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  • SOFTWARE PIONEIRO QUE DIMINUI PELA METADE O TEMPO DE EXECUÇÃO DE UM PROJETO

    Fornecedores e indústrias de esquadrias estão entre os 11 segmentos atendidos pela Gabster, que aplica tecnologias para 3D, BIM, entre outras Reprodução: Gabster/Assessoria IZYCOM Um programa em que o arquiteto, engenheiro ou designer pode produzir o projeto da obra em 3D, já com todos os produtos que serão necessários, inclusive as esquadrias, nas medidas corretas e com o orçamento pronto. Caso o cliente mude de ideia sobre algum material que queira utilizar, o sistema já faz a troca e envia automaticamente para o fornecedor, enquanto mantém todas as informações como medidas, quantidades e orçamentos atualizados. “É assim que funciona a Gabster , a primeira plataforma no mundo que atende de ponta a ponta todos os preceitos da indústria 4.0 e conecta todos os fornecedores em um mesmo projeto 3D”, diz a empresa. Fornecedores e indústrias de esquadrias estão entre os 11 segmentos atendidos pela Gabster, que aplica tecnologias para 3D, BIM (Building Information Modeling) ou Modelagem de Informação da Construção, processamento em nuvem, inteligência artificial e Big Data, integrado à automação do chão de fábrica. Assim os especificadores, arquitetos e projetistas podem criar os ambientes espaciais em 3D personalizados e aplicar os produtos fielmente com todas as especificações necessárias. Para quem fabrica e constrói, além da tecnologia, a Gabster oferece um novo conjunto de técnicas e conceitos para a produção de peças personalizadas, entrega conteúdo em 3D e capacita as equipes de projetos e engenharia de produto nas fábricas, com novos métodos de trabalho. ECONOMIA DE TEMPO E CUSTO A plataforma permite que todas as etapas de uma obra possam ser integradas, o que possibilita uma economia de custo de até 30% ao eliminar os problemas de comunicação entre toda a cadeia. A Gabster foi criada em 2012, com o objetivo de resolver dois grandes problemas no setor de produção do mobiliário sob medida: a dificuldade em calcular um orçamento com precisão e a forma artesanal da produção. Mas foi em 2014 que Cleandro Dagmar Nilson, CEO e fundador da empresa, e Fernanda Souza Ferreira, COO da empresa, então sócios, passaram por uma dramática experiência com uma reforma e entenderam que a solução deveria expandir para toda a cadeia da construção. Dessa forma, iniciaram a construção de um ecossistema que integrasse todos os fornecedores. AGILIDADE NO PROCESSO Para acompanhar a evolução do mercado, a plataforma oferece a integração entre design , engenharia, produção e suporte ao cliente. Fornecedores cadastram seus produtos com todas as especificações, preços e políticas comerciais com regras dinâmicas para atender todo o mercado nacional da construção. Para quem fabrica e constrói, além da tecnologia, é oferecido um conjunto de técnicas e conceitos para a produção de peças personalizadas com eficiência, além de integração com sistemas e máquinas da indústria para ganho de escala sem deixar de personalizar produtos. E caso os profissionais tenham dificuldades em se adequar aos novos formatos, também podem contar com cursos e treinamentos online. Durante a elaboração do projeto, arquitetos e projetistas podem apresentar ambientes renderizados, considerando as informações reais de texturas, com preços atualizados e disponibilidade nas lojas, podendo alterar estruturas ou transformar projetos em 2D a partir do 3D, sem precisar refazer tudo do zero. Ao final, a plataforma gera orçamentos em tempo real, vende e conecta com plataformas de e-commerce, o que permite a agilidade necessária para o arquiteto. Todo este processo oferece uma nova experiência em construir e reformar para o cliente final, tornando os sonhos mais próximos da realidade, sem conflitos entre os participantes e sem surpresas negativas. RESULTADOS ROBUSTOS Os resultados em negócios gerados a partir da Gabster demonstram que a empresa está em crescimento, encerrando 2022 com mais de 36 mil ambientes personalizados com mais de 1,1 milhão de produtos paramétricos, utilizados nos projetos que foram produzidos, R$ 1 bilhão em orçamentos calculados a partir da solução, com uma taxa de conversão de aproximadamente 30% em projetos fechados, comprados e produzidos por intermédio da solução no Brasil. “Neste ano, geramos e produzimos através da plataforma mais de R$ 330 milhões de negócios, envolvendo todos os 11 segmentos que fazem parte deste universo. Seguindo a tendência do movimento no mercado, nos antecipamos e, em 2022, colocamos em prática o planejamento para 2023, com a expectativa de crescimento em 80%, tanto em número de novos produtores adeptos à plataforma, quanto em número de profissionais que se beneficiam de toda solução", complementa Cleandro. Fonte: Gabster/Assessoria IZYCOM

  • HYDRO ENTREGA A TERCEIRA “USINA DA PAZ” EM BELÉM (PA)

    O centro social é uma iniciativa pública inédita no país, com foco no desenvolvimento social da região A Hydro, companhia da indústria de energia e alumínio, no dia 12 de janeiro, aniversário de Belém, participou da inauguração da “Usina da Paz”, projeto integrado ao Programa Territórios pela Paz (TerPaz), que buscam a transformação social, redução da violência e mais cidadania, no bairro do Guamá, Belém (PA). Em outubro e dezembro, a empresa já havia realizado a entrega de unidades nos bairros Jurunas/Condor e Terra Firme. Esta é a terceira unidade construída por meio da parceria. A obra da unidade foi financiada pela Hydro e realizada por empresas sediadas no estado. No Pará, é a nona Usina, e em Belém, a quinta. Assim como nas outras unidades, são ofertados mais de 70 serviços intersetoriais das secretarias estaduais e órgãos parceiros, como atendimento médico, odontológico e psicológico, consultoria jurídica, emissão de documentos, treinamento de lideranças, atividades esportivas, capacitações e cursos profissionalizantes. Todos os serviços são gratuitos. “Com esta entrega, fechamos este ciclo da parceria, que contemplou três unidades na capital, e reafirmamos o compromisso da Hydro em apoiar a melhoria da qualidade de vida das comunidades do Pará. Este projeto tem se mostrado um exemplo de política pública e cidadania. Temos enorme satisfação por estar contribuindo para a transformação e inclusão social de moradores da região metropolitana de Belém e de outras regiões do estado”, ressalta Anderson Baranov, vice-presidente sênior de relações externas da Hydro na América do Sul. ESTRUTURA As três unidades construídas pela Hydro, em parceria com o Governo do Pará, têm capacidade para receber mais de 4 mil pessoas por dia e contam com quadras poliesportivas, quadras de areia, espaços multiculturais, piscinas semi-olímpicas, playgrounds , salas de audiovisual e inclusão digital. Também há espaços para cursos livres e de dança, música, robótica, artes marciais, musicalização e biblioteca. As instalações são adaptadas para acesso de pessoas com deficiência (PcDs). A UsiPaz Guamá fica localizada na Avenida Bernardo Sayão, 4783, entre as passagens São Lázaro e Rui Barbosa. Fonte: Hydro

  • PPA COMEMORA 40 ANOS DE FUNDAÇÃO EM 2023

    Para celebrar a data, a empresa planeja uma programação diversa com iniciativas variadas ao longo do ano A história da automatizadora de portas, portões e cancelas da América Latina deve ser contada no decorrer do ano de 2023, através de ações e produtos. “Será um ano muito marcante para todos. Hora de refletirmos sobre tudo o que representa a PPA para cada um de nós, para Garça (SP), para o Brasil e para o mundo”, destacou Flávio Peres, fundador da empresa. A marca destaca que possui uma série de lançamentos em seu portfólio, “que aumentou mais de 350% nos últimos dois anos”. Entre eles, estão: o DZ HUB R 450 e o 650 Jetflex, automatizadores para portões deslizantes; o DZ HUB R 600 mono, automatizador de portões deslizantes residenciais de até 600kg; o eletroímã P600 e o P400, para portas e portões pivotantes e deslizantes; entre outros. Reprodução: PPA “O aniversário não poderia vir em melhor momento, já que a PPA está em franco crescimento nacional e internacional, com expansão do seu já robusto portfólio”, completa o fundador. Além de participar dos segmentos de portões automáticos, portas e cancelas, a marca tem investido no crescimento das novas linhas de produtos, como câmeras, interfones e IoT (Internet das Coisas). As ações voltadas ao aniversário da PPA serão divulgadas pela empresa próximo ao acontecimento. Para mais informações, acesse: www.ppa.com.br Fonte: PPA

  • CONSTRUÇÃO CIVIL GEROU MAIS DE 190 MIL POSTOS DE TRABALHO FORMAIS EM 2022

    A construção civil gerou 194.444 novos postos de trabalho com carteira assinada em 2022. O número de trabalhadores formais no setor cresceu 8,42%, passando de 2,3 milhões, no final de 2021, para 2,5 milhões no final do último ano, conforme dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na última quarta-feira (01) pelo Ministério do Trabalho. Dos novos empregos gerados pela construção civil em 2022, tiveram destaques a construção de edifícios, com 84.878 novas vagas, e os serviços especializados para a construção, com 80.486 novos empregos. Já as obras de infraestrutura criaram 29.080 novos empregos. Considerando as séries do Caged e do Novo Caged, o número de novas vagas geradas pela Construção, em 2022, corresponde ao segundo melhor resultado do período 2012-2022, ficando atrás somente de 2021 (245.044). Em 2022, o número de trabalhadores formais na construção (2,503 milhões) correspondeu a 5,86% do total dos empregos formais no país (42,716 milhões). Mesmo assim, o setor foi responsável por quase 10% (194.444) do total das novas vagas geradas no ano (2,038 milhões). “Desde que a pandemia da covid-19 chegou ao Brasil, a construção civil já gerou quase meio milhão de novos empregos, o que evidencia toda a importância social e econômica do setor. De março de 2020 até dezembro de 2022, o setor criou 474.988 novos empregos com carteira assinada”, destaca a economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Ieda Vasconcelos. Os cinco estados que mais criaram novos postos de trabalho formais na construção no ano passado foram: São Paulo (57.504), Rio de Janeiro (27.950), Bahia (19.567), Santa Catarina (10.376) e Pernambuco (8.920). Já as cinco cidades com maior geração de novas vagas no setor em 2022 foram: São Paulo (25.591), Rio de Janeiro (11.759), Salvador (8.011), Brasília (7.033) e Fortaleza (6.192). Considerando somente o mês de dezembro, a construção perdeu 74.505 empregos. Entretanto, esse é um movimento sazonal e próprio para o período. A análise da série histórica do Caged evidencia que todo o mês de dezembro o setor perde postos de trabalho. No contexto do bom desempenho do mercado de trabalho do setor, em dezembro de 2022 a CBIC revisou as expectativas do seu crescimento. A projeção sinaliza alta de 7,0% no PIB da construção em 2022. Fonte: CBIC

  • ALUMASA LANÇA LINHA AMADEIRADO DI ITÁLIA

    As esquadrias trazem efeito amadeirado aos perfis de alumínio, unindo estética e resistência Reprodução: Alumasa Elementos da natureza estão presentes em diversos aspectos do design e da arquitetura, criando ambientes que transmitem bem-estar e contribuem na qualidade de vida. Neste contexto, surgiu, em 2022, uma nova linha de esquadrias de alumínio do segmento de revenda da Alumasa: Amadeirado Di Itália, solução que une a estética da madeira com o material resistente do alumínio. O efeito madeira nos perfis de alumínio reproduz o material natural para apresentar um design realista: a cor e a textura de madeira no alumínio. Durabilidade, custo-benefício e rapidez de entrega são as vantagens da esquadria de alumínio, pensando em garantir esses pontos e oferecer a estética amadeirada que muitos clientes procuram, a empresa incluiu em seu portfólio a nova linha, composta por porta de lambri; janela maxim-ar; janela de correr de três folhas com veneziana gomos; e janela de correr de duas folhas. A Alumasa desenvolveu um kit de expositores exclusivos para o lançamento da linha. Um dos diferenciais da novidade, que deixa o efeito amadeirado real, é o método de pintura – sublimação apenas na cor carvalho a03 – dando um acabamento refinado e aconchegante ao projeto. PROCESSO DE PINTURA O processo de pintura e sublimação da linha Amadeirado Di Itália acontece da seguinte forma: o perfil de alumínio passa por uma pintura eletrostática com a base da cor e, logo após, é encaminhado para o processo de sublimação, que é um tipo de "envelopamento" com filme plástico em alta temperatura. Essa etapa é responsável pela texturização de madeira para o perfil. Fonte: Alumasa

  • BOX DUE: SOLUÇÃO PARA BANHEIROS GRANDES

    A Ideia Glass, fornecedora de soluções em box de banheiro e portas de vidro, possui em seu catálogo o Box Due, desenvolvido com o sistema de roldanas aparentes do Box Elegance. A abertura das portas permite uma passagem ampla e confortável, que pode ser alocada ao centro ou nas laterais do box de banheiro. Reprodução: Ideia Glass A empresa afirma que a linha proporciona o conforto de uma sala de banho e tem sido muito utilizada em banheiros de duplo chuveiro. “Os perfis de alumínio são resistentes e proporcionam um acabamento de primeira linha. Possui medidas de barras de 2 e 2,5m. É possível adquirir barras avulsas com 3m, caso necessário”, afirma a empresa. Por fim, a linha Elegance possui cinco cores de acabamento: branco, preto fosco, cromado, dourado e rose gold. Reprodução: Ideia Glass Para mais informações, acesse: www.ideiaglass.com.br Fonte: Ideia Glass

  • MERCADO IMOBILIÁRIO SEGUE IMPACTADO PELA ALTA NA TAXA SELIC

    Especialista da Propdo analisa o setor e diz que corretores devem apostar em novas tecnologias e na transparência durante as negociações Reprodução: Urbs Segundo pesquisa do Sindicato das Empresas de Compra, Venda e Administração de imóveis de São Paulo (Secovi-SP), 56,2 mil imóveis residenciais novos foram comercializados entre janeiro e outubro de 2022 apenas na região da Grande São Paulo. Entretanto, o cenário pode sofrer mudanças para 2023 pois, apesar do número positivo, o total de contratos de venda de novas casas e apartamentos firmados foi menor do que o de novas residências construídas, que somaram 56,6 mil. De acordo com Nathan Varda, head da Propdo, proptech israelense ( startups do mercado imobiliário que utilizam tecnologias como blockchain , internet das coisas, inteligência artificial, softwares de gestão e drones, entre outras) que fornece soluções em software para tomada de decisão no segmento imobiliário, essas mudanças decorrem de fatores como a taxa Selic (taxa básica de juros na economia), que atualmente está em 13,75% ao ano. “Em termos históricos, 2022 foi um grande ano para o mercado imobiliário brasileiro, mas será também lembrado como o ano que indicou o início de um novo cenário no segmento na capital paulista”, diz. “O setor registrou forte crescimento a partir de abril de 2019, quando a Selic atingiu os 2%. Porém, desde abril de 2021, os juros voltaram a subir e já estão em 13,75%. Isso significa maiores riscos e mais gastos para todo mundo”, aponta. Varda reforça que “há muitas oportunidades de compra, mas a demanda ainda está baixa, o que impacta em outro ponto: está mais fácil para os compradores negociarem valores abaixo dos pedidos pelos vendedores, mesmo nos casos em que os valores dos imóveis sobem abaixo da inflação”. Outro dado trazido por Varda é sobre os imóveis na região central de São Paulo. “Em bairros como o Jardim Paulista, por exemplo, novos apartamentos custaram, em 2022, em média R$ 27 mil pelo m², o que significa um aumento de 25% em relação ao ano de 2021. Imóveis de segunda mão, que já tiveram um ou mais donos, na mesma região custam cerca de R$ 14 mil por m², quase metade de um novo”, comenta. TENDÊNCIAS De acordo com estimativas da Propdo, apesar dos números apresentados pelo estudo do Secovi-SP, há oportunidades para os investidores. No Butantã, por exemplo, os preços dos novos imóveis chegaram a subir 10% em 2022, o dobro da média registrada no município. Além disso, foram apontados mais de 50 novos empreendimentos residenciais e comerciais na região. “Esse movimento decorre da proximidade da Universidade de São Paulo (USP) e do fácil acesso ao bairro por meio de transporte público, somado a outros fatores”, diz. Ainda segundo ele, “esse cenário deve se manter em 2023, o que é positivo para quem quer investir em novas casas e apartamentos no bairro”. Para ter sucesso, porém, as pessoas interessadas em fazer aportes nesse segmento precisam seguir o caminho da “transparência e igualdade” nas operações. “Por aqui, a competição entre os corretores influencia na busca por melhores serviços, tecnologias e produtos. Isso leva os profissionais da área a adotarem um modelo de trabalho pautado nos pilares de confiança, experiência e conhecimento”, diz o especialista. “Observamos que cada vez mais corretores estão seguindo o modelo norte-americano de trabalhar em esquema de negociação exclusiva, ou seja, o contrato só pode ser firmado por meio do trabalho do corretor. Nos Estados Unidos, 90% das transações acontecem com a presença de um profissional. No Brasil, os números não são tão claros, mas estimamos que já chegam ao patamar de 40%, valor que vem crescendo com o tempo. Isso pode ser explicado pela profissionalização do ramo, com o uso de novos recursos tecnológicos, que possibilitam mais precisão nas negociações e vantagens para todos os envolvidos nas operações”, explica. NOVOS RECURSOS Para estimular o mercado paulistano, a Propdo, em parceria com Quick2Sell, empresa de soluções para compradores, vendedores e corretores de imóveis, com mais de 5 mil associados, e Animacasa, empresa do mercado imobiliário com 20 anos de experiência, anuncia o lançamento da Investire, ferramenta baseada em inteligência artificial e tecnologia de ponta para auxiliar pessoas que desejam investir no ramo na capital paulista. A plataforma está disponível neste site e visa apoiar investidores com pouca experiência ou conhecimento no setor. “O que percebemos é que muitas pessoas possuem o dinheiro para investir, mas hesitam em entrar no mercado por conta da complexidade e por não terem ferramentas que as auxiliem. Além disso, o cenário de negócios nessa área ainda é muito arriscado, o que faz com que apenas investidores com experiência se sintam seguros para fazer aportes”, afirma. “Por isso, a plataforma fornece, por exemplo, informações sobre os imóveis que não costumam ser divulgadas em anúncios, permitindo que o profissional passe a seu cliente dados mais específicos, o que favorece a negociação”, comenta Varda. Fonte: Propdo/CDI Comunicação

  • CONHEÇA O SISTEMA VÉRTICE FSA

    Tipologia oscilo deslizante, da Fise Componentes, moderniza o modelo guilhotina e permite maior ventilação A fabricante de componentes para esquadrias, Fise Componentes, possui em seu catálogo o sistema Vértice FSA - tipologia oscilo deslizante, que oferece melhor ventilação, maior visibilidade do ambiente externo, mais segurança na limpeza e movimentação, além de obter desempenho acústico nível A, comprovado por dois laboratórios, conforme publicação no Instagram da marca. O modelo corrige os pontos fracos da antiga versão, com um sistema de movimentação mais eficiente, onde as folhas param em qualquer ponto da esquadria e, possibilita o tombamento da folha interna, ainda segundo a publicação da marca paulista. Sérgio Pereira, consultor Fise, ministrou treinamentos da Vértice FSA em empresas no estado de São Paulo, como: Carvalho Esquadrias, MD Esquadrias, Alumi Vidros, SMS Esquadrias de Alumínio e Perfile Aluminium. Reprodução: Instagram Fise Para mais informações, acesse: www.fise.com.br/loja/ Fonte: Fise Componentes

  • JOGO DE LUZ E SOMBRAS, VENTILAÇÃO E PRIVACIDADE: CONHEÇA O MUXARABI

    Arquiteto e executivos da Ezy Color e da Nova Decamp traçam a história do elemento e suas vantagens Por Stephanie Fazio Fotos: Guilherme Pucci O elemento construtivo muxarabi (termo árabe que significa “local fresco”), também conhecido como muxarabiê, é uma treliça de madeira com origem na arquitetura árabe (presente desde o século XIV em países da Ásia e Oriente Médio). “É um dos mais típicos, tradicionais e clássicos componentes da arquitetura islâmica, notadamente presente na arquitetura marroquina”, comenta Jorge Henrique, diretor comercial da Ezy Color, que atua na decoração de perfis de alumínio em efeito madeira. Especula-se que, originalmente, o elemento arquitetônico foi criado para manter a água de beber fresca, no entanto, desde o século XIV, sua estrutura passou a ser associada a refrescar pessoas e, ao mesmo tempo, favorecer a sua privacidade. A peça, ao ser usada como fechamento de portas e balcões, permitia a ventilação, a entrada parcial de luz natural e favorecia o “ver sem ser visto”, ou seja, quem está dentro do imóvel consegue ver quem está fora, mas não o contrário. “Originalmente, é um elemento vazado, tipo pérgola, construído em madeira treliçada, de beleza estética ímpar, funcionalidade e singeleza. Por se tratar de um elemento vazado, permite a entrada de luz e ventilação natural, todavia, mantendo a privacidade do ambiente”, detalha o executivo da Ezy Color. “O muxarabi proliferou com absoluto destaque na arquitetura ibérica, durante o domínio Mouro na península na Idade Média”, conta Jorge. O elemento veio para o Brasil em meados de 1530, com a chegada dos colonizadores portugueses de origem árabe, e sua estrutura foi muito utilizada durante o período colonial. Atualmente, é muito aplicado em brises, revestimentos, divisórias, pergolados, forros, entre outros locais. Para Pietro Terlizzi, arquiteto, o fato de ser produzido em madeira agrega à arquitetura brasileira, traz brasilidade. “A ortogonalidade [capacidade de formar ângulo reto] dele remete ao modernismo, que tem muita relação com a arquitetura brasileira”, diz. “Esta é uma grande tendência no mercado de arquitetura, a alta do consumo dessa tipologia se deu em nossa agilidade em desenvolver produtos e perfis que atendam essa demanda”, diz Eli Marques, diretor comercial e operacional da Nova Decamp, distribuidora de perfis de alumínio. VANTAGENS E DESVANTAGENS Além de agregar beleza estética ao projeto interno e externo, a solução favorece a privacidade daqueles que fazem uso do imóvel, já que sua estrutura formada por elementos vazados permite a visão de dentro para fora e não o contrário. Arquitetos e engenheiros que prezam pelo conceito da sustentabilidade em suas construções têm utilizado o item em seus projetos. “Projetos sustentáveis envolvendo casas, edificações residenciais, escritórios e estabelecimentos comerciais passaram a apostar no uso do muxarabi de maneira a proporcionar maior conforto térmico e redução de custos de energia no imóvel, já que ele facilita a ventilação e a entrada de luz natural dispensando o uso, muitas vezes, do ar-condicionado e da luz elétrica em alguns momentos do dia”, afirma o portal Viva Decora. Jorge destaca que a “madeira in natura”, além de ecologicamente incorreta, tem custos de manutenção e preservação proibitivos, isto fez com que arquitetos e designers passassem a descartar o material em seus projetos. Fotos: Ezy Color “A tecnologia Ezy ‘Powder on Powder’ permitiu o resgate de elementos anteriormente executados em madeira, através da aplicação da pintura efeito decorativo madeira em alumínio, de alta definição e fidelidade às nuances da madeira de alta durabilidade e resistência à radiação solar (típica em climas tropicais, como o Brasil)”, cita. Outra vantagem pontuada pelo executivo está no custo de conservação e manutenção do revestimento efeito madeira em alumínio. “Essa tecnologia inovadora possibilitou o resgate da madeira na arquitetura contemporânea e sustentável. O muxarabi não foge à regra e tem sido uma nova opção e tendência na arquitetura. Vale ressaltar que o fabricante de esquadrias ampliou sua participação na execução de soluções que, anteriormente, eram somente realizadas por empresas madeireiras", afirma Jorge. Eli Marques, diretor comercial e operacional da Nova Decamp, informa que as vantagens proporcionadas estão ligadas ao design mais arrojado com diversas formas de aplicação e na geração de maior conforto ao cliente final. Quanto às desvantagens, há o preço elevado quando comparado a outros elementos construtivos e divisórias de ambientes. Além disso, a limpeza de um muxarabi de madeira, por exemplo, também é um ponto que deve ser levado em consideração, “já que a estrutura, dependendo de como é instalada, pode acumular pó e, sendo uma régua trançada, alguns cantos podem ser difíceis de limpar”, observa o portal Viva Decora. A manutenção da peça precisa de uma atenção especial, principalmente em se tratando de um muxarabi madeira exposto ao tempo. “Neste caso, a aplicação do verniz é importante para que a estrutura se mantenha conservada”, pontua o site Viva Decora. COMO APLICAR NO PROJETO? “Não há um local determinado ou mais indicado para usar o muxarabi. Eu diria que é possível usar em qualquer cômodo onde o desejo é filtrar a passagem de luz e visibilidade do ambiente, mas que não deseje um bloqueio total de vista e luminosidade”, orienta Pietro Terlizzi, arquiteto. Além disso, ele complementa que o muxarabi tem que ser proporcional ao local onde será inserido, podendo estar em vãos pequenos ou maiores, mas isso deve ser proporcional ao uso dele. “Sem dúvida, temos proposto nos projetos cada vez mais. Os grandes escritórios usam em larga escala, por ser um elemento não muito barato, seja através de marcenaria, lojas, entre outros meios, se torna uma possibilidade para alguns projetos. A gente está fazendo bastante, eu adoro o efeito”, comenta Terlizzi. Ideal para regiões quentes, áridas e com alto nível de incidência solar, o muxarabi, ao ser usado na fachada do imóvel, promove conforto térmico à construção. Dependendo do design do muxarabi, é possível criar desenhos de luz e sombra no ambiente. Na decoração interna, pode ser utilizado como divisória de ambientes. Fotos: Nova Decamp Para os que contam com uma área de lazer externa, é possível apostar no uso do muxarabi em forma de pergolado, suas tramas podem seguir inclusive a arquitetura do imóvel em questão, facilitando a conexão entre os elementos construtivos. “Dada a versatilidade do alumínio em adquirir as mais diversas formas, também surgiram soluções inovadoras de perfis tais como: lambris ripados e lambril muxarabi, que permitem facilidade de fabricação, instalação e baixo custo”, menciona Jorge Henrique, diretor comercial da Ezy Color. MUXARABI X COBOGÓ O cobogó é um elemento arquitetônico inventado no Brasil durante o século XX, tendo estética e forma como diferenciais. “O muxarabi é mais rebuscado e orgânico, já o cobogó remete aos traços da arquitetura moderna, sendo mais reto”, afirmou a arquiteta Joanna Marino, diretora do Grün Studio Arquitetura e Urbanismo, ao portal AECweb. Enquanto o muxarabi nasceu em madeira, o cobogó era moldado em cimento. Com o passar do tempo, os dois começaram a ser confeccionados a partir de outras matérias-primas. Atualmente, sua estrutura é feita em diversos materiais, como madeira, cerâmica e até vidro. Assim como o muxarabi, ele também facilita a ventilação e a entrada parcial de luz natural no ambiente. A palavra “cobogó” resulta da junção da primeira sílaba do sobrenome dos seus respectivos criadores, sendo eles: Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis. Nos projetos, o cobogó marca presença principalmente no período da arquitetura modernista, dentre os arquitetos brasileiros, Lúcio Costa e Oscar Niemeyer foram os que mais aplicaram o cobogó em seus projetos pelo país. Fontes: Viva Decora, AECweb, Ezy Color e Nova Decamp

  • VIDRO CHEIO DE ÁGUA ABSORVE O CALOR SOLAR

    Water House 2.0, em Taiwan, protótipo que testa a tecnologia/Divulgação: Designboom A startup britânica Water-Filled Glass, fundada em 2020, desenvolveu o protótipo de uma janela inovadora. O modelo propõe que na conhecida janela de vidro insulado seja inserida uma fina película de água entre as duas partes do sistema, para a absorção do calor da luz solar ou do calor que escapa do interior da obra. A tecnologia patenteada foi desenvolvida por Matyas Gutai, professor de arquitetura da Universidade de Loughborough, em parceria com seus colegas Daniel Schinagl e Abolfazl Ganji Kheybari. Uma vez aquecida, esta água é bombeada através de uma rede de tubulações sob o piso nas áreas mais frias do edifício. Como as estratégias de isolamento térmico de janelas foram um obstáculo na busca de uma arquitetura passiva, o time da Water-Filled Glass espera que a nova tecnologia possa trazer eficiência até mesmo para os edifícios envidraçados. De acordo com a startup britânica, o método de absorção da energia térmica não só aquece o interior em climas mais frios, mas limita a quantidade de ganho de calor solar que entra no espaço em climas quentes. Isso diminui a dependência de sombreamento secundário, bem como sistemas ativos de aquecimento e resfriamento - reduzindo assim as emissões gerais de carbono. Para prevenir o congelamento da água durante o inverno, o conjunto é alterado para uma janela de vidro triplo, com sua cavidade externa preenchida com isolamento de argônio. No máximo, a água pode ser aquecida até 40ºC. Imagens: Water-Filled Glass e Designboom A equipe estima que a tecnologia irá reduzir as contas de energia em cerca de 25%, dependendo do clima e da proporção janela-parede, quando comparado com janelas padrão. Embora seja apropriado para novas construções, o sistema é recomendado para projetos de retrofit de economia de energia, onde é montado atrás do envidraçamento existente. Os desenvolvedores recomendam o sistema Water-Filled Glass para edifícios menores que tendem a esfriar rapidamente no inverno ou superaquecer no verão. Dois protótipos de casas já foram concluídos usando a tecnologia, apelidados de Water House 1.0, na Hungria, e Water House 2.0, na Universidade Feng Chia de Taiwan, China. Em breve a startup verá a conclusão de seus primeiros projetos comerciais — um prédio industrial, na Hungria, e um complexo de apartamentos, nos EUA, que estão em construção. Fonte: Designboom

  • WOOD FRAME: INDÚSTRIA GANHA ESPAÇO ENTRE OS PROJETOS ARQUITETÔNICOS

    De acordo com os engenheiros da AGI do Brasil, empresa focada em estruturação em isolamento térmico e acústico, a indústria do wood frame na construção civil cresce. O padrão utiliza a madeira reflorestada como base dos perfis e vigas das obras, dispensando o aço. Nos Estados Unidos, a opção do wood frame é prioritária, o que comove um grande parque de regeneração natural da madeira com destino à construção civil. Depois de plantada e tratada, o resultado é uma matéria-prima resistente a fungos e cupins, além de durável. Na AGI do Brasil, a indústria ganha adesão do mercado por ser um padrão construtivo à seco e sustentável, tendo o menor impacto ambiental em comparação aos demais, pela redução do consumo de água e outros resíduos. O fechamento da estrutura em madeira se dá com painéis de drywall ou placas cimentadas, sendo necessário o preenchimento entre as paredes. O “recheio” das placas que formam as paredes ocorre, em geral, com mantas de lã de vidro ou rocha, sendo crescente o uso de espuma do spray foam . “O spray é a maior opção nos Estados Unidos pelo maior conforto e sustentabilidade que proporciona aos projetos, pois o isolamento com o produto tende a durar muito mais pelo bloqueio de pragas e umidade garantida pela tecnologia”, comenta Luciano Paixão, um dos representantes da AGI do Brasil. “AGI trouxe do país norte-americano a solução do isolamento com spray foam para o Brasil, visto a tendência de crescimento do setor”, comenta o representante ao destacar que o sistema fomenta a crescente demanda das tiny houses (tipo de construção modular embasada no minimalismo), seja para obras de baixo ou alto padrão, nos Estados Unidos ou aqui. Fonte: AGI do Brasil/WH Comunicação

  • O FUTURO DA ENGENHARIA: O MUNDO REAL APRESENTADO INTEIRAMENTE NO AMBIENTE DIGITAL

    *Por Marcus Granadeiro, engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP; sócio-diretor do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia; membro do RICS - Royal Institution of Chartered Surveyors (MRICS) e do Autodesk Development Network (ADN); e certificado em Transformação Digital pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) A digitalização de ativos por meio de scanners a laser não é novidade. Inicialmente mais aplicada na área industrial, a ideia vem ganhando espaço no mercado de Arquitetura, Engenharia e Construção (AEC), em função de novos equipamentos e da sua integração com processos BIM (Modelagem de Informação da Construção). A novidade nesse segmento é o surgimento de equipamentos de escaneamento autônomos, que conseguem navegar pelos ativos, gerar a nuvem de pontos, transmiti-la para o servidor e disponibilizar os arquivos prontos para o uso pelas aplicações. Os primeiros scanners se chamavam “estacionários”. Com base em um tripé, os equipamentos faziam o levantamento de uma área criando uma cena. Em seguida, o operador posicionava o aparelho em um outro local, gerando uma segunda ação e assim por diante. Já no escritório, era realizada a união dessas cenas, atividade que era chamada de registro. Na sequência, surgiram os scanners cinemáticos. Com uma tecnologia mais avançada, esses equipamentos realizam o levantamento em movimento. O aparelho pode ser carregado por um operador ou mesmo transportado por um carrinho, por exemplo. Dessa forma, a nuvem de pontos fica pronta sem a necessidade de fazer um registro. Outra novidade são os mesmos scanners cinemáticos, mas associados a drones e robôs, como é o caso do Spot, da Boston Dynamics . Além de dispensar o operador para a atividade de levantamento, esses equipamentos usam os dados coletados, como input (usado para criar controles interativos para formulários baseados na web para receber dados do usuário), para auxiliar seu próprio caminho. Atualmente é a tecnologia mais avançada existente em termos de integração de Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (disciplina da área da IA que, por meio de algoritmos, dá aos computadores a capacidade de identificar padrões em dados massivos e fazer previsões) na digitalização de ativos. Vale lembrar que esses aparelhos ainda são recentes, por isso, poucos projetos e empresas os possuem no Brasil, porém seu potencial de disrupção é enorme. Além disso, diversas aplicações estão surgindo, como a comparação dos modelos BIM para controle de qualidade e avanço de obra, os cálculos automáticos de volume para automatizar as medições e até mesmo as aplicações focadas na fase operacional, que apoiam e economizam muito em vistorias e fiscalizações. A grande vantagem da nuvem é ter a digitalização tridimensional completa, com a precisão demandada pela engenharia e contar com versões que permitem criar uma máquina do tempo. A qualquer momento é possível selecionar o levantamento feito em determinada data. Além disso, com a automação todos serão rigorosamente iguais em termos de posição física e navegarão pelo ativo na data selecionada. O mais interessante é que neste ponto passamos a ter sinergia com outras tecnologias e tendências que também vêm se destacando, como é o caso do metaverso. Podemos dizer que estes equipamentos são o primeiro passo para ampliarmos as representações da realidade em um sistema virtual. Ademais, haverá a possibilidade de deixarmos de ter modelos e passarmos a ter o mundo real representado inteiramente em um ambiente digital. Pensando em engenharia, é algo que pode ter muito valor. Imagine que daqui a 50 anos, ao projetar um retrofit , os futuros arquitetos conseguirão entrar no metaverso do edifício exatamente no dia que ele foi inaugurado. Como serão as vistorias de seguros e avaliações prediais? Os impactos, causados pelas novidades tecnológicas de fato acontecerão de forma disruptiva por toda a cadeia de valor. Fonte: Construtivo/Image Comunicação

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