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  • Família de centros de usinagem Tekna agrega ao portfólio do grupo Voilàp

    A marca Tekna, produtora de máquinas para processamento de extrusões de alumínio, divulga sua família de centros de usinagem. O equipamento, da empresa que pertence ao Grupo Voilàp, possui 4 e 5 eixos controlados TKE 954/955. De acordo com a projetista, a linha proporciona mais produtividade, tecnologia e praticidade. Uma das principais características das máquinas é seu sistema multi peças mais veloz e preciso, graças ao protocolo Powerlink (ethernet - tecnologia de rede capaz de agregar novas tecnologias em uma comunicação compartilhada por um único cabo para todos os dispositivos), mesma tecnologia usada em robôs. Toda essa tecnologia não significa mais dificuldade de operação, afirma a empresa. A nova plataforma foi desenvolvida para facilitar a programação e operação da máquina com um sistema mais didático e fácil. Há cerca de 10 anos, a Tekna passou a fazer parte do grupo Voilàp Holding, que detém outras marcas, como Emmegi, Elumatec, Keraglass, entre outras. Desde então, vem passando por uma reformulação tanto tecnológica como de design , desenvolvendo equipamentos de última geração, como o novo centro de usinagem. O que é POWERLINK: https://www.br-automation.com/pt-br/produtos/modulos-de-rede-e-comunicacao/o-powerlink/ Mais informações: https://www.tekna.it/en/news-archive/news/voilap-holding-is-established Fontes: Tekna

  • GRADE PAC, NOVIDADE DO CATÁLOGO DA ALUMIFIX, POSSUI FÁCIL SISTEMA DE MONTAGEM

    A Grade Pac, novidade do portfólio da fabricante de perfis e componentes para esquadrias Alumifix, pode ser instalada em fachadas, ar-condicionado e casa de bombas. O produto conta com fácil sistema de montagem, por meio de encaixe e clique, sendo fornecido com as usinagens para encaixe, de acordo com as medidas personalizadas para cada instalação. A grade está disponível nas cores preto, branco, fosco e alumínio natural. A Alumifix iniciou suas atividades em 1997, em Curitiba (PR). Com a missão de distribuir componentes de esquadrias para serralheiros, obteve crescimento e participação no segmento. Com isso, transferiu sua sede, dois anos depois, para o endereço atual na capital paranaense. Em 2001, iniciou a fabricação de componentes em nylon na cidade de São José (SC), com a fundação da empresa Aluminyl, vendida dois anos depois. Em 2003, passou a distribuir componentes para esquadrias em todo o território nacional, já ocupando uma sede de 1200 m² e com quase 60 funcionários. Em 2006, iniciou a importação de produtos vindos do Chile, Espanha, Itália e China e praticamente dobrou sua estrutura operacional, já com 2.100 m² de área e 102 funcionários. Depois de conquistar o mercado brasileiro, a Alumifix instalou um escritório na cidade de Wuxi (China), em 2007, com o objetivo de prospectar oportunidades nos ramos de componentes para esquadrias, vidro e alumínio. Hoje a marca exporta também para a Angola, Chile, Paraguai e Bolívia e está em negociação com o México e a Argentina, além de possuir uma divisão voltada para produtos de energia solar, a Alumifix Solar. Fonte: Alumifix

  • AUMENTO DO MULTIPLICADOR DE SUBSÍDIO DO CASA VERDE E AMARELA

    Daniel Ferreira, ministro do desenvolvimento regional, anunciou um aumento de 0,15% no multiplicador de subsídio do programa habitacional Casa Verde e Amarela (CVA), que deve ser publicado no dia 1º de junho deste ano. A informação foi transmitida a José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), nesta quarta-feira (25), em reunião da Pasta - Conselho de Administração. Durante o encontro, foram discutidas iniciativas para melhorar o desempenho na contratação do CVA. O presidente Carlos Henrique Passos, da Comissão de Habitação de Interesse Social (CHIS) da CBIC, também participou do evento. O ministro também informou que o Congresso Nacional estuda ampliar o prazo de financiamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) de 30 para 35 anos, além de outras ações ligadas à carência nas primeiras prestações, como o uso mensal do FGTS depositado para quitar prestações e ampliação de faixas de renda nos grupos 2 e 3 do programa. Outra decisão anunciada foi a regulamentação do Fundo Garantidor de Habitação (FGHab). De acordo com o presidente da CBIC, essas providências aumentam o poder de compra das famílias. “Excelentes medidas de incentivo para a habitação de interesse social”, disse. No 1º trimestre de 2022, os lançamentos de unidades do CVA foram reduzidos em 40,4% e a oferta final em 11,1%, em comparação com o 4º trimestre de 2021. Os números negativos não têm relação com a alta nas taxas de juros, mas são afetados por três fatores predominantes: aumento dos preços e dos custos dos materiais da construção civil; falta de confiança para novos lançamentos dos empresários e incorporadoras; e queda do poder aquisitivo das famílias. As informações fazem parte do estudo Indicadores Imobiliários Nacionais do 1º trimestre de 2022, realizado pela CBIC, em parceria com a Brain Inteligência Estratégica. Para mais informações, acesse: https://cbic.org.br/es_ES/lancamentos-do-casa-verde-e-amarela-foram-reduzidos-em-40-no-1o-trimestre-de-2022/ Fonte: CBIC

  • QUAIS SÃO AS TENDÊNCIAS DE SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL?

    O termo ESG, relacionado às práticas ambientais, sociais e de governança de empresas, ganhou projeção em 2004, no documento “Who Cares Win”, do Pacto Global e Banco Mundial. Na sequência, as instituições financeiras foram provocadas pela ONU a levar essas práticas em conta na avaliação do mercado de capitais, o que viria a ser um avanço no setor produtivo. Segundo o Conselho Internacional da Construção (CIB), mais de um terço dos recursos naturais explorados no país são destinados ao setor. “50% da energia gerada é para abastecer operações relacionadas às edificações. Isso sem contar o impacto de resíduos sólidos, líquidos e gasosos, provenientes tanto dos processos de construção quanto dos entulhos”, aponta Carlos Alberto Cioce Sampaio, professor de mestrado em Governança e Sustentabilidade do ISAE Escola de Negócios. De acordo com o Green Building Council Brasil (GBC Brasil), o empresariado no país está empenhado em implantar práticas ESG no setor de construção civil, tanto que o Brasil se encontra no quinto lugar do ranking mundial em número de projetos sustentáveis, com destaque para a certificação LEED - Leadership in Energy and Environmental Design - na construção civil. “Trata-se de um sistema internacional de certificação e orientação ambiental que vem reduzindo em média 40% da água, 35% das emissões de CO², 30% da energia e 65% dos resíduos em novas construções e grandes reformas”, explica. Há ainda outros certificados internacionais de sustentabilidade para o setor, como o inglês BREEAM, o alemão DGNB e o suíço Minergie. A prática de sustentabilidade e aplicação de novas tecnologias é tendência para 2022, como tijolos ecológicos, cisternas para coleta e armazenamento de águas pluviais, telhados verdes como solução termoacústica, claraboias para iluminação e jardins verticais para regular a temperatura interna, de acordo com o portal Docket. Ainda segundo o site, outra forte tendência para a construção civil neste ano é o reaproveitamento de materiais, como a reutilização de pisos e ladrilhos, reuso de móveis antigos e uso de madeira de demolição. A ventilação natural, instalação de placas fotovoltaicas, uso de drones e realidade aumentada, construção modular e robotização dos processos também estão entre as práticas sustentáveis mais adotadas. A certificação AQUA - HQE, criada originalmente na França em 1974, é referência no processo de avaliação da construção sustentável. No Brasil, a Fundação Vanzolini, organização sem fins lucrativos, criada e gerida pelos professores do departamento de Engenharia de Produção da Universidade de São Paulo (Poli-USP), realizou um trabalho de tropicalização para a cultura, normas e exigências do mercado. Bruno Casagrande, gerente de marketing da área de certificação da Fundação Vanzolini, conta que, atualmente, são mais de 781 edificações prontas ou em construção. “Cerca de 700 empreendimentos mistos, residenciais ou comerciais; mais de 40 mil unidades residenciais, casas ou apartamentos; o que representa, ao todo, 15 milhões de m² de área construída. São, ao todo, 465 edifícios residenciais, sendo 209 só na cidade de São Paulo”, explica. “Isso representa 21.916 unidades na capital paulistana. Se comparamos janeiro de 2021 com janeiro deste ano, o aumento nas contratações da AQUA-HQE foi de 387%”, acrescenta. Um dos parâmetros da certificação é a utilização de materiais que tenham a maior durabilidade possível, com a maior facilidade para conservação e manutenção e, que no final do seu ciclo de vida, possa ser reciclado. “Esses pontos são extremamente positivos nas esquadrias de PVC, além de outros benefícios como favorecimento da qualidade acústica, conforto térmico e visual”, cita o especialista. Casagrande faz uma análise sobre as perspectivas de crescimento no Brasil do setor da construção civil, para ele, com a alta dos juros e disparada do preço dos materiais, a tendência não é o declínio, mas a estabilização de um mercado que está em alta. “Apesar desse cenário, a procura por empreendimentos sustentáveis continuará crescendo, visto que o mercado está mais atento e dando preferência por produtos com atributos ambientais”, destaca. A certificação AQUA-HQE é baseada em critérios de desempenho, oferecendo liberdade ao empreendedor na busca das melhores soluções, neste quesito, as esquadrias de PVC, se comparado a outros sistemas, têm ampla vantagem no processo de escolha dos materiais. Fontes: Docket e assessoria P+G Comunicação Integrada

  • PORTA DE ENROLAR TRANSVISION: SAIBA AS VANTAGENS DO MODELO

    Com pintura eletrostática branca, borracha na soleira, guia telescópica e fitas de PVC, o modelo de lâmina transvision, da Megadoors, fabricante de portas automáticas, foi instalado em um projeto residencial em Atibaia (SP), em setembro de 2021. Além de um visual moderno, a porta transvision possibilita uma visão de fora para dentro e uma boa observação noturna, devido ao seu perfil ser micro furado, dando a sensação de transparência. Outra vantagem do modelo é a ventilação proporcionada ao ambiente. Devido a sua estrutura ser de um material de aço, agregando segurança e beleza ao bem adquirido, o modelo é comum em lojas de shopping, pela possibilidade de visibilidade quando está fechada, permitindo que os clientes possam olhar as mercadorias dentro da loja. A esquadria também pode ser personalizada, combinando com o interior do ambiente ou as cores da marca da loja. A Megadoors fabrica a porta transvision em aço galvanizado, alumínio ou aço inox. A empresa disponibiliza o produto com pintura eletrostática e suas cores podem ser variadas devido à diversificação dos chaveiros de tonalidade, criando um aspecto moderno. “A porta transvision é símbolo de referência para sua loja por permitir diversos tipos de personalização em cores e acabamentos”, conforme a marca. Fonte: Megadoors

  • INOVA.YOSHII BUSCA TECNOLOGIAS DE OPERAÇÃO E INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

    Programa vai atrair startups e fornecedores do mercado em busca de soluções criativas e da aceleração digital para os desafios do segmento O grupo A.Yoshii, em parceria com Innovation Latam, lançou o programa Inova.Yoshii de inovações, que tem como público a equipe interna, com foco no quadro de colaboradores e fornecedores do mercado, e a parte externa, voltado para startups para atrair, por meio de soluções separatórias, criativas e inovadoras, diferenciais competitivos para as áreas operacionais e de estratégia do setor da construção civil. O programa propõe reunir o ecossistema de inovação para disseminar o uso de tecnologias emergentes e de ponta, com foco em melhorias de processos e do mercado como um todo. Com o tema “Conquistas incríveis acontecem quando se constrói em conjunto”, o conteúdo de inovação da construtora paranaense quer impulsionar o DNA criativo e inovador em todos os setores da empresa: operacional, digital, administrativo e demais. Com isso, a construtora firmou parceria com a Innovation Latam, a primeira plataforma de hubs (plataforma de integração de canais de venda e sistemas de gestão) de inovação que conecta empresas, auxiliando a executar programas de inovação aberta e interna. “Estamos muito felizes com a parceria. Ficamos impressionados com a rapidez com que criamos a plataforma Inova.Yoshii, o que confirma a dedicação dos envolvidos em desenvolver e extrair o máximo do ecossistema empreendedor”, conta João Pedro Brasileiro, diretor executivo da Innovation Latam. A plataforma visa transformar ideias em soluções de impacto. “Acredito que a tecnologia une a necessidade do cliente à solução. Criamos o programa para atender não apenas ao cliente, mas para encontrar novos modelos de negócios e aprimorar os processos existentes, aumentar a produtividade, gerir dados de forma mais confiável e, por fim, transformar ideias em soluções de impacto que agregam valor percebido ao negócio”, explica Leonardo Yoshii, diretor executivo. “Qualquer colaborador poderá apresentar uma ideia por meio da plataforma, pois um dos nossos principais objetivos é promover a cultura de inovação e mudança de mindset (configuração da mente, em tradução literal) voltado para a inovação em nossos colaboradores”, explica Michael Vicentim, superintendente de inovação e T.I da A.Yoshii. A empresa oferece a oportunidade de parcerias estratégicas com startups , fornecedores atuantes no mercado e colaboradores que tenham projetos e soluções alinhados ao portfólio de tecnologias em construção civil e que ofereçam novas oportunidades de negócios. Visando o processo de crescimento e escala, bem como fornecedores já consolidados no mercado. “Nosso intuito é captar oportunidades e, por meio de parcerias, criar, implantar ou aprimorar soluções que tragam um diferencial competitivo para a empresa. O Inova.Yoshii representa um banco de oportunidades”, complementa o superintendente. Para acessar, interagir e submeter as soluções de melhoria, basta acessar https://innovationlatam.com/ch/ayoshii . Fonte: A.Yoshii e Agência Central Press

  • VERSATILIDADE DO ACRÍLICO: AQUÁRIOS GANHAM FORMAS, TAMANHOS E FUNÇÕES VARIADAS

    Resistência e alto grau de transparência também são apontados como fatores na escolha do material em projetos que envolvam a construção de tanques de água para exibição de animais aquáticos Reprodução: Instituto Latino-Americano do Acrílico (ILAC)/Assessoria Baião de 3 Comunicação Poder ver de perto animais que vivem em seus habitats é o que move milhões de pessoas todos os anos aos aquários espalhados pelo mundo. O AquaRio, maior aquário da América Latina, que foi inaugurado em novembro de 2016, ultrapassou, em 2019, o número de 3 milhões de visitantes. O local, que possui 26 mil m², conta com tanques com capacidade para armazenamento de 4,5 milhões de litros de água salgada e reúne mais de 350 espécies de animais. A principal atração do local, no entanto, ou pelo menos o que permite que os visitantes consigam de fato experimentar a sensação de estar no fundo do mar, é um túnel com 26 m de extensão construído com chapas acrílicas que contam com 3 m de altura e 2 m de largura. Essa passagem fica a 7 m de profundidade e sob constante pressão dos 3,5 milhões de litros de água que ocupam o tanque. Lá vivem diferentes tipos de raias e tubarões, entre outros animais marinhos. “O acrílico permitiu que aquários se reinventassem e proporcionassem ao público experiências antes bastante limitadas, tanto visualmente, já que outros materiais, como o vidro, não oferecem a mesma visibilidade que o acrílico, mas também de poder ter uma nova perspectiva sobre a visitação”, explica João Orlando Vian, consultor executivo do Instituto Latino-Americano do Acrílico (ILAC). Vian diz que por ser um plástico termo moldável, o acrílico permitiu, por exemplo, que os aquários pudessem explorar novas formas e dimensões com as quais esse novo habitat seria apresentado e vivenciado: “Os imensos aquários cilíndricos permitem uma visualização mais ampla desse universo e da interação com esses animais”. Um desses aquários é o AquaDom, instalado no Radisson Collection Hotel, no complexo DomAquarée, em Berlim, na Alemanha. Com capacidade para armazenamento de 1 milhão de litros de água, o AquaDom é o maior aquário cilíndrico acrílico do mundo. Seu cilindro externo conta com cerca de 11 m de diâmetro e uma altura 16 m. Além da altura, impressionam nesse projeto a instalação de um elevador transparente embutido dentro do cilindro. Ao todo, a obra tem 25 m de altura. O Aquário do Rio Paraná, localizado na província de Rosário de Santa Fé, na Argentina, conta com dois tanques de acrílico feitos com estrutura cilíndrica. Cada um deles tem 3,30 m de diâmetro e 3,5 m de altura. As placas acrílicas usadas na composição têm 60 mm de espessura. O trabalho de instalação e vedação é da Acrílicos Lamanna. Além dos cilindros em acrílico, a marca Acrílicos Lamanna, conta que as janelas de visualização do Aquário do Rio Paraná também são feitas em acrílico. Uma delas, aliás, é composta pela maior chapa acrílica já instalada na Argentina. “Esse painel conta com 3,3 m de altura por 8,7 m de comprimento. Sua espessura é de 170 mm”, diz a empresa. Segundo ele, o peso dessa chapa é de aproximadamente 5,5 t. Nas demais janelas, diz ele, as espessuras usadas variam de 60 mm a 100 mm de acordo com tamanho da peça e aplicações. A vantagem do acrílico é que, independentemente da espessura utilizada, ressalta a Acrílicos Lamanna, suas chapas conseguem manter a transparência de 92%. Tamanha nitidez evita distorções óticas e favorece a visibilidade proporcionada pelo produto, sem que sua resistência seja comprometida. Outro projeto destacado pela Acrílicos Lamanna é o do Delfinario Sonora, em San Carlos, no México. Para o local, Lamanna produziu dois painéis de observação de leões marinhos e de golfinhos. Cada um desses painéis conta com 2 m de altura x 3,5 m de comprimento. A espessura da chapa acrílica é de 140 mm. Também foram instalados no local três painéis curvos de 1,6 m de altura e 4,6 m de comprimento cada. Para que elas ganhassem as formas curvas, as chapas de 120 mm de espessura foram termo moldadas. No Brasil, o Aquário de São Paulo, com 15 mil m² e 4 milhões de litros de água, onde habitam milhares de animais de centenas de espécies, é outro exemplo de como o acrílico permitiu que a experiência do público fosse ampliada através de painéis capazes de transmitir luminosidade e cores de forma mais viva e próxima. Nesta obra, o trabalho de vedação das placas de acrílico foi feito pela Acriresinas. No mundo, aquários gigantescos, como o The Georgia Aquarium, em Atlanta, nos Estados Unidos, ou o Chimelong International Ocean Resort, na China, abrigam tubarões-baleias que são vistos através de painéis de acrílico com proporções absurdamente grandes. O Chimelong, por exemplo, entrou para o Guinness Book como tendo a maior cúpula subaquática do mundo, feita em acrílico. Fonte: Instituto Latino-Americano do Acrílico (ILAC)/Assessoria Baião de 3 Comunicação

  • ARCELORMITTAL É A NOVA MANTENEDORA DO MUSEU DO AMANHÃ

    ArcelorMittal, produtora de aço, é a nova mantenedora do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro O patrocínio cultural do museu de ciências e inovação, localizado na Praça Mauá, no centro do Rio de Janeiro, terá, inicialmente, a duração de dois anos e já está em validade. “A parceria com o museu vem ao encontro daquilo que a ArcelorMittal acredita e pratica, não apenas na maneira como desenvolve produtos e soluções inovadores e sustentáveis, mas ao assumir compromissos e investir em iniciativas que respondam aos desafios, oportunidades e necessidades das pessoas e do planeta”, explica Paula Harraca, diretora de estratégia, ESG, inovação e transformação do negócio e presidente da Fundação ArcelorMittal. A diretora afirma que as práticas da empresa vão desde a neutralização das emissões de gás carbônico em sua cadeia produtiva até o incremento de projetos, especialmente nos eixos de cultura, educação e esporte, que transformam a vida das pessoas e contribuem para a formação de cidadãos. O patrocínio, realizado por meio da fundação, com recursos da Lei de Federal de Incentivo à Cultura, contempla, além da manutenção do espaço, a realização do Festival Antropoceno e do Rolê STEAM, que estrearam no dia 26 de março e contam com programação até julho. O Festival Antropoceno é o momento central da exposição principal, tanto espacialmente, já que se encontra bem no meio do percurso, como em termos conceituais, pois discute a condição da população e do planeta. Na apresentação, seis totens com 10 m de altura trazem conteúdo audiovisual sobre como a sociedade molda o planeta e as mudanças climáticas extremas. No interior dos totens, estão as características de cada um dos antecedentes que formaram esta nova era e suas evidências contemporâneas. O Rolê STEAM, por sua vez, é uma atividade oferecida pelo museu voltado para adolescentes e jovens. O programa realiza encontros quinzenais com o objetivo de promover o engajamento do público em temas que atravessam a realidade, tendo como referencial o conceito STEAM (ciência, tecnologia, engenharias, arte e matemática, na sigla em inglês). Entre os assuntos que serão abordados nas edições do projeto, estão: matrizes energéticas, sistema solar, biodiversidade, biomas brasileiros e ancestralidade e tecnologia. Os interessados podem realizar a inscrição de grupos de 20 a 40 pessoas através do e-mail visitas@idg.org.br . Fonte: ArcelorMittal e Assessoria In Press Porter Novelli

  • ASA ALUMÍNIO COMPLETA 30 ANOS

    "Já são 30 anos dedicando-se com profissionalismo as necessidades do mercado. A Asa segue na vanguarda e seguirá no futuro", conforme a empresa, que realiza o desenvolvimento e a extrusão de perfis de alumínio para indústria e construção civil. Fundada em 1992, a Asa Alumínio possui a planta de maior capacidade de extrusão do país, desenvolvida com tecnologia própria. Sua linha de produção é automatizada e planejada para que os perfis percorram todo o processo de forma segura e garantindo sua integridade, conforme a empresa. A marca mantém uma permanente política de investimento para desenvolvimento de perfis especiais de grandes dimensões e alta precisão dimensional para peças de extrema complexidade. "Destaca-se pela estrutura de engenharia de produtos e pela moderna unidade de ferramentaria própria, capaz de produzir matrizes para todos os tipos de perfis", ainda segundo a extrusora. Fonte: Asa Alumínio

  • CONSERVAÇÃO DE EDIFÍCIO HISTÓRICO

    Arquiteta e urbanista especialista em restauração explica como funciona o processo Paula Katakura, arquiteta especialista do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), provedor de ensino científico-tecnológico para atender às necessidades da indústria, explica que restaurar e conservar edifícios e outros patrimônios históricos não são tarefas fáceis, uma vez que requerem conhecimento em diferentes áreas e estudos aprofundados. A especialista afirma que a conservação de um patrimônio é importante para preservar o registro da história de um povo, além da permanência de um legado protegido para as gerações posteriores. “O arquiteto e urbanista trabalha para garantir a preservação de monumentos e conjuntos históricos, respeitando as paisagens naturais e urbanas, a fim de preservar a identidade cultural de um determinado local”, informa Paula. “Para um melhor resultado, sem dúvida, é possível a participação de outros especialistas, como engenheiros, arqueólogos, historiadores, restauradores, entre outros”, finaliza. Além disso, a arquiteta explica que uma restauração fiel inclui a manutenção da estrutura e da sua forma também, podendo dar um toque moderno aos edifícios antigos. “Existem teorias que sugerem manter os materiais já existentes ao utilizar métodos tradicionais de conservação, ou, se necessário e desejado, empregar novas técnicas de restauração, ao fazer uso de novos materiais”, explica. Ela dá o exemplo da Catedral de Notre Dame, em Paris, na França, que está recebendo um novo redesenho e instalações, a pedido dos gestores do edifício. A arquiteta acrescenta que muitos profissionais afirmaram que as intervenções contemporâneas não dialogam com a estrutura original do monumento. “Já o Museu Paulista foi modelado em 3D, com o uso de escaneamento a laser e drones. Essa tecnologia gerou nuvens de pontos, que permitiram obter a geometria precisa da construção e também detectar patologias, problemas nas fachadas, revestimentos e coberturas”, exemplifica Paula. Fonte: Assessoria de Imprensa do Instituto Mauá de Tecnologia

  • EZY COLOR INVESTE EM UNIDADE DE CAPIVARI (SP)

    A marca de decoração de perfis de alumínio em efeito madeira, está investindo cerca de R$13 milhões na ampliação de sua unidade fabril em Capivari (SP), sendo motivada pelo reconhecimento e aceitação no mercado brasileiro do padrão amadeirado em alumínio. A empresa disponibilizará, a partir de setembro de 2022, uma capacidade instalada de cerca de 500 toneladas por mês, “tornando-se assim o maior fabricante de efeitos decorativos de madeira EZY de todas as Américas”, anunciou Jorge Henrique, diretor comercial. A solução possibilita obter uma decoração realista do efeito madeira com alta durabilidade, desempenho, longevidade e elevado valor estético em superfícies de alumínio, conforme o diretor. “Os processos da marca são totalmente sustentáveis e não agressivos ao meio ambiente e reproduzem com alta fidelidade as nuances e texturas da madeira ‘in natura’”, descreve. A madeira sempre foi um elemento clássico historicamente utilizado na arquitetura. Porém, a madeira “in natura”, além de ser ecologicamente inapropriada, incentiva o desmatamento, tem custo elevado, exigindo também manutenção dispendiosa e contínua ao longo do tempo, segundo o diretor. “Mesmo assim, a madeira poderá se deteriorar e deformar em função do intemperismo a que é submetida”, acrescenta. Fonte: Ezy Color

  • VEJA AS VANTAGENS DO TER-50, PERFIL TERMINAL DE ESTEIRAS PARA PERSIANAS, DA EXPALUM

    O departamento técnico da Expalum produziu, em 2010, um novo conceito para perfil terminal de esteiras para persianas. A desenvolvedora de componentes para persianas integradas e esquadrias, utilizou a mesma matéria-prima das palhetas de alumínio, inclusive com o mesmo processo de pintura, no perfil terminal TER-50, aplicável nas esteiras confeccionadas com palhetas nos passos de 39,43,45,50 e 55. “A solução substitui com muitas vantagens o terminal de alumínio extrudado de mercado”, segundo a marca. “Sendo fabricado com a mesma chapa da palheta e pintura, proporciona uma a cor uniforme nas esteiras e com o poliuretano de altíssima densidade, pois possui 1100KG/m3, deixa o terminal com a dureza e peso necessários para um melhor desempenho da esteira”, informa a empresa. Essa é a vantagem em relação aos outros produtos, por ter esse preenchimento interno, dispensa o uso de barras chatas internas, economizando tempo e, consequentemente, custo de mão de obra, completa a Expalum. A empresa do Grupo Lopez Bolaños, que distribui oficialmente seus produtos no Brasil, é a única fabricante mundial desse terminal. Fonte: Expalum

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