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- VEJA FUNCIONALIDADES DO CENTRO DE USINAGEM DE PERFIS DE ALUMÍNIO FMC 370
Com quatro eixos controlados para a usinagem de perfis de alumínio de seção 180×270 mm e perfis tubulares de aço de até 3 mm de espessura, o centro de usinagem FMC 370, da Fom Industrie, fabricante de máquinas e ferramentas para a indústria de esquadrias de alumínio e uPVC, esteve entre as máquinas da empresas expostas na FESQUA - Feira Internacional da Indústria de Esquadrias, no último mês de setembro. O centro de usinagem está equipado com um eletromandril resfriado a líquido de 7 kW, que permite produzir peças com pontas fresadas, usinadas sob medida, e realizar furos roscados. CARACTERÍSTICAS • 1 X-FLOW de série • Usinagem pendular multipeça • Magazine de ferramentas alojado na cabeça • Campo de trabalho do eixo X de até 7200 mm Fonte: Fom Industrie
- FISE MOTORES E COMPONENTES LANÇA 78 PRODUTOS NA FESQUA
No último mês de setembro, a Fise, fabricante de componentes para esquadrias, participou da FESQUA - Feira Internacional da Indústria de Esquadrias, o maior evento do segmento de esquadrias e vidro da América Latina, com o lançamento de 78 produtos. “Com foco na inovação e na qualidade, os destaques apresentados reforçam o pioneirismo e o compromisso da empresa em fornecer soluções de alta performance para o mercado”, afirma a empresa. Entre os principais lançamentos, estão: cremonas multiponto fabricadas em inox 304 e isentas de zamac, trazendo mais resistência e durabilidade contra intempéries e corrosão. “Essas cremonas são versáteis e podem ser aplicadas em três diferentes medidas de comprimento: 400 mm, 800 mm e 1200 mm, atendendo a diversas necessidades de instalação”, destaca a marca. Outra novidade foi o braço projetante overlap, primeiro em inox 304 no Brasil, que oferece robustez e eficiência para sistemas de fachadas unitizadas com overlapping do vidro, garantindo resistência à corrosão. Além disso, a empresa apresentou uma nova linha de maçanetas com design moderno e reto, desenvolvidas para diversas tipologias, como corrediça com e sem base, giro e maxim-ar. Essa versatilidade permite a adaptação dos produtos a diferentes tipos de esquadrias, sem abrir mão do estilo e funcionalidade. Complementando as novidades, a marca introduziu uma exclusiva pintura especial em madeira para componentes metálicos, trazendo sofisticação e elegância ao design, sem comprometer a resistência e durabilidade do material. “Com essas inovações, a Fise Motores e Componentes reafirma seu papel de pioneirismo no setor, oferecendo soluções que combinam qualidade, durabilidade e design”, conclui a empresa. Fonte: Fise
- 3 DICAS PARA FECHAR MAIS ORÇAMENTOS
A ECG Softwares, desenvolvedora de sistemas de gestão para têmperas, atua com distribuidoras, vidraçarias, serralherias, esquadrias de alumínio e esquadrias de PVC. A marca traz 3 dicas para a empresa fechar orçamentos, acompanhe. 1- RETORNE O CONTATO RAPIDAMENTE Com a internet e facilidade de obter informações, o cliente se tornou imediatista e, se seu concorrente tem uma preocupação maior em responder imediatamente, talvez não dê tempo de você ter sequer a oportunidade de competir. Sendo assim, esteja sempre disponível e quando receber um contato, seja por mensagem, telefone ou pessoalmente, responda na hora dizendo ter recebido o pedido de orçamento e que retornará o mais breve possível. Cumpra a promessa. 2- SEJA BEM ESPECÍFICO O orçamento tem que ter a ferragem especificada e mostrar tudo que será colocado, inclusive na visita é interessante levar o modelo das peças que serão aplicadas para que o cliente entenda a qualidade do serviço final. É legal ter amostras dos produtos para apresentar. Se o cliente enxergar o valor não ficará preso apenas ao preço. Dados mostram que 80 a 90% dos orçamentos são fechados quando apresentados pessoalmente, com explicação e amostras dos produtos que serão instalados, contra apenas 30% dos enviados por e-mail. Defender sua proposta é uma negociação, desvie o foco do preço para a qualidade. 3 - ORÇAMENTO ACESSÍVEL Orçamento impresso é muito bom e garante uma boa etapa do seu atendimento, mas lembre-se que você precisa estar na internet também, como whatsapp e e-mail. E encaminhar seu orçamento personalizado por esses meios acaba se tornando fundamental para dar agilidade ao atendimento. Não faça isso de forma que anule o orçamento impresso, mas de forma que complemente. “A taxa de objeção pode ser diminuída garantindo uma boa primeira impressão. Atenda seu cliente com um orçamento personalizado pelo ECG Glass e aumente ainda mais a chance de fechar novos negócios!”, afirma a empresa. Fonte: ECG Softwares
- ARQUITETO BRASILEIRO CONQUISTA CATEGORIA ESPECIAL DO PRÊMIO ADUS LATAM
Aos 88 anos, arquiteto paulistano Décio Tozzi tem trajetória de destaque reconhecida em histórica celebração da arquitetura latino-americana A arquitetura brasileira viveu um momento histórico na noite do dia 2 de outubro, durante a cerimônia de premiação do Prêmio de Arquitetura e Design Urbano Sustentáveis ADUS LATAM 2023/2024 , organizado pela Saint-Gobain, companhia global líder em construção leve e sustentável. Em um momento em que a Argentina respira arte, arquitetura e design, na semana que antecede a 19ª Bienal de Arquitetura, a celebração reuniu grandes nomes de toda a região latino-americana e o Brasil teve um lugar de prestígio. Aos 88 anos, o paulistano Décio Tozzi foi o vencedor da edição na categoria Trajetória e foi aplaudido por mais de 200 pessoas durante a cerimônia no Salão Dourado do Teatro Colón, em Buenos Aires, Argentina. Autor de projetos icônicos – como a Escola Jardim Ipê e o Parque Villa Lobos, com estruturas como seu Orquidário e sua Ilha Musical –, Tozzi é considerado um mestre na tradução de plasticidade a partir dos elementos de luz, espaço e matéria em seus trabalhos. Sua obra se destaca pelo uso inovador do concreto, criando espaços leves e luminosos que contrastam com a dureza do material, alcançando uma poética espacial única. Ao longo de sua carreira, Tozzi transitou por uma ampla gama de projetos: residências, edifícios institucionais, industriais e urbanísticos, todos com um rigor estrutural marcante. Como um dos expoentes mais expressivos da "Escola Paulista", sua arquitetura, ao diluir a relação entre espaço e sociedade, apresenta uma nova proposta de solução espacial para a sociedade metropolitana pós-industrial. "Ser agraciado com o prêmio trajetória foi uma surpresa muito bem-vinda, especialmente em Buenos Aires, cidade que tanto amo. Agradeço imensamente à organização do evento, aos membros do júri e à Saint-Gobain pela honra. Espero que tal prêmio seja um estímulo para jovens arquitetos no começo de suas trajetórias", afirmou Tozzi. Javier Gimeno, CEO da Saint-Gobain para a América Latina, destacou a importância da trajetória de Décio Tozzi como uma referência incontestável para a arquitetura latino-americana. "A obra de Tozzi transcende fronteiras, sendo um exemplo de inovação, arte e sustentabilidade. Seu trabalho reflete o compromisso com o desenvolvimento de projetos que integram harmoniosamente o ambiente natural e o construído com a ocupação social e o entorno, e, assim, inspiram toda uma nova geração de arquitetos em nossa região. Celebrar sua trajetória com o Prêmio ADUS LATAM é reconhecer sua contribuição duradoura para a arquitetura no Brasil e além", afirmou Gimeno. PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA HISTÓRICA Realizado bienalmente, neste ano o Prêmio ADUS LATAM abriu o edital, pela primeira vez, para inscrição de projetos de profissionais e estudantes dos sete países onde a Saint-Gobain tem presença industrial: Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, México, Peru e Uruguai. O Brasil respondeu com ¼ (um quarto) dos mais de dois mil projetos inscritos, e a celebrada premiação de Décio Tozzi na categoria Trajetória . Além do reconhecimento pelo conjunto de sua obra, o vencedor do Prêmio ADUS LATAM Trajetória recebeu ainda um prêmio de 20 mil dólares. A edição premiou ainda outros quatro projetos inovadores e comprometidos com a sustentabilidade nas categorias prática acadêmica, ouro, prata e bronze. O total em prêmios foi de 160 mil dólares (mais de 850 mil reais); sendo o maior prêmio no valor de 60 mil dólares. OUTROS VENCEDORES DA EDIÇÃO 2023/2024 Prêmio ADUS LATAM Ouro: Escola Rural Pivadenco, Chile Autores: MAPAA (Cristián Larraín + Matías Madsen), Duque Motta & AA (Rodrigo Duque Motta) Colaboradores: Francois Jullian, Alessandra De Lisio, Nicolò Zingoni Prêmio ADUS LATAM Prata: CIVAC Parque Linear, Centro Cívico e Skatepark, México Autora: Rozana Montiel Colaboradora: Claudia Rodríguez (coautora) Prêmio ADUS LATAM Bronze: Casa Manire, Peru Autor: Martín Dulanto Colaboradores: Puna Estudio (design de interiores) Reconhecimento ADUS LATAM à prática acadêmica: Novas Paisagens Industriais, Argentina Autora: Laura Paz Tutor: Martín Benavidez, professor assistente da cátedra O Prêmio ADUS LATAM, organizado pela Saint-Gobain, busca promover projetos arquitetônicos que integrem soluções sustentáveis, contribuindo para o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas em ambientes urbanos e rurais. Esta primeira edição na América Latina reforça o compromisso da Saint-Gobain com o futuro da construção e o desenvolvimento sustentável na região. O júri, responsável por selecionar os projetos vencedores, foi composto por figuras de renome internacional, como Gerardo Montaruli (Federação Panamericana de Associações de Arquitetos), Josep Ferrando, presidente do júri (Espanha), Nicolás Campodónico (Argentina), Lilian Dal Pian (Brasil), Felipe Assadi (Chile), Camilo Restrepo Ochoa (Colômbia), Gabriela Carrillo (México), Patricia Llosa Bueno (Peru), Marcelo Danza (Uruguai), Javier Gimeno (VP Latam da Saint-Gobain) e Macarena Ramírez (Diretora de Marca e Comunicações da Saint-Gobain LATAM). “Nesta nova formatação ampliada do Prêmio ADUS, contamos com a força regional dos países da América Latina onde a Saint-Gobain está presente e buscamos dar luz a projetos que contribuem para a solução do déficit habitacional que existe na nossa região, além de estar em linha com a atuação da nossa companhia frente aos desafios complexos do mundo, sempre acompanhada de um cuidado com os recursos naturais e com as pessoa s ”, explica Macarena Ramírez, diretora de marca e comunicação externa LATAM. Fonte: Saint-Gobain/Weber Shandwick
- METODOLOGIA DE VISTORIAS E INSPEÇÕES
*Por Felipe Lima Engenheiro civil, professor e consultor em patologia das construções e fundador da Adpat Brasil A patologia das construções é uma área da engenharia dedicada ao estudo das manifestações patológicas nas edificações, com o objetivo de identificar suas causas, consequências e possíveis intervenções. Os métodos de vistoria e inspeção são ferramentas fundamentais para o diagnóstico de problemas nas construções. Conceitos relacionados à vistoria predial, técnicas de inspeção, métodos de ensaio e a importância da manutenção preventiva para garantir a durabilidade e o desempenho das edificações devem ser estudados e considerados ao longo do trabalho. A manutenção de edificações é um dos principais desafios da engenharia civil, especialmente no que diz respeito à durabilidade e segurança. A falta de manutenção ou sua execução inadequada pode resultar em custos elevados para a correção de problemas e comprometer a integridade estrutural dos edifícios. Nesse contexto, os métodos de vistoria e inspeção predial tornam-se essenciais para diagnosticar anomalias de forma precoce, permitindo intervenções que prolonguem a vida útil das construções e contribuam com seu desempenho adequado. A vistoria predial é a etapa inicial de qualquer processo de investigação diagnóstica, caracterizada pela observação sensorial e constatação de problemas. Ela é crucial para identificar sinais de deterioração, como fissuras, umidade, falhas de revestimento e problemas estruturais, que podem indicar anomalias mais graves. A inspeção predial é um processo mais abrangente. De acordo com a ABNT NBR 16747 — Inspeção predial - Diretrizes, conceitos, terminologia e procedimento, a inspeção predial visa analisar de forma completa a documentação e o histórico da edificação, classificar a origem dos problemas, avaliar o desempenho, o estado de conservação e a manutenção, além de propor medidas corretivas ou a realização de inspeções especializadas. O Boletim Técnico 06, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, elaborado pelo engenheiro Norberto B. Lichtenstein e publicado em 1986, apresenta um fluxograma amplamente utilizado até os dias de hoje para organizar o processo de resolução de problemas patológicos (Figura 1). Destaca-se neste fluxograma a fase inicial, em que, ao se identificar um problema patológico, a metodologia recomendada inicia-se com a vistoria do local. O objetivo dessa vistoria é realizar um diagnóstico, que pode envolver etapas como anamnese, exames complementares e pesquisa detalhada. Em uma adaptação ao fluxograma de Lichtenstein, o escritório FSL utiliza a metodologia apresentada na figura 2, incluindo a fase de contratação dos serviços de consultoria, desde o momento em que o cliente apresenta o problema que há em sua edificação e solicita uma proposta comercial. Após o contato inicial com o problema patológico, torna-se necessária uma análise preliminar, que servirá de base para a elaboração de um plano de trabalho. Esse plano definirá os custos e resultará na proposta comercial, considerando a quantidade de horas técnicas e o conjunto de ensaios necessários para o plano de inspeção, que variam conforme o caso. Com a contratação formalizada, inicia-se a etapa técnica, começando pela anamnese completa e pela vistoria detalhada. Esta vistoria, realizada de forma sensorial e com máxima atenção, é crucial, pois fornecerá as informações fundamentais para a definição do plano de ensaios e investigação, orientando a coleta de dados necessários para o diagnóstico. Estude as metodologias utilizadas, adapte-as conforme sua experiência e necessidade, e lembre-se de que os métodos nos protegem e oferecem a base indispensável para o desenvolvimento do nosso trabalho. Por meio de uma análise técnica criteriosa e ensaios especializados, é possível identificar com maior precisão os problemas que afetam as construções e propor intervenções que aumentem sua vida útil. A manutenção preventiva, aliada a inspeções regulares, contribui diretamente para o desempenho das edificações, reduzindo os custos com reparos corretivos e promovendo um ambiente seguro para os usuários. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- 15º TECNOVIDRO: SIMVIDRO-MG REALIZA EVENTO EM CONTAGEM
O Sistema Integrado Mineiro do Vidro Plano (SimVidro-MG) apresentou nos dias 01 a 04 de outubro a 15ª edição do Tecnovidro no Senai Cedetem em Contagem (MG). Os presidentes Maurício de Souza Lima (Sindimov-MG) e Geraldo Júnior (SimVidro) ficaram satisfeitos e empolgados com os resultados alcançados no primeiro evento realizado de forma conjunta para os públicos moveleiro e vidraceiro do estado, onde reuniram 254 participantes. A programação contou com oficinas, seminários, reunião de associados e um happy hour para os associados, amigos, parceiros e patrocinadores do evento. Nos dois primeiros dias a entidade mineira realizou a Oficina Prática de Sistema Glazing, em parceria com o aplicativo Meu Vidraceiro. Além de aprender as particularidades para realizar o orçamento, projeto, confecção de estruturas e instalação, os participantes também puderam conhecer mais sobre o aplicativo. Reprodução: SimVidro No terceiro dia a entidade organizou o 5º Seminário de Vidros e Esquadrias, que teve como mestre de cerimônias Luis Tavares, diretor do GRUPO CONTRAMARCO. Emir Debastiani, engenheiro de aplicação e desenvolvimento da Dow Brasil, ministrou a palestra “Sistemas de Esquadria de Alumínio – Como garantir 50 anos de durabilidade em colagem estrutural com silicone”. O engenheiro civil Eduardo Silva, especificador técnico da Udinese Assa Abloy, abordou o tema “Inovações em Acessórios para Esquadria – Automações que agregam valor”. A arquiteta Flávia Baldini apresentou o Educavidro, uma plataforma de ensino a distância desenvolvida pela Abravidro e Abividro, na palestra “Educavidro e Vidros para Esquadrias”. A programação do terceiro dia foi encerrada por Franco Faldini, que palestrou sobre o tema “Design Minimalista e Grandes Vãos – Os desafios das novas tendências de esquadrias de vidro pelo mundo”. O último dia de evento teve a primeira edição do Seminário de Vidros para Movelaria, também comandado por Luis Tavares e encerrado por Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), onde falou da importância de ações conjuntas entre entidades cujos os mercados conversam e que empresários devem priorizar os eventos e encontros, pois eles ajudam no crescimento dos negócios. Após uma apresentação sobre as possibilidades do Educavidro para qualificação gratuita dos profissionais do setor, Franco Faldini ministrou a palestra “Vidros Estruturais em Móveis – Produtos, normas e aplicações”. O painel “Vidro na Movelaria – Vantagens e desafios” foi mediado por Maurício de Souza Lima, presidente do Sindicato das Indústrias do Mobiliário e de Artefatos de Madeira no Estado de Minas Gerais (Sindimov-MG) e sócio-proprietário da Madriart, e trouxe como convidados Luiz Campolina, designer de produtos e gerente do Senai Cedetem, e João Pedro Savoi, fundador da Vitsa e gestor-comercial da Top Móveis. A última apresentação do evento, também feita por Faldini, teve o tema “Vidros Aplicados ao Design dos Móveis – Tendências do mercado”. Para que eventos como o Tecnovidro aconteçam, é essencial empresas que apoiem e sejam parceiras. Nesta edição o SimVidro contou com as empresas: BendGlass, Alox e Lamina Temper, Cristal Quality, Fantástico Vidros, GRUPO CONTRAMARCO, WebGlass, Divinal Vidros, Minas Laminação, Glassparts, Educavidro, Vidro Certo, AGC, Cebrace, Guardian, Vivix, DallMinas, Udinese, Senai Cedetem, Sindimov-MG e FIEMG. Para mais informações e fotos, acesse: www.simvidro.com.br Fonte: SimVidro
- PAINEL RIPADO: TENDÊNCIA PASSAGEIRA OU ESCOLHA ATEMPORAL?
Arquitetas Adriana Yin e Alessandra Fuccillo, do Studio Elã, aconselham como usar paineis ripados na arquitetura sem que fiquem ultrapassados ao longo do tempo *Por Emanuelle Ormiga O painel ripado, com suas texturas e capacidade de adicionar movimento e um ar de sofisticação aos ambientes, ganhou destaque no universo da arquitetura e design de interiores. Mas será que essa tendência é passageira e se tornará datada com o tempo? Para as arquitetas Adriana Yin e Alessandra Fuccillo, do Studio Elã, os paineis ripados surgiram como uma solução criativa para fugir das superfícies lisas de madeira, trazendo um toque texturizado aos ambientes. “Eles são uma excelente opção para quem deseja mesclar materiais, sem tornar o espaço visualmente cansativo,” explica Adriana. Em alguns dos seus projetos, as arquitetas souberam equilibrar a aplicação da madeira freijó lisa com ripados, adicionando camadas visuais sem sobrecarregar o ambiente. A versatilidade dos paineis ripados é um de seus principais atributos. Além de agregar movimento aos espaços, esses paineis também são uma solução eficaz para camuflar portas, integrando-as de forma quase imperceptível ao ambiente. “Essa capacidade de mimetização pode ser fundamental para criar um visual contínuo e harmonioso,” comenta Alessandra. Reprodução: Studio Elã Contudo, embora a frequência de aplicação dos paineis ripados esteja diminuindo, eles ainda ocupam uma posição de neutralidade estética e as arquitetas aconselham cautela para quem teme que essa escolha se torne datada. “Assim como as boiseries, que são elementos antigos que voltaram à moda, os paineis ripados podem ser usados de forma cuidadosa para garantir uma estética atemporal,” afirma Adriana. O segredo para evitar que tais elementos pareçam ultrapassados, segundo as arquitetas, está na moderação e na aplicação estratégica. “É importante saber dosar o volume de peças aplicadas para que a estética não se torne cansativa. Aplicar em detalhes pode ser a chave para manter a longevidade da escolha,” diz Alessandra. CONSELHOS DAS ESPECIALISTAS Ainda assim, é fundamental seguir padrões consistentes durante a aplicação, evitando erros comuns, como a quebra de simetria entre as ripas e os espaços entre elas. O Studio Elã enfatiza a importância de manter a harmonia visual ao longo de todo o projeto. Além disso, as arquitetas frisam que em um cenário de tendências em constante evolução, a orientação de profissionais qualificados é essencial para assegurar que os materiais e designs escolhidos resistam ao teste do tempo. “Nosso papel é ajudar os clientes a fazerem escolhas conscientes e garantir que o projeto permaneça elegante e relevante, independentemente das tendências,” concluem. Fonte: Studio Elã
- FACHADAS ATIVAS: TENDÊNCIA DINAMIZA ESPAÇOS URBANOS E PROMOVE INTERAÇÃO ENTRE ESPAÇOS PRIVADOS E CALÇADAS
Conceito que resgata a vitalidade das cidades incorpora mercados, salões de beleza, restaurantes, cafeterias e serviços comerciais nas fachadas dos empreendimentos residenciais Revitalizando o cenário urbano, as fachadas ativas quebram a barreira entre o residencial e o comercial, permitindo que tanto os condôminos quanto a população geral aproveitem espaços como cafés, salões de beleza, farmácias, lojas de conveniência e outros comércios localizados na “porta do prédio”. Essa abordagem não só impulsiona a economia local, como também cria ambientes mais agradáveis. A solução arquitetônica está presente nos maiores centros urbanos do mundo, como Nova Iorque e Paris, substituindo a paisagem fria de muros e grades de prédios por lojas e comércios no térreo. Leticia Marin, arquiteta do Grupo A.Yoshii, explica que a solução arquitetônica viabiliza centros comerciais descentralizados e traz diversos benefícios para empreendimentos residenciais, promovendo conforto e fácil acesso às mais variadas conveniências para os condôminos: “Um exemplo é a necessidade ou desejo de sair para comer. Onde a distância poderia ser um problema, as fachadas ativas oferecem uma solução: basta chamar o elevador, descer, e o restaurante está logo ali, a poucos passos. Isso proporciona um boost na qualidade de vida dos moradores, que passam a ter uma melhor relação com seu entorno urbano.” CONFORTO, CONVENIÊNCIA E SEGURANÇA EM ESPAÇOS DE USO MISTO Em Maringá, no Paraná, o Grupo A.Yoshii lançou o edifício residencial Vision, idealizado em um terreno de mais de 7 mil metros quadrados, se destaca como um exemplo de comprometimento com a ideia de “tudo em um só lugar”, com o Vision Mall , um complexo com 15 lojas localizadas na esquina do edifício e com acesso independente da torre residencial. O compromisso da construtora com a tendência de fachadas ativas se reflete também nas datas de entrega: o Vision está previsto para 2026, mas o Vision Mall será finalizado ainda em 2024, acelerando o desenvolvimento da Zona 08 de Maringá, onde o empreendimento comercial traz vida e facilidade aos moradores do entorno. Em Londrina, também no Paraná, a incorporadora apostou ainda mais no conceito com o Complexo Multiuso Raul Fulgêncio. Projetado em um terreno de mais de 5 mil metros quadrados, o complexo contempla um empreendimento com três tipologias, sendo um residencial, um corporativo e outro comercial — unindo harmoniosamente residências, comércios e escritórios em um só lugar. O R.F. Mall conta com oito lojas exclusivas a céu aberto, proporcionando conveniência e otimização do tempo aos moradores e usuários, que podem usufruir de serviços e produtos a poucos metros de distância. “Trazer esse dinamismo aos ambientes coletivos, tornando-os mais vibrantes, atraentes e convidativos, é o foco principal das fachadas ativas. Dessa forma, promove-se o engajamento social, a circulação de pedestres, melhora a segurança e facilita o dia-a-dia dos moradores do local”, comenta a arquiteta. Além de trazer essa facilidade ao mesclar os ambientes, as fachadas ativas também promovem a mobilidade ativa, ao incentivar o uso das áreas públicas sem a necessidade de automóveis. Ainda, o aumento na segurança é uma vantagem que pode passar despercebida. Embora muros altos e o “isolamento da rua” sejam frequentemente associados à segurança, a movimentação gerada pelos comércios também proporciona essa sensação de maneira mais eficaz. Além de tornarem as cidades mais amigáveis e agradáveis para pedestres, as fachadas ativas contribuem para a concentração de pessoas no local, colabora com a saúde física e mental da população, pois pode servir como um local de descanso após uma caminhada e concede acesso a produtos e serviços. A renovação da paisagem urbana propiciada por essa tendência também contribui para a vitalidade econômica da região. Fonte: Grupo A.Yoshii/Central Press
- CALCULADORA DE ECONOMIA DE ENERGIA COM VIDROS DE CONTROLE SOLAR ESTÁ DISPONÍVEL NO PORTAL VIDRO CERTO
Apresentada na FESQUA - Feira Internacional da Indústria de Esquadrias, no último mês de setembro, a nova calculadora do portal Vidro Certo permite calcular a economia de energia com vidro de controle solar, mostrando quanto é possível economizar de energia por m² de fachada em um ano aplicando vidros de controle solar. Diversas regiões brasileiras foram mapeadas para ajudar nos cálculos. A ferramenta está disponível para o público em geral, porém, arquitetos, engenheiros e profissionais do vidro poderão utilizar no dia a dia das obras. Desenvolvida pelo professor e doutor Fernando Westphal, a calculadora concentra anos de estudo em vidros de eficiência energética de maneira didática, auxiliando os profissionais a calcularem a economia gerada pelo vidro certo. “Além do mapa interativo, nós temos uma calculadora para você calcular a própria economia, seja para seu projeto pessoal ou para seus clientes!”, destaca o Instagram do portal Vidro Certo. Fonte: Vidro Certo
- ESTUDO MOSTRA PERFIL DO TRABALHADOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Webinar do SindusCon-SP discutiu possibilidades de atração de mão de obra para o setor Os trabalhadores ocupados (assalariados com e sem carteira de trabalho e por conta própria formais e informais) na construção civil brasileira são 7,065 milhões, dos quais 1,582 milhão estão no estado de São Paulo (dados de 2023). No Brasil, o trabalhador médio do setor é homem, tem cerca de 41 anos e o ensino fundamental incompleto. Em sua maioria, trabalha por conta própria de modo informal, cerca de 37,9 horas semanais e teve renda média mensal de R$ 2.116,13 no ano passado. A mão de obra feminina representa 4,4% desses ocupados. No estado de São Paulo, o trabalhador médio da construção é homem, tem cerca de 43 anos e o ensino fundamental completo. Em sua maioria, também trabalha por conta própria de modo informal, cerca de 38,8 horas semanais e teve renda média mensal de R$ 2.552,99, em 2023. Estes são alguns dos resultados de estudo encomendado pelo SindusCon-SP à consultoria Ecconit sobre o perfil destes trabalhadores. O estudo foi apresentado por Ana Maria Castelo, sócia da Ecconit, em webinar conduzido por Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia do sindicato, em 8 de outubro. Abrindo o webinar, Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP, assinalou que “o estudo traz uma base sólida para nossas ações de enfrentamento à falta de mão de obra. Já estamos atuando em diversas frentes para encontrar alternativas. E o estudo indica que estamos no rumo correto. O SindusCon-SP seguirá estimulando a industrialização, tornando a construção mais atrativa. Em paralelo, continuaremos com nossas iniciativas de capacitação e busca de novos ingressantes nas profissões do setor.” Segundo Eduardo Zaidan, a Missão Técnica que visitou a Espanha recentemente constatou os mesmos problemas vivenciados pela indústria da construção brasileira em relação à mão de obra: envelhecimento dos trabalhadores, dificuldade de retê-los, falta de interesse de jovens, assim como as medidas de mitigação – realização de treinamentos e o esforço em interessar jovens entre 15 e 17 anos nas profissões do setor. INFORMALIDADE Em sua apresentação, Ana Castelo mostrou que, entre 2012 e 2023, a informalidade (conta própria informal e assalariado sem carteira) aumentou, passando de 63,1% para 67% do total de ocupados na construção brasileira. Nesse período, a remuneração média ficou relativamente estável (0,3%). Já em relação a 2019, houve alta de 10,3%. Na construção civil paulista, a informalidade teve pequena queda entre 2012 e 2023, passando de 63,6% para 62,6% do total de ocupados no setor. Nesse período, a remuneração média caiu 4,5%. Mas em relação a 2019, houve alta de 9,8%. FORMALIDADE Segundo o estudo, os trabalhadores com carteira representam 25,5% do total de ocupados na construção, ou 4,8% do total de trabalhadores assalariados formais do país. Sua idade média é de cerca de 37,9 anos, têm ensino médio incompleto. Em 2023, trabalharam em média 41,5 horas e tiveram renda média mensal de R$ 2.859,89, elevação de 2,5% em relação a 2019. Desses trabalhadores, 9,2% são mulheres. Já os trabalhadores formais da construção no estado de São Paulo em 2023 representaram 27,1% do total de ocupados no setor ou 3,8% do total de trabalhadores assalariados formais do estado. Sua idade média era de 37,6 anos, tinham ensino médio incompleto e renda média de R$ 3.661,09, uma alta de 8,3% em relação a 2019. As mulheres representavam 12,4% deste contingente. ATRAÇÃO DE MAIS PESSOAL Ao longo dos anos, a população ocupada na construção melhorou sua formação, o que em parte explica a dificuldade em atrair jovens para o setor. Neste cenário, o estudo sugere várias ações para atrair novos contingentes da população para trabalhar no setor. Uma delas é aumentar a produtividade, investindo em maior industrialização, uma necessidade prioritária do setor. Processos construtivos mais industrializados envolvendo tecnologia abrem possibilidades de emprego atraentes, distantes do trabalho meramente braçal que caracteriza a atividade do setor. Com isso, abre-se a porta para aumentar a proporção de mulheres nesta atividade, bem como para atrair os jovens a considerarem a construção como sua opção profissional. Neste caso, é preciso investir na formação dos jovens, divulgando as potencialidades do trabalho no setor, e na capacitação daqueles que optarem por se formar na construção civil. Além dos que estudam na rede de ensino, há aqueles entre 15 e 29 anos que não trabalham nem estudam, os chamados “nem-nem”, que representam 19,8% da população brasileira. Outra fonte de pessoal está entre os imigrantes, oferecendo oportunidades e capacitando-os para trabalharem no setor. Todas estas ações podem ser adotadas mediante parcerias com governos, associações e Organizações Não Governamentais (ONGs). DIFICULDADES O evento contou com a participação de David Fratel, Roberto Pastor e Sérgio Cincurá, membros do Comitê de Tecnologia e Qualidade da entidade envolvidos com atração e capacitação de pessoal. Fratel chamou a atenção para a dificuldade de atrair o jovem da geração Z para trabalhar na construção civil, mostrando-lhe que o setor dá sinais de inovação e industrialização. Ele relatou estar em andamento parceria com a ONG Mulheres em Construção, para capacitar mulheres em situação de vulnerabilidade no Senai-SP. Informou ainda que no Fórum Permanente da Negociação está se mudando a nomenclatura das profissões na construção para torná-la mais atrativa. Disse esperar que a reforma tributária também contribua para a industrialização na construção. A propósito desta reforma, Yorki Estefan informou que a construção está lutando por uma redução de 60% da alíquota do futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Comentou que também é preciso mostrar aos trabalhadores informais do setor as vantagens de se formalizarem, em termos de remuneração e estabilidade. Ana Castelo apontou dificuldades para tanto, como a alta rotatividade, a dificuldade na retenção e a baixa produtividade desses trabalhadores. Há exceções, apontou Fratel, como profissionais prestadores de serviços que ganham muito acima dos trabalhadores formais. A esse respeito, cabe um estudo mais aprofundado, propôs Pastor. Cincurá afirmou que o cenário é difícil. Falta mão de obra qualificada e falta mão de obra para qualificar, afirmou. As empresas estão se estruturando, porém luta com dificuldades como a elevada taxa de juros. Se os juros diminuírem e a demanda por obras aumentar, o problema da falta de pessoal se agravará, alertou. Além disso, salário baixo também implica baixa produtividade, ponderou. Pastor lembrou que, na crise de 2014 a 2017, o setor perdeu muita mão de obra. A partir de então, houve recuperação gradual da construção, que se acentuou a partir de 2021, gerando a escassez de pessoal qualificado. O desafio, segundo ele, é oferecer a capacitação fora dos canteiros de obras, para homens e mulheres que vivem em comunidades e necessitam de emprego. Outro problema, acrescentou, foi a elevação de custos, que retardou o avanço da industrialização. A pressão da falta da mão de obra deverá voltar a acelerar a industrialização, segundo ele, o que poderá atrair jovens. Mas, no momento, este processo está muito lento. A saída para a industrialização vem, mas é preciso investimento por quem produz e por quem utiliza, afirmou Zaidan. Segundo ele, a curva do crescimento econômico é uma senoide. Em uma atividade como a construção, que demanda grandes parcelas de capital para se desenvolver, é difícil um desenvolvimento sustentável para se fazer os investimentos necessários. Junto com os trabalhadores, acrescentou, deveríamos discutir como remunerar melhor os qualificados e elaborar um estatuto próprio das condições de trabalho no setor. Ana Castelo chamou a atenção para os prestadores de serviços da construção, onde residem os problemas de informalidade, alta rotatividade e baixa produtividade. Fratel lembrou que na ABNT há agora uma certificação de qualidade para essas empresas. Comentou que a falta de mão de obra no Nordeste está levando trabalhadores que vieram para São Paulo a retornarem para aquela região e outros a migrarem para Portugal. Fonte: SindusCon-SP
- OUSADIA ARQUITETÔNICA: PISCINA DE VIDRO SUSPENSA EM FACHADA. ENTENDA COMO É POSSÍVEL
Com projeto arquitetônico inovador que já ganhou até prêmio internacional, Infinitá Treehouse surpreende com piscina de 1,2 metros de profundidade na varanda Itajaí, um dos principais polos de valorização imobiliária do Brasil e que já ocupa a terceira posição no ranking nacional, abriga uma obra arquitetônica que promete redefinir os padrões de luxo e inovação na construção civil. O Infinitá Treehouse, empreendimento assinado pelos renomados escritórios Triptyque & Architects Office e que está sendo construído pela Blue Heaven Empreendimentos, em Itajaí (SC), introduz um elemento inédito no cenário imobiliário do Sul do país: uma piscina de vidro suspensa na fachada do edifício. A inspiração para incluir essa piscina de vidro na varanda dos apartamentos surgiu do desejo de integrar o mar e a natureza ao ambiente interno das unidades e com isso criar uma conexão entre o residencial e a paisagem natural que circunda o empreendimento. Para preservar a vista privilegiada para a Marina Itajaí e a Mata Atlântica, a laje foi rebaixada, o que resultou em um design que se tornou o ponto focal da fachada. “Ao trazer o mar para dentro das unidades em forma de piscina, criamos uma integração perfeita com o entorno para oferecer uma experiência visual única aos moradores”, explica Fabrício Bellini, CEO da Blue Heaven Empreendimentos. Reprodução: Blue Heaven Empreendimentos “A segurança estrutural da piscina de vidro, que tem 1,2 metro de profundidade, é garantida pela utilização de vidros com espessura de até 55mm, desenvolvidos e testados pela maior produtora de vidros da América do Sul. A equipe de engenharia enfrentou e superou desafios técnicos consideráveis para garantir a integridade e a durabilidade da estrutura. Para isso utilizou técnicas avançadas como a aplicação de concreto protendido em lajes nervuradas. Essa abordagem não apenas assegurou a sustentação da piscina, mas também contribuiu para a estética inovadora do edifício”, detalha o engenheiro civil, Natã Melo dos Santos, da Exponent Engenharia, responsável pela pelo projeto de estrutura do empreendimento. Além da piscina de vidro, o Infinitá Treehouse impressiona por suas soluções arquitetônicas e tecnológicas de ponta. Os apartamentos, com metragem que variam entre 350 m² e mais de 805 m², são praticamente cercados por vidro do chão ao teto, proporcionando aos moradores uma vista panorâmica e ininterrupta da natureza ao redor. A fachada do edifício é composta por jardins suspensos que reforçam a conexão com o meio ambiente e criam um "quadro vivo" que muda de acordo com as estações do ano. O empreendimento, localizado próxima da Beira-Rio e próximo às praias, uma das áreas mais valorizadas de Itajaí, já conquistou reconhecimento internacional ao receber o prêmio Rethinking the Future | Global Architecture & Design Awards 2023, que celebra obras excepcionais que promovem a reflexão sobre o futuro por meio da arquitetura e do design. “A Blue Heaven Empreendimentos investe na inovação e na qualidade como pilares da sustentabilidade e para atrair um público exigente, que busca não apenas um lar, mas uma experiência de vida em harmonia com a natureza. A piscina suspensa é apenas um dos muitos diferenciais deste empreendimento icônico, que coloca Itajaí no mapa da arquitetura de vanguarda e oferece aos seus moradores um padrão de vida elevado, em completa sintonia com o meio ambiente”, complementa Bellini. O Infinitá Treehouse também se destaca por sua localização estratégica, a poucos minutos de Balneário Camboriú, e por oferecer um lifestyle exclusivo, com apartamentos avaliados entre R$ 7 milhões e R$ 22 milhões, sendo este último o valor da cobertura triplex com mais de 760 m² privativos. O apartamento decorado, disponível para visitação, é uma verdadeira mostra arquitetônica, equipada com peças de design de renomados artistas brasileiros, como Jader Almeida e Sérgio Rodrigues, além de contar com automação de última geração. Fonte: Blue Heaven Empreendimentos/Rotas Comunicação
- SAIBA A IMPORTÂNCIA DO USO DO VIDRO EM ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS
Explorando a funcionalidade e o design através do uso inovador do vidro em estabelecimentos comerciais, com insights do arquiteto Daniel Santana O vidro, elemento vital na arquitetura moderna, transcende a mera funcionalidade para se tornar um emblema de design e inovação em estabelecimentos comerciais. Segundo o arquiteto Daniel Santana, o uso estratégico do vidro não apenas realça a estética dos edifícios, mas também maximiza a entrada de luz natural, contribuindo para uma atmosfera vibrante e convidativa. Em São Paulo, a capital da arquitetura brasileira, o vidro é protagonista em diversas construções notáveis, especialmente na região dos Jardins, onde sua aplicação é sinônimo de sofisticação e vanguarda. Contudo, o vidro carrega consigo desafios significativos, como a necessidade de controle térmico e acústico, aspectos que demandam atenção meticulosa durante o planejamento arquitetônico. A versatilidade do vidro permite uma variedade de usos, desde transparências variadas até a incorporação de películas protetoras, adaptando-se ao conceito e às necessidades específicas de cada projeto. No caso da Antoniolli Plásticos, um projeto assinado pelo arquiteto, o vidro foi empregado com maestria para forjar uma fachada que não apenas simboliza o dinamismo empresarial, mas também promove uma harmoniosa integração visual entre o interior e o exterior do prédio. Em resumo, o vidro, quando utilizado com discernimento e compreensão de suas interações com o ambiente, pode ser um recurso extraordinário. Ele oferece benefícios estéticos e práticos, mas seu uso deve ser equilibrado para evitar problemas como o superaquecimento, garantindo assim o bem-estar dos usuários e a sustentabilidade do projeto. O vidro, portanto, não é apenas um material de construção, mas um componente chave que pode transformar um espaço comercial em um marco arquitetônico. Fonte: Arquiteto Daniel Santana/Paris Comunicação














