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- VIDRO ANTICHAMA X VIDRO CORTA-FOGO: ENTENDA AS DIFERENÇAS
Ambos são capazes de proteger contra as chamas e a fumaça, mas possuem características distintas Os modelos de vidro antichama e corta-fogo têm a função de garantir a segurança dentro de edificações atingidas por incêndios. Apesar de possuírem objetivos semelhantes, apresentam características distintas. Ambos são capazes de proteger contra as chamas e a fumaça, no entanto, o corta-fogo também apresenta a capacidade de bloquear a irradiação do calor. Os vidros estão inseridos dentro de um conjunto na obra, sendo parte de um sistema composto por esquadrias, fixação, isolamentos e acessórios, que afetam o seu desempenho. “Conjunto que precisa ser todo certificado”, destaca o consultor Joel Carlos Ferreira de Souza, sócio gerente da SSG Consultores. O modelo antichamas interrompe a propagação das chamas nos espaços, impedindo a passagem de fumaça e gases tóxicos decorrentes da queima de materiais, móveis e objetos. O corta-fogo deve não apenas cumprir todas as funções do vidro antichamas, mas também impedir quase completamente a passagem de temperatura para o ambiente. Esses sistemas são indicados para fachadas, portas corta-fogo e proteção de objetos frágeis. A especificação depende, principalmente, dos requisitos do Corpo de Bombeiros e do tempo de resistência que o material precisará apresentar. Para Carlos Cotta Rodrigues, engenheiro civil e de Segurança do Trabalho, coordenador da Divisão Técnica de Engenharia de Incêndio do Instituto de Engenharia e coordenador de diversas normas da ABNT, é importante analisar os riscos e qual das funções está se buscando com a solução. “Se for para o atendimento de requisitos de compartimentação de fachada de uma edificação, estamos falando de resistência ao fogo e, portanto, estamos objetivando a não propagação do incêndio por determinado tempo (exemplo: 120 minutos), do andar incendiado para demais andares superiores”, diz. “Nunca deverá ser utilizado o vidro antichama, o qual não garante tal critério de isolamento térmico”, acrescenta. O modelo corta-fogo pode ser aplicado em hospitais, como é o caso do Oswaldo Cruz, em São Paulo (SP), que possui elevador pressurizado. Já o antichama pode ser utilizado em fábricas, nos vãos que separam os escritórios da indústria. Com isso, o sistema evita que um incêndio iniciado em algum equipamento atinja a área administrativa. “Esse tipo de vidro também pode ser aplicado nas compartimentações vertical e horizontal. Por exemplo, usados como viga de borda entre andares. Nesse caso, não é preciso conter o calor, pois os ocupantes já terão deixado a edificação”, comenta Ferreira. As características dos vidros resistentes ao fogo variam conforme o fabricante. O antichama é monolítico temperado com composição química diferente do vidro comum. Já o corta-fogo é multilaminado e possui a camada intermediária composta por gel intumescente. O vidro antichama tem cerca de 6 mm e é do tipo borosilicato – com composição modificada para ter melhor resistência aos choques térmicos. Segundo determina a ABNT NBR 10636 – Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio –, o material deve atender a até 120 minutos de isolamento. Nesse sistema, a esquadria tem 50mm de espessura e a fixação do vidro acontece por meio de fita cerâmica autoadesiva, calço cerâmico e baguete aparafusada. Visando a complementar a solução, todo o perímetro da esquadria é preenchido com manta cerâmica para cobrir a dilatação. ANTICHAMA X CORTA-FOGO “A diferença entre os vidros antichama e o corta-fogo reside no fato de que o corta-fogo atende a todos os critérios relacionados à resistência ao fogo, como estabilidade, integridade e isolamento térmico. Em resumo, se um vidro antichama for instalado em um corredor de rota de fuga, este permitirá a passagem do calor irradiado pelo incêndio, o que não ocorrerá no caso de vidro corta-fogo, uma vez que tal sistema atende ao critério de isolamento térmico”, explica Rodrigues. Na opinião do engenheiro civil, não existe solução errada na engenharia de incêndio, mas existe a falta de análise de riscos e a escassez de especialistas que saibam determinar quais requisitos e critérios de desempenho (performance) deverão ser atendidos para cada sistema a ser adotado. CARACTERÍSTICAS No Brasil, como não existem ligas de alumínio comerciais que suportem incêndios, o caixilho é construído com perfis de aço carbono ou inox. “Para o antichama, os perfis são tubulares e do tipo ‘cadeirinha’. Por ser oca, a esquadria permite a passagem do calor”, fala Ferreira. No corta-fogo, os caixilhos também são tubulares, mas com massa de gesso isolante no interior dos perfis ou entre eles, dependendo do isolamento requerido. Além da massa de gesso, alguns fabricantes usam soluções semelhantes aos thermobreaks , ligando um lado do perfil ao outro para evitar a transmissão de temperatura. Todo esse sistema precisa ser especificado em conjunto, pois, no caso de incêndios, acontece grande dilatação entre o caixilho e o vidro. Caso essa reação seja desconsiderada, há risco de colapso. “Isso ocorre porque o vidro resfria mais rápido do que o perfil”, fala Ferreira. O antichamas é transparente o tempo todo. Durante o incêndio, esse tipo de vidro fica perto do ponto de escorrimento, mas, mesmo assim, permite que seja possível ver o que acontece do outro lado. “Por outro lado, no corta-fogo a primeira lâmina trinca e o gel vai se consumindo e tornando o vidro fosco”, afirma Ferreira. Depois de certo tempo, a segunda camada se quebra e assim sucessivamente. NORMAS TÉCNICAS Como os dois tipos de vidros são relativamente novos no Brasil, as normas estão sendo revisadas para incluí-los. Exemplo é a ABNT NBR 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência que, anteriormente, contemplava somente as soluções de aço. No entanto, o documento foi atualizado para incluir as portas de vidro. “Outra é a ABNT NBR 14925 – Unidades envidraçadas resistentes ao fogo para uso em edificações, que não faz distinção entre antichama e corta-fogo. O documento está sendo revisado por grupo sediado no IPT para diferenciar as duas soluções”, informa Ferreira. O problema das normas nacionais é que elas são restritivas/impositivas, o que não acontece com os documentos internacionais. “Isso não é bom porque, toda vez que há uma evolução do sistema, a norma deixa de ser atendida. O ideal é aferir desempenho, assim como acontece em outros países, que dizem o tempo que o caixilho precisa aguentar e não como ele deve ser produzido. Com isso, as normas internacionais permitem o uso de esquadrias de alumínio e até de madeira com densidade absurdamente alta que resistem cerca de 30 minutos de incêndio”, finaliza Ferreira. Fonte: AEC Web e Arch Daily
- CONHEÇA A COLEÇÃO “CLAUSTRAS”, DA BUGAL BRASIL
As “Claustras”, linha de brise da Bugal Brasil, pioneira na fabricação de balaústres (guarda-corpos) personalizados na Europa, são utilizadas em posição fixa ou móvel, em todos os tipos de edifícios: novos empreendimentos, retrofits, entre outros. A natureza das proteções solares e seu controle determinam significativamente o conforto térmico e visual dentro de um edifício, seja no inverno ou no verão. Reprodução: Bugal Brasil O uso do sistema brise tem se tornado uma nova tendência no mercado brasileiro, tanto nos modelos móveis quanto fixos. A estrutura já é muito utilizada na Europa, desde as décadas de 50 e 60, porém voltaram a ser destaque na arquitetura atual com uma nova “roupagem” e também com um novo material, o alumínio. De acordo com Jorge Ichikawa, diretor de marketing e comercial da Bugal Brasil, devido a leveza do alumínio e resistência mecânica, os brises do material possibilitam aos arquitetos uma diversidade de formas e acabamentos, proporcionando características singulares às fachadas. “A linha ‘Claustras’ da Bugal Brasil atende com excelência essa nova demanda. Temos uma grande quantidade de opções de fechamento para os brises, de perfis convencionais à chapas de alumínio expandidas, com o objetivo de atender a customização que obras de alto padrão exigem atualmente”, afirma o diretor. Combinando com os brises, a marca possui linhas de balaústre Oxytal, Grand Lage e Balustrê, com uma variedade de materiais de fechamento, tais como: vidros, barrotes, chapas de ACM e outros elementos. “Trazemos para o mercado de fabricantes de esquadrias a possibilidade de oferecer a seus clientes uma nova concepção de balaústre, com design europeu, simples e eficiente”, completa Ichikawa. O PAPEL DO BRISE O brise é um elemento arquitetônico que está bastante presente em edificações, sejam elas comerciais ou residenciais, graças às vantagens que traz ao projeto. Também conhecido como brise-soleil (do francês “quebra-sol”), é um elemento arquitetônico que, geralmente, é formado por lâminas e pode ser visto tanto na fachada quanto no interior de construções. A estrutura barra a incidência da radiação solar antes que ela atinja a fachada e, consequentemente, o ambiente interno, reduzindo o calor recebido. Outra finalidade importante do brise é fornecer privacidade, já que as lâminas impedem que as pessoas de fora vejam o que acontece do lado de dentro da construção. Além disso, esse elemento ainda tem função estética e, por isso, está sendo aplicado cada vez mais em projetos residenciais. Para mais informações, acesse: http://bugalbrasil.com.br/ Fontes: Blog Tua Casa e Bugal Brasil
- CONSTRUÍ MINHA VARANDA PERTO DA REDE ELÉTRICA E AGORA?
Clauber André Ferasso, coordenador do curso de engenharia elétrica da FSG, explica como evitar danos fatais perto dos fios da rede elétrica Reprodução: Tem Telas e Leroy Merlin Com o verão se aproximando, a frequência de chuvas fortes aumenta. Nessa época, um dos principais perigos tem relação com a rede elétrica, que pode causar diversos danos dentro das moradias, podendo até ser fatal em caso de acidentes. Mas, quando a sacada já foi construída perto dos fios, o que é possível fazer para evitar danos? Segundo o Prof. Me. Clauber André Ferasso, coordenador do curso de engenharia elétrica do Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG), nessas situações, quanto menor a possibilidade de contato ou proximidade, melhor. Mas, em todo o caso, o especialista ressalta que uma ótima opção é instalar redes de segurança ou fechamento do terraço que está perto da rede elétrica, para que danos não aconteçam. Chuvas e trovões por si só já provocam descargas atmosféricas e, independentemente da rede elétrica, podem gerar riscos graves para a população. “As pessoas devem procurar abrigos e evitar permanecer na varanda. O risco maior, neste caso, é em função de no temporal ocorrer algum distúrbio como curto-circuito no transformador ou ainda rompimento dos fios, gerando perigo pela proximidade das pessoas que estão no terraço”, comenta o especialista. Qualquer proximidade das redes elétricas é perigosa, pois acidentes podem acontecer, como contato direto, ocasionando choques e fatalidades, incluindo as situações climáticas que podem mover os fios. Portanto, manter o distanciamento é algo essencial. Já para quem pensa em construir um terraço, Ferasso fala que “no momento da construção a distância deve ser observada, pois há limites para o espaço entre as casas e os postes e fios elétricos, sendo recomendado consultar a concessionária de rede elétrica para entender a proximidade mínima que se pode ter”, afirma. E quanto às casas próximas a postes? “Normalmente, há uma distância adequada, se analisarmos que o poste fica na calçada e o recuo da edificação deve ser respeitado. Assim não há risco. Em casos onde não foram respeitadas as distâncias, terá riscos e será passível de problemas. Exemplo: quando ocorre manutenção da rede elétrica pela concessionária”, salienta. Por fim, o coordenador do curso de Engenharia Elétrica da FSG pontua que o melhor a se fazer é não construir perto da rede, para que perigos fatais não aconteçam, garantindo assim a vida e a saúde de todos da casa. E caso a construção já exista, evitar aproximação ou de alguma forma colocar uma barreira. Fonte: FSG/Assessoria XCOM Agência de Comunicação
- SEGURANÇA É A MARCA DA FG EMPREENDIMENTOS
Empresa alia tecnologia construtiva a projetos disruptivos para assegurar qualidade e segurança em seus empreendimentos O incêndio em um prédio de escritórios no Centro de Changsha, capital da província de Hunan, no Sul da China, registrado no dia 16 de setembro de 2022, levantou o debate para a segurança contra incêndios nos grandes arranha-céus ao redor do mundo. O incêndio no prédio com 42 andares e mais de 200m de altura foi controlado pelos bombeiros, mas chamou atenção pelas grandes proporções. A FG Empreendimentos, empresa que assina os maiores prédios do país e que em dezembro de 2022 entregará uma das maiores obras residenciais da América Latina, investe em modernos sistemas para assegurar a integridade de seus empreendimentos e, consequentemente, de seus clientes. “As megaestruturas inteligentes são edifícios e construções que podem se adaptar sozinhos a diversos sinistros com o mínimo de danos ao empreendimento, sempre com o objetivo maior de garantir a segurança das pessoas. Para conseguir fazer um prédio dessas proporções, é preciso calcular cada detalhe: o formato do edifício para que ele solucione os impactos do vento, os materiais usados, rotas de fuga e todas as soluções que compõem o sistema de prevenção, o tipo de tecnologia empregado para combater eventos atípicos, como por exemplo, um incêndio”, explica André Bigarela, diretor de engenharia da FG. Dentre as tecnologias empregadas pela construtora catarinense, o destaque vai para os sprinklers (sistema de incêndio formado por um bulbo de vidro e um bico ligado à tubulação) ocultos, utilizados dentro das unidades, garantindo uniformidade estética e não comprometendo projetos arquitetônicos individuais. Nas áreas de garagem, onde também são exigidos, a empresa mantém os sprinklers aparentes. Stéphane Domeneguini, gerente de engenharia aplicada da FG, completa que a engenharia da construtora se pauta na eficiência de soluções que tragam aumento de conforto aos moradores, mas nenhum aspecto de segurança é admissível de ser negligenciado. “Nos preocupamos e buscamos o conhecimento aplicado nos Estados Unidos e Europa como base fundamental para resoluções de nossos arranha-céus, sabendo que a nível nacional não encontramos extensas fontes práticas sobre esses edifícios”, afirma. “Somos ativos e contribuintes de discussões normativas junto aos órgãos, como bombeiros, que buscam incrementar segurança a partir do entendimento do comportamento de estruturas desse porte ao redor do mundo. Nossa missão é garantir em primeiro lugar a segurança e a ampla possibilidade de salvamento de todas as pessoas que ocupam os edifícios, mesmo em situações de sinistro como em incêndios”, pontua a gerente. André explica os principais diferenciais empregados nos edifícios da construtora e que garantem segurança e a integridade dos empreendimentos: “Contamos com gerador de energia, elevadores de emergência, escadas pressurizadas, desenfumagem, sensores de fumaça, sprinklers, acionadores, sistemas de monitoramento de nível de reservatórios e controle de bombas”; “A Securiton, empresa Suíça, é a parceira da FG na central de alarme de incêndio, detectores de fumaça e acionadoras. A mesma empresa é responsável por sistemas ao redor do mundo, em edifícios de grande altura, e uma das poucas do mundo com tecnologia capaz de aportar sistemas tão robustos e complexos que exigem um arranha-céu seguro. Vale destacar que a FG utiliza centrais algorítmicas que identificam exatamente em qual pavimento e ambiente e o possível foco de incêndio”; “Os elevadores de emergência possuem vedação especial contra fogo e geradores exclusivos, permitindo que eles sejam usados mesmo em casos extremos”; “As escadas são pressurizadas, garantindo isolamento à prova de fogo”; “Os mais novos projetos da FG já contam com os bunkers, que são andares técnicos que podem ser utilizados como refúgio para descanso ou mesmo para esperar socorro. Esses andares estarão presentes na maior parte dos grandes arranha-céus e são pressurizados (como a cabine de um avião), completamente à prova de fogo e climatizados, prontos para abrigar quem estiver precisando descansar durante a evacuação em caso de sinistro”. O diretor ainda reforça que a utilização da Big Data na indústria da construção civil é uma tendência que as principais construtoras e empresas do setor estão aderindo. Fonte: FG Empreendimentos/Apoio Comunicação
- SINDUSCON-SP: CURSOS QUE SERÃO REALIZADOS EM OUTUBRO E NOVEMBRO
A Universidade Corporativa Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) foi criada com o intuito de aperfeiçoar os conhecimentos dos colaboradores das empresas do setor, associadas ou não, com cursos práticos e objetivos, em parcerias com entidades e professores especializados na área de construção e assuntos afins. Conheça os próximos cursos com vagas disponíveis: INVESTIMENTO ANJO BÁSICO Vinícius Roman, diretor técnico da Neo Ventures, parceira do SindusCon-SP no iCON Hub, espaço de inovação e tecnologia, será o responsável pelo curso inédito “Investimento Anjo Básico”, nos dias 03 e 05 de outubro, na Universidade Corporativa SindusCon-SP. Roman abordará: o ecossistema de inovação; o que são e como funcionam as startups; formas de financiamento de startups; tipos de investidores; e tese de investimento. O objetivo é introduzir os participantes em conceitos básicos sobre investimento anjo e avaliar as oportunidades existentes no mercado brasileiro. O treinamento possui carga horária de 4 horas, com participação mínima de 15 pessoas e máximo de 50. INVESTIMENTO ANJO AVANÇADO Será nos dias 07 e 09 de novembro. Seu objetivo é oferecer, aos empresários e investidores da cadeia da construção, elementos para descobrir e avaliar oportunidades de investimento em startups, como pessoa física ou como empresa, passando por temas como: Critério de avaliação de startups; Teses de investimento; Valuation de startups (“Avaliação de Empresas“, é o processo para estimar o valor justo de uma empresa, também chamado valor intrínseco); Venture Capital (capital de risco, em português – é uma modalidade de investimento com expectativa de crescimento rápido e rentabilidade alta) e Corporate Venture Capital (capital de risco corporativo, em português – é uma modalidade de investimento voltada às médias empresas ou startups); Para inscrições, acesse: Curso: Investimento ANJO Avançado | Sinduscon-SP (sindusconsp.com.br) BIM Estão abertas as vagas para o curso de BIM (Building Information Modeling - Modelagem de Informação da Construção, em tradução literal), apresentando conceitos iniciais sobre características e termos que devem ser compreendidos para a plenitude operacional. Além disso, também demonstra e ensina a elaboração de um projeto executivo simplificado, que serve de base para o entendimento do BIM. Marcelo Holsback, empresário no setor de educação há mais de 20 anos, sendo idealizador do Grupo Aprenda BIM (www.aprendabim.com.br/) , núcleo de fomento do BIM no Brasil, será instrutor do curso. AUDITORIA TÉCNICA NO PÓS-ENTREGA DE OBRA Nos dias 08, 10 e 17 de novembro será realizado o curso “Auditoria Técnica no Pós-Entrega de Obra”. A atividade é integrante do processo de qualidade para monitoramento do início da fase de uso das construções, especialmente edificações comerciais e residenciais, para verificar o cumprimento do Manual de Uso, Operação e Manutenção de Áreas Comuns. O curso aborda, também, a elaboração do Laudo de Auditoria Técnica em edifícios residenciais e comerciais, especialmente quando o trabalho deve ser executado por equipe multidisciplinar. Flávia Zoéga Andreatta Pujadas, engenheira civil, será a instrutora do curso. Formada pela Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie, é membro titular do Ibape-SP e Professional Member of Royal Institution of Chartered Surveyors - RICS, UK. O treinamento tem carga horária de 6 horas, com participação mínima de 40 pessoas e máxima de 60. Para mais informações, acesse: Universidade Corporativa | Sinduscon-SP (sindusconsp.com.br) Para inscrições, acesse: Curso Auditoria Técnica no Pós Entrega de Obra | Sinduscon-SP (sindusconsp.com.br) Fonte: SindusCon-SP
- CONSTRUÇÃO EM CONTAINER REDUZ EM 90% EMISSÃO DE CARBONO
Realizado pela Container Box, estudo comparativo entre técnica tradicional de construção em alvenaria e em container Inventário de Pegada de Carbono realizado pela Container Box, empresa de arquitetura sustentável que reaproveita estruturas de containers marítimos, conclui que essa técnica construtiva emite 90% menos gases de efeito estufa (GEE) se comparado a uma construção de alvenaria tradicional. A conclusão surgiu após estudo encomendado pela empresa, que utiliza técnicas mistas para desenvolver seus projetos, para avaliar o impacto da construção do Laboratório de Diagnóstico PCR, instalado em São Paulo, no Instituto Butantan, o primeiro laboratório Carbono Zero da América Latina. Utilizando a arquitetura em container, a edificação teve um resultado inédito se comparado a uma obra de alvenaria tradicional, totalizando uma emissão de 222,09t/CO2 e associadas a pegada de carbono atinentes ao processo construtivo. Segundo comparativo feito pela empresa, o mesmo projeto “em alvenaria” poderia ter uma pegada de mais de 2,200t/CO2e. BENEFÍCIOS Mais do que o baixo impacto ao meio ambiente, a arquitetura em container também proporciona uma obra mais rápida. O laboratório demorou apenas quatro meses e meio para ser finalizado e entregue. “Estimo que, em termos gerais, uma obra em alvenaria nas mesmas proporções demore ao menos o dobro do tempo para ser construída. No caso do laboratório foi ainda menos, acredito que tenhamos feito em um terço do tempo”, avalia Danilo Corbas, arquiteto e cofundador da Container Box. URGÊNCIA DE NOVOS PARADIGMAS NA ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO As mudanças climáticas representam um dos maiores problemas ambientais da atualidade, tornando-se cada vez mais importante a conscientização e incorporação nas empresas de uma estratégia de gestão de carbono que conduza à redução do impacto das suas atividades no clima. Atualmente, o mercado de construção civil é responsável por cerca de 40% das emissões relacionadas à demanda de energia, o que significa que o potencial e o impacto da descarbonização são enormes. Segundo levantamento da Aliança Global C40 Cities, as edificações são uma das principais fontes de emissões de gases de efeito estufa nas cidades. “A primeira construção em container carbono neutro da América Latina, desenvolvida pela Container Box, só foi possível porque nos últimos anos fizemos nosso inventário corporativo de Pegada de Carbono para identificar as atividades mais intensivas em relação às emissões de carbono da nossa empresa. Com essa ação tornou-se possível definir nossos objetivos com mais clareza, no caminho da redução das emissões da empresa, tanto em nossos processos, como dos projetos desenvolvidos para os nossos clientes”, revela Adriana França, diretora e cofundadora da Container Box. POR DENTRO DO LABORATÓRIO EM CONTÊINER O Laboratório Estratégico de Diagnóstico PCR do Instituto Butantan mede 249 m² e tem dois andares. No piso térreo, construído em container marítimo e estrutura de aço, há uma sala com nível de biossegurança 2 – NB-2, antecâmara, sala de extração, sala de cadastro, depósito, vestiário feminino e masculino, banheiros e sala de administração. No segundo piso, com 75 m², há uma casa de máquinas climatizada com tecnologia HVAC (Heating, Ventilating and Air Conditioning – Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado - AVAC, traduzido em português, refere-se à funções básicas e primordiais dos sistemas de climatização). Fonte: Container Box/Oficina de Impacto
- SINDUSCON-SP CELEBRA 88 ANOS E COMEMORA PRIMEIRO ANIVERSÁRIO DA SUA UNIVERSIDADE CORPORATIVA
Objetivo da universidade é complementar a grade curricular dos cursos com noções de boas práticas para tratar de todas as etapas construtivas O Sindicato da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) celebrou no último dia 8 de setembro seus 88 anos e comemorou também o primeiro aniversário da Universidade Corporativa SindusCon-SP, criada com o intuito de aperfeiçoar os conhecimentos dos colaboradores das empresas do setor, associadas ou não, com cursos práticos e objetivos, em parcerias com entidades e professores especializados na área de construção e assuntos afins. Para Odair Senra, presidente da entidade, “a Universidade Corporativa SindusCon-SP está desempenhando brilhantemente sua missão de atualizar o conhecimento dos profissionais das nossas empresas associadas sobre processos construtivos, gestão e sustentabilidade. Para tanto, têm sido fundamentais o trabalho voluntário do Conselho Educacional da Universidade, coordenado por Roberto Pastor, bem como a atuação dedicada dos palestrantes e das equipes de capacitação e de comunicação do SindusCon-SP.” “É com grande satisfação que estamos comemorando um ano de cursos, contribuindo para a formação de nossos engenheiros, estudantes e oferecendo cursos com viés prático, que ajudam e enriquecem nossos colaboradores e o setor como um todo”, ressaltou Roberto Pastor, coordenador da universidade. Para Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia, o SindusCon-SP sempre cuidou com seriedade da tarefa de disseminar conhecimento. “Exemplos não faltam, os convênios com o Senai, o SindusCon-SP na Prática, os seminários técnicos, o iCON Hub, o MBA na FGV e todo o programa permanente de cursos e treinamentos. A Universidade é o mais novo programa, veio para ficar, ensinar e brilhar”. A Universidade Corporativa do SindusCon-SP ocupa um espaço vago há muito tempo no mercado de treinamentos para capacitação técnica. Realizados por profissionais atuantes no mercado, reconhecidos pela comunidade acadêmica, tem como público-alvo trabalhadores que buscam incessantemente conhecimento para se diferenciarem no mercado de trabalho, destacou o vice-presidente de relações institucionais da entidade, Yorki Estefan. “A criação da Universidade reforça o compromisso do SindusCon-SP com seus associados para a criação do conhecimento e a divulgação da capacitação voltada para os colaboradores. Ela é um grande pilar centralizador de todo o processo de desenvolvimento de cursos, que há muitos anos o SindusCon-SP propicia ao mercado, com uma curadoria da grade de cursos, do conteúdo programático, a forma de apresentação, a escolha dos instrutores, entre outros. A Universidade veio para ficar e com certeza será mais um grande trabalho que vai colaborar muito com a melhoria do nosso setor”, afirmou o vice-presidente do SindusCon-SP, Francisco Antunes de Vasconcellos Neto. “Os cursos têm sido de grande valor para as nossas equipes de engenharia. Nossos engenheiros seniores têm reunido estagiários e engenheiros juniores para acompanhar o curso e no transcorrer tecem comentários. Ao final, todos têm participado de debates sobre o tema apresentado e isso tem ajudado na formação dessas equipes”, destacou Renato Genioli, vice-presidente de tecnologia e qualidade do SindusCon-SP. A universidade está fazendo um importante trabalho voltado à capacitação e aprimoramento da formação dos engenheiros e arquitetos que atuam na construção civil. A consequência direta disso será, a médio e longo prazo, um ganho na qualidade das obras e projetos dos nossos edifícios, segundo Jorge Batlouni Neto, vice-presidente de tecnologia e qualidade do SindusCon-SP. A universidade ofereceu 17 treinamentos voltados para o Sistema Construtivo até agosto deste ano, totalizando 1.142 profissionais capacitados. O objetivo da universidade é complementar a grade curricular dos cursos de engenharia, arquitetura e outros, com noções de boas práticas para tratar de todas as etapas construtivas, tais como contenções e fundações em obras de edificações, em estruturas de concreto armado, responsabilidades, relacionamento profissional e ética, ESG (sigla em inglês para boas práticas ambientais, sociais e de governança), canteiros sustentáveis, normas técnicas, entre outras. “A universidade tem trazido conteúdos de grande valia e aprendizado as equipes, uma vez que no mercado extremamente competitivo, há a plena necessidade de aprimoramento e aperfeiçoamento nas técnicas e nisso ela contribui bastante”, Robson Artelite dos Santos, gerente de obras da Trisul Incorporadora e Construtora SA e aluno da universidade. Atuam também no Conselho Educacional da Universidade SindusCon-SP: o presidente do SindusCon-SP, Odair Senra; os membros da diretoria Eduardo Zaidan, Francisco Antunes de Vasconcellos Neto, Yorki Estefan, Jorge Batlouni Neto, Maurício Bianchi, Paulo Rogério Luongo Sanchez, Renato Genioli, Fábio Villas Bôas; e os representantes da área de Capacitação do SindusCon-SP, Rosilene Carvalho e André Paes. Fonte: SindusCon-SP
- QUAL O SEGREDO PARA UMA OBRA SEM CONTRATEMPOS?
Arquiteta destaca a importância de fazer um orçamento completo e personalizado para a obra Reprodução: Larc Arquitetura/Assessoria Letra Comunicação Em meio à pandemia, ter um lar adequado que promovesse bem-estar e praticidade para a vida pessoal e profissional se tornou um dos principais desejos. Como resultado, enquanto alguns setores sofreram grandes perdas nesse período, o da construção civil observou sua demanda aumentar. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2020, o setor cresceu 10,7%, número que também impactou positivamente o mercado de trabalho ao gerar mais de 2 milhões de empregos diretos e indiretos. Para a arquiteta Germana Lara, que está à frente do escritório Larc Arquitetura, em Belo Horizonte (MG) esse é um reflexo direto da forma como as pessoas começaram a enxergar os próprios lares. “Muitas gastavam com viagens e outros tipos de lazer, mas, com a pandemia, elas entenderam o quanto suas casas poderiam ser importantes na busca pelo bem-estar mental e físico. Mais do que um local para passar poucas horas, agora elas podem trabalhar, estudar, se reunir com a família por um tempo muito maior do que antes. E isso, sem dúvidas, impactou no que elas consideravam confortável”, comenta. AUMENTO DAS OBRAS Como consequência dessa nova priorização, a busca pelos escritórios de arquitetura aumentou. ”Em nosso escritório, por exemplo, o serviço de orçamentação de obras teve um aumento de 80%”, revela Germana. No entanto, a arquiteta comenta outro fenômeno comum que cresceu nesse período. “Nós começamos a observar que os clientes recebiam os projetos e nem chegavam a executar as obras, outros alteravam o projeto original e ficavam insatisfeitos com a mudança. E ainda havia aqueles que gastavam mais do que previam ou imaginavam”, lembra. E toda essa situação ocorria por um motivo: a diferença entre expectativa e realidade. A falta de planejamento financeiro se tornou o principal desafio nessa etapa. “A maioria dos clientes chegava sem saber o quanto de fato iria custar suas construções ou reformas. Então entendemos que o papel de explicar isso deve ser nosso, pois não queremos entregar um projeto que não será executado. Com isso, percebemos que precisávamos acompanhar e auxiliar nossos clientes durante todo esse processo”, diz. Dessa forma, ao buscar um escritório de arquitetura, Germana orienta sobre a importância de encontrar o trabalho completo que esteja de acordo com a realidade do cliente. Ele conta que a empresa disponibilizou uma equipe para orçamento dos projetos, uma equipe de obras e outra que vai acompanhar desde o início até a decoração final dos espaços. Assim, está estruturando um trabalho que atenda o que o cliente deseja, mas sem deixar de lado a realidade do mercado para ir adequando suas expectativas. Como exemplo, Germana cita casos em que o projeto é direcionado a uma família completa. “Nesses casos, o cliente pode desejar construir uma casa grande, com diversos espaços para cada membro da família, mas, às vezes, o terreno pode comportar apenas uma casa menor. Então, começamos a estudar a possibilidade de criar mais andares ou utilizar móveis planejados que se adaptem melhor ao espaço e por aí vai. É importante analisar cada detalhe e passar isso para o cliente da forma correta”, acrescenta. NA PRÁTICA Germana explica um pouco do passo a passo para conseguir aliar tais necessidades de uma obra. Primeiro, o processo começa por um briefing. Nele, os profissionais fazem um processo investigativo para ouvir, entender e “descobrir” o que não é dito em palavras. Traduzir as expectativas dos clientes é a parte crucial do processo, informa. Após a elaboração do briefing, o escritório acompanha a obra do início ao fim, incluindo a decoração que também é importante para aliar praticidade e bem-estar. Depois do serviço prestado, Germana ainda ressalta que é fundamental manter contato com o cliente para tirar dúvidas e saber o que ele achou de todo o processo e sua conclusão com o resultado final. “Após três meses, conversamos com os clientes para saber como está a ocupação daquele espaço, se há algo que possa melhorar, por exemplo”, finaliza. Fonte: Larc Arquitetura/Assessoria Letra Comunicação
- BRASIL SURGE ENTRE OS MAIORES GERADORES DE EMPREGOS EM ENERGIA SOLAR
Segundo relatório da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena), em 2021, o país saltou da 7ª para a 6ª posição na criação de postos de trabalho na área O Brasil acaba de subir uma posição no ranking mundial dos países que mais geraram empregos no mundo em energia solar fotovoltaica no ano de 2021, segundo relatório divulgado recentemente pela Agência Internacional de Energia Renovável (Irena). Assumindo a sexta colocação, o país ficou na frente de líderes históricos do setor, como a Alemanha, a Austrália e o Reino Unido. Entre as empresas presentes no Brasil que fornecem peças e componentes especialmente voltados para a montagem de estruturas na área de energia solar fotovoltaica, estão: Alumifix , Bolt Inox , Hydro , Inox-Par e a Perfil Alumínio do Brasil . Para Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil é uma nação solar por natureza com condições privilegiadas para se consolidar como uma liderança mundial ainda maior no setor. “A energia solar fotovoltaica terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil e dos demais países. Irá ajudar fortemente na recuperação das economias globais, sendo a fonte renovável que mais gera empregos no planeta”, comenta. “Aqui no Brasil, em 2022, a energia solar seguirá crescendo a passos largos e deverá praticamente dobrar sua potência operacional instalada, gerando ainda mais emprego, renda e economia para os consumidores”, acrescenta Sauaia. Segundo o relatório da Irena, o setor de energia renovável gerou 12,7 milhões empregos no mundo em 2021, com a participação majoritária da fonte solar fotovoltaica, responsável por mais de 4,2 milhões de postos de trabalho, representando um terço do total. Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, ressalta que o crescimento da energia solar traz empregos de qualidade em todas as regiões do Brasil, reduzindo a conta de luz e garantindo renda para a população. “Portanto, neste momento em que o mundo todo discute transição energética, as empresas adotam políticas de ESG ( Environmental , Social and Governance ), em português, ASG (Ambientais, Sociais e de Governança) e os cidadãos buscam mais sustentabilidade, é fundamental estimular o avanço da energia solar, limpa, competitiva e líder na geração de empregos renováveis no mundo”, diz. EMPREGOS SOLARES NO BRASIL DESDE 2012 Segundo levantamento da Absolar, o Brasil registrou, desde 2012 até começo de setembro deste ano, a criação de mais de 570,1 mil empregos pelo setor solar. De acordo com a entidade, a fonte fotovoltaica possui atualmente 19 gigawatts de potência instalada e já trouxe ao país mais de R$99,7 bilhões em novos investimentos e R$27 bilhões em arrecadação aos cofres públicos. Com isso, também evitou a emissão de 27,8 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. Para mais informações sobre a montagem de estruturas na área de energia solar fotovoltaica, acesse: www.alumifix.com.br / www.boltinox.com.br / www.hydro.com/pt-BR / www.inoxpar.com.br / www.perfilcm.com.br Fontes: Absolar/Totum Comunicação
- FESQUA: AFEAL LEVA CONHECIMENTO E REPRESENTATIVIDADE
Na última semana, a Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal) marcou presença em um dos eventos mais importantes do país, a 14ª Feira Internacional da Indústria de Esquadrias (FESQUA). Com um estande amplo e muito bem visitado, a entidade recebeu parceiros, associados, estudantes, arquitetos, varejistas e fabricantes de esquadrias de todo o país. Um dos destaques da Afeal no evento foi a presença da unidade móvel de treinamentos, uma carreta que ficou estacionada ao lado do estande. Diversos cursos – entre eles o de serralheiro básico – são oferecidos na unidade. Desenvolvida em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), é uma oficina volante com o objetivo de levar a formação de mão de obra para a qualificação de profissionais e empresas do setor de esquadrias de alumínio. Por sua característica de ambiente de ensino sobre rodas (oficinas, laboratórios e sala de aula), a escola móvel tem a flexibilidade de atingir localidades de todo o estado. Este formato é útil, principalmente em localidades de São Paulo onde não há oficinas fixas para o curso de esquadrias de alumínio. Em 2022, a carreta está com pintura e layout novos. PARTICIPAÇÃO NO NÚCLEO DE CONTEÚDO Com o tema “Metodologia e processos na indústria de esquadrias, aplicando a norma de desempenho NBR 15575 e a de esquadrias para edificações NBR 10821”, a palestra fez parte da grade principal de conteúdo na FESQUA e foi ministrada pelo consultor Luís Cláudio Viesti. “Abordamos a importância de todas as etapas para elaboração e construção de uma esquadria com seu melhor desempenho e qualidade, levando em consideração as normas vigentes de esquadrias e suas normas correlatas e a norma de desempenho”, explicou o palestrante. “Para tanto, a importância do conhecimento e estudo da obra onde as esquadrias serão instaladas é primordial para um bom projeto e, consequentemente, o processo construtivo das esquadrias até a sua instalação, proporcionando a qualidade esperada e desejada para o consumidor final e atendendo as normas vigentes”, finaliza. 5º ENCONTRO NACIONAL DA INDÚSTRIA DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO O Encontro Nacional foi um grande sucesso, de acordo com a associação, e trouxe temas de extrema relevância para a tomada de decisão do empresário do setor. O evento teve início com uma palestra do Alberto Cordeiro, presidente da Afeal, que abordou números inéditos sobre a indústria de esquadrias. “Estes dados foram apurados pelos estudos da Afeal, entre eles o mapeamento da indústria de esquadrias”, explicou. Em seu segundo quadro, a entidade recebeu Luiz França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, que falou sobre o tema “O cenário e as perspectivas da incorporação imobiliária”. França foi seguido por Rhaiana Bandeira Santana, coordenadora geral de desenvolvimento institucional do Departamento de Articulação e Planejamento da Secretaria Nacional de Habitação e também coordenadora geral do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat (PBQP-H). Ela esclareceu de maneira objetiva e didática as atuais ações do Governo Federal para a elevação dos níveis de conformidade dos produtos da construção civil para o combate à não conformidade. Luiz França e Rhaiana Bandeira Santana. Reprodução: Afeal Na sequência, a palestra ampla do economista Gesner de Oliveira explorou o cenário político e econômico brasileiro e apontou aos presentes os caminhos para o futuro. “Estamos cheios de oportunidades. Precisamos olhar para elas e ver que o Brasil tem grandes perspectivas, podemos ser uma potência agro com foco ambiental. Nosso país tem um enorme potencial”, disse em um dos pontos altos do evento. O encontro foi seguido por um bate-papo descontraído, coordenado pelo Edison Claro de Moraes, vice-presidente de comunicação da Afeal, que convidou além de Gesner e Cordeiro mais duas personalidades do setor para o talk show : Erivam Boff, coordenador do comitê de mercado de extrudados da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), e Maurício Fernandes de Jesus, coordenador de desenvolvimento de mercado do programa “Vidro Certo”, na Abividro. O encerramento ficou por conta do Raul Ferreira da Costa Junior, vice-presidente de regionais da Afeal. “Reiterando o que nosso presidente disse na abertura, é nossa vocação elevar a qualidade das esquadrias, levar esse conhecimento ao associado. Creio que este é o caminho da seriedade empresarial, de esperança no crescimento ordenado e sustentável do nosso Brasil”, finalizou. Fonte: Afeal
- ASSOCIADO SIAMFESP TEM 20% DE DESCONTO EM NORMAS TÉCNICAS PRODUZIDAS PELA ABNT
O Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais Não Ferrosos no Estado de São Paulo (Siamfesp) oferece um desconto de 20% para normas técnicas produzidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e 5% para normas internacionais. As normas podem ser adquiridas e pagas por meio de boleto bancário, cartão de débito ou de crédito. Para obter o desconto, o associado deve entrar na página do Siamfesp e clicar no “acesso restrito associado”, e em seguida digitar seu login e senha. Na área restrita, basta selecionar “qualidade e normalização" e clicar em “desconto ABNT”, que será direcionado para a página ABNT Catálogo, onde poderá ser selecionada a norma de interesse. O desconto será aplicado apenas se o acesso for através da página do Siamfesp. Ainda em “Qualidade e Normalização - Normas Técnicas Setoriais” pode-se conhecer a relação dos documentos técnicos da ABNT que os segmentos de atuação do Siamfesp devem seguir na fabricação de produtos. Em caso de dúvidas sobre as normas a serem utilizadas, ou interesse em participar da elaboração de Normas Técnicas, envie um e-mail para secretariacb248@siamfesp.org.br . Para mais informações, acesse: www.siamfesp.org.br Fonte: Siamfesp
- PADO LANÇA FECHADURAS DIGITAIS À PROVA D’ÁGUA
As fechaduras digitais FDE-300W E FDE-600W, da Pado, marca reconhecida pela fabricação de cadeados e fechaduras, são modelos resistentes às ações do tempo, como chuva e poeira, e foram especialmente desenvolvidas para quem busca segurança, alta qualidade e um design moderno para aplicação externa. Os produtos foram testados em condições controladas em laboratório, classificadas como IP55, segundo a norma EN 60529 (jatos de água por, pelo menos, 3 minutos) Além disso, possuem diferentes métodos de abertura, sendo: biometria, senha numérica, cartão de acesso, chave mecânica para emergência e pelo aplicativo Pado Digital Locking. Os produtos têm um ano de garantia contra defeitos de fabricação e/ou funcionamento. Saiba mais em: www.lojapado.com.br/fechadura-digital-inteligente-fde-300w/p














