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  • CONGRESSO DERRUBA VETO E DESONERAÇÃO DA FOLHA VAI ATÉ 2027

    Medida evita elevação dos preços das obras, comenta Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP  O Congresso Nacional derrubou em 14 de dezembro o veto presidencial ao projeto de lei que estendeu até dezembro de 2027 a desoneração da folha de pagamentos da construção civil e de mais 16 setores da economia. A desoneração da folha de pagamentos visa a redução de encargos trabalhistas do empresariado. O objetivo da medida é estimular o crescimento econômico do país, buscando oferecer maior competitividade e contratações, segundo o jornal O Estado de S.Paulo. “Trata-se de uma decisão relevante, uma vez que o fim da desoneração agora elevaria os custos da construção e, consequentemente, os preços das obras. Isto prejudicaria não só o setor da construção, como seus contratantes, incluindo o governo, que precisaria pagar mais pelas contratações de moradias do programa Minha Casa, Minha Vida.”, comentou Yorki Estefan, presidente do Sindicato da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP).  A decisão do Congresso foi tomada após manifestações dos setores prejudicados. O SindusCon-SP e mais 126 entidades da construção haviam se mobilizado e publicado manifesto contra a reoneração da folha, e enviado correspondências neste sentido aos parlamentares.   Na Câmara dos Deputados, foram 378 votos pela derrubada do veto e 78 por sua manutenção. No Senado, 60 parlamentares votaram pela derrubada, e 13 pela manutenção.  A decisão dos congressistas foi tomada apesar do governo tentar negociar a manutenção do veto em troca do envio de uma proposta ao Congresso pela reoneração progressiva da folha de pagamentos. Fonte: SindusCon-SP

  • STUDIO PORTO ACIONA ATRIBUTOS COMO CONFORTO TÉRMICO PARA O PROJETO TRIÂNGULO HOUSE LOCALIZADO EM MG

    Para a morada contemporânea cravada no Triângulo Mineiro, o escritório Studio Porto teve como desafio acomodar o projeto em terreno de formato triangular e com leve declive a partir da rua. Os clientes queriam uma casa composta por duas naves independentes, cada uma com usos distintos e bem definidos. Uma delas seria destinada ao convívio íntimo, enquanto a outra acomodaria as demais funções, tudo de modo a permitir uma conexão fluida já que gostam de receber confortavelmente familiares e amigos em casa. Além desse desejo, os proprietários também solicitaram a ênfase na valorização do pôr do sol, o uso de matérias-primas e elementos da natureza, a presença de luz e da ventilação naturais, bem como a inclusão de espaços verdes. A partir desse briefing, o layout seguiu compartimentado em duas naves independentes. Uma das naves abriga a área de serviço e a cozinha, que é envolvida por portas-camarão. Quando fechadas, elas formam um cubo de madeira, criando uma atmosfera agradável e íntima. Quando as portas estão abertas, a cozinha se integra ao living e à área de lazer. Também foram utilizados painéis de madeira para revestir as paredes no living, trazendo conforto e soluções inteligentes ao camuflar as portas de acesso ao lavabo, home cinema e setor íntimo – o que deu um certo charme à transição espacial. “Ao concentrar as áreas molhadas nas extremidades da residência, otimizamos o fluxo interno, facilitando o acesso aos banheiros, lavabos e áreas de serviço. Essa abordagem garante privacidade para a área íntima e integra harmoniosamente os espaços sociais, de lazer e serviços, proporcionando uma vivência mais fluida e intuitiva para os moradores”, ressalta a arquiteta Camila Porto. Na outra nave, estão localizados os espaços íntimos. Destacamos o rooftop como uma expansão da área de lazer, que pode ser acessada por uma escada de aço circular externa. Este espaço oferece vistas panorâmicas de tirar o fôlego que são perfeitas para os momentos de relaxamento e apreciação da natureza. Posicionado estrategicamente entre as duas naves, o living amplo é o coração da Triângulo House. O seu design valoriza matérias-primas naturais, a exemplo da madeira aplicada no forro ou o concreto monolítico que percorre todo o piso e se estende até a cozinha. Pedras brasileiras, como o granito Cinza Castelo e o mármore Espírito Santo foram as pedidas da vez para revestirem os banhos e a sauna. Desde o princípio, os moradores optaram por um estilo contemporâneo e escolheram um sistema construtivo com estrutura metálica. A arquitetura valorizou e destacou o aspecto do metal, que expressa leveza e minimalismo, desempenhando um papel fundamental no conceito da casa. Esta estrutura metálica portentosa está presente no raciocínio arquitetônico, e se destaca por criar uma identidade singular para o projeto. As fachadas foram sutilmente contornadas por ela, criando uma unidade e uma identidade marcante para a Triângulo House. A escolha dos materiais foi fundamental para desenvolver esta base leve, como a utilização do telhado Alwitra, que resultou em uma carga reduzida e, consequentemente, em uma estrutura menos robusta. Seguindo essa lógica, optou-se por separar a cobertura plana e delicada da nave social do corpo principal da residência. Todas as decisões de projeto foram guiadas pela busca da naturalidade, praticidade e uma autêntica preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade. A solução projetual para acomodar o plano de necessidades dos clientes num terreno de formato triangular sem dúvidas é um dos diferenciais da morada. “A volumetria da Triângulo House se destaca pela horizontalidade, integrando-se poeticamente ao entorno natural, como o nascer e o pôr do sol, como se sempre tivesse pertencido àquele local”, destaca a arquiteta Camila Porto. O paisagismo agregou espécies tropicais para criar um microclima que torna os espaços mais confortáveis e arejados. Vale ressaltar que a posição dos jardins foi estrategicamente escolhida com o objetivo de valorizar a luz natural nos interiores. “A geometria da casa expressa intrinsecamente sua beleza. À noite, a iluminação interna cria um delicado efeito de "lanterna" na parte superior, conferindo uma aparência discreta de flutuação à cobertura da nave social. Além disso, a reflexão da luz em sua fachada minimalista cria quadros vivos e naturais, enriquecendo a experiência sensorial da residência”, explica. A narrativa de interiores absorveu sofá e tapete orgânicos, apoiado em paleta terrosa da coleção MAAD Collection Micasa . O projeto também valoriza móveis de expoentes do desenho autoral brasileiro, a exemplo de Sergio Rodrigues, Zanini de Zanine, Jader Almeida, Jacqueline Terpins, Guilherme Wentz e Carol Gay. Além de desfilar marcas expressivas do design internacional como Seletti, Kartell, Charles Eames, Patricia Urquiola e Zaha Hadid e acessórios de memória afetiva pinçados no acervo da família. Tudo ao gosto dos proprietários que são apaixonados por design. O sistema construtivo de estrutura metálica e o uso de materiais naturais vai de encontro com a preocupação do escritório relacionada à sustentabilidade e os recursos finitos do planeta. Os layouts interativos e versáteis foram pensados para serem integrados ou não com abundância de luz e ventilação naturais, o que reduz o uso de ar-condicionado e energia elétrica. Os desafios enfrentados na construção desta residência resultaram em um projeto arquitetônico singular, destacando-se a originalidade e conforto térmico que a 'Triângulo House' proporciona a quem usufrui de seu espaço. “A experiência do usuário neste espaço, projetado cuidadosamente, foi voltada para o conforto, praticidade e integração com os ambientes. A casa foi projetada com um layout que otimiza o fluxo interno, tornando o acesso aos diferentes espaços mais conveniente e eficiente”, encerra Camila. FICHA TÉCNICA Data de início: 2019 Data de conclusão: 2021 Localização: Uberlândia, MG Metragem: 268,41m² Fotografia: Israel Gollino Fonte: Studio Porto/Cobogó Relações Pública

  • CELEBRAÇÃO DE 40 ANOS DA AFEAL

    No dia 24 de novembro, a Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal) realizou seu já tradicional jantar de confraternização, porém desta vez, o evento teve um momento especial: celebrar os 40 anos da associação. Numa noite glamourosa em uma das casas de eventos mais requintadas do país, a entidade reuniu em São Paulo mais de 300 convidados no Palácio dos Cedros – autoridades, personalidades da indústria, associados, consultores e parceiros estiveram juntos para relembrar momentos de alegria e também falar sobre o futuro. Reprodução: Afeal A noite teve início com um coquetel no Palácio Victor Hugo e teve sequência com uma apresentação nos jardins da mansão. Filipe Gattera, presidente da Afeal apresentou o vídeo comemorativo de 40 anos da entidade e deu as boas-vindas. Ele fez um balanço da atuação da entidade. “Quando eu olho pra tudo isso, eu penso: a gente construiu uma boa parte dos prédios mais importantes das grandes cidades brasileiras. É impressionante a quantidade de obras que a gente fez. Como seria o Brasil sem as nossas fachadas? Como seria São Paulo, Rio, Curitiba, Brasília? Já pensaram no tanto de renda que a gente e empregos que geramos? No tanto de sonhos que concretizamos?”, refletiu. Reprodução: Afeal Ele também convidou os presentes a pensarem na Afeal do futuro. “O futuro da indústria de esquadrias de alumínio se apresenta repleto de desafios que exigem abordagens inovadoras e adaptabilidade. As empresas do setor precisarão colaborar, investir em pesquisa e desenvolvimento, e adotar práticas sustentáveis para garantir o sucesso e a sustentabilidade a longo prazo da indústria de esquadrias de alumínio”, afirmou. Na sequência, Pedro Gabriel, assessor parlamentar do vereador da cidade de São Paulo Marcelo Messias, entregou ao presidente da Afeal uma condecoração, o “Voto de Júbilo”. Trata-se de uma honraria concedida pela Câmara Municipal de São Paulo para homenagear e reconhecer o trabalho exercido por uma pessoa física ou jurídica. HOMENAGENS ESPECIAIS Teve início então o momento mais emocionante da cerimônia. Representando os mais de 170 associados de Norte a Sul do Brasil, a Afeal homenageou os associados Itefal e Luxalum, que fazem parte da entidade desde 1983. Um vídeo antigo dos 25 anos da Afeal mostrou todos os ex-presidentes homenageados na ocasião. O público pode relembrar de outro momento único na história da entidade. Todos os ex-presidentes ou familiares daqueles que já se foram receberam placas gravadas enaltecendo seus principais feitos à frente da entidade. Foram relembrados os trabalhos de Marcilio Haman ( in memoriam ) – presidente entre 1983/1985, Clóvis Paganini ( in memoriam ) – presidente entre 1987/1988, Luiz Lucena ( in memoriam )  – presidente entre 1988/1989, André Mehes Filho ( in memoriam ), presidente entre 1989/1997, Antonio Molina Spina – presidente entre 1997/1999 e 2002/2005, Lage Mourão Gozzi – presidentel entre 1999/2001, João Batista Padilha – presidente entre 2001/2003, Roberto Papaiz – presidente entre 2005/2007, 2007/2009 e 2009/2011, Lucínio Abrantes dos Santos – presidente entre 2011/2013 e 2013/2015, Antonio Antunes – presidente entre 2015/2017 e 2017/2019 e Alberto Henrique Cordeiro – presidente entre 2019/2020 e 2021/2022. Ao final, o atual presidente Filipe Gattera também foi homenageado, assim como o executivo Fernando Rosa, que atua como gestor na entidade há mais de 20 anos. Na sequência, os presentes puderam participar do jantar, desta vez no salão Versailles, acompanhados pela apresentação de músicos clássicos. Fonte: Afeal

  • NOVIDADE: SCHÜCO AS SC 30.SF, CONFIRA O SISTEMA DE CORRER DE ALTO DESEMPENHO

    Divulgação: Schüco No último dia 29 de novembro, a sistemista abriu as portas do seu novo showroom e no dia seguinte recebeu clientes, construtoras, consultores, especificadores, fabricantes parceiros e a equipe CONTRAMARCO, em Vargem Grande Paulista (SP), onde foi lançado o Schüco AS SC 30.SF, sistema de correr totalmente desenvolvido pela marca, com exceção dos vidros, com design slim e largura mínima, com apenas 30 mm de face, de acordo com a empresa. “A novidade proporciona grande penetração de luz no ambiente, atendendo aos mais altos níveis de desempenho”, segundo a desenvolvedora. Mão de amigo slim , corte reto dos perfis, caixa de persiana integrada e estampos para fabricação estão entre as características. Entre os modelos de abertura, são oferecidos: dois planos, três planos, quatro planos e dois planos com persiana integrada. O sistema conta com largura da folha de 1800 mm, altura da folha em 3000 mm, peso por folha de até 200 kg e espessura do vidro de 4 a 14 mm, além disso, a solução é personalizável, com diversas opções de design e tipos de abertura dos trilhos, informa a empresa. Segundo a Schüco, o sistema foi testado conforme a NBR 10.821 — Esquadrias externas para edificações, que apontou resistência à pressão de vento até 2500 Pascais (Pa), permeabilidade ao ar até 300 Pa, estanqueidade à água até 300 Pa e isolamento acústico nível A, maior ou igual a 30 dB. Com largura de face estreita e grande área envidraçada, o produto pode ser aplicado em projetos residenciais verticais e pode vir com caixa de persiana integrada, oferecendo proteção, isolamento e privacidade, lembrando que todos os itens da caixa de persiana também são fabricados pela Schüco. “Com bandeiras adicionais, as áreas envidraçadas podem ser ampliadas, especialmente em áreas com espaço limitado para um sistema de correr”, afirma a sistemista. Fonte: Schüco

  • ONDA DE CALOR ATRAI NOVOS CONSUMIDORES PARA INSTALAÇÃO DE PAINÉIS SOLARES NAS RESIDÊNCIAS BRASILEIRA

    Segundo mapeamento do Portal Solar, aumento da temperatura pressiona ainda mais o recurso hídrico na matriz elétrica A onda de calor que se instalou no Brasil nos últimos meses tem atraído mais consumidores para instalação de sistemas de energia solar em residências e empresas. Preocupados com o aumento no consumo de eletricidade no período e a consequente elevação na conta de luz, os brasileiros passaram a optar por sistemas fotovoltaicos nos telhados, em busca de mais conforto térmico, redução na conta de luz e eficiência energética. Somente no mês de setembro deste ano, houve um impulsionamento do consumo de energia em todo o território nacional, que chegou a 68.306 megawatts médios, segundo dados do Operador Nacional do Sistema (ONS). O volume é 6,2% maior em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo análise do Portal Solar, franqueadora com mais de 200 unidades espalhadas pelo país e cerca de 20 mil sistemas fotovoltaicos instalados, o aumento constante de temperatura no país, que se intensificou nas últimas semanas, tem gerado uma mudança significativa no perfil dos consumidores. “Depois de algumas oscilações no mercado brasileiro de energia solar distribuída, percebemos uma retomada importante nos pedidos de instalação de painéis solares em nossas unidades de franquia. E um dos motivos está ligado a onda de calor e até as mudanças climáticas mais severas, como as fortes chuvas do começo do ano e dos últimos meses, que inclusive causaram vários blecautes e deslizamentos de terras”, comenta Rodolfo Meyer, CEO do Portal Solar. Um dos exemplos de mudança recente no perfil dos consumidores é da química e empresária Maria Inês Harris, que acaba de instalar energia solar em um de seus imóveis na cidade de São Paulo. Com o apoio de um franqueado do Portal Solar na capital paulista, os painéis fotovoltaicos instalados garantiram a ela uma redução significativa na conta de luz, saindo de uma média de R$ 650 mensais para os atuais R$ 130. “Foi um investimento no meu bem-estar. Queria poder ligar o ar-condicionado ou o aquecedor quando quisesse, sem ter que me preocupar com o valor da conta de energia. Sou muito sensível ao calor”, diz Maria Inês. Quem também aproveitou as vantagens da energia solar neste período foi o advogado Diego do Nascimento Kiçula, que instalou recentemente painéis solares em sua residência na cidade de São Paulo, também utilizando o serviço de uma franquia do Portal Solar. A conta de luz dele baixou de R$ 800 mensais em média para cerca de R$ 54 ao mês. “Decidi instalar o equipamento de energia solar, primeiramente, porque a minha família sempre teve uma pegada mais sustentável. Além disso, eu vivo em uma família muito grande: somos sete pessoas em casa, e estávamos buscando uma solução que, além de garantir uma maior economia na conta de luz, também nos preveniria de ficar sofrendo as variações das bandeiras tarifárias”, conta o advogado. De acordo com mapeamento do Portal Solar, o Brasil possui atualmente mais de 24,4 gigawatts (GW) de potência instalada da fonte solar em telhados, fachadas e pequenos terrenos e abastece mais de 3 milhões de unidades consumidoras no país. AINDA MAIS CALOR A elevação da perspectiva de um El Niño mais severo no Brasil e na própria América do Sul, conforme mostra projeções recentes divulgadas pela consultoria Rystad Energy, deve impactar o preço da energia elétrica aos consumidores brasileiros no próximo ano, justamente pela possibilidade de baixa dos reservatórios hidrelétrico e o consequente acionamento de usinas termelétricas a base de combustíveis fósseis, que são caras e poluentes. As análises mostram que o fenômeno climático do El Niño em 2024, com a iminência de alterar regime de chuvas e criar um ambiente de escassez hídrica que impacta diretamente nas condições de geração das usinas hidrelétricas no Brasil, pode ampliar ainda mais a competitividade da geração própria de energia solar em telhados, fachadas e pequenos terrenos aos consumidores que buscam por alternativas viáveis e rentáveis no país. Para o CEO do Portal Solar, o mercado de energia solar deve entrar em novo círculo virtuoso no próximo ano, com crescimento em níveis mais robustos. “Ainda há uma incerteza no preço da tarifa de energia para os brasileiros em 2024, mas a previsão de um ciclo climático mais rigoroso e a baixa densidade de chuvas, certamente vai ampliar a demanda pela energia solar como alternativa de segurança de suprimento e redução de gastos”, explica. “Vale lembrar também que a atual onda de calor que afeta o país provoca aumento no consumo de eletricidade em todo o território e pressiona ainda mais o recurso hídrico na matriz elétrica nacional”, acrescenta Meyer. A consultoria Rystad Energy prevê que o fenômeno deverá impactar de forma diferente as regiões do Brasil, em razão do tamanho e da matriz elétrica do país. De maneira geral, é esperada uma temperatura acima da média, com mais chuvas na região Sul, enquanto o Norte e o Nordeste podem enfrentar períodos de seca. A projeção estima que os preços de energia elétrica devem permanecer abaixo de US$ 20/MWh pela maior parte de 2024, mas o preço spot (mercado de curto prazo) poderá aumentar no Nordeste no final do ano, caso os reservatórios não se recuperem plenamente na próxima temporada de chuvas. Fonte: Portal Solar/Totum Comunicação

  • CDA METAIS RECEBE CERTIFICAÇÃO SUSTENTÁVEL ALENNIUM: O SELO DO ALUMÍNIO DE BAIXO CARBONO

    A CDA Metais anuncia a conquista do selo Alennium, uma certificação de destaque que reconhece seus produtos fabricados com alumínio de baixo carbono. Esta conquista é fruto dos esforços da empresa em parceria com a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), conhecida por sua produção de alumínio utilizando 100% de energia renovável e emitindo apenas 3,03 t CO2e/t alumínio durante a etapa de eletrólise, em comparação com a média global de 12,8 t CO2e/t alumínio, conforme dados do Instituto Internacional do Alumínio (IAI). Essa certificação reafirma o compromisso inabalável da CDA Metais com a produção sustentável, demonstrando conformidade com os padrões rigorosos estabelecidos pela CBA. Tárek El Bast, diretor de marketing, enfatiza: "A conquista do selo Alennium é um importante reconhecimento do nosso compromisso com a sustentabilidade. Estamos empenhados em produzir perfis de alumínio com responsabilidade e reduzindo o impacto ambiental." Além de consolidar sua posição como líder no setor, essa certificação permite à CDA Metais comunicar de maneira transparente seu compromisso com a preservação ambiental. Mais do que um marco empresarial, o selo Alennium oferece aos clientes a garantia de escolher produtos que contribuem para um futuro sustentável. A CDA Metais empenha-se em várias frentes para minimizar seu impacto ambiental adotando práticas abrangentes como a gestão de resíduos, reaproveitamento de água, reciclagem e consumo consciente de energia. Ao receber o selo Alennium, não apenas reforça seu compromisso com o alumínio de baixo carbono, mas também demonstra seu esforço contínuo em adotar práticas sustentáveis em todas as áreas de sua operação, contribuindo assim para um futuro mais verde e responsável. Fonte: CDA Metais

  • 40 TONELADAS DE AÇO PERMITEM OBRA ARROJADA E DESAFIADORA, NA RUA OSCAR FREIRE, EM SÃO PAULO

    O Observatório, edifício ícone da região, possui quatro andares, com um café e áreas privativas para shows, reuniões e festas exclusivas Divulgação: Triptyque Localizado na Rua Oscar Freire, em São Paulo, o edifício Observatório marca a paisagem da região, seu sistema construtivo com 40 t de aço agrega características arrojadas e desafiadoras. O projeto do escritório Triptyque contou com diversos cálculos e análises estruturais, que precisaram ser realizados para garantir estabilidade e funcionalidade aos quatro andares do prédio, onde funcionam um café e áreas privativas para shows, reuniões e festas exclusivas. “A determinação exata do centro de cargas e de gravidade foi verificada constantemente. Além disso, o equilíbrio global foi conquistado por meio do uso de bases e ligações engastadas, criando pórticos rígidos. Estudos do comportamento dinâmico também foram realizados diversas vezes para que pudéssemos atender aos requisitos normativos”, comenta Flávio d’Alembert, engenheiro responsável pelo projeto. Ele explica que a proposta era desenvolver uma estrutura leve e arrojada, inicialmente pensada para uso temporário. Porém, devido à localização privilegiada e à beleza do projeto, o Observatório tornou-se uma construção definitiva, com alta demanda para eventos e contemplação da cidade. Para o Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA), uma das principais vantagens do sistema construtivo em aço utilizado na obra é que se trata de uma estrutura pré-fabricada totalmente parafusada, o que, se necessário, permite sua desmontagem e reaproveitamento. Por se tratar de um importante corredor comercial, com prédios residenciais próximos, na época, a construção industrializada também possibilitou que fossem tomados cuidados especiais para minimizar os impactos da obra. “O descarregamento dos insumos e dos perfis em aço ocorria apenas durante a noite, devido ao movimento intenso durante o dia. Dessa forma, a utilização do sistema em aço, com sua montagem rápida, canteiro de obras reduzido e baixo nível de ruído, mostrou-se ainda uma solução extremamente eficiente para todos os desafios que precisávamos enfrentar”, diz Flávio. Fonte: CBCA/Assessoria Comunique-se

  • ACM É TUDO IGUAL?

    Dicas de como encontrar o material e o fabricante adequado para obras de grande porte  *Por Johnny Vieira de Souza – responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto e professor universitário Da esquerda para a direita algumas obras com participação da Projeto Alumínio: Edifício Comercial Park Tower, Edifício Comercial Magna Corporate e Edifício Comercial Brazilia Corporate/Divulgação: Projeto Alumínio Quando chegou ao Brasil, o ACM tinha como principal aplicação o revestimento externo de obras de grande porte. Atualmente no Brasil, o material se popularizou e diversificou as aplicações, devido a esta gama, foram criadas séries para atender cada especificidade. Com a popularização do ACM, o material passou a ter diversas facetas, não só no cenário da construção civil ( leia mais aqui ), as aplicações vão desde placas de comunicação visual até revestimentos de obras de grande porte. Com o aumento do uso do ACM no Brasil, houve também um crescimento significativo de marcas disputando o mercado, sendo a maioria delas importadoras do produto, que focam em materiais de comunicação visual (para pequenas obras e revestimentos internos ou placas), oferecendo séries de 3mm de espessura total, com pintura poliéster aplicado sem primer (não indicado para revestimento externo devido ao desbotamento acentuado – leia mais aqui ). Com a disputa do mercado acirrada, o preço do ACM caiu, hoje, as séries utilizadas para revestimento de obras de grande porte têm preço muito acessível, principalmente se comparadas com o vidro e o HPL (laminado melamínico de alta pressão), que são outros materiais de revestimento de fachadas, por exemplo. Em meio a grande oferta de marcas e séries, com preços variados, como adquirir um material correto para sua obra? Esta, talvez, seja a principal pergunta no cenário comercial, principalmente para obras de grande porte ou complexidade de instalação, cujo investimento é alto e a troca do produto (caso dê defeito) pode ser complexa e exigir altos investimentos. Para te ajudar a escolher o melhor material em meio a imensa oferta, vou listar abaixo algumas dicas que poderão salvar o seu empreendimento de problemas futuros. O QUE DEVO OBSERVAR PARA ADQUIRIR UM MATERIAL DE PROCEDÊNCIA E QUALIDADE? 1.QUALIDADE E PROCEDÊNCIA Um fator determinante para a escolha do ACM é a procedência do material quanto a fabricação, que transmite qualidade e atendimento às normas (nacionais e internacionais), com fornecimento de garantia. O ACM da marca Projeto Alumínio é fabricado no Brasil através de três linhas de produção (duas de laminação e uma de pintura) de última geração, totalmente automatizadas, com laboratórios próprios, que conseguem testar todos os lotes produzidos baseados em normas internacionais, que permitem produzir materiais com garantia para uso externo em todas as regiões do país. 2. RESPONSABILIDADE AMBIENTAL O ACM pode ser um material totalmente reciclável, mas a pergunta deve ser baseada na questão da fabricação do produto, ou seja, na origem, o fabricante atende às questões ambientais? Com um forte compromisso com a sustentabilidade, a Projeto Alumínio aborda práticas ecológicas em todas as etapas de produção do ACM, que vão desde a seleção da matéria-prima até o tratamento de resíduos. A busca por responsabilidade ambiental traz como resultado a utilização de 95% do alumínio do ACM proveniente da reciclagem de latas de bebidas, prática que reduz a necessidade de extração de minérios. A Projeto Alumínio investe em tecnologias de ponta, como filtros e queimadores que eliminam a emissão de componentes orgânicos voláteis na atmosfera e asseguram a qualidade do ar. A Projeto Alumínio trata 100% da água utilizada no processo industrial, como o esgoto sanitário produzido, com reutilização interna para irrigação. 3. PORTE, TEMPO DE MERCADO E CREDIBILIDADE DO FABRICANTE A credibilidade do fabricante é um fator essencial para garantir ao cliente tranquilidade no momento da compra, principalmente se houver algum problema com o produto, que geralmente ocorre depois de certo tempo instalado e envolve uma cadeia muito complexa para uma possível substituição. Líder na fabricação de ACM, com mais de 30 anos de mercado, a Projeto Alumínio oferece ao cliente garantia nos produtos fabricados que variam conforme a série, finalidade ( leia mais aqui ) ou local de aplicação. Os termos de garantia estão disponíveis com fácil acesso, através do site projetoaluminio.com.br . 4. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS É preponderante observar tecnicamente qual material está sendo adquirido. A espessura (características físicas) e o tipo de pintura (características técnicas) são pontos a serem observados minuciosamente. O tipo de pintura ( leia mais aqui ) é um dos principais fatores que atribuem ao ACM a relação custo-benefício e atrela o tempo de garantia. Obras à beira mar, por exemplo, devem ter resina COASTAL ( leia mais aqui ), que é específica desta região, devido à maresia. A escolha incorreta da resina relacionada a região da obra, ou ao seu porte, ou ainda a localização do ACM no empreendimento (externo ou interno) ou a aquisição de resinas de má qualidade, acarretará em problemas estéticos relacionados ao desgaste excessivo da pintura, como a perda de coloração e brilho ( leia mais aqui ), em casos mais graves, poderá ocorrer corrosão filiforme, fatores estes que estarão relacionados diretamente a estética do material instalado. Além da qualidade da pintura, o cliente deve atentar-se a espessura do material e das suas lâminas de alumínio. Obras de grande porte devem seguir os parâmetros de materiais estabelecidos pela NBR 15446. O ACM da Projeto Alumínio tem pintura exclusiva da Sherwin Williams (uma das maiores fabricantes mundiais de tintas) e obedece rigorosos padrões de normas internacionais e nacionais, como a ABNT NBR 15446 e NBR 15144. A NBR 15446 define que para instalações externas, o ACM indicado é aquele com 4 mm de espessura total e lâminas de 0,50 mm cada. O núcleo deve ser FR – resistente ao fogo, classe II-A conforme tabela de classificação da IT 10 dos Bombeiros do Estado de São Paulo. A Projeto Alumínio possui em sua gama de materiais produção de alta performance de ACM com núcleo FR com alta resistência a delaminação (até 3x superior aos concorrentes) leia mais aqui . *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • JÁ OUVIU FALAR EM VIDROS ESPECIAIS?

    *Por Fernanda Krentkowski, empresária Materiais que possuem propriedades únicas e são utilizados em diversas aplicações, estes são os vidros especiais. Neste artigo, vamos abordar quatro tipos de vidros especiais: insulado, laminado acústico, polarizado e plumbífero. O vidro insulado, também conhecido como vidro duplo, é composto por duas ou mais camadas de vidro separadas por uma câmara de ar ou gás, geralmente o gás argônio. Esse conjunto recebe uma dupla selagem, tornando-se hermeticamente vedado. A composição dessa estrutura cria uma barreira térmica e acústica, reduzindo a transferência de calor entre os ambientes interno e externo. O vidro insulado é amplamente utilizado em janelas e fachadas de edifícios para melhorar o isolamento termoacústico, proporcionando maior eficiência energética e conforto aos ambientes. É utilizado em saunas, adegas, fachadas, coberturas, entre outros ambientes. Sua espessura pode chegar a 55 mm. Já o vidro laminado acústico é formado por duas ou mais camadas de vidro intercaladas por uma película de PVB (polivinil butiral) especial com tratamento acústico. Essa composição confere ao vidro propriedades acústicas, reduzindo a transmissão de ruídos externos para o ambiente interno em até 5 dB em comparação ao vidro monolítico de mesma espessura. O vidro laminado acústico é utilizado em locais onde o controle de ruído é essencial, como em aeroportos, hospitais, shoppings, igrejas e áreas urbanas movimentadas. A espessura varia de 4 a 56 mm. O vidro polarizado, também chamado de vidro inteligente, é composto por vidros laminados com um filme de LCD (Liquid Cristal Display), que ao receber uma voltagem torna-se incolor e, quando desligado, volta a aparência original de branco translúcido. Muito útil em ambientes onde se busca o equilíbrio entre entrada de luz e privacidade. Por fim, temos o vidro plumbífero, que é utilizado em ambientes que necessitam de proteção contra radiação. Esse tipo de vidro é composto por uma camada de chumbo, plumbum em latim, que absorve e bloqueia a radiação ionizante. O vidro plumbífero é amplamente utilizado em hospitais, clínicas radiológicas e laboratórios, garantindo a segurança dos profissionais e pacientes expostos à radiação. Em resumo, os vidros especiais, como os modelos insulado, laminado acústico, polarizado e plumbífero oferecem diferentes benefícios e são utilizados em diversas aplicações. Eles contribuem para o conforto térmico e acústico, controle de luz e brilho, além de garantirem a segurança em ambientes com radiação. A evolução dos materiais e tecnologias na indústria vidreira tem permitido o desenvolvimento de vidros cada vez mais especiais e adaptados às necessidades específicas de cada projeto. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • INSTALADA COMISSÃO DE ESTUDOS DA ABNT SOBRE ENVIDRAÇAMENTO AMIGÁVEL AOS PÁSSAROS

    *Por Fernando Simon Westphal No último dia 5 de dezembro, o Comitê Brasileiro de Vidros Planos, o ABNT/CB-37, realizou sua primeira reunião da comissão de estudo instalada para elaboração de documento técnico sobre envidraçamento amigável aos pássaros. A ocasião reuniu um grupo multidisciplinar, envolvendo mais de 20 profissionais com conhecimento técnico sobre vidros, esquadrias, biologia, além de representantes de associações de observadores de aves. A reunião se estendeu por cerca de 3 horas e abordou os aspectos que se sabem sobre o choque ocasional de aves em fechamentos envidraçados, bem como as medidas mitigadoras para evitar esses acidentes. Algumas processadoras e fabricantes de vidros já apresentaram produtos destinados à mitigação do problema e disponíveis no mercado nacional. Toda atividade humana provoca um impacto no  habitat natural. Ciente disso, a indústria vidreira tem se dedicado a mitigar ou compensar esse impacto em diferentes aspectos. Seja pelo uso de fontes de energia mais limpas, programas de reciclagem e reúso de materiais e agora pelo possível impacto que a utilização dos produtos pode causar no entorno urbano. O que pesquisas indicam até o momento é que uma ave pode se chocar em uma área envidraçada, por menor que seja, caso não consiga identificar o vidro por ser totalmente transparente ou por ser refletivo demais. No primeiro caso, a ave considera que ali pode haver uma passagem e acaba se chocando durante o voo. Na segunda situação, a ave enxerga uma paisagem refletida – céu ou vegetação – e interpreta que poderia seguir seu voo tranquilamente. Constata-se também que esse tipo de acidente ocorre em andares mais baixos das edificações e em regiões das fachadas envidraçadas mais próximas a massas de vegetação. As aves descem em direção à vegetação e podem se confundir com o reflexo ou transparência dos vidros, levando ao choque acidental, seja durante a descida ou a decolagem. Sabendo dessas causas, as medidas mitigadoras começam a aparecer e tudo caminha no sentido de criar obstáculos, barreiras e formas para possibilitar a identificação do vidro. Podem ser utilizados obstáculos físicos externos à fachada, como brises, telas e venezianas; ou incorporados ao vidro, como serigrafia, PVB com imagens e marcações. Sabe-se também que aquela estratégia de colar adesivos na forma de aves de rapina é uma lenda urbana. Eficácia maior para evitar o choque das aves seria o uso de padrões geométricos, como listras, pontos e malhas quadriculadas, com razoável proximidade entre as imagens – algo em torno de 20 a 25 cm. Outra medida possível, colocada na mesa de discussão, foi a utilização de adesivos ou PVBs com imagens invisíveis ao olho humano, mas visíveis aos pássaros, em faixas do espectro ultravioleta. Entretanto, cabe avaliar se diferentes espécies de pássaros enxergariam na mesma faixa de frequência. Nessa mesma linha, de criar dispositivos que não interfiram no aspecto estético das fachadas, existe a possibilidade de emissão de ondas sonoras em frequências audíveis pelos pássaros, por meio de dispositivos instalados nas fachadas. Esse recurso é utilizado em alguns aeroportos e pistas de pouso e decolagem de aviões e seu estudo pode ser ampliado para verificar a eficácia na dispersão de aves urbanas. A comissão de estudo colocou na pauta também o planejamento para execução de um “túnel de voo”, uma estrutura para ensaio laboratorial com o intuito de estudar o comportamento das aves diante de diferentes estratégias de mitigação do impacto dos animais em fechamentos envidraçados. Por fim, os membros da comissão sinalizaram inicialmente para a elaboração de uma prática recomendada, visando consolidar o conhecimento técnico e científico sobre o assunto para posterior elaboração de uma norma técnica relacionada ao tema. Uma preocupação que ficou evidente na reunião é como adotar estratégias mitigadoras, sem prejudicar o contato visual com o exterior e admissão de luz natural proporcionados pelos fechamentos envidraçados e com impacto estético aceitável. A comissão voltará a se reunir em fevereiro de 2024. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • CBIC PROJETA AQUECIMENTO PARA A CONSTRUÇÃO CIVIL EM 2024

    Na análise da entidade, com a chegada das eleições municipais, a tendência é que os empreendimentos públicos aumentem A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) realizou, na última sexta-feira (8), a coletiva de Desempenho Econômico da Cbic. A análise da entidade para o setor projeta aquecimento para o início de 2024, impulsionado pelas obras de prefeituras. Com a chegada das eleições municipais, a tendência é que os empreendimentos públicos aumentem. “Até junho, as prefeituras estarão inaugurando novas obras. Elas querem mostrar serviço. Deve ter um primeiro semestre ativo de obras públicas, as municipais em especial”, disse Renato Correia, presidente da Cbic, durante coletiva de imprensa.   Segundo a Cbic, no ano, o crescimento do setor deve ficar em 1,3%. Um conjunto de fatores podem alavancar o setor em 2024. Entre eles, a queda na taxa básica de juros, que estimula mais investimentos, o início da produção de unidades da faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, e o incremento de 50% nos saldos das contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Correia alertou para a queda no número de novos empreendimentos. Em sua avaliação, o setor corre o risco de fechar o ano sem projetos novos. “Os estoques [de novos lançamentos] estão baixos. Se ninguém lançar nada no Brasil hoje, em 10.4 meses não tem imóvel em construção para ser adquirido. É um estoque muito baixo”, disse. Segundo ele, o resultado é um aumento nos valores dos empreendimentos acima da inflação. Correia explica que, houve uma desaceleração em 2023 e, portanto, uma tendência de recuperação de margem das empresas. “As empresas deixaram de lançar por conta da margem. Agora, há necessidade de recuperação de margem, se não, não vai ficar saudável para as empresas ofertarem imóveis”, apontou. DESACELERAÇÃO EM 2023 De acordo com a Cbic, a construção civil deve fechar o ano em queda de 0,5%. A instituição aponta que o principal motivo da desaceleração são as altas taxas de juros. O fim do ciclo de pequenas reformas, que teve um boom  durante a pandemia e desacelerou em 2021 e 2022, também é um dos fatores para a queda. Fontes: Cbic e CNN Brasil

  • O MUNDO DO GUARDA-CORPO: PRIMEIRO EVENTO NACIONAL

    Criado por Vagner Bispo, especialista em guarda-corpo e embaixador da Feira Internacional da Indústria de Esquadrias (FESQUA), O Mundo do Guarda-Corpo foi inaugurado, no dia 23 de novembro no Rio de Janeiro, como o primeiro evento nacional voltado para profissionais, empresas e entidades ligadas à segurança e à estética das edificações. “Sempre fui apaixonado por guarda-corpos. Eu admiro as diferentes formas, cores e materiais que podem ter. Eles são mais do que simples barreiras de proteção, mas sim obras de arte que embelezam os espaços”, afirma o especialista. Com o objetivo de difundir a ideia e o conhecimento, decidiu criar o evento onde compartilha tudo o que sabe e aprende sobre as suas vantagens, benefícios, tipos, normas e tendências. “Se você também é um amante dos guarda-corpos ou quer se tornar um, venha fazer parte, você vai se surpreender com o que eles podem fazer por você”, finaliza Bispo. Para mais informações, acompanhe pelo Instagram : @omundodoguardacorpo Reprodução: Instagram

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