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- CLIENTES DE CONSTRUTORA DO LITORAL PAULISTA ESTÃO PREOCUPADOS COM QUESTÕES SOCIOAMBIENTAIS
85% dos clientes da construtora e incorporadora Talenco, da Praia Grande, adotam práticas ESG para reduzir custos e resíduos Com a nova economia, conceito que se desprende do antigo jeito de fazer negócios, o foco é a experiência do usuário, indústria 4.0 e sustentabilidade. Por isso, empresas estão adotando práticas ESG ( Environmental, Social, Governance - Ambiental, Social e Governança, em português), tirando o foco da lucratividade a todo o custo e olhando mais para questões socioambientais. A Talenco, construtora e incorporadora da Praia Grande, pioneira na Baixada Santista (SP) no uso de BIM ( Building Information Modeling - Modelagem de informação da construção, em português), afirma que 85% de seus clientes os procuram com esse tipo de cuidado. “O nível de conscientização das pessoas tem mudado quando este é o tema. Muitas pessoas não querem mais morar ou estar conectadas com produtos e/ou serviços que vão contra essas práticas sustentáveis. Por isso, fazemos questão de trazer essas práticas e elementos ao nosso trabalho e projetos”, conta Fábio Moraes, engenheiro e sócio da Talenco. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e da Brain Inteligência Estratégica, realizado em 2021, 66% dos entrevistados consideram importante e estariam dispostos a pagar mais para ter energia solar no imóvel. Dos 14 mil entrevistados, 57% dão preferência em morar em espaços arejados com integração à natureza. A pesquisa revelou ainda que 56% estariam dispostos a pagar mais um por um imóvel que use tecnologia de reutilização da água da chuva. Na Talenco, as ações ESG são práticas cotidianas, inseridas na cultura e nos princípios da empresa. “Ou seja, fazem parte de nosso trabalho diariamente”, afirma Moraes. Quando se trata das práticas ambientais, por exemplo, a empresa tem como premissa utilizar práticas de redução na geração de entulhos, através de produtos e métodos construtivos que permitam a baixa geração de resíduos. Também é fato nos empreendimentos da construtora a utilização de reuso de água para caixas acopladas nas bacias e em todos os pontos de lavagem na área comum dos empreendimentos. “Além disso, trazemos em nossos residenciais ponto de carregamento elétrico nas garagens, o que é um diferencial na região, visando o crescimento por utilização de veículos híbridos. Sem contar, que cada empreendimento é concebido de maneira única, o que nos permite propor maior integração do edifício com seu entorno, gerando o mínimo de impacto possível”, comenta o engenheiro. A ação ESG mais expressiva, segundo Moraes, é a de reuso de água. “Em nosso Residencial Colline 898, por exemplo, estimamos uma redução mensal de aproximadamente 150 mil litros de água. Isso sem contar com os quase 10 mil litros que são gastos em média pelos condomínios nas lavagens e usos das áreas comuns”, destaca. Outro destaque para o meio ambiente será visto no próximo lançamento da construtora, que contará, além de muito paisagismo na fachada, com a energia solar fotovoltaica para áreas comuns. “Essa é uma fonte de energia limpa e renovável que gera eletricidade por meio da radiação solar e que já é totalmente aplicável em residenciais de alto nível. Além do benefício no bolso, o nível de conscientização das pessoas tem mudado quando este é o tema”, conta o engenheiro. Fonte: Optima Comunicação
- COMPRAR IMÓVEIS COM BITCOINS É UMA REALIDADE!
Transação vem sendo usada em países como Estados Unidos e Portugal, e o mercado brasileiro adere a novidade Uma pesquisa realizada pelo Datafolha, publicada neste ano, mostrou que 87% da população deseja comprar um imóvel. Atentas a isso, as empresas do mercado imobiliário nacional têm inovado na tentativa de atrair mais consumidores. Uma dessas novidades é a possibilidade de comprar um imóvel com criptomoedas. A transação, que já acontece em países do exterior, passou a ser utilizada no Brasil, sendo o mercado imobiliário do Rio Grande do Sul pioneiro a aderir à inovação. No momento, as criptomoedas aceitas para a compra de imóveis no país são o Bitcoin (BTC) e a Ethereum (ETH), consideradas ativos digitais mais consolidados. O consumidor deve realizar a negociação diretamente com a empresa responsável pela venda. O pagamento é feito por meio da transferência do valor em criptomoedas entre as carteiras digitais. DINÂMICA DAS CRIPTOMOEDAS As criptomoedas são ativos digitais que pertencem à modalidade de renda variável. Para investir, o interessado deve ter uma conta em uma plataforma de investimentos que faça a mediação com uma gestora de moedas digitais. No mercado latino-americano, a Hashdex Criptoativos é a principal empresa gestora de criptomoedas, reunindo mais de US$2 bilhões em ativos. Pela plataforma, o investidor decide quais criptomoedas vão compor a sua carteira digital. O BTC e a ETH estão entre as mais populares. Mas a orientação dos especialistas em finanças é estudar o mercado para identificar os ativos mais interessantes para o momento. VANTAGENS E DESVANTAGENS DA COMPRA COM CRIPTOMOEDAS A principal vantagem da compra de um imóvel com o uso de criptomoedas é a facilidade da transação, por ser menos burocrática. A negociação é feita diretamente com a imobiliária, construtora ou incorporadora responsável pelo imóvel, eliminando a necessidade de autorização de bancos para a realização das etapas de compra. Outra vantagem para o consumidor é a possibilidade de converter as criptomoedas, que são ativos de alta volatilidade, em um imóvel, um investimento considerado mais estável. Para o vendedor, a transação também é vantajosa, pois permite receber o pagamento de forma instantânea e sem tributação. Outra vantagem é que, em contextos positivos, as criptomoedas passam por processos de supervalorização. Entre as principais desvantagens está o fato desse tipo de negociação ainda ser uma novidade no Brasil e, por isso, há poucas ofertas. Portanto, não é possível usar o sistema de crédito imobiliário oferecido pelos bancos. Para quem aceita o pagamento em moedas digitais, a desvantagem está relacionada ao risco inerente das criptomoedas, que é a alta volatilidade. Se o cenário positivo implica a supervalorização, em momentos de retração, o prejuízo pode ser significativo. ORIENTAÇÃO GERAL Atentos às vantagens e desvantagens da compra de um imóvel com criptomoedas, a orientação do mercado aos consumidores é agir da mesma forma como na compra do sistema tradicional. Dessa forma, é necessário planejar-se financeiramente, avaliar se o imóvel é compatível com os objetivos da família e analisar se as condições oferecidas pelo vendedor atende o esperado. Fonte: Experta Media
- SAIBA QUAL A AVALIAÇÃO DE MERCADO DA MANSÃO DA "MULHER DA CASA ABANDONADA"
Ferramenta Place, do Grupo Ospa, investigou o terreno do imóvel referente ao caso que ganhou as redes sociais Caso fosse colocada à venda hoje a mansão e o terreno da conhecida "casa abandonada", no bairro de Higienópolis (SP), que viralizou nas redes sociais por conta da história de sua moradora, o preço seria de R$5.390.000,00. O valor do terreno é indicado pela ferramenta Place, do Grupo Ospa, que gera estudos de viabilidade em apenas um clique. A plataforma, recém-lançada, possibilita aos profissionais a visualização da viabilidade de projetos de acordo com a estrutura do local e condições legais do entorno. A mansão, entretanto, foi orçada considerando o valor médio do metro quadrado de venda de edificações usadas e a sua degradação. Se o casarão histórico estivesse em boas condições, seu valor seria de R$6.890.000,00, ainda assim abaixo das cifras ventiladas ao longo da repercussão do caso, que girou entre 8 e 10 milhões, conforme o Grupo Ospa. A desvalorização se dá em razão do mau estado de conservação, que implica em custos de reforma de - pelo menos - R$3mil por metro quadrado, da volumetria da casa que, legalmente, nesse caso, precisa obrigatoriamente ser mantida, e do tombamento do seu entorno, que limita as ações do comprador. DESDOBRAMENTOS Segundo o portal Uol, no último dia 19 de julho, a justiça da capital paulista bloqueou R$ 83,8 mil das contas bancárias de Margarida Maria Vicente de Azevedo Bonetti, “a mulher da casa abandonada'', nome do podcast produzido pela Folha de S. Paulo, que investiga o crime de escravidão praticado pelo casal Margarida e Renê Bonetti. Durante 20 anos, eles mantiveram uma brasileira em condições análogas à escravidão em sua residência nos Estados Unidos. A moradora da mansão, que escondia o rosto com pomada branca, escapou da lista de procurados do FBI. O bloqueio foi determinado em abril em razão de um processo movido pelo Condomínio Três Barões, localizado na avenida Angélica, em Higienópolis. Pertencente a uma família tradicional de São Paulo, Margarida Bonetti é, de acordo com o processo, proprietária de um apartamento de 103 metros quadrados no edifício, que lhe foi doado por um parente em 1988, de acordo com o portal. O processo foi aberto pelo condomínio em razão de uma multa que Margarida recebeu em 2015, quando uma parente dela, que mora no imóvel, teria sido flagrada rabiscando o hall do andar do apartamento. O edifício cobra R$ 7.800, valor que inclui a multa e o ressarcimento pelas despesas com a pintura do hall, além dos juros, dos honorários advocatícios e das custas do processo, conforme o Uol. De acordo com o site, os R$ 83, 8 mil bloqueados foram encontrados em duas contas bancárias mantidas pela "mulher da casa abandonada". Os valores cobrados pelo condomínio serão penhorados e a diferença devolvida para Margarida, que não apresentou advogado no processo e é representada pela Defensoria Pública. Ainda segundo o portal, Margarida é neta de Francisco de Paula Vicente de Azevedo, o Barão de Bocaina, título que recebeu por decreto do Imperador D. Pedro II. Ele foi banqueiro, comerciante e diretor da Estrada de Ferro São Paulo-Rio de Janeiro e do Banco Comercial do Estado de São Paulo. A casa abandonada pertenceu ao pai de Margarida, Geraldo Vicente de Azevedo, que foi chefe da Santa Casa de Misericórdia, e morava no local com sua esposa, Maria de Lourdes Danso Vicente de Azevedo. O médico faleceu em 1998. A mãe, em 2011. Margarida continuou morando no local. Fontes: Uol e Grupo Ospa
- INTERVENÇÕES EM FACHADA: SAIBA O QUE PODE OU NÃO SER ALTERADO
Em condomínios comerciais e residenciais, são muitas as possibilidades relacionadas às adequações, melhorias e intervenções em fachada. Contudo, nem sempre todos os aspectos legais destas intervenções são conhecidos e debatidos com clareza por síndicos, administradores e condôminos, gerando desgastes frequentes e, não raramente, notificações e multas. Ao adquirir um imóvel em um condomínio, o comprador necessita estar ciente de que automaticamente está se comprometendo a seguir uma série de regras, entre elas referente às normas arquitetônicas do prédio e de toda a sua estrutura física. “É recorrente o entendimento errôneo de que o condomínio possui autonomia total para, em assembleia, deliberar sobre todos os pontos relativos às fachadas, dentre outras intervenções construtivas, como reformas, obras, novas edificações e mudanças em áreas comuns”, diz Fábio Ramos, diretor geral da Plenno Arquitetura, consultoria especializada em arquitetura legal e compliance imobiliário. No entanto, ele ressalta que é necessário a legislação que regula o tema (construções, obras e intervenções em fachada) é essencialmente municipal, apresentando variações conforme o código de obras de cada prefeitura. O estatuto e as convenções do condomínio atuam, portanto, de forma complementar, com força regulatória restrita, normalmente relacionada aos aspectos estéticos e padronizações. Diante deste cenário, o especialista cita os grupos mais comuns de forma a classificar os diversos tipos de intervenções, relacionando cada uma delas com o regulatório pertinente. FECHAMENTO DE SACADAS E COBERTURA EM APARTAMENTOS TIPO “GARDEN” OU COBERTURAS Este tipo de intervenção traz consigo dois importantes aspectos: o estético, sujeito a deliberação em condomínio, e o regulatório, sujeito à aprovação municipal. As prefeituras estabelecem parâmetros legais que limitam o fechamento definitivo em vidro de espaços originariamente abertos, visto que este interfere diretamente no cálculo das áreas computáveis do edifício, sendo mais flexíveis quando este fechamento é realizado com estrutura retrátil. Existem também limitações importantes relacionadas a mudanças no perfil das áreas aprovadas em projeto (ex: conversão de sacadas em salas ampliadas, ou mesmo com outros usos, como cozinhas gourmet, entre outros). “ Ou seja, embora parte integrante da unidade privativa, a varanda ou sacada é constituinte também de algo maior, que é a fachada do prédio, e caso sejam realizadas intervenções à revelia do que proíbe a legislação ou convenção, o condomínio pode ordenar a retirada do objeto instalado e solicitar a restauração do estado anterior. O condomínio pode, inclusive, aplicar multas e acionar o morador na justiça, estando acobertado pela lei”, afirma Ramos. PINTURA, PADRONIZAÇÃO DE JANELAS E REDES DE PROTEÇÃO Por envolverem somente fatores estéticos, estes podem ser amplamente debatidos e deliberados em assembleia, não havendo interferência do regulatório municipal. É recomendado que síndicos e condôminos sempre busquem o apoio de consultorias especializadas em arquitetura legal e viabilidade urbana, como forma de ampliarem o entendimento e as implicações de cada intervenção em condomínio. Fonte: NF Assessoria de imprensa/Plenno Arquitetura
- CONSTRUÇÃO DE 5KM DE CERCAMENTO EM BAIRRO PLANEJADO
A Morlan, indústria metalúrgica, anuncia projeto para a construção de cercamento em bairro-cidade planejado no RS O Prado é o primeiro bairro-cidade do Rio Grande do Sul que adotou o conceito do novo urbanismo, com enfoque, especialmente, em pessoas. O projeto foi dividido em quatro fases e, para a viabilização do cercamento do empreendimento, a construtora contou com a metalúrgia Morlan, que disponibilizou gradil e tellacor (tela soldada revestida com o mesmo PVC do gradil), que vem sendo utilizados na construção de 5km de cerca no condomínio. De acordo com Cláudio Luiz Brueckheimer, diretor do empreendimento, uma das principais preocupações para a viabilização do projeto estava nas áreas de preservação permanente, que somam 240 mil m². “Tratamos com muito afeto essa questão da sustentabilidade. Por isso, resolvemos apostar no cercamento de toda esta área, visando a sua preservação. O produto da Morlan está muito alinhado ao nosso propósito, pelo design que foi produzido na cor verde, fornecendo ainda mais sinergia com o perfil do nosso empreendimento”, explica. Segundo Anderson Silva, supervisor comercial da Morlan, a companhia conta com uma linha específica de produtos voltados para o mercado de construção civil, que inclui não apenas o gradil e tellacor, mas também, arames e concertinas. Para Brueckheimer, a questão do atendimento e competitividade com relação ao valor do produto foram elementos decisivos para tornar a Morlan a parceira ideal deste projeto. “Fatores como assistência técnica e atenção durante a obra e pós-venda foram essenciais para o fechamento do negócio”, ressalta. Por fim, o empreendimento atenderá cerca de 25 mil pessoas, convivendo em uma área de 350 hectares com bairros multiusos e bairros privados. “Certamente seguiremos a parceria com a Morlan durante toda a obra, uma vez que, em meus 28 anos de experiência em implantação em empreendimentos, ficou claro que temos que estar atentos à qualidade dos produtos que utilizamos”, finaliza Brueckheimer. Reprodução: EPR Comunicação Fonte: EPR Comunicação
- PREÇOS DE IMÓVEIS EM SÃO PAULO FECHAM O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2022 EM ALTA, SEGUNDO IMOVELWEB
Relatório de junho mostra que os valores, tanto para locação quanto para compra, tiveram alta abaixo da inflação (5,7%) Segundo o relatório mensal de preços de imóveis de junho, em São Paulo (SP), também chamado de Index, realizado pelo Imovelweb, portal imobiliário, seja para alugar ou comprar, os preços dos imóveis acumulam alta no primeiro semestre de 2022. Os dados do relatório mensal de preços são gerados com base em 100% dos imóveis listados no portal, seja aluguel ou venda, mostrando o preço médio das propriedades. ALUGUEL EM SÃO PAULO O preço médio do aluguel mensal na cidade fechou o mês de junho em R$3.421 para os apartamentos de 65m² com dois quartos, subindo 0,3% em relação ao mês anterior. Em 2022, os valores para alugar um imóvel acumularam um incremento de 5% abaixo da inflação (5,7%) e muito abaixo do ajuste do IGP-M (8,2%). Na análise por bairros, o Itaim Bibi fechou junho com o maior preço médio, custando R$4.886 mensal. Cidade Tiradentes é o bairro mais econômico para morar de aluguel, com um valor médio mensal de R$987. Entre as regiões, Zona Oeste é a mais cara, com um preço médio mensal de R$3.962. Por sua vez, a Zona Leste é a mais barata, custando R$1.830 por mês. IMÓVEIS À VENDA Para as propriedades à venda, o relatório aponta que o preço médio em São Paulo ficou em R$9.761 por m² no mês de junho, 0,5% acima do mês anterior. Em 2022, os valores acumularam alta de 2% abaixo da inflação (5,7%). Já nos últimos 12 meses, os preços tiveram um aumento de 4,3%, um terço da inflação do mesmo período. A Zona Oeste é a região mais cara, com um valor de R$11.748 por m². Já a Zona Leste fechou junho com o menor preço, custando R$5.329 por m². Entre os bairros, Pinheiros é o mais caro na hora de adquirir um imóvel, com um preço médio de R$14.728 por m². Já Cidade Tiradentes é o mais barato, com um valor médio de R$2.703 por m². RENTABILIDADE O índice de rentabilidade imobiliária relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. O relatório de junho apontou um índice de 5,57% bruto anual, o que significa que são necessários 17,9 anos de aluguel para reembolsar o investimento de compra, 2,9% a menos que um ano atrás. As Zonas Leste e Sul são as que oferecem maior retorno para os investidores: acima de 6% anual. Fonte: Imovelweb/Dfreire Comunicação e Negócios
- ALUSHOW LANÇA LINHA DE PORTAS DE CORRER EUROMINIMALIST
O evento de apresentação da novidade deve ser feito através de uma live, com data prevista para 10 de agosto de 2022 Linha EuroMinimalist/Divulgação: Alushow A Alushow, empresa de comercialização de componentes para esquadrias de alumínio, se posicionou no mercado de alta qualidade ao lançar a EuroShow 3.4, em setembro de 2013, segundo Mauro Fagundes, diretor. “Durante esses quase nove anos, houve um amadurecimento de nosso sistema de esquadrias motivado pelas respostas e demandas de clientes e do mercado de maneira geral”, afirma o profissional, anunciando o lançamento da linha EuroMinimalist, para portas de correr minimalistas. O evento de lançamento da linha deve ser feito através de uma live , que será anunciada nas redes sociais da empresa, com data prevista para 10 de agosto, conforme o diretor. Durante o projeto desses novos caixilhos, Fagundes destaca que a marca se esforçou para combinar o design minimalista ideal com a máxima funcionalidade. O conceito de “menos é mais” moldou as tendências arquitetônicas residenciais contemporâneas e foi uma inspiração significativa para o desenvolvimento e design do sistema. “Nosso objetivo é oferecer esquadrias que complementam o espírito e design desse estilo de vida, com poucos elementos de ornamentação, utilização de Iluminação natural, estruturas limpas e formas geométricas simples”, explica. Considerando esses conceitos, a Alushow desenvolveu caixilhos que permitissem que os marcos fiquem ocultos nos vãos (paredes, teto e pisos) combinados com painéis deslizantes de pouca interferência de alumínio e uma visão maximizada da área externa, conforme o diretor. “A nova linha de portas do EuroShow System possui as marcas que conduziram nosso trabalho até aqui, versatilidade, beleza, fabricação descomplicada e otimização de perfis e componentes”, comenta o profissional. “Buscamos incansavelmente atender às especificações mais extremas e ambiciosas, sempre visando o fornecimento de funcionalidades confiáveis de longo prazo”, diz. Como resultado dessa evolução, muitas soluções foram criadas e hoje estão reunidas sob a marca EuroShow System. ROLSHOW Fagundes afirma que a empresa trouxe a RolShow, linha de roldanas em aço inox, ao projeto para garantir desempenho de deslizamento e operação silenciosa. As roldanas estão ocultas no perfil inferior da folha deslizante e sua construção garante alta estabilidade de carga e desempenho de rolamento suave. O sistema foi projetado para minimizar a resistência causada por sujeira ou poeira, razão pela qual acredita que terá um dos melhores desempenhos do mercado, com baixa expectativa de manutenção. “O travamento dos painéis deslizantes será feito através de um fecho multiponto exclusivo, garantindo a segurança dos ambientes, sem desconsiderar a maneira que será feita a instalação, totalmente descomplicada”, descreve. Entre as principais características da RolShow, estão: mínima interferência visual — design minimalista — perfis de intertravamento (mão de amigo), com menor área frontal, e trilhos e batentes embutidos. Outras qualidades são a máxima incidência de luz natural, estruturalmente organizada para grandes vãos; sistema de fecho multiponto exclusivo, discreto, funcional e de fácil instalação; carga máxima por folha de até 400 Kg, com deslizamento suave garantido pelas roldanas em aço inox da RolShow. A linha também conta com folhas limitadas apenas pelo cálculo de esforço para quebra de inércia e fácil montagem, “onde os fabricantes de esquadrias se surpreenderão com a facilidade de montagem do produto”, observa Fagundes. A empresa conta com outras soluções de portas e janelas, o portfólio completo atende a todos os padrões, do segmento econômico ao alto padrão. Mais informações em: www.euroshow.com.br
- 5° SIMPÓSIO BRASILEIRO DA INDÚSTRIA DE ESQUADRIAS (SIMBRIE)
Canal do Serralheiro abre inscrições para o 5° Simbrie, que acontecerá remotamente do dia 17 a 20 de outubro de 2022, com transmissão ao vivo Organizado pelo Canal do Serralheiro, sob a coordenação técnica do professor Alexandre Araujo, o 5° Simpósio Brasileiro da Indústria de Esquadrias (Simbrie) acontecerá do dia 17 a 20 de outubro de 2022, das 18h30 às 21h30. O encontro será online , com transmissão ao vivo. O evento tem como objetivo reunir uma equipe de acadêmicos, consultores, empresas, entidades de classe e executivos do setor para apresentar estudos e propostas para aprimorar o desempenho da indústria de esquadrias. O simpósio contará com quatro dias de palestras e interação do público com perguntas ao final das apresentações. O investimento para participar será a partir de R$297, na promoção que está disponível por poucos dias no site do evento. Para inscrições e mais informações, acesse: www.simbrie.com.br PALESTRANTES Fonte: Simbrie
- NAKRAM CELEBRA 35 ANOS NO MERCADO E DESTACA NOVIDADES DO SEU CATÁLOGO
Em 2022, a Nakram completou 35 anos no mercado atuando na área de acessórios para esquadrias nos setores de fachadas, gradis e janelas padronizadas, dentre outros. “Foi a pioneira no desenvolvimento de suportes superiores em alumínio extrudado para gradis, garantindo precisão e qualidade final do produto, que posteriormente foram copiados”, conta Hisakazu Kanegae, diretor executivo e fundador da empresa. Atualmente, a marca está investindo na automação do processo produtivo e na aquisição de um novo equipamento de Controle Numérico Computadorizado (CNC). Entre os produtos lançados recentemente, ele destaca o suporte para corrimão regulável para escadas, facilitando a instalação. Para a linha padronizada, a Nakram já fabrica fechos conchas de sobrepor e de embutir em alumínio e também em nylon. À direita o catálogo dos lançamentos recentes e à esquerda os fechos conchas de sobrepor e de embutir/Divulgação: Nakram Em 2017, a empresa recebeu do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) um troféu pelos 30 anos de destaque no cenário econômico da maior metrópole do país. Hoje, a marca está presente em todas as regiões do Brasil, através dos seus 29 escritórios representantes.
- EZY COLOR INAUGURA CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO EM SÃO JOSÉ (SC)
A unidade também oferece o serviço porta a porta Com o objetivo de expandir os serviços de logística no Sul do país, a Ezy Color, marca especializada em pintura e decoração de perfis de alumínio, comunicou, no mês de junho, em seu perfil no Instagram , a abertura de um novo centro de distribuição, localizado na cidade de São José (SC). “Também iremos oferecer um serviço de entrega e coleta porta a porta para algumas regiões próximas”, conforme a marca. A marca tem o intuito de otimizar a agilidade de entregas e coletas e, simultaneamente, preservar a integridade dos produtos durante o transporte. A Ezy Color criou uma rede terceirizada de centros de distribuição, localizados em Cotia (SP), Curitiba (PR), Caxias do Sul (RS) e Florianópolis (SC). A nova unidade, com mais de 500 m², trará praticidade, pois os clientes poderão levar o material até o centro de distribuição ou solicitar para o seu fornecedor de perfis a entrega no local. “Este novo centro de distribuição é o primeiro com gestão totalmente própria. Além disso, estamos oferecendo aos clientes da região um serviço exclusivo de entrega e coleta porta a porta no cliente, com total segurança na preservação da qualidade e integridade dos produtos transportados”. A agenda do serviço porta a porta poderá ser conferida no site da empresa. A Ezy Color criou caminhões específicos tipo “sider/munck” que, além da proteção dos materiais, permitem grande agilidade na carga e descarga, de forma segura e sem causar danos ao produto. Fotos: Ezy Color Fonte: Ezy Color
- A IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS DE QUALIDADE NO MERCADO DE CONSTRUÇÃO CIVIL
*Por Christian Speyer O Brasil apresentou dados econômicos relevantes em 2021, com destaque para a construção civil, mesmo perante um cenário de crise provocado pela pandemia. Segundo uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), o crescimento total do Produto Interno Bruto (PIB) foi de 4,6% enquanto que, só no setor da construção, foi de 9,7%. Tendo em vista este cenário aquecido, é fato que as construtoras devem ficar ainda mais atentas na hora da execução do projeto e isto inclui a seleção dos materiais. Com tanta demanda, um projeto bem-sucedido certamente será um diferencial. Por isso, é importante que as empresas levem em consideração, principalmente, a qualidade dos produtos a serem utilizados nos projetos e sigam à risca a norma NBR 13755, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), de novembro/2017, que estabelece as condições exigíveis para o projeto, execução, inspeção e aceitação de revestimentos de paredes externas e fachadas. Neste sentido, as telas soldadas têm papel fundamental na execução de obras. Mesmo não tendo uma função estrutural nas construções, este material pode auxiliar na prevenção de fissuras e no revestimento de argamassa das fachadas. Além disso, podem ser utilizados como elemento de reforço na argamassa do revestimento da fachada nas regiões de elevadas tensões que ocorrem principalmente na interface estrutura-alvenaria. PRINCIPAIS DESAFIOS DO MERCADO DE CONSTRUÇÃO CIVIL Atualmente, é possível alegar que um dos principais problemas do setor está relacionado aos custos. Porém, é necessário atentar-se à qualidade dos investimentos, especialmente quando se trata dos materiais. Muitas marcas, inclusive importadas, vendem materiais similares às telas soldadas, por exemplo, mas que não seguem as normas exigidas. O uso desses materiais paralelos tende a influenciar no resultado final da obra, uma vez que, devido à falta de qualidade, como consequência, pode haver a necessidade de constantes manutenções, eventuais acidentes e demais incômodos, causando desgaste na reputação das construtoras. Assim, o que seria uma economia, torna-se um prejuízo em diferentes áreas. É importante compreender que os níveis de qualidade devem estar presentes em todos os materiais envolvidos na obra, mesmo que não tenham funções estruturais. COMO IDENTIFICAR TELAS DE QUALIDADE O primeiro ponto a ser observado na análise de um material é a espessura do fio da tela. As telas soldadas para ligação de alvenaria mais resistentes, por exemplo, apresentam fios com espessuras em torno de 1,65mm, garantindo a prevenção de fissuras. Aquelas que fogem das normas estabelecidas contam com fios com espessura de 1,24mm. Desta forma, os fios não são tão resistentes e podem provocar prejuízos ao projeto. As telas utilizadas para o apoio de revestimentos de argamassa para reforço das fachadas nas regiões de elevadas tensões, devem apresentar fios com diâmetro de 1,24mm, que proporcionam maior resistência a fissuras. Esses produtos também são de fácil aplicação e fabricados com fios zincados, garantindo proteção e durabilidade à tela dentro do revestimento. Outra característica das telas de qualidade superior é a galvanização, ou seja, o processo de aplicação de uma camada de zinco sobre superfícies de aço ou ferro, feito para evitar a corrosão. Nos materiais mais baratos, a galvanização é bem mais simples e, como consequência, além de estarem expostos à corrosão, são menos resistentes. Além disso, é crucial verificar a certificação do material e se ele se enquadra nas normas da ABNT. Por fim, os preços também devem ser analisados, contudo, é preciso levar em consideração que o aspecto financeiro não é o primordial, mas sim a qualidade e a prevenção de riscos. Afinal, a obra se tornará um imóvel e a ideia é que ele perdure por longos anos. Conclui-se então que, materiais de baixa qualidade não são duráveis e acabam exigindo muitos reparos e manutenções. *Christian Speyer, gerente de marketing da Morlan, metalúrgica brasileira com atuação nos mercados de agropecuária, construção civil e industrial. Fonte: EPR Comunicação
- CONHEÇA 3 VANTAGENS DA MADEIRA ENGENHEIRADA, QUE PROMETE TRANSFORMAR A CONSTRUÇÃO CIVIL
Na foto acima: madeira engenheirada tipo CLT; na foto abaixo: madeira engenheirada tipo MLC/Reprodução: Amata Brasil A madeira engenheirada tornou-se uma importante peça para a construção civil. O material é processado industrialmente para otimizar o seu desempenho. Ou seja, a madeira é “engenheirada” (passa por engenharia e processos) sendo transformada de matéria-prima com imperfeições naturais, para um material fabricado de propriedade construtiva. Embora a tecnologia não seja nova, o material ganhou relevância e atenção mundial nos últimos anos, principalmente diante da sua versatilidade, modernidade e resistência. E o que mais tem chamado a atenção de engenheiros e investidores: a matéria-prima reduz drasticamente o impacto ambiental produzido pelo setor. Unindo tecnologia avançada e sustentabilidade, o material inovador é usado desde os móveis decorativos à estrutura de edificações. Além disso, atende às principais demandas e atuais tendências da construção civil. “A madeira é um dos materiais mais antigos utilizados na construção, porém foi substituída ao longo dos anos pelo aço e o concreto, por exemplo. A Áustria desenvolveu esta tecnologia e o canteiro de obras têm ganhado estabilidade, resistência, leveza, precisão, sustentabilidade e, sobretudo, velocidade, ao passo que as peças são pré-fabricadas e oferecem um período de construção otimizado”, explica Nicolaos Theodorakis, fundador e diretor executivo da Noah, startup que oferece solução tecnológica para construção civil com estruturas em madeira. Os produtos pré-fabricados, a partir do pinus, gênero que engloba mais de 100 espécies de árvores, são submetidos a diversos processos industriais que agregam qualidade e homogeneidade para transformá-la em um material com excelente desempenho técnico-construtivo. Há dois tipos de madeira engenheirada: Glue Laminated Timber ou Glulam (MLC), equivalente a madeira laminada colada, utilizada para vigas e pilares, e a Cross Laminated Timber (CLT), madeira laminada cruzada, usada na confecção de lajes e paredes estruturais. SUSTENTABILIDADE A construção civil está entre os setores mais responsáveis pela emissão de gases que contribuem para o efeito estufa, principalmente durante a fabricação do cimento e do concreto. Por isso, a utilização da madeira engenheirada é fundamental para uma obra mais sustentável. Enquanto o concreto e o aço contribuem para a emissão de CO2, esta tecnologia por ser carbono neutro é um depósito natural do componente. Fábrica da marca Dengo, primeiro prédio em altura construído com CLT no Brasil/Reprodução: Amata De acordo com alguns estudos, um metro cúbico da madeira engenheirada retira cerca de uma tonelada de dióxido de carbono da atmosfera. Além disso, há uma redução significativa do desperdício de material na obra, a exemplo da loja Dengo Chocolates, em São Paulo (SP), que gerou apenas um saco de entulhos em toda a construção do edifício que possui quatro pavimentos inteiramente em madeira engenheirada. “A madeira é o único material que é renovável e estruturalmente eficiente ao mesmo tempo. Atentos à agenda ESG, o mercado olha cada vez mais para essas soluções sustentáveis”, destaca Theodorakis. CONSTRUTIBILIDADE A madeira engenheirada é mais leve, porém tão resistente quanto o concreto e o aço. Cinco vezes mais leve que o concreto facilita o içamento de peças, por exemplo. Por ser uma solução pré-fabricada, oferece otimização no canteiro de obras, fazendo com que o tempo de montagem da construção diminua e, consequentemente, podendo ter até redução de custos. A madeira utilizada no processo é altamente selecionada e, por isso, torna o material extremamente resistente. A estabilidade também é uma das principais vantagens, uma vez que a madeira engenheirada apresenta maior estabilidade quando comparada a outros materiais. VERSATILIDADE E MODERNIDADE Com medidas precisas de acordo com cada obra, a madeira engenheirada é fabricada milimetricamente, o que garante precisão e versatilidade do material, promovendo mais liberdade para criação dos projetos de arquitetura. “Versatilidade, sustentabilidade e eficiência são alguns dos principais benefícios da madeira engenheirada. Tendência mundial na construção civil, esta tecnologia veio para ficar e tem conquistado incorporadoras e investidores que buscam retorno rápido, seguro e sustentável”, conclui Theodorakis. Fonte: Noah/Assessoria Piar Comunicação













