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- ALTOQI REALIZA PESQUISA SOBRE PRECIFICAÇÃO DE PROJETOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL
Em sua 4ª edição, a Pesquisa Nacional de Precificação busca ajudar projetistas a cotar seus serviços de forma justa e competitiva A AltoQi, líder nacional em soluções tecnológicas para projetos de edificações, realiza a 4ª edição da Pesquisa Nacional de Precificação, iniciativa que tem como objetivo mapear formas de precificar projetos e oferecer suporte aos profissionais da área que precisam cotar seus serviços. Pessoas que atuam como projetistas podem participar da pesquisa, que está em fase de coleta de respostas até 1º de junho. O formulário pode ser acessado via link . Na pesquisa, são mapeadas oito disciplinas (estrutural, hidrossanitário, elétrico, gás, incêndio, cabeamento estruturado, SPDA e ar-condicionado) para três tipos de edificações: residencial, comercial e predial. Além disso, os respondentes poderão informar se realizam ou não projetos em BIM (Building Information Modeling ou Modelagem de Informação da Construção). De acordo com José Gasque Júnior, diretor de receita da AltoQi, a pesquisa, além de ajudar os profissionais, apresenta um panorama de como o setor da construção civil tem evoluído nos últimos anos. “Desde a primeira edição da pesquisa, realizada em 2019, notamos um aumento de 22,8% no número de projetistas que utilizam o BIM, uma metodologia que, a partir de 2024, será obrigatória em licitações de obras e serviços de engenharia públicos. Ter indicadores sobre o nível de adoção do BIM nos ajuda a entender como o país está se preparando para essa mudança, por exemplo”, pontua. A AltoQi é responsável pela condução da pesquisa e pela análise de dados. Os resultados do levantamento serão divulgados no dia 20/06, durante a Semana de Precificação de Projetos no Brasil e todos os profissionais poderão ter acesso gratuito aos resultados, tendo em mãos um panorama real do mercado brasileiro. SERVIÇO 4ª edição da Pesquisa Nacional de Precificação Prazo para respostas: até 1º de junho Perfil dos respondentes: Projetistas da construção civil, com qualquer tempo de experiência Link: Pesquisa de Precificação Fonte: AltoQi/Dialetto
- LINHA DE SUBLIMAÇÃO: NOVIDADE NA COLORSUD
No ano de 2021, a Perfisud, extrusora de alumínio, inaugurou uma unidade de pintura eletrostática, a Colorsud, empresa que fornece pintura eletrostática para o segmento do alumínio. A marca está com uma novidade para o segundo semestre de 2023: a sua linha de sublimação. Reprodução: Colorsud A técnica é utilizada para a pintura de perfis e permite uma variedade de acabamentos, dentre eles, o amadeirado. “A sublimação vem com o objetivo de agregar ainda mais valor ao processo de pintura da Colorsud, que vem se consolidando como um das pinturas mais modernas e preparadas para as novidades do mercado”, afirma a marca, que possui laboratório próprio, atendendo as normas para a garantia do processo e qualidade do serviço prestado. Reprodução: Colorsud Para mais informações, acesse: www.perfisud.com.br Fonte: Colorsud
- CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO ELEGE NOVA DIRETORIA
Renato de Sousa Correia, engenheiro e empresário goiano, assume a presidência da CBIC A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) elegeu nesta quinta-feira (11/05), por aclamação, sua nova diretoria. Na presidência da gestão 2023/2026 estará o engenheiro e empresário goiano Renato de Sousa Correia. José Carlos Martins, presidente da CBIC durante nove anos, deixará o cargo em junho, e a posse da nova diretoria está marcada para o dia 1º de julho, em Brasília. O novo presidente é empresário com mais de 30 anos de atuação no setor de incorporação e construção civil. Entre 2014 e 2017 foi presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO). Foi vice-presidente regional da CBIC no Centro-Oeste por dois mandatos e é vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO). O empresário joinvilense Marco Antonio Corsini também compõe a nova diretoria como vice-presidente da CBIC para Santa Catarina, ao lado de Marco Aurélio Alberton, de Florianópolis, e Olvacir José Bez Fontana, do Sul do estado. Corsini já atuava como vice-presidente da CBIC na região Sul, foi presidente da Associação Comercial de Industrial de Jales (ACIJ) e também presidiu o Sinduscon Joinville. Atualmente é diretor de Relações Institucionais do sindicato. Segundo ele, a nova diretoria dará sequência ao excelente trabalho realizado durante o mandato de José Carlos Martins. “É fundamental que o setor permaneça unido e engajado, tendo suas demandas atendidas em Brasília e nas esferas estaduais e municipais. Não mediremos esforços para garantir o desenvolvimento do setor. A construção civil é uma das maiores geradoras de emprego e renda do país, com importância inquestionável para a economia”, diz Corsini. “Somos um setor pujante, que gera emprego, renda e alavanca o país. E se a construção civil se reinventa rapidamente a cada desafio, é resultado da união do setor. Parabenizo a atual gestão pelo excelente trabalho realizado e desejo muito sucesso para a diretoria eleita, que certamente manterá o setor bem representado e com destaque em nível federal e estadual”, concorda Carlos Lopes, presidente do Sinduscon Joinville. Fonte: CBIC
- TELAS MM OFERECE TRÊS NOVIDADES AO MERCADO
A tela de fibra de vidro para ralos e calhas, tela de fibra de vidro para alvenaria e fitas teladas para uso em paredes de gesso e drywall são os lançamentos da marca Telas MM, indústria conceituada de telas. A empresa destaca as telas de fibra de vidro mosquiteira: “anti-chama, que não resseca, não desfia e combina com todos os tipos de ambientes”, diz Gerson Mattiuzzo Junior, gerente executivo. Ele informa que a marca estará na FESQUA 2024. “As expectativas são as melhores possíveis, fecharemos muitos negócios e prospectaremos clientes”. Com tradição desde 1976, a Telas MM está entre as principais indústrias de tecidos metálicos (para peneiração e filtração) e peneiras agrícolas do país. Divulgação Fonte: Telas MM
- ENERGIA SOLAR ATINGE 29 GW E ULTRAPASSA R$ 143,9 BILHÕES EM NOVOS INVESTIMENTOS, INFORMA ABSOLAR
Desde 2012, a fonte solar gerou mais de 870 mil empregos acumulados e evitou a emissão de 36,8 milhões de toneladas de CO2 O Brasil acaba de ultrapassar a marca de 29 gigawatts (GW) de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia em telhados, fachadas e pequenos terrenos, o equivalente a 13,1 % da matriz elétrica do país. O dado é da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). A montagem dos painéis solares conta com o trabalho de serralheria e também de fixadores apropriados para a estrutura. De acordo com a entidade, desde 2012 a fonte solar já trouxe ao Brasil cerca de R$ 143,9 bilhões em novos investimentos, mais de R$ 42,8 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 870 mil empregos acumulados. Com isso, também evitou a emissão de 36,8 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. Para Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, a fonte solar é uma alavanca para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do país, em especial com a oportunidade de uso da tecnologia na habitação de interesse social, como casas populares do programa Minha Casa Minha Vida, bem como em escolas, hospitais, postos de saúde, delegacias, bibliotecas, museus, parques, etc. “O crescimento da fonte solar fortalece a sustentabilidade e pode acelerar ainda mais a atração de investimentos, a geração de empregos e renda, a diversificação da matriz elétrica e a liderança internacional do Brasil”, comenta Sauaia. Desde julho do ano passado, a fonte solar tem crescido, em média, 1 GW por mês (julho: 16,4 GW, agosto: 17,5 GW, setembro: 18,6 GW, outubro: 21,1 GW, novembro: 22 GW, dezembro: 23 GW, janeiro: 24 GW, fevereiro: 25 GW, março: 27 GW, abril: 28 GW e agora em maio: 29 GW). No segmento de geração distribuída de energia, são 20,5 GW de potência instalada da fonte solar. Isso equivale a cerca de R$ 101,7 bilhões em investimentos, R$ 30,2 bilhões em arrecadação e mais de 615 mil empregos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. A tecnologia solar é utilizada atualmente em 98,8% de todas as conexões de geração distribuída no país, liderando com folga o segmento. O Brasil possui cerca de 8,5 GW de potência instalada em usinas solares de grande porte. Desde 2012, as grandes usinas solares já trouxeram ao país cerca de R$ 42,2 bilhões em novos investimentos e mais de 255 mil empregos acumulados, além de proporcionarem uma arrecadação aos cofres públicos que supera R$ 12,6 bilhões. Na visão de Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, o crescimento acelerado da energia solar é tendência mundial. “O Brasil possui um dos melhores recursos solares do planeta, o que abre uma enorme possibilidade para a produção do hidrogênio verde (H2V) mais barato do mundo e o desenvolvimento de novas tecnologias sinérgicas, como o armazenamento de energia e os veículos elétricos”, diz. “Segundo estudo da consultoria Mckinsey, o Brasil poderá ter uma nova matriz elétrica inteira até 2040 destinada à produção do H2V. Para tanto, o país deverá receber cerca de US$ 200 bilhões em investimentos no período, como geração de eletricidade, linhas de transmissão, unidades fabris do combustível e estruturas associadas, incluindo terminais portuários, dutos e armazenagem”, acrescenta Koloszuk. MONTAGEM DE PAINÉIS Se você é serralheiro em busca de opções de trabalho em novos nichos de mercado, conheça algumas importantes marcas parceiras que fornecem peças e componentes especialmente voltados para a montagem de estruturas na área de energia solar fotovoltaica. Alumifix, www.alumifi x.com.br Bolt Inox, www.boltinox.com.br Hydro, www.hydro.com/pt-BR Inox-Par, www.inoxpar.com.br Perfil Alumínio do Brasil, www.perfilaluminio.com.br/ Fonte: Totum Comunicação/Absolar
- GILBERTO PORCELLO PETRY É ELEITO VICE-PRESIDENTE EXECUTIVO DA CNI
O presidente da entidade será Antonio Ricardo Alvarez Alban, presidente da Fieb Foto acima: Presidente da Fiergs, Gilberto Porcello Petry, na eleição da CNI; e Presidente eleito da CNI, Antonio Ricardo Alvarez Alban/Fotos: Gilberto Sousa/CNI O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Gilberto Porcello Petry, integra como vice-presidente executivo e representante do Região Sul a chapa única eleita por unanimidade para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), no dia 3 de maio. O presidente da entidade será Antonio Ricardo Alvarez Alban, presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb). Ele vai assumir a presidência da CNI no dia 31 de outubro. A chapa de Alban é composta por cinco vice-presidentes executivos: Gilberto Porcello Petry (Fiergs), Josué Gomes da Silva, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Ricardo Cavalcante, da Federação das Indústrias do estado do Ceará (Fiec), Jamal Bittar, da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), e Antonio Carlos Silva, da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam). Gilberto Ribeiro, vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Vidros, Cristais, Espelhos, Cerâmica de Louça e Porcelana no Estado do Rio Grande do Sul (Sindividros-RS) e também vice-presidente da Fiergs, integra a chapa como diretor. A gestão será para o quadriênio 2023-2027. Veja a relação de membros da Diretoria e do Conselho Fiscal 2023-2027: DIRETORIA Presidente Antonio Ricardo Alvarez Alban Vice-presidentes executivos Gilberto Porcello Petry Josué Christiano Gomes da Silva José Ricardo Montenegro Cavalcante Jamal Jorge Bittar Antonio Carlos da Silva Vice-presidentes Eduardo Eugenio Gouvea Vieira Mario Cezar de Aguiar Carlos Valter Martins Pedro Ricardo Essinger Flavio Roscoe Nogueira Silvio Cezar Pereira Rangel Amaro Sales de Araújo Marcelo Thomé da Silva de Almeida José Carlos Lyra de Andrade Sergio Marcolino Longen José Conrado Azevedo Santos Leonardo Souza Rogério de Castro 1º Diretor Financeiro Cristhine Samorini 2º Diretor Financeiro Eduardo Prado de Oliveira 3º Diretor Financeiro Francisco de Assis Benevides Gadelha 1º Diretor Secretário Sandro da Mabel Antonio Scodro 2º Diretor Secretário Edilson Baldez das Neves 3º Diretor Secretário Roberto Magno Martins Pires Diretores Antonio Jose de Moraes Souza Filho Izabel Cristina Ferreira Itikawa José Adriano Ribeiro da Silva Luiz Cesio de Souza Caetano Alves Jorge Alberto Vieira Studart Gomes Roberto Pinto Serquiz Elias José Henrique Nunes Barreto Paulo Afonso Ferreira Gilberto Ribeiro Jandir Jose Milan Gilberto Seleme Alessandro Jose Rios De Carvalho Jorge Wicks Corte Real Alexandre Herculano Coelho de Souza Furlan Edson Luiz Campagnolo CONSELHO FISCAL Titulares Hilton Morais Lima Fernando Cirino Gurgel José da Silva Nogueira Filho Suplentes Clerlanio Fernandes de Holanda Francisco de Sales Alencar Edmilson Matos Cândido Fonte: Fiergs
- BRISES EM FACHADAS
Como proteger o ambiente interno, controlar a entrada de iluminação natural e muito mais Residência que recebeu revestimento e soluções em brises ripados fixos, deslizantes, pivotantes e articulados. Alumínio efeito madeira, cor Carvalho Renolit. Execução da obra: @stellomonteiro e projeto: @seferinarquitetura /Reprodução: EsquadriTEC/Instagram Elementos arquitetônicos que têm como função principal proteger o interior das edificações contra a incidência da luz solar e também auxiliar no conforto térmico do edifício, os brises proporcionam privacidade e contribuem para o design da fachada, envolvendo o edifício de forma elegante, protegendo não somente a fachada, mas também as janelas e aberturas, tornando os ambientes internos mais aconchegantes. O termo brise é a abreviação utilizada no Brasil para brise-soleil, que vem do idioma francês e significa “quebra-sol”. Os brises são instalados pelo lado de fora de janelas ou em fachadas, e o formato mais conhecido é o que utiliza lâminas, chamadas aletas. Outros elementos também podem ser classificados como brises, que são as persianas, os cobogós e os muxarabis. Os brises podem ser fixos ou móveis, com as lâminas (ou aletas) posicionadas no sentido horizontal ou vertical. A partir da escolha do tipo de brise, o posicionamento é uma questão fundamental e se a intenção é de controlar a incidência de raios solares no interior da construção, os locais mais recomendados para colocar este produto são as fachadas norte (que tem maior incidência de luz solar durante todo o dia) e oeste (que tem maior incidência de luz solar durante a tarde). VANTAGENS A proteção contra a incidência excessiva dos raios solares é, sem dúvida, uma das principais vantagens no uso de brises, juntamente com a privacidade proporcionada, a redução de temperatura para ambientes quentes, o aumento de temperatura para ambientes frios, a economia nos gastos com iluminação e ar-condicionado — além de acrescentar beleza ao projeto arquitetônico da fachada. MATERIAIS Os brises podem ser fabricados com diferentes materiais e a escolha deve ser feita a partir do programa de necessidades do cliente. Os materiais mais utilizados do mercado são a madeira e o alumínio. Vale fazer uma comparação entre esses dois. Os brises metálicos são mais leves, especialmente os fabricados em alumínio. A produção é industrial, proporcionando controle de qualidade e garantia, precisão na obra e maior facilidade na instalação e manutenção. Diante da funcionalidade apresentada pelos brises de alumínio, muitos arquitetos, designers, urbanistas e outros profissionais têm contribuído para o sucesso e relevância do produto no mercado. Sua escolha traz uma comunicação visual impecável à fachada, aliando inovação e versatilidade. EFEITO MADEIRA Empresas que buscam evoluir e trazer cada vez mais soluções para o sombreamento e privacidade, além de um apelo estético que agrade aos clientes mais exigentes, estão oferecendo opções de brises articulados amadeirados. Esta solução alia a funcionalidade do alumínio à beleza da madeira. Idealizados para fachadas residenciais de alto padrão, os brises amadeirados agregam um valor estético inigualável, além de proporcionar conforto, privacidade e funcionalidade. As opções oferecidas incluem brises de correr e articulados, com trilhos e dobradiças que contribuem para um movimento suave das lâminas (ou aletas). A pintura com efeito madeira, aplicada nos brises de alumínio proporciona um acabamento único e alia também a beleza da cor poupando os efeitos de dilatação e retração próprios da ripa de madeira. Estas são vantagens indiscutíveis para esse tipo de produto, principalmente pelo esmero em produzir peças que remetem fielmente ao alto relevo e veios da madeira natural. As tipologias oferecidas para os projetos de brise são variadas, podendo ser do tipo camarão, de correr, porta pivotante e porta de giro. Também é possivel a fabricação de portão de garagem de correr automatizado no padrão amadeirado. Existem no mercado outros tipos de revestimento que podem ser utilizados nas estruturas fabricadas em alumínio, como é o caso dos compósitos WPC (Wood Plastic Composite), também chamados de madeira ecológica, um tipo de material composto de fibra de madeira ou serragem de madeira, e de termoplásticos (polietileno, polipropileno, policloreto de vinila, entre outros). COMPONENTES PARA FABRICAÇÃO DE BRISE A MR Brasil, que atua no mercado desde 2009, desenvolve componentes próprios para serem utilizados na fabricação dos vários sistemas de brise do mercado. “Damos destaque às nossas dobradiças em alumínio de encaixe rápido, que podem ser fornecidas para diversas soluções de brises. Nossas roldanas também atendem essas mesmas soluções”, afirma a empresa. Nas cremonas de fechamento, a marca oferece ao mercado design italiano. “Todos os nossos componentes foram desenhados especificamente para serem utilizados em cada uma das linhas existentes no mercado e são de fácil montagem, além disso, o nosso departamento técnico dá apoio aos clientes para fabricação e instalação dos sistemas de brise utilizando os nossos componentes”, conclui a MR Brasil. • Texto adaptado de material cedido gentilmente pela arquiteta Kellen Cristina da Silva Alves e por Luis Lima, diretor executivo da MR Brasil, www.mrbrasil.com.br
- DIVINAL VIDROS LEVA CLIENTE E ACOMPANHANTE PARA A VITRUM 2023
A campanha está encerrada e o sorteio para o evento em Milão será no próximo dia 17 de maio, a divulgação do resultado acontecerá ao vivo pelo Instagram da empresa no dia 18 de maio, às 11h A beneficiadora e distribuidora Divinal Vidros levará um cliente e um acompanhante para a feira Vitrum, uma das mais tradicionais feiras de apresentação de inovações e novidades do setor vidreiro mundial, que acontecerá entre os dias 5 e 8 de setembro na cidade de Milão, metrópole na região da Lombardia ao norte da Itália. O cliente que se inscreveu e participou da campanha, que foi encerrada em 17 de abril, atingindo as metas, concorre ao sorteio com os seus respectivos números da sorte, no dia 17 de maio, pela loteria federal. A divulgação do resultado acontecerá ao vivo pelo Instagram da Divinal Vidros no dia 18 de maio, às 11h. O ganhador terá sua passagem aérea e de seu acompanhante pagas, assim como: traslado, 4 diárias de hotel com café da manhã, 1 jantar em restaurante exclusivo com um dos diretores da beneficiadora e uma ajuda de custo em euros para a alimentação. VITRUM Além de apresentar as tendências e novidades em decorações e tecnologia em vidros, a mostra reúne setores de máquinas, equipamentos, ferragens, acessórios e ferramentas para vidraceiros com expositores de todo o mundo. Ela acontece bienalmente e garante vantagem competitiva aos seus visitantes, sejam eles vidraceiros ou transformadores. Fonte: Divinal Vidros
- OPÇÕES DE JANELAS E PORTAS QUE DEVEM GANHAR CADA VEZ MAIS A PREFERÊNCIA NOS IMÓVEIS
A indústria de esquadrias vem evoluindo gradativamente, incorporando novos conceitos e tecnologias que aprimoram o uso e a qualidade das portas e janelas. Esse comportamento é o esperado. Nos últimos anos, parte dessa evolução ganhou novo impulso ao redor do mundo — e também no Brasil, especialmente a partir do período de pandemia. Muitos consumidores passaram a trabalhar de forma híbrida ou totalmente home office e estão buscando melhorar o ambiente de suas casas e apartamentos. Um dos pontos que chamam a atenção da maioria desses consumidores é o estado das janelas e portas. A possibilidade de substituí-las é uma das opções em vista. As portas modernas podem valorizar o imóvel, trazendo também melhorias na eficiência energética e no conforto, na proteção termoacústica do ambiente interno e até na qualidade do ar que circula pela casa. Conheça a seguir as principais tendências no campo das janelas e portas. JANELAS DE ALUMÍNIO ANODIZADO A anodização é um processo anticorrosivo superficial que cria uma camada de óxido para proteger peças metálicas. As janelas de alumínio anodizado são populares porque oferecem uma aparência de alumínio brilhante ou fosco, com diferentes opções de cores e tonalidades. Como o processo não inclui nenhuma aplicação de tinta, a cor é firme e não desbota com o tempo. JANELAS MAIORES Muitos proprietários de imóveis em reforma passaram a instalar janelas maiores para trazer mais luz natural aos seus espaços internos. Janelas amplas, mais altas e mais largas, oferecem uma sensação de conexão com o mundo exterior que tantos anseiam enquanto estão em casa, seja trabalhando ou em momentos de lazer. JANELAS DE CORRER DESLIZANTES Dificuldade para abrir uma janela por causa do design ruim da estrutura e de componentes inadequados ou desgastados é algo a evitar. A funcionalidade da janela com um deslizar perfeito, sem trancos e ruídos desagradáveis são qualidades que todos preferem ter. Neste quesito, a indústria de esquadrias vem lançando diversas inovações tecnológicas, disponíveis nas melhores marcas do mercado. Inovações que oferecem um movimento fácil com os dedos para abrir ou fechar janelas de correr, sendo especialmente popular entre pessoas idosas. JANELAS NA COR PRETA Em várias regiões do mundo estão crescendo os pedidos de esquadrias pretas nos projetos arquitetônicos. Muitos fabricantes já perceberam essa tendência e incluíram a opção em seus catálogos de produtos. CIRCULAÇÃO FÁCIL ENTRE DOIS ESPAÇOS A conexão entre a área interna e a externa de um imóvel é outro item bastante valorizado pelos moradores, que buscam ter acesso direto às áreas comuns para realizar inúmeras atividades (exercícios físicos em casa, reuniões, descanso, etc.). Para funcionar a contento, é necessário instalar janelas personalizadas, substituindo as janelas menores por uma alternativa maior que tenha controle deslizante ou porta deslizante de passagem entre dois ambientes. PROTEÇÃO SOLAR PARA AS JANELAS O design de cortinas leves está ganhando força, tornando as opções atuais menos “tradicionais” e com texturas variadas que evocam a facilidade de uso, muitas vezes combinando com as características das janelas. PORTAS COM ACABAMENTO EM AÇO Em alguns mercados no exterior, esta tendência está retornando com força. As portas de aço podem oferecer aparência moderna e limpa ao imóvel, com um visual arrojado e industrial, e também podem ser atemporais, não sujeitas a “modismos”, especialmente em áreas não litorâneas. PORTAS DE ENTRADA ALMOFADADAS Quando bem escolhidas, podem se tornar objetos de decoração que dão ao ambiente um aspecto diferenciado e elegante ao mesmo tempo. Mas muitas pessoas acham que as portas, tanto internas quanto externas, devem ser lisas, sem nenhuma saliência ou recorte em seu formato. Vale pensar bem nestas opções para valorizar o visual do imóvel. PORTAS DE ALTURA TOTAL Também conhecidas como portas de teto, podem ser produzidas com uma variedade de materiais, cores e texturas. O atrativo desse tipo de porta se deve tanto à aparência elegante e moderna quanto à capacidade de alongar visualmente o teto, dando a ilusão de que o ambiente é maior do que realmente é. PORTAS DE VIDRO Permitir a entrada de luz natural no ambiente interno do imóvel é uma das principais vantagens das portas de vidro. A iluminação ajuda a mudar o aspecto de uma sala ou outro cômodo, aumentando também a sensação de espaço. PORTAS ECOLÓGICAS Movimentos em defesa da ecologia e da sustentabilidade vêm ganhando a adesão popular em boa parte do mundo, por isso não é de admirar que influenciam os projetos da arquitetura contemporânea. Portas produzidas com baixo impacto ambiental estão entre as tendências que norteiam a indústria de esquadrias, especialmente as de madeira maciça e natural e as de pvc (consideradas 100% recicláveis). PORTAS INTEIRAS NA COR PRETA Portas de entrada (ou externas) na cor preta não são exatamente uma tendência nova, mas se tornaram tão populares em alguns países que alguns fabricantes passaram a fornecer o acabamento todo na cor preta (lado externo e lado interno), pelo fato de muitos considerarem ser um visual contemporâneo e também atemporal. PORTAS DE CORRER DESLIZANTES Embutidas na parede ou não, este tipo de porta é outra tendência que vem ganhando popularidade. Elas são especialmente atraentes pelo design que economiza espaço e pela capacidade de tornar o ambiente de um imóvel mais multifuncional. *Conteúdo extraído da edição 160 (março/abril) da Revista Contramarco.
- VERSATILIDADE E AMPLITUDE VISUAL SÃO CARACTERÍSTICAS DO EUROSLIM, SISTEMA HÍBRIDO EUROSHOW
Desenvolvido pela Alushow, o EuroSlim, sistema híbrido EuroShow, apresenta diversas soluções em esquadrias com versatilidade e grande amplitude visual voltadas para residências e edifícios de alto padrão, de pequeno a grande porte, atendendo às exigências de desempenho técnico das normas brasileiras, conforme a fornecedora de componentes para esquadrias e fabricante de portas e janelas de alto padrão. “Chamamos de ‘híbrido’ o sistema que utiliza características distintas de instalação e design em um mesmo caixilho. Na EuroSlim unimos a praticidade do marco sobreposto ao vão (sem parafusos expostos visualmente) com a vista reduzida (25 mm) dos perfis centrais das folhas, qualidade marcante dos sistemas minimalistas, resultando em portas de correr sequenciais com um design exclusivo, que emoldura paisagens através dos perfis perimetrais de folha de 75 mm”, diz a marca. De acordo com a Alushow, o Sistema EuroSlim possui três opções de trilhos, um deles atende o critério de acessibilidade, segundo a NBR 9050:2020 — Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, os trilhos ou as guias inferiores devem estar nivelados com a superfície do piso e eventuais frestas resultantes da guia inferior devem ter largura de, no máximo 15 mm. O trilho em “U” é embutido em nível com o piso e a fresta resultante é de apenas 6,6 mm, viabilizando o uso em ambientes públicos, como hotéis, restaurantes, hospitais, clínicas, entre outros locais. Para cada opção de trilho podem ser usadas roldanas da RolShow de 200, 300 ou 400 kg/par por folha, proporcionando um manuseio confortável com pouco atrito. “O Sistema EuroSlim é ideal para casos de retrofit levando em conta a forma que seu marco é instalado e sua variedade de trilhos que trazem simplicidade na aplicação das esquadrias, agregando o valor do seu design exclusivo com baixa interferência no campo central de visão”, finaliza a marca. Fonte: Alushow
- CONHEÇA TRÊS SISTEMAS DE INSTALAÇÃO DO ACM
*Por Johnny Vieira de Souza – responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto e professor universitário Basicamente, no mercado brasileiro existem três tipos de sistemas de instalação para o ACM em fachadas. Embora cada sistema possua características específicas, todos têm em comum a estrutura auxiliar de alumínio, que permite distanciamento da parede ou estrutura principal da edificação e garante uniformidade, alinhamento e esquadrejamento da superfície a ser revestida. A opção por um destes métodos depende de diversos aspectos, tanto técnicos, como estéticos, dentre eles cabe destacar: i) mão de obra qualificada; ii) utilização de acessórios corretos; iii) utilização de ferramentaria adequada e afiada; iv) tamanho do módulo; v) altura da fachada e vi) espessura total do painel e das lâminas de alumínio que o compõe. É importante ressaltar que, embora seja comum encontrar no mercado subestruturas ou estruturas auxiliares de aço (conhecidas popularmente como metalon), o correto é sempre utilizar subestruturas de alumínio para instalação do ACM. Outra informação importante que independe do sistema de instalação adotado está associada à profundidade e uniformidade da usinagem para dobras do ACM (leia mais aqui). BANDEJA VENTILADA OU SISTEMA PINO ENCAIXE Este sistema é baseado no modelo europeu e consiste na formação de bandejas com abas de 50 a 80 mm, que são encaixadas na estrutura auxiliar. O método desenvolve bons efeitos relacionados ao conforto ambiental da edificação, principalmente devido a não vedação entre os painéis, que permite circulação de ar entre o ACM e a parede da edificação. Outro aspecto de destaque do sistema está associado a não utilização de silicone para vedar as juntas, o que prolonga o período limpeza do ACM, evitando marcas e manchas provocadas pela exsudação do silicone durante o seu período de vida útil. A instalação no sistema de bandeja ventilada permite a circulação de ar pelas juntas de dilatação, associada ao afastamento da estrutura auxiliar, em média, 100 mm do painel de ACM em relação à parede (figura 1), o ar também circula entre os painéis e a parede da edificação e cria um bolsão que protege a parede da edificação das altas ou baixas temperaturas externas. É importante ressaltar que caso este sistema seja utilizado em obras localizadas em regiões litorâneas, deve-se aplicar o OXIBLOCK, devido à exposição da borda do alumínio à maresia, este produto evita a corrosão filiforme. BANDEJA VEDADA COM TARUCEL E SILICONE NEUTRO Este sistema é o mais utilizado no Brasil e consiste, basicamente, em formar bandejas com os módulos, criando abas de 15 a 30 mm e espaçamento entre as bandejas (juntas) de 8 a 15 mm (figura 2). Essa distância é necessária para que a parafusadeira entre no vão (junta) e consiga fixar a peça subsequente, entretanto, as juntas podem variar dependendo do tamanho da bandeja e a temperatura que estarão expostas (dilatação térmica), saiba mais aqui. Para dar acabamento nas juntas e ocultar os parafusos, é colocado o tarucel, que deverá ter diâmetro 30% maior que a junta. O tarucel tem a finalidade de economizar silicone neutro e também impedir que o mesmo tenha contato com uma terceira superfície (perfil), isso possibilita que o material dilate e comprima diariamente sem o surgimento de trincas. Após o tarucel encaixado no vão entre bandejas, o silicone neutro é aplicado na junta, dando acabamento e vedação entre os painéis. BANDEJA COLADA COM FITAS DUPLA-FACE Este sistema é o segundo mais utilizado no Brasil e permite juntas menores e mais rasas entre os módulos de ACM. Os painéis são usinados sem abas de fixação, é realizada a usinagem de topo no perímetro do painel para garantir aderência do silicone e evitar corrosão filiforme e delaminação. O painel é colado diretamente sobre a superfície do perfil (estrutura auxiliar), que possibilita menor distanciamento entre o painel e o perfil da estrutura. Assim como qualquer um dos sistemas, é necessário a utilização de ferramentas e acessórios específicos para garantir vida útil e segurança da instalação. No tocante ao silicone, neste sistema, cabe ressaltar que é importante manter a proporção 2/1, ou seja, a largura da junta deve ser o dobro da sua profundidade, sendo que a profundidade mínima é de 4 mm. Outro fator importante é a não adesão do silicone em três superfícies, erroneamente utilizado neste sistema. Para que isso não ocorra, é necessário utilizar um perfil com uma cava, que permite a ocultação do parafuso e utilização de tarucel. Outra solução é a sobreposição de colagem dos painéis, que permite a proteção da fita, além de obter bom acabamento estético. Este tipo de solução possui observações importantes relacionadas ao tipo de acabamento do ACM e a utilização de primer e fita específica para garantir adesão (figura 3). Independentemente do método de instalação adotado, cabe ressaltar alguns itens fundamentais para que o projeto de fachadas seja bem-sucedido, como: i) marca do material, ii) especificação técnica correta, iii) inclinação, rufos e pingadeiras no projeto e execução, iv) juntas de dilatação na proporção correta, v) manutenção preventiva (limpeza) e vi) mão de obra qualificada com ferramentaria adequada e afiada. ALGUMAS VANTAGENS E DESVANTAGENS DE CADA SISTEMA DE INSTALAÇÃO BANDEJA VENTILADA Aspectos positivos: Não utiliza silicone e, por este fator, não possui manchas originadas do processo de vida útil do silicone (exsudação) no ACM; Maior velocidade de instalação; Possibilita conforto térmico entre o ACM e a parede da edificação (ventilação); Pode ser pré-fabricado fora do ambiente de instalação; Não indicado para arranha-céu. Aspectos negativos: Pode ser um sistema mais caro, pois é necessário equipamentos de maior custo e mão de obra qualificada mais restrita; Tem maior consumo de ACM devido as abas serem maiores que os demais sistemas; Não deve ser utilizado com ACM de lâminas inferiores a 0,50 mm. BANDEJA VEDADA Aspectos positivos: É um método relativamente simples de instalação (mais popular); Permite melhor uniformidade entre as juntas dos painéis; É um sistema estanque, ou seja, é vedado (devido as juntas serem preenchidas com silicone); Pode ser pré-fabricado fora do ambiente de instalação; É indicado para qualquer altura de edificação. Aspectos negativos: Utiliza mais acessórios para instalação (silicone e tarucel); Pode ter maior custo com limpeza (manutenção preventiva), devido a exsudação do silicone neutro nas juntas; Não deve ser utilizado com ACM de lâminas inferiores a 0,50 mm. BANDEJA COLADA Aspectos positivos: Permite juntas menores e mais rasas (discretas); É indicado para qualquer tipo de espessura de ACM; Rapidez de instalação se comparado ao método de bandeja vedada; Pode ser pré-fabricado fora do ambiente de instalação. Aspectos negativos: A instalação não pode ultrapassar a 100 m de altura (não indicado para arranha-céu); É necessário a utilização de acessórios específicos (álcool isopropílico e primer), manter as mãos limpas para evitar contaminação na colagem, além de conhecer o processo de pressionamento da fita no momento da aplicação; É necessário saber calcular a quantidade de fitas a utilizar com base no peso do módulo. Leia mais aqui: www.contramarco.com/post/dicas-para-evitar-perda-de-garantia-do-acm-no-processo-de-usinagem#:~:text=A%20usinagem%20deve%20ter%20profundidade,IV%2DA)%20como%20antichamas. www.contramarco.com/post/juntas-de-dilata%C3%A7%C3%A3o-fator-que-vai-al%C3%A9m-de-quest%C3%B5es-est%C3%A9ticas-nas-fachadas-de-acm *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- CERTIFICAÇÕES AMBIENTAIS
*Por Fernando Simon Westphal, consultor técnico da Abividro, engenheiro civil, professor e pesquisador da UFSC A certificação ambiental de edificações passou a ganhar mais espaço no mercado corporativo brasileiro em meados dos anos 2000. Em 2009, tivemos os primeiros edifícios core and shell certificados no LEED: o Rochaverá, em São Paulo, e o Ventura, no Rio de Janeiro. Esse último eu tive o privilégio de participar do processo de documentação, para comprovar o atendimento aos padrões mínimos de eficiência energética de acordo com a norma americana ASHRAE Standard 90.1. Edifícios core and shell são os construídos para locação, onde o proprietário (a incorporadora) entrega, além da envoltória (shell), apenas o núcleo de instalações (core), sem o layout interno, que será providenciado posteriormente pelos locatários. Quando se busca uma certificação ambiental, o requerente quer a garantia de que suas medidas têm de fato a eficácia pretendida. A grande vantagem de uma certificação por terceiros, como o LEED, AQUA-HQE e PROCEL EDIFICA é permitir a comparação de diferentes empreendimentos com os mesmos parâmetros de referência, fornecendo uma avaliação imparcial ao consumidor final. Por ser o item de maior representatividade no ganho de calor pela envoltória de edificações em climas quentes, o vidro tem papel importante nessas avaliações. Em geral, as normas de eficiência energética estabelecem parâmetros de referência para as fachadas da edificação, definidos pela transmitância térmica dos fechamentos (paredes, coberturas, pisos, esquadrias e vidros) e fator solar dos vidros. O projeto a ser certificado ou etiquetado deve comprovar atendimento ao nível mínimo de eficiência energética, ou seja, consumo de energia igual ou menor do que o modelo de referência. A avaliação é feita por simulação computacional. Um modelo virtual do projeto é representado na ferramenta de simulação e seu desempenho é avaliado por comparação com outro modelo elaborado com os parâmetros de referência da norma. Como alguns prédios usam diferentes fontes de energia além da eletricidade, como gás natural ou óleo diesel em geradores, e contam com diferentes estruturas tarifárias que avaliam também a demanda máxima de energia mensal, a avaliação costuma ser feita pelo custo da energia ou índices de equivalência, como a tonelada equivalente de petróleo (tep). No Brasil, o software mais utilizado para fazer esse tipo de simulação é o EnergyPlus, que é gratuito e tem o seu desenvolvimento financiado pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos. A certificação de maior notoriedade no Brasil é o LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Em relação aos vidros, a norma de eficiência energética americana estabelece que o modelo de referência deve ter mesma área de janelas do projeto, mas limitada a 40%. Isso significa que se um projeto possui 50% de área transparente na fachada, o seu desempenho será avaliado contra um modelo com 40% de área de janelas. Além disso, o modelo de referência preconizado pela norma considera vidros com fator solar de 0,25. Alcançar esse nível é muito difícil com um vidro laminado, podendo resultar em uma especificação com baixa transmissão luminosa. Por isso, costumo dizer que os projetos brasileiros saem perdendo no quesito “envoltória”, pois mesmo que tenhamos baixa área de abertura nas fachadas, dificilmente utilizaremos um vidro com fator solar de 0,25. Em geral, as fachadas dos edifícios certificados no Brasil adotam entre 40% e 60% de área de janelas nas fachadas, com vidros de fator solar entre 0,30 e 0,40. Alguns projetos utilizam vidros insulados, mas com fator solar nesta mesma ordem de grandeza. Conseguimos superar a eficiência do modelo de referência compensando o desempenho da envoltória com outras estratégias, como sistemas de ar-condicionado e iluminação de alta eficiência, recuperação de calor na tomada de ar exterior, automação de exaustão de garagens, dos elevadores e da iluminação interna (aproveitando a luz natural). A ventilação natural é adotada em empreendimentos em que a operação das janelas é viável, tais como edificações de pequeno porte e galpões logísticos. Em geral, os edifícios core and shell com fachadas em pele de vidro não permitem explorar o uso da ventilação natural por questões de isolamento acústico. Essa é uma barreira ainda a ser explorada quando se fala em projetos eficientes. As fachadas em pele de vidro resultam sim em maior consumo de energia, mas o acréscimo é sutil e compensado por outras estratégias de eficiência energética. Links para leitura complementar: Certificação LEED: https://www.usgbc.org/leed Processo AQUA-HQE: https://vanzolini.org.br/certificacao/sustentabilidade-certificacao/aqua-hqe/ Etiquetagem PROCEL/INMETRO: https://www.pbeedifica.com.br/inicio *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.














