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- Abrasivos e rebolos: aplicações e benefícios na indústria da construção civil
FOTO: Reprodução/ Cobral Bastante utilizado na construção civil, os abrasivos desempenham diversas funções, desde o desgaste pesado até o acabamento final de variados materiais, com larga utilização nos setores de marmoraria, construção civil, metalurgia, entre outras áreas. Naturais ou sintéticos, eles têm capacidade de desgastar, polir, cortar, limpar e nivelar outros materiais por meio do atrito. É uma ferramenta comumente utilizada para fabricar e dar acabamento em rochas naturais, metais, madeiras, entre outros. No geral, os abrasivos são classificados de duas formas: natural ou sintético. O natural é aquele que é obtido diretamente da natureza, como a areia, quartzo, diamante, cascalho, arenito etc. Já os sintéticos são produzidos em laboratório através de processos químicos e físicos. Entre os mais comuns estão o óxido de alumínio, carbeto de silício e nitreto de boro. Sua principal característica é a alta durabilidade, sendo recomendado para aplicações industriais. Tipos de Abrasivos Discos abrasivos: indicados para corte e desbaste de materiais como metal, madeira e azulejo. Esse tipo de equipamento é projetado com uma borda afiada para cortar rapidamente o material. Com diferentes granulações disponíveis, é possível escolher o disco adequado para cada trabalho. Linhas flexíveis: são linhas de abrasivos feitas à base de diamantes industriais e resinas de alta performance, o que transfere a capacidade de remover pequenos riscos e proporcionar às pedras naturais um acabamento liso e uniforme. São indicados para dar acabamento final ao mármore, granito, porcelanatos, entre outras superfícies. Escovas: esse material pode ser acoplado a ferramentas elétricas (politrizes automáticas e polibordas) ou usadas de maneira manual, o que proporciona uma remoção eficaz de resíduos e oxidação. Bisotê: é utilizado para a lapidação e acabamento de bordas em diversos materiais. Sua principal função é conferir um chanfro ou inclinação nas arestas, proporcionando um aspecto estético aprimorado e, em muitos casos, uma maior segurança no manuseio do objeto. Tijolinho: possuindo uma formatação retangular, esse modelo se assemelha a um tijolo. Este tipo de abrasivo é recomendado para o processo de polimento em superfícies de granito e quartzito. Rebolo O rebolo é um abrasivo versátil e essencial em várias indústrias e aplicações. Sua capacidade de moldar e finalizar metais, bem como sua utilidade em materiais como pedras naturais e concreto, o torna uma ferramenta valiosa para processos de fabricação e acabamento. É utilizado em formato de disco em esmerilhadeiras e retificadoras para desbastar superfícies ou até mesmo afiar itens cortantes. Eles desempenham um papel fundamental na obtenção de superfícies lisas, niveladas e com medidas precisas, contribuindo para a qualidade e precisão das peças produzidas. O rebolo abrasivo se destaca pela capacidade de lidar com superfícies resistentes, como metais e pedras. Entre as suas utilizações, a ferramenta pode ser aplicada em diferentes tarefas, tais como: - Corte: separar material com precisão; - Retificação: ajustar superfícies para precisão; - Afiação: afiar ferramentas cortantes; - Desbaste: remover excesso de material; - Acabamento: preparar superfícies para uso final; - Polimento: dar brilho e suavidade Colaborou: Leonardo Matias Simões (Estagiário). Com informações de: adere.com.br ; cobral.com.br ; e nagabrasivos.com.br .
- Construção sustentável avança no Brasil, mas falta de informação dificulta a prática, revela pesquisa realizada pela Saint-Gobain
• Nova edição do Barômetro da Construção Sustentável, estudo global conduzido pela Saint-Gobain, mostra alta conscientização e apoio da sociedade brasileira ao tema, mas aponta desafios estruturais que impedem ações concretas. • Estudo ouviu 4 mil profissionais e 27 mil cidadãos em 27 países. Apesar de estar entre os países que mais valorizam a construção sustentável, o Brasil enfrenta um paradoxo revelador: 79% dos profissionais do setor consideram o tema uma prioridade, mas apenas 9% se sentem suficientemente informados para colocá-lo em prática. A constatação vem da terceira edição do Barômetro da Construção Sustentável, estudo global conduzido pela Saint-Gobain em parceria com a Occurrence-Ifop, que ouviu mais de 4 mil stakeholders (ou público especializado: profissionais da construção, estudantes, representantes públicos e membros de associações), além de 27 mil cidadãos em 27 países. Lançado em 2023, o levantamento mapeia anualmente percepções e tendências sobre sustentabilidade no setor da construção, arquitetura e urbanismo – e, nesta edição, traz a opinião da população em geral pela primeira vez, além dos profissionais. A nível global, o levantamento revela que 67% dos stakeholders afirmam ter domínio sobre o conceito de construção sustentável — número que sobe para 69% no Brasil. O estudo, no entanto, alerta para a dificuldade de transformar esse alto grau de conscientização em ações concretas, com destaque para as barreiras ligadas à formação técnica e ao acesso à informação. “As conclusões são claras: é hora de agir. Para que a construção sustentável se torne a norma, ela precisa não apenas ser melhor compreendida, mas também estar alinhada às expectativas de cidadãos e profissionais. Suas vantagens concretas em conforto, saúde e bem-estar ainda são subestimadas. Para avançarmos, é fundamental adotar uma abordagem ampla, sensível às realidades locais”, afirma Benoit Bazin, Chairman e CEO global da Saint-Gobain. Brasil: consciência alta, mas falta capacitação O Brasil aparece como um dos destaques da edição 2025 por seu alto grau de mobilização em torno da construção sustentável. Entre os cidadãos brasileiros, 50% conhecem o conceito — bem acima da média global de 38% —, e 76% o consideram uma prioridade. Contudo, o país apresenta o índice mais baixo de informação entre os países pesquisados: apenas 9% dos stakeholders se sentem suficientemente preparados para lidar com o tema na prática, figurando abaixo da média global de 28%. O dado indica que o país precisa avançar em educação, capacitação técnica e acesso à informação, para que a sustentabilidade saia do discurso e se concretize nas obras. Outro ponto que se destaca no Brasil é a associação entre construção sustentável e uso de materiais ecológicos — a definição mais citada por 42% dos stakeholders e 54% dos cidadãos. A preocupação com a saúde e o bem-estar dos ocupantes ainda não é diretamente relacionada ao tema e o foco ainda está limitado à eficiência energética. Quando perguntados sobre as ações prioritárias para acelerar a construção sustentável, os brasileiros destacam a necessidade de aumentar a visibilidade e a transparência sobre o desempenho sustentável das construções (37%) e ampliar a conscientização pública (35%). Já os cidadãos também apontam a competitividade dos materiais como um fator-chave (35%). Outro dado relevante: enquanto no cenário global os arquitetos e engenheiros são vistos como os principais agentes de transformação, no Brasil o protagonismo recai sobre as empresas privadas do setor da construção, apontadas como as mais legítimas por 53% dos stakeholders . “O estudo nos dá uma visão clara de onde estamos e para onde devemos ir em termos de construção leve e sustentável. Ele nos ajuda a entender não só os desafios, mas também as oportunidades de avanço nessa frente em diferentes regiões do mundo, oferecendo uma visão estratégica global e local. Acreditamos em um crescimento que gera impacto positivo para o mundo”, destaca Javier Gimeno, vice-presidente sênior e CEO Latam da Saint-Gobain. Acesse o estudo completo Os resultados da terceira edição, assim como os das edições anteriores, estão disponíveis na íntegra no portal do Observatório da Construção Sustentável, da Saint-Gobain: https://www.saint-gobain.com.br/observatorio-da-construcao-sustentavel . Fonte: Ludymila Marques | Assessoria de Imprensa
- Vedação e selantes: funções, tipos e aplicações na construção civil
FOTO: Reprodução/ Freepik Na construção civil, algumas soluções são essenciais para garantir a máxima qualidade da obra. Os adesivos e selantes, por exemplo, podem ser usados tanto em áreas internas quanto externas, esquadrias, vidros, pisos, rodapés, além da instalação de granitos e outros tipos de pedras. O principal objetivo dessa solução é selar e vedar as áreas, impedindo a penetração de umidade na estrutura e aumentando a durabilidade da edificação. Outra aplicação dos selantes é a vedação das juntas de movimentação dos pisos, uma vez que absorvem as deformações causadas por retração, variação térmica, vibrações, expansão e hidratação do cimento. A maior parte dessas estruturas apresenta aberturas projetadas para a aplicação adequada do material, de acordo com o espaçamento definido em projeto. Impedir a ocorrência de infiltrações e outras manifestações patológicas nos ambientes internos é outra função importante dos selantes. Sua atuação como barreira é bastante eficiente contra a passagem de calor, água, luz e poeira. Já a vedação consiste em procedimentos que utilizam produtos e métodos apropriados para "vedar" partes da estrutura, como o solo, paredes, lajes, telhados, estabelecimentos comerciais ou residenciais, entre outros. O objetivo desse processo é: impermeabilizar a área, evitando problemas de infiltração e excesso de umidade; impedir a entrada de poeira e insetos; evitar a proliferação de fungos que podem comprometer a saúde das pessoas no local; e proporcionar maior conforto térmico no ambiente. É recomendável que a vedação dos locais seja realizada o quanto antes, sendo o melhor momento durante a construção da obra, quando é mais fácil acessar as áreas necessárias, economizando tempo e evitando gastos extras. Tipos de selantes para vedação Os selantes são compostos formados por pré-polímeros, diluentes, cargas e aditivos. A diferença entre os produtos disponíveis no mercado está no tipo de matéria-prima e na proporção desses ingredientes. Essas características determinam a durabilidade e a resistência dos selantes, especialmente em ambientes externos. Abaixo, confira alguns exemplos disponíveis no mercado: Selante acrílico : utilizado principalmente em acabamentos de móveis planejados, juntas e frestas entre a mobília e a parede. Possui baixo custo, boa aderência em superfícies como madeira, concreto e metal, e pode ser pintado após a secagem. Existem dois tipos principais: Convencional (à base d’água) : utilizado na vedação de trincas Silanizado (ou silicone à base d’água) : apresenta maior resistência ao amarelamento e é amplamente usado na indústria de móveis sob medida, além da instalação de rodapés, sancas, colagens e acabamentos. Selante de silicone : com boa resistência à umidade, flexibilidade e alta durabilidade, os selantes de silicone apresentam três principais tipos: Acético : frequentemente usado na vedação de boxes de banheiro, pias e lavanderias. Não é recomendado para áreas externas. Neutro : utilizado desde 1967, é ideal para juntas de dilatação em fachadas de vidro, sendo altamente resistente às intempéries. Estrutural : empregado exclusivamente em sistemas structural glazing (pele de vidro). Não é um selante convencional, mas sim um adesivo para colagem de vidros em perfis de alumínio, com alta durabilidade. Selante de PU (poliuretano) : muito utilizado em construções e indústrias, devido à sua boa performance como adesivo e selante para juntas. Possui ótima elasticidade e não escorre. É aplicado na vedação de estruturas de concreto, fachadas, áreas de tráfego intenso, calhas e telhas. Entretanto, por conter solventes, pode gerar bolhas durante a cura, comprometendo a estética e a resistência, especialmente em temperaturas elevadas. O isocianato presente na fórmula também reduz a durabilidade e estabilidade da cor quando exposto a intempéries. Um de seus principais atrativos é o baixo custo. Selante híbrido : combina as propriedades de dois tipos de selantes — geralmente poliuretano e silicone — para oferecer resistência e flexibilidade. Devido à sua propriedade tixotrópica, pode ser aplicado em superfícies verticais sem escorrer. Tem boa aderência em ambientes úmidos e, por ser de comportamento neutro, dispensa o uso de primers . Após a “cura”, forma um vedante permanentemente elástico, com excelentes propriedades adesivas, módulo elástico e possibilidade de ser pintado. Colaborou: Leonardo Matias Simões (Estagiário). Com informações de: www.hard.com.br e www.leroymerlin.com.br
- Indústria de acessórios investe em inovação e amplia portfólio
Foto/Reprodução: Alutim Com mais de 15 anos de atuação, a Alutim se consolidou como fornecedora de peças e componentes voltados principalmente para a construção de portões, grades, corrimãos, guarda-corpos e cercas. Sua atuação abrange desde o desenvolvimento até a produção e a comercialização dos itens em ambientes internos e externos. Entre os principais produtos fabricados pela empresa estão batentes, cantoneiras, conexões, joelhos, curvas, chumbadores, pés niveladores e roldanas. Esses componentes são fabricados em alumínio, com acabamento em pintura eletrostática a pó, que oferece resistência à corrosão e aos impactos. Um exemplo é o batente modelo PC002, desenvolvido para encaixe com perfil 25x50 mm, utilizado em portões (foto acima). A empresa também fabrica roldanas para sistemas de portões deslizantes, oferecendo opções de diferentes diâmetros e configurações conforme a necessidade do projeto. Além disso, a fornecedora atende a padrões técnicos exigidos pelas normas da ABNT, obtendo segurança nas instalações. Para mais informações: alutim.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Aditivo líquido é utilizado para vedação na construção civil
Foto/Reprodução: Sika Brasil A Sika Brasil atua na fabricação de soluções voltadas à vedação, colagem, impermeabilização e acabamento em obras civis e estruturas industriais. A empresa é conhecida por sua linha de produtos para colagem estrutural de vidros e painéis em fachadas, vedação de caixilhos e chumbamento de guarda-corpo, entre outros itens. Um dos destaques no amplo portfólio da empresa é o aditivo Sika-1 (foto acima), usado para impermeabilizar argamassas e concretos. O material é aplicado em rebocos, tanques, fundações e paredes sujeitas à umidade, com a função de reduzir a absorção de água por meio da obstrução de poros do material. O produto é comercializado em diferentes volumes e pode ser adicionado diretamente à mistura de cimento e areia ou diluído na água de preparo da argamassa. Por não conter cloretos em sua composição, o Sika-1 também é indicado para ambientes que exigem controle contra corrosão. A aplicação é comum tanto em obras residenciais quanto em empreendimentos de maior porte, como túneis, reservatórios e fundações em contato com o solo. Centro técnico Além da produção e comercialização de materiais, a empresa mantém um centro técnico em Osasco (SP), com foco em pesquisa, desenvolvimento e testes de produtos aplicados em fachadas, revestimentos, pisos industriais e sistemas de impermeabilização. Ao longo dos anos, a Sika participou de projetos de infraestrutura no país, como metrôs, aeroportos, usinas hidrelétricas e obras públicas. Seus produtos também são utilizados em edificações residenciais, comerciais e industriais de diferentes portes. Para mais informações: bra.sika.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Certificação da qualidade na construção civil
O Ibelq (Instituto Beltrame da Qualidade, Pesquisa e Certificação) é uma organização que trabalha com a certificação de produtos, sistemas e profissionais ligados à construção civil. Sua atuação segue normas técnicas e regras do PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat), com o objetivo de garantir que materiais, serviços e processos estejam dentro dos padrões exigidos. Entre os serviços oferecidos estão a análise e certificação de produtos como esquadrias, vidros, telhas e portas, usados em obras residenciais e comerciais. O processo verifica se esses itens seguem normas técnicas, por meio de testes, documentos e visitas às empresas. Outras avaliações O Ibelq também certifica empresas que adotam boas práticas de gestão, avaliando se elas cumprem requisitos como organização, controle de processos e compromisso com a qualidade. Outro serviço é a certificação de pessoas, voltadas para profissionais que precisam comprovar conhecimentos técnicos em determinadas áreas. Além disso, o instituto promove treinamentos e participa de inspeções em obras e projetos de infraestrutura, ajudando a garantir que os materiais e processos estejam corretos. As certificações seguem etapas padronizadas e são renovadas periodicamente, de acordo com regras estabelecidas pelos órgãos reguladores. Para mais informações: www.ibelq.org.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Habitat Neutro Cinza Claro: luz com conforto térmico
FOTO: Divulgação/ Cebrace A Cebrace, uma das maiores produtoras de vidros e espelhos da América do Sul, expande sua linha de vidros de proteção solar para residências com uma solução que une neutralidade, transparência e alto desempenho térmico: o novo Habitat Neutro Cinza Claro. Desenvolvido especialmente para fachadas residenciais que priorizam o conforto sem abrir mão da estética, o produto promete conforto térmico com alta transparência, sendo indicado para quem deseja ambientes mais iluminados naturalmente e protegidos contra o excesso de calor. Com a cor cinza claro e espessura de 8mm, o vidro apresenta ótimo desempenho técnico: reduzindo 42% do calor. Já na versão laminada, ele barra em até 99% os raios UV. Isso garante mais entrada de luz natural e menor aquecimento dos espaços internos, promovendo maior integração com o ambiente externo, economia de energia e um visual delicado e sofisticado, alinhado às principais tendências em esquadrias. A nova solução da linha Habitat busca atender à crescente demanda por fachadas residenciais mais eficientes e visualmente agradáveis, contribuindo para a redução da necessidade de climatização artificial e promovendo ambientes mais saudáveis, iluminados e confortáveis. FOTO: Divulgação/ Cebrace Para mais informações: cebrace.com.br Fonte: Natalee Neco/ Hochmüller Multimídia Comunicação
- Pichu: componentes para esquadrias
FOTO: Reprodução/ Pichu Criada em 1983 com o objetivo de suprir a crescente demanda por esquadrias em alumínio, a marca estabeleceu-se no mercado com foco contínuo em inovação e desenvolvimento de novos produtos. Em 2007, passou por um processo de reestruturação interna, impulsionado por um aporte tecnológico e organizacional, o que permitiu elevar o padrão de qualidade de seus processos e ampliar sua presença no setor. Desde então, a Pichu consolidou-se como uma das principais fornecedoras de componentes para esquadrias de alumínio e acessórios para a indústria da construção civil. Atualmente, a marca oferece uma ampla linha de produtos que atendem às principais tipologias do mercado. Entre os itens fabricados estão: roldanas, guias, cantos, canoplas, tampas e diversos outros componentes para esquadrias, gradis, portões, telas mosquiteiras, sistemas de vidro, box e varais. Abaixo, confira alguns dos modelos do portfólio da empresa: Cunha de regulagem – REF. 1603001: Usada para ajustar e nivelar o vidro dentro da estrutura de alumínio. Ela garante que o vidro fique bem posicionado, evitando folgas ou torções. FOTO: Reprodução/ Pichu Haste de pivot (Estacionamento Simples) – REF. 1701001: Peça que permite que o painel de vidro gire ou se mova para o lado, como em um sistema de "estacionamento" lateral simples (uma folha por vez). FOTO: Reprodução/ Pichu Haste de pivot (Estacionamento Duplo) – REF. 1701007: Permite que duas folhas de vidro se movimentem e sejam "estacionadas" de forma sincronizada ou lado a lado, indicada para painéis múltiplos. FOTO: Reprodução/ Pichu Roldana de vitrine latão simples com rolamento – REF. 2604008: Uma roldana feita de latão, com rolamento interno, usada para deslizar painéis simples de vidro. FOTO: Reprodução/ Pichu Roldana de Vitrine Latão Simples com Rolete de Latão – REF. 2604007: Parecida com a anterior, mas com o movimento ocorrendo por meio de um rolete (pequena roda). Indicada para uso em vitrines de menor exigência. FOTO: Reprodução/ Pichu Roldana para Vitrine Dupla com Rolamento – REF. 2604002: Roldana reforçada com dois pontos de apoio com rolamento interno, usada para painéis duplos de vidro, permitindo maior estabilidade e peso. FOTO: Reprodução/ Pichu Roldana para Vitrine Dupla com Rolete de Latão – REF. 2604006: Versão de roldana dupla com latão, que desliza o vidro com maior segurança, geralmente usada em locais com mais atrito. FOTO: Reprodução/ Pichu Roldana para Vitrine Dupla com Rolete de Nylon – REF. 2604004: Semelhante à anterior, porém com roletes de nylon , que proporcionam um deslizamento mais silencioso e suave, ideal para ambientes internos. FOTO: Reprodução/ Pichu Roldana para Vitrine Simples com Rolamento – REF. 2604001: Modelo básico com rolamento, usada para movimentar um único painel de vidro, busca garantir suavidade e menor esforço no uso. FOTO: Reprodução/ Pichu Roldana para Vitrine Simples com Rolete de Latão – REF. 2604005: Com rolete de latão, tem maior resistência a desgaste, mas com rolamento mais seco que o de nylon . FOTO: Reprodução/ Pichu Roldana para Vitrine Simples com Rolete de Nylon – REF. 2604003: Versão mais leve e silenciosa. O rolete de nylon evita ruídos e é mais suave no contato com o trilho. FOTO: Reprodução/ Pichu Tampa do Perfil (Leito) – Par – REF. 1701003: Usada para fechar as extremidades de perfis de alumínio, geralmente na base da estrutura, tanto por acabamento quanto para evitar entrada de sujeira ou água. FOTO: Reprodução/ Pichu Fonte: pichu.com.br Colaborou: Leonardo Matias Simões (Estagiário)
- GE SILICONES ESTÁ PRESENTE NO MAIOR EDIFÍCIO RESIDENCIAL DA AMÉRICA LATINA
A Momentive Performance Materials, licenciada exclusiva da família de produtos GE Silicones, foi recentemente selecionada como fornecedora de silicones para a vedação e pele de vidro do maior complexo residencial da América Latina, o Yachthouse Residence Club. l Localizado no município de Balneário Camboriú (SC), este empreendimento, projetado pela Pininfarina e construído pela Construtora Pasqualotto & GT, é composto por duas torres residenciais de 281m, cada uma com 81 andares e 30 mil m² de vidro na fachada. O craque Neymar e o cantor Luan Santana já adquiriram imóveis no local, conforme o portal Salute Imóveis. A instalação da pele de vidro do projeto, prevista para dezembro deste ano, envolve diversos desafios de engenharia para cumprir com os rígidos padrões locais de estabilidade e segurança exigidos, em grande parte, para conter os ventos fortes que predominam na região. Um dos materiais especificados no projeto é o selante de silicone estrutural GE SSG4600 UltraGlaze. “Dedicado às fachadas de pele de vidro, é o único selante do mercado atualmente que oferece adesão sem a necessidade de uso de primer, permitindo que o processo seja mais seguro, rápido e econômico”, afirma Mauro Medeiros, executivo de contas para selantes de construção da Momentive. Outro material escolhido foi o selante de silicone de alta performance GE Silicones SCS2900 SilPruf NB. “Esse produto será usado na vedação das janelas, no ACM e nas juntas das fachadas de cortina de vidro, pois oferece grande resistência às intempéries e capacidade de movimentação de mais ou menos 50%”, complementa Medeiros. Outros membros do projeto também foram essenciais para o processo de seleção de materiais. “Destaco a Crescêncio Petrucci Consultoria e Engenharia, um dos principais consultores de fachadas no Brasil, que homologou nossos produtos para uso nessa obra, e o consórcio CLN, formado pelos fabricantes de esquadrias Central do Alumínio e NTC, que ganharam a concorrência e optaram em aplicar os nossos silicones”, explica Medeiros. As fachadas de pele de vidro são uma tendência mundial e a marca registrada em empreendimentos de alto padrão. “Essa opção arquitetônica começou em projetos comerciais e vem ganhando espaço em projetos residenciais, como o Yachthouse, com sistemas que trazem cada vez mais eficiência energética, térmica, acústica e de luminosidade aos ambientes”, conclui o executivo da Momentive. Fontes: GE Silicones/ Assessoria Comunicanet e Salute Imóveis.
- O QUE MUDA NOS PROJETOS ARQUITETÔNICOS PÓS-PANDEMIA?
Em 2020, sem dúvida, nossa história mudou, nossos planos foram alterados ou adiados e, na construção civil e arquitetura não poderia ser diferente. Em um cenário de grandes transformações, ficam as perguntas: Neste momento o que é tendência na arquitetura? Quais serão as novidades no período pós-pandemia? E mais, existe um “novo normal” nos projetos? CIDADES PÓS-COVID-19 Pessoas deverão deixar os apartamentos nos grandes centros e retornar para as extremidades da cidade, com mais contato com a natureza e casas maiores e mais confortáveis, assim descreve Rodrigo Andreoli, arquiteto e apresentador do programa A Reforma Que Eu Quero (Band TV), sobre a arquitetura pós-pandemia. “As casas vão ter que atender as demandas dessas pessoas, como home offices, esquadrias antirruído e esquadrias térmicas, a arquitetura tomará outros caminhos para atender essas exigências”, comenta Andreoli. Segundo o arquiteto, os novos projetos terão uma área destinada ao home office, podendo, inclusive, influenciar no fluxograma da cidade, em relação à mobilidade urbana. A popularização do trabalho em casa já vem ocorrendo há muito tempo. A evolução do computador pessoal e a necessidade de um espaço próprio para ele em casa, a oferta de internet rápida, empresas permitindo funcionários trabalharem em casa e mais recentemente, redes sociais e cursos à distância fomentam essa prática, complementa Thais Peres Arruda, arquiteta autônoma. Thais observa que as pandemias são medidas pelo seu legado histórico. E como ainda estamos passando por uma, avaliar suas consequências pode ser prematuro. Porém, destaca que os edifícios devem ter boa qualidade arquitetônica, bem como obedecer ao planejamento urbano e seu cumprimento, em função não só do conforto, funcionamento e estética, mas também da salubridade. “Um exemplo aparentemente simples de manutenção da saúde e salubridade em qualquer construção são as aberturas de ventilação e iluminação natural nas edificações. Elas eliminam mofo, vírus e bactérias”, diz a arquiteta. “Hoje, podemos fazer bom uso dos conhecimentos seculares da arquitetura aliados aos recursos tecnológicos à nossa disposição permitindo maiores aberturas, melhor controle de iluminação, calor e fluxo de ventos com bloqueios de raios nocivos à saúde. Dispomos de esquadrias com diversas aplicações e vidros com tecnologias que nos permitem adequação aos mais diversos projetos, desde os residenciais aos grandes edifícios públicos”, relaciona. As inovações surgem pelas dificuldades enfrentadas e, com o tempo, são determinadas suas necessidades e aprimoramentos, explica Thais. “NOVO NORMAL” NA ARQUITETURA Por enquanto, a arquiteta não vê inovações decorrentes da pandemia que tragam mudanças permanentes para os projetos em geral. Em sua opinião, podemos especular ainda que para edificações de uso público uma maior popularização de elementos de automação não levará necessariamente a uma inovação. DESENHANDO SAÍDAS Para Thais, o período foi um pouco mais conturbado. “ Com relação aos projetos que já estavam em andamento, tivemos dificuldades na comunicação com os fornecedores e prestadores de serviços. Em sua maioria, muitos reduziram ou suspenderam suas atividades inicialmente. Aos poucos, com todas as medidas necessárias de sanitização, retomamos as atividades”, conta. INSPIRAÇÕES PARA ATRAVESSAR O MOMENTO Fotos do antes e depois do retrofit mencionado por Andreoli/ Reprodução: A Reforma Que Eu Quero A arquiteta também relembra a obra que mais a marcou. Foi a primeira como autônoma e recém-formada. “Realizei o projeto de um escritório completo, na capital paulista, desde o contrapiso até a decoração. Todo dia uma surpresa. Me abriu portas e oportunidades. Sou grata até hoje pelos parceiros que confiaram em meu trabalho”, diz. DOENÇAS E AS EVOLUÇÕES ARQUITETÔNICAS “No passado as recorrentes pandemias foram determinantes na contribuição para o avanço das obras de salubridade pública e o empenho dos sanitaristas na instrução da população”, relembra Thais. Na Idade Média (476–1453), doenças como a tuberculose e a peste bubônica eram atribuídas aos miasmas, ou seja, aos ares e vapores emanados pela matéria orgânica em putrefação, teoria hoje totalmente descartada, sendo aceita a teoria microbiana. Muitas vezes a higiene ia além de dar outro destino aos resíduos indesejados para longe do centro, implicando, também, a remoção dos moradores indesejados pelas desapropriações de cortiços. Na época, as casas quase não possuíam entrada da luz do Sol, já que as ruas eram becos estreitos. Após a disseminação da peste bubônica, o espaço público mudou para que as residências pudessem receber melhor iluminação natural, segundo matéria publicada pela Casa Vogue. A cidade de Nova Iorque deu início à mudança de pensamento quanto ao saneamento, sendo pioneira, na década de 1730, nas transformações urbanas para promover a saúde dos cidadãos. Assim, matadouros e curtumes tiveram que mudar para fora dos limites da cidade para combater os miasmas. Mas os negócios acabaram se restabelecendo nas proximidades do Lago Coletor que abastecia a cidade, provocando com isso a contaminação da água e contribuindo para a epidemia de cólera em 1833. Anos mais tarde, a arquitetura dos projetos sofreu algumas modificações, como a instalação de toaletes conectados à rede de esgoto e a criação de um aqueduto para abastecer a cidade com água limpa, de acordo com o site WRI Brasil. Ainda conforme matéria do WRI Brasil, por conta dos surtos de tuberculose, cólera, varíola, malária, peste bubônica, poliomielite e febre amarela que avançavam nas zonas rurais do Rio de Janeiro, em 1903 foram realizadas reformas sanitárias e urbanas pelo prefeito Pereira Passos e pelo médico higienista Oswaldo Cruz. A gestão de Passos ficou marcada pela eliminação dos cortiços da região central da cidade. Assim, para grande parte dos antigos moradores da região central, que precisavam buscar trabalho no centro urbano, não restou alternativa senão construir assentamentos precários nas encostas dos morros da região. Em 1918 a epidemia de gripe espanhola, que durou dois anos, chegou ao Rio de Janeiro, deixando 35 mil mortos no País, segundo o site Folha de Pernambuco . Os programas de habitação europeus do pós-guerra consolidaram ideais modernistas influenciados pela experiência da gripe e pela falta de recursos, levando à padronização das construções, a perspectiva funcional e a presença de espaços verdes, abertos, conforme o portal WRI Brasil. As consequência da reforma sanitária no Rio de Janeiro-RJ atualmente/Reprodução: Flickr Segundo a arquiteta autônoma Thais Peres Arruda, a arquitetura é uma área do conhecimento necessária à sociedade, já que vivemos em ambientes construídos, basta a divulgação clara e educativa de suas boas práticas para se promover uma cultura que resulte em melhorias para todos. “Acreditando na mudança de pensamento da sociedade e sua relação com a organização das cidades torna-se possível a implantação dessas inovações adaptadas ao conhecimento adquirido para requalificar as edificações, espaços urbanos e os adensamentos”, conta a arquiteta. Desse modo, as doenças acabam sendo um fator importante para moldar não somente nossos hábitos, mas as cidades, as ruas, os modelos arquitetônicos, a mobilidade, enfim a paisagem ao nosso redor. Referências: https://wribrasil.org.br/pt/blog/2020/04/cidades-e-epidemias-como-doencas-do-passado-transformaram-planejamento-urbano https://casavogue.globo.com/Interiores/Ambientes/noticia/2020/05/11-coisas-que-devem-mudar-na-casa-apos-pandemia-do-covid-19.html
- SÉRIE: HISTÓRIAS DE GESTORAS NA CONSTRUÇÃO CIVIL
QUÍMICA PELA GESTÃO Do trabalho farmacêutico à indústria de esquadrias Formada em farmácia química industrial, mestrada em ciências farmacêuticas e pós-graduada em farmácia e estética, Fernanda Krentkowski nasceu em Frederico Westphalen , município do Rio Grande do Sul. Mesmo com uma consistente formação universitária, sua trajetória profissional mudou completamente de ramo e de estado. Hoje, Fernanda dirige a Pádua Vidraçaria e Esquadrias de Alumínio, localizada em Lucas do Rio Verde, interior do Mato Grosso. A empresa atua no ramo vidreiro desde 2009, oferecendo uma ampla variedade de produtos e serviços para a construção civil, incluindo vidros temperados, box de banheiro, instalação de divisórias, esquadrias de alumínio, envidraçamento de sacadas, brises, entre outros. RUMO À INDÚSTRIA DE ESQUADRIAS “Eu atuei em algumas farmácias, inclusive de manipulação e também tive a minha própria farmácia por dois anos”, relembra Fernanda. “Quando vim para o Mato Grosso, saí dessa área e comecei a dar aulas tanto para o ensino médio quanto para o universitário, porque me permitiu ficar mais tempo com a minha filha, eu tinha uma carga horária menor e, conseguia conciliar a maternidade com a profissão”. No final de 2015, Fernanda mudou completamente de carreira e começou a trabalhar com o marido Fernando Fontana, tornando-se responsável pela parte financeira da Pádua Vidraçaria e Esquadrias de Alumínio até o final de 2016. A escolha do nome da empresa foi em homenagem a Santo Antônio de Pádua, padroeiro de Frederico Westphalen (RS), cidade natal de Fontana também. Para a executiva, o maior desafio ao assumir a gestão não foi técnico, pois sempre teve uma facilidade muito grande para aprender coisas novas, além de gostar de estudar. O obstáculo foi estar vivenciando o processo de luto. NA GESTÃO DA EMPRESA Fontana iniciou a Pádua como microempresário. Ele próprio produzia, vendia, fazia o trabalho financeiro, entre outras atividades. “Havia alguns estampos manuais, tudo muito simples”, conta Fernanda, acrescentando que o negócio foi crescendo pelo bom serviço, juntamente com a cidade e a vinda de pessoas para a equipe. “De uns três anos para cá fizemos essa transição da empresa que vende esquadrias mais baratas e simples para uma empresa que atende um público mais alto padrão”, afirma a empresária. “Começamos a trabalhar com a linha Euro Show e com portas em acm. Atualmente, já estamos bem estabelecidos no mercado de esquadrias de alto padrão”. Dentre as várias obras executadas pela Pádua, Fernanda relata que a mais marcante está sendo o projeto da nova sede da empresa, “porque evidencia uma transição de espaço e de nível de atuação da marca”. A empresária destaca que as obras quase sempre impactam de alguma maneira os envolvidos na empresa, que atende inúmeros projetos residenciais e acaba criando um vínculo muito próximo com o cliente por entender que, muitas vezes, a obra realizada é um sonho de anos. Em 2018, a empresa ganhou o Prêmio Oscar do Varejo CDL. “Eu não esperava o reconhecimento, para mim foi uma surpresa bem grande”, diz Fernanda, lembrando que, então, há menos de dois anos seu marido tinha falecido. “Eu consegui fazer a empresa crescer e se manter no mercado, isso me mostrou que eu estava no caminho certo”. CONCILIANDO PAPÉIS Segundo a diretora, a família sempre foi uma das bases na sua vida e o seu cotidiano não tem nada de diferente de mulheres que são mães e também trabalham fora, assumindo o grande desafio de conciliar todas as atividades, enquanto profissional, mãe, mulher, esposa e dona de casa. “Você tem que ser bem malabarista para conseguir equilibrar todas essas áreas da vida”, declara. Como a empresa ainda é de pequeno porte, muitas decisões precisam passar pela aprovação de Fernanda. A executiva explica que ainda é nova na gestão de uma serralheria e acredita que já fez grandes progressos na Pádua. Apesar do cotidiano corrido, já está ajustando sua rotina para ter mais tempo com a família. Isabella Fontana, filha de Fernanda/Reprodução MULHERES NA CONSTRUÇÃO CIVIL A diretora lembra que, após assumir a direção sozinha, alguns funcionários da Pádua não se adaptaram adequadamente à rotina de prestar contas a uma mulher e se desligaram da empresa. “Temos que procurar parceiros, colaboradores, clientes que não se importam com isso e que acreditem no seu potencial, indiferente de você ser homem ou mulher, mas que confiem na sua empresa”, salienta Fernanda, revelando que na Pádua não há distinção entre a capacidade de homens e mulheres. “O que é importante é o quão bem você desempenha a sua função”, finaliza. Mais informações: https://www.paduavidros.com.br/vidracaria-padua-vidros-e-esquadrias-de-aluminio-em-lucas-do-rio-verde-mt
- CONTRAMARCO AINDA É UTILIZADO OU ESTÁ ULTRAPASSADO?
Saiba quais são as vantagens da solução e como instalar na obra Por Stephanie Fazio Moldando algumas esquadrias de alumínio e de madeira, lá estão os contramarcos ao nosso redor. A solução é fundamental para o funcionamento correto da esquadria, “melhor vedação e estanqueidade, melhor acabamento da alvenaria em obra e facilidade na produção e instalação das esquadrias, pois se pode fabricar sem o vão estar acabado, pelas medidas do contramarco”, diz Altair Lima, diretor da Vita Componentes, fornecedora de itens para portas e janelas. Mais do isso, o contramarco em alumínio serve, também, como medida base ou gabarito para o enquadramento do vão e permite que a instalação das esquadrias seja feita somente na etapa final da obra, o que evita danos aos perfis, conforme o portal Hyspex. O diretor cita que com o produto também é possível produzir esquadrias em série, repetindo medidas na fabricação, quando forem do mesmo tamanho. O contramarco também proporciona a retirada da esquadria para futuras manutenções nos componentes da peça, como rolamentos, trilhos, guias deslizantes, entre outros. E, sua escolha, depende da tipologia de soluções utilizadas na obra, conforme o portal AEC Web. Existem alguns tipos de contramarco de alumínio, dentre eles estão: o convencional (cadeirinha) e o paulistinha (Tipo “Y”), que podem ser chumbados no centro do vão ou voltado para o interior do ambiente, ainda segundo o site Hyspex. Reprodução: Serralheria Franbox “Não vejo desvantagem, somente se na obra, a peça for montada e instalada de forma incorreta”, afirma Lima. Apesar de oferecer diversos benefícios, a moldura pode ser substituída pelo processo de chumbamento diretamente na estrutura de alvenaria. Dessa forma, as portas ou janelas podem ficar tortas e serem manchadas por tinta e batidas de argamassa durante a instalação. Na opinião de Lima, mesmo se tratando de uma solução antiga, o contramarco não é ultrapassado, sendo extremamente importante seu uso nos sistemas de esquadrias do país. “Como a nossa cultura está se desenvolvendo a passos pequenos, não acho que seja uma solução ultrapassada”, concorda José Carlos Garcia Noronha, consultor e colunista da Contramarco . “É a partir dele que irá resultar no bom desempenho e durabilidade do produto. O esquadro e o nivelamento auxiliam na obtenção de uma ótima adesão das esquadrias na residência do cliente”, relata Francisvaldo Melo, proprietário da serralheria Franbox. O executivo da Vita Componentes menciona produtos que as pessoas não utilizam, adaptando a fabricação e instalação dos contramarcos e, consequentemente, perdendo qualidade final da moldura. “Temos esquadros plásticos para colocar internamente no contramarco, deixando-o em seu ângulo correto, que é de 90 graus, para que durante o transporte e instalação o item não fique em um ângulo diferente, prejudicando a aplicação da esquadria”, comenta. Altair afirma que a Vita Componentes dispõe de conexões plásticas para fechamento do contramarco, nos modelos sem parafuso, colocados na pressão, e com parafuso, para fechamentos de 90 graus. Também são fornecidos pela marca conexões de alumínio para o fechamento do contramarco a 45 graus na pressão; antigos macho e cunha para fechamento do contramarco a 45 graus, aplicado há muito tempo, mas ainda em uso. “Possuímos as grapas para fixar o contramarco na alvenaria em aço zincado e alumínio, de vários sistemas de girar, de clicar e de encaixe tipo mola”, descreve. Exemplos dos produtos citados/Reprodução: Vita Componentes Segundo o diretor, vem se tornando hábito há alguns anos fabricar esquadrias com o mínimo possível de trilhos no chão. “Porém, ao instalar os trilhos U e côncavo existentes no mercado, surgiam problemas para manter as folhas alinhadas, além de sempre ter o transtorno de quebrar as pedras ou o piso já instalado ao fazer essas usinagens”, argumenta. Com isso, a empresa de componentes desenvolveu, recentemente, os contramarcos para esses trilhos, solucionando os problemas do passado, além de diminuir o tempo de instalação em obra, conforme Lima. Ele complementa que o produto permite que, entre os contramarcos, se utilize qualquer tipo de piso. “Antes, era obrigatório o uso de uma pedra para poder usinar e encaixar o trilho. Está sendo um sucesso, acredito que conforme os clientes vão conhecendo e usando não irão abrir mão da aplicação deles em obras futuras”, anuncia. “Desde que a sua instalação seja precisa, ele vai proporcionar a aplicação das portas com muito mais acabamento e perfeição, não necessitando dar ajuste na hora da instalação das esquadrias”, argumenta Melo sobre os trilhos U e côncavo. Ele acrescenta que “o contramarco sempre será atual para uma boa esquadria”. Para Lima, se todos usarem os componentes corretos e fizerem uma boa montagem, no ato da instalação das esquadrias, não teriam possíveis problemas. Para isso, o conhecimento na área se faz cada vez mais necessário. “Acredito que a Revista Contramarco por muitos anos fará o trabalho de disseminar conhecimento, cultura e inovação”, aponta Noronha. INSTALAÇÃO Confira nesse vídeo o passo a passo para a instalação do contramarco. Veja mais sobre como instalar o item em: https://www.aecweb.com.br/cls/catalogos/esquadrimed/manual_instalacao_de_contramarcos.pdf Mais informações: https://www.serralheriafranbox.com.br/ https://www.vitacomponentes.com.br/













