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  • QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS ENTRE OS FIXADORES DE VIDRO ADESIVOS, SELANTES E FITA DUPLA FACE?

    Por Stephanie Fazio Fixadores de vidro são muito utilizados no momento da instalação do item, mas você sabe quais são as diferenças entre adesivos, selantes e a fita dupla face? Silvio Monteiro, gerente comercial da unidade de negócios Tape Solution da Saint-Gobain, disse, em live realizada pelo instagram da Fesqua, que a fita dupla face é tecnológica e de alta performance. O material possui um bom desempenho estrutural, fixando o vidro na fachada para não descolar de nenhuma forma. “As vantagens se dão com o aproveitamento total do material, sem perdas e pela agilidade da aplicação. Depois de vinte minutos da utilização da fita na esquadria, ela já tem mais de 50% de adesão. No momento em que você faz a aplicação você já pode movimentar o quadro e, se quiser, já mandar para a obra para instalar na fachada. Além disso, é um material sustentável”, explica Monteiro. Conforme o portal Abravidro, o produto também é resistente às intempéries e dilatações térmicas. O adesivo tem a função de unir uma superfície à outra. Por conta disso, são produtos mais rígidos. O selante é utilizado principalmente para vedar lacunas que existem entre as superfícies, tornando-as impermeáveis. Geralmente, são mais flexíveis e com resistência inferior à dos adesivos, elucidou Jordana Barros, gerente de Negócios da Adespec, em entrevista à Abravidro. Os selantes tem finalidade de “selar” ou “vedar” juntas com movimento, como em fachadas, pisos, lajes e estruturas, e juntas sem movimentação, como em boxes, louças sanitárias e pias de cozinhas. Também é aplicado entre duas ou mais superfícies de materiais iguais ou diferentes, fornecendo uma barreira e propiciando estanqueidade de ar, água ou poeira. As propriedades físicas de sua base química determinarão as características técnicas, desempenho e, principalmente, seu tipo de uso e limitações, conforme o site Vidro Impresso. A base química dos selantes pode ser de acrílicos, polissulfetos, poliuretanos, polímeros híbridos, polímeros de MSP, silicones (acéticos e neutros), entre outros componentes. Já os adesivos, assim como no caso dos selantes, têm base química e propriedades físicas que determinarão suas características técnicas ou a funcionais para as quais foram projetados. O produto pode ser feito com cianoacrilato, epóxi, acrílico, hot melt, PVA, poliuretano, silicone, viniléster, poliéster, entre outras, ainda segundo o portal Vidro Impresso. Fontes: Vidro Impresso e Abravidro

  • COMO ESCOLHER UMA PORTA?

    Por Stephanie Fazio No meio de tantas possibilidades de materiais e modelos de portas o momento da escolha pode ser difícil. Vários fatores precisam ser pensados para que a esquadria seja a ideal para o ambiente, entre eles estão espaço, local de instalação e finalidades, como o desempenho térmico e acústico, se forem requisitos importantes na hora de adquirir uma esquadria, dentre outros pontos. Aqui estão algumas dicas que irão facilitar e até tirar algumas dúvidas. Acompanhe.

  • COMO MONTAR UMA SERRALHERIA

    Por Stephanie Fazio Como começar ou alavancar uma fábrica de esquadrias? Essa é a questão que pode ter passado ou está na cabeça de muitos empreendedores neste momento. Caracterizada como uma pequena fábrica, onde se produz peças de metal como grades, portões, portas e janelas ou estruturas metálicas, uma serralheria, assim como qualquer outro negócio, deve ser bem planejada para que alcance a eficiência. Segundo o portal Abertura Simples, alguns passos devem ser seguidos no início do negócio, como a obtenção do máximo de informações sobre essa área, compreendendo melhor os riscos e as oportunidades. Por ser um segmento específico, estratégias devem ser pensadas e direcionadas para os seus futuros ou atuais clientes, evitando prejuízos de tempo e recursos. Após essas etapas, uma análise dos concorrentes precisa ser feita, levando em conta a forma de trabalho deles e quais são as estratégias que utilizam (tem loja online ou somente física? Quais são os pontos positivos e negativos das marcas?). Com isso, você entenderá qual é o diferencial da sua empresa e o que a destaca no mercado. Para finalizar os primeiros passos, é importante conhecer os fornecedores das matérias-primas como ferro, chapas, tubos, baguetes, tintas e outros materiais, entender a qualidade dos produtos, preços, entre outras informações, ainda conforme o site Abertura Simples. DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA De acordo com o guia “Como Montar uma Serralheria”, do Sebrae, um detalhe importante para o sucesso de uma fábrica de esquadrias é a escolha do local onde ela será instalada. É válido buscar por bairros mais afastados do centro da cidade, já que esse tipo de negócio não necessita de local com grande circulação de pessoas. Se sua cidade possuir centro industrial, considere instalar sua empresa nesse local. Caso opte por montar o espaço em uma área residencial, consulte a Prefeitura ou órgão responsável da cidade para verificar se o local permite a abertura desse tipo de negócio. Outro ponto interessante para se verificar sobre o local são possíveis adaptações necessárias como, por exemplo, uma preocupação com isolamento acústico, por se tratar de uma atividade que provoca muitos ruídos. Checar se o local escolhido para a instalação da serralheria possui área disponível para o recebimento de caminhões de carga e descarga de materiais também é relevante. Se a localização não for favorável, poderá se tornar um transtorno na rotina do negócio, segundo o guia do Sebrae. A organização do espaço da serralheria precisa ser prática e estratégica. Na hora da elaboração de um layout alguns pontos devem ser considerados, como a quantidade de esquadrias que serão produzidas, o que determinará o cálculo do número de equipamentos e da área de estoque, os equipamentos necessários e os processos e operários. Os sistemas de produção de uma serralheria são basicamente manuais. No entanto, é recomendável o uso de softwares para a gestão do negócio, possibilitando uma maior produtividade, integrando área de compras, vendas, financeiro, controle de estoque, cadastro de clientes, fornecedores, entre outras. O uso dessas tecnologias permite maior organização e eficiência. OS PASSOS PARA A EFICIÊNCIA Conforme o guia “Como Montar uma Serralheria”, um planejamento financeiro estruturado é vital para o crescimento do seu negócio. O primeiro passo para a sua elaboração é fazer um orçamento anual, nessa parte estime o quanto irá receber e gastar, com base no seu histórico ou expectativa futura. É necessário pensar na organização do fluxo de caixa, no capital de giro ( parte do investimento que compõe uma reserva de recursos que serão utilizados para suprir as necessidades financeiras da empresa ao longo do tempo, de acordo com o site Só Contabilidade) , os processos das contas a pagar e a receber, entre outros pontos. Comece registrando tudo o que você pretende ganhar ao longo de um período, depois elabore um plano de vendas refletindo quais suas fontes de receita, seu modelo de precificação, seus canais de distribuição, entre outros, segundo o guia do Sebrae. Ainda conforme o guia, após a etapa das receitas, faça a mesma coisa com as despesas. Planeje tudo o que você vai gastar ao longo de um período. Além dos gastos mensais, inclua gastos eventuais como manutenção, por exemplo, ou que reflitam a necessidade de novos investimentos que serão necessários para um novo patamar da empresa, por exemplo, ampliação de espaço, aquisição de maquinário, entre outros. O acompanhamento e registro das contas a pagar e receber da empresa é importante para o pleno controle do capital e análise da saúde financeira. Dessa maneira, você pode rapidamente corrigir eventuais falhas e ou reforçar estratégias que estão dando resultados. Para a reportagem da edição 146 a equipe Contramarco entrevistou, via e-mail, profissionais do setor. E, para a eficiência de uma fábrica de esquadrias eles enumeram, entre outros pontos, uma equipe precisa ser treinada e motivada; dispor de equipamentos apropriados e atualizados; ter layout compatível; contar com bons parceiros no fornecimento; utilizar produtos homologados e normatizados; pensar na logística interna e externa; ter conhecimento do mercado; contar com uma política comercial bem definida e ativa; pensar no planejamento estratégico e de produção, assim como na logística interna; utilizar precificação correta e métodos sustentáveis. Além disso, o olhar do gestor deve estar voltado para esses itens e não somente para o trabalho de serralheria. * Confira mais informações, em breve, na edição 146 da Contramarco. Fontes: Guia Como Montar uma Serralheria - Sebrae, Abertura Simples e Só Contabilidade.

  • VOCÊ SABE COMO ACONTECE O PROCESSO DE ANODIZAÇÃO?

    Por Stephanie Fazio Esse processo produz nas ligas de alumínio uma película decorativa e protetora de alta qualidade, durabilidade e resistência à corrosão, cobrindo uma ampla gama de aplicações, como anodização para fins arquitetônicos, decorativos, entre outras. Durante o procedimento, os perfis são imersos em uma solução ácida, sob condições controladas, por onde passa uma corrente elétrica produzindo a película superficial, extremamente dura, estável e resistente à corrosão. Esse passo a passo vai te deixar por dentro de cada etapa! Confira!

  • O CRESCIMENTO DO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL

    Artigo por: Agostinho Celso Pascalicchio O financiamento imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos - sem incluir o financiamento com o FGTS - registrou um recorde, com um valor superior a 81 mil unidades financiadas em março de 2021. Quantidade excepcional, considerando que a média mensal de 2020 foi de 35 mil, tendo atingido, em dezembro, um pico de 55 mil. Este volume de financiamento foi beneficiado pelas baixas taxas de juros nas operações de crédito ao setor. Um conjunto de indicadores vem mostrando o bom desempenho deste segmento. A evolução do emprego formal na construção civil, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foi de 106 mil no final de 2020. Já superou 113 mil em março deste ano, mantendo boas perspectivas para todo o primeiro semestre. Este é um dos setores que mais emprega no país. Contratando mais do que o agronegócio, que mantém a perspectiva de uma boa performance para este ano. As residências em oferta pela indústria da construção civil estão em declínio. Continua em alta a produção de aço laminado, indicando o vigor desta indústria. O setor participa com 6% do PIB, podendo atingir uma participação superior a esta taxa neste ano. Em abril, utilizando os dados da FGV, foi registrado uma forte e importante reversão nos índices de confiança e de expectativas dos empresários que estavam apresentando valores negativos. A demanda por produtos do setor continua forte e os preços dos itens utilizados pelo segmento continuam em alta. O custo dos insumos, mostrados pelo Índice Nacional de Custo de Construção, calculado pela Fundação Getúlio Vargas ( INCC/FGV), mantém-se elevado. O consumo de cimento continua intenso e o seu preço segue ainda em processo de elevação. O Custo Unitário Básico (CUB), que determina o custo global da obra, obtido através de pesquisa junto aos compradores, que no caso são as construtoras, avança também em alta. Entretanto, o sucesso deste setor, fazendo que sejam superadas dificuldades como a da elevação no preço dos insumos, deve-se às baixas taxas de juros dos contratos de financiamento. Estas taxas mantêm atraente estas linhas de crédito. É importante que as autoridades monetárias observem este processo, e que mantenham um acompanhamento sobre a dinâmica da taxa de juros que é utilizada como referência para o setor. Estar atento ao desempenho desta área é relevante para não diminuir a atual atividade da indústria da construção civil, segmento fundamental para a geração de empregos e para o crescimento do país. O segundo semestre deste ano poderá ser crucial para determinar a realidade desta indústria pelos próximos anos. Agostinho Celso Pascalicchio , doutor em Ciências; mestre em Teoria Econômica pela University of Illinois at Urbana-Champaingn/USA. Bacharel em Ciências Econômicas (FEA-USP) e professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie nas áreas de economia, economia da energia e engenharia econômica/finanças.

  • ABNT LANÇA NORMA PARA AUXILIAR NA CONSTRUÇÃO SEGURA DE FACHADAS CONTRA INCÊNDIOS

    O Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio (ABNT CB-024) é o responsável pela elaboração da norma A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) lançou recentemente uma nova norma de Segurança Contra Incêndios. A ABNT NBR 16951 avalia a reação ao fogo de sistemas e revestimentos externos de fachadas em grande escala, trazendo método de ensaio, classificação e aplicação dos resultados de propagação do fogo nas superfícies das fachadas. "Essa é uma norma recente tanto no Brasil, quanto internacionalmente. Até então, só existiam normas para ensaio de fogo para revestimentos usualmente internos, como forro, parede ou piso, que são utilizados para avaliar se a propagação de chamas e a quantidade de emissão de fumaça eram exacerbadas, a ponto de inviabilizar seu uso em ambientes internos", diz Rogerio Lin, superintendente do Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio (ABNT CB-024). Ele acrescenta que, com a nova norma, agora será possível avaliar revestimentos externos em maior escala. "O corpo de prova do ensaio de fogo para esta norma possui aproximadamente 9 m de altura, montado em formato de canto, simulando um cenário mais próximo do real em edifícios altos, diferente de ensaios de pequena escala, que não conseguem reproduzir todos os efeitos do incêndio de forma a avaliar seus riscos e desempenhos", comenta o superintendente. A nova norma elaborada pela ABNT é baseada nas normas britânicas BS8414 e BS9414. "Esta é a regulamentação mais atualizada que existe para ensaio de revestimento de fachadas combustíveis e não combustíveis, os participantes da comissão fizeram um excelente trabalho", complementa Lin. O documento especifica um método para determinação das características de reação ao fogo de sistemas de revestimento externo não estrutural de fachadas, sistemas de fachadas ventiladas ou não aderidas, paredes-cortina, sistemas que incluam painéis de vidro, painéis instalados entre lajes de andares e painéis isolantes compostos quando aplicados à fachada de um edifício e expostos a uma fonte de calor reproduzindo uma situação de incêndio sob condições controladas. "Temos diversos casos de incêndio em fachadas mundo afora, o que nos mostra a relevância e real necessidade para este tipo de avaliação tratada na norma. Temos um problema na sociedade, com milhões de apartamentos com um tipo de configuração perigosa, que põe em risco a vida de moradores e habitantes dos edifícios. O principal risco, inclusive, é quando as pessoas estão dormindo, porque mesmo com o alarme, elas demoram para despertar após um incêndio. Quando o morador se dá conta, o incêndio já tomou grande parte da edificação e acaba encurralado pela fumaça densa e calor intenso", finaliza o especialista. Nos últimos 10 anos, foi realizado um levantamento identificando pelo menos 33 incêndios relevantes em fachadas pelo mundo com um resultado total de 223 mortes em decorrência deste tipo de risco. Ainda, 78% dos apartamentos envolvidos foram completamente incendiados e todas as torres afetadas foram interditadas, levando entre 2 e 5 anos para reformar e reabrirem e, em alguns caos foram demolidos. Os dados foram levantados pela Associação Brasileira de Proteção Passiva Contra Incêndio (ABPP). Fonte: ABNT

  • ANO INTERNACIONAL DO VIDRO SERÁ EM 2022

    Ampla programação de eventos está em andamento Em comunicado à imprensa, as principais entidades internacionais ligadas ao vidro acabam de anunciar oficialmente que irão enfatizar em 2022 — o “Ano Internacional do Vidro das Nações Unidas” (United Nations International Year of Glass, IYOG2022) — seus papéis científicos, econômicos e culturais e comemorar vários aniversários. Entre as entidades promotoras estão a Comissão Internacional do Vidro (ICG), a Comunidade de Associações do Vidro (CGA) e o Comitê Internacional de Museus e Coleções de Vidro (ICOM-Glass). O vidro suporta muitas tecnologias vitais e sustentáveis, facilitando inúmeros aspectos do nosso dia a dia — mas muitas vezes passa despercebido. IYOG2022 Essa iniciativa começou em 2018. O apoio veio de 1.500 universidades e centros de pesquisa, sociedades e associações, museus, artistas, educadores, fabricantes e empresas de 78 países localizados em cinco continentes. Apesar das dificuldades causadas pela pandemia, o projeto foi negociado com as missões de vários países na ONU durante o mês de abril e aprovado em 11 de maio último. A resolução formal foi acordada na Assembleia Geral das Nações Unidas em 18 de maio de 2021. “Meus sinceros agradecimentos à Missão Espanhola na ONU, em particular ao embaixador espanhol Agustín Santos Maraver e à Ana Alonso, que conduziram este processo através das difíceis voltas e reviravoltas da diplomacia em tempos estressantes”, destaca a professora e pesquisadora Alicia Durán, presidente da ICG e do IYOG2022. “Meus mais profundos agradecimentos a todos que responderam à nossa visão. Preciso citar algumas pessoas especiais como David Pye e John Parker, mas não me esqueço dos muitos especialistas e colegas que colaboraram para criar vídeos e documentos esplêndidos que justificam nosso projeto; eles estavam sempre prontos e transbordando de ideias e apoio”, acrescenta a executiva. ATIVIDADES INTERNACIONAIS Com a aprovação oficial do “Ano Internacional do Vidro das Nações Unidas”, teve início uma série de atividades internacionais, que incluem a organização de congressos e seminários, feiras da indústria do vidro e escolas técnicas, além de mostras artísticas, livros, divulgação em redes sociais, revistas científicas, técnicas e de interesse geral. Todo esse planejamento contará com a contribuição internacional do setor vidreiro e de uma rede de voluntários. Com a assessoria de um comitê diretivo de representantes, as organizações nacionais deverão se concentrar na publicidade, compartilhando as melhores práticas e proporcionando um ambiente de apoio. A partir do site ( http;//www.iyog2022.org ), o público terá informações sobre a iniciativa. Vale lembrar que essas informações serão sustentadas por cabos de fibra de vidro e vistas por meio de telas de vidro. “Estamos projetando uma estrutura para registrar, desenvolver e compartilhar ideias em todo o mundo do vidro”, informa Alicia Durán, acrescentado que, no LinkedIn, há o grupo International Year of Glass 2022. EVENTOS E PLANOS Atualmente, estão programadas uma Conferência de Abertura em Genebra, Suíça; um Congresso ICG em Berlim, Alemanha; a Glass Expo na China; além de Congressos de Arte e História no Egito, nos Estados Unidos e Europa. Estão nos planos edições especiais de periódicos internacionais, exposições em museus, incluindo coleções de vidro públicas e privadas, e materiais educacionais para disseminação universal. Outra tarefa é a arrecadação de fundos, principalmente para financiar o evento de abertura em Genebra. Uma equipe está pronta para a ação, completa a presidente do ICG e do IYOG2022. Fonte: glassonline.com

  • CINCO AÇÕES PARA ENFRENTAR A CRISE

    Em parceria com a Anavidro, Sebrae-SP realiza evento gratuito de 24 a 28 de maio O Programa do Sebrae “Enfrentar” — que conta com a parceria da Associação Nacional de Vidraçarias (Anavidro) — está com inscrições gratuitas abertas aos interessados. O evento acontece de 24 a 28 de maio de 2021, das 19h00 às 21h00 e as inscrições devem ser feitas por meio deste link: https://www.sympla.com.br/enfrente-a-crise---5-acoes-para-enfrentar--a-crise---anavidros__1185215?utm_source=mautic&utm_medium=email&utm_content=enfrente-a-crise-1705 A ação é uma parceria com a Anavidro para promover o desenvolvimento e o aprimoramento das empresas, com conteúdo e orientação sobre os temas de gestão: Inove nas Vendas, Protegendo o Caixa da sua Empresa, Crédito, Planejamento Trabalhista para Potencializar as Vendas e Resultados de sua Empresa.

  • CAI O NÚMERO DE CASOS SUSPEITOS DE COVID-19 NAS OBRAS

    Medidas de proteção revelam-se eficazes, comentam SindusCon-SP e Seconci-SP Os casos suspeitos de Covid-19 em obras do estado de São Paulo caíram de 0,47% para 0,39% do contingente de trabalhadores; e os casos confirmados oscilaram de 0,17% para 0,18%. Isto foi o que apurou a 51ª Pesquisa “Conhecendo as Ações das Construtoras Paulistas no Combate à Covid-19”, realizada semanalmente por SindusCon-SP e Seconci-SP (Serviço Social da Construção). Pela terceira semana consecutiva, não se registraram óbitos entre as empresas pesquisadas. Um trabalhador estava em internação hospitalar. Odair Senra, presidente do SindusCon-SP, e Haruo Ishikawa, presidente do Seconci-SP, comentam que os resultados confirmam a eficácia das medidas de proteção adotadas pelas empresas e pelos trabalhadores do setor. “Já há uma consciência consolidada no setor sobre uso correto de máscaras, higienização das mãos e dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), e distanciamento social. O desafio é manter constante o estímulo à adoção destas medidas que ainda precisaremos seguir por um bom tempo, mesmo após a vacinação”, afirmam Senra e Ishikawa. Nesta 51ª rodada, foram obtidas respostas de 51 empresas, responsáveis por 574 obras, envolvendo 38.845 empregos diretos e terceirizados, de 6 a 12 de maio. Principais resultados da 51ª Pesquisa: · 0,39% afastados por suspeita de Covid-19; · 0,18% afastados por confirmação da doença; · 574 obras em andamento e nenhuma parada; · 98% do pessoal estão em atividade; · 100% das empresas adotam medição de temperatura e higienização das mãos, dão orientações diárias sobre prevenção, e higienizam e realizam demarcações em áreas de vivência; · 98% orientam sobre limpeza dos EPIs e afixam informativos impressos sobre a Covid-19 nos locais de circulação; · 94% fornecem máscaras para o transporte e para utilização na obra e realizam limpeza de EPIs e ferramentas e instituem horários escalonados para entrada, saída e refeições; · 88% realizam outras práticas para a prevenção da contaminação entre os trabalhadores e a comunidade; · 87% divulgam aos trabalhadores cartazes e vídeos de orientação do SindusCon-SP e do Seconci-SP; · 83% distribuem informativos eletrônicos sobre a Covid-19. Os presidentes do SindusCon-SP e do Seconci-SP reafirmam o convite para mais empresas com obras no estado de São Paulo participarem das próximas rodadas; basta enviar um e-mail para pesquisacovid-19@seconci-sp.org.br e o Seconci-SP entrará em contato para incluir a construtora na enquete. As entidades garantem sigilo absoluto sobre as informações prestadas. Fonte: SindusCon-SP

  • SP ATINGE 700 MEGAWATTS DE ENERGIA SOLAR EM TELHADOS E PEQUENOS TERRENOS

    Segundo mapeamento da Absolar, território paulista está em segundo lugar no ranking estadual da geração própria de energia a partir da fonte solar no País O estado de São Paulo acaba de ultrapassar a marca de 700 megawatts (MW) operacionais em geração própria de energia a partir da fonte solar. A região ocupa a segunda posição no ranking estadual da modalidade no Brasil, segundo recente mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). O estado paulista possui atualmente 76.053 sistemas em operação, que abastecem cerca de 88.401 consumidores, espalhados por 636 cidades. Ou seja, 98,6% dos 645 municípios paulistas já possuem pelo menos um sistema solar fotovoltaico em funcionamento. Um dos destaques de São Paulo é o município de Presidente Prudente, que lidera a geração fotovoltaica no estado com 21,2 MW operacionais e 0,5% de toda a produção nacional na geração própria de energia em telhados e pequenos terrenos. Para Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar, a região é estratégica no País para o desenvolvimento da fonte solar fotovoltaica. “O estado possui um grande potencial para a tecnologia fotovoltaica. Com a atual presença da energia solar na geração própria de energia, o mercado contribui para o desenvolvimento sustentável e econômico de toda a região, com geração de emprego e renda, atração de investimentos privados e colaboração no combate às mudanças climáticas”, comenta. De acordo com a entidade, a construção de um marco legal para a geração distribuída no Brasil é o melhor caminho para afastar o risco de retrocesso à energia solar e demais fontes renováveis utilizadas para a geração distribuída de energia elétrica. O marco legal está atualmente em debate no Congresso Nacional por meio de projeto de lei (PL) 5829/2019, de autoria do deputado federal Silas Câmara e relatoria do deputado federal Lafayette de Andrada. No total, 38 instituições representativas do País apoiam o PL, que garantirá em lei o direito do consumidor gerar e consumir sua própria eletricidade por meio de fontes limpas e renováveis, incluindo de produtores rurais, de comércio de bens, serviços e turismo, de pequenos negócios e de defesa do consumidor, dentre elas a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Sebrae, entre outras. Segundo Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, a energia solar fotovoltaica terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento socioeconômico e sustentável em todos os estados brasileiros. “A tecnologia fotovoltaica é essencial para a recuperação da economia após a pandemia, sendo a fonte renovável que mais gera empregos no planeta”, conclui. Fonte: Absolar/Assessoria Totum Comunicação

  • PRIMEIRO EDIFÍCIO OFF-SITE VOLUMÉTRICO NA AMÉRICA LATINA

    A obra, em Tubarão (SC), foi realizada pela startup de construção Brasil ao Cubo (BR3) e entregue em 100 dias Edifício em SC saiu da fábrica com instalações hidráulica e elétrica prontas. Foto: Henrique Blasius Machado Quem acompanhou pelo lado de fora uma construção na cidade catarinense de Tubarão viu, que foram 20 dias para que grandes peças – uma espécie de “legos gigantes” – fossem acopladas e formassem o empreendimento. A construção dos módulos ocorreu no parque fabril da startup de construção Brasil ao Cubo (BR3). A construção off-site (ou seja, realizada fora do local onde ficará de forma permanente) começa a ficar mais conhecida no Brasil, em especial porque, em tempos de pandemia, é necessário construir hospitais em tempo recorde. O empreendimento de Tubarão é o primeiro prédio com esse tipo de construção na América Latina, a obra funcionará como edifício corporativo, dispondo de oito pavimentos, com cerca de 3,3 mil m² . Além dos 20 dias para que os módulos fossem unidos no local da construção, foram necessários mais 80 dias para a finalização. Os blocos só saem da startup para seu destino com as instalações hidráulica, elétrica e de cerâmica já prontas. O edifício pioneiro no país abrigará, em seus últimos dois andares, a sede da Brasil ao Cubo. No restante, haverá área para locação, serviço de coworking, além de uma loja de conveniência e um café, no térreo. “O Edifício Level foi fabricado e acoplado em 100 dias. Um tempo recorde sem precedentes na construção civil brasileira”, destaca Ricardo Mateus, presidente executivo e fundador da construtech. O Edifício Level ainda se destaca por ter recursos sustentáveis, como painéis fotovoltaicos nas fachadas e cisternas para o armazenamento da água de chuva. Além disso, ainda há sistema de ventilação cruzada, possibilitada pelo grande átrio, que abrange todos os oito pavimentos, e brises modulares, que reduzem a incidência solar, assim garantindo o conforto térmico e diminuindo a necessidade de uso do sistema de ar condicionado. O projeto arquitetônico do Edifício Level foi assinado pelo escritório de arquitetura ATO9, a construção contou com apoio da Gerdau como fornecedora de aço - principal matéria-prima utilizada – e com a Rede de postos Premier - cliente investidor. MAIS OBRAS DESSE MODELO Apesar dessa perspectiva, a “construtech” está, por ora, concentrada na construção de hospitais. O primeiro hospital modular foi entregue um ano atrás, na zona sul de São Paulo. Desde então, a demanda cresceu, e a empresa vai finalizar a sétima unidade em Brasília. E diz já ter mais dez cotações para esse tipo de obra. Além de hospitais e do prédio corporativo, a empresa já entregou obras industriais, escolas, universidades e clínicas odontológicas. “Dá para fazer o que quiser”, garante Mateus. No mundo, a construção modular tem ganhado espaço na última década. Dentre os exemplos há o Mini Sky City, um arranha-céu de 57 andares construído em apenas 19 dias na China. Outro é o Clement Canopy, em Singapura, composto de 1,8 mil módulos habitacionais, sendo 505 apartamentos residenciais de luxo. No Japão, a construção modular residencial já representa mais de 30% do mercado imobiliário, com casas sendo montadas em apenas 24 horas. Para Ricardo, o potencial desse mercado de construção modular é alto, ele prevê que chegue a R$ 150 bilhões. O coordenador do curso de Negócios Imobiliários da FGV, Alberto Ajzental, afirma que, no Brasil, a construção civil ainda exige que a fábrica vá até o local da obra – um modelo que não é eficiente. “É arcaico. O modelo modular off-site seria o equivalente de ir do artesanato para uma industrialização.” Segundo Ajzental, esse tipo de construção, que usa muita tecnologia, tem ainda como vantagem a maior qualidade, controle de produtividade e melhora da eficiência. “Além disso, esse é um método que fica livre de intempéries climáticas”, diz. Ajzental acredita que a construção modular, se padronizada, pode ser um caminho para reduzir o alto déficit habitacional no País. Ele reconhece, porém, que há uma barreira cultural no mercado e que a alternativa poderá levar mais tempo para ser aceita por essa razão. "As obras convencionais, normalmente, se estendem além do prazo estipulado, não respeitam orçamento e causam grande impacto ambiental durante a execução. Já uma obra feita em fábrica (off-site) permite maior controle de qualidade, reduzir expressivamente prazos, seguir um orçamento assertivo, reduzir desperdícios, diminuir o uso de água na construção e gerar menos resíduos”, explica Ricardo. Fontes: Estadão e Assessoria de imprensa e Comunicação BR3

  • TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE SP TERÃO REAJUSTE SALARIAL DE 7,59%

    Os trabalhadores da construção civil do estado de São Paulo terão um reajuste salarial de aproximadamente 7,59%, conforme acordo firmado entre Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP) e o Sindicado da Indústria da Construção (Sinduscon-SP). O reajuste valerá para todos os trabalhadores da categoria que recebem até R$ 6 mil, sendo que 4% será pago em maio e 3,59% em junho, de acordo com informações do Sintracon-SP. Para salários maiores que R$ 6 mil, o reajuste será objeto de livre negociação. Desde 1º de maio, o tíquete-refeição para almoço passa a R$ 24,50; a outra alternativa, o vale-supermercado, vai a R$ 348,00. Também foram incluídas na convenção as medidas de flexibilização previstas nas Medidas Provisórias 1.045 e 1.046, de 27 de abril, como redução da jornada de trabalho e salários, suspensão de contratos de trabalho e teletrabalho, entre outras. A convenção abrange os trabalhadores integrantes das categorias profissionais representadas pelo Sintracon-SP nos municípios de São Paulo, Itapecerica da Serra, Taboão da Serra, Embu, Embu Guaçu, Franco da Rocha, Mairiporã, Caieiras, Juquitiba, Francisco Morato e São Lourenço da Serra. Saiba mais em: www.sintraconsp.org.br/noticia/convencao-coletiva-assinada-2/ Fonte: Uol

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