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- ASA ALUMÍNIO DIVULGA IMAGENS DE SUA FÁBRICA DE EXTRUSÃO
Através de um vídeo, publicado no Instagram da empresa, o público pôde conhecer as instalações mais de perto Localizada em Campinas (SP), a Asa Alumínio, especializada na extrusão do material, possui uma linha de produção detalhadamente planejada para que os perfis percorram todo o processo de forma segura e automatizada, garantindo sua integridade, de acordo com post realizado recentemente no Instagram da marca. A empresa mantém uma permanente política de investimento para desenvolvimento de perfis especiais de grandes dimensões. “A extrusora trabalha em conjunto com cada cliente, oferecendo toda uma estrutura de atendimento, tecnologia e serviços para os mais variados tipos de projetos”, segundo o site da marca. Para conhecer um pouco da fábrica da marca, assista ao vídeo: Fonte: Asa Alumínio/Instagram
- AS PALHETAS EVO, DA UDINESE ASSA ABLOY, PROPORCIONAM 100% DE BLACKOUT
Os itens estão disponíveis em variados padrões de cores e oferecem desempenho térmico e acústico As palhetas Evo, da Udinese Assa Abloy, empresa especializada em componentes para esquadrias, fazem parte do sistema integrada e são fornecidas em vários padrões de cores, de acordo com publicação no Instagram da marca. Ainda conforme o post, os produtos proporcionam controle de luminosidade, com 100% de blackout, conforto acústico, automação, conforto térmico, proteção contra raios UV e privacidade. "Além disso, o enrolar da palheta, combina curvatura geométrica e encaixe perfeito, garantindo um rolo mais compacto, ocupando menos espaço e conferindo mais praticidade para o fabricante de esquadrias", conforme a marca. Saiba mais em: www.udinese.com.br/pt-br/site/udinesecombr/ Fonte: Udinese Assa Abloy/Instagram
- VEJA AS CARACTERÍSTICAS DO RESIDENCIAL MAIS ALTO DE SÃO PAULO
O residencial Figueira Altos do Tatuapé, localizado na Zona Leste da capital paulista, ganhou o título por possuir 168 m de altura Considerado o edifício residencial mais alto da cidade, com 168 m de altura e 50 pavimentos, o empreendimento Figueira Altos do Tatuapé, realizado pela Porte Engenharia e Urbanismo, está localizado na Zona Leste da cidade de São Paulo. A árvore, que nomeia o projeto, teve seu espaço preservado em harmonia com as áreas abertas de convivência. Um dos diferenciais do empreendimento é a valorização da vista de 270°. Ao todo, são 47 unidades de 337 m² cada uma, com quatro suítes, cinco vagas de garagem e depósito; nos últimos dois andares, uma cobertura de 594 m², dispõe de oito vagas. “A entrega desse empreendimento é motivo de muita alegria e satisfação. Vale ressaltar que a intenção nunca foi construir o prédio mais alto da cidade, mas sim trazer um projeto que pudesse trabalhar uma implantação mais agradável ao entorno", conta Igor Melro, diretor comercial da Porte Engenharia e Urbanismo. Ele complementa que a proposta é trazer um melhor conforto com calçadas mais largas e tirar a sensação de um paredão de prédios no caminho”. “Além disso, manter a figueira, uma árvore de décadas e que poderia ter sido retirada pela legislação, foi uma decisão exigida desde o início dos estudos de viabilidade e se mostrou verdadeiro ao longo de toda obra, com gastos direcionados na proteção e manutenção da árvore para que ela fosse preservada e aproveitada no terreno”, diz. DIFERENCIAIS O Figueira Altos do Tatuapé está entre os projetos mais modernos de São Paulo em termos de materiais utilizados na construção e integração com o ambiente, a começar pela árvore que nomeia o empreendimento. O edifício também aproveita a iluminação natural, proporcionada pela localização privilegiada, e também conta com o aquecimento de água com apoio solar para atender até 40% de toda demanda anual do condomínio. A construção agrega um alargamento da calçada, com uma área muito maior para o pedestre caminhar, além de áreas permeáveis de paisagismo. Entre os diferenciais do residencial estão a responsabilidade ambiental e o projeto paisagístico com espécies nativas da região, fator que implica em menor necessidade de manutenção e ajuda a preservar o ambiente original. “O empreendimento conta com sistema de irrigação automatizado interligado ao sistema de aproveitamento de água da chuva", descreve Melro. "Todas as unidades dispõem de tratamento acústico nas lajes, esquadrias e tubulações, garantindo maior conforto aos proprietários”, completa. ESQUADRIAS E AUTOMATIZAÇÕES DA OBRA As unidades contam com amplas janelas com venezianas automatizadas comandadas por aplicativo, ar-condicionado instalado com sistema VRF (ecologicamente correto e mais econômico) e comando por aplicativo e controle remoto. Outros benefícios são as fechaduras eletromecânicas com controle de acesso (entradas social e serviço) por senha ou chave convencional e sistema de automação residencial instalado nas áreas sociais e suíte principal comandado por aplicativo, além de internet, cabeamento estruturado com rede wi-fi instalada, entre outras facilidades. “Todas as unidades já são entregues com piso porcelanato instalado, forro de gesso, piso tacão de madeira nos quartos e aspiração central. Para proporcionar maior integração dos ambientes, o piso do terraço é nivelado com o das salas de estar e de jantar”, destaca Melro. Fonte: Qual Imóvel
- CONHEÇA O SISTEMA VERTICE FSA, DA FISE COMPONENTES
A janela reúne benefícios de desempenho acústico, segurança e maior espaço de contemplação externa “Deixe o barulho do lado de fora”, essa é máxima dos produtos do sistema Vertice FSA, desenvolvido pela Fise Componentes, em 2014. O modelo testado por dois laboratórios proporciona corte acústico Nível A, com redução de 36 dB utilizando vidro laminado de 6 mm e persiana de enrolar, segundo post no Instagram da empresa. A solução foi lançada para modernizar o modelo da janela guilhotina. O sistema Vertice FSA entrega ao usuário maior ventilação e melhor contemplação do ambiente externo, inclusive, com mais de uma pessoa compartilhando o espaço de visão. "Além disso, a folha interna pode ser destravada e tombada para o interior do ambiente, tornando a limpeza muito mais fácil e segura", ainda conforme a publicação. Fonte: Fise Componentes
- LANDY KITS, MARCA DE COMPONENTES PARA ENVIDRAÇAMENTO, COMPLETA 15 ANOS
A empresa é voltada à produção e comercialização para marcas do ramo de box de banho, portas e janelas em vidro, sacadas, instalações em geral e vidraçarias Neste mês de abril a Landy Kits, indústria de roldanas, componentes e acessórios para diferentes soluções em sistemas de envidraçamentos, completou 15 anos. A marca u tiliza os seguintes materiais em seus itens: aço inoxidável AISI - 420 ou 304 (opcional), alumínio, latão, bronze e polímeros de engenharia. Fundada no bairro do Belém, em São Paulo (SP), e hoje sediada em Ferraz de Vasconcelos, região metropolitana da capital paulista, a empresa é voltada à produção e comercialização para marcas do ramo de box de banho, portas e janelas em vidro, sacadas, instalações em geral e vidraçarias. "Determinação e solidez nos fizeram pioneiros em fabricar produtos com qualidade aliados a tecnologia de última geração!", conforme publicação no perfil do Instagram da marca. Fonte: Landy Kits
- AUMENTAM OS PEDIDOS DE CERTIFICAÇÕES PARA EDIFÍCIOS COM OPERAÇÕES SUSTENTÁVEIS NO BRASIL
O registro de novos empreendimentos que buscam certificados de sustentabilidade continua avançando. A quantidade de certificações emitidas pelo Green Building Council Brasil (GBC) aumentou 28% em 2020 na comparação com o ano anterior, e a expectativa é de crescimento semelhante em 2021. “O movimento de edifícios sustentáveis no Brasil vem crescendo com muito dinamismo, a ponto de o país liderar o ranking de certificações Leed [Leadership in Energy and Environmental Design ou Liderança em Energia e Design Ambiental, em tradução literal]”, comenta Felipe Augusto Faria, diretor executivo da Green Building Council Brasil. A certificação Leed trata-se de um sistema internacional de certificação e orientação ambiental para edificações utilizado em mais de 160 países, e possui o intuito de incentivar a transformação dos projetos, obra e operação das edificações, sempre com foco na sustentabilidade. “Somos o quinto país com maior número de empreendimentos certificados ou em processo de certificação”, diz Faria. “Podemos afirmar que tivemos um ganho de maturidade e experiência em termos de ‘green building’ no Brasil, onde se destacam profissionais e empresas dispostos e capazes em maximizar a eficiência no uso de recursos naturais nas edificações.” ZERO ENERGY Recentemente, uma nova certificação foi lançada pela (GBC), a Zero Energy, concedida a edificações que em 12 meses corridos de operação geram 100% da energia necessária para operar. “Já temos 52 empreendimentos na certificação GBC Zero Energy, e aguardamos o registro de outros 208 prédios públicos de sete municípios do Paraná e outras 30 escolas privadas da região Sul do país.” Faria explica que no caso dessa certificação não há possibilidade de compensação das emissões. “Na verdade, o mercado precisa entender que a prioridade é a eficiência e a otimização da gestão. Estas medidas ajudam a pagar os investimentos em geração de energia renovável, assim encontramos a viabilidade técnica e financeira para o Zero Energy." Existem ainda exemplos de edificações “zero água”. Em Curitiba, no Paraná, o edifício Eurobusiness é autossuficiente em água. Toda água potável é retirada de poço artesiano e 100% do esgoto é tratado, de forma a reutilizar a água para fins não potáveis e o excedente devolver ao lençol freático. “O processo de todo o sistema é natural e não estão fazendo uso de elementos químicos para o tratamento”, afirma Faria. O executivo explica que o crescimento dos edifícios verdes também é consequência da maior acessibilidade à tecnologia para geração de energia. “Além disso, a lei da micro e minigeração de energia renovável auxiliou no custo de todo o sistema, e ainda temos incentivos à fundo perdido do Programa de Eficiência Energética (PEE), que pode fomentar iniciativas.” Na comparação com o resto do mundo, já que o Green Building Council está presente em 80 países, o executivo vê o Brasil em ritmo avançado em relação ao conceito net zero, ou seja, edifícios inteligentes e eficientes que se tornaram autossustentáveis energética e/ou hidricamente . Mas quando o assunto inclui as emissões e considera o carbono incorporado nos materiais de construção, o que significaria zerar as emissões na fase de construção também, a situação é outra. “Aí passamos a ser desafiados pela falta de banco de dados preciso em matéria de avaliação de ciclo de vida. Trata-se de uma prática ainda incipiente, mas vejo com naturalidade. Avançaremos.” Fonte: Exame
- CONFIRA ALGUNS PRODUTOS DO CATÁLOGO DA DISPAC ACESSÓRIOS
A marca paulistana conta com um portfólio de aproximadamente 4 mil itens em estoque A Dispac Acessórios distribui produtos para o marcado de esquadrias e vidro de todo o País. Componentes para corrimão, guarnições em EPDM, linha de roldanas, produtos 3M, entre outros componentes, fazem parte do catálogo da marca paulistana. Fundada em 1986 e com pretensão de atender inicialmente o mercado do estado de (SP), a empresa cresceu e entrou no mercado nacional. Contando com um portfólio de aproximadamente 4 mil itens em estoque, a marca dispõe de uma política de atendimento a todos os fabricantes de esquadrias de alumínio e fachadas. "Contamos com um grande mix de produtos importados, fazendo com que os nossos clientes possam adquirir todos os componentes em apenas um fornecedor e, dessa forma, otimizar a compra desses acessórios", conforme o site da empresa. Fonte: Dispac Acessórios
- ALUMAX PARTICIPOU DA CONSTRUÇÃO DA ARENA DAS DUNAS NO (RN)
A extrusora forneceu perfis de alumínio para o projeto, inaugurado em 2014 A Arena das Dunas, localizada em Natal (RN), foi construída para sediar a Copa do Mundo de 2014, e recebeu quatro jogos deste grande evento mundial. A extrusora de metais Alumax participou da obra, oferecendo perfis de alumínio. Outro material de destaque no projeto é o concreto, presente desde a fundação até a superestrutura. Com 114.063,92 m² de área total (só o estádio tem 77.783,50 m²), capacidade para 31.375 torcedores, localização privilegiada e estrutura multifacetada, a arena é capaz de comportar eventos de diversos portes. O espaço, projetado por Christopher Lee, conta com amplo estacionamento externo, para 2.300 vagas e estacionamento interno com 15 mil m². "Nós produzimos perfis com alto grau de precisão, respeitando as individualidades de cada projeto", conforme publicação no Instagram da Alumax. O maior diferencial da empresa está na qualidade de fabricação de cada produto, que conta com tecnologia e competência, ainda conforme o post. Mais informações: alumax.ind.br/ Fontes: Alumax e Arena das Dunas
- ESPECIAL EDIÇÃO 123: REVESTIMENTO CONSTRUTIVO GANHA FORÇA COM ACM
Inovações e crescente variedade de padronagens impulsionam a utilização do alumínio composto em novas obras e no retrofit de edifícios Colaborou: Débora Luz Páginas da matéria de capa da edição 123 - jan/fev 2017/Acervo Contramarco Os painéis compostos basicamente por duas lâminas de alumínio, ligadas por um núcleo de polietileno (termoplástico) — que atendem pela sigla acm (do inglês aluminum composite material) — estão valorizando e embelezando diversas obras pelo País. O acm é conhecido por ser um material leve, fácil de ser conformado, com excelente planicidade e praticamente infinitas cores e padrões de acabamento. É um produto que, sem dúvida, torna a estética da fachada ainda mais atraente. O painel de acm pode, ainda, ser combinado com diversos tipos de materiais, como o vidro, o aço e o granito. Os especialistas preveem um crescimento para a construção civil de 1,5% a 2,5% em 2017. No Brasil, entre 1995 e 2000, houve um significativo aumento do uso desse tipo de revestimento, fato que resultou na redução de preços do acm e no surgimento de muitas empresas concorrentes. Em 2000, no auge da aceitação do acm, estima-se que o mercado tenha chegado a 500.000m² instalados. Entretanto, nos anos seguintes, o mercado brasileiro de acm se retraiu, fazendo com que muitas empresas deixassem de oferecer o material, essencialmente importado. Sensível às flutuações do dólar, a utilização do produto acompanha o crescimento da economia e do setor da construção. “Hoje, novamente o acm está em alta no mercado, sendo aplicado em grandes fachadas ou em novos desenvolvimentos, como na indústria moveleira. Essas ‘descobertas de novas oportunidades’ de aplicação fizeram com que o volume crescesse muito no Brasil. A maior parte dos painéis de acm é trazida da China e de outros países. Estimase que o volume importado seja de aproximadamente 6 milhões de m²/ano”, revela o professor Alexandre Araújo, colaborador de Contramarco e coautor do livro “Revestimento em ACM – Uso na Arquitetura e Comunicação Visual: Guia Prático e Didático”. O engenheiro Sergio Freitas, diretor comercial da Sansite, ressalta que “os painéis de acm são a melhor opção para fachadas. Por serem de fácil instalação, oferecem a possibilidade de cobrir grandes vãos, e são fáceis de ser calandrados para o revestimento de colunas, além disso a adaptação do acm nas esquadrias não requer nada de especial”. Alexandre Araújo tem opinião semelhante à de Freitas, dizendo ainda que a variedade de aplicações dos painéis é crescente, pois, além de revestir colunas são úteis para revestir pórticos, paredes internas, luminárias e peças de mobiliário. “Outra aplicação interessante encontra-se no revestimento de divisórias, por causa da atenuação acústica proporcionada pelo sanduíche de alumínio com termoplástico”, ponta o professor Araujo. “A indústria já produz, inclusive, modelos de acm com espessura e pintura adequadas a essas novas aplicações”, explica, acrescentando que os painéis com espessura de 4mm são os mais utilizados em fachadas, podendo chegar, às vezes, a 6mm. “Já na comunicação visual, onde nem sempre os painéis estão sujeitos às intempéries, é possível empregar os de 3mm de espessura, com acabamento mais econômico”, observa. Os painéis de alumínio composto têm diversas aplicações, entre elas as que mais se destacam são: • Revestimento de fachadas de edifícios • Revitalização de edifícios (retrofit) • Revestimento de áreas internas, elevadores e mobiliários • Revestimento de colunas, vigas, coberturas e marquises • Sinalização, displays e letreiros • Estandes em feiras e quiosques • Forros e divisórias • Postos de gasolina RETROFIT EM FACHADAS Para Sérgio Freitas, o uso do acm em fachadas apresenta um crescimento exponencial, mesmo com a diminuição de projetos construtivos novos. “Há um mercado a ser explorado, o de retrofit, que é imenso, ou seja, o crescimento de consumo de acm no Brasil não tem volta e irá crescer, pelo menos, nos próximos 10 anos”, diz. Retrofit é um termo utilizado principalmente em engenharia para designar o processo de modernização de uma obra já existente e defasada, ou seja, é uma reforma no sentido de customizar, adaptar e melhorar os equipamentos, o conforto e as possibilidades de uso de um antigo edifício, revitalizando-o, aumentando sua vida útil ao usar recursos tecnológicos avançados em sistemas prediais com novos materiais, compatibilizando-os com as restrições urbanas e ocupacionais atuais. Não se trata simplesmente de uma reconstrução ou restauração, mas de aperfeiçoar o ambiente sem perder sua essência, de forma a preservar sua história. “Nos últimos 30 ou 40 anos, um dos grandes aliados do retrofit é o painel de acm, que vem revalorizando inúmeras fachadas de velhos edifícios, especialmente aqueles sem estilo arquitetônico identificável ou que não estão com processo de tombamento, conservação ou restauração prevista ou encaminhada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão do Ministério da Cultura, que tem em seus registros mais de 20 mil edifícios tombados, preservados ou em processo de preservação no País”, comenta o professor Alexandre Araújo. Segundo ele, edifícios com poucas décadas de uso, mas com fachadas deterioradas pelo tempo, representam uma grande oportunidade para a aplicação dos painéis de acm. A fachada de um imóvel funciona como um cartão de visita. Nesse sentido, o acm é um dos materiais mais adequados para sua valorização, pois proporciona em curto espaço de tempo (sem causar muitos transtornos à obra) uma transformação por completo de um prédio já existente, além de oferecer uma grande variedade de cores, padronagens e detalhes visuais atraentes à fachada. Por ser leve, o painel de alumínio composto não sobrecarrega a estrutura do edifício. Sua fácil e rápida instalação faz com que o trabalho seja realizado sem a necessidade de desocupação do imóvel. ALINHAMENTO ESTÉTICO Imagem da matéria de capa da edição 123 - jan/fev 2017/Acervo Contramarco A fixação requer cuidados de manuseio e de aplicação. Os painéis chegam à obra usinados, cortados e calandrados sob medida em processos industriais, revestidos com um filme de proteção, prontos para a execução da instalação. Realizada por mão de obra especializada, a instalação é determinante para garantir perfeito alinhamento estético, planicidade e estanqueidade. Os painéis são parafusados ou colados sobre uma estrutura de alumínio, sendo o encontro dos painéis com o suporte de fixação o ponto mais crítico da instalação. A fim de evitar que a superfície apresente variações, deformidades e saliências, principalmente nas juntas, é necessário garantir o correto dimensionamento das chapas e o uso adequado dos parafusos e fixações, sempre respeitando a necessidade de alinhamento de altura e largura entre os painéis. NORMA TÉCNICA Imagem da matéria de capa da edição 123 - jan/fev 2017/Acervo Contramarco Desde 2006, a Norma ABNT NBR 15446 especifica os requisitos dos painéis de chapas sólidas de alumínio e dos painéis de material composto de alumínio utilizados em fachadas e revestimentos para fins arquitetônicos. De acordo com Edgard Panzeri, proprietário da Consultoria EAP, “toda Norma Brasileira deve ser recebida como um ‘plus’, tanto para fabricantes do produto como beneficiadores do mesmo, agindo como balizadora para especificadores e compradores”. Desse modo, na visão do consultor, a norma técnica cumpre o seu papel. Por outro lado, as técnicas de fabricação e beneficiamento do produto estão em constante evolução, surgindo a cada dia inovações que devem ser analisadas, debatidas e logicamente inseridas na norma correspondente por meio de revisões. “É necessário, sim, reavaliar os direcionamentos. Por exemplo, a NBR 15446-2006 data de mais de 10 anos”, observa Edgard Panzeri. Segundo Sergio Freitas, a norma de acm ajuda muito na orientação do segmento e o maior problema seria o desconhecimento dela. “Vejo a necessidade de se divulgar mais a norma até mesmo na mídia voltada para o setor”, comenta o especialista. O professor Alexandre Araújo observa que, de modo geral, a norma tem o foco voltado para a qualidade do material fabricado comercializado no Brasil e não dele processado e aplicado pelas empresas instaladoras. “Contudo, está em projeto a norma que tratará dos sistemas metálicos para revestimentos de fachadas, podendo ser vertical ou horizontal, visando o desempenho exigível, dos seus sistemas envolvendo componentes de montagem, projeto, produção, logística, instalação e manutenção. Essa nova norma sobre sistemas metálicos para revestimentos de fachadas não abordará apenas o painel de acm, mas também um conjunto de outros painéis que são fabricados com chapas metálicas de diferentes materiais, incluindo sistemas de fixação e elementos de vedação, quando o uso for necessário”, explica do professor. “A norma vigente no País é válida desde 2006. Na época não havia uma utilização em larga escala como hoje. Para se ter uma ideia, nem mesmo os laboratórios estão preparados para todos os testes que são necessários. Por outro lado, a norma não exige testes específicos para cada projeto, nem mesmo para produtos importados que entram no País sem nenhuma exigência”, observa Elizeu Mannala, diretor comercial da Mannala. Para Luiz Felipe Lucena, diretor da Central do Alumínio, “é necessário termos regras mais claras e contundentes que possibilitem a melhor utilização do material e a punição das más utilizações, com orientações mais claras do uso ideal”. Sue Ellen, coordenadora técnica da Alukroma, destaca que “as normas técnicas sempre contribuem para elevar a qualidade dos produtos, mas ainda há muito trabalho para elevar o nível de conhecimento técnico do especificador e comprador, e evitar práticas comerciais indevidas”. Ela acrescenta que é importante que as demais entidades de classe (ABAL, AFEAL, entre outras) procurem dar mais atenção às práticas e qualidade dos materiais importados. “Faço parte da comissão de normas da AFEAL e a revisão da norma está sendo estudada com base na realidade atual do mercado, visando principalmente a segurança e o desempenho do material instalado”, afirma Paloma Souza, coordenadora de desenvolvimento e mercado da Day Brasil. Cíntia Figueiredo, coordenadora de projetos da Kawneer América Latina, conta que as normas em geral ajudam a garantir a qualidade do produto quando este chega ao consumidor. “No caso da NBR 15446, houve um grande salto na regularização da utilização das chapas, bem como sua montagem e instalação visando garantir a excelência e os cuidados necessários para que o produto tenha uma melhor vida útil e garantia, além de contribuir com sua manutenção e preservação. Porém a norma ainda tem oportunidade de tratar de outros temas de grande relevância, como requisitos de segurança contra fogo”, comenta Cíntia Figueiredo. ESPESSURAS A resistência de um painel de alumínio composto é determinada pelas cargas aplicadas, altura da instalação (carga de vento), condições de apoio e geometria do painel. A definição da espessura é determinada pela Norma 15446. Para casos atípicos, em que se pretende utilizar espessuras divergentes da recomendação da norma (ou seja, espessuras menores), deve-se fazer um estudo de tolerância dimensional para determinar as dimensões dos módulos e os reforços necessários. CUIDADOS NA INSTALAÇÃO Uma série de cuidados devem ser observados no momento de instalar os painéis de acm, que incluem desde o manuseio do material no canteiro de obras à aplicação dos elementos de vedação e alinhamentos sobre a estrutura. “Os painéis chegam à obra já usinados, cortados e calandrados sob medida em processos industriais, revestidos com um filme de proteção e prontos para a instalação. Quando a chapa é trabalhada in loco, ou seja, na obra, corre-se o risco de não se obter a mesma qualidade dos processos realizados na fábrica. A usinagem para a dobra do painel feita com máquina imprópria produz desvios em ziguezague, e a dobra fica torta e sem uniformidade”, explica o professor Alexandre Araújo. O bom trabalho de instalação, realizado por mão de obra especializada, é determinante para conferir a estética, a planicidade e a vedação desejadas. Em geral, os painéis são parafusados ou colados sobre uma subestrutura de alumínio ou, algumas vezes, de aço. “O encontro dos painéis de acm com a subestrutura é o ponto mais delicado na instalação. Por isso é importanteque seja feito um bom dimensionamento das chapas, caso contrário a superfície irá apresentar variações, principalmente nas juntas de encontro”, sinaliza Araújo. Pelo mesmo motivo, parafusos apertados de forma excessiva e desigual, desprezando o alinhamento externo, resultam em saliências. Sendo assim, é fundamental que o instalador preste atenção no gabarito, de forma a evitar que um painel seja parafusado mais à esquerda ou à direita, criando juntas com diferentes aberturas. OBSERVAR AS OPÇÕES Araújo recomenda que no momento de escolher as dimensões e espessuras, o mais indicado é utilizar painéis de acm de 4mm para fachadas com alturas superiores a 8m, devido à pressão dos ventos. Para testeiras, marquises e comunicação visual, podem ser adotados painéis de 3mm de espessura. Caso seja utilizado um painel com dimensões superiores a 1,20m por 1,50m, deve-se empregar um reforço para garantir a rigidez do acm depois de instalado. “Trata-se de um reforço (perfil de alumínio) fixado no verso do painel, no meio da chapa, no sentido horizontal ou vertical, dependo da modulação do painel. O perfil deve ser colado com fita dupla-face apropriada”, observa. “O reforço é normalmente um perfil de alumínio com 25mm ou 38mm de profundidade. Colado no painel, o reforço atua como viga em miniatura. A pressão dos ventos é transferida para o reforço, que libera a carga para as bordas e reduz a deflexão (alteração ou desvio da posição da chapa para um lado ou outro). Devido ao alto custo da fita dupla-face, é possível fazer a colagem intercalando trechos de silicone neutro e de fita”, discorre Araújo. Segundo ele, o espaçamento entre os reforços deve ser decidido no projeto, levando-se em conta fatores como robustez e extensão do próprio perfil, pressão dos ventos, deflexão permitida, espessura do acm, eficiência do fixador e distância entre os suportes estruturais. O mercado brasileiro oferece uma crescente variedade de opções. Para conhecer as mais utilizadas, Contramarco entrevistou as principais empresas do segmento. O resultado pode ser conferido na matéria de capa da edição 123 - jan/fev 2017 .
- FINANCIAMENTO BANCÁRIO ESTÁ PRESENTE EM 54% DAS VENDAS DE SISTEMAS FOTOVOLTAICOS EM 2021
Com a aprovação do marco legal de energia limpa pela Câmara dos Deputados, demanda deve aumentar ainda mais A Câmara dos Deputados aprovou, em 18 de agosto de 2021, o texto do Projeto de Lei nº 5.829/2019. Agora, o documento, que introduz o novo marco legal da geração de energia fotovoltaica descentralizada, precisa da aprovação do Senado e da sanção do Executivo Nacional para ser colocado em prática. Contudo, essa primeira conquista é de acentuado mérito, uma vez que preconiza um aumento de segurança jurídica para os investidores nacionais e internacionais. Quanto mais investimentos, mais produção, o que resulta no declínio de preço na conta de energia para pessoas físicas e jurídicas e maior oferta de equipamentos solares. Com isso, a demanda nacional por módulos fotovoltaicos, que atingiu a marca de 4,88 GW no primeiro semestre de 2021, superando o volume do ano todo de 2020, deve aumentar ainda mais. A informação é do “Estudo Estratégico – Geração Distribuída: Mercado Fotovoltaico”, da Greener, que trabalha com informações para guiar a transição energética no Brasil. O financiamento bancário deve auxiliar nesta fase de expansão, já que está presente em 54% das vendas de sistemas fotovoltaicos realizadas em 2021, com empresas de micro e pequeno porte liderando o uso desse tipo de solução. Na pesquisa, mais de 74% das instalações comerciais foram direcionadas para a categoria. A Entec Solar, empresa de Curitiba (PR), que desenvolve tecnologia para energia fotovoltaica, confirma o percentual e diz que 85% de suas vendas são realizadas através de parceria com os bancos BV, Santander e Losango, bem como com as cooperativas ViaCred, Sicred e Coop Fácil. “Oferecemos a possibilidade de financiamento porque sabemos que o investimento necessário para a instalação de um sistema de energia fotovoltaica, tanto na casa quanto na empresa do interessado, é relativamente alto", diz Jessé Jaelson da Silva, sócio e diretor da Entec Solar. Para ele, o processo fica bem mais acessível quando há um incentivo, em que as pessoas podem pagar por esse investimento aos poucos, com parcelas adequadas para cada tipo de situação. No crédito ofertado pela Entec Solar, há cobertura de 100% do projeto, com até 96 meses para quitação. “Sim, dá para financiar tudo”, ressalva Silva. E, a primeira parcela pode ser paga em até 120 meses depois da liberação do recurso. “Ou seja: nessa data, a instalação já foi feita e o cliente já economizou em quatro contas de energia elétrica convencional.” A perspectiva, segundo ele, é que as linhas de financiamento cresçam ainda mais, porque, no dia 29 de outubro, entrará em vigor a terceira fase do open banking, que possibilitará o compartilhamento rápido e seguro de dados para pagamentos, segundo o portal O Estado de S. Paulo . Open banking significa "sistema financeiro aberto" e permite que pessoas físicas e jurídicas compartilhem informações pessoais de forma segura e ágil com diferentes instituições financeiras para obter financiamento, crédito e outros produtos e serviços a preços mais competitivos. “Sem dúvida, o aumento das ofertas de crédito para a compra de sistemas fotovoltaicos vai ajudar a desburocratizar o uso da energia solar, tanto para residências quanto para empresas”, comemora Silva. Ele finaliza afirmando que, “como o sistema de energia solar tem capacidade para durar 25 anos ou mais, além de todo retorno do ponto de vista econômico, outro destaque é a valorização do imóvel que, por si só, terá seu preço de mercado ampliado.” Fonte: Entec Solar/Assessoria Engenharia de Comunicação
- SIKA INVESTE R$ 1,7 MILHÃO EM PROJETO SUSTENTÁVEL
A iniciativa, r ealizada na planta de Lençóis Paulistas (SP), propõe a atualização do sistema de aquecimento nas linhas produtivas das membranas asfálticas A Sika , empresa especializada em produtos químicos para construção civil , tem apostado em projetos sustentáveis para minimizar os impactos de suas operações ao meio ambiente. Em 2021, a multinacional instituiu o Comitê de Sustentabilidade para a América Latina. Iniciativa, que reúne lideranças de distintas áreas e países para discutir projetos que melhorem o desempenho da marca em sustentabilidade. Uma das principais estratégias traçadas foi a revisão das atividades em suas plantas que produzem membrana asfáltica na América Latina e que são intensivas no consumo de energia. Segundo Kleber Bautz, gerente de operações, para amenizar essa questão, foi traçado um projeto, com a participação dos engenheiros responsáveis pelo gerenciamento dessas fábricas e especialistas regionais e globais, para aperfeiçoamento na operação e compartilhamento das práticas de sucesso. "No Brasil, após um mapeamento do consumo de energia da fábrica localizada em Lençóis Paulistas, em (SP), foi definida a revisão de equipamentos para obter mais eficiência e substituir o combustível utilizado na fabricação dos produtos", completa. O investimento da marca no país foi de R$ 1,7 milhão com o programa, e propõe a atualização do sistema de aquecimento das linhas produtivas. "Estão sendo instalados novos queimadores, isso permitirá aumentar a eficiência nesse processo com maior controle da temperatura, melhor aproveitamento na queima do combustível e menor perda de calor. Além disso, será substituída a fonte energética de óleo combustível para gás natural, que tem menores emissões causadores de efeito estufa", conta o gerente de operações. EMISSÃO DE GASES "Em 2023, o objetivo é reduzir 15% das emissões de gases causadores do efeito estufa relativas comparadas ao ano de 2019. Neste esforço global, o Brasil se destaca. Somente este projeto de Lençóis Paulista nos permitirá reduzir em mais de 1000 t CO2eq as emissões desta planta", diz Bautz,. Ele complementa que as emissões diretamente controladas pela Sika em todo o Brasil foram de 5,3 mil t CO2eq em 2020. Ou seja, aproximadamente 20% das emissões diretas da marca em 2020 serão evitadas no próximo ano", explica. A jornada sustentável da marca segue também com outros propósitos, como avaliação do consumo de água nos processos, redução da geração de resíduos e desenvolvimento de produtos, tendo como premissa buscar as melhores alternativas para os clientes e alcançar objetivos favoráveis ao meio ambiente. Fonte: Sika/Assessoria Dezoito Comunicação
- 5 PERFIS DE FOTOS ARQUITETÔNICAS PARA SEGUIR NO INSTAGRAM
A vastidão de formas e linhas, dimensões, nuances de cores, uso de materiais e, especialmente, a criatividade das obras arquitetônicas encantam a todos. Que tal fazer uma viagem através das lentes de fotógrafos famosos do meio? Trouxemos 5 profissionais que registram obras pelo mundo para você acompanhar no Instagram . 1- @huftonandcrow A Hufton + Crow se dedica a criar fotografias inspiradoras da arquitetura contemporânea de interiores e exteriores em todo o mundo. O trabalho de dois profissionais da área resulta em atenção aos detalhes e abordagem criativa. As imagens descrevem a arquitetura dentro do ambiente construído. 2- @jesusgranada O fotógrafo espanhol Jesús Granada ingressou em 1992 na Escola Técnica Superior de Arquitetura de Sevilha, na Espanha. Desde 1999, encomendou fotografias de projetos em 22 países, alguns dos trabalhos foram publicados em livros e revistas de editoras de todo o mundo. Atualmente, é colaborador da editora El Croquis, para a qual desenvolveu nove monografias. 3 - @iwabaan Conhecido principalmente por captar imagens que narram a vida e as interações que ocorrem na arquitetura, o fotógrafo holandês Iwan Baan estudou na Royal Academy of Art, em Haia, na Holanda, e trabalhou com fotografia editorial e documental em Nova Iorque (EUA) e na Europa. Suas imagens da Torre David, em Caracas, na Venezuela, lhe garantiram o Leão de Ouro de Melhor Instalação em Veneza 2012, na Bienal de Arquitetura. T ambém foi ganhador inaugural do prêmio Julius Shulman de fotografia. Ao lado de suas comissões da área, Baan colaborou em vários projetos de livros de sucesso, como Insular Insight: Onde a arte e a arquitetura conspiram com a natureza, Torre David: Comunidades verticais informais e Brasília e Chandigarh - Vivendo com a modernidade. Seu trabalho também aparece nas páginas de publicações de arquitetura, design e estilo de vida, como The Wall Street Journal, The New York Times, Architectural Record, Domus, Abitare e Architectural Digest. Em dezembro de 2011 foi eleito uma das 100 pessoas mais influentes no mundo da arquitetura contemporânea pela revista Il Magazine dell'Architettura. Já em 2016, recebeu o prêmio AIA Stephen A. Kliment Oculus. 4 - @ossipvanduivenbode Ossip van Duivenbode estudou história da arquitetura e depois trabalhou no AIR, o centro de arquitetura de Rotterdam, na Holanda. Desde 2010, atua como fotógrafo da área independente. Seus clientes incluem arquitetos, editoras e instituições culturais. Suas fotografias aparecem em livros, revistas e periódicos internacionais. Ele é um dos fundadores do OMI, centro público de arquitetura holandês. Com sua fotografia, busca projetos em larga escala que se quebram pelo pequeno uso humano. Ele também observa através das lentes lugares urbanos que voltam a ser íntimos pelas intervenções de pequena escala, por vezes temporárias. 5 - @archmospheres Marc Goodwin é fotógrafo de arquitetura, escritor e professor. Natural de Londres (Inglaterra), atualmente divide seu tempo entre Europa, Américas, Oriente Médio e Ásia. Ele estudou na Universidade da Califórnia (EUA), Goldsmiths College, em Londres e, recentemente, completou um doutorado na Aalto University, Helsinque (Finlândia). A sua tese - Espaço Discursivo da Arquitetura, Fotografia - investiga os componentes da fotografia arquitetônica convencional e os contrapõe a um sistema de ambientes. Seu trabalho foi publicado em seis livros de construção e inúmeras vezes na imprensa da área. Goodwin também produz fotos para o Architecture Studios Atlas. Fontes: Hufton + Crow, Jesús Granada, Iwan Baan, Ossip ArchitectuurFotografie e A rchmospheres.













