual e acabamento em projetos arquitetônicos. A Fechadura Espelho Navi é o novo lançamento da Udinese, desenvolvida com o mesmo design das maçanetas Euro, nos modelos Square e Round, a peça adota um visual minimalista, pela ausência de parafusos aparentes.  A marca também apresenta a Maçaneta Espelho Navi, disponível nas versões Round e Square. Fabricada em alumínio, a peça combina as linhas Square e Round das Cremonas com o design da Cremona Euro, permitindo manter uma identidade visual contínua entre portas de giro e portas de correr.  De acordo com a empresa, as peças foram desenvolvidas para atender especificações técnicas comuns em projetos residenciais e comerciais, oferecendo compatibilidade com diferentes tipologias de portas e mantendo o padrão associado à marca.  Além do foco estético, a linha Navi também reflete a busca da Udinese por maior integração entre componentes, facilitando o trabalho de arquitetos e serralheiros.  Para mais informações: udinese.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Olgacolor amplia produção e instala novo processo de nitretação

    Foto/Reprodução: Olgacolor Recentemente, na unidade de Jacutinga (MG), a empresa acrescentou em sua linha de produção de perfis de alumínio um novo espaço de nitretação.   Esse processo aumenta a resistência das matrizes, reduz os desgastes e eleva o padrão de qualidade e desempenho dos perfis extrudados.   A nitretação é um tipo de tratamento térmico que difunde o nitrogênio na superfície de um metal para endurecê-la, produzindo uma camada de elevada dureza se comparada com o núcleo da peça.   Assista ao vídeo sobre a novidade da Olgacolor neste link: instagram.com

  • Curiosidade: conheça as casas de ponta‑cabeça pelo mundo

    Reprodução: Tripadvisor As casas de ponta‑cabeça chamam atenção pela inversão completa de estruturas, móveis e objetos, proporcionando aos visitantes uma experiência visual e sensorial inusitada. O conceito surgiu na Europa em meados de 2007, quando o arquiteto polonês Daniel Czapiewski projetou a primeira casa invertida como atração turística em Szymbark, no norte da Polônia. A construção, chamada Dom Do Góry Nogami, simboliza a instabilidade e a confusão, representando uma sociedade de cabeça para baixo.  Reprodução: Casa.com.br Na Alemanha, outro fenômeno ganhou destaque em 2008, com a inauguração da Die Welt Steht Kopf (Trassenheide), localizada na Ilha de Usedom. Idealizada pelos arquitetos Klaudiusz Gołos e Sebastian Mikiciuk, a casa possui todos os móveis e objetos fixados ao teto, incluindo sofás, mesas, plantas e utensílios de cozinha, proporcionando aos visitantes a sensação de que não existe gravidade. A casa foi construída com uma leve inclinação de seis por cento, reforçando a impressão de que o imóvel despencou sobre o telhado. Reprodução: Tripadvisor Na Áustria, em Terfens, se encontra outra casa invertida a Haus Steht Kopf, igualmente mobiliada, que convida os visitantes a “andar pelo teto” e a experimentar o espaço de forma desconstruída. A proposta austríaca segue a mesma lógica de confundir a percepção e gerar estranhamento, transformando a arquitetura em uma instalação artística e sensorial.  Reprodução: Revista Haus Na Rússia, a cidade de Ufa abriga a maior casa invertida do mundo, inaugurada em 2018. O projeto custou cerca de 350 mil euros e tem curadoria de Alexander Donskoy. A residência mantém geladeira abastecida, roupas dobradas e gavetas, simulando um momento congelado no tempo e reforçando a dimensão artística e de espetáculo da construção. Reprodução: TV Gazeta No Brasil, a experiência também pode ser encontrada, ainda que de forma mais modesta, no norte do Espírito Santo, na cidade de São Mateus. A residência de Valdivino Miguel da Silva, conhecida como “casa dos loucos”, apresenta portas, janelas e telhado invertidos, com cozinha, quartos e banheiro funcionando normalmente. A entrada oficial fica na parte de trás, discreta aos curiosos. A obra se tornou ponto turístico, atraindo visitantes interessados na criatividade e no humor da construção.  Embora muitas dessas casas não sejam projetadas para moradia permanente, elas conquistaram espaço em roteiros turísticos de diversos países, incluindo Polônia, Alemanha, Áustria, Rússia e Brasil. O aumento desse tipo de arquitetura evidencia o interesse crescente por experiências visuais, criativas e interativas. Fontes: casa.abril.com.br  ; revistahaus.com.br  ; www.archdaily.com.br  ; tripadvisor.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Esquadrias de correr sem esforço: por que a qualidade das roldanas importa

    Foto/Reprodução: Alushow A eficiência de uma esquadria de correr depende diretamente da qualidade das roldanas responsáveis pelo movimento. Quando bem projetadas e fabricadas, elas permitem que portas e janelas deslizem com facilidade, reduzindo ruídos, evitando travamentos e preservando o trilho por mais tempo. Em contrapartida, modelos de baixa resistência tendem a desgastar a estrutura, exigir manutenção frequente e comprometer o uso no dia a dia. Essas características influenciam diretamente o conforto do usuário e a vida útil da esquadria, já que uma distribuição adequada do peso evita deformações e preserva a estabilidade do sistema. A RolShow oferece opções fabricadas com dois tipos de rolamentos: aço cromo, utilizado como padrão e reconhecido pela resistência mecânica, e aço inox 304, recomendado especialmente para ambientes úmidos ou sujeitos à corrosão.  Com baixa necessidade de manutenção e capacidade de manter o alinhamento mesmo em portas mais pesadas, as roldanas desenvolvidas pela RolShow se apresentam como alternativas adequadas para quem busca confiabilidade em sistemas de correr. A escolha de componentes contribui para o funcionamento das esquadrias e para a preservação dos materiais ao longo do tempo. Para mais informações: alushow.rio.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Alpha Color fornece processos de pintura certificados para diferentes aplicações

    FOTO: Reprodução/ Alpha Color Com mais de 10 anos de experiência no mercado, a empresa é especialista em pintura eletrostática a pó para perfis e chapas de alumínio, com o objetivo de garantir proteção, durabilidade e acabamento para diversos segmentos. A Alpha Color atualmente é certificada pela Qualicoat Seaside, a qual garante que seus revestimentos atendam aos critérios mais rigorosos estabelecidos globalmente para proteção e acabamento de perfis de alumínio. “A Qualicoat não é apenas um selo; é um símbolo de confiança para nossos clientes, parceiros e o mercado, que podem contar com produtos superiores e alinhados às melhores práticas mundiais”, destaca a empresa. Também é informado que o processo de pintura da empresa segue padrões internacionais e é certificado pela NBR 14.125, com o alumínio passando por um grande tratamento, seguido da aplicação da tinta base e cura em forno a aproximadamente 200°C. Pinturas Sólidas A empresa oferece 17 tonalidades na linha de pinturas sólidas, destinadas à aplicação em alumínio. Essas pinturas buscam proporcionar proteção contra desgastes e manutenção das cores por longos períodos, podendo ser utilizadas em ambientes internos e externos. Efeito Madeira Obtido por meio de tecnologia de sublimação aplicada na pintura eletrostática, o efeito madeira reproduz texturas e tonalidades semelhantes às da madeira natural, informa a Alpha Color. A técnica resulta em um acabamento resistente e com elevada durabilidade, adequado para projetos que demandam equilíbrio entre design e funcionalidade. “O alumínio com efeito madeira apresenta resistência a cupins, deformações e apodrecimento, e mantém suas características visuais por longos períodos. A pintura eletrostática cria uma camada protetora contra riscos, impactos e intempéries, preservando cor e textura”, finaliza. O Alumínio no litoral Em regiões litorâneas, a exposição à maresia é um fator que reduz a durabilidade de diversos materiais. Diante disso, a pintura eletrostática aplicada pela Alpha Color cria uma camada protetora uniforme e aderente, que protege o alumínio contra a umidade e a salinidade, prevenindo corrosão e desbotamento, informa a marca. Por fim, a empresa destaca que o acabamento mantém as cores por mais tempo e reduz a necessidade de manutenção frequente. O alumínio pintado é utilizado em esquadrias, portões, fachadas e móveis externos. Para mais informações: alphacolor.ind.br   Colaborou: Leonardo Matias Simões (Estagiário)

  • Máquina de corte de cabeçote duplo para operações industriais

    Foto/Reprodução: Tekna A TKE 554 é apresentada no portfólio da Tekna como uma máquina de corte de cabeçote duplo voltada para operações industriais de alta precisão. Segundo as especificações técnicas, o equipamento conta com três eixos controlados, movimentação automática do cabeçote móvel e ajuste eletrônico de ângulos dentro da faixa de 22°30' externos e 45° internos. As lâminas de 550mm são avançadas por cilindros hidráulico-pneumáticos, solução que busca garantir estabilidade durante o corte. De acordo com a Tekna, a fixação do perfil é realizada por meio de duas braçadeiras horizontais, desenvolvidas para proporcionar precisão e segurança na operação. Para cortes especiais que exigem fixação vertical, a empresa oferece um sistema que adapta o posicionamento sem alterar o método de trabalho. A fabricante informa ainda que a TKE 554 possui proteções automáticas instaladas nas unidades de corte, construídas em policarbonato. Esses conjuntos se abrem e fecham conforme as etapas do ciclo, acionados por um cilindro pneumático, com o objetivo de proteger a área de trabalho sem interferir na produtividade. Para facilitar o carregamento e descarregamento, o equipamento conta com um transportador de rolos na cabeça móvel. Entre os opcionais, estão uma garra adicional para segurar a barra residual e um medidor eletrônico de espessura, que verifica a dimensão real do perfil. Segundo as informações, esse recurso permite ajustes automáticos da altura de corte ao considerar tolerâncias resultantes do tratamento superficial do material. O painel de controle, instalado em um suporte deslizante frontal, utiliza uma tela sensível ao toque de 7 polegadas e software dedicado à máquina. A interface possibilita o posicionamento das cabeças de corte de acordo com as especificações do operador, além da criação de listas de corte que ajudam a otimizar o ciclo produtivo e reduzir desperdícios. Para mais informações: tekna.it   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Curiosidade: Portas e janelas como atração turística

    No campo da arquitetura, portas e janelas são elementos essenciais para a segurança e o conforto de um ambiente. Elas ajudam a reduzir ruídos, proteger contra intempéries e, principalmente, contribuem para o aspecto visual dos edifícios, transmitindo sensações de elegância e bem-estar tanto para quem observa de fora quanto para quem está dentro. Diante disso, em diversas partes do mundo, portas, janelas e fachadas deixaram de ser apenas elementos funcionais e passaram a ser vistas como símbolos de identidade, beleza e curiosidade arquitetônica, tornando-se verdadeiros pontos turísticos. Seja por sua história, formato inusitado ou valor cultural, muitas construções atraem milhares de visitantes interessados nesses detalhes. A seguir, alguns exemplos de locais que se transformaram em atração turística. Paraty – Rio de Janeiro FOTO:  Reprodução/ O Essencial A cidade histórica de Paraty (RJ) se transformou em um verdadeiro cenário fotográfico graças às suas portas e janelas coloridas. As fachadas coloniais, preservadas de acordo com as orientações do patrimônio histórico, atraem turistas durante todo o ano. Guias locais explicam que, historicamente, as cores representavam proteção espiritual e até mesmo a identificação familiar, o que aumenta ainda mais o interesse cultural dos visitantes. Edifício Guinza – Maringá (PR) FOTO:  Reprodução/ Diogo Menezes/RPC O edifício Guinza chama atenção pelas janelas levemente tortas em sua fachada. Localizado na Zona 1 de Maringá, o prédio foi construído entre 2007 e 2009 e possui 48 quitinetes, sendo 16 delas com janelas inclinadas. O arquiteto brasileiro Roberto Estevam explica que a ideia surgiu a partir de sacadas que, posteriormente, foram fechadas com vidro. O objetivo era romper com a monotonia visual da fachada, transformando o edifício em um verdadeiro “cartão-postal para curiosos”. Edifício Niimi – Tóquio, Japão FOTO:  Reprodução/ Casa Vogue Na região de Asakusa, em Tóquio, o prédio da empresa Niimi se tornou famoso por suas varandas em formato de xícaras de chá gigantes. A construção chama a atenção de turistas não apenas pelo design inusitado, mas também por sua proximidade com o tradicional templo budista Sensō-ji, dando bastante destaque às janelas com varandas diferentes do casual. The Big Duck – Long Island, EUA FOTO:  Reprodução/ Casa Vogue Construído em 1931 por Martin Maurer, o edifício em formato de pato gigante foi criado originalmente para a venda de ovos. Com o tempo, passou a ser referência internacional em arquitetura temática, inspirando o conceito conhecido como “arquitetura do pato”. Hoje, o prédio está listado nos Arquivos Nacionais de Lugares Históricos dos Estados Unidos. O local, no entanto, não possui janelas, apenas uma porta que dá acesso ao interior do ambiente. Hang Nga Guesthouse – Vietnã FOTO:  Reprodução/ Arch Shop Conhecida como “Casa Louca” ou “Casa das Fadas”, essa construção foi iniciada em 1990 pela arquiteta Dang Viet Nga. O edifício impressiona pelas escadarias curvas, formas orgânicas que lembram árvores e animais e, principalmente, suas janelas tortas que causam uma sensação de “confusão” no local. O espaço funciona como guesthouse (um tipo de pousada)   e é um dos pontos turísticos mais curiosos do país. Waldspirale – Darmstadt, Alemanha FOTO:  Reprodução/ Superinteressante O edifício residencial conhecido como Waldspirale (“floresta espiralada”) possui mais de mil janelas, todas com formatos e posições diferentes. A fachada desalinhada é uma das marcas registradas do projeto, transformando o prédio em atração para turistas e amantes de janelas e portas incomuns. Vermont Earth Home – Vermont, EUA FOTO:  Reprodução/ Casa e Jardim Projetada pelo arquiteto Bob Chappelle, essa casa sustentável foi construída com poliestireno, lama e cimento. As janelas ovais são embutidas diretamente nas paredes, sem o uso de esquadrias tradicionais, integrando a construção à paisagem natural ao redor, chamando bastante atenção de turistas por seu formato rústico e diferenciado. Hobbit House – Nova York, EUA FOTO:  Reprodução/ Casa e Jardim Inspirada na saga “O Senhor dos Anéis”, a casa apresenta a clássica porta redonda e telhado verde, que por si só já chama a atenção de visitantes, principalmente para os amantes da saga, já que o local é típico das moradias dos hobbits. O imóvel está disponível para locação e atrai fãs do mundo todo. The Imprint – Seul, Coreia do Sul FOTO:  Reprodução/ Casa Vogue Projetado pelo escritório MVRDV, o edifício faz parte de um complexo turístico em Seul. Apesar da proposta inicial de não possuir janelas, o projeto inovou ao criar fachadas que se erguem como cortinas, revelando tetos espelhados e pisos de vidro, criando uma experiência visual única, com uma entrada muito curiosa semelhante a várias portas tortas ao redor do ambiente. Colaborou: Leonardo Matias Simões (Estagiário). Com informações de: casavogue.globo.com , diariodocentrodomundo.com .b , g1.globo.com , super.abril.com.br , archshop.com.br  e revistacasaejardim.globo.com

  • Efeito madeira, mosquiteiros e esquadrias: o portfólio versátil da Inova Alumínio

    FOTO: Reprodução/ Inova Alumínio Com ampla experiência no mercado, a marca atua como uma das principais distribuidoras e fornecedoras de produtos em alumínio na região Nordeste do Brasil, com o objetivo de oferecer soluções práticas e eficientes, fornecendo perfis e acessórios voltados ao setor da construção civil. Entre as inovações que compõem o catálogo da marca, destaca-se o alumínio amadeirado, também conhecido como perfil com efeito madeira. Esse material visa combinar a resistência e a praticidade do alumínio com a aparência estética da madeira natural, produzido por meio de processos tecnológicos, sendo destacado pela Inova com proteção contra corrosão atmosférica e resistência à exposição solar. Além do alumínio amadeirado, a empresa disponibiliza bobinas, esquadrias e chapas de alumínio, puxadores, fechaduras, policarbonato, silicone cola, fita PVC, entre outros materiais voltados às mais diversas aplicações. Outro produto de destaque é a linha de telas mosquiteiras, fabricadas com perfis de alumínio em diferentes cores e acabamentos, e telas de fibra de vidro revestidas em PVC. As opções estão disponíveis nas versões fixa e retrátil, indicadas para instalação em janelas e portas de correr, sem comprometer a ventilação natural ou a entrada de luz. Por fim, outro grande destaque do portfólio da empresa inclui perfis de alumínio para portões, portas, janelas, boxes de banheiro e outras aplicações, com ampla variedade de cores, como natural, branco, fosco, madeira, bronze e preto. Além disso, as fechaduras também fazem parte da linha de produtos, sendo elementos essenciais para garantir segurança e funcionalidade em residências e empreendimentos. A Inova Alumínio oferece fechaduras para portas e portões de correr ou de abrir, com opções voltadas tanto para ambientes internos quanto externos. A empresa destaca que esses modelos são produzidos com materiais de alta resistência, assegurando proteção contra corrosão, oxidação e desgaste natural. Para mais informações: inovaaluminio.ind.br   Colaborou: Leonardo Matias Simões (Estagiário)

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