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  • Oceana Golf conquista seu segundo Prêmio Master Imobiliário e garante o terceiro prêmio da Patrimar

    Reconhecido anteriormente na fase de desenvolvimento, o Oceana Golf volta a ser premiado, agora pela qualidade da obra entregue e pela experiência proporcionada aos moradores A trajetória de expansão e consolidação da Patrimar no mercado imobiliário do Rio de Janeiro ganha um novo reconhecimento. O Oceana Golf, empreendimento de alto padrão da companhia na Barra da Tijuca, foi vencedor do 32º Prêmio Master Imobiliário, na categoria Empreendimento Residencial. A nova conquista evidencia a estratégia da empresa de entregar produtos que associem excelência construtiva, inovação, arquitetura, sustentabilidade e experiências diferenciadas, ampliando a percepção de valor para os clientes e contribuindo para a evolução do mercado de alto padrão. Com 27 mil m² de terreno em frente ao Campo Olímpico de Golfe, o residencial foi concebido a partir de uma premissa central: valorizar a paisagem e incorporar a natureza à experiência de moradia. As seis torres foram estrategicamente rotacionadas para ampliar as vistas para o campo de golfe, a Lagoa de Marapendi e a Praia da Reserva, além de favorecer privacidade, ventilação e iluminação natural. “O segundo Master Imobiliário conquistado pelo Oceana Golf reforça a consistência do projeto, desde sua concepção até a entrega. É o reconhecimento de um empreendimento que reúne arquitetura de qualidade, integração com a natureza e uma experiência diferenciada para os moradores. Para a Patrimar, essa conquista reafirma nosso compromisso de desenvolver projetos que elevam os padrões do mercado imobiliário”, afirma Alex Veiga, CEO do Grupo Patrimar. Arquitetura e natureza como diferenciais O projeto do Oceana Golf é assinado por Alexandre Feu, na arquitetura; Benedito Abbud, no paisagismo; e Debora Aguiar, no design de interiores. A proposta combina a sofisticação de um empreendimento residencial de alto padrão à atmosfera de um resort internacional, com uma estrutura de lazer, serviços e bem-estar que inclui Spa by L’Occitane, academia com gestão Cia Athletica, piscinas, pilates, spinning, adega, lounge com vista para o campo de golfe e amplos jardins. A implantação foi planejada para aproveitar as características únicas do entorno. As seis torres foram posicionadas de forma a reduzir interferências visuais e potencializar as diferentes paisagens da região. Varandas generosas e grandes planos de vidro também ampliam a conexão dos apartamentos com o ambiente externo. A integração com a natureza se estende às áreas comuns, concebidas como um grande parque interno. Entre os destaques está um espelho d’água com mais de 120 metros de extensão, além de jardins, piscinas e espaços de convivência que reforçam a relação entre arquitetura e paisagismo. “O Oceana Golf nasceu com o propósito de criar uma experiência única para o carioca, combinando a sofisticação e a modernidade que o público de alto padrão busca com características muito próprias do estilo de vida do Rio de Janeiro. O projeto aproveita uma paisagem excepcional e transforma essa relação em parte da experiência cotidiana do morador”, explica Lucas Couto, Diretor Executivo da Patrimar. Segundo o executivo, a proposta também acompanha uma transformação na percepção de luxo no mercado imobiliário. “Hoje, o alto padrão não está apenas associado ao tamanho de um apartamento ou à qualidade dos acabamentos. O cliente busca uma experiência mais completa, com bem-estar, conveniência, serviços e qualidade em todos os detalhes. No Oceana, arquitetura, paisagismo e natureza estão integrados a uma estrutura de wellness e serviços inspirada nos grandes resorts internacionais”, afirma. Sofisticação aliada à eficiência A proposta de excelência do Oceana Golf também incorpora soluções de sustentabilidade e eficiência, reconhecida pela certificação internacional EDGE. Entre as soluções adotadas estão placas fotovoltaicas para as áreas comuns, aproveitamento de águas pluviais, irrigação automatizada, iluminação eficiente e estações para recarga de veículos elétricos. “Buscamos unir três elementos que hoje são fundamentais para o conceito contemporâneo de luxo: sofisticação, bem-estar e eficiência. É uma visão em que o valor do empreendimento não está apenas naquilo que o morador possui, mas principalmente na qualidade da experiência que ele vivencia todos os dias”, complementa Lucas Couto. O 32º Prêmio Master Imobiliário foi concedido nesta quarta-feira, 26 de agosto, no Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo. A premiação é promovida pela FIABCI-BRASIL, representação brasileira da Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (FIABCI), e pelo Secovi-SP – Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo. Esta é a segunda vez que o Oceana Golf é reconhecido pelo Master Imobiliário. Em 2022, o empreendimento foi vencedor na categoria Profissional de Marketing, que valoriza estratégias de posicionamento e comercialização diferenciadas. Agora, o projeto volta a ser premiado, desta vez na categoria Empreendimento Residencial, em reconhecimento à excelência da obra entregue. A conquista também marca o terceiro troféu Master Imobiliário da Patrimar, que já havia sido premiada anteriormente com o La Réserve na categoria Empreendimento Residencial. Para a Patrimar, o resultado reforça a capacidade da companhia de transformar conceitos em produtos com forte aderência ao mercado. O reconhecimento amplia essa trajetória ao validar, por meio de uma das principais premiações do setor, um projeto que sintetiza atributos que a empresa busca levar para sua atuação no segmento de alto padrão: excelência, inovação, sustentabilidade, arquitetura e foco na experiência do cliente. **O empreendimento residencial Oceana Golf foi destaque na seção “A Obra da Vez”, publicada na edição nº 171 da revista Contramarco, de janeiro-fevereiro de 2025, nas páginas 40 a 43. Fonte: Approach Comunicação | Rosamaria Santos

  • Vidro de proteção solar amplia controle térmico e luminoso em projetos

    Utilizado principalmente em ambientes com alta incidência de radiação solar, o vidro de proteção solar reúne características voltadas ao controle térmico e luminoso das edificações. A solução pode contribuir para o conforto, além de reduzir a entrada de calor e a necessidade de uso de sistemas de climatização. O desempenho do produto está relacionado à forma como o vidro interage com a radiação solar. A composição recebe óxidos ou sais, geralmente derivados de metais, que alteram suas propriedades de absorção, transmissão e reflexão da luz e do calor. Aplicações e benefícios Entre os benefícios associados ao vidro de proteção solar estão o controle da luminosidade, a redução da entrada de calor e a filtragem dos raios ultravioleta. Na versão laminada, o produto pode bloquear até 99% dos raios UV, característica que também contribui para a proteção de móveis, objetos e revestimentos expostos à radiação solar. A solução é aplicada em fachadas, portas, janelas, coberturas, sacadas e fechamentos de varanda. Em edificações comerciais, esta opção é frequentemente considerada para ambientes que permanecem expostos ao sol durante longos períodos. No setor residencial, pode ser utilizada principalmente em áreas externas ou em pontos com incidência direta de radiação solar. Variedade de configurações Segundo as especificações apresentadas pela Divinal Vidros, os vidros de proteção solar estão disponíveis nas versões monolítica, temperada, laminada e dupla insulada. As dimensões informadas variam de 300 x 300mm a 6.000 x 3.210mm, enquanto as espessuras disponíveis são de 4, 6, 8 e 10mm. A empresa também disponibiliza opções de tonalidades neutras, como incolor e cinza, e refletivas, nas cores cinza, esmeralda e champanhe. A escolha do modelo depende das necessidades de desempenho, incidência solar, características arquitetônicas e especificações de cada projeto. Para mais informações: divinalvidros.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Fesqua reforça papel estratégico no desenvolvimento do setor de esquadrias e vidro

    Com público de 50 mil visitantes, evento apresentou os avanços do setor, com lançamentos e conteúdo técnico. A 16ª edição da Fesqua – Feira Internacional da Indústria de Esquadrias encerrou sua programação consolidando o avanço da indústria de esquadrias, vidros e fachadas no Brasil. Realizada entre os dias 9 e 12 de setembro, no São Paulo Expo, a feira reuniu mais de 50 mil visitantes, mais de 700 marcas expositoras, que apresentaram mais de 1.500 lançamentos, em uma agenda marcada por lançamentos, novas tecnologias, conteúdo técnico e oportunidades de relacionamento entre empresas e profissionais de toda a cadeia produtiva. A edição de 2026 também contou com a realização simultânea da Fesqua Vetro – Feira Internacional de Vidros e Esquadrias para Construção Civil, da Feipat – Feira da Patologia das Construções e do EBRATS – Encontro Brasileiro de Tratamento de Superfície, ampliando a conexão entre diferentes segmentos ligados à indústria e à construção civil. Para Luis Tavares, diretor do Grupo Contramarco, a trajetória da Fesqua acompanha a própria transformação da indústria de esquadrias no Brasil, que passou por um processo de maior profissionalização, incorporação de novas tecnologias e valorização do desempenho técnico das soluções. “Esta foi a maior edição da história da Fesqua, consolidando-se como uma referência absoluta para o setor. A feira eleva o nível do mercado, tornando-se o palco principal para o lançamento de novos produtos e inovações. A grande maioria dos expositores manifestou satisfação e já confirmou presença para 2028.” Luis Tavares, diretor do Grupo Contramarco Segundo o executivo, a automação foi um dos principais destaques desta edição, em resposta a uma das grandes demandas atuais da indústria. “A automação vem ganhando cada vez mais espaço na indústria, trata-se de uma solução indispensável para superar a escassez de mão de obra. Para 2028, projeto um avanço ainda maior nesse sentido, visto que a tecnologia será fundamental para suprir essa demanda do setor. Em um ano desafiador, ver os negócios sendo concretizados nos corredores é muito gratificante, pois reforça que a Fesqua é, de fato, um evento voltado essencialmente para resultados.” Luis Tavares, diretor do Grupo Contramarco Rimantas Sipas, COO do IEG Brasil (Italian Exhibition Group), destaca principalmente pela qualidade do público presente e pela capacidade da feira de aproximar empresas e profissionais com interesses concretos. "A nossa avaliação da Fesqua é muito positiva. Conseguimos reunir profissionais realmente interessados nas soluções apresentadas pelos expositores, o que torna a feira um ambiente muito favorável para a geração de negócios.” Rimantas Sipas, COO do IEG Brasil 12 a 15 de setembro de 2028 A próxima edição da Fesqua já está confirmada para o São Paulo Expo, de terça a sexta-feira. A próxima edição da Fesqua já está confirmada para 12 a 15 de setembro de 2028, no São Paulo Expo. A feira passará a ser realizada de terça a sexta-feira, sem incluir o sábado na programação, mudança que, segundo Tavares, reforça o foco em networking e negociações comerciais. Conteúdo técnico fortalece capacitação e troca de experiências Além da área de exposição, a Fesqua 2026 promoveu uma programação técnica voltada a diferentes públicos da cadeia produtiva. A primeira edição do ENEPE – Encontro Nacional dos Engenheiros e Projetistas de Esquadrias e Fachadas reuniu profissionais para discutir temas como dimensionamento estrutural, especificação, execução de projetos, engenharia de custos e patologias em esquadrias e fachadas. O 19º VidroSom debateu tendências relacionadas ao desempenho das edificações, monitoramento de obras e construção de ambientes mais saudáveis. Entre os temas abordados estiveram o uso de drones para inspeção de fachadas e a importância da integração entre vidro e esquadria para garantir desempenho acústico e térmico adequado. A programação também contou com o XVI Sebraser – Seminário Brasileiro de Serralheria, o Summit Arq, o Encontro AFEAL e o COBRACON, com discussões sobre gestão, vendas, sustentabilidade, inteligência artificial, novas categorias de produtos e desafios da indústria. Realizada simultaneamente à Fesqua, a Feipat ampliou o debate sobre manutenção, inspeção e preservação das edificações. Para Felipe Lima, diretor da ADPAT e organizador do evento, a integração entre os eventos fortalece a troca de conhecimento entre diferentes áreas da construção. “A Feipat superou as expectativas. Tivemos profissionais interessados em conhecimento técnico e em fazer bons negócios. Mais do que uma feira, o objetivo é criar um ambiente de troca, aprendizado e desenvolvimento, conectando empresas, profissionais, academia e estudantes. Já estamos pensando na próxima edição, buscando ampliar ainda mais essa experiência para o mercado.” Felipe Lima, diretor da ADPAT e organizador da Feipat Avaliação dos expositores A percepção dos expositores reforçou o papel da Fesqua como um ambiente estratégico para relacionamento, apresentação de novidades e geração de oportunidades comerciais. Empresas de diferentes segmentos destacaram a qualidade do público presente, o interesse pelas soluções apresentadas e a relevância da feira para aproximar fabricantes, parceiros, especificadores e novos clientes. Blindex Glória Cardoso, gerente geral Para a Blindex, a edição de 2026 teve como principal destaque a qualidade das interações realizadas ao longo do evento. Segundo Glória Cardoso, gerente geral da empresa, o estande recebeu clientes, parceiros, especificadores e potenciais novos negócios, com um público interessado em discutir oportunidades concretas. Hydro Marcelo Rodrigues, diretor comercial A avaliação positiva também foi compartilhada pela Hydro, que participa da Fesqua desde a primeira edição. De acordo com Marcelo Rodrigues, diretor comercial da empresa, a feira segue como um espaço estratégico para apresentar inovações, fortalecer relacionamentos e prospectar novas oportunidades. Nesta edição, a companhia destacou a receptividade aos lançamentos apresentados e a presença de clientes já fidelizados, novos contatos e representantes do mercado de exportação. Projeto Alumínio Jefferson Lousa, CEO O movimento de inovação e busca por novas soluções também esteve presente na avaliação da Projeto Alumínio. Para Jefferson Lousa, CEO da empresa, a Fesqua reúne clientes, parceiros e grandes construtoras de todo o Brasil, e os resultados vão além dos negócios realizados durante o evento, gerando oportunidades que continuam sendo desenvolvidas após a feira. A empresa destacou ainda a receptividade à linha Aluance, apresentada nesta edição como uma nova possibilidade estética para aplicações arquitetônicas. Fonte: 2PRÓ Comunicação | Myrian Vallone | Teresa Silva

  • Esquadrias de alumínio ganham espaço em projetos voltados à sustentabilidade

    A busca por soluções com menor impacto ambiental tem ampliado a atenção da construção civil para materiais capazes de combinar desempenho, durabilidade e possibilidade de reaproveitamento. Nesse contexto, as esquadrias de alumínio se destacam por características como resistência, contribuição para a eficiência energética e potencial elevado para reciclagem. O alumínio pode ser reciclado diversas vezes sem perder suas propriedades. De acordo com as informações apresentadas pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), o processo de reciclagem utiliza cerca de 5% da energia necessária para a produção do alumínio, o que representa uma economia energética de aproximadamente 95%. O reaproveitamento do material também reduz a necessidade de extração e processamento de novas matérias-primas. Reciclagem e durabilidade As esquadrias produzidas com alumínio reciclado são fabricadas a partir de materiais recuperados, que passam por etapas de coleta, separação, refusão e refino antes de serem transformados novamente em perfis. O processo permite que o metal retorne à cadeia produtiva e seja utilizado na fabricação de novas esquadrias e outros produtos. Além disso, a resistência do alumínio à corrosão e às intempéries contribui para uma vida útil prolongada. A durabilidade pode reduzir a necessidade de substituições frequentes e, consequentemente, a geração de resíduos ao longo do ciclo de vida da edificação. Aplicação em diferentes projetos As esquadrias de alumínio reciclado podem ser utilizadas em projetos residenciais, comerciais e industriais, com diferentes configurações, dimensões e acabamentos. A possibilidade de combinar o material com grandes áreas envidraçadas também permite explorar a iluminação natural, desde que sejam consideradas as características climáticas e as necessidades de desempenho de cada projeto. Fontes: guiadoconstrutor.com.br ; braluminium.com.br ; abal.org.br

  • Vidro de alta performance alia controle solar e flexibilidade de design

    A Guardian Glass apresenta o SunGuard High Performance, uma série de vidros revestidos com uma única camada de prata desenvolvida para oferecer controle solar, isolamento térmico e diferentes possibilidades estéticas para projetos arquitetônicos. De acordo com a empresa, a tecnologia busca reduzir o ganho de energia solar e, ao mesmo tempo, manter níveis de transmissão de luz natural. Com isso, os vidros podem contribuir para o controle das condições térmicas dos ambientes ao longo do ano, atendendo especialmente a projetos em que o uso de sistemas de climatização e os requisitos de eficiência energética são relevantes. Desempenho e possibilidades de aplicação A linha reúne opções com diferentes características, permitindo sua especificação de acordo com as necessidades arquitetônicas e as condições climáticas de cada projeto. Segundo informações divulgadas pela Guardian, a combinação entre controle de radiação solar e aproveitamento da luz natural também amplia as possibilidades de aplicação em diferentes soluções de envidraçamento. Além do desempenho, os produtos da série podem ser submetidos a processos como laminação, tratamento térmico, curvamento e serigrafia com esmaltes aprovados. Para mais informações: guardianglass.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Sistema Artus amplia possibilidades de abertura com portas articuladas

    Desenvolvido para atender a diferentes demandas, o Sistema Artus é composto por portas articuladas do tipo camarão, configuração que permite o dobramento dos painéis durante a abertura. A solução pode ser aplicada em projetos residenciais, comerciais e industriais. O sistema foi desenvolvido para montagem de folhas em diferentes configurações, entre elas perfis ripados, vidros encaixilhados e vidros colados. Segundo a Perfil Alumínio, a variedade de composições permite que a mesma solução seja utilizada em diferentes situações de projeto, de acordo com as necessidades de fechamento, ventilação e proteção do ambiente. Diferentes possibilidades de uso Entre as aplicações do Sistema Artus estão o uso como quebra-sol, elemento de proteção, recurso para ventilação e divisória. A configuração articulada também permite trabalhar com aberturas amplas, enquanto os painéis dobrados permanecem concentrados lateralmente quando a porta é aberta. Em comparação com portas convencionais de correr, o sistema utiliza o movimento de dobramento das folhas para liberar o vão. A possibilidade de combinar diferentes tipos de preenchimento também amplia as alternativas de composição das esquadrias. Para mais informações: perfilaluminio.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Silicone estrutural é elemento fundamental para fixação de sistemas

    O structural glazing, também conhecido como envidraçamento estrutural, é um sistema de fachada em que os painéis de vidro são fixados por meio de silicone estrutural aos perfis de alumínio. A tecnologia permite que o vidro seja o principal elemento visual da fachada, reduzindo a presença de elementos externos de fixação. O silicone estrutural utilizado nesse processo é um selante de alta performance desenvolvido para aplicações que exigem resistência, durabilidade e capacidade de movimentação. Entre os produtos disponíveis no mercado estão linhas específicas para essa aplicação, como o Sikasil Silicone Estrutural SG-20 e o Dowsil 983. Desempenho e características do sistema Uma das principais características do structural glazing é o resultado estético. Com os perfis metálicos ocultos, as fachadas apresentam maior transparência e uniformidade visual proporcionada pelo envidraçamento, característica valorizada em projetos arquitetônicos contemporâneos. Além do aspecto visual, o sistema oferece benefícios técnicos. A elasticidade do silicone permite acompanhar dilatações e contrações do vidro causadas por variações de temperatura, sem comprometer a aderência. O material também contribui para o desempenho térmico e acústico da edificação, auxiliando no controle da entrada de calor e na redução da transmissão de ruídos externos. A resistência às intempéries e à radiação ultravioleta é outro fator relevante, já que o selante permanece exposto às condições ambientais ao longo da vida útil da fachada. Fontes: afeal.com.br ; guardianglass.com ; casacomvidro.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Vidro temperado bloqueia barulho? Especialista explica por que nem todo vidro oferece isolamento acústico

    Escolha apenas pela espessura ou pelo tipo do vidro pode frustrar quem busca silêncio; composição do vidro, esquadria, vedação e característica do ruído precisam ser consideradas no projeto Crédito: Thaís Neto Barulho de trânsito, buzinas, obras, música alta ou o latido insistente do cachorro do vizinho. Para quem convive diariamente com ruídos externos, trocar as janelas ou instalar vidros mais espessos pode parecer uma solução óbvia. Mas nem todo vidro é desenvolvido para proporcionar o mesmo desempenho acústico — e escolher o produto apenas por ser temperado ou mais grosso pode não entregar o silêncio esperado. É justamente aí que começam muitas dúvidas dos consumidores. Vidro temperado, laminado, duplo ou insulado: apesar de visualmente semelhantes para quem não conhece o setor, esses produtos possuem características e aplicações diferentes. Segundo Miler José Oliveira, diretor comercial da Vidraçaria Tomachewski, empresa fundada em 1961 e especializada em vidros e esquadrias de alumínio, o primeiro passo é entender qual problema o cliente pretende resolver. “É muito comum a pessoa chegar querendo um vidro mais grosso ou um vidro temperado porque acredita que isso, por si só, vai acabar com o barulho. Mas precisamos entender de onde vem esse ruído, qual é a intensidade e como está composta toda a esquadria. O desempenho acústico não depende somente do vidro”, explica Miler. Temperado não significa, necessariamente, acústico Uma das confusões mais comuns está justamente no vidro temperado. O processo de têmpera está relacionado principalmente ao aumento da resistência mecânica e à segurança do material. Isso não significa que todo vidro temperado tenha sido projetado especificamente para oferecer alto isolamento acústico. Quando o objetivo principal é reduzir ruídos, outras configurações podem ser mais adequadas. Entre elas estão vidros laminados — inclusive com películas intermediárias específicas para desempenho acústico — e sistemas de vidro duplo, que podem combinar lâminas de diferentes espessuras e câmaras de ar. A escolha, porém, precisa considerar o sistema completo. “Não existe uma resposta única dizendo que determinado vidro vai resolver qualquer problema de barulho. Dependendo da situação, muda a composição recomendada. É necessário avaliar o ambiente e trabalhar vidro, esquadria e vedação como um conjunto”, afirma Miler. Latido, trânsito e música não são o mesmo barulho Outro ponto pouco conhecido pelos consumidores é que os ruídos possuem diferentes características e frequências. O som provocado pelo trânsito de veículos, por exemplo, não tem exatamente o mesmo comportamento acústico de vozes, música, equipamentos ou latidos de cachorro. Sons graves e de baixa frequência podem representar um desafio diferente de sons predominantemente médios ou agudos. Isso significa que comprar uma solução anunciada genericamente como “antirruído” sem avaliar a origem do problema pode gerar frustração. “Quando o cliente nos procura por causa de ruído, uma das perguntas importantes é justamente: qual barulho incomoda? É trânsito? É música? É cachorro? É uma avenida movimentada? Cada situação precisa ser entendida antes da especificação. Quanto mais correta for essa análise, maior a possibilidade de entregar o desempenho que o cliente espera”, explica Miler. Não adianta investir no vidro e deixar frestas Há ainda outro componente fundamental: a esquadria. Mesmo um vidro com bom desempenho acústico pode perder eficiência quando instalado em um sistema com frestas, problemas de vedação ou inadequado para aquele objetivo. Por isso, a avaliação técnica deve considerar não apenas qual vidro será instalado, mas também o tipo de abertura da janela, os perfis utilizados, a vedação e a qualidade da instalação. “Às vezes toda a atenção fica concentrada no vidro, mas o som encontra outros caminhos. Uma pequena passagem de ar ou uma vedação inadequada pode comprometer o resultado. Por isso, quando falamos de conforto acústico, precisamos olhar para a solução completa”, destaca Miler. Mais grosso nem sempre é sinônimo de melhor escolha A espessura influencia o comportamento acústico do vidro, mas também não deve ser analisada isoladamente. Combinações com diferentes espessuras, vidros laminados e sistemas duplos podem ser utilizadas conforme o desempenho pretendido. Para o consumidor, portanto, a recomendação é evitar escolher apenas pelo nome comercial ou comparar produtos somente pelo número de milímetros. Mais importante é informar ao fornecedor qual é a fonte do ruído, como o imóvel está localizado e qual resultado se pretende alcançar. Em projetos mais complexos ou sujeitos a níveis elevados de ruído, avaliações e especificações acústicas especializadas também podem ser necessárias. “Vidro deixou de ser apenas um elemento de fechamento ou estética. Hoje existem soluções voltadas para segurança, conforto térmico, controle solar e desempenho acústico. O importante é utilizar a tecnologia adequada para cada necessidade”, afirma Miler. A discussão ganha importância especialmente nos grandes centros urbanos, onde fachadas e janelas têm papel relevante no conforto interno das edificações. A Norma de Desempenho das edificações habitacionais estabelece requisitos relacionados ao isolamento acústico e considera o comportamento do sistema de fachada, reforçando a necessidade de olhar além de um único componente. Para Miler, informação técnica antes da compra pode evitar tanto gastos desnecessários quanto expectativas que determinado produto não foi projetado para atender. “O cliente não precisa necessariamente conhecer todas as especificações técnicas. Ele precisa explicar o problema que tem. Cabe ao profissional entender essa necessidade e indicar a composição adequada. Quando isso é feito corretamente, o vidro passa a ser parte de uma solução pensada especificamente para aquele ambiente”, conclui. Fonte: Comando News | Nina Machado

  • Casa ou apartamento? 6 erros que podem comprometer o monitoramento residencial

    Escolher apenas pela resolução, ignorar pontos cegos e não testar a conexão no local da instalação estão entre os cuidados; características do imóvel influenciam a escolha de câmeras e videoporteiros Divulgação Escolher uma solução de segurança residencial vai muito além de comparar preço, resolução ou quantidade de funcionalidades. Uma câmera com alta resolução não necessariamente será a melhor opção para todos os ambientes da casa. Campo de visão, incidência de luz, distância do ponto monitorado, qualidade da conexão e exposição à chuva são alguns dos fatores que podem interferir diretamente no monitoramento residencial. Por isso, antes de escolher uma câmera de segurança ou um videoporteiro, é importante analisar primeiro as características do imóvel e definir o que se espera acompanhar. A recomendação ganha relevância diante das mudanças no perfil das moradias brasileiras. Dados do Censo 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que 84,8% da população brasileira, cerca de 171,3 milhões de pessoas, vivia em casas, enquanto 12,5% moravam em apartamentos. A participação de moradores de apartamentos cresceu em relação a 2010, quando representava 8,5% da população. Casas e apartamentos apresentam configurações distintas em relação ao número de acessos, presença de áreas externas, tamanho dos ambientes e distância entre os pontos que precisam ser monitorados. Essas diferenças também devem ser consideradas na hora de escolher e instalar uma solução de segurança. “Antes de pensar no equipamento, o morador precisa entender o que deseja acompanhar e quais são as características daquele espaço. Uma solução voltada para o portão de uma casa, por exemplo, pode ter necessidades diferentes daquela utilizada na entrada de um apartamento ou para monitorar um quintal”, explica Helena Pacheco, Gerente de Marketing da EZVIZ no Brasil. A seguir, a especialista aponta seis erros que podem comprometer o monitoramento residencial e que devem ser considerados antes da compra e da instalação. 1. Escolher a câmera olhando apenas para a resolução A resolução é um dos aspectos importantes para a qualidade da imagem, mas não deve ser analisada isoladamente. Campo de visão, distância entre a câmera e a área monitorada e nível de detalhe esperado também influenciam o resultado. Uma câmera destinada a acompanhar um quintal amplo, por exemplo, terá uma função diferente de um equipamento direcionado para uma porta, corredor ou outro ponto específico de passagem. “Um corredor estreito apresenta uma necessidade diferente de uma área externa ampla. Antes de comparar especificações técnicas, é importante definir o que efetivamente precisa aparecer na imagem e com qual nível de detalhe”, explica Helena. Também é importante entender a diferença entre câmera de segurança e videoporteiro. O videoporteiro está associado principalmente ao acesso do imóvel, permitindo visualizar e se comunicar com quem chega. Já a câmera pode ser utilizada para acompanhar diferentes ambientes, como garagem, quintal, sala, corredor ou fachada. Dependendo da configuração da residência, as duas soluções podem ser complementares. 2. Instalar o equipamento sem verificar os pontos cegos Escolher o local mais fácil ou conveniente para instalar a câmera pode comprometer parte do monitoramento. Muros, pilares, móveis, árvores e até a própria arquitetura do imóvel podem bloquear o campo de visão e criar áreas que não aparecem na imagem. Por isso, antes de fixar o equipamento, é recomendável observar o enquadramento a partir daquele ponto e verificar se os principais acessos e áreas de interesse estarão efetivamente visíveis. Em casas, essa análise pode ser especialmente importante em garagens, corredores laterais, quintais e portões. Nos apartamentos, portas de entrada, varandas e ambientes internos podem demandar outra lógica de posicionamento. 3. Avaliar a imagem somente durante o dia A iluminação de um ambiente pode mudar significativamente ao longo das horas. Uma entrada bem iluminada durante a tarde pode ficar praticamente sem luz à noite, enquanto janelas, luminárias ou incidência direta do sol podem gerar contraluz em determinados horários. Por isso, avaliar apenas a imagem produzida durante o dia pode dar uma percepção incompleta sobre o funcionamento da câmera naquele ambiente. “O ideal é pensar em como aquele espaço se comporta durante todo o período em que o morador deseja fazer o monitoramento. A quantidade e a direção da luz podem mudar bastante entre o dia e a noite”, afirma Helena. 4. Usar em área externa um equipamento inadequado para exposição ao tempo Uma câmera instalada dentro de casa enfrenta condições muito diferentes daquela posicionada em um portão, fachada, garagem aberta ou quintal. Em ambientes externos, o equipamento pode ficar exposto à chuva, poeira, umidade e variações de temperatura. Por isso, é importante verificar se o fabricante recomenda o modelo para esse tipo de uso e observar sua classificação de proteção contra água e poeira. O cuidado ajuda a evitar que um equipamento escolhido principalmente pelas funcionalidades seja instalado em um ambiente para o qual não foi desenvolvido. 5. Presumir que o Wi-Fi da casa funcionará igualmente em todos os pontos Ter uma boa conexão de internet dentro de casa não significa que o sinal terá a mesma qualidade no portão, na garagem, no quintal ou em outros pontos mais afastados do roteador. Antes da instalação, é importante testar a conexão exatamente no local em que a câmera será posicionada. Paredes, distância, pavimentos e outras barreiras podem interferir na estabilidade do sinal. “Um erro comum é considerar apenas a qualidade da internet dentro da residência. O teste precisa ser feito no ponto em que o equipamento será efetivamente instalado”, explica Helena. 6. Deixar para pensar na alimentação elétrica apenas na instalação Além da conexão, é necessário verificar previamente como o equipamento será alimentado. Dependendo do modelo e do local escolhido, pode ser necessário considerar a proximidade de tomadas, cabeamento ou outras formas de alimentação disponíveis. Fazer essa checagem antes da compra reduz o risco de descobrir somente durante a instalação que o ponto escolhido não possui a infraestrutura necessária para o funcionamento do equipamento. “No planejamento do monitoramento, conexão e alimentação precisam ser analisadas junto com campo de visão e posicionamento. São cuidados simples, mas que fazem diferença na instalação e no uso cotidiano”, conclui Helena. No fim, escolher uma solução de segurança residencial começa menos pelo equipamento e mais pelo próprio imóvel. Entender o que precisa ser monitorado, identificar os acessos e pontos prioritários e avaliar iluminação, conexão e infraestrutura disponível ajuda a definir uma solução mais adequada à rotina de quem vive tanto em casas quanto em apartamentos. Fonte: fundamento.com.br | Samara Alcantara Mais informações você encontra na matéria de capa da Revista Contramarco edição nº 180: “Casa Inteligente: Soluções para a automação de esquadrias, persianas, portões, brises e pergolados” — contramarco.com

  • O que levar em consideração antes de automatizar persianas integradas

    Foto/Reprodução: segalbuild.com.au A automação de persianas integradas oferece praticidade e permite controlar a luminosidade, a incidência solar e o conforto dos ambientes. Antes da instalação, alguns pontos precisam ser avaliados para garantir a compatibilidade entre a persiana, o motor e o sistema de automação. O primeiro ponto é o peso e as dimensões da peça. Persianas maiores e mais pesadas exigem motores com maior capacidade de força. Também é necessário verificar se o diâmetro do tubo interno é compatível com o motor e se há espaço suficiente para acomodar o conjunto sem interferir no recolhimento. Infraestrutura e conectividade Foto/Reprodução: shadowwindows.com A disponibilidade de energia elétrica também influencia a escolha. Em obras e reformas, é recomendado prever um ponto de energia dedicado para cada vão. Quando isso não é possível, existem alternativas como motores com bateria recarregável ou alimentação por painel solar. Outro aspecto é a forma de acionamento. Controle remoto, interruptor, aplicativo e comando de voz são algumas das opções disponíveis. A tecnologia de comunicação, que pode utilizar Wi-Fi, Bluetooth, Zigbee ou Matter, deve ser compatível com os demais equipamentos presentes no lugar. Além do acionamento manual, os sistemas permitem a criação de rotinas, como abrir ou fechar as persianas. Sensores de luminosidade e temperatura também podem automatizar o funcionamento conforme as condições do ambiente. Fontes: persolpersianas.com.br ; kostenhaus.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Demolição do “Caveirão” avança no Centro Histórico de São Paulo (SP)

    @spdavez/Reprodução A Prefeitura de São Paulo iniciou, em 29 de abril, a demolição do edifício conhecido como “Caveirão”, localizado na Rua do Carmo, no Centro Histórico da capital. A estrutura, de 25 andares e um subsolo, começou a ser construída em 1964, mas nunca foi concluída e permaneceu abandonada por cerca de seis décadas. Desmonte exige operação controlada Por estar em uma área de alta densidade urbana e próxima a imóveis tombados pelo patrimônio histórico, a demolição não utiliza explosivos. O edifício está sendo desmontado de maneira progressiva, de cima para baixo, com uso de marteletes e maçaricos. A área foi isolada com tapumes, telas e bandejas de proteção, enquanto o entulho é retirado por dutos instalados nas lajes. Futuro do terreno prefeitura.sp.gov.br/Reprodução O destino do terreno ainda não foi definido pela Prefeitura. A área é classificada como ZEIS-3 (Zona Especial de Interesse Social) pela legislação de zoneamento de São Paulo, classificação que estabelece a prioridade para empreendimentos de habitação de interesse social. A retirada do “Caveirão” encerra uma presença de mais de 60 anos na paisagem do centro de São Paulo e abre uma nova etapa para a área, cujo futuro deverá ser definido conforme as regras urbanísticas aplicáveis ao terreno. Fontes: prefeitura.sp.gov.br ; g1.globo.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Portas de correr valorizam a flexibilidade nos projetos residenciais

    Da tradição das divisórias deslizantes às soluções contemporâneas, o recurso permite liberar áreas de passagem, integrar ambientes e explorar diferentes materiais e sistemas de instalação Entre a madeira e a possibilidade de integração, a porta de correr assume diferentes funções no projeto, como nesta solução engendrada pela arquiteta Isabella Nalon. No projeto, sua implementação permite controlar a conexão entre a conzinha e a sala de almoço sem comprometer a circulação | Fotos: Julia Herman Antes de se tornar uma possibilidade recorrente nos projetos, a porta de correr já fazia parte das alternativas arquitetônicas que adaptavam os espaços de acordo com a necessidade. Na arquitetura japonesa, as fusumas assumiram, durante séculos, a função de separar ambientes sem constituir uma divisão permanente por meio painéis que podiam ser deslocados para alterar a configuração dos cômodos. Exemplares de portas deslizantes japonesas dos séculos XVI e XVII mostram como o sistema também ganhou função estética, com superfícies decoradas que participavam da composição dos interiores. Hoje, a lógica permanece, porém com materiais, ferragens e possibilidades de instalação muito diferentes. Nos projetos residenciais, a porta de correr se destaca, sobretudo, quando a circulação precisa ser preservada ou quando o ambiente tem dimensões reduzidas. “Elas são as melhores opções para essas situações”, explica a arquiteta Isabella Nalon, que aponta a economia de espaço como uma das principais vantagens do recurso. Menos área ocupada na circulação Ao contrário da porta convencional, que precisa de uma área livre para a movimentação da folha, a versão de correr se desloca paralelamente à parede. Essa característica libera a área diante do vão em salas pequenas e outros cômodos nos quais cada centímetro interfere no layout. De vidro, a porta de correr separa a sala de jantar dos demais ambientes sem bloquear a entrada de luz, enquanto o sistema de trilhos reforça a leveza da medida adotada pela arquiteta Isabella Nalon | Fotos: Julia Herman Porém, a proposta não depende apenas do tamanho do ambiente. É preciso considerar o espaço necessário para que a folha percorra seu trajeto, além da estrutura capaz de viabilizá-la. “Por isso, a definição da porta deve fazer parte do projeto desde as primeiras etapas, principalmente quando existe a intenção de embuti-la na parede”, comenta a arquiteta. Trilho aparente também pode fazer parte da estética O trilho deixou de ser necessariamente um elemento que precisa desaparecer. Quando permanece aparente, pode assumir um papel visual na composição e reforçar determinadas linguagens de interiores, especialmente aquelas que valorizam materiais e estruturas expostas. “O ambiente ganha uma aparência mais imponente”, observa Isabella, que considera uma saída bastante adequada para projetos de estilos rústico ou industrial. Entre o living e a varanda, o trilho permanece aparente e acompanha a extensão do vão neste projeto da aquiteta Isabella Nalon | Fotos: Julia Herman Já os sistemas embutidos ocultam o sistema e fazem com que a folha praticamente desapareça quando aberta. Essa alternativa exige um planejamento minucioso da parede e da estrutura de instalação para criar uma superfície visualmente mais limpa e liberar completamente o vão quando a porta estiver recolhida. Madeira, vidro, alumínio ou outros materiais? Para a arquiteta Isabella Nalon, a porta ripada de madeira propicia uma divisão mais marcada entre os ambientes, enquanto o vidro é conveniente quando o intuito é preservar luminosidade e a percepção de amplitude do ambiente | Fotos: Julia Herman De acordo com a profissional, não existe um material universalmente indicado e a definição deve seguir as características do projeto. Madeira, vidro, alumínio e PVC assumem funções e linguagens diferentes – desde uma divisão mais sólida entre os cômodos até possibilidades que preservam a passagem de luz e a tão desejada amplitude. A materialidade também interfere no peso da folha e, consequentemente, na especificação das ferragens e do sistema de deslizamento. Por isso, a escolha do acabamento precisa estar associada à estrutura que sustentará a porta, especialmente em modelos maiores ou com materiais mais robustos. Onde a porta de correr encontra seus limites Apesar da economia de espaço, ela não é indicada para todas as ocasiões. Cômodos que demandam abertura e fechamento rápidos tendem a se beneficiarem com as portas convencionais, já que o deslocamento lateral tende a ser mais lento. Transparência e privacidade convivem nesta solução executada pela arquiteta Isabella Nalon para isolar o home office sem romper a visão para os demais ambientes do projeto | Fotos: Julia Herman O isolamento também merece atenção e, de acordo com a arquiteta o sistema de correr prejudica as questões termoacústicas do projeto. “A questão ganha relevância em ambientes que dependem de privacidade sonora ou de maior controle térmico, pois os vãos formados entre as folhas interferem nas performances esperadas”, alega a profissional. Manutenção depende da qualidade do material e do trilho A conservação varia de acordo com o material utilizado e a orientação de Isabella é a de evitar produtos abrasivos e realizar a limpeza conforme as especificidades de cada acabamento. Nas portas de madeira, ela sugere uma nova pintura a cada cinco anos. A atenção ao trilho também faz parte da rotina de conservação, evitando o acúmulo de sujidades que prejudicam o deslocamento da folha e comprometem o funcionamento do sistema ao longo do tempo. Fonte: dc33 Comunicação | Henrique Araújo

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