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  • INOX PEGA ÍMÃ OU NÃO?

    Proprietário da Boltinox, empresa especializada em fixadores que estará presente na 15ª edição da FESQUA, explica a relação do inox com o ímã Um dos temas que geram divergência é em relação ao magnetismo do aço inox. Existem diferentes tipos de aço inox disponíveis para todas as necessidades hoje em dia. Com isso, pode-se confirmar que sim, o aço inox pode ser magnético, mas isso não é uma regra. Em algumas composições de ligas do aço há a união entre o aço, a ferrita e a austenita. A ferrita é um elemento bastante magnético, então, a depender do seu nível na mistura, ela transparece em um determinado potencial de imantação. Apesar de trazer esse aspecto diferente e pouco convencional para essa liga metálica, o aço inox com mais ferrita continua sendo categorizado como inox. Em aços inoxidáveis, a quantidade de ferrita pode variar de 5% a 20% do total da composição, sendo que com o valor mínimo é quase imperceptível a presença de magnetismo e no valor superior fica mais evidenciado. Por fim, quanto ao velho “tabu” do não magnetismo do aço inox, tendo por base o informativo da norma ISO 3506 que, devido aos diversos processos de conformação, os aços inoxidáveis podem sim ser atraídos pelo ímã. “Quando se produz alguma coisa em aço inoxidável, como, por exemplo, parafusos de aço inoxidável, eles podem sofrer uma relação de contaminação com o ácido das ferramentas onde ele foi fabricado, podendo ter uma certa imutação”, afirma Ronald Spilborghs, proprietário da Boltinox, fabricante de fixadores em aço inoxidável. “O que normalmente também é feito, no nosso caso como distribuidores, é fazer um processo de passivação nos fixadores. Que nesse caso fica totalmente livre de qualquer limitação e imantação”, explica Spilborghs. A fabricante de fixadores em aço inoxidável estará presente na 15ª edição da Feira Internacional da Indústria de Esquadrias (FESQUA), que acontecerá nos dias 11 a 14 de setembro de 2024, no São Paulo Expo (SP). Para mais informações, acesse: www.boltinox.com.br ANOTE EM SUA AGENDA 15ª FESQUA - Feira Internacional da Indústria de Esquadrias Data - 11 a 14 de setembro de 2024 Horário - 13h às 20h | Sábado - 11h às 18h Local - São Paulo Expo Exhibition & Convention Center Endereço - Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo/SP Para mais informações, acesse: www.fesqua.com.br Fonte: Coppermetal e Boltinox

  • PRÊMIO SAINT-GOBAIN ASBEA DE ARQUITETURA ABRE INSCRIÇÕES PARA SUA 10ª EDIÇÃO

    As inscrições podem ser feitas até dia 04 de dezembro de 2023; o prêmio reconhece projetos que se destacam pelo seu compromisso com o desenvolvimento sustentável O Prêmio Saint-Gobain AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura) de Arquitetura está com as inscrições abertas para a sua 10ª edição. Considerado uma das premiações mais relevantes do setor, o evento continua impulsionando a inovação e reconhecendo os melhores talentos do mercado arquitetônico brasileiro. As inscrições podem ser feitas até o dia 04 de dezembro de 2023 pelo site e os projetos devem ser enviados até 15 de janeiro de 2024. Os materiais enviados serão avaliados pelo júri que, em seguida, no dia 20 de maio de 2024, divulgará os premiados. Desde as primeiras edições, a premiação se destaca pela valorização de projetos que unem sustentabilidade, conforto e a busca por inovação. O principal objetivo é promover e impulsionar a qualidade do mercado da arquitetura e urbanismo no país. Este ano, o prêmio contará com duas categorias principais: Projeto e Edificações. Serão divididas em cinco tipologias distintas, sendo elas: residências; edifícios e conjuntos residenciais; comercial; serviços e industrial; institucional e arquitetura corporativa e de interiores. Além das premiações para conforto térmico e acústico, inovação e sustentabilidade, uma grande novidade deste ano é a inclusão do retrofit. Esse destaque premiará projetos de reabilitação e revitalização de edifícios existentes, valorizando a preservação histórica e a sustentabilidade. Além disso, a categoria Acadêmica será destinada aos recém-formados ou formandos do 1º semestre de 2023, no intuito de promover o reconhecimento dos jovens talentos da construção civil e possíveis conexões com profissionais experientes. Inscrições: www.premiosaintgobainasbea.com.br/Premiacao/index.html Sobre a Saint-Gobain A Saint-Gobain projeta, fabrica e distribui materiais e soluções pensadas para o bem-estar de cada um de nós e o futuro de todos. Podem ser encontrados em todos os lugares em que vivemos e no nosso dia a dia: em edifícios, transportes, infraestruturas e em muitas aplicações industriais. Eles proporcionam conforto, performance e segurança, ao mesmo tempo em que respondem aos desafios da construção sustentável, eficiência do uso de recursos e mudança climática. Sobre a AsBEA A Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA) é uma entidade independente, composta e dirigida pelos escritórios de arquitetura e urbanismo associados. Conta, também, com a colaboração de empresas fornecedoras de produtos e serviços do setor de arquitetura e construção civil. Através da participação em grupos de trabalho, seminários, conferências e encontros sociais/profissionais, seus associados trocam experiências e identificam pontos de interesse comuns para poder qualificá-los, representá-los e divulgá-los perante as instituições públicas ou privadas, ao mercado e ao público em geral. Atualmente a AsBEA-BR tem sede na cidade de São Paulo e atua em conjunto com suas regionais (AM, CE, GO, MG, PE, PR, RJ, RS, SC, SP). Fonte: Saint-Gobain e AsBEA-SP/Cobogó Relações Públicas

  • SAIBA MAIS SOBRE A EXTRUSORA MAX PERFIL

    Atuando no mercado de extrusão de perfis de alumínio, a marca conta com duas linhas de produção, sendo uma de 5”e outra de 6”, com uma capacidade produtiva de até 300 toneladas por mês. Atende o mercado com soluções que vão de perfis para esquadrias, linha fotovoltaica a perfis de alta complexidade para a indústria em geral, destaca Gercino de Souza Junior, diretor da Max Perfil. A extrusora desenvolve projetos exclusivos para atender mercados como o de energia fotovoltaica, iluminação, automação industrial, refrigeração e construção civil, entre outros projetos. Na linha de catálogo, a Max Perfil trabalha com diversos itens de mercado, dentre eles: perfis para linha temperado 08 e 10 mm; linha de esquadrias de mercado; e a linha exclusiva Perfecta Plus, compreendendo linha 3.2, 2.5 e Gradil. “Em nosso processo de produção, umas das preocupações é com a questão ecológica, assim reciclamos as sobras de material resultantes da extrusão”, finaliza o diretor. Para mais informações, acesse: www.maxperfil.com.br Fonte: Max Perfil

  • SINBEVIDROS-SP ELEGE DIRETORIA PARA QUADRIÊNIO 2023-2027

    Em eleição online realizada no dia 23 de junho, o Sindicato das Indústrias de Beneficiamento e Transformação de Vidros e Cristais Planos do Estado de São Paulo (Sinbevidros-SP) definiu os nomes que passarão a compor o quadro diretivo da entidade durante o quadriênio 2023-2027. Victor Villas Casaca é o novo presidente no lugar de Alfredo Martins. Este segue em exercício no cargo até 10 de agosto. No dia 11, a diretoria eleita inicia oficialmente o mandato. Diretoria do Sinbevidros-SP para 2023-2027: Presidente Victor Villas Casaca Primeiro-vice-presidente Irineu Alves Marcelino Segundo-vice-presidente José Domingos Seixas Primeiro-secretário Vinicius Moreira Silveira Segundo-secretário Ana Lucia de Souza Primeiro-tesoureiro Alfredo dos Anjos Martins Segundo-tesoureiro Juliana Schunck da Silva Murad Conselho Fiscal Efetivos Gustavo Pais Cardoso Silva Jean Carlo Alves Lucas Henrique Batista Suplentes Osmar Zimmer Jr. Marcelo Kairis Antônio Leandro Kairis Antônio Delegados representantes junto à Fiesp Efetivos Victor Villas Casaca Alfredo dos Anjos Martins Suplentes Irineu Alves Marcelino José Domingos Seixas Fonte: Abravidro

  • COMO ESCOLHER ESQUADRIAS E VIDROS?

    *Por Fernando Simon Westphal, consultor técnico da Abividro, engenheiro civil, professor e pesquisador da UFSC As aberturas de uma edificação têm as funções principais de promover o contato visual com o exterior, trazendo iluminação natural e ventilação para o ambiente interno. Essas três funções devem ser garantidas sem prejuízo às condições internas de conforto térmico, acústico e lumínico. Para isso, o projetista (arquiteto, na maioria dos casos) deve estabelecer uma área de abertura para cada cômodo da edificação e especificar adequadamente as esquadrias e vidros que serão instalados. Já falamos aqui em outras edições desta coluna sobre como selecionar o vidro, em relação ao ganho de calor, transmissão de luz e reflexão. Mas a escolha do vidro deve levar em conta os demais critérios de desempenho relacionados à esquadria, especialmente, se for uma janela. Há alguns anos, sob coordenação do Sindicato da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), elaboramos o Guia Orientativo para Projetos de Edificações Eficientes: Esquadria com Foco em Eficiência Energética. Naquela oportunidade, lembro de ter resumido em um fluxograma os critérios e passos para especificação de esquadrias e vidros. Tudo começa com a definição da área de abertura por cômodo. Em geral, o código de obras de cada cidade estabelece uma área de iluminação e ventilação mínima por ambiente. São aplicados fatores da ordem de 1/6 ou 1/8 da área de piso. Isso para promover o acesso à luz natural e pelo menos metade dessa abertura deve estar disponível para ventilação. Algumas cidades trazem valores diferentes, chegando a 1/5 (20%) da área de piso. A Norma de Desempenho (ABNT NBR 15575 — Desempenho de Edificações Habitacionais) é um pouco mais sofisticada e trata das aberturas em mais detalhes, referindo-se à área transparente e área de ventilação, ou seja, desconta-se a obstrução que a própria esquadria faz sobre a área total do vão onde será instalada. Mas o fato é que a partir da definição da área, que é uma conta relativamente simples de se resolver, outras características da janela devem ser definidas com cuidado. Então, o próximo passo é verificar a necessidade de controle do ganho de calor solar, observando se o clima exigirá aquecimento da edificação no inverno e bloqueio do sol no verão. Em climas que exigem as duas condições, ou seja, sol no inverno e sombra no verão, o uso de elementos de sombreamento móveis é fundamental. Mas em conjunto a esses elementos, os vidros de controle solar podem minimizar os problemas de sobreaquecimento, sem bloqueio do contato visual. O uso de vidros de controle solar garante mais horas com as persianas e venezianas abertas sem ganho de calor excessivo. Mas se o clima for predominantemente quente, elementos fixos de sombreamento, como beirais e brises, podem ser importantes. Nessas situações, os vidros de controle solar continuam contribuindo para reduzir o ganho de calor quando não há incidência direta do sol sobre a janela, ou seja, a chamada radiação difusa, aquele calor refletido pelo céu e arredores da edificação. Tais elementos podem ser utilizados em qualquer condição climática, mas quando há inverno rigoroso, o desenho de elementos fixos deve ser bem pensado para não deixar a janela sombreada demais na época fria do ano. Por fim, se a área da esquadria for muito grande, por exemplo, portas de vidro voltadas para sacadas, varandas e pátios, o uso de vidro insulado é fundamental para o conforto térmico, independentemente do tipo de clima. A câmara de ar do vidro insulado proporciona um isolamento térmico entre o vidro externo e interno, mantendo esse último com a temperatura mais próxima do ambiente interno da edificação. Isso evita o desconforto localizado próximo a uma grande área de vidro, tanto no verão quanto no inverno. Para acessar o guia de eficiência energética em esquadrias do SindusCon-SP: https://sindusconsp.com.br/download/guia-esquadria-com-foco-em-eficiencia-energetica-2/ *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • ACM FR: ÚNICO TIPO DE NÚCLEO NORMATIZADO PARA REVESTIMENTO DE OBRAS DE ALTA PERFORMANCE

    *Por Johnny Vieira de Souza – responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto e professor universitário Em 2017, um incêndio de grandes proporções ocorrido em Londres, Inglaterra, acarretou na morte de pelo menos 79 pessoas no Edifício Grenfell Tower. Esta tragédia foi notícia em todo o mundo, inclusive no Brasil. O material tido como “vilão” na ocasião foi o ACM com núcleo denominado popularmente como “comum” (composto por Polietileno de Baixa Densidade – resumido pela sigla LDPE). Se fossem seguidas as normas internacionais, o ACM com núcleo “comum” jamais seria utilizado como revestimento daquela edificação, pois o material não possui características para esta utilização, principalmente devido ao porte e uso. O ACM com núcleo “comum” deve ter seu uso restrito a pequenas edificações (sem exigência de performance contra incêndios) e a comunicação visual, ou seja, na elaboração de placas informativas ou de publicidade, além de letreiros. Para utilização como revestimento, o material correto é o ACM com núcleo FR ( Fire Resistant – Resistente ao Fogo), que possui características de performance em caso de incêndios (figura 1). Muitas marcas de ACM existentes no mercado brasileiro não apresentam nenhuma certificação ou apresentam certificações de laboratórios não credenciados. A responsabilidade civil e criminal de um produto que apresenta baixo nível de segurança é um compromisso, tanto do fornecedor quanto do instalador, construtor, arquiteto e ou engenheiro especificador. Em um incêndio, os casos fatais geralmente são decorrentes de sufocamento (falta de oxigênio) por causa da combustão de algum material que consome rapidamente o oxigênio, principalmente em ambientes fechados (dentro de uma edificação), onde não há renovação de ar, este fator é preponderante para redução do oxigênio. A combustão sendo incompleta resulta em mais fumaça e gases tóxicos, associados a alta temperatura ocasionam queimaduras externas e internas pela inalação e são responsáveis pela maioria das mortes. Em condições ambientais, o comburente é o oxigênio contido no ar. A energia de ignição é a chama de diversas origens como, por exemplo, um curto-circuito. A combustão de um painel com núcleo FR – Fire Resistant (Resistente ao Fogo) resulta em gás carbônico e vapor de água, ambos considerados atóxicos, este fator é preponderante para não haver envenenamento, uma vez que não há inalação de gases tóxicos. COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO O combustível de um painel de ACM é basicamente o seu núcleo e a tinta. O que caracteriza a classificação do ACM perante o desempenho é a composição do material utilizado para fabricação do núcleo. O polietileno tanto virgem como o reciclado é considerado inflamável e de fácil propagação do fogo, gera gases tóxicos e gotejamento em chamas. Quando misturado com outro produto (chamado carga) orgânico, a característica de inflamabilidade se mantém e modifica a composição de gases gerados. Quando misturado com carga mineral, a quantidade de combustível é reduzida. Existem produtos que além de reduzirem a quantidade de combustível, quando misturados, servem como retardantes de chamas. Essas cargas, como hidróxido de alumínio e hidróxido de magnésio, quando em presença do calor reagem e geram vapor de água (que abafa a chama ocupando o lugar do ar) e absorvem mais energia na reação (reduz a temperatura). O resultado da reação são óxidos minerais não combustíveis que acabam recobrindo também parte do núcleo combustível. Os hidróxidos de alumínio e magnésio são clássicos por terem bom custo-benefício e serem eficazes como retardantes, embora existam outros no mercado (figura 2). Um núcleo retardante a chamas é também combustível, mas necessita de maior quantidade de energia para ignição e muitas vezes tende a ser auto-extinguíveis. Já os núcleos anti-chamas não são combustíveis, como colméias de ligas de alumínio e outros núcleos especiais que contém apenas 2% de material combustível que se resumem basicamente na tinta e no adesivo (não utilizados no Brasil). No Brasil, o ACM comercializado pela Projeto Alumínio, maior fabricante de painéis de ACM da América Latina, possui basicamente dois tipos de núcleos. A NBR 16626 — Classificação da reação ao fogo de produtos de construção classifica os núcleos e consequentemente o ACM (material por completo), da seguinte forma (figura 3): NÚCLEO RESISTENTE AO FOGO (FR) = composto por um misto de polietileno com carga mineral (superior a 70% da composição). Através da mistura, é possível obter maleabilidade, ao mesmo tempo, confere estabilidade e resistência proporcionando ao edifício a segurança necessária relacionada ao incêndio. Este material possui classificação II-A pela IT 10 dos Bombeiros do Estado de São Paulo (resultado obtido pelo ensaio 1 086 550-203 do Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT). NÚCLEO COMUM (LDPE) = Denominado pela sigla LDPE (Polietileno de Baixa Densidade) é composto por polímeros, como o polietileno, que é obtido através da polimerização do etileno. Embora seja um material leve, rígido, com bom desempenho em planicidade e auto extinguível, este material possui classificação IV-A pela IT 10 dos Bombeiros do Estado de São Paulo (resultado obtido pelo ensaio 1 048 016-203 do Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT). NORMAS E INSTRUÇÃO TÉCNICA Internacionalmente há inúmeras normas que tratam procedimentos e materiais relacionados à flamabilidade, algumas semelhantes e outras mais rigorosas. É necessário determinar quais as que são pertinentes ao ACM, em função da sua utilização e do país onde será instalado. O ACM que atende às normas europeias (EN) pode não atender a norma japonesa (JIS) para materiais de construção. Da mesma forma, em países onde não há norma pré-estabelecida, é comum a exigência de diversos testes para atender um objetivo específico. No Brasil, os materiais para construção civil são classificados pela ABNT NBR 16.626. Materiais totalmente incombustíveis, segundo a ISSO 1182, são enquadrados na classe I. É importante ressaltar que as normas apenas classificam os materiais segundo os critérios de desempenho. Com o objetivo de regulamentar os materiais das edificações, o mercado brasileiro apoia-se nas condições estabelecidas pela Instrução Técnica (IT) do Corpo de Bombeiros de cada estado. No Estado de São Paulo, a Instrução Técnica (IT) nº10/2019 (posteriormente adotada por vários outros estados da União com diferentes nomes) tem como objetivo estabelecer as condições a serem atendidas pelos materiais de acabamento e de revestimentos empregados nas edificações, para que, na ocorrência de incêndio, restrinjam a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça, para atender o que está previsto no Decreto do Estado de São Paulo 56.819/11 (Regulamento de Segurança Contra Incêndio das Edificações e Áreas de Risco do Estado de São Paulo). A IT 10 aplica-se a todas as edificações onde são exigidos controles de materiais de acabamento e de revestimento conforme ocupações e usos por ela classificadas. Ela define materiais de acabamento sendo todo material ou conjunto de materiais empregados nas superfícies dos elementos construtivos das edificações, tanto nos ambientes internos como nos externos, com finalidades de atribuir características estéticas, de conforto, durabilidade, entre outras. Inclui como material de revestimento os pisos, forros e as proteções térmicas dos elementos estruturais. Além de todo ensaio, classificação do ACM utilizado e regulamentação de uso em relação à classe da edificação, está em andamento um estudo que visa classificar o sistema de fachadas na sua totalidade, o que inclui a subestrutura, isolamento térmico e acústico e fixações de todos os componentes. Os ensaios, neste caso, são baseados na norma britânica BS 9414 — Fire performance of external cladding systems (Desempenho ao fogo de sistemas de revestimento externo, em tradução literal), que simula um pequeno incêndio em uma fachada sob condições controladas e avalia as temperaturas atingidas e a propagação das chamas. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • ESQUADRIAS EM RESTAURANTES: QUAL O MATERIAL IDEAL?

    *Por Stephanie Fazio Divulgação: Korman Arquitetos Restaurantes, cafés, lanchonetes e outros espaços comerciais necessitam de uma vitrine convidativa, o que pode ser proporcionado com esquadrias de vidro, que garantem modernidade ao espaço e entrada de luz natural, destacando os produtos e criando integração entre os ambientes. Perfis de alumínio ou PVC podem abrigar os painéis de vidro, facilitando o isolamento acústico e térmico, além de resistência a condições climáticas. Podem ser encontradas em diferentes modelos, como deslizantes, basculantes, pivotantes e fixas, sendo adaptáveis às necessidades específicas de cada projeto arquitetônico, seja em residências, escritórios ou espaços comerciais. “Os vidros temperados são os mais resistentes, no entanto, o laminado possui menos desprendimento e estilhaços. Para esquadrias em locais de muita circulação de pessoas, os vidros laminados são mais seguros”, afirma a arquiteta Carina Korman, do escritório que leva seu nome. No entanto, ela observa que não existe um modelo ideal de porta, pois vai depender muito do local e da abertura, as portas de correr são geralmente mais utilizadas, pois ocupam um espaço menor na sua abertura. CONFORTO TÉRMICO E ACÚSTICO Segundo a arquiteta, no momento do planejamento é essencial pensar também em fatores como: “limpeza e manutenção, para isso é melhor escolher esquadrias de materiais duráveis e pensar na forma como é instalada; e na segurança contra incêndios, é muito importante se certificar que o item será resistente ao fogo e que atenderá os requisitos dos códigos de leis do local”. Sobre a aplicação do vidro na fachada, a arquiteta destaca que é necessário pensar na segurança e também no conforto térmico. “Existem vidros especiais, como o insulado, que tem uma capacidade térmica melhor, e também películas que ajudam. Os vidros laminados, por terem a película de segurança, são melhores”, avalia. Para que a acústica seja boa, é preciso utilizar esquadrias especiais com vedação que não permite que o som saia. O vidro duplo também é necessário, por ser um material liso e resistente, reflete o som dentro do local, então é necessário ter outros materiais que absorvam para evitar que o barulho se expanda dentro do estabelecimento, conforme Carina. SOBRE A KORMAN ARQUITETOS Com mais de 35 anos de história nos segmentos residencial, corporativo e comercial, o escritório conta com diferentes gerações no comando de projetos personalizados e exclusivos, realizados no Brasil e no exterior. Carina se uniu aos pais, Silvio e Ieda, para juntos darem forma a ambientes criativos, com uma linguagem moderna e atemporal. O trio assina reformas dos mais variados estilos e concebe espaços do zero, num trabalho que inclui o acompanhamento da obra e a finalização da decoração. A Korman Arquitetos já participou das principais mostras do país, como a CasaCor, e teve projetos publicados nos veículos mais relevantes da área. Mais informações: www.kormanarquitetos.com.br Fontes: QuintoAndar e Korman Arquitetos

  • CONHEÇA AS PORTAS DE ENROLAR AUTOMÁTICAS DE ALUMÍNIO DA GUARUPORTAS

    A fabricante de portas de enrolar automática apresenta opções com acabamento em pintura eletrostática ou efeito amadeirado através de sublimação dos perfis No mundo moderno, onde a praticidade e a segurança são essenciais, as portas de enrolar automáticas de alumínio se destacam como uma escolha inteligente para residências, comércios e indústrias. Com a capacidade de aliar durabilidade, estética e conforto, essas portas têm ganhado cada vez mais popularidade. A Guaruportas, fabricante no ramo, oferece opções com acabamento em pintura eletrostática ou com efeito amadeirado através de sublimação dos perfis. Ambos proporcionam uma ampla variedade de escolhas para os clientes. Segundo Marcelo Favaretto, diretor da marca, "as portas de enrolar automáticas de alumínio são uma solução versátil e sofisticada para quem busca segurança e praticidade. Além disso, os diferentes acabamentos disponíveis permitem personalizar a porta de acordo com o estilo e o design desejados." ACABAMENTO COM PINTURA ELETROSTÁTICA O acabamento com a pintura eletrostática confere às portas de enrolar automáticas de alumínio uma superfície lisa, resistente a riscos e com alta durabilidade. Através desse processo, uma tinta em pó é aplicada de forma uniforme e adere ao alumínio. “Isso garante uma aparência impecável ao longo do tempo”, acrescenta o diretor. "A pintura eletrostática proporciona um acabamento de alta qualidade, com uma ampla gama de cores disponíveis. Isso permite que os clientes escolham uma opção que se adapte perfeitamente à estética de seu imóvel", destaca Favaretto. ACABAMENTO POR SUBLIMAÇÃO DE PERFIS DE ALUMÍNIO Já o efeito amadeirado, obtido através de sublimação dos perfis, oferece a aparência natural e calorosa da madeira, combinada com a durabilidade e resistência do alumínio. Esse processo permite a transferência de um desenho ou padrão para os perfis de alumínio, criando uma textura que imita a aparência da madeira. "O efeito amadeirado proporciona um visual sofisticado e elegante, sem abrir mão da praticidade e resistência do alumínio. É uma excelente opção para quem busca um toque de rusticidade em seu ambiente", afirma Favaretto. Além da estética, as portas de enrolar automáticas de alumínio oferecem benefícios como segurança, isolamento térmico e acústico, além de facilidade de uso. "Nosso objetivo é fornecer aos clientes produtos de alta qualidade que atendam às suas necessidades. As portas de enrolar automáticas de alumínio são desenvolvidas com materiais de alta resistência e tecnologia avançada, garantindo segurança e conforto em sua utilização", ressalta o diretor. QUALIDADE E BELEZA EM AMBAS OPÇÕES De acordo com o diretor, com a Guaruportas os clientes têm a certeza de adquirir portas de enrolar automáticas de alumínio com acabamentos de excelência. Tudo isso, seja através da pintura eletrostática ou do efeito amadeirado. "Investimos constantemente em pesquisa e desenvolvimento para oferecer produtos inovadores e de alta qualidade. Nossa equipe está pronta para auxiliar os clientes em todas as etapas, desde a escolha do acabamento até a instalação", conclui Favaretto. “Com tantos benefícios e opções disponíveis, as portas de enrolar automáticas de alumínio com acabamento em pintura eletrostática ou efeito amadeirado são a escolha perfeita. Elas são ideais para quem valoriza a durabilidade, estética e conforto em seu imóvel”, finaliza. Para saber mais sobre as portas de enrolar automatizadas feitas em alumínio e os tipos de acabamentos disponíveis, acesse o site ( www.guaruportas.com.br ). SOBRE A GUARUPORTAS A Guaruportas é uma empresa genuinamente brasileira, que atua no segmento de fabricação de portas de enrolar desde 2007. A fábrica foi criada com o intuito de atender um mercado pouco profissionalizado e marcado pela informalidade. Desde sua criação, a Guaruportas visa fornecer portas de enrolar automáticas de alta qualidade pelo melhor preço possível. Atualmente, os grupos de clientes dividem-se em consumidores finais, que desejam ter uma porta de enrolar automática em sua casa, comércio ou indústria e em serralheiros, que buscam revender os produtos e/ou instalá-los em seus clientes. Para esse último público, a Guaruportas oferece kits com portas desmontadas, que acompanham todas as peças necessárias para a montagem. Fonte: Guaruportas

  • IMPULSIONANDO O SUCESSO DAS PEQUENAS EMPRESAS

    *Por Fernanda Krentkowski, empresária O sucesso de uma pequena empresa está diretamente ligado à satisfação e fidelização de seus clientes. Para alcançar esses objetivos, as empresas devem adotar políticas de Customer Experience (CX) eficazes. Mas afinal de contas, o que é o Customer Experience? A tradução para português quer dizer experiência do cliente e refere-se à percepção global que os clientes têm de uma empresa com base em todas as interações que eles têm com a marca. Neste artigo, exploraremos a importância de implementar políticas de CX para pequenas empresas e discutiremos algumas estratégias práticas que podem ser adotadas para aprimorar a experiência do cliente. A IMPORTÂNCIA DO CUSTOMER EXPERIENCE PARA PEQUENAS EMPRESAS Jeff Bezos, bilionário que figura no ranking das 10 pessoas mais ricas do mundo e fundador da Amazon, declara ser um completo obcecado pelo cliente. Porém, independente do tamanho da empresa, o CX desempenha um papel fundamental na construção de relacionamentos duradouros com os clientes. No caso das pequenas empresas, em que a concorrência é acirrada e recursos financeiros limitados, oferecer uma experiência excepcional ao cliente pode ser ainda mais vital. Uma pesquisa recente mostrou que 86% dos consumidores estariam dispostos a pagar mais por uma melhor experiência de compra. Além disso, 73% dos consumidores afirmam que uma experiência positiva é um fator decisivo para continuar fazendo negócios com uma empresa. ESTRATÉGIAS DE CUSTOMER EXPERIENCE PARA PEQUENAS EMPRESAS 1. Conheça seus clientes: a primeira etapa para melhorar a experiência do cliente é conhecer bem o seu público-alvo. Realize pesquisas, colete feedbacks e crie personas (representação fictícia do seu cliente ideal. Ela é baseada em dados reais sobre comportamento e características demográficas) de clientes para entender suas necessidades, desejos e preferências. Quanto mais você conhecer seus clientes, melhor poderá atendê-los; 2. Atendimento personalizado: as pequenas empresas têm a vantagem de oferecer um atendimento mais personalizado em comparação às grandes corporações. Utilize essa vantagem, trate cada cliente de forma individualizada, chame-os pelo nome, esteja atento às suas preferências e ofereça soluções personalizadas para suas necessidades. Atenção para o uso de uma linguagem que aproxima e conecta. Termos como prezado(a), atenciosamente, entre outros, devem ser substituídos por uma linguagem mais despojada e natural; 3. Invista em treinamento: o treinamento adequado da equipe é crucial para oferecer uma experiência excepcional ao cliente. Garanta que todos os membros da equipe estejam bem informados sobre os produtos ou serviços oferecidos, sejam capazes de responder a perguntas e resolvam problemas de forma eficiente. Além disso, enfatize a importância do atendimento amigável e proativo. Quando o líder da empresa valoriza o cliente a equipe segue seu exemplo; 4. Melhore a comunicação: estabeleça canais de comunicação eficientes para que os clientes possam entrar em contato facilmente com sua empresa. Tem algo mais irritante do que tentar cancelar um serviço de telefonia falando com aqueles robôs? 5. Surpreenda seus clientes: procure superar as expectativas sempre que possível com iniciativas que demonstrem o quanto você valoriza seus clientes. Essas pequenas surpresas podem criar uma conexão emocional e fortalecer a fidelidade à marca. E isso não precisa representar uma grande despesa para sua empresa, lembro de já ter criado uma bela surpresa enviando um bolo quentinho, feito pela minha mãe, no meio da tarde acompanhado de um cartão escrito à mão desejando momentos de união e amor para uma família em sua nova casa. As políticas de Customer Experience são fundamentais para o sucesso das pequenas empresas. Investir em uma experiência agradável ao cliente pode ajudar a construir relacionamentos duradouros, aumentar a fidelidade à marca e impulsionar o crescimento dos negócios. Ao conhecer seus clientes, oferecer um atendimento personalizado, investir em treinamento, aprimorar a comunicação, surpreender seus clientes e aprender com o feedback, as pequenas empresas podem se destacar em um mercado altamente competitivo e conquistar uma base de clientes leais e satisfeitos. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • SISTEMAS DE ENERGIA SOLAR NO AGRONEGÓCIO ULTRAPASSAM R$ 15,5 BILHÕES EM INVESTIMENTOS NO PAÍS

    Segundo mapeamento da fintech Meu Financiamento Solar, tecnologia fotovoltaica de geração própria já abastece mais de 200 mil de unidades consumidoras no meio rural Os investimentos em geração própria de energia solar nas propriedades rurais somam cerca de R$ 15,5 bilhões no país, com mais de 200 mil consumidores do agronegócio, seja nos grandes empreendimentos ou nos pequenos produtores da agricultura familiar, abastecidos pela tecnologia fotovoltaica. Os dados são fruto de um mapeamento da fintech Meu Financiamento Solar, especializada em financiamento para projetos de painéis fotovoltaicos no Brasil, feito com base em dados oficiais da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). De acordo com o levantamento, o país possui atualmente quase 170 mil conexões de sistemas solares no campo, num total de 3,1 gigawatts (GW) de potência instalada, que representam 14% de toda a capacidade energia solar instalada de forma própria pelos consumidores no Brasil, incluindo casas, comércios, indústrias e fazendas. A tecnologia fotovoltaica está presente em 4,9 mil municípios brasileiros com pelo menos um sistema de energia solar instalado no meio rural. Segundo Carolina Reis, diretora do Meu Financiamento Solar, um dos grandes pilares de sucesso do agronegócio brasileiro é o alto poder de competitividade dos produtos nacionais frente aos demais players mundiais. “Como um dos principais insumos da atividade produtiva rural é energia elétrica, o uso de energia solar nas fazendas é atualmente uma das grandes soluções para elevar ainda mais a competitividade, a qualidade e a sustentabilidade do manejo agrícola e pecuário no Brasil”, explica. A energia solar no campo resulta também em economia, proteção do meio ambiente e mais segurança energética para os produtores, já que os sistemas solares fotovoltaicos possuem baixos custos de operação e manutenção e representam nova fonte de riqueza ao campo. Assim, por ser uma fonte de energia limpa, renovável, competitiva e praticamente inesgotável, o agronegócio passa a contar com uma solução segura e sustentável para seu suprimento elétrico, que traz redução de gastos com eletricidade de até 90%. Outro ponto relevante na energia solar no campo é proporcionar eletricidade para áreas onde a rede elétrica ainda não chegou ou que funciona de forma precária e instável, que dependem muito de geradores à diesel, mais caros, poluentes e barulhentos. A sinergia entre o agro e a solar fotovoltaica é imensa, com diversas aplicações na produção rural. A tecnologia é extremamente versátil e pode ser utilizada, por exemplo, no bombeamento e na irrigação de água, na refrigeração de carnes, leite e outros produtos, na regulação de temperatura para a produção de aves, na iluminação, em cercas elétricas, em sistemas de telecomunicação, no monitoramento da propriedade rural, entre muitas outras funcionalidades. Portanto, a energia solar deixa a produção no campo mais limpa e sustentável e agrega valor à marca do produtor rural. E tudo isso se reflete na oferta de um alimento mais barato na mesa dos brasileiros”, conclui Carolina. Fonte: Absolar/Assessoria Totum Comunicação

  • CICLONE: VEJA OS RISCOS QUE O FENÔMENO PODE CAUSAR ÀS ESQUADRIAS

    Saiba também quais medidas adotar diante do evento climático Nesta quinta-feira (13), a passagem de um ciclone extratropical causou rajadas de vento acima dos 120 km/h na cidade de Bom Jardim da Serra, em (SC), de acordo com a Defesa Civil do estado. Em Urupema, na serra catarinense, os ventos passaram dos 100 km/h. A capital paulista também sente a passagem do fenômeno que trouxe ventania e queda de árvores. Mas, como a passagem de um ciclone pode trazer riscos às esquadrias de um projeto? As ventanias são uma ameaça frequente aos vidros das janelas, sobretudo em regiões litorâneas e serranas, como destacou Geraldo Ricardo de Oliveira, assessor da Câmara de Engenharia Civil do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande Norte (Crea-RN) em entrevista ao portal Terra. “Os vidros das janelas dessas regiões devem ser substituídos por outros de maior espessura e pode até ser necessário reforçar a estrutura da própria janela”, comenta. Em locais em que as rajadas são menos intensas, o problema mais comum é o zunido da passagem do vento pelos orifícios de portas e janelas. Nesses casos, “o ideal é colocar revestimentos de polietileno ou borracha nas bordas”, sugere Oliveira. POR QUE UMA JANELA INSTALADA EM SÃO PAULO NÃO PODE SER A MESMA INSTALADA EM RECIFE? Uma janela aplicada no estado de São Paulo não está apta para ser instalada em Recife (PE), por exemplo, pois a velocidade dos ventos e a precipitação de chuvas ocorre de maneiras diferentes. As isopletas são linhas de contorno que representam valores como a velocidade do vento ou chuva. A norma NBR 6123, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), define as isopletas para o dimensionamento de estruturas sujeitas a ações do vento no Brasil. A norma estabelece que as isopletas devem ser calculadas a partir de dados de velocidade do vento em diferentes alturas, obtidos em estações meteorológicas, e devem ser representadas em um mapa, com valores de velocidade do vento indicados em cada linha de contorno, segundo Luiz Guilherme Zacchi, engenheiro de vendas. COMO SE PROTEGER EM UM CICLONE? A seguradora Porto Seguro traz algumas dicas para a proteção diante destes casos, são elas: Fique longe de janelas e portas de vidro; Em caso de destelhamento durante o vendaval, abrigue-se debaixo de mesas, móveis de madeira maciça ou colchões; Se estiver na rua, não se abrigue embaixo de árvores, os galhos podem cair e te machucar, procure com rapidez um abrigo; Na rua, afaste-se de muros, postes, placas e proteja a cabeça; Mantenha as portas e janelas fechadas para evitar corrente de ar forte; Mantenha as cortinas fechadas para evitar estilhaços, caso as janelas quebrem; Feche a válvula de gás; Quando for sair de casa, fique atento aos fios de energia que podem estar caídos no chão; Fique em segurança na sua casa ou no abrigo mais próximo até que seja seguro sair. Saiba Mais: www.bbc.com/portuguese/articles/ckkxzp9rxn7o Fontes: CNN, Terra e Porto Seguro

  • CONFIRA OS NOVOS MODELOS DE MÁQUINAS DE CORTE AUTOMÁTICAS, DA LOPES MÁQUINAS

    A representante autorizada da Deway oferece novidades em seu portfólio A Lopes Máquinas, empresa com 12 anos de mercado, localizada em Maringá (PR), é revendedora oficial da marca Deway, fábrica de máquinas para beneficiamento de vidros. Contando com essa parceria de anos, a Lopes iniciará o segundo semestre de 2023 com grandes novidades nas máquinas de corte automáticas, sendo mais uma parceria com a China. Com modelos exclusivos e com melhor garantia e assistência, a Lopes Máquinas aumenta o seu portfólio de equipamentos com: 1. Mesa de corte para Vidros Monolíticos; 2. Mesa de corte para Vidros Laminados; 3. Mesa de corte multifuncional 3 funções: Carregamento/Corte/Destaca; Reprodução: Lopes Máquinas 4. Carregadores automáticos unilateral e bilateral. Além disso, a marca oferece a MP6 (Manutenção Preventiva Semestral), que garante visitas periódicas no cliente para revisão dos equipamentos, orientação do operador e, se necessário, troca preventiva de equipamentos e peças, que ficam em estoque para qualquer eventualidade. Para mais informações, acesse: www.lopesequipamentos.com.br Fonte: Lopes Máquinas

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