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  • Persianas decorativas ampliam possibilidades em projetos arquitetônicos

    Foto/Reprodução: Udinese A Udinese Assa Abloy inclui em seu portfólio uma linha de persianas decorativas, cortinas e toldos com foco em automação e versatilidade de aplicação. A empresa reúne soluções voltadas tanto ao uso residencial quanto a projetos de maior escala. Compatibilidade com diferentes sistemas De acordo com o material técnico da fabricante, as persianas decorativas são compatíveis com modelos como rolô, romana, plissada e celular, além de aplicações integradas e em toldos verticais. Motorização e controle inteligente Os motores podem ser acionados por controle remoto, interruptores de parede ou por sistemas Wi-Fi, com gerenciamento por aplicativo. Segundo a Udinese, a tecnologia permite programar horários de abertura e fechamento, além de criar cenários personalizados. Em algumas versões, há também compatibilidade com comando de voz, alinhando o sistema às soluções de casas inteligentes. Variedade técnica e adaptação a projetos Os motores estão disponíveis em diferentes configurações, capacidade de carga e tensão elétrica, o que possibilita sua aplicação em persianas e toldos de variados tamanhos e pesos. Há opções com limite mecânico e eletrônico, além de modelos com detecção de obstáculos, voltados à segurança e à durabilidade do sistema. Acessórios e automação climática A linha inclui acessórios complementares, como sensores de vento e sol, que automatizam o funcionamento das persianas e toldos conforme as condições climáticas. O sistema pode recolher automaticamente estruturas em caso de ventos intensos ou ajustar a entrada de luz nos ambientes internos. Para mais informações: udinese.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Linha para esquadrias de alumínio padrão investem em variedade de tipologias

    Foto/Reprodução: Hydro O sistema Inova, desenvolvido pela Hydro, é direcionado ao segmento residencial de médio padrão. De acordo com a empresa, a proposta da linha é oferecer uma solução padronizada e tecnicamente consistente, capaz de atender às demandas da construção civil. Geometria e desempenho estrutural Segundo a Hydro, a criação do sistema parte do uso de formas geométricas aplicadas ao desenho dos perfis de alumínio. Essa característica contribui para a modernização das esquadrias e está associada à resistência do conjunto.  Além disso, o sistema está alinhado às normas técnicas, como a ABNT NBR 10821, que define requisitos de desempenho para esquadrias externas, incluindo resistência ao vento, estanqueidade à água e permeabilidade ao ar.  Variedade de tipologias Conforme as informações divulgadas, o Inova atende diferentes tipologias de esquadrias, como janelas e portas de correr, sistemas de giro, maxim-ar e quadros fixos, permitindo sua utilização em diversos projetos arquitetônicos. Há ainda opções com múltiplas folhas e configurações integradas, o que amplia as possibilidades de aplicação em obras com diferentes dimensões.  Para mais informações: hydro.com   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Vidros serigrafados e esmaltados fortalecem possibilidades estéticas e funcionais

    Foto/Reprodução: Divinal Vidros Os vidros serigrafados e esmaltados têm ganhado espaço em projetos arquitetônicos por aliarem recursos estéticos à segurança. A Divinal Vidros oferece esse material em diversas cores e padrões. Considerados vidros de segurança, assim como os modelos laminados e temperados, esses produtos passam por um processo de fabricação que envolve a aplicação de esmaltes cerâmicos sobre a superfície.  Diferenças entre serigrafia e esmaltação A principal diferença entre o vidro serigrafado e o esmaltado está na forma de aplicação do esmalte. No processo serigráfico, o esmalte em pasta hidrossolúvel é aplicado antes da têmpera, o que favorece uma fixação mais uniforme e duradoura da cor. Já no vidro esmaltado, a pintura é feita diretamente sobre a peça com o uso de rolos. Personalização  Um dos principais diferenciais desses vidros é a possibilidade de personalização. A variedade de cores, padrões e desenhos permite adaptar o material às necessidades específicas de cada projeto.  Aplicações e versatilidade no uso Esses vidros são indicados para diversas aplicações, como portas, janelas, guarda-corpos, boxes de banheiro, vitrines e elementos decorativos. Entre suas características estão a resistência à incidência de luz e calor, o acabamento uniforme e a maior durabilidade frente a riscos e manchas de gordura.  A Divinal Vidros disponibiliza esse tipo de vidro em cores como branco fosco (claro e escuro), branco brilhante, salmão, azul claro, vermelho, preto e tons de chocolate. Para mais informações: divinalvidros.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Centro de usinagem expande precisão e produtividade industrial

    Foto/Reprodução: Emmegi O modelo Diamant E, da Emmegi, foi desenvolvido para operações que exigem precisão no processamento de barras de grandes dimensões. Com tecnologia CNC de quatro eixos e pórtico móvel, o equipamento realiza fresagem, furação, roscagem e corte em alumínio, PVC e ligas leves, além de usinagens em aço de até 2mm de espessura.  Estrutura e desempenho De acordo com a Emmegi, a máquina conta com pórtico motorizado por cremalheira de precisão, garantindo estabilidade nas operações. O eletromandril de alta potência permite executar usinagens com rapidez e precisão, inclusive em aplicações mais exigentes.  Operação contínua Um dos destaques divulgados pela empresa, é a modalidade pendular, que divide a área de trabalho em duas zonas independentes. Esse sistema permite realizar carga e descarga de peças enquanto a usinagem ocorre simultaneamente na outra área, reduzindo o tempo de parada e aumentando a produtividade. Automação e facilidade de uso Segundo a empresa, o posicionamento das morsas é feito automaticamente pelo software da máquina, que ajusta a configuração conforme o tipo de peça e operação. O recurso reduz a necessidade de intervenções manuais. Para mais informações: emmegi.com   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • MRV amplia projeto de ressocialização com mão de obra prisional e prevê novas vagas

    A iniciativa oferece oportunidade de trabalho e qualificação para reeducandos em obras e processos produtivos da companhia Imagem: Divulgação MRV A MRV, empresa do grupo MRV&CO, está ampliando seu projeto de contratação de mão de obra prisional, iniciativa que promove oportunidades de trabalho e contribui para a ressocialização de pessoas privadas de liberdade. Segundo a Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Brasil possui atualmente 941.752 pessoas em cumprimento de pena. Desse total, 705.872 estão em celas físicas e 235.880 cumprem pena em regime domiciliar, com ou sem monitoramento eletrônico.   Nesse contexto, iniciativas que ampliam o acesso ao trabalho e à qualificação profissional são ferramentas importantes para reduzir a reincidência e apoiar processos de reinserção social. O projeto da construtora foi iniciado como um piloto em 2024, e o modelo está sendo expandido para diferentes regionais da companhia, que deverá abrir novas vagas ao longo do primeiro semestre de 2026.   Entre as novas frentes previstas está o município de Guarulhos (SP), onde serão disponibilizadas 30 vagas para atuação em duas obras da empresa. Ainda, outras localidades também devem iniciar o programa no mesmo período, como Sete Lagoas (MG), Joinville (SC), Blumenau (SC) e Belo Horizonte (MG).   Atualmente, o projeto já está em operação em Lagoa Santa (MG) e em Manaus (AM), onde o projeto começou com 15 participantes e atualmente já conta com 25 reeducandos, com estudos em andamento para ampliar o número para até 100 trabalhadores. A companhia também avalia a possibilidade de contratação formal, via CLT, após o cumprimento da pena, ampliando as oportunidades de reinserção profissional.   A iniciativa se soma a outras experiências da empresa no tema: em Ribeirão Preto (SP), por exemplo, a MRV mantém, há quase dois, anos uma fábrica instalada dentro de uma unidade prisional para produção de kits elétricos utilizados nas obras.   Processos A seleção dos reeducandos é realizada pelos órgãos responsáveis pelo sistema prisional de cada estado seguindo critérios rigorosos de elegibilidade. Apenas pessoas condenadas por crimes de menor periculosidade podem participar, e normalmente são selecionadas quando falta cerca de um ano para o cumprimento total da pena.   Antes de iniciarem as atividades, os participantes passam por um processo de adaptação e capacitação para se familiarizar com as rotinas e práticas de segurança do trabalho. Durante a participação no programa, os reeducandos trabalham de segunda a sexta-feira e recebem uma bolsa-auxílio equivalente a 75% do salário-mínimo. A MRV também custeia transporte e alimentação.   Do valor da bolsa, 25% fica reservado para o próprio reeducando — liberado apenas após a liberdade —, 25% é destinado à família e outros 25% ao Estado. Durante o período em que o participante ainda está no sistema prisional, não há vínculo empregatício formal. Além disso, a legislação prevê que, a cada três dias trabalhados, um dia seja reduzido da pena, mecanismo conhecido como remissão.   Para Raphael Lafetá, diretor executivo de Relações Institucionais e Sustentabilidade da MRV&CO, iniciativas desse tipo reforçam o compromisso da companhia com impacto social positivo. “Nosso objetivo é contribuir para a ressocialização por meio do trabalho, oferecendo oportunidades reais de aprendizado e geração de renda. Ao mesmo tempo, buscamos ampliar o impacto positivo das nossas operações, alinhando nossas iniciativas aos compromissos de sustentabilidade e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, afirma. Fonte: Loures Consultoria

  • ANÁLISE COMPARATIVA DE SISTEMAS DE INSTALAÇÃO E VEDAÇÃO EM PAINÉIS DE ACM

    Do dilema das vedações com selantes e limitações do sistema ventilado à solução definitiva em polímeros para ambientes agressivos. *Por Johnny Vieira de Souza – Consultor de ACM, responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, diretor técnico da Móduly Solutions, arquiteto e professor universitário Durante décadas, o mercado brasileiro de construção civil manteve-se fiel a métodos de instalação de painéis de ACM ( Aluminum Composite Material ) que pouco evoluíram em termos de eficiência e sustentabilidade estética. Em grandes obras, o padrão absoluto foi o sistema de bandeja vedada, caracterizado pelo uso de silicone neutro e tarugo de polipropileno (delimitador de profundidade). No entanto, o que antes era visto como uma solução definitiva de estanqueidade, hoje é identificado como o principal gargalo para a longevidade e a estética das edificações.   A Evolução do ACM e o Alto Padrão A estagnação das técnicas de instalação contrasta com o salto tecnológico do material. A chegada de séries texturizadas, como a WeatherXL (leia mais aqui) ,   e de acabamentos premium, como a linha Alusense   (leia mais aqui) , elevou o status do ACM, inserindo-o definitivamente em edificações de alto padrão. O material também evoluiu em segurança com o desenvolvimento de núcleos resistentes a chamas (FR) (leia mais aqui) . Seu uso expandiu-se para além das fachadas, conquistando portas, painéis decorativos e forros internos de luxo. Nesse cenário, o sistema convencional de bandeja vedada mostrou-se tecnicamente limitado para acompanhar tamanha sofisticação. Instalação com Sistema Dry Click e uso da Série de ACM Alusense da Projeto Alumínio em ambientes internos. Fotos: Johnny Architecture Sistema Convencional com Silicone Neutro apresenta patologia durante a vida útil (exsudação de óleo) e impregnação de sujidades. Fotos: Johnny Architecture O Dilema das Soluções Contemporâneas: Vedação, Colagem e Sistemas Ventilados Como alternativa ao silicone, o sistema de bandeja rebaixada com colagem em fita dupla face ganhou espaço pelo seu grande apelo visual e minimalista. Contudo, essa solução impõe contrapartidas críticas em larga escala: a instalação é complexa e exige processos rigorosos de preparação de superfície. Em séries texturizadas, nota-se o risco de baixa aderência. Embora o sistema com fita dupla face específica para ACM seja interessante para aplicações pontuais, como portas, torna-se um fator desfavorável em grandes fachadas devido ao alto custo e tempo de execução. Instalação em Sistema de Junta Rebaixada Sobreposta (Colado com Fita Dupla Face). Fotos: Johnny Architecture Diante das limitações do sistema vedado, surgiram os sistemas baseados em fachadas ventiladas. O método ventilado, também conhecido como "pino e gancho", trouxe agilidade ao mercado, mas carece de refinamento estético e possui restrições de uso: não deve ser aplicado em regiões de atmosfera agressiva (como zonas litorâneas), pois deixa expostos os fixadores e as áreas sensíveis do painel de ACM. Instalação com Sistema de Bandeja Ventilada é o mais rudimentar esteticamente e expõe os fixadores a intempéries. Fotos: Johnny Architecture O Valor Técnico da Vedação em Ambientes Críticos É fundamental reiterar que, apesar das limitações analisadas, o sistema de instalação vedada com silicone neutro consolidou-se pelo seu diferencial técnico histórico: a estanqueidade. Contudo, a eficácia absoluta desse método é frequentemente questionada devido ao histórico de infiltrações em diversas obras. A falha na estanqueidade decorre de uma série de variáveis, tais como: dimensionamento incorreto do selante, desalinhamento das bandejas, contaminação do substrato no momento da aplicação, condições climáticas adversas (temperaturas extremas ou umidade elevada) e a negligência no uso de gabaritos para a instalação correta do tarugo de polipropileno. Em muitos trechos da fachada, a vedação é o fator prioritário, especialmente em instalações horizontais externas onde o ACM atua como cobertura, ou em regiões de alta agressividade ambiental — como áreas litorâneas sujeitas à maresia ou zonas de exploração mineral. Nestes cenários, para evitar patologias precoces, o uso do silicone neutro era a preferência absoluta pela ausência de alternativas viáveis. A Disrupção Tecnológica: Sistema Dry Click com Estanqueidade Recentemente, esse cenário de dependência técnica sofreu uma transformação significativa. Em parceria com o segmento de polímeros, a Móduly Solutions (leia mais aqui)   introduziu o novo friso da junta do sistema Dry Click em borracha. Esta inovação confere ao sistema a capacidade de estanqueidade, competindo diretamente com o desempenho da bandeja vedada, mas sem herdar suas desvantagens, como a exsudação de óleo dos selantes, juntas desalinhadas, limitação de cores e morosidade na aplicação. O sistema Dry Click oferece agora agilidade de instalação e versatilidade superior ao método tradicional. Ele garante estanqueidade onde a obra efetivamente necessita, sem alterar os perfis existentes e utilizando tubos de alumínio padrão de mercado, que possuem custo significativamente inferior aos tubos patenteados dos sistemas ventilados tradicionais. Instalação com Sistema Dry Click. Juntas na cor do ACM. Fotos: Moduly Solutions Detalhamento dos Sistemas de Instalação   1. Sistema de Bandeja Vedada (Convencional) Método: Fixação mecânica de bandejas de ACM com vedação das juntas em silicone neutro sobre tarugos delimitadores. Vantagem: Histórico de estanqueidade e proteção contra agentes químicos externos. Desvantagem: Exsudação do silicone (gera manchas oleosas e exige limpeza constante), manutenção recorrente (o silicone resseca e racha), acúmulo de sujidade nas juntas e acabamento rudimentar.   2. Sistema de Bandeja Rebaixada (Colagem com Dupla Face) Método: Colagem do ACM em subestruturas de alumínio utilizando fitas adesivas de alta adesão (Dfix ACM) (leia mais aqui) . Vantagens: Estética clean  com juntas esbeltas, ausência de parafusos aparentes e minimalismo. Exige menor avanço em relação à parede (ideal para interiores). Desvantagem: Procedimento moroso e sensível; exige treinamento rigoroso, uso de promotores de adesão (primer) e ambiente controlado (isento de poeira e umidade).   3. Sistema Ventilado (Pino e Gancho) Método: Suspensão dos painéis por ganchos em pinos fixos na subestrutura, permitindo a circulação de ar interna. Vantagem: Extrema agilidade na montagem. Desvantagens: Baixo refinamento estético (risco de desalinhamento), exposição de fixadores e vulnerabilidade à corrosão em áreas litorâneas (perda de garantia nessas regiões). Não é estanque.   4. Sistema Dry Click (Móduly Solutions) Método: Fixação mecânica por peças de encaixe e "click", dispensando selantes químicos aparentes (leia mais aqui) . Vantagens: Alta velocidade de montagem (sistema gabaritado), permite dilatação térmica sem deformações e oferece uniformidade entre juntas e módulos. Inovação: O friso em borracha permite o uso em coberturas e áreas de maresia com a mesma segurança do silicone, mas sem exsudação de óleo e com opções de cores (deve ser colado, obrigatoriamente, o friso de ACM sobre o polímero). Desvantagens: Exige maior precisão do instalador quanto ao prumo e nível da subestrutura. Sistema patenteado.   COMPARATIVO ENTRE SISTEMAS DE INSTALAÇÃO Critério Técnico Bandeja Vedada(silicone neutro) Junta Rebaixada Colada (Fita Dupla Face) Bandeja Ventilada (Pino/Gancho) Sistema Dry Click (Móduly) Critério Técnico Estanqueidade Alta (Inicial) Alta Nula Alta (com friso de Borracha) Estanqueidade Velocidade Baixa Muito Baixa Muito Alta Alta Velocidade Estética Final Baixa Muito Alta Baixa Muito Alta Estética Final Proteção Litorânea Alta Média Não Recomendado Muito Alta (com friso de borracha) Proteção Litorânea Facilidade para Troca de Módulo (ACM) Alta Dificultada (colagem) Média (Sequencial) Média (Sequencial) Facilidade para Troca de Módulo (ACM) Refinamento Baixo Muito Alto Baixo Muito Alto Refinamento Opção de Cores na Junta Baixa Sem Limites Nula Sem Limites Opção de Cores na Junta Alinhamento de Junta Baixo Alto Baixo Muito Alto (encaixe gabaritado) Alinhamento de Junta Dificuldade Instalação Média Muito Alta Baixa Baixa Dificuldade Instalação Instalação com Sistema de Bandeja Vedada com Silicone. Estética e Vedação são prejudicadas se não houver instalação profissional. Fotos: Johnny Architecture  Conclusão O mercado dispõe hoje de uma alternativa que elimina a dependência de selantes químicos voláteis e a fragilidade estética dos sistemas ventilados tradicionais. O novo paradigma prioriza a longevidade e a eficiência, oferecendo a proteção necessária para ambientes agressivos com uma estética superior e duradoura, consolidada pela tecnologia de juntas de borracha do sistema Dry Click.   *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • Linha de vidros aposta em desempenho térmico e versatilidade para projetos

    Foto/Reprodução: Cebrace - Cebrace Cool Lite  - Linha BR - BRZ 130 De acordo com a Cebrace a linha Cool Lite Linha BR foi desenvolvida com foco nas demandas do mercado de arquitetura, reunindo características estéticas e desempenho técnico.  Aplicações em diferentes projetos Os vidros da linha podem ser utilizados em fachadas, portas, janelas, coberturas, sacadas e fechamentos de varandas. Entre as possibilidades de aplicação, a Cebrace destaca o uso na forma laminada, solução que amplia a segurança e o desempenho do material.  Benefícios e características técnicas Entre as principais características da linha estão a variedade de cores disponíveis e o aspecto interno neutro, que favorece a integração com diferentes estilos arquitetônicos.  Outro destaque é a capacidade de reduzir a entrada de calor nos ambientes, além da proteção contra radiação ultravioleta. O produto também dispensa desbaste de borda em determinadas aplicações. Opções de produtos e acabamentos A linha apresenta diferentes variações, com acabamentos que incluem opções semirrefletivas, refletivas e tonalidades neutras. Entre elas estão o modelo BRN 130, com aspecto semirrefletivo prata; o BRN 148, com tonalidade neutra acinzentada; o BRS 131, refletivo prata; e o BRZ 130, semirrefletivo bronze. O modelo BRN 148, especificamente, pode ser aplicado nas versões laminado, insulado ou temperado laminado, enquanto outras configurações de espessura e dimensão são disponibilizadas sob consulta. Para mais informações: cebrace.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Parece madeira, mas é alumínio: acabamento inovador vai ganhar padronização inédita

    Com estética e textura que reproduzem a madeira natural, solução ganha espaço no mercado enquanto ABAL lidera criação de norma técnica pioneira À primeira vista, parece madeira: no visual, no toque e até nos detalhes dos veios. Mas é alumínio. O acabamento conhecido como “efeito madeira” vem conquistando espaço por unir a estética acolhedora da madeira à alta performance do alumínio, e agora avança para um novo patamar no Brasil. A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) lidera, de forma pioneira, a elaboração de uma norma técnica inédita para esse tipo de acabamento.   O “efeito madeira” pode ser obtido por diferentes métodos industriais, como a sublimação, o sistema de pó sobre pó e o chamado real wood . Em todos eles, o processo começa com a aplicação de uma camada base, responsável pela coloração inicial, que pode variar entre tons claros e escuros. Na sublimação, um filme transfer é utilizado para reproduzir os desenhos e padrões da madeira, enquanto nos demais processos uma segunda camada de tinta é aplicada antes da cura completa, formando os veios e nuances característicos. O realismo do resultado, tanto visual quanto ao toque, é garantido por uma base microtexturizada, que confere à superfície uma leve rugosidade, reproduzindo com fidelidade o aspecto natural da madeira.   O alumínio com aspecto de madeira vem sendo cada vez mais utilizado na construção civil, especialmente em esquadrias, elementos vazados, divisórias e revestimentos. Segundo a ABAL, o Brasil produz cerca de 13 mil toneladas desse tipo de material por ano, refletindo um mercado em expansão e com crescente nível de exigência técnica.   Nesse contexto, a criação da norma técnica busca estabelecer referências claras para o setor, abrangendo critérios de qualidade, desempenho e padronização dos diferentes processos utilizados. A iniciativa também contribui para uniformizar parâmetros de avaliação do produto, trazendo mais transparência ao mercado e maior segurança para fabricantes, especificadores e consumidores finais. A texto está sendo elaborado pela Comissão de Estudo de Tratamentos de Superfície do Alumínio, do Comitê Brasileiro do Alumínio, criado e gerido pela ABAL. Depois de finalizada, a norma será encaminhada à ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) que vai submetê-la à Consulta Nacional, processo em que qualquer pessoa pode contribuir com o texto proposto e sugerir alterações à Comissão. Se não houver comentários desfavoráveis, o texto será publicado como norma nacional.   “A norma acompanha o crescimento do setor e estabelece critérios claros de qualidade, desempenho e padronização”, afirma Denise Veiga, gerente da área técnica da ABAL. “Na prática, isso traz mais previsibilidade e confiança ao consumidor final, especialmente em aspectos como durabilidade e adequação ao uso, além de dar mais segurança para fabricantes e profissionais envolvidos na especificação. É um passo importante para a consolidação desse segmento e para posicionar o Brasil como referência nesse tipo de tecnologia”, conclui.   Além do apelo estético, o acabamento se destaca pelas vantagens do alumínio como material. Altamente reciclável, ele contribui para soluções mais sustentáveis e apresenta baixa necessidade de manutenção. Já a madeira natural exige cuidados constantes, como aplicação de verniz e outros tratamentos. A durabilidade também é um diferencial: o alumínio não sofre com empenamento, apodrecimento ou deterioração causada por sol e umidade, o que garante maior vida útil e melhor custo-benefício ao longo do tempo. Fonte: ABAL – Associação Brasileira do Alumínio | Mauricio Pizani | GBR Comunicação | Claudia Martins

  • Empresa promove treinamentos presenciais para capacitação de vidraceiros

    A Ideia Glass realiza, ao longo do mês de abril, uma série de treinamentos presenciais voltados à qualificação de profissionais do setor vidreiro. As atividades acontecem na unidade da empresa, localizada na região da Bela Vista em São Paulo (SP), e têm como objetivo aprimorar tanto o conhecimento técnico quanto as habilidades comerciais de parceiros e clientes.  Programação A agenda prevê encontros nos dias 15 e 29 de abril, divididos entre os períodos da manhã, das 9h às 12h (módulo teórico), e da tarde, das 13h30 às 17h (módulo prático). Conteúdo teórico e prático Os treinamentos são organizados em dois módulos, com vagas limitadas. O módulo teórico, com capacidade para até 20 participantes, é voltado principalmente para equipes comerciais. Nele, serão apresentadas as linhas de produtos da empresa, com destaque para características, aplicações e diferenciais de cada solução. Já o módulo prático, com até 15 vagas, é direcionado a profissionais de instalação. A proposta é abordar os processos de montagem e instalação dos produtos, com ênfase em aspectos técnicos e boas práticas de execução. Condições de participação Para participar, é necessário realizar inscrição prévia mediante pagamento. Cada módulo possui o custo de R$100, valor que pode ser posteriormente abatido na compra de produtos da marca. Para mais informações: Vidraceiro Ideal | Valorizando sua Vidraçaria

  • Software especializado impulsiona a gestão na indústria de esquadrias

    A W.Vetro é uma empresa brasileira de desenvolvimento de software voltada ao segmento de esquadrias de alumínio e PVC. Com sede em Curitiba (PR), a desenvolvedora atua há mais de uma década oferecendo sistemas de cálculo e gestão empresarial específicos para esse segmento. Soluções integradas para diferentes operações A empresa desenvolve plataformas digitais que integram diferentes etapas da operação como orçamentos, controle financeiro, estoque, compras e produção. De acordo com a W.Vetro, seus sistemas são estruturados para atender desde pequenos negócios até empresas de maior porte, com soluções modulares que acompanham o crescimento das operações. Funcionalidades voltadas ao setor Entre os principais produtos destacados pela empresa, estão versões com diferentes níveis de complexidade, que incluem funcionalidades como cálculo de projetos de esquadrias, emissão de notas fiscais, planejamento de produção e acompanhamento de obras.  Em versões mais completas, o software incorpora recursos de gestão empresarial (ERP), permitindo o controle integrado de vendas, logística e processos internos em uma única plataforma. Para mais informações: wvetro.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Satinal inaugura unidade brasileira em São Paulo

    Foto/Reprodução: glassonline.com Empresa italiana especializada no desenvolvimento, produção e comercialização de interlayers  de polímero (EVA), fornos de têmpera e soluções de acabamento para a indústria do vidro, a Satinal anunciou a inauguração oficial de seu novo escritório e showroom  no Brasil, localizado em São Paulo (SP).   “Como líder no setor de EVA na América do Sul para laminação de vidro arquitetônico e fornos TK, a Satinal inicia um novo capítulo com essa renovação estratégica”, destaca notícia veiculada no portal GlassOnline.com , observando que a companhia italiana fortalece sua posição na América Latina em serviços e assistência técnica, abrangendo toda a região, além de sua presença já consolidada na América do Norte.   O novo escritório funciona como um centro de negócios dinâmico e operacional, projetado especificamente para fomentar a colaboração profissional de alto nível, afirma a Satinal — que convida clientes, designers e arquitetos a utilizarem “este ambiente confortável e profissional para compartilhar projetos futuros e trabalhar diretamente com a equipe da Satinal e especialistas em vendas para dar vida às suas visões”.   Experiência prática   Segundo a Satinal, o espaço oferece uma experiência prática única, permitindo que os visitantes toquem e sintam a qualidade superior das intercamadas de EVA Strato e explorem soluções avançadas em máquinas TK para laminação, têmpera, têmpera química e HST.   “Ao visitar as instalações, os profissionais podem vivenciar em primeira mão a realidade estruturada e sólida de uma marca que continua a definir os padrões globais de processamento de vidro por meio de sua presença local na América do Sul”, salienta a empresa.   Para agendar uma visita ou uma consultoria técnica no novo centro de negócios na capital paulista, entre em contato com a Satinal pelo e-mail: brasil@satinal.it

  • Grupo Contramarco anuncia fusão com a Digital Tech Show - São Paulo

    Evento dedicado à automação, inteligência artificial e transformação digital passa a integrar o portfólio do grupo a partir de 2026. O GRUPO CONTRAMARCO anunciou em março de 2026 a aquisição de 50% da feira DIGITAL TECH SHOW. A iniciativa marca a ampliação do portfólio de feiras e eventos profissionais do Grupo Contramarco, tradicionalmente ligado à indústria de esquadrias, vidros e fachadas na construção civil. O evento que está em sua 6ª edição será realizado nos dias 5 e 6 de maio de 2026 , no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Segundo Luis Tavares, diretor do Grupo Contramarco, a chegada da Digital Tech Show representa um movimento estratégico de expansão. “Este é um passo importante na evolução do grupo. Estamos ampliando nossa presença para um mercado em forte crescimento, o de inteligência artificial e automação corporativa. Nos últimos anos, empresas de diversos setores têm ampliado os investimentos em tecnologias digitais para ganho de produtividade e competitividade, o que impulsiona a demanda por eventos especializados em tecnologia e transformação digital”, afirma. Feira tem programação de congressos e fóruns temáticos A Digital Tech Show reúne fornecedores de soluções tecnológicas, especialistas e executivos de inovação corporativa. Além da feira de negócios, o evento também conta com uma programação de congressos e fóruns temáticos que discutem tendências tecnológicas e casos práticos de transformação digital nas empresas. Entre os eventos paralelos estão o RPA & AI Tech , AI Innovation Show , Cyber Security Conference , AI + Low-Code & No-Code Conference , ConAGP – Congresso Nacional de Agilidade e Gestão de Projetos , Fórum Mulheres de TI , AI + IM Regional Brazil Forum,  além da Arena Showcase , dedicada à apresentação de cases e tendências em automação e inteligência artificial. A expectativa da organização é reunir mais de 120 empresas expositoras e cerca de 5 mil profissionais de tecnologia, inovação e negócios. Criado pelo IIMA – Instituto Information Management, que continuará na realização da feira, o evento chega à sua 6ª edição prometendo trazer o que há de mais inovador no mercado de tecnologia e transformação digital.   Passo importante Para Eduardo David, diretor do IIMA, essa nova fase da feira, sob gestão conjunta com o Grupo Contramarco, representa um passo importante para consolidar a Digital Tech Show como um evento ainda mais relevante e reconhecido no cenário internacional, uma vez que o grupo possui experiência consolidada na organização de grandes eventos no Brasil e em outros países. Com a integração da Digital Tech Show , o Grupo Contramarco amplia seu portfólio de eventos profissionais, que inclui iniciativas consolidadas como o Fórum Contramarco , a FESQUA + FESQUA VETRO – Feira Internacional da Indústria de Esquadrias e Vidro, a FEIPAT – Feira Internacional de Patologia das Construções e o SAIE VETRO – Salão da Indústria de Esquadrias e Vidros, voltadas à indústria da construção e ao mercado de esquadrias e vidro.   Mais informações: https://bit.ly/CONTRAMARCOCONGRESSISTAVIPFULLPASS contramarco@contramarco.com.br Tel.:  11 5539-3200 Faça seu credenciamento: DIGITAL TECH SHOW SP 2026 em São Paulo - Sympla

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