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- Empresas são reconhecidas no Top of Mind Revenda Construção 2026
Equipe da Adere comemora o prêmio As empresas Adere e Bostik estão entre as premiadas na edição 2026 do Top of Mind Revenda Construção, tradicional levantamento que reconhece as marcas mais lembradas pelos profissionais do mercado de materiais de construção no Brasil. A Adere conquistou o primeiro lugar na categoria Fita Crepe e também alcançou a terceira colocação na categoria Abrasivos. Segundo a companhia, este é o sexto ano consecutivo em que recebe reconhecimento na categoria Fita Crepe. Já a Bostik Brasil garantiu posições de destaque com a linha Fortaleza, que ficou em segundo lugar na categoria Rejuntes e em terceiro lugar na categoria Argamassas. Considerada uma premiação relevante do setor da construção civil, o Top of Mind Revenda Construção é realizado por meio de entrevistas com revendedores de materiais de construção de diversas regiões do país. O objetivo é identificar as marcas mais lembradas pelos profissionais que atuam diretamente no mercado. Para mais informações: adere.com ; bostik.com ; gruporevenda.com.br
- Vidro de controle solar alia sofisticação e desempenho em projetos
Entre as opções disponíveis no mercado, o Stopsol, da AGC apresenta aparência refletiva âmbar e pela versatilidade de aplicações em ambientes residenciais, comerciais e industriais. Resistência e aparência uniforme Desenvolvido para reduzir a incidência de calor e luminosidade excessiva nos ambientes, o produto é utilizado em fachadas, portas, divisórias, coberturas, fechamento de sacadas e também em projetos de movelaria e marcenaria. De acordo com a empresa, a tonalidade âmbar refletiva é um dos principais diferenciais do material. Outro destaque do vidro está na resistência do revestimento contra riscos e poluição, característica que contribui para a durabilidade e manutenção da aparência uniforme ao longo do tempo. Diferentes versões e possibilidades de processamento O produto está disponível em versões monolítica e laminada, incluindo a linha Stratobel Stopsol. Além disso, o vidro pode ser combinado com float de diferentes cores. Entre os processamentos compatíveis estão têmpera, serigrafia, pintura, laminação e curvatura, permitindo adequação a diferentes necessidades técnicas e construtivas. Para mais informações: agcbrasil.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Silicone neutro x silicone estrutural: quais as diferenças e onde usar?
Apesar de serem frequentemente associados às mesmas aplicações, o silicone neutro e o silicone estrutural possuem características técnicas e finalidades diferentes. Enquanto um é indicado principalmente para vedação e acabamento, o outro atua diretamente na fixação de sistemas envidraçados, especialmente em fachadas. Funções diferentes na construção civil O silicone neutro é utilizado principalmente para vedação contra água, ar e poeira. Sua composição não libera ácidos, o que reduz o odor e evita corrosão em materiais sensíveis. Por isso, é amplamente aplicado em esquadrias de alumínio, juntas, calhas, espelhos, box de banheiro e superfícies como mármore, granito, PVC e alvenaria. Já o silicone estrutural se trata de um adesivo de alta performance desenvolvido para suportar esforços mecânicos elevados e participar diretamente da sustentação de sistemas estruturais. Seu principal uso está na colagem de vidros estruturais em fachadas-cortina, conhecidas como “pele de vidro”, onde o material garante a fixação segura entre o vidro e os perfis de alumínio. Também é aplicado em claraboias, sistemas glazing e grandes aquários. Resistência e exigências técnicas Entre as principais diferenças está a força de adesão. Enquanto o silicone neutro apresenta resistência baixa a moderada, suficiente para vedação e acabamento, o silicone estrutural possui elevada resistência à tração, suportando cargas, movimentações estruturais e exposição contínua às intempéries. Entre as principais fabricantes do setor estão empresas como Dow, Adere, Sika e a DXmax, que oferecem soluções voltadas tanto para vedação quanto para aplicações estruturais na construção civil. Para mais informações sobre tecnologias, lançamentos e soluções do segmento, visite a FESQUA 2026, que acontece de 09 a 12 de setembro, no São Paulo Expo. Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Ruído urbano pode comprometer saúde e qualidade de vida da população
O barulho constante das cidades pode estar comprometendo a qualidade de vida da população de forma silenciosa. Sons de trânsito, obras, aparelhos eletrônicos e movimentação de vizinhos fazem parte da rotina e, segundo especialistas, a exposição contínua ao ruído pode provocar impactos físicos e emocionais significativos. De acordo com estimativas apontadas pela Atenua Som, uma pessoa pode passar cerca de 16 horas por dia exposta a diferentes tipos de ruídos urbanos. Embora muitas vezes sejam percebidos como parte natural do cotidiano, esses sons podem desencadear sintomas como dificuldade para dormir, irritabilidade, dores de cabeça e sensação de cansaço constante. Soluções acústicas para ambientes residenciais Com o crescimento da preocupação com o conforto acústico, empresas especializadas no segmento têm ampliado a oferta de soluções voltadas à redução de ruídos dentro de residências e espaços corporativos. A Atenua Som, por exemplo, oferece tecnologias voltadas à diminuição dos sons externos. Em seu catálogo de produtos estão janelas acústicas projetadas para minimizar a entrada de ruídos. A empresa destaca que famílias que instalaram as janelas acústicas relataram melhora na qualidade do sono, redução significativa dos ruídos externos e maior sensação de conforto dentro de casa em até 72 horas após a instalação. Conforto acústico ganha importância na qualidade de vida O aumento da poluição sonora tem impulsionado debates sobre saúde, urbanização e qualidade de vida. Para especialistas, investir em conforto acústico deixou de ser apenas uma questão de comodidade e passou a ser visto como uma medida relacionada ao bem-estar físico e mental da população, especialmente em grandes centros urbanos. Para mais informações: atenuasom.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Linha automatizada integra corte e alimentação de perfis em processos industriais
A fabricante italiana Fom Industrie desenvolveu a LT 600, uma linha de corte automatizada voltada para operações de corte a 90° em perfis industriais. O equipamento utiliza lâmina ascendente de 600mm de diâmetro e foi projetado para produção de peças sob medida em processos seriados. O sistema combina alimentador de barras, unidade de corte e módulos de carga e descarga integrados. Segundo a fabricante, a linha possui 11 variantes de configuração, permitindo adaptações conforme a profundidade dos magazines, comprimento dos módulos e direção do avanço do material, que pode ocorrer à direita ou à esquerda. Programação e gerenciamento de produção A LT 600 opera com o software FSTLine, desenvolvido para gerenciamento de linhas de corte e usinagem da empresa. A plataforma concentra diferentes etapas do processo produtivo em um único ambiente, incluindo programação de usinagens, organização das listas de trabalho e controle operacional da máquina. O objetivo é centralizar o fluxo de informações da produção e reduzir etapas manuais no gerenciamento dos processos industriais. Magazines de carga e descarga O magazine de carga é responsável pela acumulação e movimentação horizontal dos perfis antes do corte. Já o alimentador de barras, instalado internamente na cabine, realiza o posicionamento controlado do material para o processo de corte. Na etapa final, o magazine de descarga faz a retirada das peças acabadas, permitindo acumulação e compactação em correias motorizadas. Para mais informações: fomindustrie.com.br Coloborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Vidros aliam desempenho térmico e variedade estética para projetos
Foto/Reprodução: Cebrace A busca por soluções que conciliem conforto térmico e estética tem impulsionado o uso de vidros de controle solar em projetos. Nesse contexto, a linha Cool Lite BR, da Cebrace foi desenvolvida para atender às demandas do mercado de construção civil e arquitetura. A empresa indica a linha para aplicações em fachadas, portas, janelas, coberturas, sacadas e fechamentos de varandas e podem ser utilizados na versão laminada, enquanto o modelo BRN148 também permite aplicação insulada ou temperada laminada. Controle solar e proteção UV Entre os principais benefícios apontados pela Cebrace estão a redução do calor nos ambientes internos e a diminuição de até 99% da entrada de raios UV, característica proporcionada pela laminação do vidro. Outro diferencial é o aspecto interno neutro, que contribui para maior conforto visual nos ambientes. Modelos disponíveis A linha Cool Lite BR conta atualmente com quatro modelos: BRN 130, com aspecto semirrefletivo prata; BRN 148, de tonalidade neutra acinzentada; BRS 131, refletivo prata; e BRZ 130, semirrefletivo bronze. O modelo BRN148 pode ser aplicado nas versões laminado, insulado ou temperado laminado. Para mais informações: cebrace.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Empresa lança mola aérea com foco em resistência
Foto/Reprodução: Udinese A Udinese inclui em seu portfólio a mola aérea UD95, desenvolvida para atender projetos que demandam robustez e desempenho em portas de giro de grandes dimensões. O novo modelo chega como substituto da UD94, trazendo melhorias em potência, resistência e confiabilidade. Aplicação e capacidade Indicada para portas com até 1.400mm de largura e peso de até 120kg, a UD95 atende diferentes demandas de instalação. De acordo com a Udinese, a versatilidade permite seu uso em ambientes variados, especialmente onde há necessidade de suportar portas maiores e mais pesadas. Regulagem e desempenho O equipamento oferece níveis de potência ajustáveis, com opções entre 2, 3, 4 e 6. Essa regulagem possibilita adequar o funcionamento conforme o tipo de porta e a intensidade de uso. O funcionamento por sistema de came proporciona mais leveza na abertura das portas, favorecendo a usabilidade no dia a dia. Durabilidade Entre os diferenciais, a Udinese destaca a resistência à corrosão, que amplia a vida útil do produto mesmo em condições adversas. Para mais informações: udinese.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Serralheria artística ajuda a valorizar a fachada de edifícios
Recentemente, o fotógrafo @andredvco publicou em suas redes sociais uma interessante série de 10 imagens mostrando fachadas de edifícios históricos e antigas residências localizadas em diversos pontos da cidade de São Paulo (SP) — detalhando a presença de gradis, portas e guarda-corpos com formatos variados, incluindo os respectivos desenhos técnicos em cada imagem, todos derivados do tradicional processo de serralheria artística, muitos no estilo art-noveau (que celebra a natureza, imitando plantas, folhagens e flores, tendo seu auge entre 1890 e 1910, mas permanecendo como exemplo de qualidade estética influente na arquitetura da época). Vale lembrar que a serralheria artística é uma técnica que transforma metais (como ferro e aço) em peças únicas que unem utilidade e alto valor estético aos projetos arquitetônicos — e que pode se tornar uma especialidade importante e um diferencial para serralheiros com foco em trabalhos de retrofit e recuperação de edifícios históricos, por exemplo. Nessa técnica tradicional, o design artístico é realizado por meio de trabalho manual e detalhado do serralheiro, criando elementos decorativos para instalação em fachadas de edifícios comerciais e residenciais, contribuindo para personalizar e valorizar o projeto arquitetônico. Na serralheria artística pode-se produzir grades, gradis (para cercamento), corrimãos, complementos de portas e janelas e até mesmo móveis exclusivos para enriquecer a arquitetura e a decoração de um edifício comercial ou residencial. Opções pré-produzidas O mercado atual disponibiliza ornatos de serralheria já prontos, com peças decorativas ou estruturais moldadas em ferro ou aço, como arabescos, volutas e pontas de lança. Os ornatos prontos ajudam a valorizar o design de portões, grades e corrimãos e podem ser comprados pré-fabricados para agilizar a montagem na serralheria. Moderno ou artístico? A serralheria moderna tem seu foco na produção em grande escala e em estruturas padronizadas a partir de linhas ou sistemas de esquadrias para produzir janelas, portas, guarda-corpos e portões, levando em conta as normas de segurança. Já a serralheria artística exige do profissional serralheiro habilidades de ourivesaria e conhecimento de design. As peças são feitas sob medida, muitas vezes à mão, contendo curvas, arabescos e acabamentos refinados, buscando também atender às normas técnicas vigentes. Aplicações artísticas mais comuns Corrimãos e guarda-corpos: peças com curvas sinuosas, flores de metal ou detalhes ornamentais. Portões e janelas: esquadrias que valorizam a fachada do imóvel com ornamentos históricos ou contemporâneos. Mobiliário: mesas, cadeiras e estruturas de ferro com design autoral. Decoração e iluminação: luminárias, biombos e esculturas metálicas. Fonte das imagens: https://www.instagram.com/p/DY2vcVomgRg/?igsh=MWEzNTdsM2JleWdjag&img_index=10
- Feipat dobra de tamanho e chega à segunda edição com foco em recuperação de fachadas
Feira exclusiva sobre patologia das construções acontece simultaneamente à Fesqua, de 9 a 12 de setembro, no São Paulo Expo Em apenas dois anos, a Feipat – Feira da Patologia das Construções cresceu 100% em área de exposição e se consolidou como o principal evento dedicado ao diagnóstico, manutenção e reabilitação de edificações no Brasil. A segunda edição acontece de 9 a 12 de setembro, no São Paulo Expo (SP), de forma simultânea com a Fesqua – Feira Internacional da Indústria de Esquadrias, a Fesqua Vetro e o Ebrats. O evento é uma realização do Grupo Contramarco em parceria com a ADPAT – Associação/Amigos da Patologia das Construções, com organização da IEG Brasil – Italian Exhibition Group. Para Felipe Lima, engenheiro civil, professor e fundador da ADPAT e diretor da Feipat, o crescimento expressivo da feira reflete dois movimentos simultâneos no setor da construção civil brasileiro. "As edificações brasileiras estão envelhecendo e exigindo cada vez mais conhecimento técnico para manutenção, inspeção e reabilitação. Temos um estoque enorme de edificações chegando em fases críticas do ciclo de vida, especialmente fachadas, estruturas e sistemas de vedação", explica Lima. Ao mesmo tempo, ele aponta que o mercado começa a mudar de postura. "Durante muitos anos, a manutenção foi vista como custo. Agora ela começa a ser entendida como proteção patrimonial, segurança e preservação de desempenho. Síndicos, construtoras, incorporadoras e gestores já percebem que esperar a manifestação aparecer para agir custa mais caro. Técnica, financeira e juridicamente." Encontro frequente nos laudos | A relação entre a patologia e o universo das esquadrias é direta. Segundo Lima, uma das falhas mais recorrentes que identifica em vistorias está na incompatibilização entre sistemas construtivos. "Muitas vezes o projeto de esquadrias, fachada, impermeabilização e vedação não conversa adequadamente. Isso gera infiltrações, falhas de estanqueidade, fissuração no entorno dos caixilhos e degradação precoce dos selantes." O engenheiro ressalta que, na maioria dos casos, o problema não nasce no material, mas no detalhe construtivo e na ausência de controle de execução. "Na engenharia diagnóstica aprendemos que o problema raramente surge de forma instantânea. Ele normalmente dá sinais antes. O grande desafio é criar uma cultura técnica capaz de identificar esses sinais precocemente." Normas técnicas avançam, cultura ainda evolui | A entrada em vigor da ABNT NBR 16747 (Inspeção Predial) e a Lei do Retrofit ampliaram as obrigações de proprietários e gestores, fortalecendo o papel do laudo técnico. Mas, na avaliação de Lima, ainda existe uma lacuna cultural importante. "Muitos profissionais e gestores ainda acionam o patologista apenas quando o problema já está instalado, visível ou gerando risco. O que falta é compreender que o laudo não é apenas um documento – ele é uma ferramenta de tomada de decisão", afirma. "Precisamos evoluir para uma mentalidade onde inspeção e diagnóstico façam parte da estratégia da edificação, assim como acontece na medicina preventiva." Programação técnica voltada à transformação prática A curadoria do evento, coordenada pelo próprio Felipe Lima, foi estruturada para ir além da exposição de produtos e serviços. "Não queremos apenas transmitir informação. Queremos gerar transformação prática", afirma. A grade técnica reunirá pesquisadores, especialistas, profissionais de campo e representantes da indústria para tratar de temas como diagnóstico eficiente, redução de erros, aumento de desempenho e durabilidade, aplicação de tecnologia na engenharia diagnóstica e tomada de decisão técnica. Estudos de caso com análises de falhas reais e soluções executivas também integram a programação. Entre as tecnologias em destaque estarão termografia, drones, mapeamentos digitais e sistemas de monitoramento aplicados à inspeção e recuperação de fachadas. "Como engenheiro, algo que sempre reforço é que não existe boa recuperação sem um bom diagnóstico", diz Lima. "Já participei de casos em que a solução inicialmente proposta atacava apenas o sintoma, mas após uma investigação técnica mais aprofundada foi possível identificar a verdadeira origem do problema, evitando retrabalhos e reduzindo custos futuros." A realização conjunta com a Fesqua – considerada a terceira maior feira do mundo no segmento de esquadrias – potencializa o alcance da Feipat junto a um público qualificado de fabricantes, engenheiros, arquitetos, construtores e profissionais de obras. A expectativa é receber mais de 48 mil visitantes ao longo dos quatro dias de evento. Feipat 2026 | Feira da Patologia das Construções Data: 9 a 12 de setembro de 2026 Horário: 4ª a 6ª - 13h às 20h | Sáb. - 11h às 18h Local: São Paulo Expo Endereço: Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km - Vila Água Funda, São Paulo - SP Para mais informações: fesqua.com.br Credenciamento imprensa: acesse Fesqua Imprensa Fonte: 2PRÓ Comunicação | Teresa Silva
- Raltex atua na distribuição de perfis para a indústria de esquadrias e construção civil
Fundada em 2020, a empresa está localizada em Sumaré, no interior de São Paulo, entre os produtos que comercializa estão perfis estruturais, tubos, cantoneiras, barras chatas e linhas voltadas à fabricação de esquadrias. A Raltex também atua com sistemas conhecidos no mercado, como linhas Suprema, Gold, Integrada e Linha 42, utilizadas em portas, janelas e fachadas. Portfólio inclui perfis para diferentes aplicações Além das soluções destinadas à esquadrias, a Raltex atua com perfis voltados a aplicações como guarda-corpo, corrimãos, gradis, portões, venezianas e lambris. A empresa também comercializa acessórios e perfis especiais, incluindo trilhos Stanley, contramarcos, arremates e perfis em “U”, utilizados em diferentes etapas de instalação e acabamento. Outro destaque está na disponibilização de acabamentos incluindo opções com efeitos amadeirados, tendência cada vez mais presente em projetos arquitetônicos contemporâneos. Para mais informações: raltex.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- O que levar em consideração para a escolha das esquadrias
Profissionais do escritório Meneghisso & Pasquotto Arquitetura falam sobre o que é preciso observar nos tipos de portas e janelas de forma a garantir conforto termoacústico, manutenção facilitada e durabilidade Nesta residência na Granja Viana, as esquadrias escolhidas pelos arquitetos Alexandre Pasquotto e Mariana Meneghisso proporcionam iluminação e ventilação natural para a área gourmet e o vidro tratado impede que o sol desgaste os móveis internos | Projeto Meneghisso & Pasquotto Arquitetura | Foto: JP Image As esquadrias de portas e janelas não são escolhidas apenas pela estética: elas desempenham um grande impacto no conforto térmico, na iluminação natural, na acústica e até na durabilidade da edificação ao longo dos anos. Essas questões se tornam ainda mais evidentes dentro da arquitetura contemporânea que enfatiza grandes aberturas de vidros para aproximar as áreas externas ao interior das edificações. Antes ajustadas em janelas menores e mais compartimentadas, o elemento passou por uma transformação importante nas últimas décadas e atualmente é visto sob a alcunha de amplos panos de vidro encontrados nas sacadas de apartamentos e residências. “Os modelos de vidro acompanham uma mudança importante no modo de vida dentro de casa”, explica o arquiteto Alexandre Pasquotto, sócio da também arquiteta Mariana Meneghisso no escritório Meneghisso & Pasquotto Arquitetura. “Esse caminho também favorece a entrada de luz natural e ventilação cruzada que tanto são benéficas para o meio ambiente e o bem-estar dos moradores”, complementa. O domínio das esquadrias e vidros No projeto desta residência idealizada pelos profissionais do escritório Meneghisso & Pasquotto Arquitetura, a luz natural valoriza materiais, revestimentos e elementos decorativos | Foto: JP Image Para Mariana Meneghisso, o impacto das esquadrias também influencia diretamente a atmosfera da casa. “O vidro deixa os ambientes mais leves, sofisticados e muito mais conectados com a paisagem do entorno. Mesmo em apartamentos menores, uma pequena abertura faz o espaço respirar melhor e propicia a sensação de liberdade dentro do imóvel”, comenta. Mas e o calor? Querer aproveitar uma varanda envidraçada às três da tarde é uma das maiores preocupações de quem deseja investir em grandes aberturas de vidro. O receio de passar muito calor, de acordo com os profissionais, depende diretamente do estudo do projeto: quando não existe um estudo adequado de ventilação e proteção externa, o ambiente corre riscos de superaquecer no decorrer do dia. “O problema não está na utilização do vidro em si, mas na forma como ele é especificado”, constata Alexandre. Para controlar a elevação da temperatura, os arquitetos Alexandre Pasquotto e Mariana Meneghisso, argumentam que a utilização de elementos arquitetônicos como brises, beirais e recuos ajudam nessa regulagem sem comprometer a iluminação natural | Projeto Meneghisso & Pasquotto Arquitetura | Foto: JP Image Além do mais, atualmente existem tecnologias capazes de reduzir significativamente a entrada de calor como vidros com controle solar, películas especiais e sistemas insulados. Para Mariana, o segredo está justamente no equilíbrio entre luminosidade e conforto. “As pessoas querem casas mais claras e integradas, mas também desejam ambientes agradáveis para viver. O bom projeto consegue filtrar o excesso de calor sem perder a sensação de amplitude e conexão com o exterior”, afirma. Madeira, alumínio, serralheria ou PVC? A escolha da estrutura das esquadrias costuma dividir opiniões, porque cada material possui características específicas tanto no desempenho, quanto na estética. Neste apartamento com a assinatura do escritório Meneghisso & Pasquotto Arquitetura o fator salinidade foi decisivo para a aquisição das esquadrias, já que está localizado no Guarujá, litoral sul de São Paulo | Foto: Livia Krass Segundo os arquitetos, atualmente o alumínio é a saída mais empregada nos projetos por combinar resistência, baixa manutenção e versatilidade estética. O material é indicado para áreas expostas à umidade ou mudanças climáticas, além de funcionar muito bem em grandes vãos. “O material apresenta um excelente desempenho, especialmente quando recebe pintura eletrostática ou anodização, e demanda baixa manutenção no dia a dia”, completa Alexandre. Associada ao estilo industrial e contemporâneo, a serralheria permite perfis mais finos e delicados visualmente, resultando em um desenho mais elegante e minimalista para portas e janelas. Em compensação, o arquiteto pontua a necessidade de manutenção frequente para evitar oxidação ao longo do tempo. Sempre associada ao aconchego e à sofisticação natural, a madeira é referência nos projetos que se conectam com uma linguagem mais afetiva. Entretanto, apesar do forte apelo visual, ela demanda um tratamento específico e manutenção preventiva para lidar com as intempéries da natureza. Já os caixilhos de PVC também vêm conquistando espaço em projetos que buscam alto desempenho térmico e acústico, principalmente em residências localizadas em regiões de clima mais extremo ou em áreas urbanas com maior incidência de ruídos. Além da durabilidade e da baixa manutenção, o PVC oferece boa estabilidade e pode receber acabamentos que simulam madeira, ampliando as possibilidades estéticas. "Quando bem especificado, é um material bastante eficiente e que entrega excelente desempenho ao longo dos anos", explica Alexandre Pasquotto. Estilo de cores Durante muito tempo, o preto dominou os projetos contemporâneos. No entanto, as esquadrias ganharam abertura para aderir novas cores e acabamentos. Para Mariana, os tons grafite, bronze, champagne e amadeirados estão cada vez mais presentes, principalmente quando existe a intenção de um visual mais sofisticado. Todavia, a cor não é apenas um detalhe, uma vez que também interfere no comportamento térmico do material. “Tons mais escuros absorvem mais calor, o que pode influenciar na dilatação dos perfis e no conforto térmico dos ambientes, a depender da incidência solar”, pontua. Dependendo da cor escolhida, é possível deixar o projeto mais atual, mais elegante ou mais acolhedor | Projeto Meneghisso & Pasquotto Arquitetura | Foto: JP Image A arquiteta acredita que a definição precisa levar em conta fatores como orientação solar, exposição ao calor e linguagem arquitetônica da casa. “As esquadrias funcionam quase como molduras da paisagem”, define. Vidro ideal Uma das dúvidas mais comuns envolve a espessura correta do material, que deve levar em consideração o tamanho da peça, altura da instalação, incidência de vento, localização do imóvel e até o nível de ruído externo. “Em panos de vidro de grandes dimensões, a espessura e a composição do vidro deverão ser dimensionadas conforme as normas técnicas aplicáveis, considerando as dimensões da peça, cargas de vento, sistema de fixação e condições de uso. Nas áreas sujeitas a impacto humano ou de circulação, deverão ser empregados vidros de segurança, preferencialmente laminados ou temperados, de forma a garantir desempenho estrutural e segurança aos usuários”, esclarece Alexandre. Além da segurança, o conforto termoacústico também pesa na especificação. Em regiões urbanas movimentadas ou fachadas muito expostas ao sol, é frequente a especificação de vidros duplos ou a adoção de soluções específicas para o controle solar. Erros mais frequentes Mesmo uma esquadria de alta qualidade pode perder a eficiência quando executada sem acompanhamento técnico adequado | Projeto Meneghisso & Pasquotto Arquitetura | Foto: JP Image Apesar da estética sofisticada, muitos problemas relacionados às esquadrias surgem justamente pela falta de atenção aos detalhes técnicos. Os profissionais enumeram fatores como perfis subdimensionados, vedação inadequada, falhas nas roldanas e trilhos sem drenagem correta como os problemas mais comuns nas obras. “Muitos ainda tratam a esquadria como um item secundário da obra quando, na verdade, ela é um sistema técnico bastante complexo”, alerta o arquiteto. Segundo ele, trilhos sem sistema de drenagem adequado provocam infiltrações e acúmulo de água, enquanto roldanas incompatíveis com o peso das folhas comprometem o funcionamento e aceleram o desgaste estrutural. Mas, atenção! Alexandre e Mariana ainda ressaltam o impacto direto que as esquadrias exercem no desempenho global do projeto. Mas o que isso significa? “No fim, a escolha adequada das esquadrias é o que equilibra estética, desempenho e manutenção”, resume Alexandre. Já Mariana reforça que, além da funcionalidade, elas também ajudam a construir a personalidade da casa. “Elas moldam a forma como a luz entra, como a paisagem aparece e como os ambientes se conectam. E isso muda completamente a sensação de viver naquele espaço”, finaliza. Sobre a Meneghisso & Pasquotto Arquitetura Com referências importantes na viabilidade executiva do projeto, somado a formação afinada em forma e estética, a dupla de arquitetos se completa na criação e concepção dos trabalhos. O escritório atua em projetos residenciais, comerciais e corporativos. Tendo como premissa produzir soluções, através de projetos autorais funcionais, atemporais, nos diversos vieses estéticos e de estilo, que traduzam boa arquitetura e a personalidade do cliente. Fontes: @meneghisso_pasquotto_arq | dc33 Comunicação | Emilie Guimarães
- Centro de usinagem de 5 eixos amplia flexibilidade e produtividade industrial
O centro de usinagem CNC Comet R6 I, da fabricante Emmegi, foi desenvolvido para trabalhar com barras e peças em alumínio, PVC, ligas leves e até aço. O equipamento opera em duas modalidades: monozona, voltada à usinagem de barras inteiras de até 7 metros, e pendular, que permite produzir diferentes peças simultaneamente em duas áreas de trabalho independentes. Usinagem em múltiplos ângulos e maior capacidade técnica O modelo conta com um eletromandril de 5 eixos que possibilita a execução de usinagens em diferentes faces do perfil sem necessidade de reposicionamento da peça. Os movimentos controlados permitem rotações amplas, garantindo maior versatilidade para operações industriais. Interface e ergonomia voltadas ao operador O centro de usinagem possui interface com tela tátil de 24 polegadas, com possibilidade de rotação para melhor visualização. O sistema também permite integração com dispositivos externos, como leitores de código de barras, facilitando a operação e o controle de processos. De acordo com a empresa, o plano de trabalho móvel e a organização dos comandos buscam melhorar a ergonomia durante as etapas de carga e descarga das peças. Automação e organização de ferramentas As morsas motorizadas funcionam de forma independente e são controladas pelo CNC, permitindo ajustes automáticos durante a operação. Já o armazém de ferramentas integrado ao eixo X comporta até 12 posições, incluindo lâminas de até 2250mm, o que reduz o tempo de troca e deslocamento durante o processo produtivo. Sensores garantem o correto posicionamento das ferramentas, contribuindo para maior precisão e segurança. Para mais informações: emmegi.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)















