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  • LANÇAMENTO DE IMÓVEIS RECUA MAIS DO QUE A VENDA DE UNIDADES NO 2º TRIMESTRE, DIZ CBIC

    Houve queda nos lançamentos e na venda de unidades residenciais no segundo trimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado, mostram dados da consultoria Brain, levantados para a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), em 197 cidades. O percentual da queda dos lançamentos superou o de vendas. Os lançamentos somaram 63.878 unidades, número 15,4% menor do que o reportado entre abril e junho de 2021. Já as vendas caíram 5,5% no mesmo período, para 72.861 unidades. De janeiro a junho deste ano, os lançamentos caíram 6%, na comparação com o mesmo período do ano passado, e as vendas aumentaram 1,6%. Para a Cbic, a queda dos lançamentos foi causada pelo desempenho das unidades do Casa Verde e Amarela (CVA), que registraram retração de 36,5%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já as vendas do programa caíram 14,6% no mesmo período. “A redução, sem dúvida, vem do CVA. Houve melhoria de lançamentos e vendas dos demais padrões”, afirmou Celso Petrucci, presidente da comissão da indústria imobiliária da Cbic, em coletiva para divulgação dos resultados. Segundo a entidade, a queda nos lançamentos mostra que as incorporadoras ficaram inseguras sobre como a demanda se apresentaria no período e postergaram os novos projetos, mas a procura do consumidor por habitação se manteve estável. As unidades do Casa Verde e Amarela foram perdendo participação no total de lançamentos e vendas do setor. Em junho, responderam por 36% dos lançamentos, enquanto em março eram responsáveis por 42% e por 48% em junho de 2021. Movimento parecido, em menor proporção, ocorreu com as vendas, que eram 44% do total comercializado em junho, ante 50% no primeiro trimestre e 49% em junho de 2021. No programa habitacional, novos lançamentos foram represados porque havia a percepção de perda de poder de compra das famílias, o que começou a ser revertido com as mudanças anunciadas no programa ao longo deste ano. “Sentimos coragem nova para o lançamento desses produtos”, disse Petrucci. José Carlos Martins, presidente da entidade, ressaltou que as contratações de financiamento pelo programa cresceram 20% em julho deste ano, na comparação com o mesmo mês de 2021, e esse ritmo se mantém em agosto. Ele afirmou ainda que uma das medidas anunciadas, o prolongamento do prazo de financiamento imobiliário com recursos do FGTS, deve ser aprovada até o próximo dia 24. Fonte: Valor Econômico

  • ENERGIA SOLAR ULTRAPASSA 17 GW E MAIS DE R$90 BILHÕES EM INVESTIMENTOS NO BRASIL

    Absolar informa que a fonte solar já é a terceira com maior capacidade instalada na matriz elétrica brasileira O Brasil ultrapassou uma nova marca histórica na energia solar no mês de agosto/2022, a de 17 gigawatts (GW) de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados, fachadas e pequenos terrenos, o equivalente a 8,4% da matriz elétrica do país. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a fonte solar já trouxe ao Brasil mais de R$90,5 bilhões em novos investimentos, R$24,6 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 514 mil empregos acumulados desde 2012. Com isso, também evitou a emissão de 25,5 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. Para Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar, o avanço da energia solar no país, via grandes usinas e pela geração própria em residências, pequenos negócios, propriedades rurais e prédios públicos, é fundamental para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil. “A fonte ajuda a diversificar o suprimento de energia elétrica do país, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de ainda mais aumentos na conta de luz da população”, comenta. “As usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços até dez vezes menores do que as termelétricas fósseis emergenciais ou a energia elétrica importada de países vizinhos, duas das principais responsáveis pelo aumento tarifário sobre os consumidores”, acrescenta Sauaia. O Brasil possui aproximadamente 5,3 GW de potência instalada em usinas solares de grande porte. Desde 2012, as grandes usinas solares já trouxeram ao Brasil mais de R$27,3 bilhões em novos investimentos e mais de 158 mil empregos acumulados, além de proporcionarem uma arrecadação de R$8,7 bilhões aos cofres públicos. No segmento de geração própria de energia, são mais de 11,9 GW de potência instalada da fonte solar. Isso equivale a mais de R$63 bilhões em investimentos, R$15,9 bilhões em arrecadação e mais de 356 mil empregos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. A tecnologia solar é utilizada atualmente em 98% de todas as conexões de geração própria no País, liderando com folga o segmento. Somadas as capacidades instaladas das grandes usinas e da geração própria de energia, a fonte solar ocupa o terceiro lugar na matriz elétrica brasileira, à frente das termelétricas movidas a gás natural e biomassa. Segundo Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, além de competitiva e acessível, a energia solar é rápida de instalar e ajuda a aliviar o bolso dos consumidores, reduzindo em até 90% seus gastos com energia elétrica. “Energia elétrica competitiva e limpa é fundamental para o País recuperar a sua economia e conseguir crescer. A fonte solar é parte desta importante solução”, conclui. Fonte: Absolar/Assessoria Totum Comunicação

  • DESIGN E FUNCIONALIDADE INTEGRAM PROJETOS QUE APLICAM OS PERFIS DE ALUMÍNIO ALUMIFIX

    A Alumifix Comércio de Ferragens, fabricante de perfis e acessórios para esquadrias, vidro temperado e box, oferece também uma completa e moderna linha de perfis de alumínio. A empresa trabalha com a linha ALS (linha 25 - 90°), linha 25, linha gradil, linha integrada, perfis para cercas, kit box, perfis para vidros temperados, portões búzios, venezianas e tela mosquiteira (fixa e recolhível), entre outros produtos. A marca possui acabamentos nas cores: preto, fosco, branco e madeira. Para mais informações, acesse: www.alumifix.com.br Fonte: Alumifix

  • A PRIMORA, NOVA MARCA DE SISTEMAS DE ALUMÍNIO, DA CBA, PERMITE LIBERDADE DE CRIAÇÃO NOS PROJETOS

    Reprodução: CBA Se você já teve que se adaptar às soluções em alumínio disponíveis no mercado, saiba que isto mudou. A Primora é uma nova marca de sistemas de alumínio desenvolvida pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) para que você possa criar com total liberdade. Para atender a diferentes públicos, a Primora conta com duas marcas: Primora Sistemas, feita para mudar a maneira como você pensa os seus projetos. Tenha um alumínio sob medida e crie sem precisar se preocupar. Já a Primora Building System veio para libertar a sua imaginação, com um alumínio de alta qualidade para projetos sofisticados. Conheça mais sobre Primora e suas marcas em: www.cbaprimora.com.br/ Fonte: CBA

  • HABITAÇÃO DESTINA QUASE R$1 BILHÃO PARA CDHU FINANCIAR 5,3 MIL IMÓVEIS NA GRANDE SP

    Unidades vão atender, preferencialmente, famílias que recebem auxílio moradia do governo de SP ou que estão cadastradas por entidades sem fins lucrativos A Secretaria de Estado da Habitação, por meio da Agência Casa Paulista, assinou na última sexta-feira, 5 de agosto, a autorização para o repasse de R$981,9 milhões para a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) financiar a construção de mais de 5 mil unidades habitacionais na Grande São Paulo pelo Programa de Apoio ao Crédito Habitacional, na modalidade Carta de Crédito Associativo. Os imóveis são destinados, preferencialmente, a famílias com renda mensal bruta de até cinco salários mínimos que recebem o auxílio moradia do Governo de São Paulo, oriundas de áreas de risco ou beneficiárias de entidades sem fins lucrativos com compromisso de atendimento de chamamentos públicos realizados pela CDHU. Reinaldo Iapequino, secretário executivo de Estado da Habitação, Silvio Vasconcellos, presidente da CDHU, e representantes de agentes promotores credenciados para construção dos empreendimentos habitacionais participaram da cerimônia de assinatura do repasse de verba. Na ocasião, também foram emitidas as cartas de crédito dos empreendimentos credenciados. Os imóveis terão valor máximo de crédito concedido pelo Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS) de até R$180 mil e serão financiados de acordo com os critérios da CDHU e das novas diretrizes das Política Habitacional do Estado, que preveem juro zero e comprometimento da renda de 20% com o pagamento das parcelas mensais do financiamento de 30 anos. O secretário executivo ressaltou a importância dessa modalidade inovadora adotada para o atendimento habitacional das famílias de baixa renda. “É uma mudança de paradigma para a Secretaria de Habitação e para a CDHU. Estamos inaugurando hoje uma nova modelagem financeira de comercialização prévia do imóvel na planta”, explicou. Para Vasconcellos, o objetivo é tornar o processo de atendimento habitacional mais eficiente, ágil e desburocratizado, sem abrir mão da segurança. Fonte: Assessoria de Imprensa da Secretaria da Habitação/CDHU

  • 12 TIPOS DE ESQUADRIA DE VIDRO QUE TODO PROFISSIONAL DEVE CONHECER

    As esquadrias e os vidros são os itens mais utilizados, sendo responsáveis pelo consumo que pode variar de 10% a até 20% do valor de uma obra. O tipo de esquadria é definido pelo modelo de abertura, que é o que dá nome ao caixilho. Dependendo da região brasileira em que são utilizadas ele varia. Conheça a seguir, 12 tipos de esquadrias que utilizam vidros: articuladas, camarão e retráteis; basculante; de abrir; de correr; de giro; deslizante; cortina de vidro, fechamento de varanda e fechamento de sacada; giratória; guilhotina; Maxim-ar; oscilobatente; tomba e gira. ARTICULADAS, CAMARÃO E RETRÁTEIS São as portas e janelas compostas por quatro ou mais folhas que se abrem através de um sistema articulado ou retrátil. São também denominadas portas ou janelas camarão. Camarão é uma nomenclatura muito utilizada na região Sudeste para denominar as portas ou janelas articuladas ou retráteis. O mais comum é que as portas ou janelas de vidro retráteis sejam feitas com alumínio, devido à flexibilidade e leveza do material. BASCULANTE Nesse sistema as peças giram em torno de um eixo até atingir a posição perpendicular em relação ao batente, abrindo vãos para ventilação. Quando se fala em basculante se pensa em janelas e partes de fac hada s na po sição horizontal. Mas existem portas e portões que também podem ser chamados de basculantes, sendo que alguns giram na posição vertical. DE ABRIR Embora o nome “de abrir” pareça redundante, já que praticamente todas as esquadrias incluem a possibilidade de abertura e fechamento, usa-se o termo para diferenciar esquadrias “de giro” das portas e janelas deslizantes em várias localidades. DE CORRER As portas “de correr” são deslizantes. Ou seja, aquelas que “correm” sobre um trilho no piso ou embutido na parte de cima de um perfil superior através de roldanas e rodízios. DE GIRO É o nome descritivo mais utilizado nos textos de normas técnicas da ABNT, especialmente quando se referem a portas e janelas que se abrem em movimentos angulares sobre pivôs ou por dobradiças. DESLIZANTE Denominadas portas ou janelas que “deslizam”, através de rodízios ou roldanas, sobre trilhos instalados no piso ou no perfil superior. O mesmo que as portas e janelas “de correr”. CORTINA DE VIDRO, FECHAMENTO DE VARANDAS E FECHAMENTO DE SACADA Essa esquadria permite a abertura em um ângulo de mais de 90% do vão e as cortinas utilizam várias folhas de vidros temperados ou laminados. As peças são suportadas por dois pontos de fixação, um no topo e outro na base, que permitem o giro e deslocamento individual de cada lâmina para uma área no canto do vão, chamado de estacionamento. O sistema, apesar de poder ser considerado uma esquadria, é classificado apenas como instalação complementar. Isso acontece por geralmente ser instalado após as fachadas prontas e também por não terem a obrigatoriedade de serem estanques. O fechamento de sacada é o mesmo que a cortina de vidro. Arquitetonicamente, a sacada é construída sobre uma superfície externa, não segue o alinhamento da parede e parece estar fora da construção. Enquanto fechamento de varandas é o nome dado para cortina de vidro em algumas regiões do país, pois a varanda é um cômodo de extensão da fachada de casas ou apartamentos. GIRATÓRIA O nome se refere ao sistema dotado de quatro a seis portas de vidro encaixilhado e unidas ao centro. São suportadas por uma barra central e permitem a entrada e saída através de giro manual ou de modo eletrônico. Normalmente, são usadas em portarias de hotéis e bancos, tendo como função principal controlar o acesso e o conforto térmico interno. GUILHOTINA A palavra guilhotina faz referência ao fato desse sistema de janelas apresentar um deslocamento parecido com as guilhotinas europeias. Ou seja, suas folhas podem se manter fixas na parte de cima. Por meio de travas na primeira posição, há a opção das duas folhas ficarem em descanso sobre o batente inferior. Existe também a possibilidade de manter todo o vão fechado, com uma das lâminas travadas na parte de cima e a segunda em descanso. MAXIM-AR Sistema aplicado em janelas ou fachadas que permite a abertura com giro em dobradiças posicionadas no topo. Na abertura a peça de vidro é projetada para fora, com possibilidade de regular o ângulo de abertura de zero a aproximadamente 60 graus. OSCILOBATENTE Trata-se de uma porta ou janela de alumínio, PVC ou madeira que permite a folha de vidro no caixilho abrir em de até 180º. Também sendo possível tombar para o lado interno, tornando versátil a ventilação no ambiente. Possui travamento multiponto graças ao sistema de câmara europeia. É denominado popularmente no Brasil de janela “tomba e gira”. TOMBA E GIRA Nome popular das portas e janelas oscilobatentes adotado em várias regiões brasileiras. Fonte: Divinal Vidros

  • VENDAS NO SETOR IMOBILIÁRIO RESIDENCIAL SEGUEM ESTÁVEIS NO 2º TRIMESTRE

    Uma das principais conclusões da 6ª edição do Indicador de Confiança do setor imobiliário residencial, realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Deloitte, organização de serviços profissionais, é que o setor imobiliário residencial brasileiro sofreu uma leve retração em demanda e vendas de imóveis no segundo trimestre do ano. Apesar disso, ambos os índices se mantiveram em uma condição considerada de manutenção de mercado. O cenário é sustentado pelo segmento Casa Verde e Amarela (CVA), já que medidas do governo no programa trouxeram melhora. Os preços dos imóveis residenciais seguiram em alta no período, mesmo com taxas de crescimento menores que em trimestres anteriores. A maior parte dos executivos ainda deve lançar e adquirir terrenos em 12 meses, conforme mostravam edições anteriores do relatório. De acordo com a pesquisa, realizada com 44 empresas construtoras e incorporadoras do setor imobiliário residencial entre 29 de julho/2021 e 11 de julho/2022, o índice de preços do indicador de confiança do setor imobiliário residencial seguiu em alta e registrou crescimento de 10,5% no segundo trimestre, em relação ao anterior. Apesar desse aumento, este é o menor percentual de crescimento entre trimestres da série. A maior taxa realizada foi no trimestre do ano passado, quando registrou alta de 23% frente ao período anterior. Os preços dos insumos do setor também seguem na mesma direção. Os resultados deste trimestre indicam que a demanda e as vendas retraíram, pressionadas pelo segmento de Médio e Alto Padrão (MAP). Por mais que todos os índices para a CVA tenham crescido em relação ao trimestre anterior, mostrando resiliência diante da inflação e alta taxa de juros, não foi suficiente para sustentar o geral. A demanda tem sido enfraquecida pela redução no poder de compra da população. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), por exemplo, foi de 11,9% no acumulado em 12 meses até junho passado. A expectativa de compra de terreno teve leve recuperação, possibilitada pela melhora na perspectiva para a CVA. Quanto aos lançamentos em 12 meses, segue em bons patamares, com destaque positivo para MAP. Para Luiz França, presidente da Abrainc, a estabilidade verificada no setor imobiliário residencial no 2° trimestre traz boas perspectivas. “As medidas do governo para incentivo ao CVA já estão surtindo efeitos na procura por imóveis, o que melhora a expectativa dos empresários em adquirir terrenos nos próximos 12 meses. Vale destacar, ainda, que segue em bons patamares as estimativas para lançamentos no próximo ano, com destaque positivo para o MAP no 2° trimestre. A expectativa de elevação dos valores das unidades deve aquecer o mercado no segundo semestre, podendo provocar a antecipação de compra por parte do consumidor e atraindo mais pessoas interessadas neste tipo de investimento”, destaca o executivo. O índice de procura por imóveis para o mercado de CVA voltou aos patamares do final de 2020, apresentando leve melhora nos últimos dois trimestres. Por outro lado, a demanda por MAP segue em queda, influenciada por um cenário econômico mais desafiador no período. O índice de vendas geral no trimestre teve leve queda, pressionado por MAP, que teve redução de 10 pontos. O índice de CVA, por sua vez, seguiu a curva de recuperação já notada no período anterior, ultrapassando o de MAP pela primeira vez na série histórica da pesquisa. A expectativa para CVA segue alta para os próximos 12 meses. Apesar do percentual geral do 2º trimestre de 2022 ser o menor da série histórica, a expectativa para novos lançamentos manteve um bom patamar, com destaque positivo para o mercado de médio e alto padrão. O levantamento usa uma metodologia diferenciada para interpretar os resultados e facilitar a leitura entre os trimestres. Desse modo, os percentuais de respostas foram transformados em notas variando de 1 (para forte redução) a 3 (para forte aumento) e cada segmento foi classificado dentro desse padrão. As respostas dos participantes da pesquisa indicaram se houve redução, manutenção ou aumento em relação ao trimestre anterior para os itens procura, vendas e preços dos imóveis. Além da variação do trimestre apurado, os respondentes indicam as expectativas. INDICADOR DE CONFIANÇA DO SETOR IMOBILIÁRIO RESIDENCIAL “O segundo trimestre foi de manutenção de mercado, o que é bom considerando todo o contexto de alta de preços que vive o país e o mundo. Apesar do cenário continuar cauteloso, os entrevistados, mais uma vez, revelam planos de aquisição de terrenos pela maior parte das empresas para futuros empreendimentos, mesmo que com mais moderação”, destaca Claudia Baggio, sócia de Financial Advisory e líder da prática de Real Estate da Deloitte. RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE E EXPECTATIVAS: Procura de imóveis (Nota 1,93 = Manutenção). A demanda por imóveis residenciais manteve o ritmo no 2º trimestre em relação ao anterior. A manutenção da procura segue em bom patamar por conta do segmento CVA, influenciado pelas medidas do governo que melhoraram o poder de compra das famílias de baixa renda. Já o MAP, mais sensível ao cenário econômico, apresentou redução na demanda pelo segundo trimestre consecutivo. Vendas (Nota 1,95 = Manutenção). As vendas se mantiveram no 2º tri, sendo sustentadas por CVA, já que houve retração em MAP, que vinha se destacando positivamente nos últimos períodos. Para o próximo trimestre, executivos do setor imobiliário residencial esperam manutenção nas vendas. Um cenário mais otimista é visto para as expectativas de vendas em CVA, refletindo as mudanças implementadas pelo governo. Expectativas para vendas (Nota 2,02 = Manutenção). Os executivos do setor imobiliário residencial esperam manutenção nas vendas para o 3º trimestre de 2022 (nota = 2,02) e, também, nos próximos 12 meses (nota = 2,11). Preço de imóveis (Nota 2,61= Forte Aumento). Os preços dos imóveis se mantêm em alta. No 2º tri, o cenário se inverteu em relação ao anterior, com MAP apresentando forte aumento enquanto CVA apresentou aumento. As expectativas são de contínuo forte aumento dos preços. Expectativa para os preços dos imóveis (Nota 2,64 = Forte Aumento). As expectativas para os preços dos imóveis residenciais seguem com forte aumento para o 3º trimestre do ano (2,64), para os próximos 12 meses (nota 2,92/ forte aumento) e para os próximos cinco anos (nota 2,97/ forte aumento). Metodologia da pesquisa O indicador de confiança do setor imobiliário residencial do 2º trimestre de 2022, realizado pela Deloitte, maior organização de serviços profissionais do mundo, em parceria com a Abrainc, contou com a participação de 44 empresas construtoras e incorporadoras do setor imobiliário residencial, divididas nos seguintes segmentos: 29% CVA, 32% MAP e 39% atuantes em ambos os segmentos. O levantamento, realizado entre 29 de junho e 11 de julho de 2022, ouviu executivos de alto escalão (C-Level) das empresas participantes. Fontes: FSB Comunicação e Ideal H+K Strategies

  • 40 ANOS DE EXPERIÊNCIA E PORTFÓLIO DIVERSO SÃO DIFERENCIAIS DA PICHU COMPONENTES PARA ESQUADRIAS

    Com experiência de 40 anos no mercado, a fabricante Pichu Componentes para Esquadrias informa que os seus produtos são de qualidade e essenciais para o bem-estar. As soluções são versáteis, com design exclusivo, disponíveis para pronta-entrega, possuem segurança, suavidade e desempenho. A marca tem como principal objetivo suprir a demanda gerada pela procura de esquadrias confeccionadas em alumínio. O constante foco em disponibilizar novos acessórios para o mercado fez com que a empresa reestruturasse todos os seus processos internos, viabilizado por um aporte tecnológico e organizacional, recebido em 2007. Atualmente, a Pichu Componentes para Esquadrias assina uma ampla linha de componentes para portas e janelas de alumínio, que atende as principais tipologias do mercado. São roldanas, guias, cantos, canoplas e tampas, entre outros itens. Como um dos principais diferenciais, os distribuidores e revendas de alumínio, bem como incorporadoras e construtoras, clientes da marca, contam com o conforto e agilidade, provenientes dos seus estoques com produtos a preços competitivos. O relacionamento com seus diferentes públicos é um dos principais responsáveis pelo crescimento da empresa, que é filiada da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal). Fonte: Pichu Componentes para Esquadrias

  • 5G NO BRASIL: O IMPULSO PARA A MODERNIZAÇÃO DO SETOR DE ENGENHARIA

    Segundo especialista, tecnologia ainda trará avanço da Engenharia 4.0, potencializando recursos já existentes, como a IOT e o BIM O setor de engenharia e construção é historicamente analógico e com alta utilização de mão de obra operacional. A digitalização dos processos, acelerados pela tecnologia do 5G, será capaz de tornar esse mercado mais produtivo, seguro e sustentável. A ultravelocidade deve proporcionar ainda mais avanço na Engenharia 4.0. “Já está ocorrendo uma transformação e, nos próximos anos, será impossível falar dos avanços da Engenharia 4.0 sem falar do 5G. Tudo está interligado e será possível potencializar muitas das soluções existentes hoje e também criar novas ferramentas”, afirma André Medina, gerente de inovação da Andrade Gutierrez que, desde 2018, está à frente do Vetor AG, programa de inovação aberta da construtora, acompanhando de perto as evoluções tecnológicas dentro e fora do setor. Uma das grandes expectativas é para a utilização do 5G dentro dos canteiros de obras, que poderão se tornar inteligentes, ou seja, mais automatizados, conectados e monitorados. “Essa conectividade e a rastreabilidade que ela permitirá sobre equipamentos, materiais e pessoas trarão dados e estatísticas em tempo real que serão úteis na redução de custo das obras, aumento de produtividade e tomada de decisões, além de impactar a segurança do trabalho de forma positiva, por meio da conectividade aplicada em equipamentos de proteção”, prevê o executivo. SOLUÇÕES COMO O BIM DEVEM SER ACELERADAS Medina explica que o 5G poderá acelerar diversas soluções já existentes, como a Internet das Coisas (IOT), automação, virtualização e até mesmo o BIM (Building Information Modeling - Modelagem de Informação da Construção, em português). “O 5G abre caminho para que essas e outras tecnologias sejam melhor aproveitadas. É o caso de drones, sensores e qualquer outro aparelho que necessite de conexão com a internet. Todos serão beneficiados com a ultravelocidade, que proporcionará um tempo de resposta muito menor em comparação com o 4G”. O BIM é uma representação digital de uma construção em todo o seu ciclo de vida, ou seja, desde a fase de projeto e planejamento até a construção e operação. Com o 5G, a expectativa é de um gerenciamento ainda mais apurado das informações geradas por meio do BIM, permitindo um acompanhamento e planejamento ainda melhores de cada obra. “Com o BIM conseguimos fazer projetos muito mais detalhados, unindo informações à modelagem 3D. Assim, é possível reduzir danos e tornar a etapa do planejamento mais eficiente. Com o 5G, isso tende a ser potencializado”, aposta Gustavo Brito, gerente de implementação de processos digitais e uso BIM da Andrade Gutierrez. A implantação do 5G nas capitais do Brasil estava prevista para o mês de julho, mas foi adiada em 60 dias, para 29 de setembro. Até o momento, a tecnologia está disponível nas cidades de Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), João Pessoa (PB), Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP). As próximas cidades a implementar a tecnologia devem ser Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador e Goiânia, todas sem data definida, conforme o portal TechTudo. Fonte: Agência NoAr

  • SAINT-GOBAIN PATROCINA TIME DE BASQUETE DE JUNDIAÍ PARA A TEMPORADA DE 2022

    As marcas Quartzolit, Brasilit e Placo estamparão a camisa das equipes sub-18 e sub-20 do time masculino A Saint-Gobain, fabricante de soluções para obras da construção civil, anunciou no dia 26 de julho, o patrocínio das marcas Brasilit, Quartzolit e Placo ao time de basquete de Jundiaí (SP) para a temporada de 2022. O grupo participou da entrega dos novos uniformes estampados com as três marcas, que serão usados pelas equipes sub-18 e sub-20 do time masculino. O patrocínio integra uma série de investimentos das marcas no apoio aos esportes, também se aproximando ainda mais de seu público-alvo. “Acreditamos que essa parceria irá fortalecer as marcas e aumentar sua visibilidade junto ao público. Além da presença no uniforme do time, o nosso patrocínio irá se desdobrar em ações nos jogos e nas plataformas digitais”, detalha Vinícius Araújo, diretor de marketing na Saint-Gobain Produtos Para Construção. Além da parceria com as equipes de basquete, as marcas do grupo também patrocinam os times de futebol Santos e Sport de Recife. São patrocinadores há mais de 10 anos de alguns dos principais torneios de futebol do país, como o Campeonato Paulista, a Copa do Brasil e o Brasileirão. Reprodução: Jeffrey Group Fonte: Jeffrey Group

  • INFILTRAÇÕES: SAIBA COMO IDENTIFICAR E SOLUCIONAR

    Especialista da Sika indica produtos ideais para resolver os diferentes tipos dessa patologia Algumas das principais evidências da presença de infiltrações em um imóvel são as pinturas descascando ou com bolhas, reboco esfarelando e rodapés escuros, com aparência de mofo ou bolor. A origem desses problemas normalmente se encontra em áreas externas, como fachadas e lajes, e é preciso que eles sejam corrigidos com agilidade, já que podem trazer danos estruturais importantes, caso não sejam tomadas as medidas necessárias. De acordo com Emerson Bispo, coordenador técnico da Sika, empresa especializada em produtos químicos para construção civil, as infiltrações podem surgir em qualquer ambiente da casa, mas são mais frequentes em cômodos com contato com água, como banheiros, cozinhas e áreas de serviço. “Trata-se de um problema cuja causa pode estar ligada tanto à falta de impermeabilização em lajes, paredes e pisos quanto à instalação incorreta de encanamentos e conexões, ou ainda à má colocação de portas e janelas, que acaba permitindo a entrada de água da chuva pelas frestas”, informa o coordenador. “A entrada de água nesses locais é o que chamamos de infiltração. Além dos danos causados à própria estrutura da construção, ela ainda afeta a estética do imóvel e pode também provocar doenças respiratórias, como asma e rinite alérgica”, alerta. “É importante ressaltar que a impermeabilização é um procedimento essencial para qualquer tipo de construção ou reforma, tendo como principais objetivos a qualidade da obra e a manutenção da saúde e do bem-estar dos moradores e visitantes do imóvel”, ainda segundo Bispo. COMO IDENTIFICAR UMA INFILTRAÇÃO? Em alguns casos, os sinais da infiltração podem aparecer de forma imediata. No entanto, não são raras as situações em que se passam meses até que ela se manifeste de maneira visível. Outra dificuldade é que, muitas vezes, os sinais aparecem em locais diferentes daquele onde a infiltração teve início. É preciso estar atento a sinais como: manchas, trincas, deterioração de revestimentos, bolhas e descascamento na pintura, descolamentos de pisos, presença de mofo ou bolor, surgimento de poças d’água próximas às paredes, gotejamentos, azulejos soltos ou estufados, além de odores desagradáveis. O coordenador técnico informa que problemas hidráulicos podem ser outra fonte de infiltração, que pode ser identificada com a elevação na conta de água. “Uma cobrança mais alta pode indicar um problema como o rompimento de um cano, por exemplo. Em um caso como esse, a dica é desligar todas as torneiras do imóvel, verificar o número indicado pelo relógio da água e, depois de esperar por cerca de três horas, voltar a conferir o número. Caso o valor esteja alterado, pode ser que haja um vazamento em curso”. COMO SOLUCIONAR? Em situações mais simples, como uma telha quebrada ou trincada, o próprio morador do imóvel pode verificar e até mesmo solucionar o problema com facilidade. No entanto, em casos mais complexos, como por exemplo vazamentos em lajes, é recomendável recorrer a uma equipe de profissionais qualificados que, além de localizar corretamente a origem do vazamento, pode atuar quebrando paredes, substituindo tubulações danificadas, realizando impermeabilização ou mesmo refazendo o acabamento. “Caso o problema esteja na fundação, no piso ou no teto do imóvel, é possível que seja necessária a realização de uma reforma. Em situações como essa, apenas uma impermeabilização eficiente será capaz de pôr um fim à infiltração, de preferência com o uso de materiais fáceis de aplicar que não demandam muito tempo para a sua instalação, que são os mais indicados para esse fim. Por fim, se a causa do problema for uma porta ou janela mal colocada, é possível utilizar produtos de vedação que impedem a passagem da água”, explica o coordenador. QUAIS SOLUÇÕES A SIKA OFERECE? Especializada em produtos químicos para construção, a Sika tem em seu portfólio produtos que oferecem a solução ideal para os diferentes tipos de infiltração. Confira abaixo qual deles atende à necessidade da obra: Lajes: “A infiltração pode trazer riscos sérios ao desempenho da laje e de suas funções estruturais, comprometendo a segurança da edificação e das pessoas. Como o concreto não é um material impermeável, deve-se aplicar um sistema de impermeabilização para deixar a água somente do lado de fora do imóvel”, informa Bispo. O produto mais indicado para esse caso é o Sikaflex Construction. Há mais de 50 anos no mercado, ele já se tornou referência, sendo utilizado pelos melhores profissionais do ramo para eliminar esse tipo de problema. Um dos produtos mais vendidos no mercado brasileiro, a manta líquida, aplicada em forma de pintura que impermeabiliza o espaço no mesmo dia. O produto contém microesferas isolantes, que promovem um maior conforto térmico nos ambientes da casa. Fachadas: As paredes externas também são superfícies que sofrem com o excesso de chuva, sol e ventos. Sempre em exposição, elas necessitam de cuidados especiais de impermeabilização, para que não interfiram na estética da construção nem deixem passar umidade para o interior da edificação. Para isso, a primeira atitude a se tomar é o tratamento das trincas e fissuras que possam existir na fachada. “Esse procedimento aumentará a vida útil do impermeabilizante que será aplicado. A Sika indica o uso do Sikacryl-203, que é o selante acrílico flexível mais utilizado em fachadas do mercado”, destaca Bispo. A impermeabilização da parede é a segunda etapa do processo. Para isso, a Sika sugere o inovador e diferenciado Igolflex Fachada, uma tinta impermeável de base acrílica, pronta para uso, e que é aplicada na forma de pintura. Igolflex Fachada pode ser o acabamento final do local, com o diferencial de melhorar o conforto térmico no interior das edificações. Para mais informações, acesse: bra.sika.com Fonte: Sika

  • INCC AUMENTOU 0,86% EM JULHO DE 2022

    Após dois meses (maio e junho) com variações superiores a 2%, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) aumentou 0,86% em julho/22, resultado do incremento de 1,36% do custo com a mão de obra. O custo com materiais e equipamentos, depois de elevações mais expressivas, aumentou 0,34%, a menor variação desde fevereiro (0,28%). O custo com os serviços cresceu 0,62%. O incremento do custo com a mão de obra aconteceu, particularmente, em função do aumento de 1,62% registrado em São Paulo e a alta de 6,47% em Porto Alegre. Contribuiu para a variação menos expressiva do custo com materiais a queda registrada nos seguintes insumos: Vergalhões e arames de aço ao carbono (-1,67%) Tubos e conexões de ferro e aço (-1,23%) Compensados (-1,10%) Esquadrias de alumínio (-0,29%) Tubos e conexões de PVC (-0,13%) O custo da construção, no entanto, continua em patamar elevado. “De janeiro a julho, o custo com materiais e equipamentos já aumentou 6,98% e 12,82%, nos últimos 12 meses. Já o INCC total aumentou 8,46% nos primeiros sete meses do ano e 11,59% nos últimos 12 meses encerrados em julho/22”, destacou Ieda Vasconcelos, economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Fonte: CBIC

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