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- QUAL VIDRO UTILIZAR EM PISO TRANSITÁVEL?
A Divinal Vidros pontua a espessura ideal, instalação adequada e a variedade de multilaminados para o piso de vidro se tornar seguro O piso de vidro transitável é uma opção que acrescenta modernidade, sofisticação e requinte aos projetos arquitetônicos ou do design de interiores. Além disso, a transparência do vidro pode permitir o aproveitamento da luminosidade natural aos ambientes, ao mesmo tempo em que brinca com os sentidos dos usuários, especialmente com os que consideram o vidro como um material frágil e quebradiço. De acordo com a distribuidora de vidros e espelhos, Divinal Vidros, a transparência geralmente é a primeira atribuição lembrada quando se fala em piso de vidro transitável. Porém, essa não é uma regra, podendo o piso ser produzido com vidros opacos (coloridos, acidatos ou texturizados), ou até mesmo com vidros que não permitem a passagem da luz como, por exemplo, o esmaltado. SEGURANÇA CONTRA QUEDAS Mesmo que instalado a menos de um metro do chão, pisos de vidro devem garantir a segurança dos usuários. Se não for devidamente especificado e instalado, a peça de vidro pode se quebrar ao ser pisada, com o pé sendo ferido em um possível “afundamento”. Isso sem citar a hipótese mais grave, como a queda de um corpo inteiro atravessando uma grande parte do piso. Por essa necessidade de maior segurança é que, em pisos transitáveis, o produto mais indicado é o multilaminado. Trata-se do resultado da laminação que inclui três ou mais lâminas de vidro, unidas permanentemente por intercaladores (ou interlayers) de polímeros especiais. Na prática, quanto maior a peça de vidro multilaminado utilizada, maior deve ser sua espessura. A especificação dessa espessura deve ser aumentada também se o local tiver alto fluxo de pessoas, podendo chegar, em alguns casos de aplicações mais severas, à espessura de 60 mm. VARIEDADE EM MULTILAMINADOS A Divinal Vidros possui uma linha que permite a produção de diversos tipos de vidros multilaminados. A variedade pode se iniciar pelo tipo de intercalador a ser utilizado. O Polivinil Butiral é o mais aplicado em piso de vidro transitável, porém, caso haja a necessidade de produção de vidros mais finos e rígidos, consequentemente, mais leves, pode-se utilizar o SentryGlas, que oferece resistência estrutural a esse item. O tipo de intercalador escolhido pode alterar também a tonalidade do produto final, tais como intercaladores coloridos ou com aspecto fosco. Estes últimos garantem uma privacidade parcial aos usuários. A escolha dos vidros utilizados nesse processo de laminação, que produz o multilaminado, também interfere no aspecto e no desempenho final deste produto. Assim sendo, alguns tipos de vidros recebem predominância, como é o caso dos vidros temperados que são instalados como primeira camada, ou seja, a que entra em contato direto com os pés das pessoas. Isso porque o vidro laminado é mais resistente a impactos, evitando que a queda de uma peça pesada e rígida possa danificar essa primeira camada e comprometer a estética de toda a peça. Os vidros texturizados, por sua vez, possuem superfícies com estampas gravadas no vidro que, ao serem utilizadas como pisos, funcionam como antiderrapantes. Nesse caso, a transparência total é substituída pela semitransparência, para se evitar escorregões nesse vidro transitável. Essa mesma característica de evitar escorregões pode ser acrescida com a utilização de um tipo especial de esmalte cerâmico, que é fixado ao vidro no processo de têmpera. ESPESSURA E INSTALAÇÃO ADEQUADA A utilização de pisos de vidros laminados é regulamentada pela norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas NBR 7199 – Vidros na Construção Civil – Projeto, Execução e Aplicações. Essa norma é do tipo que possui “Peso de Lei”, isso porque, em caso de acidente com vítima, um juiz irá consultá-la para apurar a responsabilidade na instalação, apontando, a partir de laudos, se essa norma foi ou não cumprida. No caso de descumprimento, o responsável pela especificação ou pela instalação responderá civil e criminalmente pelo acidente. A NBR 7199, é, na verdade, uma adaptação de normas europeias, acompanhada de uma fórmula matemática que permite o cálculo da espessura mais adequada para cada tipo de aplicação. Trata-se de um cálculo complexo, porém, existem sites de fabricantes de vidros que facilitam essa operação, bastando o preenchimento de algumas informações em um cadastro digital para se obter a espessura mais indicada para cada situação. Em pisos instalados em alturas existem algumas limitações técnicas. A mais destacada é o apoio pelos quatro lados, em superfície devidamente emborrachada. As peças devem, também, ser instaladas com distanciamento de outras peças e isolamento com isolante ou vedante apropriado. As peças também devem estar fixadas ao caixilho, para que o vão continue indevassável mesmo em caso de quebra. DEGRAUS E MEZANINOS São raras as aplicações residenciais para os pisos transitáveis de vidro. A maior parte desses atrativos estão instalados em locais públicos ou em lojas de alto padrão. Uma versão simplificada dos pisos de vidro são os degraus de escadas. Existem vários tipos, incluindo versões com laminados de temperados sustentados apenas por ferragens de inox. POPULARIZAÇÃO Pisos transitáveis de vidro ganharam popularidade, passando a ser adotados tanto em obras recém-lançadas como também em monumentos arquitetônicos históricos. A Torre Eiffel, de Paris (França), e a ponte de Londres (Inglaterra), são exemplos de aplicações adaptadas dos pisos transitáveis de vidro que, desde suas instalações, tornaram-se atrações à parte. No mundo existem também verdadeiras obras de arte, nas quais o principal ponto de atração são os pisos transitáveis de vidro, tais como várias pontes chinesas atravessando desfiladeiros a centenas de metros de altura, como também mirantes avançados em fachadas de edifícios que incluem esse diferencial. No Brasil, o piso transitável de vidro instalado em maior altura está localizado sobre o Vale da Ferradura, em Canela (RS), avançando 35 metros sobre o leito do Rio Caí, suspenso a 360 metros. Segundo os administradores do local, a plataforma de Canela é a maior das Américas (possui 7 metros a mais que a famosa Skywalk, sobre o Grande Canyon norte-americano) e uma das mais extensas do mundo. Reprodução: Brocker Turismo Fonte: Divinal Vidros
- PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: COMO ELE MUDA O RUMO DE UMA FÁBRICA DE ESQUADRIAS
*Por Fernanda Krentkowski, empresária Havia uma fábrica chamada Alumais, especializada na fabricação de esquadrias de alumínio, como portas, janelas e fachadas. A marca estava enfrentando desafios em um mercado altamente competitivo, com várias outras empresas oferecendo produtos similares. Para superar esses desafios, a Alumais decidiu realizar um planejamento estratégico abrangente. A primeira etapa foi realizar uma análise detalhada do ambiente interno e externo, identificando seus pontos fortes, como a experiência e o conhecimento técnico da equipe, e suas fraquezas, como a falta de visibilidade no mercado e a necessidade de melhorar a eficiência da produção e instalação. Com base nessa análise, a Alumais definiu sua visão de se tornar a principal fabricante de esquadrias de alumínio de sua cidade, fornecendo produtos de alta qualidade e soluções personalizadas para atender às necessidades dos clientes. Sua missão era oferecer produtos duráveis e esteticamente atraentes, contribuindo para a construção de espaços modernos e funcionais. Os valores da empresa incluíam excelência, compromisso com o cliente, inovação e sustentabilidade. Com seus objetivos definidos, a empresa formulou estratégias para alcançá-los. Uma das principais era investir em marketing e promoção da marca, aumentando sua visibilidade no mercado. A Alumais desenvolveu um plano de marketing abrangente, incluindo a criação de um site profissional e a implementação de estratégias de marketing digital para alcançar um público mais amplo. Além disso, também buscou melhorar a eficiência da produção e a qualidade de seus produtos. A empresa investiu em treinamentos, a fim de otimizar os processos de fabricação e garantir a excelência em cada etapa da produção. Também implementou um sistema de controle de qualidade, implantando check list e entrega da obra, garantindo que seus produtos atendessem aos mais altos padrões de exigência. Outra estratégia adotada pela Alumais foi o estabelecimento de parcerias com arquitetos, construtoras e revendedores, visando ampliar sua presença no mercado e alcançar novos clientes. Com o plano de ação em vigor, implementou as estratégias de forma consistente e monitorou regularmente o progresso. A empresa estabeleceu indicadores de desempenho para medir o sucesso das ações e realizou avaliações periódicas para garantir que estivesse no caminho certo. Com o tempo, a Alumais começou a colher os frutos de seu planejamento estratégico. Sua marca se tornou reconhecida no mercado de esquadrias de alumínio, atraindo a atenção de novos clientes e parceiros de negócios. A empresa conseguiu duplicar o seu faturamento e conquistar uma maior participação de mercado. Além disso, a marca ganhou reputação por seus produtos e serviços de alta qualidade, sua capacidade de oferecer soluções personalizadas e atender às necessidades específicas dos clientes a diferenciou da concorrência. Em resumo, a Alumais foi capaz de executar com sucesso seu planejamento estratégico, superando desafios e alcançando o sucesso no mercado de esquadrias de alumínio. Sua abordagem focada em qualidade, eficiência e inovação, combinada com estratégias de marketing eficazes, permitiram que a empresa se destacasse e se tornasse uma referência em seu segmento. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- IMPACTO DA REFLEXÃO DAS FACHADAS NA VIZINHANÇA
*Por Fernando Simon Westphal Quem é do ramo de vidros e esquadrias certamente já ouviu falar do prédio que “derrete carros” em Londres, Reino Unido. Trata-se do edifício 20 Fenchurch Street, que leva o nome do seu endereço. O formato peculiar do prédio acabou lhe rendendo o apelido de “The Walkie Talkie”, pois lembra os tradicionais rádios de comunicação portáteis. A fachada sul do edifício, inteiramente envidraçada, apresenta uma concavidade que resulta na concentração dos raios solares em determinadas horas do ano. O problema de ofuscamento e reflexão de calor ganhou notoriedade quando resultou no derretimento de peças de acabamento em plástico de um carro estacionado na via próxima. O problema é resultado de uma falha grave no projeto. O arquiteto não verificou que a concavidade da fachada resultaria na concentração da reflexão de pelo menos 6 chapas de vidro em um único ponto. Isso é questão de física, de óptica, teoria dos espelhos. Qualquer vidro apresenta um mínimo de reflexão solar. O vidro incolor comum reflete 8% da energia do sol. Mas alguns vidros de controle solar chegam a ter mais de 40% de reflexão. A concentração da reflexão de diversas chapas de vidro em um único ponto ou região pode gerar problemas sérios de ofuscamento (brilho excessivo) ou elevação da temperatura da superfície que recebe esse calor. Para corrigir o problema deste edifício, foram instalados brises horizontais naquela fachada. Em entrevista ao portal The Guardian, o arquiteto responsável pelo projeto, o uruguaio Rafael Viñoly, afirma que os brises estavam previstos originalmente, mas que a incorporadora os retirou durante a execução da obra, a fim de reduzir custos. Outro projeto do mesmo arquiteto, o Vdara Hotel e Spa, concluído em 2009, em Las Vegas, apresentou problema semelhante devido a concavidade da fachada. Naquele edifício, a solução escolhida foi a aplicação de película não refletiva sobre os vidros. Mas não precisamos ir tão longe para identificar situações com problemas de projeto semelhantes. Aqui em Florianópolis (SC), cidade onde resido, um edifício localizado na Av. Beira Norte possui sua fachada côncava, que resulta na concentração de raios solares em uma região específica a sua frente. O fenômeno não causa problemas maiores, porque se trata de uma via de trânsito rápido. Mas o canteiro central da rodovia apresenta uma “falha” na vegetação, devido ao calor intenso. Essa falha pode ser visualizada na vista aérea, disponibilizada pelo Google Maps. Esses problemas geram intensas discussões, porque levantam questionamentos acerca do impacto das fachadas em pele de vidro no entorno, prejudicando a imagem do vidro como material de construção de alta tecnologia. Mas vale destacar que a causa desse problema não é o vidro em si, e sim o projeto, especialmente, o desenho geométrico da fachada. Superfícies refletivas e côncavas devem ser evitadas. Isso também gera um problema de acústica, ampliando a intensidade sonora na região central da fachada. Mesmo as fachadas planas precisam ter um estudo cuidadoso quando forem executadas em pele de vidro. A reflexão direta do sol pode gerar um ofuscamento com riscos à segurança no trânsito de veículos, pois podem prejudicar a visão dos motoristas. Em contrapartida, um projeto bem elaborado pode tirar proveito dessa reflexão. Superfícies envidraçadas podem ser geometricamente projetadas para trazer o sol em cânions urbanos sombreados pelos próprios edifícios. Em Nova Iorque, espelhos foram instalados no topo de um edifício para refletir o sol em uma praça que ficará confinada entre os arranha-céus. A própria fachada pode ser pensada para esse tipo de solução, tirando proveito da capacidade de reflexão do vidro. Basta avaliar geometricamente onde irá incidir a reflexão do sol. Hoje em dia esse tipo de análise é relativamente fácil de ser executada por simulação computacional ou com ferramentas simples de CAD em 3D, com o software Sketchup, por exemplo. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- PAGINAÇÃO DE PAINÉIS DE ACM: COMO MANTER O TAMANHO DOS MÓDULOS DENTRO DOS REQUISITOS TÉCNICOS
*Por Johnny Vieira de Souza – responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto e professor universitário A paginação dos módulos de ACM talvez seja um dos principais assuntos discutidos entre o proprietário da obra e o instalador. Como atributo estético, geralmente, os arquitetos responsáveis pelo projeto das fachadas optam por paginação com módulos grandes e juntas estreitas, a fim de dar maior amplitude ao material e evitar a marcação visual das juntas de dilatação. Módulos grandes com juntas estreitas é uma tendência do mercado de revestimentos em geral, mas para se obter resultados satisfatórios no revestimento de fachadas com ACM é necessário observar diversos fatores técnicos que devem ser acompanhados por um consultor (especialista no assunto) para evitar perda de garantia e outros problemas. Uma questão importante que cabe salientar é que a paginação do ACM deve ser definida baseada primeiramente em atributos técnicos, para que sejam alcançados os atributos estéticos desejados. FATORES TÉCNICOS IMPORTANTES PARA DEFINIR A PAGINAÇÃO PERDA A perda é um dos principais fatores para definir uma paginação, principalmente porque envolve diretamente fatores financeiros. Quanto maior a perda, mais cara a fachada ficará e maior será o resíduo gerado. Para evitar grandes perdas, a principal dica é definir as medidas fixas da fachada avaliando as condições de fabricação dos painéis de ACM. Por regra, as chapas de ACM para revestimentos de obras são fabricadas através de bobinas com larguras definidas, que no mercado brasileiro tem medidas de 1250 ou 1500 mm (é possível obter outras larguras mediante lote mínimo de produção e prazos mais extensos por não se tratar de medida padrão). No comprimento, a medida padrão é 5000 mm, mas para obras de grande porte, são fabricados painéis de medidas especiais não superiores a medida padrão. (saiba mais aqui) SISTEMA DE INSTALAÇÃO O método de instalação é um fator importante para definir a medida final do módulo, pois cada método necessita de um comprimento de aba diferente para fixação do módulo na estrutura. Sistemas de bandeja ventilada, geralmente têm abas de 50 a 70 mm, já o sistema de bandeja colada possui abas com variáveis de 20 a 40 mm, no sistema colado, as medidas para ambas variam de 4 a 20 mm. ÁREA MÁXIMA DO MÓDULO A área máxima do módulo é outro fator fundamental para definir a paginação. De modo simplificado, a regra é, quanto mais espessa as lâminas de alumínio e a chapa for, maior poderá ser o módulo na fachada. Então, o tipo de material adquirido, se for diferente do especificado em projeto, poderá sofrer alterações na paginação ou adaptações com reforços de bandejas. É importante salientar que a regra é para módulos instalados em paredes, ou seja, instalações em forros tendem a ter reforços ou ter dimensões menores devido os fatores de gravidade, que faz a chapa ter que sustentar o seu próprio peso. É importante ressaltar que instalações com painéis com núcleo FR devem ter atenção especial, pois estas chapas pesam em média 30% a mais que as de núcleo comum (LDPE). (saiba mais aqui) ESPECIFICAÇÕES DA EDIFICAÇÃO A altura de instalação do módulo na fachada é um fato importante a ser considerado, assim como a localização geográfica da edificação. Cada região do país tem características de velocidade de ventos diferentes, assim como predominância de sentido (isopletas dos ventos). Obras altas com módulos grandes necessitam de orientação técnica (consultor) para verificar as condições do projeto / instalação e a necessidade de adequações. Outros fatores que contribuem são: a topografia (nível altimétrico) e o entorno imediato a edificação (se existem outros prédios do mesmo porte ou não). POSSÍVEIS PROBLEMAS OCASIONADOS PELO MAU DIMENSIONAMENTO Os fatores relacionados acima impactam diretamente no tamanho dos módulos e servem para evitar diversos problemas, dentre eles: FALTA DE PLANICIDADE DOS MÓDULOS É um dos problemas mais apontados em fachadas mal instaladas. Geralmente este problema tem consequências somente de cunho estético e em determinados horários do dia (de maior temperatura). DEFORMIDADE DOS MÓDULOS NAS EXTREMIDADES (PRÓXIMO ÀS JUNTAS) É um problema que pode ser de ordem estética, mas em casos mais graves pode ser de ordem técnica e ocasionar até o desprendimento do módulo. Esta situação ocorre pelo mau dimensionamento da junta de dilatação ou pelo travamento do painel impossibilitando-o de ter folgas para dilatação. (saiba mais aqui) QUEBRA DA ABA DO MÓDULO POR STRESS (EM MÉTODOS DE INSTALAÇÃO POR BANDEJAS) OU DESPRENDIMENTO DO MÓDULO Este problema pode ser ocasionado pela junção de duas condicionantes, sendo: i) usinagem com ferramentaria mal afiada ou com profundidade errada e ou ii) módulo muito maior que o suportável pela usinagem da aba. Esta situação pode trazer graves consequências para a fachada, sendo a pior delas, o desprendimento do módulo pelo rompimento da usinagem da aba, ocasionando a queda do ACM, efeito similar ao ocasionado em 2023, durante um ciclone extratropical em um edifício comercial de São Paulo, capital. Naquele caso também houve o desprendimento de parte da subestrutura. (saiba mais aqui) Ed. Comercial The One – Belo Horizonte MG Fotos: Glauco Lúcio / Jomar Bragança Retiradas do site: https://www.fkvg.com.br/portfolio/10052/ *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- OS PLANOS DE INOVAÇÃO PARA 2024 NO SETOR DE CONSTRUÇÃO
5G, estratégias sustentáveis e metaverso devem estar cada vez mais presentes transformando o canteiro de obras O ano de 2023 foi marcante para o setor de engenharia e construção, afinal, houveram grandes avanços com soluções envolvendo o 5G, Inteligência Artificial e metaverso. Com tantas possibilidades de inovação, há algumas construtoras que se destacam e que buscam ativamente formas de incentivar a prática de inovação. Uma dessas empresas é a Andrade Gutierrez, que desenvolveu um programa de inovação aberta chamado Vetor AG, com o objetivo de buscar fornecedores de soluções inovadoras aplicáveis às obras e áreas corporativas da companhia. Desde o seu lançamento em 2018, o programa já se conectou com mais de 1,5 mil startups e acelerou mais de 30 iniciativas, além de ter contratado mais de 20 soluções. Essa iniciativa da Andrade Gutierrez faz parte de uma tendência crescente no setor de construção, que busca cada vez mais incorporar soluções inovadoras para aumentar a eficiência em todas as etapas da obra. Com a necessidade de inovação e o aumento da concorrência, é importante que as empresas do setor invistam em ações afirmativas para fomentar a cultura da inovação e impulsionar a engenharia no Brasil. TECNOLOGIA NA PRÁTICA Uma tendência que deve avançar no próximo ano é a maior conectividade nos canteiros de obras, graças à tecnologia do 5G que está sendo ampliada no país. A conectividade e a rastreabilidade que o 5G permite sobre equipamentos, materiais e pessoas trarão dados e estatísticas em tempo real. Elas serão úteis na redução de custo das obras, aumento de produtividade e tomada de decisões, além de impactar a segurança do trabalho de forma positiva por meio da conectividade aplicada em equipamentos de proteção. Para André Medina, Superintendente de Inovação da Andrade Gutierrez e responsável pelo Vetor AG, “o 5G abre caminho para que tecnologias como drones, sensores e qualquer outro aparelho que necessite de conexão com a internet tenham melhor aproveitamento e tempo de resposta muito menor em comparação com o 4G”. O superintendente ainda esclarece que a ultravelocidade proporcionará avanços na Engenharia 4.0, potencializando recursos já existentes, como a Internet das Coisas (IOT) e a Modelagem da Informação da Construção (BIM). Na engenharia, o metaverso deve explorar a gamificação, como plantas em visão de 360º graus e ambientes virtuais interativos. Segundo Medina,o metaverso elimina as barreiras entre o físico e o digital, sendo possível explorar mais a fundo experiências imersivas. “A construção civil predial será a mais beneficiada nesse quesito, porque envolve a experiência do cliente. Entretanto, a construção de infraestrutura não ficará para trás e irá explorar a tecnologia de outras formas como em treinamentos imersivos de segurança do trabalho", explica Medina. Junto a essas inovações, uma prática ainda mais presente será a inovação sustentável, que faz parte da abordagem ESG. Trata-se de uma estratégia que torna os empreendimentos mais sustentáveis e ambientalmente responsáveis, possivelmente aumentando sua qualidade e reduzindo custos. “Todo o ciclo de vida de um projeto ou empreendimento pode ser repensado sob o viés sustentável. Os benefícios contemplam a sociedade como um todo, do ponto de vista ambiental, e o próprio empreendimento em si, que se torna mais moderno e eficiente”, conclui o especialista. Fonte: Vetor AG/Agência NoAr
- VIAQUATRO E A VIAMOBILIDADE PROMOVEM CAPACITAÇÃO PARA MULHERES NA CONSTRUÇÃO CIVIL EM PARCERIA COM A ONG MULHER EM CONSTRUÇÃO
A iniciativa visa preparar mulheres em situação de vulnerabilidade para mercado de trabalho A ViaQuatro e a ViaMobilidade – Linhas 5 e 17, em parceria com a ONG Mulher em Construção, promovem, até 28 de janeiro, o processo de inscrição gratuita para curso de capacitação na área de construção civil, destinado a mulheres com idade acima de 18 anos. Para a divulgação da iniciativa, as estações da Linha 4-Amarela e Linha 5-Lilás terão cartazes com instruções sobre o projeto e o código (QRCode) para acesso ao formulário de registro. A inscrição também pode ser feita pelo link ( forms.gle/kVuHj2yS1unazKrs5 ). O projeto será realizado entre os dias 20 de fevereiro e 14 de março, com um total de 144 horas/aula. O curso visa a inclusão de mulheres em situação de vulnerabilidade no segmento da construção civil, predominantemente masculino. Segundo a ONG, apenas 10% da mão de obra é feminina no Brasil, com indícios de crescimento de investimento e contratações nos últimos três anos. “Atualmente, nossa equipe de manutenção civil é composta em sua maioria por homens. Com esse projeto queremos mudar o cenário atual, incluindo mulheres em atividades do ramo, ao mesmo tempo que estimulamos seu desenvolvimento pessoal e social”, destacam as gerentes de manutenção Samara Mouta, responsável pela Linha - 5 Lilás, e Renata Alexandre, que atua na Linha 4 – Amarela. Todo o curso será promovido pela equipe técnica do Mulher em Construção nas dependências do Pátio Guido Caloi, localizado no bairro Jardim São Luís, na zona Sul de São Paulo. Ao final do curso, as alunas vão receber um diploma e contarão com suporte para localizar vagas de trabalho. Segundo os organizadores, com o curso as alunas estarão plenamente capacitadas para iniciarem trabalhos como ajudantes nas áreas de pintura, revestimento de parede, assentamento de piso e hidráulica. “Os treinamentos também incluem o cooperativismo e desenvolvimento de pensamento crítico com relação à sexualidade, para promover a autoestima, o empoderamento, a sustentabilidade e as relações interpessoais no local de trabalho”, afirma Marilia Freitas, Líder de Projetos do Mulher em Construção. Essa iniciativa se soma às ações das concessionárias na busca da ampliação da presença de mulheres no mercado de trabalho. “Estamos investindo na formação de turmas afirmativas, 100% femininas, como uma maneira de capacitar mais mulheres para atuarem em diferentes segmentos da operação. Nossa segunda turma da Agentes de Atendimento e Segurança exclusivamente feminina se formou nessa semana e já está atuando nas estações da Linha-5”, explica Natalia Gouveia, analista de gente e gestão do Grupo CCR. SERVIÇO – MULHER EM CONSTRUÇÃO Inscrições – Até 28 de janeiro de 2024 pelo link https://forms.gle/kVuHj2yS1unazKrs5 Curso – De 20 de fevereiro a 14 de março de 2024 Local – Pátio Guido Caloi: avenida Guido Caloi, 2230, Jardim São Luís Fonte: Mulher em Construção/Assessoria Comunique-se
- REGIÃO SUL COMEÇA 2024 COM A CONSTRUÇÃO CIVIL AQUECIDA
Segmento Minha Casa Minha Vida (MCMV) está entre os que mais deve gerar postos de trabalho no próximo ano O setor da construção civil vai começar 2024 bastante aquecido na Região Sul, confirmando as projeções da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que prevê um aumento no número de obras e construções já no primeiro semestre do ano. No segmento Minha Casa Minha Vida (MCMV), somente a Lyx Participações e Empreendimentos vai lançar 5,5 mil unidades residenciais no Sul: 3 mil Paraná e 2,5 mil no Rio Grande do Sul, além de 2 mil que já estão em construção desde meados de 2023 na Grande Porto Alegre. De acordo com a CBIC, para 2024 é esperado um crescimento de 1,3% no setor da construção civil. A entidade fez a projeção usando como referência os dados do PIB trimestral. Entre os fatores que devem favorecer esse cenário estão a continuidade do processo de queda de juros, o avanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além do avanço esperado no mercado econômico a partir do novo ciclo do programa MCMV. Paulo Antonio Kucher, vice-presidente comercial da Lyx, explica que a tendência de diminuição da Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) reflete diretamente no juro dos valores de imóveis financiados. “A redução nessas taxas é um dos principais indicativos de aquecimento do mercado imobiliário no país”, afirma. No mês de dezembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a Selic para 11,75%. Em janeiro de 2023, a Selic era de 13,75%. “Há um ano estávamos com uma das taxas mais elevadas da última década. Agora, com a revisão da taxa básica de juros da economia para baixo, muitas pessoas que estavam querendo investir na casa própria devem voltar a fazer planos. São dados econômicos que impactam diretamente no bolso do consumidor”, analisa o vice-presidente, referindo-se ao principal instrumento de política monetária utilizado pelo Banco Central (BC) para controlar a inflação. Kucher diz que a procura por imóveis do Minha Casa Minha Vida vinha crescendo desde setembro de 2023, quando ocorreu a primeira redução significativa da Selic. “Existia um mercado retraído, com milhares de pessoas gastando com aluguel, mas com medo de sonhar com a casa própria por causa dos juros altos”, comenta. EMPREGOS Segundo ele, além de estimular o mercado, o novo cenário econômico impulsiona inclusive a geração de empregos. No Paraná, onde a Lyx conta com seis obras em andamento na Região Metropolitana de Curitiba e ainda tem a previsão de lançamento de outros quatro empreendimentos em 2024, devem ser abertos 5 mil postos de trabalho, entre empregos diretos e indiretos. No Rio Grande do Sul são cinco obras em andamento e a previsão de outros cinco lançamentos nos próximos 12 meses, com a criação de pelo menos 4 mil novas oportunidades de trabalho na área da construção civil. Fonte: Lyx Participações e Empreendimentos/Estilo Editorial Comunicação
- OLGACOLOR ALUMÍNIO REFORÇA COMPROMISSO COM A QUALIDADE COM ADESÃO AO PSQ
A Olgacolor Alumínio, empresa especializada na extrusão e acabamento superficial para perfis de alumínio e desenvolvimento de novos sistemas, anuncia sua participação no Programa Setorial de Qualidade (PSQ) de portas e janelas de alumínio. A adesão ao programa, que é organizado pela Associação Brasileira de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal), reforça o compromisso da empresa com a qualidade e a segurança de seus produtos. O sistema alvo de atuação da Olgacolor Alumínio no PSQ será a Lock L, que traz em sua composição um conjunto de perfis para janelas e portas de correr com bitola 22 mm. Este sistema possui apelo acústico e também minimalista, com design moderno e linhas mais retas, atendendo às solicitações dos arquitetos e aos empreendimentos da arquitetura contemporânea. A Lock L apresenta alta performance e atende aos níveis superiores das normas ABNT NBR 10.821 – Esquadrias externas para edificação e ABNT NBR 15.575 – Edificações habitacionais. O conjunto de vedações e soluções de engenharia geram excelente estanqueidade e desempenho acústico. Além disso, a qualidade de fabricação Olga Alumínio proporciona resistência e durabilidade ao produto final. A participação da Olgacolor Alumínio no PSQ é uma importante conquista para a empresa. O programa é uma referência de qualidade no setor de esquadrias de alumínio, e a adesão da Olgacolor Alumínio demonstra o seu compromisso com a excelência de seus produtos. Reprodução: Olgacolor Alumínio Para saber mais sobre a Lock L e outros sistemas de esquadrias de alumínio da Olgacolor Alumínio, acesse o site da empresa www.olgacolor.com.br Fonte: Olgacolor Alumínio
- LANÇAMENTO DA TERRAL INCORPORADORA EM ÁGUAS CLARAS SERÁ O PRIMEIRO EMPREENDIMENTO DO DF COM CERTIFICAÇÃO FITWELL
Com previsão de entrega para 2027, o próximo lançamento da Terral Incorporadora, em Águas Claras, será o primeiro empreendimento do Distrito Federal com Certificação Fitwell. Desenvolvida por especialistas em saúde e design internacional, a certificação reconhece projetos imobiliários que permitem qualidade de vida para seus moradores e usuários, por meio de incentivo às melhores práticas em saúde, bem-estar e desenvolvimento social. O objetivo é apoiar edificações saudáveis que aprimoram a saúde e o bem-estar dos seus moradores. Localização estratégica que proporciona uma vida mais saudável e tranquila; compartilhamento de meios de transporte como cultura colaborativa, com destaque para a entrega de um carro elétrico para uso compartilhado dos moradores do Eleva 25 – novidade também inédita em Brasília; ambientes de lazer que promovem a prática de esportes, contribuindo com saúde e bem-estar físico; praticidades no dia a dia, como a implementação de espaço para minimercado e vending machines; design ativo aplicado na projeção dos ambientes para estimular um estilo de vida mais dinâmico; ambientes que estimulam o equilíbrio emocional e o autocuidado são alguns dos diferenciais reconhecidos pela Certificação Fitwell no empreendimento Eleva 25. “Vai além de medidas de sustentabilidade. O maior foco está na qualidade de vida de quem habita ali”, explica Marcus Vinícius Viana, Gerente de Incorporação da Terral Incorporadora. CONHEÇA O ELEVA 25 O Eleva 25 é o residencial mais alto da Terral Incorporadora, em Águas Claras, e além dos seus mais de 80 m de altura, o novo empreendimento possuirá design e arquitetura internacional, trazendo modernidade e luxo para o bairro, bem como foco no que é essencial para os futuros moradores: um lifestyle de viver com decisões conscientes, dando valor ao que realmente importa na vida das pessoas. “Os diferenciais já começam em seu terreno, um dos poucos em todo a região onde é possível construir com uma altura maior do que os demais prédios do bairro. Com isso, os moradores e visitantes terão uma vista 360º da cidade”, afirma o gerente. Localizado na rua 25 Sul de Águas Claras, a principal diretriz conceitual do Eleva 25, explica Viana, são as plantas das unidades. “Desde o briefing inicial desenvolvemos uma planta extremamente eficiente e com o máximo de área útil possível – sem desperdícios com cantos mortos ou circulações desnecessárias. Essa racionalização foi transportada para a fachada e expressa através de um grid de cores formando uma grande trama visual”, explica. O empreendimento tem opções com 2 ou 3 quartos com suíte e 45 a 92m², tornando-o um produto “coringa” para o público consumidor; todos os apartamentos com a possibilidade de integração do quarto com a sala, priorizando a versatilidade; 5 pavimentos de lazer e unidades especiais como Gardens, Coberturas Lineares e Coberturas Duplex. DIFERENCIAIS Um dos principais destaques é a singular Skypool – piscina laranja com 32 m de raia localizada no 11º andar do prédio. Entre os destaques as Skybridges – passarelas entre os blocos do prédio que ocorrem a partir do 13º andar e se repetem até o 22º e brindam os moradores com uma exuberante vista da cidade e a Skygym – uma academia toda envidraçada no centro da torre com mezanino e quase 200m² de área e que recebeu consultoria técnica da rede de academia boutique O2 Fitness. “Para atender às famílias, temos no lazer central localizado no 4º pavimento, o Beachside : um refúgio urbano com prainha de areia compactada, piscina e protegido por palmeiras e um paisagismo exuberante. Um local perfeito para se refrescar com crianças pequena”, compartilha o coordenador. “Como todos os produtos da Terral, o Eleva 25 foi projetado com foco no cliente. Imaginamos as necessidades desses clientes como drivers para o projeto. Dessa forma construímos então um espaço para que o morador possa então construir seu mundo, do jeito que ele sempre sonhou”, finaliza Viana. Fonte: Terral Incorporadora/Profissionais do Texto
- BAÚ DA LOUIS VUITTON ENVOLVE FACHADA DO PRIMEIRO HOTEL DA GRIFE, EM PARIS
Mantida em segredo dentro de uma versão gigante dos famosos baús da Louis Vuitton , a grife oculta a fachada do seu novo hotel, localizado na emblemática Champs Élysées, em Paris, na França. As obras do empreendimento de 6 mil m² tiveram início no fim do ano passado e a previsão é de que a inauguração aconteça até o início de 2027. O projeto continua cercado de mistérios, o que gera curiosidades de turistas. No TikTok, um dos vídeos da fachada do futuro hotel viralizou e já alcançou mais de 600 mil visualizações. A obra deve permanecer assim até a sua inauguração. A marca divulgou apenas que a decoração será clássica e luxuosa. O nome do arquiteto que comandará o projeto ainda é mantido em sigilo. Não há data para a inauguração do hotel Louis Vuitton, que deverá incluir a abertura de um pátio interno, aumento das janelas do andar térreo e a inclusão de cerca de uma dezena de suítes. O projeto solidifica a diversificação da marca de luxo do mundo para o setor hoteleiro e de restaurantes, iniciada na França, no ano passado, com o seu restaurante em Saint Tropez . O avanço da Louis Vuitton no ramo também destaca seu comprometimento em ampliar suas ofertas de estilo de vida, consolidando sua posição no mercado de luxo e ampliando suas atividades para além do campo da moda. Fontes: Casa Vogue e The Game
- QUAL VIDRO PROPORCIONA REFLEXÃO E RETENÇÃO DE CALOR?
O vidro Low-E é uma solução de controle solar de alta performance, indicado para locais que sofrem tanto com o clima frio quanto com a forte incidência do sol. Low-E significa baixo emissivo (capacidade de um material trocar energia), característica que as indústrias criaram para a solução para garantir maior eficiência energética. U m dos seus lados apresenta um revestimento super fino de metais e óxidos metálicos, que proporciona emissividade de calor reduzida . Com isso, o objetivo é refletir os raios ultravioletas, impedindo a troca de temperatura – o que torna a peça ideal para oferecer condições de energização. O modelo agrega duas funções importantes: reflexão do calor em dias ensolarados e, pela característica da baixa emissividade, retém o calor dentro da edificação. “É um vidro desenvolvido para lugares que possuem gradiente de temperatura entre as estações muito elevado. Ele proporciona economia, luminosidade e redução da entrada de calor e manutenção do ar quente em casa. É a solução ideal para edificações mais sustentáveis e de alto padrão”, afirma a PKO Vidros, beneficiadora de vidros que atua com construção civil, esquadrias e arquitetura. COMO FUNCIONA? Quanto menor a emissividade (troca de energia) de um material, menor será a taxa de transmissão de calor e vice-versa. Frequentemente, objetos de alta refletividade possuem emissividade baixa; e objetos com cores mais escuras possuem emissividade alta. Para trazer baixa emissividade ao vidro Low-E, a indústria recorreu à aplicação de metais para revesti-lo. No método mais comum da fabricação do vidro Low-E, o revestimento – geralmente óxido de zinco ou óxido de estanho – é aplicado no final da produção. Com isso, o vidro consegue minimizar a incidência da luz radiação ultravioleta ( UV) e raios infravermelhos ( IV) sem bloquear a luz visível e natural que está sendo transmitida para o local. “Os vidros Low-E não podem ficar expostos às ações de intempéries e de agentes químicos, pois podem se deteriorar com o passar do tempo. Como existem diferentes processos de fabricação, a orientação é que o consumidor consulte o fornecedor do vidro acerca dos cuidados necessários para instalação e manutenção”, informa a empresa. Fonte: PKO Vidros
- MITOS E VERDADES SOBRE O VIDRO LAMINADO
A Support Glass, distribuidora de adesivos, selantes, perfis, fluídos, floculantes e lubrificantes, entre outros produtos, comenta 5 ideias que cercam este material O vidro laminado consiste na união de placas de vidro (duas ou mais) através de películas especiais de polivinil butiral, popularmente conhecido como PVB. Além de unir as placas de vidro, essa película fica responsável por manter todos os pedaços de vidros suspensos em casos de quebra do vidro laminado. Essa ação, além de impedir que cacos de vidro se espalhem pelo ambiente, mantém o vão fechado e intransponível até a manutenção da estrutura. É por esse motivo, por exemplo, que o vidro laminado é o modelo indicado para coberturas , clarabóias, fachadas, etc. Os vidros laminados são elementos fundamentais em projetos arquitetônicos modernos, proporcionando segurança, conforto e estética. No entanto, como em muitos campos, existem mitos e verdades que cercam esse material. Veja abaixo os mitos e verdades comuns sobre o material, de acordo com a Support Glass, distribuidora de adesivos, selantes, perfis, fluídos, floculantes e lubrificantes, sistemas de aplicação de pós separadores e de tratamento de água e sílica molecular . 1. VIDROS LAMINADOS SÃO FRAGILIZADOS PELA UMIDADE? Mito: Vidros laminados são resistentes à umidade e não sofrem de fragilização. Os vidros laminados são compostos por camadas de vidro intercaladas com filmes plásticos, geralmente de polivinil butiral (PVB). Esse arranjo cria uma barreira eficaz contra a umidade, garantindo a durabilidade e a resistência do vidro. 2. VIDROS LAMINADOS SÃO MENOS TRANSPARENTES? Mito: Vidros laminados mantêm alta transparência. A adição de filmes plásticos entre as camadas de vidro não compromete significativamente a transparência. Pelo contrário, em muitos casos, ela pode ser aprimorada, especialmente quando se trata de controlar a passagem de raios UV. 3. VIDROS LAMINADOS SÃO ADEQUADOS APENAS PARA APLICAÇÕES DE SEGURANÇA? Mito: Vidros laminados são versáteis e aplicáveis em diversas situações. Embora seja verdade que os vidros laminados são amplamente usados para fins de segurança, como em para-brisas de automóveis, eles têm uma variedade de aplicações. Podem ser empregados em projetos arquitetônicos, desde fachadas de edifícios até itens de decoração. 4. VIDROS LAMINADOS NÃO PODEM SER PERSONALIZADOS? Mito: Vidros laminados podem ser altamente personalizados. Os vidros laminados podem ser personalizados em termos de cor, textura e até mesmo incorporação de elementos decorativos. Isso os torna uma escolha versátil para arquitetos e designers que buscam soluções únicas. 5. VIDROS LAMINADOS SÃO MAIS PESADOS? Verdade: Em comparação com vidros simples, vidros laminados são mais pesados . Devido à adição de camadas intermediárias, os vidros laminados podem ter um peso ligeiramente superior aos vidros simples. Contudo, esse acréscimo é muitas vezes insignificante em comparação com os benefícios em termos de segurança e desempenho. Fontes: Support Glass e Arch Glass














