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- DIRETORES DO SIAMFESP SÃO NOMEADOS PARA O CONSIC
Claudio Lorenzetti, vice-presidente do setor de metais sanitários, e Celso Daví Rodrigues, diretor executivo, foram nomeados conselheiros do Conselho Superior da Indústria da Construção (Consic), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Os executivos estiveram presentes na reunião do conselho, ocorrida no dia 12 de maio, oportunidade em que foram debatidos os principais desafios do setor para o crescimento do país. IMPRESSÕES : Na ocasião, o presidente do Consic, Rubens Menin Teixeira de Souza deu início com a seguinte afirmação: “A cadeia produtiva está desequilibrada, o preço dos materiais de construção está maior com a inflação e a carga tributária é ruim para o setor. Nossa indústria não tem como ser pequena frente ao tamanho do Brasil. No entanto, temos grandes impeditivos e qualquer ação que possa destravar é significativa”. O presidente do conselho afirma ainda que é o momento das entidades representativas do setor trabalharem em conjunto para apresentar ao poder público as medidas consideradas importantes. “Os desafios existem”, complementa Menin, “e podemos fazer algo de concreto. Hoje, existe no Ministério da Economia uma vontade grande de fazer acontecer”. ANDAMENTO DOS TRABALHOS DO GRUPO Um conjunto de assuntos relevantes para o setor foi apresentado para direcionar as ações do conselho, com a proposta de analisar quais prioridades serão definidas. Rodrigo Navarro, um dos membros do conselho, lembrou que o Governo Federal lançou o programa Construa Brasil, e recomendou que o Consic utilize trabalhos em andamento para apoiar seus pleitos. Navarro acrescentou que retomar obras paradas pode ser um componente importante para a geração de renda no cenário econômico atual. Luiz França, vice-presidente do Consic, relatou os desafios que o conselho precisa trabalhar no chamado “Custo Brasil/Avenidas de Crescimento”. Os temas em que a Fiesp pode contribuir são: burocracia em licenciamento e modernização de processos; custo financeiro; reformas estruturantes; produtividade e qualificação profissional; modelo de negócios para concessões e Parceria Público-Privada (PPPs); planejamento de infraestrutura, habitação e saneamento; e atividades para financiamento. Celso Daví Rodrigues, diretor executivo do Siamfesp, aproveitou a fala do Rodrigo Navarro e Luiz França, que citaram sobre a substituição tributária do ICMS, para comentar que podemos incluir nos trabalhos do conselho dois pleitos, sendo o primeiro o pedido de prorrogação dos prazos de recolhimento do tributo, e o segundo é o tratamento diferenciado para os materiais para a construção nos moldes como estão fazendo outros estados, como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e que encaminhará essas propostas. Diante dos assuntos propostos, Menin aconselhou o grupo a se debruçar sobre alguns itens: “precisamos focar em dois pontos para o crescimento do país: primeiro, vencer a burocracia, trabalhar com PPPs e concessões é fundamental; e segundo, ter uma boa comunicação direta e objetiva é mais eficiente do que juros compostos”. Fonte: Siamfesp
- SEGUNDA PARTE DA 13ª BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA
Centro Cultural de São Paulo abre as portas para o evento no próximo sábado, dia 04 de junho de 2022 O Centro Cultural de São Paulo, a partir do dia 04 de junho, será o espaço da segunda parte da 13ª Bienal Internacional de Arquitetura – Travessias, que conta com 10 convidados pela curadoria – instalações artísticas – e 23 selecionados. A bienal teve início no Sesc Avenida Paulista no dia 27 de maio. De novembro de 2020 a janeiro de 2021 foi aberto um concurso para selecionar uma proposta de co-curadoria para a 13ª edição que sugeria como eixos norteadores: democracia, corpos, memória, informação e ecologia. Entre as 11 propostas avaliadas, o tema travessias, que dá nome à edição, foi escolhido por unanimidade. A equipe vencedora é formada por nove integrantes brasileiros de diversas áreas de atuação: Carolina Piai Vieira, Larissa Francez Zarpelon, Louise Lenate Ferreira da Silva, Luciene Gomes, Pedro Cardoso Smith, Pedro Vinícius Alves, Raíssa Albano de Oliveira, Thiago Sousa Silva e Viviane de Andrade Sá. O grupo, ao lado da curadora residente, Sabrina Fontenele, construiu a 13ª Bienal Internacional de Arquitetura - Travessias. A proposta entende que a pandemia reforça desigualdades sócio espaciais que já se estabeleciam, não só no país, como no mundo. Compreendendo que essas estruturas sofrem fragmentação, tanto físicas quanto simbólicas, enraizadas nos violentos processos de colonização e apagamentos históricos. Como consequência, provocam inúmeras manifestações de opressão, como o racismo, o sexismo, o capacitismo e a colonialidade, no Brasil e em diversos territórios pelo mundo. A feira é composta por três eixos: - A exposição nos dois endereços; - Por uma extensa programação, maior parte também com transmissão virtual, conferências, mesas temáticas e performances, que acontece nos equipamentos culturais e espaços públicos do eixo da Avenida Paulista: Sesc, Itaú Cultural e Instituto Moreira Salles; - Atividades educativas, visitas guiadas, oficinas e mediação. CONVIDADOS Com destaque para o projeto do arquiteto Diébédo Francis Kéré de Burkina Faso, e atual vencedor do Prêmio Pritzker de Arquitetura 2022, sendo o primeiro negro a receber essa honraria. Além da obra de Kéré, os outros nove convidados que farão instalações artísticas são: - Arquitetura na Periferia (Minas Gerais - Brasil); - Grupo Banga (Angola); - Christophe Hutin (Paris - França); - Coletivo Coletores (São Paulo - Brasil); - Dele Adeyamo (Nigéria - Reino Unido); - Jaime Lauriano (São Paulo - Brasil); - Mona Rikumbi (São Paulo - Brasil); - Mouraria 53 (Bahia - Brasil); - Uýra (Amazonas - Brasil). A exposição desses projetos acontecerá simultaneamente no Sesc Avenida Paulista, que abriu a bienal no dia 27 de maio, e no Centro Cultural São Paulo, neste sábado. A abertura no Centro Cultural São Paulo, contará, às 17h, com a performance de Uýra. A equipe curatorial priorizou trabalhos que trazem à tona narrativas de povos e grupos que são e foram historicamente violentados no país e no mundo. SERVIÇO Centro Cultural São Paulo Abertura: 04 de junho de 2022 – às 17h, com performance de Uýra; 04 de junho a 17 de julho de 2022, segunda a sexta, das 10h às 20h, sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30; Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso, São Paulo - SP 01504-000; Telefone: (11) 3397-4002. Sesc Avenida Paulista Até 17 de julho de 2022, terça a sexta, das 10h às 21h30, sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30; Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência (grátis); Local: Arte I (5º andar) - Avenida Paulista, 119, São Paulo; Telefone: (11) 3170-0800; Transporte Público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m; Obs.: É necessário apresentar comprovante de vacinação contra COVID-19. Crianças de 5 a 11 anos devem apresentar o comprovante evidenciando uma dose, pessoas a partir de 12 anos, duas doses (ou dose única), além de documento com foto para ingressar nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo. Fonte: Pool de Comunicação
- ENTENDA AS REGRAS PARA A ANCORAGEM DE FACHADAS E OS SISTEMAS MAIS INDICADOS
Por Stephanie Fazio Ancoragem é um conjunto de pontos de ganchos instalados no topo do prédio, em locais estratégicos, para permitir a fixação de equipamentos e o deslocamento de pessoas (ou equipamentos mecânicos) através do acesso por cordas. O Sistema de Ancoragem Predial deve estar de acordo com as exigências das normas NR18, NR35 e NBR 16325, segundo o portal Síndico Legal. Ainda conforme o site, este sistema tem como objetivo principal a segurança para os trabalhadores da construção, que atuam nos serviços de limpeza, manutenção e restauração de fachadas. Além de proteger transeuntes, estruturas vizinhas e ou bens materiais de terceiros. Apesar de ser um método utilizado mundialmente há mais de 20 anos para oferecer melhor mobilidade e segurança aos trabalhadores, muitos prédios ainda não possuem pontos de ancoragem instalados. Desde a publicação da Portaria Nº 157, de 10 de abril de 2006, todas as edificações com, no mínimo, quatro pavimentos (ou altura de 12m) devem possuir dispositivos destinados à ancoragem de equipamentos de sustentação de andaimes, balancins e cadeirinha, bem como de cabos de segurança para o uso de proteção individual a serem utilizados nos serviços de limpeza, manutenção e restauração de fachadas, conforme a legislação do Ministério do Trabalho (Norma Regulamentadora nº 18 e nº 35). De acordo com o site Síndico Legal, não é permitido realizar serviços em fachada sem que os trabalhadores estejam adequadamente conectados ao sistema de ancoragem, seja ações de reforma, limpeza, vistorias, teste de percussão (ou “bate-fofo”), troca de vidros ou qualquer serviço que o trabalhador esteja sujeito a risco de queda em altura. Nas instalações e manutenções de fachadas de vidro e ACM, é comum que trabalhadores executem serviços internos e externos com alturas elevadas, neste caso, a variação de possibilidade e cuidados com estes serviços precisa ser avaliada. Porém, alguns equipamentos são usuais para grandes alturas ou pequenas elevações, como cinto de segurança tipo abdominal e talabartes, com absorvedor de energia com altura de trabalho correta, os equipamentos padrões, como capacete, óculos, entre outros também precisam ser utilizados, informa Bruno Xavier, diretor de vendas e projetos da Stick Glass Fachadas de Vidro e ACM. Todo o tipo de trabalho realizado em altura acima de 2m de elevação requer algumas regras de segurança que devem ser consideradas. “A segurança dos colaboradores de um serviço em altura precisa ser avaliada, assim como os riscos, junto com profissionais da área de atuação da segurança de trabalho”, explica o executivo. Conforme previsto na própria NBR 16325-1, nesta avaliação, um dos itens que precisa de atenção é a estrutura e a resistência das fixações da ancoragem, prevendo a rigidez e estabilidade estrutural, acrescenta. Xavier observa que os prestadores de serviço devem estar com as suas capacidades físicas, psicológicas e neurológicas em dia para a execução dos serviços em altura, tendo habilitações em dia da NR35 e NR18. Segundo Mário Galvão, engenheiro civil, o sistema de ancoragem tem função principal de fixar equipamentos para serviços em fachadas, como balancim e cadeirinha. O método serve também para a utilização de linha de vida do trabalhador. “É fundamental sua utilização para a adequada realização dos serviços com segurança, sem expor a vida do trabalhador ao risco”, diz. QUAIS SISTEMAS DE ACESSO SÃO MAIS INDICADOS? “Para a realização de pequenos serviços, como limpeza, inspeções e pequenos reparos, o rapel e a cadeirinha são bastante utilizados. Em, obras maiores, como demolição, vidros, revestimentos, entre outros processos, a recomendação é que se utilize o balancim, por permitir melhor acesso do trabalhador”, analisa o engenheiro civil. O diretor menciona que os sistemas mais utilizados em trabalhos de execuções em alturas, no setor de instalações de fachadas de vidro e ACM, são os andaimes fachadeiros, em balanço ou suspenso e plataformas tipo tesoura ou articuladas. “Os casos que mais marcam são aqueles que envolvem acidentes devido à ancoragem inadequada. Infelizmente, é muito comum verificarmos trabalhadores realizando serviços em altura e em fachada afixados em locais inadequados, como latas de tinta e sacos de areia. É assustador!”, relata Galvão. Na visão do engenheiro, é muito importante que o gestor predial se atente a todas as normas de segurança para não expor a vida ao risco, o que pode configurar crime de acordo com o código penal. “Precisamos criar a cultura da prevenção e respeito à vida”, enfatiza. APLICAÇÃO DAS NORMAS Para Xavier, em pequenas e médias obras e instalações de fachadas de vidro e ACM, existe um descaso das normas e suas utilizações, não contemplando nenhuma ação ou punição para os envolvidos. Os edifícios construídos há menos de três anos, normalmente, já possuem esse sistema, pois já se tornou um hábito entre as construtoras. Mas, a maioria das obras ainda não aderiram às medidas e estão sujeitas a multas e a acidentes de trabalho, conclui Galvão. ACESSÓRIOS PARA FIXAÇÃO Para garantir o alinhamento da solução na fachada, proporcionando o acabamento esperado, e eliminar a ocorrência de problemas futuros, é fundamental que a instalação dos painéis seja executada da maneira correta, informa Camila Guimaro, responsável pela área de marketing da Boltinox, distribuidora de fixadores em aço inoxidável. “Apesar da atividade ser simples, ter atenção na montagem do sistema evita retrabalhos e perdas financeiras”, observa. Ela destaca a importância de avaliar o contato com outros materiais, que podem desencadear processos corrosivos, por isso, é recomendada a utilização de fixadores de aço inoxidável para evitar a corrosão galvânica. Segundo a profissional, a boa especificação e detalhamento do projeto colaboram para a qualidade da instalação. “O chumbador de aço inoxidável (CBA) é um sistema de fixação expansivo, muito indicado para a instalação das fachadas. Sua aplicação é fácil e rápida, proporcionando maior agilidade ao processo de montagem e fixação nas obras, além de ser capaz de atingir cargas elevadas”, descreve Camila. “O modelo mais conhecido de chumbador é o CBA com prisioneiro, que é o mais indicado para o uso direto em concreto”, complementa. Cada chumbador de inox é composto por um parafuso, uma arruela, uma porca, uma jaqueta, também chamadas de capa ou camisa, e uma cunha, conta a profissional. No mercado, pode ser encontrado em vários tamanhos, que são classificados em polegadas ou milímetros. É muito importante saber o tamanho ideal para cada situação onde vai ser fixado, pois existem vários tipos de chumbadores, informa a profissional. Fontes: Bruno Xavier, Mário Galvão, Camila Guimaro, Síndico Legal, Fernandes & Grossi Engenharia e Condomínio em Ordem
- AFEAL PROMOVE PALESTRA SOBRE A AÇÃO DO VENTO NAS FACHADAS E SEUS COMPONENTES
A Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias do Alumínio (Afeal) promove no dia 21 de junho, a partir das 17h, uma palestra online gratuita com o tema “A ação do vento sobre as fachadas e seus componentes: fatores determinantes e medidas visando a segurança e estanqueidade”. A palestra será lecionada pelo Prof. Dr. Acir Mércio Loredo-Souza, do Laboratório de Aerodinâmica das Construções (LAC) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Junto com a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e o Programa Setorial de Qualidade de Portas e Janelas de Correr de Alumínio (PSQ), o evento será o início de uma série de ações que a Afeal promoverá para o entendimento e capacitação de projetistas, coordenadores e gerentes de projeto e profissionais de empresas fabricantes dos sistemas envolvidos, visando a segurança e estanqueidade das soluções ao longo da vida útil. De acordo com a Afeal, a ação do vento sobre as fachadas resulta em pressões que devem ser consideradas adequadamente para a concepção arquitetônica das edificações, especificação e dimensionamento de todos os componentes e elementos de sistemas de esquadrias, vidros, brises, painéis de fachada, fachadas ventiladas, entre outros. A palestra contará ainda com um debate, com a coordenação da engenheira Maria Angélica Covelo, que traz para a discussão o consultor e engenheiro Crescêncio Petrucci e também uma personalidade indicada pela Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura (AsBEA). O professor Acir é titular do departamento de engenharia civil e responsável pelo Laboratório de Aerodinâmica das Construções da UFRGS. É engenheiro civil e mestre pela UFRGS e PhD pela University of Western Ontario, Canadá; é também coordenador da comissão de estudos de revisão da ABNT NBR 6123 – Forças devido ao vento em edificações. Inscrições através do link: https://conteudo.afeal.com.br/palestra-on-line-21-06 Fonte: Afeal
- RISCOS DO ENVIDRAÇAMENTO DE SACADAS E VARANDAS DE CONDOMÍNIO
Além de seguir as regras e os trâmites do condomínio, o processo pode ser embargado na prefeitura *Por Maicon Guedes Varandas ou sacadas valorizam inegavelmente os apartamentos, compõem um espaço externo agradável na própria unidade, possuem um custo menor para as construtoras e pesam menos no cálculo do IPTU. Muitos proprietários decidem envidraçar a sacada, seja para controlar intempéries ou até mesmo ter mais privacidade. Em muitos casos, o desejo é o de ampliar a sala de estar, transformar a chamada “varanda ou sacada gourmet” em um local mais aconchegante ou mesmo criar um cômodo novo, como uma sala de leitura ou uma sala de jantar. Além disso, a presença de ventos, sujeira, poluição, baixas temperaturas e até o barulho podem levar proprietários de imóveis a desejarem envidraçar suas varandas. Contudo, envidraçar a varanda não é tão simples e uma série de transtornos podem surgir. É preciso consultar previamente o síndico para se certificar de que a estrutura do prédio comporta os vidros na sacada, de que há concordância e padronização do condomínio e de que não há lei contra a prática. Ainda assim, pode haver problemas para o bolso. CUIDADOS NO CONDOMÍNIO PARA O ENVIDRAÇAMENTO DE SACADAS E VARANDAS O primeiro cuidado se baseia em saber se o condomínio permite o envidraçamento e, se sim, qual é a padronização adotada. Para permitir o envidraçamento, o condomínio precisa do parecer do engenheiro calculista e do arquiteto da fachada, pois dele são os direitos autorais sobre o design da fachada. Se não houver essa aprovação técnica, os condôminos não devem insistir. Não é toda varanda que está apta para receber o peso adicional dos vidros, que dependendo da espessura do vidro e tamanho da varanda, podem representar mais de 1t por sacada. Além disso, ainda há a questão da incidência de ventos em empreendimentos mais altos, tendo em vista que o prédio é projetado para ventos de uma determinada intensidade. Quando a varanda é fechada, passa a haver uma resistência maior aos ventos, o que pode trazer danos ao prédio. Permitido o envidraçamento, também deve haver a preocupação em não se alterar a fachada fora do que as leis permitem e do que os condôminos toleram. No que consiste o debate legal, os tribunais não consideram que a simples colocação de vidros incolores ou seguindo padrão do condomínio, não fixos, sem esquadrias, no sistema cortina de vidro, na varanda não é suficiente para alterar a fachada de um edifício. Não há quebra da harmonia arquitetônica. Dessa forma, não é necessário alcance de quórum qualificado de unanimidade de todos os condôminos, sendo necessária apenas maioria simples. Se os condôminos aprovarem o envidraçamento, o projeto deve ser padronizado para todo o condomínio, adequando-se à estrutura do prédio e com o mínimo de impacto visual. O condomínio pode até indicar empresas que realizam o serviço de acordo com o projeto aprovado, mas condôminos não são obrigados a envidraçar e no caso de executarem o serviço, podem optar por outros fornecedores que sigam o projeto. Outro ponto polêmico é no sentido de que muitas decisões dos tribunais já foram lançadas no sentido de que uma vez autorizado o envidraçamento por assembleia, convocada para tal fim, o envidraçamento passa a ser considerado como nova fachada, havendo maior tolerância para modificações na área interna da sacada como decoração acima do parapeito, revestimento de churrasqueiras, instalação de cortinas/persianas no vidro da varanda ou até mesmo retirada da parede/porta que divide a sala ou cozinha da varanda. CUIDADOS NA PREFEITURA AO ENVIDRAÇAR SACADAS E VARANDAS Verificada a possibilidade estrutural e permissão do condomínio, o proprietário do imóvel pode ter questões impeditivas com a prefeitura. A área da varanda não é incluída no que se convenciona chamar de "área útil da unidade" e seu peso para o cálculo do IPTU costuma ser menor ou em algumas cidades, inexistente. Ocorre que, a partir do momento em que se envidraça a varanda, se foram instalados vidros fixos, a prefeitura pode entender que houve aumento da área construída e, em tese, querer elevar o IPTU da unidade e ainda multar por exceder potencial construtivo caso construtora tenha construído no limite do terreno. Desta forma, quem envidraça a sacada com vidros fixos se arrisca a sofrer alguma punição ou cobrança futura, caso a prefeitura decida discutir e disciplinar a questão. *Maicon Guedes é advogado; mestre e professor de direito; síndico profissional; sócio da Informma Síndicos Profissionais e da Guedes Advogados Associados. - Veja mais em https://www.sindiconet.com.br/informese/riscos-do-envidracamento-de-sacadas-e-varandas-de-condominio-colunistas-maicon-guedes?utm_source=instagram&utm_medium=social&utm_campaign=artenvidra
- PERFIL ALUMÍNIO DO BRASIL RECEBE HOMENAGEM DO BANCO DO BRASIL PELOS SEUS 27 ANOS
Reprodução: Perfil Alumínio do Brasil/Instagram No último dia 26 de maio, a Perfil Alumínio do Brasil, extrusora, pintora e distribuidora do material, recebeu a visita de Andréa Abreu e Murilo Queiroz de Almeida, gerentes de relacionamento do Banco do Brasil, que homenagearam a marca pelos seus 27 anos. Eles foram recepcionados por Alexandre Casasco, diretor comercial, e Denise Casasco, diretora administrativa e financeira. “Fomos agraciados com uma placa de homenagem pelos nossos 27 anos. Um dos nossos principais valores é a parceria duradoura e agradecemos ao Banco do Brasil pelo reconhecimento e parceria”, conforme publicação no Instagram da empresa. Também em suas redes sociais, a marca agradeceu a instituição por acreditar em seu trabalho. “Poder receber esse reconhecimento nos fortalece e nos motiva a continuarmos em constante evolução, visando a qualidade dos nossos produtos e serviços”, segundo a Perfil Alumínio do Brasil. Fonte: Perfil Alumínio do Brasil/Instagram
- VANTAGENS DO FECHAMENTO DE SACADA
O envidraçamento de sacadas oferece muitas vantagens para quem deseja conforto e segurança. A solução ajuda a integrar ambientes, a reduzir os ruídos externos e a proteger o espaço interno contra as intempéries, além de valorizar o projeto. De acordo com a Associação Nacional de Vidraçarias (Anavidro), associação nacional de vidraçarias, o material é capaz de reduzir a temperatura interna do ambiente em até 5ºC, e também pode ajudar a isolar o som externo em até 20%. O vidro laminado, por exemplo, pode reduzir o calor e ao mesmo tempo dar uma proteção maior para os móveis dentro da casa, como tapete, cortina, tecidos do sofá e madeiras, de acordo com Joel Alves, designer de interiores e influencer . Além disso, ele afirma que o imóvel ganha mais um ambiente, trazendo visibilidade ao espaço externo e protegendo da chuva e do vento. Vale destacar a importância que o engenheiro ou arquiteto responsável pelo projeto de sacada tenha que emitir a certificação de responsabilidade técnica sobre a execução do sistema de envidraçamento, mediante laudos técnicos de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ou Registro de Responsabilidade Técnica (RRT). A ART determina as obrigações e as responsabilidades do engenheiro, que deve ser habilitado com registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA). Já o RRT, assegura a autoridade, as obrigações e as responsabilidades do arquiteto, que deve ter registro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). “Muita gente acha que envidraçamento de sacada é tudo igual, que só devemos escolher qual empresa vai instalar o produto no meu apartamento. Não é bem assim, o vidro tem diversas diferenças, tanto de qualidade, quanto do tipo”, explica Claudio Mansur, co-fundador e diretor comercial da Casa Mansur Vidros e Soluções. NORMAS SOBRE O ENVIDRAÇAMENTO A norma de envidraçamento de sacadas tem como principal objetivo definir quais são os requisitos básicos e os testes aos quais esse material precisa passar. Seja um serviço público ou privado, ele deve possuir uma série de características que garantam desempenho e segurança A norma técnica ABNT NBR 16259:2014 - Envidraçamento de Sacadas estabelece o seguinte: para o procedimento é necessário utilizar vidros laminados (NBR 14697) ou vidros temperados (NBR 14698), ambos são considerados modelos de segurança. Também deve-se verificar as complementares, sendo elas: 10821-3 – Esquadrias para edificações; 10821-2 – Esquadrias externas; 15737 – Perfis de alumínio e suas ligas com acabamento superficial: Colagem de vidros com selante estrutural; NM293 – Terminologia de vidros planos e dos componentes acessórios para a sua aplicação. Todos os requisitos da ABNT NBR 16259 são pensados para oferecer uma proteção parcial em relação a sacada ou varanda. Existem algumas normas específicas para o trabalho, como a NBR 14718 - Guarda-corpos para edificação, por exemplo, que determina que sempre que o sistema de envidraçamento for feito sobre guarda-corpos, aquele que fabricou o sistema se responsabiliza. Entretanto, a NBR 16259 define que todos os sistemas devem passar pelo ensaio de resistência a cargas. Inclusive, o envidraçamento de sacadas não funciona como um sistema de guarda-corpo ou mesmo de estanqueidade. REQUISITOS BÁSICOS PARA O ENVIDRAÇAMENTO O tipo de vidro que pode ser usado neste espaço se limita ao laminado ou temperado. Além disso, a escolha envolve um estudo aprofundado do espaço. Em síntese, o material escolhido deve seguir um padrão que atende a pressão do vento onde será instalado e, assim, o arquiteto, engenheiro ou outro profissional deve considerar as características do edifício, uma vez que em alguns condomínios residenciais o envidraçamento de sacadas deve seguir um padrão visual. “É importante prestar atenção na utilização do vidro para o fechamento da sacada, porque vidro não é tudo igual. Hoje, temos vidro de proteção solar, que faz com que esse ambiente se torne mais confortável. Entre os mais utilizados para fechamento de sacada estão os neutros, mais transparentes”, afirma Luciana Teixeira, coordenadora nacional de trade marketing da Cebrace. AÇÕES PREVENTIVAS PARA INSTALAÇÃO Uso de EPIs – que são os equipamentos de proteção individual (luvas, óculos de proteção, botas e mais); Transporte dos vidros em pilhas, separados por papelão, plástico bolha ou isopor para evitar trincas, arranhões e, no pior dos casos, a quebra de painéis; A análise do perímetro para checar os riscos envolvidos na execução do trabalho; O isolamento da área, em caso de instalação em altura, para evitar queda de objetos; Além disso, recomenda-se que o vidraceiro proteja o piso antes de dar início ao serviço e entregue o ambiente limpo. Fonte: Cebrace, Anavidro e Divinal Vidros
- ISOLAMENTO ACÚSTICO: SAIBA COMO DIMINUIR RUÍDOS EXTERNOS
Arquiteta Isabella Nalon explica como amenizar os barulhos indesejados e evitar que os ruídos internos se espalhem, dando mais privacidade Com um bom projeto de isolamento acústico, até as casas e apartamentos que ficam próximos às vias movimentadas e sofrem com toda a poluição sonora podem obter um bem-estar e proporcionar momentos de relaxamento para os moradores. Além disso, evita que sons produzidos internamente, como de sapatos batendo no piso, aspirador ou uma pequena reunião de amigos, não incomodem os vizinhos. “Como em algumas situações somos nós que produzimos os ruídos, o isolamento acústico é benéfico para todos ao redor, principalmente para quem mora em apartamentos onde o condomínio possui regras em relação ao barulho”, comenta Isabella Nalon, arquiteta à frente do escritório que leva o seu nome. “Além disso, melhora significativamente a qualidade de vida, pois ao suavizar ou bloquear os barulhos, contribui para a melhoria do nível de concentração, além da diminuição do estresse e o cansaço mental, criando um espaço mais relaxante”, completa. PLANEJAMENTO Na opinião da arquiteta, o projeto precisa ser feito de acordo com a necessidade e o grau de ruído que os ambientes suportam e o profissional de arquitetura deve analisar o contexto, tomando conhecimento dos elementos utilizados na construção, realizando as medições e avaliando as condições de incômodo para os moradores. “Em cômodos propícios para o descanso, como sala de estar e dormitórios, o atenuar dos ruídos é essencial para relaxamento e concentração, valendo também para áreas de home office. Já em ambientes de passagem e de pouca permanência, os cuidados podem ser menores”, explica. MATERIAIS A escolha dos revestimentos é importante e ajuda no isolamento acústico. Isabella explica que em cômodos que desejam uma atenção especial, o ideal é apostar em elementos como pisos de madeira, laminado com manta acústica, vinílico ou carpetes, que também agregam no acabamento deixando o ambiente mais elegante. Na parte do teto, o forro de gesso pode ser executado com lã de rocha ou de vidro, já que absorvem os sons, e podem ser encontrados nos formatos de placas ou mantas. Em casas e apartamentos que estão passando por reforma, o mais recomendado, em sua opinião, é a utilização de argamassa termoacústica que ajuda a reduzir em até 40dB (decibel) o barulho para o vizinho da laje inferior. O uso de manta acústica, dependendo do material, pode provocar resultados semelhantes. “Alguns tipos de revestimentos não são eficazes em relação ao bloqueio de ruídos, sendo o caso de revestimentos como cerâmicos que ecoam o som. Caso o morador não tenha como substituir esses materiais, investir em janelas e portas especiais que barram o som externo é uma boa alternativa, uma vez que diminuem a intensidade do som”, comenta. OUTRAS SOLUÇÕES Um vidro de dupla camada e até instalar uma segunda “camada” de drywall, que na parte oca ainda incorpore isolantes como lã de rocha ou de vidro, podem ajudar no isolamento. A arquiteta também detalha que não adianta ter uma casa com portas de madeira maciça e janelas com isolamento se elas estiverem abertas. “E como uma demanda puxa a outra, esses ambientes fechados podem sofrer com o aumento da temperatura. Por isso, a necessidade da instalação de um aparelho de ar-condicionado”, alerta. Segundo ela, não adianta incorporar materiais com características para o isolamento acústico, sem antes realizar o projeto e o cálculo com um profissional especializado. Também não se deve deixar frestas e espaços em portas, janelas e outros vãos por onde o som possa escapar. “O segredo é incorporar no projeto produtos adequados para cada cômodo, sempre contando com mão de obra especializada e com materiais de boa qualidade”, finaliza Isabella. Fonte: Assessoria Dc33 Comunicação e Isabella Nalon
- PONTE DE VIDRO EXTENSA QUER ENTRAR NO GUINNESS
Instalada a mais de 150 metros acima do solo, a Bach Long Bridge (Ponte do Dragão Branco, em tradução livre) conta com 250 painéis de vidro produzidos pela Saint-Gobain. A ponte tem aproximadamente 630 metros de comprimento. Localizada perto da cidade de Moc Chau, no Vietnã, a construção teve início em 2020 e está tentando entrar no “Guinness Book of Records” como a ponte de vidro mais longa do mundo. Entretanto, o verdadeiro feito da Bach Long Bridge não é sua extensão, mas sua estrutura especialmente resistente. O vidro de alta transparência SGG Diamant fabricado no World Glass Complex da Saint-Gobain, em Sriperumbudur, Índia, é temperado e reforçado. Incorporado em uma unidade laminada composta por várias camadas de película SentryGuard Plus (SGP), usadas especialmente em áreas propensas a furacões e ciclones, o vidro aplicado na ponte é de alta resistência. Cada painel de vidro recebeu um tratamento de impressão cerâmica antiderrapante para que qualquer pessoa com coragem para atravessar a ponte possa fazê-lo em total segurança. A abertura ao público ocorreu em 30 de abril de 2022, no Dia da Reunificação, feriado no Vietnã. A ponte pode receber até 500 pessoas por vez. Fonte: www.glassonline.com
- IMPORTÂNCIA DAS VENTOSAS NO MANUSEAMENTO DO VIDRO
Apesar de resistente e da sua durabilidade,o vidro é também um material frágil, que exige cuidados e equipamentos adequados durante seu manuseio. É um produto delicado e que não deve sofrer impactos com frequência, por isso, o método mais utilizado e seguro para movimentação do material é através das ventosas por sucção pelo contato, a vácuo. As ventosas para vidro, além de essenciais para o manuseio seguro das chapas, são muito eficientes, tanto no deslocamento vertical como horizontal de peças lisas como o vidro. Os modelos acompanham a variedade de tamanhos e espessuras das chapas de vidro, sendo assim, a escolha precisa ser adequada ao tamanho e peso da peça. As ventosas manuais suportam, geralmente, de 20 a 120kg. O mercado disponibiliza três versões: simples, com um ponto de sucção; dupla, com dois pontos de sucção; e tripla, com três pontos de sucção. O acessório que possui dois pontos de sucção é oferecido em dois modelos: ventosa dupla de alumínio e ventosa dupla de metal, que suporta até 80kg. O equipamento com três ventosas, que pode ser encontrado em alumínio e metal, suporta até 120kg. As automáticas, que são recomendadas para chapas muito pesadas, podem suportar mais de 1t. Com até 12 pontos que provocam a sucção simultaneamente, seu corpo costuma ser de alumínio, metal ou plástico sólido e o ponto de sucção emborrachado. A liberação da chapa é feita por meio de uma botoeira, que deve ser utilizada conforme orientações do fabricante, pois o uso incorreto pode danificar o equipamento. Uma das recomendações é não “viciar” o equipamento na posição de sucção por muito tempo quando está fora de uso. Fonte: WR Glass
- NAKRAM: 35 ANOS DEDICADOS AO NEGÓCIO DO ALUMÍNIO
Ao completar 35 anos de atividade em 2022, a Nakram, fabricante de acessórios para esquadrias de alumínio, fachadas, gradis e linha padronizada, conta que poderia escrever um extenso livro sobre a sua história, falando das inúmeras dificuldades superadas e das conquistas colecionadas. Hisakazu Kanegae, diretor executivo e fundador da empresa, afirma que a sua maior satisfação é agradecer, pois acredita que na vida raramente se conquista algo isoladamente, seja no plano pessoal ou no mundo corporativo. O diretor explica que neste percurso a empresa enfrentou períodos turbulentos, como a inflação perto de três dígitos ao mês, incontáveis planos econômicos e uma permanente instabilidade no cenário político e, com frequência, se depararam com crises na construção civil, que afetaram diretamente o setor de alumínio. Kanegae cita que nunca deixou de acreditar no Brasil e que os principais responsáveis em fazer com que ele mantivesse sua crença foram os clientes, fornecedores, funcionários e representantes, enfatizando que são a razão da sua longevidade corporativa. Em 2017, a Nakram recebeu do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) um troféu pelos 30 anos de destaque no cenário econômico da maior metrópole do país. Hoje, a marca está presente em todas as regiões do Brasil, através dos seus 29 escritórios representantes. "Obrigado a todos, com gratidão ao passado e fé no futuro!", finaliza o fundador. Fonte: Nakram e NK2 Branding
- GAFISA ACEITARÁ CRIPTOATIVOS PARA COMPRA DE IMÓVEIS
A Gafisa, plataforma de produtos e serviços imobiliários, firma parceria com a Foxbit, uma das maiores exchanges (plataforma digital que oferece a compra, a venda e a troca de criptoativos) do Brasil, para aceitar criptomoedas como forma de pagamento de apartamentos no ato da compra. A incorporadora estuda esta possibilidade desde fevereiro de 2021, a novidade passou a valer desde abril de 2022. “O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado e, tecnologicamente, a moeda com maior lastro da história. É uma moeda que está crescendo em popularidade a cada dia, ampliando também as possibilidades de sua utilização”, explica Guilherme Benevides, diretor executivo da Gafisa Incorporadora e Construtora São Paulo. “Existe uma tendência natural de digitalização dos pagamentos. Se pararmos para pensar que o Banco Central vai lançar o real digital em 2022, podemos concluir que, de fato, as moedas digitais estão cada vez mais presentes no mundo”, completa. O empreendimento Flow by Gafisa foi escolhido para dar início ao projeto e tem como alvo um público ligado às tendências de mercado, inovações e iniciativas disruptivas. O Flow terá 437 unidades residenciais, com apartamentos studios, dois dormitórios e duplex, e metragens variando de 21m² a 61m². O empreendimento terá sala de delivery , local para armazenamento de bicicletas, praça externa “ relax place ” conectada a um espaço de coworking (espaço para empreendedores e empresas). Além de um mini mercado para as compras rápidas, uma área para praticar hábitos saudáveis, com spa urbano e sala de massagem, e landry space (lavanderia coletiva com máquinas de lava e seca). A localização é estratégica entre toda a sofisticação dos Jardins, a tradição de Higienópolis e o chamado “baixo Augusta”. O objetivo da incorporadora com esta iniciativa no Flow é estar de acordo com as tendências do mercado. O pagamento em cripto promove mais segurança (rastreabilidade), agilidade de processos e baixos custos, tendo em vista que esta é uma tendência global. “Não há como fazer negócios sem aceitar a cripto como forma de pagamento, pois, além de representar mais uma maneira que o comprador pode escolher para realizar o pagamento, a utilização da moeda promove o melhor para nossos consumidores”, comenta Benevides. A aquisição de imóvel via bitcoin acontece de forma simples: o cliente sinaliza que deseja fazer o pagamento com criptomoeda através de um formulário de intenção, a Gafisa analisa minuciosamente este formulário e, após o aceite e assinatura de Termo de Dação para Pagamento, o comprador transfere o valor para a conta da Gafisa através da Foxbit. A cotação válida será sempre no valor do dia do recebimento e todo o processo passará por um estudo de viabilidade de crédito e da origem dos recursos. "Estamos muito felizes em poder, cada vez mais, contribuir para que as criptomoedas sejam aceitas em todos os segmentos. A Gafisa é uma das empresas líderes no segmento imobiliário, pioneira em construção civil no Brasil e que passa a aceitar essa forma de pagamento em todos os seus empreendimentos com a nossa solução Foxbit Pay. É um orgulho dizer que, cada vez mais, empresas renomadas como a Gafisa, estão ingressando nesse mercado”, afirma Rodrigo Ikegaya, diretor de produtos da Foxbit. A Gafisa entende que a compra de imóveis com criptomoedas pode ser um primeiro passo para outras inovações disruptivas do setor, abrindo portas para uma movimentação ainda maior no mercado. Fonte: Agência Approach Comunicação e Gafisa














