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  • “MULHER EM CONSTRUÇÃO”: ONG INCENTIVA ALUNAS NA ÁREA DE ESQUADRIAS E CONSTRUÇÃO CIVIL

    Em parceria com a Zardo Esquadrias e apoio da Kömmerling, a ONG disponibilizou curso de esquadrias de PVC para mulheres da região Sul *Por Emanuelle Ormiga, sob supervisão da profissional habilitada Stephanie Fazio A ONG “Mulher em Construção” foi criada a partir de um projeto piloto em 2006, no município de Canoas (RS), pela gaúcha Bia Kern, diretora presidente, com o objetivo de mostrar à mulher de baixa renda “que ela tem força e talento para vencer com seu próprio dom”, conforme o site da organização. Mesmo sem conhecimento na área, a fundadora teve a iniciativa de firmar parcerias entre professores voluntários e empresas ligadas à construção civil. “Quem foi que disse que uma mulher não pode erguer muros, misturar cimento, subir em andaimes e construir um futuro melhor? Para mim, ninguém disse isso. Ao contrário, eu sempre ouvi da minha mãe, dona Diva, que a mulher precisa ser independente e batalhadora, sem deixar de ser parceira do homem”, relata a diretora. “No lar, junto com três irmãos e três irmãs, aprendi que ‘não tem coisa de homem’ nem ‘coisa de mulher’. Todo mundo pode e deve lutar pela sua felicidade, de preferência unido, sem disputa ou concorrência”, completa. Em 2008, Bia resolveu pedir apoio da família e apostar no seu sonho, vendeu sua casa, contraiu uma dívida no banco e, assim, nasceu a “Mulher em Construção”. Foi com este espírito que ela organizou o primeiro curso no Asilo Lar da Fraternidade, com 25 vagas disponíveis e mais de 300 mulheres interessadas em participar, beneficiando os moradores com a remodelação das instalações internas. O sucesso da iniciativa levou à formação da instituição “Mulher em Construção”, que já atendeu mais de 5 mil mulheres diretamente com cursos e oficinas gratuitas de capacitação para diversas áreas da construção civil e mais de 20 mil pessoas de forma indireta. Desde então, a ONG vem disseminando sua metodologia em parceria com diversos órgãos públicos e empresas que reconhecem a importância do projeto e apostam na inserção da mulher na construção civil, devido a seu grande potencial produtivo e de organização. “MULHERES NA INDÚSTRIA: INTRODUÇÃO À PRODUÇÃO DE ESQUADRIAS DE PVC” Com o intuito de estimular a inserção das mulheres no mercado de trabalho, a ONG promoveu o curso “Mulheres na Indústria: Introdução à produção de esquadrias de PVC”, do dia 27 de junho a 8 de julho de 2022, em parceria com a Zardo Esquadrias, fabricante de esquadrias, e apoio da Kömmerling, fornecedora de sistemas. “O mercado de esquadrias de PVC vem ganhando cada vez mais espaço no Sul do país, mas a mão de obra ainda é escassa e sem experiência”, explica Júlia Zardo, sócia, gestora comercial e de marketing da Zardo Esquadrias. Foi a partir desse pensamento que nasceu a união com a ONG, visando a independência econômica de mulheres através da capacitação no trabalho da construção civil. “A proposta de trabalhar em conjunto com a Zardo Esquadrias foi extremamente positiva. A empresa sabe o que precisa e ensina as mulheres a partirem do conhecimento da própria equipe e terminarem por gerir um propósito muito maior do que o inicial, que era de ensinar e absorver parte do grupo participante”, afirma Bia. A diretora presidente da ONG diz que esse foi o primeiro curso na área de esquadrias e que foi melhor do que o esperado. “A Zardo e a Kömmerling foram inovadoras no contexto em procurar a ‘Mulher em Construção’ e assim entrar no ranking das empresas que estão aderindo ao ESG ( Environmental, Social, Governance - Ambiental, Social e Governança em inglês) e trazendo a questão dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Assim, estabelecendo um ritmo pautado pela justiça e tornando as mulheres capazes de entrar nesta área outrora considerada apenas masculina”, explica. O curso foi voltado para mulheres da rede interna da entidade e também foi divulgado em parceria com o Projeto Borboleta, um convênio da ONG com o Superior Tribunal de Justiça (STJ) do Rio Grande do Sul, que busca acolher mulheres sobreviventes de tentativa de feminicídio e familiares das vítimas. A diretora informa que a divulgação foi feita dessa maneira porque a organização possui um grupo de mulheres esperando por oportunidades de aprendizagem e de trabalho. Júlia explica que o percentual de mulheres atuando na área da construção civil é bem pequeno ainda, principalmente porque o canteiro de obras não está preparado para recebê-las. “Dificilmente o canteiro vai estar preparado com um banheiro para que elas possam utilizar”. Segundo a gestora comercial, o meio machista é a maior dificuldade que as trabalhadoras encontram. “Os homens têm dificuldade em aceitar que elas sabem fazer o serviço, pessoas têm problemas de contratar, acreditando que elas realmente vão fazer um trabalho excepcional, como na maioria das vezes, quando elas colocam a ‘mão na massa’, realmente fazem de forma muito eficiente”, completa. A EXPERIÊNCIA Foram realizadas aulas teóricas, onde foi abordado para as alunas como a ONG funciona e todo o auxílio que a entidade possibilita. Além disso, as temáticas envolveram uma formação integral sobre cidadania, participação social e incidência comunitária (gênero, diversidade sexual, direitos, deveres e políticas específicas de promoção e proteção da violência contra a mulher) e promoção de valores compartilhados (sustentabilidade, justiça, dignidade, cooperação, diálogo, emancipação, confiança, equidade e rede). Nilza Gais, aluna do curso, diz que foi muito especial aprender e trocar experiências, “ajudamos umas as outras com todo carinho”, afirma. A juíza Madgéli Machado, do Projeto Borboleta, participou das aulas e explanou sobre os diversos tipos de violência contra a mulher. Maiara Medeiros, psicóloga organizacional integrante do Grupo Mulheres do Brasil, falou sobre postura de trabalho e empreendedorismo. Ainda nas aulas teóricas, foram introduzidas as esquadrias de PVC, falando como é o mercado, o seu crescimento no país, a história das janelas (desde antes de Cristo até os momentos atuais) e como o material é feito, com todos os seus detalhes. Foram apresentados vídeos das máquinas na produção, para que as mulheres fossem para a área com um conhecimento inicial. “Só tenho a agradecer por essa oportunidade que nos proporcionaram de aprender na prática. Os funcionários foram incríveis, com a maior paciência do mundo, sempre dispostos a tirar nossas dúvidas. Um aprendizado que vou levar para sempre!”, diz Grazziela Salgado, aluna do curso. Na parte da produção em si, as alunas colocaram seus conhecimentos em prática. Aprenderam a manusear todas as máquinas e também como funciona o processo fabril. “Hoje todas elas sabem montar uma janela do início ao fim”, anuncia Júlia Zardo, sócia, gestora comercial e de marketing da Zardo Esquadrias. Para Andréia Frazao, aluna do curso, a oportunidade de aprender trouxe a vontade de continuar no ramo da construção. “Só tem a acrescentar na minha carreira profissional”, completa. Reprodução: Zardo Esquadrias e ONG Mulher em Construção “As abordagens são trazidas sempre com pluralidade, respeitando o conhecimento de cada uma das alunas, conciliando a sua vida familiar com a vida profissional. Trazendo a importância da autonomia da mulher, de sua independência financeira e como ela pode estar melhor preparada através do estudo, do conhecimento e do trabalho digno independente da sua cor, idade, se tem filhos ou não, para o mundo do trabalho na construção civil”, finaliza Bia Kern, diretora presidente da ONG. “Eu não tenho nem palavras para agradecer esta oportunidade que a empresa Zardo nos proporcionou. O acolhimento e a paciência dos funcionários em passar conhecimento, um aprendizado que levarei para a vida!”, conta Franciele Silva, aluna do curso. Tereza Habib, também aluna do curso, em seu agradecimento, diz que a experiência foi ótima e que tudo foi aprendido na prática. Além disso, menciona que os professores foram muito acessíveis. “Foi uma experiência muito enriquecedora, vejo como uma ampliação de horizontes. Curso muito promissor”, afirma. Para mais informações da ONG, acesse: www.mulheremconstrucao.org.br Fonte: ONG Mulher em Construção e Zardo esquadrias

  • SAIBA A IMPORTÂNCIA DA PORTA CORTA-FOGO E CONHEÇA O MODELO DA MEGADOORS

    A porta corta-fogo curitiba tem a função de evitar que eventuais incêndios se alastrem, contendo as chamas antes que possam se espalhar para outras partes do ambiente. Fabricada nos modelos social e de enrolar pela Megadoors, desenvolvedora de portas automáticas, a solução tem o objetivo de oferecer a segurança e o cuidado necessário no cotidiano dos usuários. “A Megadoors disponibiliza a porta corta-fogo com tecnologia de ponta e barras antipânico, que servem para torná-las mais fáceis de manusear, mesmo em situações difíceis”, conforme o site da fabricante, que disponibiliza diversos tipos e modelos do produto, que variam de acordo com o espaço onde será instalada e com as necessidades dos clientes. ROTA DE FUGA Conforme o portal Campo Grande News, a esquadria deve ficar fechada o tempo todo. Caso ocorra um princípio de incêndio, a fumaça pode se espalhar rapidamente fazendo da escada uma “chaminé” de fumaça preta, que pode sufocar, causar desmaios e até matar quem esteja tentando deixar o prédio. Mesmo na hora do incêndio, quem passa tem que deixar a porta fechar até que venha outra pessoa. Não deve ser colocado um calço para mantê-la aberta, pois assim a fumaça pode entrar. Por se tratar de um item obrigatório contra incêndios, sendo considerado como rota de fuga no laudo Auto Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), documento necessário para funcionamento de qualquer empreendimento ou comércio, a porta corta-fogo possui uma missão especial para preservação de vidas e da própria estrutura do ambiente. Assim, a empresa oferece o item com garantia de qualidade e de primeira linha. Geralmente, para a retirada do laudo AVCB, é essencial a presença de determinados itens no ambiente, como é o caso de extintores de incêndio, alarmes, sensores de fumaça e hidrantes. A marca atende os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Fonte: Megadoors

  • CBCA COMPLETA DUAS DÉCADAS DE ATUAÇÃO EM FAVOR DA CONSTRUÇÃO INDUSTRIALIZADA EM AÇO NO BRASIL

    Centro Brasileiro da Construção em Aço reforça seu importante papel na promoção e ampliação da participação do aço no setor da construção civil O Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA) é uma entidade que foi criada há 20 anos com o objetivo de ampliar e promover a participação da construção industrializada em aço no mercado nacional, por meio de ações de divulgação, além do apoio ao desenvolvimento tecnológico do setor. Gerido pelo Instituto Aço Brasil, o CBCA apoia-se no fato de que as estruturas em aço são uma das principais soluções na industrialização da construção, trazendo benefícios como a redução de tempo de execução de obras, devido à redução de trabalhos complementares e retrabalhos no canteiro, além da redução do número de colaboradores expostos a ambientes não controlados e um maior controle de resíduos, atenuando o desperdício e, consequentemente, mitigando os impactos ambientais relacionados com o processo construtivo convencional. Entre as principais ações do CBCA estão a publicação quadrimestral da revista digital “Arquitetura & Aço”; os manuais da construção em aço; as revistas técnico-científicas virtuais para acadêmicos; o Guia Brasil da Construção em Aço; o Banco de Obras, que reúne diferentes obras em aço espalhadas pelo Brasil; e ainda o trabalho de caráter estratégico em suas redes sociais, com a produção de vídeos promocionais com personalidades do setor da construção em aço, além de tantas outras atividades. Outra importante ferramenta de divulgação do setor utilizada pela entidade são as pesquisas realizadas junto aos fabricantes de estruturas de aço, de telhas de aço e steel deck e de perfis galvanizados para light steel frame e drywall . Tais estudos são uma imprescindível análise do mercado brasileiro da construção metálica. O CBCA também realiza RoadShows itinerantes pelo Brasil, com arquitetos e engenheiros parceiros compartilhando todo o seu conhecimento com os participantes. Em 2022, por exemplo, o evento já teve edições realizadas em Belo Horizonte (MG) e em Salvador (BA), com o próximo já marcado para acontecer em Curitiba (PR), em agosto. Com o objetivo de também manter uma relação próxima com os estudantes, o CBCA promove anualmente o “Concurso CBCA/Alacero para Estudantes de Arquitetura”, além do “Concurso CBCA para Estudantes de Engenharia”. Ambas as ações incentivam a abordagem da construção industrializada em aço entre os alunos e garantem uma oportunidade única de aprendizado e compartilhamento de informações. Além disso, a entidade ainda contribui com a formação de estudantes e profissionais no que concerne a projetar e construir em aço, através da aplicação de cursos online e presenciais, qualificando assim engenheiros e arquitetos. PRÓXIMOS ANOS O CBCA pretende manter e ampliar a divulgação e a participação da construção industrializada em aço por ainda mais décadas, sempre destacando a importância desse método construtivo como a principal alternativa para o setor da construção civil atender demandas urgentes e de curto prazo, além de promover um crescimento mais produtivo e sustentável, permitindo maior liberdade de criação aos projetos arquitetônicos brasileiros. O CBCA também estará atento com o surgimento de novas tecnologias, como o desenvolvimento da impressão 3D, ferramentas digitais e soluções metálicas com zero impacto de carbono. Nos últimos anos, já foi possível observar uma mudança de perspectiva a respeito da utilização das estruturas em aço, inicialmente com as obras da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Porém, o período pandêmico trouxe ainda mais atenção ao assunto, devido à necessidade de rapidez construtiva e versatilidade para hospitais e demais centros de saúde no atendimento às pessoas impactadas pela covid-19, dando ainda mais destaque e importância para o sistema construtivo industrializado em aço. A entidade ainda acredita que o incremento do uso do aço no setor da construção civil tem relação direta com a retomada e o fortalecimento da economia brasileira após os desafios desses últimos anos, sendo esse um caminho mais curto, sustentável, produtivo e tecnológico para atingir tal objetivo. Acrescentam-se ainda as iniciativas de capacitação, fundamentais no processo de alavancar o consumo de aço na construção civil. Para conhecer ainda mais o CBCA, acesse: www.cbca-acobrasil.org.br Fonte: CBCA/Assessoria Comunique-se

  • LIMPEZA DE FACHADA: COMO E POR QUE FAZER?

    De acordo com o blog do Grupo Verzani & Sandrini, companhia de prestação de serviços, a fachada de um prédio comercial ou residencial deve estar sempre limpa, organizada e em boas condições. Porém, esse tipo de serviço não pode ser executado por qualquer um, é preciso que haja experiência e mão de obra qualificada. Para a empresa, a fachada é como uma carta de apresentação física do seu negócio. “É olhando-a que os seus clientes, sócios, fornecedores e, inclusive, colaboradores formarão a primeira ideia sobre o lugar. Sua marca terá mais credibilidade, até mesmo, na hora das negociações”, afirma o site. Também não é diferente com os prédios residenciais, uma vez que moradores e visitantes sempre ficarão mais impactados, satisfeitos e orgulhosos com fachadas bem construídas e zelosamente mantidas. No entanto, uma arquitetura inovadora e diferenciada pode ser obscurecida pela falta de cuidado e manutenção. “Muitos prédios acabam necessitando de reformas e manutenções mais caras devido aos danos causados pela falta de cuidado periódico”, afirma a companhia. A limpeza de fachada e a conservação do ambiente interno e externo faz parte do processo de higienização de qualquer tipo de construção. “As empresas e condomínios se preocupam muito com a higiene interna e, às vezes, esquecem da externa. Assim, elas não consideram o meio exterior em que estão inseridas e que, antes de entrar no local, as pessoas olham a sua fachada”, complementa. Nesse sentido, a higienização e conservação de fachadas necessita de pessoas tecnicamente capacitadas e de uma terceirizada que conheça exatamente os procedimentos, os materiais e os produtos necessários para um serviço de alto padrão. 5 MOTIVOS PARA INVESTIR NA LIMPEZA DE FACHADAS Prevenção de riscos: é importante ressaltar que uma empresa terceirizada especializada em limpeza, geralmente, também é responsável pela sua conservação e manutenção. Com isso, previne-se riscos, como: deslocamentos de revestimentos, vidros e espelhos. Quando esse tipo de incidente acontece, pode causar danos às pessoas que frequentam ou passam pelo local; Redução de prejuízos: com a limpeza e a manutenção feitas com a frequência e maneira correta, a fachada fica conservada por muito mais tempo. Isso reduz prejuízos referentes a reformas ou manutenção de última hora; Valorização da construção: muitos prédios construídos em outras décadas ou por arquitetos importantes perdem seu valor por não serem bem conservados. Ainda acabam por prejudicar todo o contexto visual de um lugar devido à falta de higiene. Vidros e espelhos limpos, mármores e tijolos polidos e repostos são fatores que impactam na imagem da fachada; Melhoria no clima organizacional: nas empresas, valorizar a limpeza, a conservação e a organização não só das fachadas, mas do ambiente como um todo, melhora o clima no ambiente de trabalho. Além de deixá-lo mais produtivo e criativo; Agrega valor à marca: com a popularização da internet e das imagens, as fachadas podem correr o mundo todo em um clique. Por isso, um ambiente bem cuidado e mantido em bom estado de conservação agrega valor para a sua marca. Assim, ela consegue passar mais confiança e as negociações fluem com mais naturalidade. A limpeza e manutenção de uma fachada envolvem um trabalho complexo que precisa ser pensado nos mínimos detalhes. Muitas atingem alturas consideráveis e são feitas de vidros ou espelhos, materiais que precisam de produtos específicos para serem higienizados. O primeiro passo para fazer uma limpeza de fachada segura é o planejamento. Nessa fase, os responsáveis vão considerar os aspectos mais importantes, como: altura, tipo de material a ser utilizado, forma de acesso – andaime ou rapel –, quantidade de pessoas necessárias, equipamentos de segurança, melhor horário para execução do serviço, entre outros. O Grupo Verzani & Sandrini observa que não existe uma frequência específica e pré-estabelecida para que seja feita uma limpeza de fachada. O que se recomenda é uma avaliação criteriosa de alguns aspectos. São eles: Ambiente em que a fachada está inserida: se for muito poluído, a frequência deve ser menor para evitar o acúmulo de muita sujeira; Tipo de revestimento usado na fachada: os vidros e espelhos, por exemplo, precisam de manutenção com mais regularidade; Data da última limpeza: se ocorreu há um prazo longo, é importante que se faça uma limpeza em caráter emergencial. Fonte: Verzani & Sandrini Blog

  • PARTE 1: CASAS PRÉ-FABRICADAS E SEUS DETALHES CONSTRUTIVOS

    *Por Emanuelle Ormiga, sob supervisão da profissional habilitada Stephanie Fazio A possibilidade de materializar uma casa através de um sistema de peças fabricadas industrialmente em uma área fora do canteiro final da obra abriu a porta para muitos arquitetos investigarem e experimentarem novos materiais e tecnologias alimentados pela fabricação digital. A evolução tecnológica no projeto e produção arquitetônica está trazendo mudanças na imagem e construção da arquitetura. Algumas das principais razões para o desenvolvimento crescente dessas indústrias são provavelmente as vantagens que elas oferecem em termos de custos e tempos de produção, além de outros aspectos relevantes, como a baixa exigência de mão de obra ou ainda a possibilidade de minimizar o desperdício. A incorporação da automação dentro destes processos arquitetônicos também tem desempenhado um papel fundamental: seja na fase de projeto (através da incorporação de softwares paramétricos ou programas que permitem simular o comportamento dos materiais), ou na fase de construção (com fabricação digital utilizando robôs, drones, impressoras 3D ou máquinas CNC), a automação permitiu a melhoria das etapas de desenvolvimento das obras, apresentando vantagens significativas em relação à otimização dos recursos, maior precisão na execução das tarefas e maior controle para a redução de falhas e imprevistos. A pré-fabricação é uma das formas mais comuns de incorporar métodos digitais e processos no desenvolvimento de um projeto. Através dela, os arquitetos podem ter certos componentes e subsistemas de seus projetos produzidos por fábricas especializadas que serão encarregadas de desenvolvê-los usando ferramentas com um grau mais elevado de tecnificação. Estes componentes serão transferidos para seu destino final, onde serão montados para dar forma à obra. Os graus de pré-fabricação também variam, desde sistemas produzidos completamente em fábricas, que são então transportados até seu local final em sua totalidade, com sua forma final e até mesmo todos os acabamentos internos e externos ou segmentados em módulos ou peças, até sistemas parcialmente pré-fabricados, que podem então, no canteiro, ser combinados com outros métodos de construção in-loco . 5 PROJETOS DE RESIDÊNCIAS PERMANENTES E TEMPORÁRIAS NA AMÉRICA LATINA ARGENTINA Ateliê de madeira/Berzero Jaros Localizada em Córdoba, a obra foi pré-fabricada em 2018 em uma oficina e logo montada no local. O sistema de apoio é resolvido por meio de delicadas pranchas que se deslocam pelo terreno, evitando o contato da madeira com a umidade do solo. A estrutura principal de vigas e pilares de madeira rígida foi proposta em Grapia de 3”x4” simplificando o sistema a uma única seção. Toda a estrutura é envolvida por placas fenólicas de 18mm revestidas em Araucária, criando uma superfície contínua sobre a face externa. Casa em Delta/Matías Cosenza Arquitecto À exceção da base, a casa, localizada em Belén de Escobar, foi pré-fabricada em uma fábrica a cerca de 20km de distância, em local de fácil acesso, o que auxiliou o controle e o andamento da obra, pois não estava exposta ao clima. A pré-fabricação foi realizada em 2019 com painéis industriais de madeira do tipo SIP, esses painéis 244x122 são os que modulam toda a casa para evitar desperdícios. São painéis fáceis de transportar devido ao peso e tamanho, além de ter bom isolamento térmico servindo como parede principal. Na fábrica, foi realizada a construção completa da casa e cada painel foi rotulado antes da desmontagem. Residência Hüga/Grandio É uma residência que pode ser instalada em um dia (sem a necessidade de obras preliminares como fundações). Para a fabricação da Hüga em Córdoba, em 2019, foi escolhido um sistema de moldes e formas de polímeros leves, especificamente projetado para poder construir a “casca estrutural” da casa em um tempo de construção muito curto. O tamanho e o peso da casa mobilizou a equipe, para desenvolver junto com especialistas a engenharia para a montagem em carros/caminhões, sua transferência e entrega no lote de destino. BRASIL Refúgio São Chico/Studio Paralelo A casa, localizada em São Francisco de Paula, foi pensada, em 2007, a partir de uma lógica estrutural simples, com módulos de 1.20 x 1.20m estruturada por perfis metálicos ( steel frame ) sobre laje em concreto armado. Isso permitiu, por um lado, agilidade na construção – diminuindo o tempo de trabalho em canteiro – e facilitou o controle sobre o processo construtivo, pois a estrutura metálica foi toda executada em um galpão em Porto Alegre, a 100 km do terreno. Depois de duas semanas, todos os módulos de paredes e fechamentos estavam sendo transportados para sua montagem final no terreno. Minimod/MAPA Minimod nasceu de uma lógica sistemática, em Maniqué. Sua portabilidade é essencial para sua flexibilidade externa nômade. Sua produção em série pré-fabricada, em 2013, emprega a tecnologia do sistema steel frame e permite ao cliente a definição de seu programa de necessidades, a escolha dos acabamentos e opções de automação. Dependendo da composição dos módulos, podem-se abrigar diversos usos que vão desde um compacto refúgio de final de semana, pequenos showrooms para eventos, até programas mais amplos e elaborados, como hotéis e pousadas. *Veja mais exemplos de obras na segunda parte da série (já publicada). Fonte: ArchDaily

  • PARTE 2: CASAS PRÉ-FABRICADAS E SEUS DETALHES CONSTRUTIVOS

    Veja nessa segunda e última parte da série mais 5 casas pré-fabricadas com métodos digitais da América Latina *Por Emanuelle Ormiga, sob supervisão da profissional habilitada Stephanie Fazio 5 PROJETOS DE RESIDÊNCIAS PERMANENTES E TEMPORÁRIAS NA AMÉRICA LATINA CHILE Casa Fenix/Equipo UTFSM Localizado em Valparaíso, os habitantes puderam propor a distribuição dos espaços para suas casas através de módulos pré-fabricados em escala, devidamente identificados. Posteriormente, os arquitetos interpretaram as necessidades peculiares de cada família, e essas foram consideradas no desenho final. A estrutura principal ficou aparente e foi pré-fabricada em madeira no ano de 2015. Ela fica envolta pelo piso, cobertura e muros, com diferentes materiais locais provenientes da indústria. O envoltório opaco da habitação foi calculado para adaptar-se eficientemente à zona climática específica da latitude da cidade. Casa Amarela/Alejandro Soffia Neste projeto, localizado em Pucon, realizado em 2019, o sistema não foi utilizado apenas no aspecto construtivo da casa, mas também na forma de pensá-la e desenhá-la. “Parte-se da ideia de que a criação de um sistema pré-fabricado que tenha um bom projeto arquitetônico, pode reproduzir essa qualidade quantas vezes forem necessárias, conservando todos os benefícios clássicos da pré-fabricação, como acelerar o processo de construção, ter mais controle sobre a qualidade dos elementos de construção e domínio da redução de custos", afirma Alejandro Soffia, arquiteto. URUGUAI Casa Repii/VivoTripodi A construção de projetos em locais remotos ou de difícil acesso faz atentar em muitas ocasiões contra o estado natural do lote, o envio de materiais, o controle sobre a obra, entre outras coisas. A construção modular pré-fabricada ajuda a moderar estes fatores, já que a casa se constrói em um entorno fechado, alheio a fatores climáticos, próxima a todo tipo de fornecimento material e, em geral, próximo ao escritório de arquitetura ou ao cliente para logo ser enviada (por caminhão) a seu destino final, o terreno em repouso semi-permanente. A intervenção no terreno em Canelones, no ano de 2018, foi mínima e seu estado natural foi alterado minimamente mantendo sua essência natural. Casa Luanda/Fábrica de Casas Localizada em José Ignacio e construída em 2020 na orla da mata nativa, a casa é quase um objeto, uma caixa que integra à paisagem. A madeira foi escolhida para permitir a sua oxidação de forma natural, é um material que verá o tempo passar sem a necessidade de manutenção e estará modificando sua cor e textura, como a mata nativa. Casa Solís/Fábrica de Casas Construída em Solís, no ano de 2020, com uma equipe especializada, dando valor à otimização entre conforto, qualidade dos acabamentos, tempo e custo. Os materiais utilizados na parte externa, chapas de metal e madeira de ipê não necessitam de nenhum tipo de tratamento ou manutenção, permitindo a passagem do tempo e se transformando sem deterioração. Fonte: ArchDaily

  • MUSEU DA CASA BRASILEIRA RECEBE EXPOSIÇÃO LE CORBUSIER, COM OBRAS DECLARADAS PATRIMÔNIOS MUNDIAIS

    Abertura acontece no dia 22 de julho de 2022, a partir das 10h, com as 17 obras declaradas patrimônios mundiais pela Unesco O Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição administrada pela Fundação Padre Anchieta, sedia a exposição “Le Corbusier - A arquitetura moderna declarada Patrimônio da Humanidade”, realizada pela Embaixada da Suíça no Brasil e o Consulado Geral da Suíça em São Paulo, em colaboração com a Fundação Le Corbusier e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A exposição será apresentada do dia 22 de julho a 25 de setembro de 2022, a partir das 10h. Comemorando seis anos da inscrição de 17 obras de Le Corbusier no Patrimônio Mundial da Humanidade da Unesco, o evento apresentará o trabalho do arquiteto suíço considerado o fundador da arquitetura moderna. Foram produzidos, especialmente para a mostra no museu, painéis de tecidos com estampas das 17 obras, que retratam temas transversais, como: Le Corbusier e arquitetura moderna brasileira, patrimônio mundial da humanidade em uma perspectiva contemporânea, sustentabilidade, inovação e educação. Para Pietro Lazzeri, embaixador da Suíça no Brasil, a exposição apresenta a história de um dos mais importantes arquitetos e urbanistas do século 20, e trata da importância da arquitetura moderna como patrimônio da humanidade e das influências recíprocas entre os grandes nomes da arquitetura suíça e brasileira até hoje. A mostra se torna ainda mais relevante ao ser inaugurada no MCB, local de referência para a arquitetura, habitação e design brasileiros. Uma excelente oportunidade de difundir ao grande público os princípios da arquitetura moderna, tão importantes para a identidade cultural dos países. “Essa será uma ótima oportunidade para que todos possam conhecer o legado arquitetônico de Le Corbusier, cuja experimentação técnico-artística revolucionou a arquitetura no século 20”, comenta Giancarlo Latorraca, diretor técnico do MCB. Já para José Roberto Maluf, presidente da Fundação Padre Anchieta, essa é mais uma parceria de sucesso. “Estamos felizes em apresentar as obras de um arquiteto que se tornou uma das figuras mais importantes da arquitetura e um grande influenciador na formação da geração modernista de arquitetos brasileiros”, finaliza. Com leitor QR do celular e um painel interativo em LED, o público poderá realizar uma visita virtual em 3D às maquetes de duas obras apresentadas na mostra – Casa orla Lago Léman e Casa Savoye – e também acessar sites como da Unesco, da Fundação Le Corbusier e outros, com informações complementares ao conteúdo da exposição. Depois de São Paulo, a exposição seguirá em andamento por outras cidades brasileiras até 2023. As 17 obras da exposição: Casa orla Lago Léman Corseaux, Suíça - 1923 Casas La Roche-Jeanneret Paris, França - 1923 Conjunto Residencial Frugès Pessac, França - 1924 Casa Guiette Antuérpia, Bélgica - 1926 Casas Weissenhofsiedlung Stuttgart, Alemanha - 1927 Casa Savoye e Casa do Jardineiro Poissy, França - 1928 Edifício Residencial Clarté Genebra, Suíça - 1930 Edifício Residencial Molitor Paris, França - 1931 Fábrica Claude e Duval Saint-Dié-des-Vosges, França - 1946 Conjunto Residencial Marseille Marselha, França - 1947 Casa Consultório Dr. Curutchet La Plata, Argentina - 1949 Capela Notre-Dame du Haut Ronchamp, França - 1950 Cabana Corbusier-Gallis Roquebrune-Cap-Martin, França - 1951 Complexo Governamental Chandigar, Índia - 1952 Convento La Tourette Éveux, França - 1953 Centro Cultural de Firminy Firminy, França - 1953 Museu Nacional de Arte Ocidental Tóquio, Japão - 1955 SERVIÇO: Data: de 22 de julho a 25 de setembro de 2022; Local: Museu da Casa Brasileira; Endereço: Av. Brig. Faria Lima, nº 2705 - Jardim Paulistano, São Paulo (SP). Próximo à estação Faria Lima da Linha Amarela do Metrô; Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h, com exceção da sexta-feira, que tem horário estendido até 22h; Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada); Entrada gratuita: às sextas-feiras. Fonte: Imprensa TV Cultura

  • PARCERIA E BONS NEGÓCIOS SÃO RETRATOS DO SAIE VETRO 2022

    Representantes da Agmaq, AN Brasil, Inox-Par e Udinese Assa Abloy traçam um panorama sobre o evento O Salão da Indústria de Esquadrias e Vidro (SAIE VETRO) não é apenas uma feira voltada para os setores de esquadrias e vidro, é uma parceria de negócios que acompanha os expositores antes, durante e depois de cada evento realizado. A 11ª edição do encontro, que aconteceu no último mês de abril, no CentroSul de Florianópolis-SC, além de negócios, trouxe prospecção de novos clientes, relacionamentos e atualização profissional para os cerca de 7.800 visitantes de diversas regiões do Brasil presentes no evento. A feira contou com 75 expositores das principais marcas do mercado — sistemistas de perfis de alumínio e pvc, fabricantes de esquadrias, fornecedores de soluções em vidro, fornecedores de máquinas e equipamentos, fabricantes de componentes, acessórios e ferragens, extrusoras, desenvolvedores de sistemas de software, entre outras especialidades. OPINIÃO DE ALGUNS EXPOSITORES⠀ Mesmo não expondo equipamentos da empresa no estande, Marco Kloppel, gerente nacional de vendas da Agmaq, avaliou a participação como bastante produtiva. “Recebemos clientes de todo o Brasil e muitas pequenas empresas que não conheciam nossa empresa”, diz ele, acrescentando que a organização do evento cumpriu os prazos definidos e flexibilizou a entrada e saída dos expositores. O executivo informa que pretende participar da próxima edição, em 2023, pelos bons resultados obtidos ao participar do SAIE VETRO 2022. Para Luís Antônio Ristow, gerente comercial e de marketing da AN Brasil, é muito melhor demonstrar o produto fisicamente, com apresentações na frente do cliente, do que somente em vídeos e outros formatos digitais. Ele considerou o evento bem organizado, de fácil acesso a informações para os expositores e acesso à organização também. No estande, o principal destaque foi o estampo da linha Renoir, sistema lançado pela CDA Metais. Segundo Eduardo Lopes, diretor comercial e de marketing da Inox-Par, o evento em Florianópolis foi útil para sua empresa, que atende todo o Brasil e tem um bom volume de negócios na região Sul. Ele informa que os itens que mais chamaram a atenção dos visitantes foram os parafusos de cabeça panela PHS Ponta Piloto, os parafusos auto-atarraxantes, os parafusos pretos e os rebites em inox e alumínio. “Apresentamos com maior ênfase os nossos parafusos para concreto, que dispensam a utilização da bucha no concreto”, acrescenta Lopes, que já renovou a participação da empresa como expositora na próxima edição do SAIE VETRO em 2023. “O mercado estava carente desse encontro. Lançamos alguns produtos nesse período da pandemia, que precisavam ser apresentados ao mercado presencialmente”, dizem André Gallina, Welber Freitas e Maicon Prado, da equipe comercial da Udinese Assa Abloy, lembrando que a região Sul é o segundo maior mercado da construção civil. O espaço amplo e organizado do evento, a grande presença e o engajamento do público surpreendeu positivamente a equipe. Duas novidade principais, com forte apelo acústico e de estanqueidade, chamaram a atenção do público que visitou o estande da Udinese Assa Abloy, segundo a equipe: o Sistema Sophia (“uma solução revolucionária que foi desenvolvida em conjunto com a Perfil Alumínio, oferecendo um dos melhores desempenhos do mercado quanto ao corte acústico, de 41dB”) e os componentes Euro Massima (“desenvolvidos pela Udinese para as linhas com canal europeu, inclusive alçantes, que estão aparecendo cada vez mais em novos projetos”). As Barras Antipânico e a Torre Strong para guarda-corpo, lançadas para atender o mercado de vidro temperado, também foram destaque no estande. SOBRE O EVENTO O SAIE VETRO é organizado pela Revista Contramarco, reunindo em um único local inovações em esquadrias e vidros, portas, janelas, fachadas, guarda-corpos, forros, portões, grades, acessórios e componentes, ferragens, máquinas e equipamentos para toda essa importante indústria, que tem na região Sul um dos seus principais polos de desenvolvimento. O SAIE VETRO também recebe eventos simultâneos com palestrantes renomados e especializados — como o “Encontro Regional da Indústria de Esquadrias de Alumínio”, realizado pela Afeal; o “Seminário de Soluções Acústicas em Vidro (VidroSom)”, promovido pela ProAcústica; o “Seminário Brasileiro de Serralheria (Sebraser)”, realizado pelo Canal do Serralheiro; e o “Esquadrias de PVC em Foco”, promovido pela Aspec PVC. Em 2005, o SAIE VETRO teve sua primeira edição itinerante em Santa Catarina, passando nos anos seguintes por diversas capitais brasileiras. Desde 2019, fixou-se em Florianópolis, por considerar a capital catarinense um local estratégico e dinâmico para atender inúmeras e importantes empresas com foco na indústria de esquadrias e vidro, instaladas principalmente na região Sul. As diversas edições do evento têm recebido um crescente número de empresas que atuam no mercado de esquadrias e vidro, fato que tornou o SAIE VETRO um ponto de encontro entre sistemistas, fabricantes de esquadrias, serralheiros, vidraceiros, beneficiadores de vidro, revendedores, fornecedores de insumos, empresas e profissionais da construção civil e arquitetura. 12º SAIE VETRO Salão da Indústria de Esquadrias e Vidro Horário: das 13h às 20h Data: 31 de agosto e 1 de setembro de 2023 Local: CentroSul - Av. Gov. Gustavo Richard, 850, Florianópolis - SC *Saiba mais sobre a 11ª edição do SAIE VETRO na edição 155 (mai/jun) da Revista CONTRAMARCO.

  • SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL: RAC ENGENHARIA INTEGRA O GRUPO DE EMPRESAS B NO BRASIL

    A RAC Engenharia, construtora paranaense com mais de 20 anos de mercado, entra para o seleto grupo de empresas certificadas pelo Sistema B Brasil, responsável pelo engajamento, divulgação e articulação de um movimento global de pessoas e empresas que usam seus negócios para a construção de uma economia mais inclusiva, equitativa e regenerativa para as pessoas e para o planeta. Assim, a companhia reforça a incorporação das práticas ESG em seu negócio, equilibrando propósitos e lucro ao analisar o impacto de sua atividade para colaboradores, clientes, fornecedores, cidadãos e meio ambiente. “Acreditamos que o sucesso representa mais do que ter resultados financeiros positivos. É contribuir genuinamente para a sociedade e a vida das pessoas”, explica Ricardo Cansian, presidente do Grupo RAC. “Por isso, buscamos inovações e inteligências que ajudem a conduzir grandes obras com o menor impacto ambiental possível”, completa. Até o momento, mais de uma centena de obras foram executadas pela construtora em diferentes regiões do país, somando mais de 1 milhão de m² construídos. Além do pioneirismo em algumas certificações, a empresa é uma das únicas do segmento que divulga um relatório anual de sustentabilidade, para firmar seus compromissos e manter a transparência. “Já conquistamos diversos reconhecimentos, como LEED, WELL Building Standard e Zero Energy GBC Brasil, Zero Waste, entre outros. A certificação B é a primeira do setor na região Sul do país. É assim que queremos ser reconhecidos, como uma empresa transparente e sustentável, que conduz seus processos em pleno alinhamento com pessoas e meio ambiente”, diz Cansian. Entre os cases da empresa, destacam-se: Centro Hospitalar de Alta Complexidade da Fiocruz: com apoio do sistema BIM (cria digitalmente um ou mais modelos virtuais precisos de uma construção), foi construído em apenas 60 dias (quando a média seria de 360 a 540 dias), com 195 leitos. Também conta com tratamento de esgoto próprio, inclusive dos resíduos contaminados; Hospital Oncopediátrico Erastinho: primeira certificação LEED for Healthcare (incentiva e acelera a adoção de práticas de construção sustentáveis em hospitais) do Brasil e está em processo de certificação WELL Building Standard (para atender padrões de desempenho como líderes em saúde). Após aplicação de pesquisa com os usuários, 96% estão satisfeitos, relacionando o ambiente construído com o bem-estar no local; Aeroporto de Montes Claros: pioneiro no Brasil por boas práticas de sustentabilidade e segurança. É o primeiro aeroporto do país a receber a etiqueta de eficiência energética PBE Edifica, do Inmetro, que comprova excelência em diversos aspectos implementados no projeto, como racionalização da água, que conta com sistemas de aquecimento solar, além de geração de energia eólica e sistemas de cogeração e inovações técnicas; Estação de Tratamento de Esgoto do Atuba Sul: possui sistema tecnológico capaz de reduzir em até 90% o lodo gerado no tratamento primário, utiliza biogás como combustível para a secagem dessa substância, tem eficiência energética pelo uso do lodo seco como biomassa e evita o envio de 3,8 mil t por mês desse material para aterro sanitário; Árten, edifício residencial em parceria com HIEX Empreendimentos (empresa incorporada do Grupo RAC): é o primeiro empreendimento multiresidencial no Brasil “Carbono Zero” na fase de construção, com planejamento e ações concretas para compensar 100% das 2,6 mil t de CO₂ que estão sendo emitidas durante a construção. A RAC segue atenta aos pontos avaliados e que podem evoluir constantemente. “A certificação reconhece as conquistas, mas também traz clareza das oportunidades que temos. Nosso objetivo é aumentar nossos negócios com outras Empresas B e fortalecer ainda mais esse ecossistema sustentável”, completa Cansian. Fonte: Imprensa Ecomunica

  • SITE DO PRÊMIO NELSON FIRMINO JÁ ESTÁ NO AR E ABERTO PARA INSCRIÇÕES DE PROJETOS

    O reconhecimento é uma parceria entre a Revista CONTRAMARCO e a Afeal Em 2021, a Associação Nacional dos Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal) anunciou a 1ª edição do Prêmio Nelson Firmino, uma inovação que nasceu por meio de parceria entre a associação e a Revista CONTRAMARCO, que tem como finalidade movimentar o setor e homenagear o engenheiro referência para o segmento. O site do prêmio já está no ar e aberto para inscrições de projetos (https://www.premionelsonfirmino.com.br/). “O prêmio tem como principal objetivo destacar e motivar a indústria de esquadrias de alumínio. Terá periodicidade de dois anos e vai ressaltar projetos inovadores, além de integrar os profissionais do setor”, afirma Alberto Cordeiro, presidente da Afeal. A premiação envolverá toda a cadeia produtiva de esquadrias e vidros, empreendedores da construção civil e construtoras, escolas de arquitetura e de formação profissional. As categorias de premiação envolverão obras verticais residenciais, obras horizontais residenciais, obras comerciais e similares – como hospitais, indústrias, além de produtos de aplicação direta e indireta – sistemas, componentes e softwares. O prêmio abordará tanto a obra como um todo, como parte do projeto, um sistema ou componente, além de logística e inovações no processo ou em parte dele. Os critérios para participação são atender as normas brasileiras em vigor e contar com comprovação de laboratórios. Em breve, o edital do prêmio será divulgado para o mercado. Fonte: Afeal

  • EXPALUM OFERECE PALHETAS DE ALUMÍNIO COM MAIS DE 200 CORES

    A cor das palhetas de alumínio influencia na harmonia do lar, por isso, a Expalum, fabricante de componentes para persianas integradas e esquadrias, oferece mais de 200 opções para escolher a que melhor combina com a decoração do projeto. Entre os modelos produzidos pela empresa, estão: extrudada, perfurada 50mm, alulow-E, alutherm e terminais. Confira algumas dicas para o momento da escolha: Se o cliente gostar de um ambiente rústico e voltado para a natureza, o ideal é apostar em cores terrosas, com diferentes tons de marrom, verde ou madeira; Caso o cliente se identifique com a atual tendência de decoração, pode escolher cores neutras, como cinza e preto, que darão um toque moderno e despojado; Mas se o vintage é o que mais combina com o cliente, tons coloridos, como amarelo, rosa e azul podem transformar qualquer ambiente e deixar a casa mais eclética. Fonte: Expalum/Instagram

  • ESTRATÉGIA DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO ALINHADA AO BIM

    *Por Marcus Granadeiro De acordo com Marcus Granadeiro, engenheiro civil, sócio-diretor do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia, a implantação do Building Information Modeling (BIM) não é um projeto, e sim uma jornada que precisa estar embasada em um planejamento com acompanhamento estratégico que inclua uma visão de longo prazo. Este conceito é tão claro que a própria norma NBR ISO 19.650 define graus de maturidade para esta jornada. Um dos pontos que deixa a implantação do BIM complexa, sendo que não é possível resolvê-la em um só projeto, está relacionado ao processo de gestão da informação. E este é o foco da ISO 19.650, que define um objetivo simples, mas extremamente complicado de se alcançar: é necessário entregar a informação exata, para quem precisa tomar a decisão no momento certo. Para que isso ocorra, o envolvimento dos participantes deve ser intenso e colaborativo. Isso significa que há necessidade de mudança na mentalidade do setor com a adoção de maior confiança, menos medo de errar e uma visão menos imediatista. Isso não se consegue apenas com a adesão de um departamento ou apostando em um projeto piloto, mas sim com a participação das esferas mais estratégicas da empresa trabalhando juntas e alinhadas em termos de visão. Atualmente, a questão não é decidir implantar ou não, mas como será a jornada do BIM na empresa. A implementação a longo prazo é certeza para todas as organizações, mas realizar projetos simples, como os pilotos para “validar o conceito BIM” ou para atender determinado cliente ou contrato é um erro estratégico grave. Essa prática apenas vai deixar a jornada mais longa e com certeza mais custosa. Além disso, a procrastinação fará com que se perca a oportunidade de se obter vantagem competitiva com a tecnologia. O melhor início não é o que se parece óbvio: após uma apresentação de um software de modelagem, basta comprá-lo e realizar um treinamento básico com a equipe. Este até pode ser o primeiro passo de uma estratégia, mas o melhor início é definir a estratégia por meio da resposta sobre a questão principal da norma: como entregar a informação necessária para as pessoas corretas e no tempo certo? O tipo de tecnologia, as ferramentas a serem usadas ou como gerar e contratar o modelo para uso são questões secundárias e que se resolverão mais facilmente com uma estratégia bem definida e disseminada por toda a organização. Com a estratégia, as principais “dores” serão resolvidas de forma prioritária, dando força para mais investimentos e criando um ciclo virtuoso. *Marcus Granadeiro é engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, sócio-diretor do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia, membro do RICS - Royal Institution of Chartered Surveyors (MRICS) e do ADN (Autodesk Development Network) e certificado em Transformação Digital pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Fonte e foto: Image Comunicação

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