BUSCAR
Search this site
Resultados encontrados para busca vazia
- A IMPORTÂNCIA DA PATOLOGIA NAS CONSTRUÇÕES
* Por Felipe Lima Edifícios são conjuntos complexos de sistemas — incluindo civil, elétrico, mecânico e ambiental — que exigem uma abordagem multidisciplinar para alcançar o desempenho e a durabilidade desejados, seja em aplicações residenciais, comerciais ou industriais. A formação acadêmica em engenharia geralmente se concentra na criação de novas edificações, enfatizando a arte de projetar e construir com base nas normas técnicas da ABNT como guia essencial para decisões. A durabilidade e o desempenho das construções são especificados na Norma Técnica ABNT NBR 15.575 — Edificações Habitacionais. Desde 2013, esta norma estabelece parâmetros mínimos para edificações habitacionais, embora seu uso também beneficie o desenvolvimento de edifícios comerciais e industriais ao promover uma maior atenção ao ciclo de vida das construções. Um aspecto crítico é a saúde das edificações. Com o passar do tempo, problemas podem surgir, exigindo a intervenção de especialistas em patologia das construções. Esta disciplina estuda as "doenças" das construções, suas anomalias, e se dedica à prevenção e ao tratamento desses problemas, visando a manutenção do desempenho e a prolongação da vida útil dos edifícios. Assim como na medicina, onde a patologia estuda as doenças do corpo humano, na construção civil, ela aborda os problemas que podem afetar os diversos sistemas, elementos e componentes de um edifício. Os especialistas em patologia das construções são capacitados para inspecionar, periciar e oferecer consultoria na reabilitação de edificações, além de contribuir na prevenção de problemas desde as fases de projeto e construção. A complexidade de uma edificação envolve a integração de sistemas e especialidades distintas, tais como estruturas em concreto armado, instalações elétricas e esquadrias. A colaboração entre especialistas de diferentes áreas é fundamental para alcançar a excelência na construção. É essencial que projetistas e construtores considerem não apenas o desempenho e a durabilidade no momento da entrega, mas também a facilidade de manutenção e os padrões de desempenho ao longo da vida útil da edificação. Para evitar problemas patológicos, como desempenho insuficiente ou durabilidade reduzida, o setor de construção deve enfatizar o estudo, a inovação, a capacitação da mão de obra, a elaboração de projetos detalhados e a fiscalização contínua. O progresso depende da evolução em três aspectos principais: processos, pessoas e produtos. Isso inclui desde a metodologia executiva até a especificação e utilização adequada de materiais e tecnologias, garantindo a qualidade final da construção. Os patologistas desempenham um papel crucial na prevenção de problemas congênitos nas edificações, adaptando-se continuamente às evoluções dos materiais e métodos construtivos, bem como às necessidades dos usuários. O desafio constante é equilibrar prazo, custo e qualidade, garantindo a viabilidade econômica dos empreendimentos sem comprometer a qualidade. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- TEXA ALUMÍNIO APRESENTA A SUA NOVA UNIDADE DE NEGÓCIOS PARA CONSTRUÇÃO E ARQUITETURA, ARKIAL
Três décadas de interação e proximidade com os clientes de todo o Brasil fazem a história da extrusora Texa Alumínio e do seu proprietário, Vivaldo Mantoan, se fundirem com o próprio mercado. “São 30 anos de sustentado crescimento e sólidas parcerias que levaram a Texa a ser reconhecida como uma das opções garantidas e de qualidade para revendedores e armazenistas do Brasil”, afirma a marca. A gestão de Robson Mantoan – segunda geração – mostra hoje a solidez e a confiança que mercado e clientes colocaram em Vivaldo Mantoan, mas fazem sobressair a inovação, a sede de modernidade e a procura pela diferenciação do novo diretor executivo da Texa Alumínio. Vontade de inovar, de participar da área de arquitetura e construção, mais perto das obras e da definição de sistemas no segmento da qualidade, das performances acústicas e de desempenho, levaram a Texa a criar uma nova área especializada em sistemas de alumínio para construção, engenharia, arquitetura e design. Assim, nasceu a Arkial, um showroom com o objetivo de simplificar e oferecer opções ao segmento de alto padrão. Com catálogo completo do portfólio Family (25, 32, 45, 55 e minimalista), o espaço está localizado na Rua Estela, 515 - Vila Mariana, em São Paulo. Para mais informações, acesse: www.texaaluminio.com.br Fonte: Texa Alumínio
- HYDRO ESTÁ ENTRE OS FORNECEDORES “VERDES” DA FIRST MOVERS COALITION (FMC)
Empresa se qualificou para integrar o First Suppliers Hub, lançado no Fórum Econômico Mundial, por seu alumínio de baixo carbono A Hydro estava em Davos, na Suíça, em janeiro de 2024, para discutir como mudar a forma como os materiais são produzidos. Na reunião do Fórum Econômico Mundial, a empresa foi apresentada como fornecedora no First Suppliers Hub, base de dados global de fornecedores e seus projetos de tecnologias inovadoras e emergentes, voltados para descarbonização. A plataforma, de acesso gratuito, foi lançada em 16 de janeiro pela First Movers Coalition (FMC). “Para acelerar a transição verde, a forma como produzimos materiais deve mudar. É importante onde e como os materiais são produzidos e é por isso que iniciativas como o First Suppliers Hub são cruciais para simplificar o acesso a tecnologias e materiais de baixo carbono necessários para permitir a verdadeira descarbonização da sociedade”, afirma Hilde Merete Aasheim, presidente e CEO da Hydro. Para a Hydro, uma iniciativa fundamental para acelerar a transição verde é a sua participação na FMC, que é uma coalizão de empresas que usam seu poder de compra para descarbonizar setores com grandes emissões, que representam 30% das emissões globais, liderada pelo FEM e pelo governo dos EUA. A Hydro anunciou sua primeira parceria FMC com o Grupo Volvo para acelerar a diminuição de emissões no transporte, na COP28, em Dubai. MUDANDO O JOGO NA REUNIÃO ANUAL DO WEF EM DAVOS A Hydro se qualificou como fornecedora de seu produto de alumínio primário com menor teor de carbono, Hydro Reduxa 3.0. A Hydro já produz alumínio primário com uma pegada de carbono inferior a um quarto da média global da indústria de 16,7 kg CO2e/kg de alumínio. Até 2030, a pegada será ainda mais reduzida em 25%. “Estamos entusiasmados por estabelecer um novo padrão para alumínio de baixo carbono. Esse é, no entanto, apenas um dos muitos passos necessários para atingir a meta final do alumínio com zero emissões. Para que a transição verde seja verdadeiramente sustentável, os materiais fundamentais da sociedade também devem ser descarbonizados. A ambição da Hydro é mudar o jogo do alumínio. Faremos isso sendo pioneiros na transição do alumínio verde”, afirma Hilde. O setor de materiais tem uma enorme responsabilidade e um papel importante a desempenhar rumo a uma sociedade com emissões zero. É por isso que, na Reunião Anual do WEF em Davos, em janeiro, a Hydro se envolveu em discussões com tomadores de decisão dos setores público e privado, com foco em: Como reduzir as emissões de materiais para possibilitar a verdadeira descarbonização da sociedade; A importância de aumentar a transparência das emissões de cada material para acelerar a transição verde; O verde vai além das emissões de carbono: como os negócios podem ser uma força motriz para causar um impacto positivo nas comunidades locais, na natureza e no clima. Fonte: Hydro/InPress
- O FUTURO DO PVC: GRAF SYNERGY SL4FF EVO
A última versão da soldadora Graf Synergy SL4FF EVO permite fabricar esquadrias que podem combinar com qualquer ambiente ou estilo de decoração, de acordo com a empresa italiana de máquinas, equipamentos e soluções para fabricação de esquadrias em PVC. “A SL4FF EVO, da Graf Synergy, é a soldadora CNC de 4 cabeças que elimina o cordão de solda dos cantos, resultando em janelas de PVC de qualidade uniforme e estética superior”, afirma a marca. A máquina realiza soldagens com superfícies planas e homogêneas mesmo com perfis que, em vez de reforço metálico, possuem em seu interior produtos não soldáveis como fibra de vidro, alumínio ou outros componentes. TODAS OS OPCIONAIS DA SL4FF EVO A máquina pode ser equipada com: • Cabeças adicionais para perfurar e/ou parafusar travessas; • Diferentes configurações para soldas de diferentes tamanhos em comparação com a máquina padrão (3.200 x 2.800 mm); • Correias de descarga móveis com movimento lateral; • Mesa de resfriamento; • Soldagem em C; • Soldagem de marco de porta tipo U de 3 lados (incluindo soldagem em C); • Opção de soldagem com altura máxima de 180 mm; • Opção de soldagem para perfis de 140 mm de largura; • Aspirador para soldadoras da linha FF; • Versão da máquina que atende aos padrões UL/CSA; • Software para converter arquivos de dados importados; • Monitoramento dos dados de produção: controle de todos os dados dos elementos soldados derivados da otimização e produção manual ao longo do tempo (tempo de troca de calços/gabaritos, monitoramento do tempo de trabalho, monitoramento do tempo de descarga da mesa de resfriamento); • Sistema de controle eletrônico para calços/gabaritos. V-PERFECT A base do projeto é a tecnologia V-Perfect, uma patente que permite trabalhar com perfis de PVC pintados ou revestidos com película e combiná-los com revestimentos acrílicos ou materiais reais como laminados de madeira ou alumínio, sem precisar fazer mais retoques. Permite soldar perfis revestidos com qualquer tipo de película ou lâmina, possibilitando uma redução de tempo e custos. Após a soldagem, não há necessidade de limpezas ou retoques. A soldadora é uma máquina extremamente compacta (a partir de apenas 20 m²), portanto, apenas 1 operador é suficiente. Todas as operações são realizadas de forma automática: fresagem com sistema High Speed , posicionamento nas cotas operacionais, fusão cíclica, compressão e resfriamento e, ao final do processo, liberação dos perfis acabados. A SL4FF EVO também é equipada com um sistema de posicionamento de calços/gabaritos com trava magnética, bem como a possibilidade de regular automaticamente a queima (5 - 6 mm), compensando erros nos ângulos de corte, horizontais e verticais, dentro de uma tolerância de 2 mm, e corrigir automaticamente erros na altura do perfil de até 0,7 mm. Para mais informações, acesse: www.grafsynergy.com Fonte: Graf Synergy
- ELEGÂNCIA E CUSTO-BENEFÍCIO: CONHEÇA A FECHADURA DIGITAL ESPELHADA DA YALE
A Reflecta une estilo e tecnologia, se adequando aos ambientes Com design espelhado, conferindo estilo e sofisticação desde a porta de entrada, a fechadura digital Reflecta é novidade da Yale. O modelo com acesso por senha e alarmes de segurança foi pensado para se adequar a diversos ambientes e diferentes estilos de arquitetura, sem abrir mão da qualidade. A Reflecta possui capacidade para até 30 senhas, conta com modo privacidade, função que torna impossível a abertura da porta do lado de fora com a senha, controle de volume e ainda avisa quando a bateria do dispositivo estiver acabando, mesmo assim, ainda conta com uma bateria de emergência, caso a recarga não tenha sido feita a tempo. O dispositivo ajuda a proteger a residência através de alarme de incêndio, alarme em casos de arrombamento e com um recurso que impede, caso alguém tente forçar o movimento de abertura da porta. Outra vantagem é que pode ser utilizado como uma fechadura auxiliar, em complemento a uma opção com maçaneta. “Com a Reflecta, nós mostramos que a elegância pode caber no bolso, com uma fechadura com acabamento e ótimo custo-benefício. O modelo espelhado é um coringa para a decoração, combina com ambientes clássicos e modernos, agregando sofisticação aos detalhes, tanto que o slogan dessa novidade é: A fechadura digital que tem a sua cara”, explica Eliana Godoy, coordenadora de produto da Yale. Fonte: Yale/Assessoria Trópico Comunicação
- CONSTRUÇÃO: UM SETOR FORTEMENTE EMPREGADOR
O governo deveria buscar outras formas de zerar o déficit sem reonerar a folha O saldo entre admissões e demissões na indústria da construção foi positivo em 2023. O setor gerou 158,9 mil novos empregos, um acréscimo de 6,57% sobre seu contingente de trabalhadores em 2022, segundo o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. Entre as atividades que mais abriram empregos em 2023, a construção ficou em terceiro lugar, atrás de serviços (886,2 mil postos gerados) e do comércio (276,5 mil), e na frente da indústria (127,1 mil) e da agropecuária (34,7 mil). Apesar de o PIB da construção representar 4% do PIB nacional, este setor gerou 10,7% do 1,48 milhão de novos empregos criados no ano passado, no Brasil. Ao final de dezembro, a construção empregava 2,57 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Estes dados reafirmam mais uma vez a importância desta atividade na criação de empregos, papel reconhecido sobretudo na pandemia, quando foi um dos poucos setores econômicos que trabalharam continuamente, com todos os cuidados sanitários. No final de 2023, previa-se que o PIB da construção deveria crescer 2,9% em 2024, o que levaria a um novo aumento do emprego. Entretanto, o governo jogou um balde de água fria no setor, ao baixar a Medida Provisória que reonera a folha de pagamentos da construção e de outras atividades a partir de 1º de abril. Se não for retirada, a MP desestimulará fortemente o emprego deste e de outros setores, além de encarecer os preços das obras. Isso prejudicará o próprio governo federal em suas contratações de obras e em programas como o Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e o de Aceleração do Crescimento (PAC). Zerar o déficit das contas públicas é uma aspiração legítima, mas o governo deveria buscar outras formas de fazê-lo, como racionalizar mais seus gastos. Fonte: Boletim “Entre Aspas”, Ano 4, nº153, de 16 de fevereiro de 2024 — publicação do SindusCon-SP - Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo. www.sindusconsp.com.br
- YACHTHOUSE BY PININFARINA VOLTARÁ A SER O PRÉDIO MAIS ALTO DO BRASIL
A construtora Pasqualotto & GT, responsável pela obra, est á instalando pináculos (elementos decorativos) no topo das duas torres do Yachthouse by Pininfarina, quando estiverem introduzidos, transformarão o prédio no mais alto do Brasil. Com isso, elas devem alcançar 294,1 m, cerca de quatro a mais que o atual edifício mais alto do Brasil, o One Tower, da FG Empreendimentos, também localizado em Balneário Camboriú. A previsão é que as obras sejam concluídas na última semana de fevereiro. Alcino Pasqualotto, sócio da Pasqualotto & GT, afirmou ao portal Página 3 que a altura final, com os pináculos, atendeu às normas da Agência Nacional de Aviação Civil. O limite de altura aprovado foi de 295,6 m. Com isso, as torres ficarão com a seguinte altura, em relação ao meio-fio, até o para-raios: torre 1 - 294,115 m e torre 2 - 294,125 m. “Esse detalhe final arquitetônico em nosso empreendimento já era previsto há muito tempo, porém queríamos ter total segurança na instalação, e fizemos diversos testes e projetos antes de começar a executar”, explicou o empresário ao Página 3. O Edifício Yachthouse, conhecido pelo investimento de Neymar, que comprou ainda na planta uma cobertura avaliada em R$ 60 milhões, já liderou a lista dos gigantes. LISTA ATUAL DOS MAIS ALTOS PRÉDIOS RESIDENCIAIS DO BRASIL One Tower – Balneário Camboriú/SC – 290 m Yachthouse by Pininfarina Tower 1 – Balneário Camboriú/SC – 281 m Yachthouse by Pininfarina Tower 2 – Balneário Camboriú/SC – 281 m Infinity Coast Tower - Balneário Camboriú/SC - 235 m Epic Tower - Balneário Camboriú/SC - 191 m Copenhagen - Balneário Camboriú/SC - 190 m Tour Geneve - João Pessoa/PB - 182 m Kingdom Park Residence - Goiânia/GO - 181 m Millenium Palace - Balneário Camboriú/SC - 177 m New York Apartments - Balneário Camboriú/SC - 176 m Fontes: G1 e Página 3
- INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E PLANEJAMENTO URBANO
O uso da tecnologia como ferramenta para o desenho das cidades A intersecção entre inteligência artificial (IA) e planejamento urbano representa um grande potencial para a criação de cidades mais inteligentes, eficientes e sustentáveis. Trata-se da incorporação de tecnologias inovadoras que podem direcionar a tomada de decisões, otimizar a alocação de recursos, antecipar tendências, envolver os cidadãos, entre muitas outras. Nesse contexto em que se entende a IA como uma ferramenta para o desenvolvimento de diferentes aspectos urbanos, tem surgido uma proliferação de aplicativos, softwares e demais sistemas tecnológicos desenhados para auxiliar no planejamento urbano. DESENHO E MORFOLOGIA URBANA Recentemente, uma equipe de urbanistas e cientistas da Universidade de Tsinghua, na China, criou um sistema de planejamento urbano baseado em IA capaz de superar os urbanistas na criação de projetos. No seu estudo, publicado na revista Nature Computational Science , o grupo relata os fatores que foram utilizados na descrição do plano urbano ideal definido sob o conceito da “cidade de 15 minutos”. Os pesquisadores treinaram o sistema com projetos prévios elaborados por humanos, juntamente com fatores que se acredita serem boas características, como a inclusão de parques, ciclovias e locais de entretenimento. Ao testar o sistema em uma comunidade com quarteirões de malha 3x3, descobriram que os planos desenvolvidos pelo sistema eram tão bons ou até mais bem elaborados do que aqueles criados pelos especialistas, e tudo feito em uma fração de segundos. Nessa mesma linha de pensamento, a empresa de tecnologia sediada em Singapura, Digital Blue Foam (DBF), criou o Urban Insights , uma ferramenta para prototipagem urbana rápida. Ela funciona absorvendo dados de várias fontes abertas e permite que equipes de projeto gerem cenários urbanos e comparem a qualidade de diferentes locais. A DBF colabora com especialistas como Carlos Moreno, o criador do conceito da "cidade de 15 minutos", e instituições como a Bern University of Applied Sciences para garantir uma análise rigorosa e científica dos projetos. Utilizar a prototipagem urbana para estudar diferentes composições e estratégias, como o exemplo citado anteriormente, é – provavelmente – uma das aplicações mais promissoras da IA no planejamento urbano. Nesse sentido, é importante citar a tecnologia dos “gêmeos digitais”. Uma ferramenta de IA que consiste em três componentes principais: visualização, previsão e diagnóstico. Ela oferece uma oportunidade para que as modificações na paisagem urbana sejam simuladas e testadas digitalmente antes de serem postas em prática, podendo prever como as mudanças em uma estrutura podem afetar seu entorno. Em essência, é um método cuidadoso de planejamento urbano, reduzindo a estagnação e garantindo que a cidade continue evoluindo. Na “prática” alguns dos exemplos são a BuildMedia que está desenvolvendo um gêmeo digital de Wellington, Nova Zelândia, assim como a empresa chinesa 51World que criou um gêmeo digital da cidade de Xangai. RESILIÊNCIA E ADAPTAÇÃO CLIMÁTICA A IA também pode ajudar as cidades a responderem aos impactos das alterações climáticas. A modelação preditiva, a avaliação de riscos e os sistemas de alerta precoce alimentados pela IA ajudam a melhorar a resiliência contra eventos climáticos extremos. O Tree Canopy , anunciado pelo Google, por exemplo, é uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para ajudar no planejamento urbano, reduzindo os efeitos das ondas de calor extremas. Ele está disponível dentro do Environmental Insights Explorer do Google e utiliza uma combinação de inteligência artificial com imagens aéreas de cidades. Isto permite que os governos tenham uma visão detalhada da cobertura florestal e planejem melhor onde plantar novas árvores. Além desse aplicativo, vale citar os pesquisadores da IBM que desenvolveram um processo para identificar, mapear e medir com precisão a quantidade de carbono que as árvores em uma determinada zona podem armazenar. O estudo leva em consideração sua espécie, forma geométrica e volume de folhagem. Por exemplo, os pesquisadores puderam medir que as árvores de Manhattan estão retendo 52 mil toneladas de carbono, assim como identificar as características precisas da efetividade de certas espécies e onde certos tipos de árvores seriam mais benéficas, auxiliando na incorporação efetiva da vegetação dentro dos centros urbanos. PLANEJAMENTO DE INFRAESTRUTURA O mapeamento aéreo, assim como visto no exemplo anterior, apresenta informações fundamentais para aprimorar diferentes aspectos urbanos, tornando-se uma ferramenta preciosa para a análise de dados. Nesse sentido, em 2021, o Departamento Nacional de Planejamento (DNP) da Colômbia implementou um projeto piloto pioneiro que concilia o mapeamento aéreo com diagnóstico urbano para enfrentar o desafio dos assentamentos informais no país, o qual revelou que cerca de 85% das áreas identificadas pelos mapas dos algoritmos coincidiam com aquelas verificadas e delimitadas pelos especialistas locais. Esse alto índice de precisão foi suficiente para reconhecer e priorizar as áreas que requerem políticas públicas para a melhoria dos espaços. Por meio dos resultados promissores do projeto inicial, criou-se o software chamado MAIIA (Mapeamento Automatizado de Assentamentos Informais com Inteligência Artificial). O MAIIA faz parte da Open Urban Planning Toolbox , um catálogo de ferramentas digitais de código aberto para o planejamento urbano. O objetivo é facilitar a detecção e mapeamento automatizado de assentamentos informais em diversas localidades, proporcionando soluções eficientes e acessíveis para os desafios habitacionais. ENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE As ferramentas alimentadas por IA podem facilitar a comunicação entre os urbanistas e a comunidade. As aplicações de realidade virtual (VR) ou realidade aumentada (AR) podem ajudar os residentes a visualizar as mudanças propostas e fornecer feedback, promovendo um processo de planejamento mais participativo. Com isso, vale citar as diferentes iniciativas que usam IA para aperfeiçoar o monitoramento e análise de dados, oferecendo, por exemplo, auxílio em questões relacionadas à mobilidade como gerenciamento inteligente do tráfego, controle de semáforos ou monitoramento de câmeras. Há ainda aquelas que, utilizando também os dados alimentados pelos usuários, determinam rotas seguras e monitoram espaços públicos em busca de potenciais ameaças à segurança dos transeuntes. Nesse sentido, existem aplicativos focados na segurança urbana das mulheres que, por meio da inteligência artificial, recebem informações das próprias usuárias e sinalizam se determinada rota é considerada segura ou não. Entre tantas nuances, entende-se que o planejamento urbano é um campo complexo e em constante mudança que requer uma consideração cuidadosa de vários fatores. Recentemente, o uso da inteligência artificial (IA) tem ganhado atenção como uma solução potencial para estes desafios. No entanto, vários obstáculos precisam de ser ultrapassados antes que a IA possa ser totalmente integrada ao planeamento urbano. Um grande desafio é a falta de dados. Para aplicar eficazmente a IA ao planejamento urbano, são necessários dados precisos e abrangentes sobre vários aspectos, como a densidade populacional, o fluxo de tráfego e a utilização do solo. Porém, a obtenção desses dados pode muitas vezes ser difícil devido a questões de privacidade ou a conjuntos de dados incompletos. Mas, ao mesmo tempo em que IA lida com entraves relacionados à falta de dados, muito se tem discutido sobre o papel do cidadão, ou do “vendedor de dados não remunerado”, questionando um momento no qual contribuímos voluntariamente com informações para uma base de dados urbana que, muitas vezes, é monetizada por empresas privadas. De qualquer forma, entre acertos e contradições, não se pode negar que o potencial de contribuição da IA aliada ao planejamento urbano é enorme e deve ser cada vez mais explorado, desde que entenda a importância da colaboração de urbanistas, políticos, tecnológicos e da comunidade para garantir que as soluções de IA sejam implementadas de forma responsável e inclusiva. Fonte: Arch Daily
- MERCADO DE ESQUADRIAS: OCEANO VERMELHO OU AZUL
*Por Rivonio Cordeiro Ao receber o convite para escrever este artigo, fiquei procurando o melhor tema. Por ser o primeiro dos muitos que virão nos próximos meses, teria que ser algo que impactasse os leitores. Foi uma escolha difícil, mas depois concluí que seria interessante falar de um problema polêmico e muito antigo do nosso setor: “A guerra de preços” e a sua consequência direta, navegar em um “Oceano Vermelho”, em referência ao livro “ A estratégia do oceano azul: Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante”, dos professores W. Chan Kim e Renée Mauborgne . Para abordar a questão dos preços praticados na fabricação de esquadrias de alumínio e vidro no Brasil, é essencial iniciar destacando o contexto em que essa problemática se insere. A desvalorização do trabalho dos serralheiros e a guerra de preços acirrada evidenciam um mercado imerso em um "oceano vermelho", onde a competição, baseada exclusivamente em preços baixos, não apenas compromete a sustentabilidade dos negócios, mas também a qualidade do produto. Esta dinâmica cria um ciclo vicioso, no qual os preços praticados por alguns profissionais são tão baixos que mal cobrem os custos dos materiais, impactando negativamente toda a cadeia produtiva. Talvez a falta de iniciativas concretas por parte dos personagens que compõem o nosso setor (projetistas, sistemistas, distribuidores, entidades de classe e serralheiros) frente a esse cenário agravem a situação, perpetuando um problema que persiste há anos e tende a piorar. A urgência de reverter este cenário nos leva a discutir soluções que possam não apenas mitigar os efeitos dessa guerra de preços, mas também reposicionar o mercado em um caminho mais sustentável e valorizado. Abaixo cito alguns pontos que julgo importantíssimos para iniciar uma boa discussão sobre o tema. Educação e Disseminação do Conhecimento: É fundamental promover a educação sobre alguns temas importantes, tais como a precificação adequada e gestão eficiente. A disseminação de conhecimento sobre como precificar produtos de maneira justa e sustentável pode ajudar a elevar os padrões do mercado, afastando-o da competição predatória baseada em preços insustentáveis. Capacitação Técnica: Investir na capacitação técnica dos colaboradores é essencial para aumentar a eficiência e a qualidade das esquadrias produzidas. Profissionais mais capacitados e eficazes contribuem para a redução de custos operacionais e melhoram a competitividade baseada em valor, e não apenas em preço. O problema é que no Brasil hoje existem poucas escolas com cursos técnicos para tal capacitação. As poucas ações não têm o apoio maior dos próprios serralheiros e, de maneira geral, do mercado. Comunicação com o Mercado: Campanhas publicitárias com divulgação em massa, feiras e revistas especializadas, workshops, webinars, palestras, cursos, entre outras ações de fácil execução para dar início à percepção de valor pelo cliente. E aqui quero enfatizar a importância da Revista CONTRAMARCO, que há anos segue lutando pela divulgação do mercado de esquadrias. Além das recentes edições do FÓRUM CONTRAMARCO, que estão acontecendo no país inteiro, e a nossa tradicional FESQUA! Mas tenho percebido que todas as ações acima listadas são quase sempre direcionadas apenas aos envolvidos diretamente no setor, mas deveriam também ser direcionadas aos que estão do outro lado da cadeia, os clientes. A comunicação eficaz com os diferentes atores do mercado (arquitetos, engenheiros, construtoras e cliente finais) pode ajudar a reeducar o segmento sobre a importância e o valor agregado das esquadrias de qualidade. Campanhas informativas podem destacar os riscos de escolher produtos exclusivamente pelo preço, incentivando uma avaliação mais abrangente, que considere qualidade, durabilidade e eficiência. Fomento ao Associativismo: Encorajar o associativismo entre os fabricantes de esquadrias é crucial para superar a fragmentação e a competitividade predatória. Através da colaboração e do compartilhamento de boas práticas, é possível estabelecer padrões de qualidade, promover a inovação e criar um mercado mais equilibrado e sustentável. Destaco aqui a importância da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal) neste cenário. Acredito que a entidade poderia fomentar o associativismo direto, onde todos os agentes do mercado teriam acesso a tais informações, pois assim a diferenciação se daria não por certas informações técnicas, que são inerentes a todos, mas outras características, como a qualidade do atendimento, a inovação, e a eficácia seriam destacadas particularmente em cada obra executada. Enfatizo que a mudança necessária para sair do “oceano vermelho” e entrar em um “oceano azul” — onde a inovação e a diferenciação são valorizadas — requer ação conjunta e comprometida de todos os envolvidos. A transição para um mercado onde a capacidade, a produtividade e a qualidade do atendimento são os principais diferenciadores pode transformar radicalmente a indústria de esquadrias no Brasil, beneficiando todos os agentes da cadeia do nosso setor e, sobretudo, os consumidores finais. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- PERFIL ALUMÍNIO DO BRASIL REALIZA OBRAS DE INSTALAÇÃO DA SEGUNDA EXTRUSORA E MELHORIAS NA UNIDADE DE VIANA (ES)
“Teremos uma extrusora P20, com capacidade de 2.050 toneladas métricas (850 t/mês), um aumento de produção em torno de 120%”, diz Eduardo Rinaldi, gerente industrial Com área total de 230 mil m² e área construída de 35 mil m², a unidade está em obras. Vista aérea e perspectiva ilustrada do projeto/Divulgação: Perfil Alumínio do Brasil A Perfil Alumínio do Brasil está expandindo e fortalecendo suas operações com um investimento de mais de R$ 120 milhões nas obras da segunda linha de extrusão e melhorias, na unidade de Viana (ES). A extrusora, pintora e distribuidora está aumentando sua capacidade de produção e criando oportunidades de emprego para mais de 70 pessoas após a conclusão das obras de expansão, segundo Eduardo Rinaldi, gerente industrial. Em uma área total de 230 mil m² e área construída de 35 mil m², a unidade de Viana é responsável pelos processos industriais da empresa e engloba extrusão, pintura e distribuição. “Hoje, temos um extrusora P18, com capacidade de 1.723 t métricas (700 t/mês). Com o término das obras de expansão, teremos também uma extrusora P20, com capacidade de 2.050 toneladas métricas (850 t/mês), um aumento em torno de 120%”, afirma Rinaldi. O início das atividades está previsto para o final de março de 2024. Além da extrusão, a empresa possui a linha de pintura vertical, maior planta em capacidade produtiva e a mais avançada em tecnologia da América Latina, conforme o profissional. “Com capacidade para 1.800 t/mês, atendemos às normas internacionais e nacionais com uma rigorosa gestão de qualidade dos produtos com pinturas disponíveis nas classes 1 e 2”. De acordo com o gerente industrial, além das obras relacionadas à instalação da segunda linha de extrusão, estão acontecendo outras melhorias na unidade de Viana, tais como: verticalização do estoque com sistema cantilever de 10 m de altura, aumentando significativamente o estoque de perfis; compra de duas empilhadeiras multidirecionais alemãs; aumento do galpão de armazenagem e logística; nova área para armazenamento de tarugos; novo pátio para caminhões; novo laboratório, com aumento de três vezes da área atual; e aumento do refeitório, vestiários e área de vivência. Outro passo que a Perfil Alumínio do Brasil está dando é rumo à modernização e otimização de suas operações com a implantação do System Applications and Products in Data Processing ( SAP), um dos sistemas de gestão empresarial mais renomados do mundo. “Com um investimento de R$ 10,9 milhões, a iniciativa representa um compromisso sério da empresa com a eficiência, a integração e a melhoria contínua de seus processos”, analisa Rinaldi. A implantação do SAP abrangerá a integração do Sistema de Planejamento de Recursos Empresariais (ERP), proporcionando uma plataforma unificada para gerenciar e coordenar todas as funções e atividades empresariais. Isso inclui áreas como finanças, contabilidade, gestão de materiais, vendas, produção e recursos humanos, entre outras, segundo Rinaldi. “A implantação do SAP está programada para acontecer ao longo de 2024 e espera-se que seja um processo complexo, mas fundamental para o futuro da empresa. Com esse investimento significativo, a Perfil Alumínio do Brasil está se posicionando para enfrentar os desafios do mercado com confiança, eficiência e inovação, consolidando ainda mais sua posição como líder do setor de alumínio”, comenta. Para o profissional, a expansão não apenas representa um compromisso com o crescimento contínuo da empresa, mas também traz consigo impactos positivos significativos para a região e economia local, por isso, a inauguração da nova extrusora é aguardada com grande expectativa tanto dentro da empresa quanto no mercado em geral. “Em resumo, a inauguração será um marco para a história da empresa. Poderemos atender ainda melhor nossos clientes e novos mercados. Sinto muito orgulho em liderar este projeto e poder levar a marca a alcançar voos ainda maiores”, destaca Rinaldi. “Com certeza, nosso fundador Sr. Geraldo Casasco, que infelizmente não está mais presente entre nós, ficaria muito feliz com tudo que está acontecendo. Minha eterna homenagem a esse grande visionário, homem e amigo”, conclui. Fonte: Perfil Alumínio do Brasil
- VIDROS DA GUARDIAN GLASS COMPÕEM A FACHADA DO FARIA LIMA 3500
Considerado um empreendimento “triple A” e o mais caro na história do Brasil, é revestido com vidros Guardian SunGuard High Performance (HP) AG43 on Clear Com uma arquitetura singular, em forma de prisma que lembra um diamante lapidado, o Faria Lima 3500 alcançou um recorde histórico no mercado imobiliário brasileiro ao ser adquirido por aproximadamente R$1,5 bilhão. Sede do Itaú Unibanco, o empreendimento possui fachadas com um design arrojado, inclinadas em ângulos de aproximadamente 75 graus e totalmente revestidas com vidros Guardian SunGuard High Performance (HP) AG43 on Clear. Neste projeto, inaugurado em 2012 e que abriga escritórios no coração de um dos centros financeiros de São Paulo, na Avenida Faria Lima, foram utilizados aproximadamente 10.000 m² de vidro que oferece uma combinação entre estética moderna, eficiência energética, conforto térmico e lumínico. Kristina Wu, gerente técnica comercial da Guardian Glass, explica que o vidro utilizado no Faria Lima 3500 permite a entrada de luz natural e ajuda a minimizar o ganho de calor nos ambientes internos. “Como consequência, temos ambientes mais claros, mais frescos e a redução do uso do ar-condicionado”, diz. Ela ressalta que é um projeto que incorpora uma estética visualmente agradável, aliada à especificação correta dos vidros na fachada, o que contribuiu para que o empreendimento permaneça moderno e se torne atemporal, estabelecendo uma base sólida para valorização contínua ao longo do tempo. Fatores como isolamento térmico, controle solar e eficiência energética, resultam em benefícios no longo prazo. “A escolha adequada dos vidros não só agrega beleza arquitetônica, mas também desempenha um papel crucial na eficiência energética, conforto e durabilidade do edifício”, afirma. A eficiência energética, por exemplo, além de contribuir para reduzir os custos operacionais ao longo do tempo, também atende às crescentes demandas por responsabilidade ambiental, aumentando a atratividade do empreendimento em um mercado cada vez mais consciente. Com uma composição laminada na espessura de 12mm, o vidro oferece transmissão luminosa de 33%, reflexão externa de 30%, fator solar de 30% e coeficiente de sombreamento de 0,34. A construção possui ainda certificação LEED Core & Shell nível Gold, bem como nível LEED EB O&M Platinum e LEED for Commercial Interior Gold. FICHA TÉCNICA FARIA LIMA 3500 Área Construída: 45.895 m² Inclinação das fachadas: 75 graus com a horizontal Construtora: Hochtief Escritório de arquitetura: KOM Arquitetura Processador do vidro: Glassec Viracon Consultoria LEED: CTE Consultoria de Esquadrias: Crescêncio Engenharia Fabricante de Esquadrias: Artalum Fonte: Guardian Glass/GPCOM Comunicação Corporativa
- INOX-PAR: COMO USAR UM PARAFUSO AUTOBROCANTE
De acordo com a marca, o parafuso autobrocante é uma referência quando se pensa em fixação prática e versátil para diversas aplicações Um parafuso autobrocante é um tipo de fixador que permite a fixação de uma peça em uma única operação, sem a necessidade de pré-perfuração. Ele possui uma ponta com geometria de uma broca, que perfura o material e cria uma rosca no mesmo movimento. Isso torna a instalação mais rápida e fácil, além de reduzir o risco de rachaduras ou danos ao material, explica a fabricante de fixadores Inox-Par. COMO USAR PARAFUSO AUTO BROCANTE Para utilizar parafusos autobrocantes, o primeiro passo é escolher o parafuso adequado para cada projeto, levando em consideração o tipo de material que será fixado, o tamanho necessário e o tipo de cabeça do parafuso, que pode variar de acordo com a aplicação. Ao contrário do parafuso auto atarraxante, com o parafuso autobrocante não é necessário realizar um pré-furo onde ele será fixado, pois este parafuso já conta com uma rosca própria para “agarrar” e se fixar no material, proporcionando uma fixação segura, valendo-se apenas de uma parafusadeira comum. À medida que o parafuso é apertado, ele aprofunda sua própria rosca no material, proporcionando uma fixação segura. Sua capacidade de penetrar o material sem a necessidade de pré-furação torna o processo de fixação mais eficiente, economizando tempo e esforço. No entanto, a escolha do parafuso autobrocante correto e o uso adequado de ferramentas de aperto são essenciais para garantir uma fixação segura e durável. Além disso, é importante tomar cuidado para não apertar o parafuso auto brocante excessivamente, o que poderia danificar o material ou o próprio fixador. ONDE É USADO PARAFUSO AUTO BROCANTE? Os parafusos autobrocantes são frequentemente utilizados em aplicações de montagem de peças de metal, madeira e plástico, sendo uma escolha popular em projetos de construção, marcenaria e montagem de móveis. Devido a sua conveniência e eficácia na fixação de diferentes tipos de materiais, os parafusos auto brocantes são particularmente populares na indústria da construção, onde são empregados na montagem de estruturas metálicas, fixação de drywall, instalação de painéis e chapas metálicas, bem como em projetos de carpintaria, como na montagem de móveis, instalação de decks de madeira e construção de estruturas de madeira. Também são excelentes opções para uso em esquadrias de alumínio e forros de PVC nos projetos de construção civil. Além disso, os parafusos autobrocantes também são comuns na indústria eletrônica, onde são empregados na montagem de componentes e na fixação de painéis e caixas de equipamentos, assim como em projetos de fixação doméstica, sendo ideais para a montagem de prateleiras, suportes de TV, instalação de trilhos, etc. Em resumo, a versatilidade dos parafusos autobrocantes os torna uma escolha popular em uma ampla gama de aplicações, proporcionando uma fixação segura e eficiente. Para mais informações, acesse: www.inoxpar.com.br Fonte: Inox-Par














