top of page

BUSCAR

Search this site

Resultados encontrados para busca vazia

  • O que muda entre persiana integrada manual e automatizada?

    A possibilidade de controlar a entrada de luz e garantir mais conforto aos ambientes tem impulsionado a adoção de janelas com persianas. Entre as opções disponíveis no mercado, a escolha entre persianas manuais e automatizadas costuma gerar dúvidas, principalmente em relação à praticidade, infraestrutura necessária e durabilidade do sistema. Acionamento e conforto A principal diferença entre os dois modelos está na forma de acionamento. As persianas manuais utilizam cordões, fitas ou hastes para realizar a abertura e o fechamento, exigindo que o usuário se desloque até a janela e faça o movimento manualmente. Já as versões automatizadas contam com motores tubulares que permitem o acionamento por controle remoto, interruptores de parede, aplicativos para celulares e até assistentes de voz. Diferenças na instalação As persianas manuais não exigem alimentação elétrica, o que torna sua implementação mais simples, especialmente em reformas e projetos já concluídos. As automatizadas, por sua vez, em projetos que incluem automação residencial, é recomendado prever espaço para a instalação de módulos de comunicação, como Wi-Fi ou Zigbee, facilitando a integração com sistemas inteligentes. Durabilidade e funcionamento A forma de operação também influencia na vida útil do produto. Nas persianas manuais, o uso frequente dos cordões e mecanismos pode provocar desgaste gradual dos componentes ao longo do tempo. Nas versões motorizadas, o movimento ocorre de forma constante e controlada pelo motor, reduzindo o impacto sobre lâminas e demais peças. Segurança As persianas automatizadas oferecem ainda recursos adicionais relacionados à segurança. Alguns modelos permitem programar horários de abertura e fechamento ou realizar o controle remoto mesmo quando os moradores estão ausentes. Fontes: infinixacustica.com.br ; quatriautomacao.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Primeira inteligência artificial especializada em esquadrias do Brasil

    Plataforma pioneira criada para conectar fabricantes, arquitetos, engenheiros, construtores e clientes será pré-lançada em 18 de agosto, às 19h, com live no YouTube. O setor de esquadrias está prestes a viver uma transformação há muito desejada com o lançamento da esquadr.IA, a primeira inteligência artificial especializada em esquadrias do país. Desenvolvida para oferecer conhecimento técnico, esclarecimento de normas e sabedoria prática dos maiores especialistas de maneira rápida, confiável e acessível, a plataforma apoia profissionais de toda a cadeia produtiva na tomada de decisões mais precisas, seguras e eficientes, estabelecendo um novo padrão de excelência no mercado. O pré-lançamento acontece em 18 de agosto, às 19h, no auditório da Faculdade INBEC, em Fortaleza (CE), com transmissão ao vivo pelo YouTube e cobertura no Instagram. A apresentação nacional da plataforma será realizada de 9 a 12 de setembro, no espaço da esquadr.IA na FESQUA 2026, principal feira de esquadrias da América Latina, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). Mais do que um chatbot capaz de gerar respostas precisas, contextualizadas e aplicáveis ao dia a dia profissional, superando o desempenho de IAs de uso geral, a esquadr.IA desponta como um poderoso elo da cadeia de esquadrias, conectando fabricantes, arquitetos, engenheiros, construtores e clientes em busca das melhores informações para projetos e soluções inovadoras. O objetivo é criar um movimento transformador que levará o setor a um novo patamar de precisão, autoridade e agilidade, ajudando a criar tendências que redefinirão o que é possível na construção civil brasileira. A iniciativa conta com apoio de importantes entidades, empresas e lideranças da área, incluindo Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (AFEAL), Associação Brasileira de Indústrias de Esquadrias (ABIE), Faculdade INBEC, Revista Contramarco, ITEC Quali e ITEC Lab. São parceiros que reconhecem o potencial da tecnologia para democratizar o acesso a informações técnicas que hoje ainda estão concentradas em poucos especialistas, muitas vezes longe do alcance de quem mais precisa — especialmente pequenos fabricantes e serralheiros. “O setor de esquadrias acumulou durante décadas um conhecimento técnico valioso, mas nem sempre acessível. Queremos mudar a maneira como o saber técnico circula no setor de esquadrias, colocando o conhecimento ao alcance de todos os profissionais da cadeia para construir um ecossistema mais forte, profissional, responsável e inovador”, afirma Rivonio Cordeiro, CEO da esquadr.IA, que desenvolveu o projeto ao lado de Flavio Moreira, Doutor em Ciência da Computação e consultor especialista em IA e Ciência de Dados, e Roberto Evaristo, Doutor e Ph.D pela Univesity of Minesota, responsável pela estratégia de negócios da empresa. Interessados já podem acessar a página esquadr-ia-web-staging.onrender.com para realizar um pré-cadastro para futura assinatura. A esquadr.IA disponibilizará o uso grátis da plataforma limitada e três tipos de assinaturas, de acordo com a categoria de uso e usuário. As informações sobre níveis de acessos por categorias serão divulgadas em breve. Novidades sobre o desenvolvimento e o lançamento da plataforma também estão no perfil @esquadr.IA do Instagram. Fonte: Rivonio Cordeiro, CEO da esquadr.IA

  • Sistema Unnion combina desempenho técnico e produtividade para obras residenciais

    Desenvolvido pela Perfil Alumínio, o sistema Unnion foi projetado para atender às demandas de obras verticais residenciais, reunindo características voltadas ao desempenho, à racionalização industrial e ao aproveitamento de material. Com bitola de 20 milímetros, o sistema se destaca pela proposta de equilibrar economia, produtividade e desempenho técnico em aplicações residenciais. Entre os diferenciais apontados pela fabricante estão a estanqueidade à água e o isolamento acústico. Segundo a empresa, a proposta foi criar uma solução alinhada às exigências construtivas do segmento residencial vertical, mantendo competitividade industrial e versatilidade de aplicação. Produtividade e tipologias Outro destaque do sistema está relacionado à produtividade fabril. O Unnion possui opções de montagem a 90° e utiliza uma quantidade reduzida de perfis, características que contribuem para maior padronização produtiva e melhor aproveitamento de material. A linha contempla diferentes tipologias de esquadrias, incluindo portas e janelas, atendendo às necessidades de projetos residenciais de médio porte e construções em larga escala. Para mais informações: perfilaluminio.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Vidro low-e: o que é e como funciona?

    A busca por soluções que promovam eficiência energética e conforto térmico tem impulsionado o uso de tecnologias avançadas na construção civil. Entre elas está o vidro Low-E, também conhecido como vidro de baixa emissividade, um material desenvolvido para reduzir a transferência de calor entre ambientes sem comprometer a entrada de luz natural. O termo Low-E vem da expressão em inglês “low emissivity” (baixa emissividade), que se refere à capacidade reduzida do vidro de emitir ou irradiar o calor absorvido. Para alcançar esse desempenho, o material recebe em uma de suas faces um revestimento microscópico composto por metais e óxidos metálicos, aplicado por processos industriais específicos. Como funciona o vidro Low-E? O revestimento metálico aplicado ao vidro atua refletindo a radiação infravermelha. Dependendo da tecnologia utilizada, o produto pode impedir que o calor externo penetre nos ambientes durante períodos mais quentes ou ajudar a segurar o calor interno em regiões de clima frio. Outra característica importante é a alta transparência. Diferentemente de alguns vidros de controle solar que apresentam efeito espelhado mais intenso, o Low-E favorece o aproveitamento da iluminação natural. Tipos de vidro Low-E Os vidros de baixa emissividade podem ser classificados em diferentes categorias de acordo com sua aplicação principal. O Low-E de controle solar é o mais indicado para países de clima tropical, como o Brasil. Já o Low-E passivo é mais utilizado em regiões de inverno rigoroso. Aplicações na construção civil Entre as aplicações mais comuns estão fachadas, janelas, portas, sacadas, coberturas e fechamentos envidraçados de edifícios residenciais e corporativos. O material também é utilizado em construções que buscam certificações ambientais, em razão de sua contribuição para a redução do consumo energético. Fontes: pkodobrasil.com.br ; agcbrasil.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Cremoneira combina pantógrafo e furadeira múltipla para usinagem de esquadrias

    A Cortesa oferece a CR-1, uma cremoneira desenvolvida para a usinagem de encaixes em perfis destinados à fabricação de esquadrias. O equipamento combina as funções de pantógrafo e furadeira múltipla, sendo indicado para a instalação de fechaduras do tipo cremona. De acordo com a empresa, entre os recursos da máquina estão rolamentos lineares em todos os sentidos de movimento, sistema de travamento automático do movimento vertical e diversos batentes de ajuste para controle dos cursos de usinagem e furação. Características técnicas Segundo a Cortesa, a CR-1 reúne diferentes sistemas de ajuste e posicionamento que contribuem para a precisão dos cortes e furações. O equipamento conta com dispositivos que auxiliam no controle dos movimentos da ferramenta, além de batentes reguláveis para adequar o trabalho a diferentes necessidades de produção. A máquina também possui sistema de fixação pneumática para manter os perfis estáveis durante a usinagem e um braço copiador que permite reproduzir com precisão os encaixes necessários para a instalação de fechaduras tipo cremona. Para mais informações: cortesa.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Foco no vidro: Vidros de controle solar: o retorno do investimento importa?

    *Por Fernando Simon Westphal – engenheiro civil, professor e pesquisador na UFSC, e atua como consultor técnico da Abividro. Há quase duas décadas venho prestando suporte técnico aos fabricantes de vidro plano para explorar a aplicação adequada do material nas edificações. Desde o início dessa jornada o principal questionamento dos representantes das usinas foi: qual o retorno do investimento em vidros de controle solar? Já fizemos diversos cálculos e simulações energéticas para todo o tipo de edificação, padrão de ocupação (comercial, residencial, 24 horas) e climas brasileiros. Recentemente, para a pesquisa no desenvolvimento da norma de desempenho para edificações não residenciais, rodamos mais de 100 mil simulações avaliando a variação do consumo de energia em climatização em função do tipo de vidro, orientação solar da fachada, área de janela e climas brasileiros. Quatro anos De modo geral, posso afirmar categoricamente: o investimento num vidro de controle solar se paga em torno de quatro anos com a economia na conta de energia, pela redução da carga sobre o ar-condicionado. Mas é claro que na engenharia, afirmativas genéricas assim não se sustentam diante de um público mais questionador. Eu mesmo, quando era pressionado para “chutar” um valor, eu dizia que era “difícil generalizar, porque cada projeto é um caso, e tudo depende de diversos fatores”. Hoje, consigo tirar uma média. Os quatro anos de payback (retorno do investimento) são alcançados com um bom vidro, de baixo custo, com alta reflexão, quando comparado ao incolor comum em uma edificação com uso de ar-condicionado durante o dia. Isso vai acontecer em qualquer clima brasileiro, porque temos verões severos em todo o território. Nas regiões mais quentes, minha estimativa está a favor da segurança, pois o período de retorno ocorrerá em dois anos. Esse número é surpreendente, porque poucas estratégias de eficiência energética têm um retorno assim tão curto. Mas mesmo com esse cenário promissor, eu raramente (para não dizer “nunca”) encontrei um cliente que estivesse de fato buscando o retorno do investimento. Estética e preço-alvo Após apresentar os números, es mar o consumo de energia em ar condicionado com vidro incolor versus diferentes opções de controle solar, falar em payback simples, corrigido, Taxa Interna de Retorno, o cliente acaba optando por aquele vidro que atende à estética e ao preço-alvo. Quando se trata de um edifício com certificação LEED, a questão é “o vidro me garante a certificação?”. Então, por mais que nos esforcemos para destrinchar os benefícios econômicos de vidros de alto desempenho, na minha opinião, o consumidor brasileiro não se importa com isso. E não sei se isso é importante também em outros países. São raros os artigos científicos que tratam do assunto e poucos são os catálogos dos fabricantes que apresentam dados de retorno financeiro. A maioria destaca aspectos estéticos diferenciados de novas linhas de controle solar, baixa reflexão e tonalidades de cor. Mas quando se trata de desempenho, aparecem expressões genéricas, como “alta eficiência”, “maior transmissão de luz”, “maior bloqueio de calor”, “maior isolamento térmico”, sem maiores detalhes. Detalhes esses que venho me descabelando para estudar, quantificar, ilustrar e comprovar há quase 20 anos. Nos empreendimentos buscando certificação LEED, toda a consultoria na definição do vidro é guiada pelo aspecto estético e atendimento à pontuação desejada para alcançar o selo. De forma indireta, o alto desempenho é alcançado pelos requisitos estabelecidos na certificação. Por isso destaco a importância dessas ferramentas. Sem elas, estaríamos entregando peles de vidro incolor laminado 4+4 *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • Persianas internas motorizadas ampliam conforto, automação e personalização dos ambientes

    A automação residencial tem ganhado espaço em diferentes áreas da casa, incluindo o controle de persianas internas. Entre as soluções disponíveis no mercado, a Somfy oferece sistemas motorizados desenvolvidos para proporcionar mais praticidade, conforto e personalização dos ambientes, permitindo o acionamento das persianas por meio de controles remotos, tablets e smartphones. Os sistemas contam com motores desenvolvidos para atender diferentes soluções de proteção solar e aberturas. As soluções podem ser aplicadas em projetos residenciais e corporativos, oferecendo acionamento por controle remoto, integração com sistemas de automação e conectividade para uma gestão mais simples da entrada de luz natural nos ambientes. Controle automatizado e mais praticidade Uma das principais vantagens da motorização é a possibilidade de controlar as persianas de forma remota. Com poucos comandos, o usuário pode abrir, fechar ou ajustar a entrada de luz natural sem a necessidade de acionamento manual. A tecnologia também permite a integração das persianas a sistemas de automação residencial, ampliando as possibilidades de controle e programação. Funcionamento silencioso Segundo a Somfy, os motores para soluções de proteção solar e aberturas são desenvolvidos para oferecer operação discreta e confortável, contribuindo para ambientes mais silenciosos e agradáveis, especialmente em residências, escritórios e espaços destinados ao descanso. Eficiência energética Outro recurso disponível é a integração com sensores solares. Nesses casos, as persianas podem ajustar automaticamente sua posição de acordo com a incidência de luz natural, ajudando a otimizar o uso da iluminação artificial. Para mais informações: somfy.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Máquina reúne automação e precisão no processamento de perfis de alumínio

    A QUADRA L3, desenvolvida pela Emmegi, é um centro de usinagem CNC de 20 eixos voltado para operações de fresagem, furação e corte em perfis de alumínio e ligas leves. O equipamento integra diferentes processos em uma única linha automatizada. O sistema conta com armazém automático e alimentação por impulso para extrudados de até 7.500mm. A movimentação da pinça realiza o bloqueio e a translação dos perfis, enquanto a automação sincroniza o carregamento das barras subsequentes ao longo da operação. Módulos de usinagem Na estrutura central da máquina estão reunidos os módulos de fresagem, corte e furação. O módulo de fresagem em quatro eixos CNC pode operar simultaneamente com até seis eletromandris de alta frequência. O módulo principal de corte utiliza uma lâmina circular com movimento descendente em três eixos CNC, possibilitando cortes em diferentes ângulos. Já o módulo horizontal conta com lâmina e avanço horizontal automatizado, indicado para perfis de maiores dimensões e cortes especiais. Para mais informações: emmegi.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Contramarco participa de visita técnica à fábrica da AGC Vidros do Brasil

    No dia 11 de junho, a AFEAL realizou uma visita técnica à unidade da AGC, fabricante de vidros para a construção civil. A ação reuniu cerca de 30 profissionais do setor, que tiveram a oportunidade de conhecer processos relacionados à fabricação, beneficiamento e controle de qualidade dos produtos. Conhecendo de perto os processos da AGC Durante a programação, os participantes acompanharam diferentes etapas da produção e receberam informações técnicas sobre aplicações do vidro na construção civil. Entre os temas apresentados estiveram soluções voltadas à eficiência energética, ao conforto térmico e ao desempenho das edificações. Segundo a AFEAL, a iniciativa teve como objetivo promover a atualização técnica dos profissionais e estimular a troca de conhecimento entre empresas e integrantes da cadeia produtiva do setor. A visita integra o calendário de atividades promovidas pela entidade, que inclui ações de capacitação, eventos e encontros voltados ao mercado de esquadrias e fachadas. Para mais informações: agcbrasil.com ; afeal.com.br

  • Com a palavra: Como melhorar o conforto térmico no interior de uma edificação?

    * Por Luis Claudio Viesti, diretor executivo da LM Viesti – Assessoria e Treinamentos, consultor de esquadrias, consultor técnico da Afeal, técnico em edificações pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e designer industrial pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Exemplo de Brise-soleil O sombreamento de fachadas é uma estratégia bioclimática essencial na arquitetura para bloquear a radiação solar direta, antes que ela atinja o envelope ou o interior de uma edificação. Em países de clima quente como o Brasil, o uso correto de dispositivos de controle solar melhora significativamente o conforto térmico. Essa técnica também gera uma drástica redução no consumo de energia elétrica, diminuindo a dependência de sistemas de ar-condicionado. Principais dispositivos de sombreamento (sombreadores) • Brise-soleils (ou quebra-sóis): Elementos em lâminas que podem ser instalados de forma fixa ou móvel. • Beirais e Marquises: Prolongamentos da cobertura ou lajes horizontais ideais para proteger as superfícies superiores. • Muxarabis e Cobogós: Elementos vazados tradicionais que barram o sol direto, permitindo a passagem de luz difusa e ventilação natural. • Varandas e Terraços: Recuos na fachada que criam zonas de transição e sombreamento profundo para as aberturas. • Telas e Malhas Metálicas: Elementos tensionados de alta eficiência que filtram a luz sem bloquear totalmente a visibilidade externa. Orientação solar e estratégia de projeto As soluções de proteção solar devem ser desenhadas com base na carta solar específica de cada região geográfica: 1. Fachada Norte: Recebe sol alto durante a maior parte do dia. Responde melhor a protetores horizontais (como marquises e beirais) que barram os raios verticais de verão, permitindo o sol baixo de inverno. 2. Fachadas Leste e Oeste: Recebem sol baixo pela manhã e à tarde, respectivamente. A fachada Oeste é criticamente mais quente. Exigem protetores verticais ou móveis, fundamentais para conter raios solares quase horizontais. 3. Fachada Sul: Praticamente não recebe insolação direta no Hemisfério Sul, dispensando grandes dispositivos de sombreamento. Soluções sustentáveis e inovações • Fachadas Verdes: O uso de jardins verticais e vegetação em que predominam arbustos nas superfícies contribui para absorver a radiação solar, reduzindo o fluxo de calor para o interior do edifício. • Fachadas Adaptativas: Sistemas automatizados que movimentam os brises ao longo do dia por meio de sensores conectados, acompanham a trajetória exata do Sol ajudando no sombreamento e conforto térmico. Exemplo de muxarabi Algumas soluções utilizadas em nossos projetos -1- O brise-soleil (ou apenas brise) é um elemento arquitetônico funcional e estético composto por lâminas, utilizado para barrar a radiação solar direta antes que ela atinja o vidro na fachada, reduzindo o calor interno sem bloquear a ventilação e a iluminação natural. Um ponto importante é a orientação das lâminas. Os brises horizontais sõa indicados para fachadas Norte (no hemisfério Sul), onde o Sol atinge uma posição mais alta durante o dia. Já os brises verticais são ideais para fachadas Leste e Oeste, pois protegem contra o Sol oblíquo e mais baixo do início da manhã e fim da tarde. Principais materiais para a produção de brises: madeira (oferece excelente conforto visual e toque rústico acolhedor, mas necessita de manutenção periódica contra intempéries); alumínio (destaca-se pela leveza, alta durabilidade e baixa manutenção, com opções modernas que imitam o visual da madeira); e concreto (solução robusta e integrada à estrutura, amplamente consagrada na arquitetura modernista brasileira). Mecanismo de funcionamento dos brises: fixos (as lâminas permanecem em ângulo estático, calculado previamente de acordo com a geometria da insolação local); e móveis ou orientáveis (permitem o ajuste manual ou automatizado da angulação das aletas ao longo do dia para controle total da luz). -2- O muxarabi (ou mashrabiya) é um elemento arquitetônico de origem árabe que consiste em um fechamento em formato de treliça ou painel vazado. Sua principal função clássica numa fachada é a de “ver sem ser visto”, garantindo total privacidade interna ao mesmo tempo em que permite a circulação natural de ar e filtra a entrada de luz solar na edificação. Introduzido no Brasil durante o período colonial (de 1530 a 1822) pelos portugueses, ele foi proibido em 1809 com a chegada da Corte Real, que desejava europeizar as fachadas das cidades. Atualmente, o muxarabi vive um forte resgate na arquitetura contemporânea e no design de interiores. Principais vantagens do muxarabi: conforto térmico (funciona como um brise natural, reduzindo o calor do sol sem bloquear o vento); ventilação cruzada (os microfuros geométricos mantêm o fluxo constante de ar entre ambientes); privacidade urbana (ideal para fachadas ou janelas de casas e prédios muito próximos à rua); estética marcante (cria um jogo de luz e sombras dinâmico no piso e nas paredes ao longo do dia. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • Evento da ABRAINC 2026 debate questões centrais da incorporação imobiliária

    Neste 25 de junho, com intensa programação durante todo o dia, os auditórios do Renaissance São Paulo Hotel, na capital paulista, receberam cerca de 700 empresários, executivos e especialistas da construção civil para a realização do bem-organizado Summit ABRAINC 2026 — principal evento da Associação Brasileira de Incorporadoras. O encontro reuniu autoridades públicas, representantes do Governo, especialistas e lideranças do mercado imobiliário para debater temas centrais ligados ao desenvolvimento da incorporação no Brasil. Entre as questões principais estavam habitação, crédito imobiliário, reforma tributária, produtividade na construção civil, segurança regulatória, inovação, inteligência artificial, modernização dos cartórios e riscos psicossociais nas empresas. A programação contou com a participação de Bernard Appy (ex-secretário extraordinário da Reforma Tributária), Marcelo Branco (Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação de São Paulo) e de Luiz França (presidente da ABRAINC), além de executivos de empresas como MRV, Cyrela, Patrimar, Moura Dubeux, Abecip, ROIT, Paggo, BTG Pactual, Superlógica, Totvs, Direcional Engenharia e Setin. Ao longo do dia, o evento abordou os principais desafios e oportunidades para o setor em um cenário marcado por mudanças tributárias, nova dinâmica de crédito, avanço da tecnologia, demanda habitacional crescente e busca por maior produtividade na construção civil. Alguns destaques Na abertura do Summit ABRAINC 2026, sob o tema “Brasil que constrói: resiliência e agenda de crescimento”, Luis França fez um apanhado rápido do atual panorama econômico e habitacional no Brasil que, segundo ele, tem pontos negativos e positivos, desafios e oportunidades em um ambiente que conta com expressiva demanda por imóveis. Oliver Stuenkel, professor universitário e especialista em relações internacionais das instituições Carnegie Endowment/Harvard Kennedy School/FGV abordou aspectos da “Transformação geopolítica global: o que muda para o Brasil”, observando que a América do Sul tem menores conflitos em relação às demais regiões do mundo e que isto pode ser um atrativo interessante para investimentos internacionais. Ramon Azevedo, CEO da desenvolvedora de tecnologia Morada AI, discorreu sobre as facilidades e funções práticas da inteligência artificial, que podem proporcionar maior agilidade e maior controle operacional às incorporadoras e ao mercado imobiliário. Debates Sob a mediação de Luis França, “O Futuro do Funding Imobiliário” reuniu no palco quatro executivos de grandes incorporadoras: Alex Veiga (presidente da Patrimar), Gustavo Dubeux (presidente do Conselho de Administração da Moura Dubeux), Michel Cury (presidente da ABECIP) e Ricardo Gontijo (CEO da Direcional). Em seguida, sob a mediação de Rafaella de Carvalho Corti (diretora jurídica corporativa da Cyrela), o palco foi ocupado pelos convidados Bernard Appy (ex-secretário extraordinário da Reforma Tributária), Caroline Souza (CFO e líder da Reforma Tributária da ROIT), Ely Wertheim (presidente-executivo do Secovi-SP) e Thomas Von Buettner (sócio-fundador da Paggo), que debateram questões importantes a respeito da “A Nova Arquitetura Tributária do Brasil”. “O Summit ABRAINC 2026 nasce como um espaço de diálogo qualificado sobre o desenvolvimento da incorporação imobiliária no Brasil. O setor vive um momento decisivo, com debates estruturantes sobre crédito, reforma tributária, produtividade, inovação e segurança regulatória. Reunir poder público, especialistas e lideranças empresariais em torno dessa agenda é fundamental para avançarmos em soluções que ampliem investimentos, fortaleçam a segurança jurídica e contribuam para enfrentar o desafio habitacional do país”, afirmou Luiz França, presidente da ABRAINC. Três salas com temas específicos No período da tarde, o Summit ABRAINC 2026 foi subdividido em três salas com eventos simultâneos, cada qual abordando temas específicos sobre questões econômicas e financeiras ligadas ao setor, produtividade e inovação, ERP, planejamento e gestão operacional, temas jurídicos e de segurança regulatória, entre outros. Com o Summit ABRAINC 2026, a entidade salienta que busca reforçar seu papel como espaço de diálogo entre o poder público, o mercado e especialistas que acompanham de perto os movimentos da incorporação imobiliária no país. “A proposta é promover uma leitura qualificada sobre os caminhos para fortalecer o setor, ampliar a segurança jurídica, destravar investimentos e contribuir para a agenda habitacional brasileira”, conclui a associação em comunicado à imprensa. Para mais informações: www.abrainc.org.br ou @abraincoficial

  • Até 75% da jornada da manutenção industrial pode ser desperdiçada

    Imagem ilustrativa | Freepik Conteúdo elaborado pela IndustriALL reúne análises da Timenow, EY, A&M, Falconi e Hatch para orientar a evolução da manutenção e eliminar perdas evitáveis A IndustriALL, IndTech do ecossistema da Timenow, quarta maior empresa de engenharia do país, acaba de lançar o report “Wrench Time: Maturidade e Performance na Manutenção Industrial”, um estudo inédito e gratuito que aprofunda um dos indicadores mais estratégicos e historicamente negligenciados da produtividade industrial. Em um momento de pressão crescente por eficiência, redução de custos e maior confiabilidade operacional, o material revela, com dados e análises de campo, como o tempo da manutenção é realmente utilizado e quanto dele se perde em ineficiências invisíveis. O Wrench Time (WT) mede o percentual da jornada convertido em execução técnica direta, o chamado “tempo de mão na ferramenta”. O report mostra que, em muitos diagnósticos realizados no Brasil, jornadas resultam em poucas horas de trabalho produtivo. Em um exemplo simulado, uma equipe com 1.408 horas disponíveis no mês entregou apenas 479 horas produtivas, equivalente a um WT de 34%, deixando 66% da jornada consumida por deslocamentos, esperas, burocracias e falhas de planejamento. A simulação de um cenário mais maduro, com WT de 45%, elevaria a produtividade para 634 horas mensais, um ganho de 155 horas sem qualquer aumento de equipe ou jornada. Esses números refletem a realidade nacional: a média de WT nas fábricas brasileiras varia entre 25% e 35%, ou seja, até 75% do tempo podem ser desperdiçados. Já os benchmarks internacionais raramente ultrapassam 45%, mesmo em indústrias altamente estruturadas, evidenciando que não é um problema apenas no Brasil. Em ambientes com planejamento deficiente, mais de 30% do tempo da equipe se torna improdutivo, pressionando o backlog e aumentando corretivas emergenciais. Auditorias também revelam práticas que distorcem a medição do WT, como autodeclaração de horas, acompanhamentos pontuais e auditorias esporádicas, mascarando desperdícios e impedindo a gestão de enxergar a realidade operacional. Perdas podem custar US$ 125 mil por hora O impacto financeiro é expressivo. Estudos citados no report mostram que uma única hora de parada não planejada industrial pode custar, em média, US$ 125 mil, considerando perdas de produção, desperdício de insumos e atrasos logísticos. Em escala global, empresas da Fortune Global 500 acumulam US$ 1,4 trilhão em perdas anuais decorrentes de paradas inesperadas. O estudo reforça que melhorar o Wrench Time não é apenas uma questão operacional, mas uma alavanca financeira estratégica. Para Rodrigo Dal Moro, Founder e CEO da IndustriALL, o indicador deveria estar no centro das discussões sobre performance industrial. “O Wrench Time é um dos indicadores mais importantes da indústria, porém é um dos menos explorados. Ele mostra quanto do tempo da manutenção realmente gera valor e quanto se perde em ineficiências. Em um cenário de alta pressão por produtividade e custos, entender esse número é essencial para destravar ganhos reais de performance.” Dal Moro destaca ainda que o estudo consolida análises, benchmarks e aprendizados de campo, oferecendo uma visão prática e objetiva sobre os resultados que podem ser alcançados ao evoluir esse indicador. O report também apresenta recomendações claras para elevar o Wrench Time e reduzir perdas operacionais, reforçando que a transformação começa pelo fortalecimento do Planejamento e Controle de Manutenção (PCM) como área estratégica, com planejadores mais presentes em campo, ordens de serviço completas e processos de planejamento mais rigorosos. A eliminação de perdas evitáveis — como deslocamentos excessivos, falta de materiais, retrabalhos e falhas de comunicação — também aparece como prioridade, assim como a medição estruturada do WT. A integração entre manutenção, operação, segurança e suprimentos é apontada como essencial para reduzir improdutividades e estabilizar o backlog. Tecnologia como solução O estudo destaca o papel da tecnologia como aceleradora da maturidade operacional. Soluções de mobilidade, automação da programação e uso de inteligência artificial reduzem tarefas repetitivas e aumentam a confiabilidade dos dados. O documento recomenda diagnósticos estruturados, combinando análises quantitativas, observações em campo e mapeamento de fluxos, além da revisão de processos que se perpetuam por hábito. O report foi desenvolvido com a participação de consultorias globais como EY, Alvarez & Marsal, Falconi, Hatch e Timenow. Entre as contribuições, João Carlos Cunha, Sr. Manager de Asset Management Solutions na EY, afirma: “A dificuldade em medir o indicador costuma vir da falta de apoio da gestão intermediária, que muitas vezes não consegue construir o business case, com receio de expor um número baixo”. O Diretor de Operações da Alvarez & Marsal, Arlan Cardoso, reforça que aumentar o Wrench Time exige combinar três fatores: tecnologia aplicada na medida certa, processos robustos e equipes capacitadas. Já Marcyus Barros, Senior Engagement Manager da Hatch, aponta que o WT evidencia problemas profundos. “O WT continua mostrando onde dói e onde dá para melhorar, mas a mudança real virá de decisões estruturais, não de ajustes pontuais”, afirma Barros. Victor Sousa, Senior Engagement Manager da Timenow, traz ao report uma contribuição aplicada, baseada em análises detalhadas do uso do tempo em campo. “Em uma jornada de 8 horas, encontramos algo entre 2h e 2h30 de trabalho efetivo. O restante se dividia entre atividades necessárias e perdas operacionais.” Para Sousa, a mensuração do WT se tornou indispensável. “Em ambientes industriais cada vez mais pressionados por eficiência, custo e confiabilidade, saber como o tempo é realmente utilizado deixou de ser um ‘nice to have’ e passou a ser um diferencial competitivo. O Wrench Time permite tomadas de decisões baseadas em dados, não em percepções”, ressalta Sousa. O executivo da Timenow reforça que a atuação da empresa vai além do diagnóstico, envolvendo identificação de causas raiz, cocriação de soluções com as equipes e implementação de rotinas e indicadores que sustentam ganhos contínuos. “Nosso foco é transformar dados em ação, gerando resultados mensuráveis e perenes para o negócio.” “Wrench Time: Maturidade e Performance na Manutenção Industrial” está disponível gratuitamente e pode ser acessado em https://lnkd.in/d_M-Enxe Fonte: Tamer Comunicação | Iolanda Nascimento

WhatsApp.svg.webp
bottom of page