BUSCAR
Search this site
Resultados encontrados para busca vazia
- HYDRO ANUNCIA NOVA CEO
Hilde Merete Aasheim assumiu o cargo de presidente e CEO da Hydro em 08 de maio de 2019. Seu objetivo é elevar a lucratividade e acelerar a iniciativa da companhia de se tornar uma fornecedora líder de produtos e soluções de baixo carbono. Para isso, ela renovará o conselho administrativo da empresa, irá reestruturar a área de Produtos Laminados, manter uma disciplina e alocação de capital mais rigorosa, revitalizar programas de melhoria e identificar novas pretensões em todas as áreas, segundo informações divulgadas pela matriz da Norsk Hydro. Divulgação: Hydro Mais informações: https://www.hydro.com/pt-BR/imprensa/noticias/2019/nova-ceo-se-concentrara-em-aumentar-a-lucratividade-e-impulsionar-a-sustentabilidade/
- 5 VANTAGENS DO VIDRO TEMPERADO
Este vidro é produzido com o aquecimento em temperaturas entre 600°C e 700°C, com posterior resfriamento. Por isso, se torna um material resistente e com longa vida útil. As vantagens são: proteção contra impactos, segurança, elevada capacidade térmica, transparência e praticidade, segundo a beneficiadora Divinal Vidros. Divulgação: Divinal Leia mais: http://www.divinalvidros.com.br/blog/2019/05/08/vidro-temperado-lista-com-5-vantagens-de-utiliza-lo-no-projeto/
- PBQP-H E A NORMA DE DESEMPENHO
Por Ana Paula Rodrigues Em 2017 o Regimento SiAC - PBQP-H foi revisado e com ele uma novidade: a necessidade de atender às exigências referentes à ABNT NBR 15575:2013 - Edificações Habitacionais - Desempenho. Desde então, uma sombra de dúvida e receios pairou sobre o mercado, devido à falta de familiaridade com a norma. Se você já pensou em fazer a certificação no PBQP-H ou está tentando entender a Norma de Desempenho, é importante prestar atenção em algumas orientações que auxiliarão a desmistificar a atual visão sobre o tema. Você vai entender que certificar no PBQP-H não é tão complicado assim. Porque me certificar no PBQP-H? Atualmente o Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H) é mais do que um pré-requisito para o processo de obtenção de financiamento por meio do programa Minha Casa, Minha Vida. Trata-se de uma ferramenta de gestão que tem contribuído para a melhoria da qualidade das habitações em todo o Brasil. O objetivo do regimento é estabelecer critérios para o gerenciamento dos principais processos que abrangem a construção de edifícios, sejam eles de caráter residencial, comercial, industrial ou institucional. Empresas de pequeno porte também conseguem atender o PBQP-H? Muitos pensam que a certificação em um sistema de gestão é algo voltado apenas para empresas de grande porte, mas na verdade esse pensamento é um mito entre empresários e construtores. Por isso, neste artigo queremos lhe mostrar que isso não passa de um equívoco. Qualquer empresa construtora engajada na busca da melhoria de suas obras consegue alcançar a certificação no PBQP-H. Mas é difícil? Claro que não! A implantação do programa demanda um esforço adicional para adequação da empresa aos requisitos exigidos no regimento e envolve os processos principais, assim como os de apoio, na busca pela boa execução dos serviços e na entrega de um produto ao cliente que atenda às suas expectativas. O maior segredo para o sucesso da certificação é o comprometimento da direção, que tem a responsabilidade de envolver todas aquelas pessoas que estão sob sua responsabilidade e que prezam pela qualidade em seus serviços. Além disso, as partes interessadas pertencentes à empresa também são comunicadas e envolvidas para que haja uma coparticipação dos mesmos no atendimento ao sistema de gestão da organização. Quais as principais adequações num processo de certificação no PBQP-H? Inicialmente, a construtora precisa definir e organizar os seus processos, que normalmente são baseados em: • Planejamento (projeto e obra); • Comercial • Suprimentos • Gestão de competências • Produção / controle operacional • Entrega da obra • Assistência técnica pós-entrega Com os processos definidos, são estabelecidos os critérios para que seja alcançada a conformidade do produto final, que é o edifício pronto para uso. Na etapa que envolve a produção/controle operacional, além da preocupação com os serviços executados e com os resultados das inspeções realizadas, também devem ser cumpridas as legislações voltadas à segurança e saúde no trabalho. A sustentabilidade nos canteiros de obra, por meio do controle da geração de resíduos, do consumo de água potável e energia elétrica, são ações requeridas para a redução dos impactos ocasionados pelo setor da construção civil ao meio ambiente. No que se refere à qualidade dos materiais que são utilizados nas obras, a grande maioria dos fornecedores já tem se adequado às exigências específicas das normas técnicas brasileiras (NBRs), melhorando ainda mais os produtos disponibilizados para o setor. Falando em fabricantes de materiais, você sabia que foi criado pelo PBQP-H os Programas Setoriais da Qualidade (PSQ), voltados para a análise de determinados tipos de insumos empregados na construção? Da mesma forma que as construtoras aderem de forma voluntária ao PBQP-H, os fabricantes dos materiais abrangidos pelos PSQs podem solicitar a avaliação da conformidade de seus produtos de acordo com suas respectivas NBRs, estando aptas para fornecerem às empresas de construção civil, principalmente aquelas que executam obras pelo Programa Minha Casa, Minha Vida. Você pode ter acesso aos relatórios disponibilizados pelos PSQ´s e rastrear as informações no site do Ministério das Cidades por meio do link http://pbqp-h.cidades.gov.br/projetos_simac_psqs.phe buscar por empresas que possuem produtos qualificados. E como faço para atender a Norma de Desempenho de forma prática? Essa é uma pergunta que tem sido feita por muitos profissionais da área da construção civil. E, ao contrário do que muitos pensam, a Norma de Desempenho de Edificações Habitacionais, que entrou em vigor em julho de 2013, está longe de ser complicada. Apesar de cada uma das seis partes da NBR 15575:2013 conter 18 capítulos, a Norma de Desempenho nada mais é do que uma coletânea de normas técnicas já existentes há muitos anos no mercado. Desde o final de 2016, o Ministério das Cidades incluiu a obrigatoriedade do atendimento aos requisitos de desempenho no PBQP-H. Sendo assim, para quem já é ou está em processo de certificação, as mudanças implicam em pequenas adequações no processo de desenvolvimento de projetos, na aquisição de materiais e no controle da execução dos serviços. Mas para as empresas que ainda não possuem a certificação no PBQP-H, vários órgãos como a Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) e o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) desenvolveram guias orientativos para facilitar o atendimento a Norma de Desempenho. Além desses manuais, o Sistema Nacional de Avaliação Técnica (SiNAT) disponibiliza relatórios com os resultados de sistemas validados convencionais ou inovadores, que servem de parâmetro para a definição dos métodos construtivos a serem adotados num determinado empreendimento. Viu como o processo de certificação no PBQP-H e o atendimento a Norma de Desempenho é mais simples do que parece? ---------- • Ana Paula Rodrigues é consultora e Auditora Líder em Sistemas de Gestão na AGQ Brasil. É formada em Gestão Ambiental, com pós-graduação em Auditoria e Perícia, em Design de Ambientes e Acessibilidade. Formanda em Arquitetura e Urbanismo, está finalizando sua especialização em Arquitetura Bioclimática - Desempenho Ambiental das Edificações.
- A IMPORTÂNCIA DO USO DO CONTRAMARCO EM UMA OBRA
Essa semana, o colunista da Revista Contramarco, Prof. Alexandre Araujo, compartilhou em suas redes sociais um vídeo orientando sobre as vantagens de utilizar o Contramarco. Entre todas citadas, destacamos aqui as mais importantes para você, serralheiro. Utilizando o Contramarco na sua obra, você consegue ter uma padronização dos vãos, evitando assim a necessidade de fabricar janelas e portas com diferentes medidas. Dessa forma, você consegue padronizar também a sua produção. Outra vantagem, é que você não precisa regular sua máquina de corte toda hora. Nem se preocupar com ajustes de altura ou largura das janelas. Além disso, a instalação das janelas se torna mais rápida e prática. Gostou dessa dica? Assista o vídeo completo no link: https://www.instagram.com/tv/BwrRgRNFayo/?utm_source=ig_web_options_share_sheet
- 4º ENCONTRO DA CADEIRA PRODUTIVA DE PORTA
Estão abertas as inscrições para a quarta edição do Encontro da Cadeia Produtiva da Porta (ENCAPP). O evento, que será em Curitiba (PR), terá Rodadas de Negócios nas manhãs dos dias 12, 13 e 14, e nos dias 13 e 14, feira de produtos e serviços à tarde. O evento pretende contribuir para a ampliação de network e gerar negócios entre fabricantes de portas e fornecedores, reunindo toda a cadeia produtiva do segmento. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site: www.encapp.com.br. Participam do encontro expositores de segmentos como abrasivos, acessórios, adesivos, selantes, espumas, ferragens e fechaduras, filmes para proteção, fitas de borda, máquinas e equipamentos, painéis e chapas, perfis, revestimentos, serviços, sistemas de portas, tintas e vernizes, tratamento da madeira, vedação e amortecimento. Na última edição, fornecedores de Brasil, Alemanha, Itália, Espanha, EUA e Portugal estiveram em contato direto com os principais fabricantes de portas do país e que participam do Programa Setorial da Qualidade de Portas de Madeira para Edificações (PSQ-PME). Ao todo, foram 420 rodadas de negócios. Realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), por meio do PSQ-PME, o encontro possibilita esse contato direto entre fornecedores da cadeia e os fabricantes de portas que fazem parte do PSQ-PME. O Programa viabiliza que as empresas sejam certificadas pela ABNT, proporciona a isonomia competitiva entre as empresas, por meio da conformidade técnica, adequando o desempenho dos produtos às normas existentes, estimula a melhoria contínua, agrega valor às marcas e dá garantias ao consumidor final. O evento conta com o apoio de instituições como ABNT, Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea), Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (Apre), Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR), Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Sinduscon-Paraná-Oeste, SindusCon-SP. Data: 12 a 14 de junho de 2019 Local: Centro de Eventos - Campus da Indústria Av. Comendador Franco, 1341 - Jardim Botânico - Curitiba – PR Inscrições: www.encapp.com.br
- CASA COM FOCO SUSTENTÁVEL DESTACA ESQUADRIAS DE VIDRO.
O projeto do arquiteto Eron Costin se destaca por esbanjar simplicidade na arquitetura. Segundo o arquiteto, "era esperada uma casa com programa mínimo para tornar a obra viável financeiramente, mas também para liberar espaço externo, ser de fácil manutenção e evitar a sensação de desperdício”. A composição frontal traz chapas metálicas expandidas e perfuradas como semi-transparências que integram visualmente a casa à rua, também ficando à vista os painéis solares como importantes elementos da fachada. Grandes esquadrias de vidro localizam-se em áreas sombreadas enquanto esquadrias menores com vidros duplos combatem a incidência direta do sol. O fácil e convidativo acesso ao terraço fazem com que este seja muito utilizado. Confira todos os detalhes da obra no link: https://www.gazetadopovo.com.br/haus/arquitetura/estudio-41-casa-simplicidade-personalidade-definem-projeto-curitiba-vila-hauer/
- CONHEÇA O ROTO INSIDE - EDIÇÃO 41 DO INFORMATIVO
A edição 41 do Informativo destaca a proteção contra arrombamentos em portas e janelas. Esta e outras noticias, você pode ler aqui: http://www.rotoefermax.com.br/mkt/roto_inside/roto_inside_41.pdf?fbclid=IwAR2uzvXQLfZxHYuU2IG1M36mC8YyGVXdy3wk9cgJn_md_6Ae1vaxTVNCN4w
- EM 5 ANOS, CANTEIROS DE OBRAS REDUZEM EM 55% ACIDENTES DE TRABALHO
Erguer edifícios, armar pontes ou pavimentar rodovias são atividades importantes social e economicamente para um país e exigem cuidados específicos com os profissionais que nelas atuam. Felizmente, o Brasil reduziu em 55% o número de acidentes laborais nos canteiros de obras entre 2012 e 2017, economizou R$ 31 milhões em procedimentos hospitalares na rede pública em 2017 e a indústria da construção tem perspectivas para avançar no fomento da qualidade de vida do trabalhador e na produtividade das empresas. Combate à informalidade, tecnologia e educação são aliados neste esforço. Os dados são do livro Segurança e Saúde na Indústria da Construção – Prevenção e Inovação. Seus autores são consultores especializados em diferentes temas relacionados ao bem-estar do trabalhador da construção, que abordam em seus artigos pesquisas, estudos de caso, métodos diferenciados, soluções e propostas inovadoras, além de informações relativas à gestão de saúde e segurança do trabalho (SST) bem como exigências legais em vigor. A publicação é uma realização da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em correalização com o Sesi Nacional e traz para as empresas e profissionais que se envolvem com a prevenção na indústria da construção orientações sobre aspectos relevantes a serem considerados durante o trabalho neste complexo segmento. O livro explica que, além de produzir um efeito positivo na produtividade dos trabalhadores, os programas de saúde e segurança do trabalhador também colaboram com outros efeitos positivos, como a redução de custos com a perda de materiais, a atração e retenção de colaboradores, e a melhoria da imagem institucional da empresa. Os artigos apresentam ainda ações relevantes que devem ser implementadas, sendo indicada como principal medida a qualificação da mão de obra por parte das empresas. A conclusão é de que quanto menos anos de educação formal, quanto menos capacitado para a atividade for o trabalhador, maior é o risco de ocorrência de eventos acidentários. Redução e impacto Em 2017 foram registrados 549.405 acidentes de trabalho no Brasil. O setor da construção responde por pouco mais de 4,67% deste total, ou 25.647 casos de acidentes de trabalho – número 55,32 % inferior ao de 2012. Quando se considera que o custo médio para o Sistema Único de Saúde (SUS) por procedimento hospitalar no caso de acidentes no local de trabalho ou a serviço da empresa em 2016 foi de R$ 980,51, a economia decorrente da redução do número de ocorrências observadas em 2012 (57.402 ocorrências) para o total observado em 2017, tem-se, uma economia para o SUS que supera a marca dos R$ 31,13 milhões, mesmo sem contar os custos com atendimentos ambulatoriais. As informações são da CBIC
- PROACÚSTICA LANÇA MANUAL PARA QUALIDADE ACÚSTICA EM ESCOLAS
A proposta do Manual ProAcústica para Qualidade Acústica em Escolas é fornecer orientações sobre como reduzir o ruído intrusivo e controlar as condições reverberantes em salas de aulas para melhorar a aprendizagem de alunos e reduzir os níveis de estresse dos professores em ambientes escolares. O manual foi lançado neste mês de abril e é uma iniciativa da ProAcústica (Associação Brasileira para a Qualidade Acústica), por meio do seu Comitê Acústica nas Edificações - Grupo de Trabalho Escolas. Trata-se de um guia prático e orientativo para que arquitetos, construtores, consultores de acústica, fornecedores, profissionais da educação e projetistas tenham informações a respeito dos critérios técnicos e boas práticas na elaboração do projeto acústico para escolas. O material estabelece requisitos acústicos e orienta sobre as boas práticas na elaboração de projetos acústicos para escolas no modelo tradicional, que são salas de aula sem equipamentos de amplificação de som e com piso plano. Dividido em três abordagens temáticas principais, o Manual ProAcústica para Qualidade Acústica em Escolas traz conceitos básicos e terminologias, critérios técnicos e boas práticas para projetos/obras. Nesse contexto o manual pontua orientações sobre reverberação sonora, inteligibilidade da fala, isolamento acústico e absorção acústica; ruído residual em escolas, tempo de reverberação em salas de aula, isolamento acústico para escolas; análise do layout, paralelismo nas salas de aula, portas, divisórias internas e sistemas de ventilação. Sobre a questão da inteligibilidade da fala em salas de aula, por exemplo, o manual apresenta pesquisas que mostram que a combinação excessiva de ruído residual e da reverberação em salas de aula pode impactar de forma negativa a qualidade da recepção do sinal da fala nos alunos; por isso, os principais parâmetros para melhorar a inteligibilidade da fala a serem analisados são o ruído residual e o tempo de reverberação nos ambientes. Mais do que uma importante ferramenta para profissionais que atuam no mercado de acústica nos ambientes escolares, o Manual ProAcústica para Qualidade Acústica em Escolas faz uma alerta para as consequências negativas que o ruído traz ao processo de aprendizagem, como dispersão de atenção em sala de aula, dificuldade de leitura e déficit motivacional. Atividades como leitura, com alta demanda cognitiva para resolução de problemas e memória, normalmente são as mais afetadas pela exposição ao ruído. O Manual ProAcústica para Qualidade Acústica em Escolas está disponível para download gratuito, via cadastro básico, no Portal ProAcústica. Clique aqui para ter acesso.
- INDÚSTRIA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CRESCE 0,1% NO 1º TRIMESTRE DE 2019
A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga nesta segunda-feira, 08, a nova edição da pesquisa do Índice, com os dados projetados do faturamento e emprego no setor em março. O destaque da edição é o fechamento do primeiro trimestre com crescimento mínimo. Com alta de 5,1% no faturamento frente a fevereiro e 2,9% em relação a março/18, o resultado expressivo observado no mês de março/19 é relativizado pelas quedas consecutivas do início do ano, mas garantiu um final de primeiro trimestre positivo. O índice indica crescimento acumulado no ano de 0,1%, ou seja, a soma dos altos e baixos observados no primeiro trimestre de 2019 resultou na manutenção da média de faturamento observada no primeiro trimestre de 2018. Analisando o número de empregos, o panorama é semelhante, ainda que ligeiramente mais positivo. Março/19 apresenta queda em relação a fevereiro de -0,3%, mas desempenho positivo de 0,5% em relação a março de 2018. O saldo segue positivo no acumulado dos últimos 12 meses, no qual a indústria registra aumento no número de vagas em 1,7%, e no acumulado do primeiro trimestre, com alta de 0,6%. Para Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT, o resultado de março indica a manutenção do reaquecimento do setor, mas que seguirá tímido caso o panorama atual não seja alterado. "A indústria de materiais de construção segue dando sinais de recuperação, ainda que com variações negativas em alguns momentos. Isso é reflexo de que a estabilização da economia doméstica criou bases para o crescimento, mas por si só não é suficiente. A retomada nos investimentos na construção imobiliária (residencial e comercial), e em obras de infraestrutura, além da efetiva inclusão do setor de materiais de construção à Indústria 4.0 são fundamentais para observarmos ganhos mais robustos no nosso faturamento" observa Navarro.
- UNICAMP INAUGURA USINA DE ENERGIA SOLAR
A Unicamp inaugurou dia 11 de abril a primeira fase de uma usina de energia solar no campus em Campinas (SP). A capacidade do sistema fotovoltaico é para abastecer um bairro de até 450 casas durante 12 meses, além de gerar uma economia na conta de luz de até R$ 2 milhões ao ano. A universidade gasta anualmente cerca de R$ 26 milhões com a conta de luz. São dez sistemas implantados, a maioria em telhados de prédios do campus, como no Ginásio Multidisciplinar. Parte das placas foram colocadas no solo para que alunos e visitantes tenham contato com a energia solar. Os dados gerados pelas placas fotovoltaicas ainda serão utilizados em pesquisas para alunos da instituição de ensino, mas também para formação de mão de obra para empresas de energia elétrica. R$ 10 milhões investidos O projeto teve investimentos de R$ 10 milhões, sendo R$ 2,1 milhões da universidade e R$ 8 milhões da CPFL Paulista. A iniciativa faz parte de um chamamento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e poderá ser levada para outras universidades públicas, segundo o coordenador do Projeto Campus Sustentável, Luiz Carlos Pereira da Silva. Inédito nestas dimensões A vice-reitora da Unicamp, Tereza Dib Zambon Atvars, disse que este é um projeto inédito nas universidades públicas na dimensão que a Unicamp e os parceiros estão fazendo neste momento. “Houve alguma pequena experiência em outros campi, mas com essa dimensão nunca. É a maior planta de energia fotovoltaica da América Latina em uma universidade”, disse a vice-reitora. 1 milhão de kw/h De acordo com o presidente da CPFL Paulista, Carlos Zamboni Neto, as placas da usina solar terão capacidade de 534 KWP (quilowatt-pico), o suficiente para gerar 1 milhão de KW/h no período de 12 meses. “É o suficiente para abastecer 450 residências pelo período de um ano, então realmente é um volume de energia bastante grande. Foram R$10 milhões investidos através do programa de eficiência energética da CPFL, e uma contrapartida de R$2,1 milhões pela Unicamp", disse. Ainda segundo Zamboni Neto, o projeto vai ajudar na mudança da regulação, geração distribuída e no cenário econômico energético. Em Barão Geraldo, onde fica a Unicamp, há 230 residências com placas fotovoltaicas em um projeto da empresa responsável pela distribuição de energia na cidade. Outros campi A proposta da Unicamp é levar o projeto para os demais campi da universidade, Limeira (SP) e Piracicaba (SP). O prazo não foi definido ainda, mas a instituição precisará formar parcerias com as empresas de energia elétrica que abastecem as duas cidades.
- RETOMADA DE OBRAS PARADAS DO PAC PODE GERAR 500 MIL EMPREGOS
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), José Carlos Martins, disse ao blog que a retomada de quase 4.700 obras paralisadas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tem o potencial de gerar 500 mil empregos no país. Ele destaca que a construção civil tem capacidade de gerar rapidamente novas vagas de trabalho, num momento em que o desemprego, em vez de cair, subiu. Pelos cálculos da equipe da CBIC, as 4.669 obras do PAC paralisadas até meados do ano passado já consumiram investimentos de R$ 70 bilhões. Para a conclusão delas, seriam necessários mais R$ 40 bilhões. "Estamos propondo ao governo unir todos os atores –governo federal, órgãos de controle, Legislativo e setor privado- para encontrar mecanismos para concluir esses projetos sem burocracias", afirma. José Carlos Martins diz que é preciso "sair da caixinha" e buscar formas novas para tirar esses projetos do papel e concluí-los, com regras específicas para essas obras. Ele cita que 2% dessas obras respondem por 41% da necessidade de investimento e exigem tratamento especial. O relatório elaborado pela CBIC mostra que as Unidades Básicas de Saúde têm em média 70% de execução. Ou seja, já estariam próximas de serem concluídas. E são importantes do ponto de vista social e econômico. São cerca de 1.700 unidades de saúde com obras paralisadas, que necessitam de R$ 200 milhões para serem concluídas. José Carlos Martins reconhece que o momento é de escassez de recursos, mas é preciso sentar para analisar e priorizar as obras que seriam retomadas imediatamente. "O setor pode dar sua contribuição para melhorar o ritmo da economia", disse ele.















