top of page

BUSCAR

Buscar neste site

Resultados encontrados para busca vazia

  • Vidro canelado em alta novamente!

    Conheça a história do modelo e saiba como aplicar na sua obra Com estampas listadas, que podem ser instaladas na vertical ou na horizontal em janelas, móveis, divisórias e diversos outros locais, os vidros canelados oferecem como vantagens a privacidade parcial e a luminosidade.  O modelo se tornou o mais utilizado no Brasil no final da década de 30, quando ainda era importado, até o final da década de 70, competiu por muito tempo com o vidro comum, produzido pelo processo float . Após uma breve ausência, retorna como tendência em projetos arquitetônicos e na composição de móveis, principalmente em projetos com aspectos vintage e retrô. HISTÓRIA Em 1890 a vidraria Chance de Birminghan registrou a patente de uma máquina composta por dois rolos gravados em relevo. Estes imprimem uma estampa na folha de vidro como se esta fosse uma folha de papel. O sucesso desses vidros decorativos foi imediato na Europa, passando a serem comercializados mundialmente pela empresa francesa Saint-Gobain. Os vidros decorativos franceses começaram a chegar ao Brasil na década de 30, sendo chamados por aqui de “vidros fantasia”. Dentre eles, estava o canelado, que se destacava por suas linhas retas e modernas para a época. Também era uma opção interessante em substituição aos vidros transparentes produzidos por rolos lisos, que apresentavam ondulações e distorções. O concorrente de peso dos vidros canelados surgiu em 1950, quando foi inventado o vidro  float , também chamado de “vidro cristal”, por não apresentar as distorções de seus antecessores. Para fazer frente a esse concorrente, o canelado, que desde 1937 era produzido no Brasil pela Saint-Gobain e incluído em sua linha de produtos denominada “vidros impressos”, teve seu preço reduzido, o que deu sobrevida a esse produto até meados da década de 70 como um vidro popular de preço mais acessível. Na época, a principal vantagem apresentada pelos vendedores do canelado na comparação com o vidro  float , além do preço menor, era a privacidade parcial que ofereciam, dispensando muitas vezes a instalação de cortinas. O aspecto decorativo e a facilidade de limpeza também eram citados. Um fato curioso sobre os “vidros fantasia” é que, quando passaram a ser produzidos no Brasil receberam o nome de “vidros impressos”, como referência à passagem por dois enormes rolos que lhes imprimiam estampas variadas. Por algum tempo a associação com o passado foi justamente o fator que reprimiu as vendas dos vidros canelados. Os consumidores associavam suas texturas a um vidro popular e ultrapassado. Tudo muda com o surgimento da tendência em design que valoriza o clássico original (vintage) e o estilo retrô, que busca uma referência antiga para a criação de algo novo. O USO DO VIDRO CANELADO NOS DIAS ATUAIS O vidro canelado é produzido, por enquanto, somente na espessura de 4 mm, o que limita sua utilização, porém, pode passar pelo processo de têmpera, transformando-se no vidro canelado temperado, que possui resistência a impactos até cinco vezes maiores que o canelado comum.  Conforme a norma ABNT NBR 7199 — Vidros na construção civil — Projeto, execução e aplicações, vidros instalados acima de 1,10 m em relação ao piso devem ser de segurança, como os modelos laminado, temperado ou insulado (composto por um desses tipos). O vidro canelado, quando temperado, é considerado seguro e pode ser instalado abaixo de 1,10 m para aplicações como divisórias. Ele também pode ser utilizado em fachadas no pavimento térreo com desnível menor que 1,5 m ou em áreas planas, ou até mesmo em coberturas, quando compõem vidros insulados, desde que, nesta última aplicação, o vidro laminado seja instalado na parte interna. Após fazer parte da linha denominada “vidros fantasia”, passando depois a ser denominada “vidros impressos”, o produto atualmente é produzido unicamente pela fabricante Cebrace, que renomeou a linha: agora ela é denominada “Cebrace Texturizados”. Fonte: Divinal Vidros

  • ABNT promove lançamento de normas técnicas sobre perícias de engenharia na construção civil

    Evento híbrido acontece no dia 19 de outubro, às 19h, com transmissão pelo Canal do YouTube do Ibape-SP  A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (Ibape-SP) e o Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (Ibape) promovem, no dia 19 de novembro de 2024, a partir das 19h, o lançamento da norma ABNT NBR 13.752 - Perícias de engenharia na construção civil: 2024. O documento estabelece os termos, conceitos, definições, requisitos e procedimentos para as perícias de engenharia na construção civil. O lançamento será realizado durante o encontro mensal do Ibape-SP, na sede do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo - Crea-SP. O bate-papo será em formato híbrido, com transmissão pelo Canal do   Youtube do Ibape-SP  e contará na abertura com a participação do presidente do Ibape/SP, Marcos Mansour Chebib Awad, do presidente da ABNT, Mário William Esper, e da vice-presidente técnica do Ibape Nacional, Andrea Klüppel. A apresentação da nova norma será realizada pela engenheira civil especialista em perícias de Engenharia e Avaliações de Bens, Flávia Zoéga Andreatta Pujadas, pelo engenheiro e perito avaliador, Frederico Correia Lima, e pelo engenheiro civil e atual coordenador das Comissões de Estudos das normas Avaliação de Bens e Perícias de Engenharia na Construção Civil, da ABNT, Octavio Galvão Neto. Para participar é necessário realizar a inscrição pelo link:   Link   SERVIÇO Lançamento da norma ABNT NBR 13.752 - Perícias de engenharia na construção civil: 2024 Data: 19 de novembro Horário: A partir das 19h Local: Crea-SP Endereço:  Avenida Angélica, 2364, São Paulo Com transmissão pelo canal no   Youtube Fonte: ABNT

  • A Esplanada da Liberdade: novo símbolo de diversidade cultural em São Paulo

    Parte da ação que planeja devolver a cidade aos pedestres, o projeto aspira uma ampla praça pública para implementação de diversos usos O bairro da Liberdade, um dos locais mais vibrantes e turísticos da cidade de São Paulo, está prestes a presenciar mais um marco em sua trajetória: a construção da Esplanada da Liberdade, um projeto urbanístico que prevê a criação de um complexo sociocultural com teatro, áreas comerciais, espaços de convivência e um memorial étnico-cultural que homenageia as diversas comunidades que ajudaram a moldar a identidade da capital paulista. Esse ambicioso projeto, que integra o plano de revitalização do centro da cidade, é fruto de uma Parceria Público-Privada (PPP) entre a Prefeitura de São Paulo e a iniciativa privada. A pedido do órgão municipal, múltiplos escritórios de arquitetura nacionais e internacionais enviaram propostas de estudos elaborados, sendo escolhida para a consulta pública o conteúdo da Effect Arquitetura, que atuou ativamente na restauração do Museu da Vacina e Biblioteca do Butantan, além das reformas do Zoológico e dos parques Villa-Lobos e Candido Portinari. O Procedimento de Manifestação de Interesse, mais conhecido como PMI, é um processo administrativo que permite que os órgãos públicos solicitem estudos para projetos de interesse social, contando com a ajuda da iniciativa privada. Esses estudos de viabilidade tem a finalidade de subsidiar a administração pública com informações para estruturação de concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs). POR DENTRO DO PROJETO Situada no coração do bairro da Liberdade, a Esplanada será erguida sobre três lajes que conectarão quatro importantes viadutos da região: o Shuhei, o Mie Ken, o Cidade de Osaka e o Guilherme de Almeida. Esses viadutos, que cortam o bairro, serão transformados em plataformas de integração entre o espaço urbano e cultural da cidade, trazendo à tona a história e a importância multicultural da região. Segundo Erick Tonin e Celso Grion, especialistas em planejamento urbano e sócios à frente da Effect Arquitetura, um dos pontos centrais da proposta é a reconstrução do emblemático Teatro São Paulo, demolido nos anos de 1970 para dar lugar à Ligação Leste-Oeste, um dos mais importantes eixos viários da capital. A nova versão do teatro promete ser um ponto de encontro cultural onde apresentações teatrais, musicais e eventos artísticos poderão acontecer, resgatando a tradição de um dos mais icônicos palcos da cidade.  “O novo teatro será uma homenagem ao edifício original e que dialoga com o passado por meio do uso de códigos cromáticos e formas simbólicas que remetem aos diversos povos e culturas que formaram São Paulo”, afirma Erick Tonin. Além dele, a Esplanada contará com praças públicas, área comercial e estacionamento que atenderá às altas demandas de circulação da região. O projeto ainda prevê a construção de um edifício corporativo e um rooftop, reforçando a integração entre cultura, lazer e negócios na mesma área. BENEFÍCIOS PARA A POPULAÇÃO Dentre os objetivos da Esplanada da Liberdade, de acordo com Celso Grion, está o de devolver à população um espaço que, no passado, foi suprimido pela expansão viária e criação da Radial Leste, que cortou o bairro, resultando na perda de praças e outros edifícios históricos. Além disso, a proposta busca não apenas beneficiar os moradores do bairro, mas também desafogar as congestionadas ruas da Liberdade que já não conseguem acomodar o crescente fluxo de comércios, pessoas e atividades, ameaçando perder seus atrativos por conta da falta de organização urbana e infraestrutura adequada. “Essa é uma importante intervenção urbana para a cidade, pois o centro de São Paulo vem passando por um processo de decadência com problemas relacionados à segurança, infraestrutura e perda de espaços públicos de qualidade. A construção da nossa proposta da Esplanada da Liberdade surge como uma resposta a essa demanda, oferecendo um projeto que resgata a história e foca em um futuro mais inclusivo”, ressaltam os especialistas da Effect.  O projeto como um todo traz referências das diversas culturas e povos que ajudaram a formar a metrópole que hoje conhecemos. Desde o paisagismo, com a adoção de espécies nativas da mata atlântica, o desenho do piso das praças que retoma e demarca o antigo caminho do mar que por ali passava, a escolha dos materiais e cores comuns às diferentes culturas, como a cobertura escultórica em madeira, e com a incorporação de um equipamento cultural de memória, todos esses pontos tornam o projeto uma constituição única de diversidade e inclusão devido ao potencial de contar a história dos povos que originaram e formam, até hoje, o bairro e a cidade. O projeto também propõe uma revitalização econômica da região central de São Paulo. A área comercial atrairá investidores e empreendedores, gerando emprego e renda para a população, e o novo espaço será um ponto de encontro para o comércio local, fortalecendo as pequenas e médias empresas que já atuam na região. “Em termos de urbanização, o projeto é uma oportunidade única de modernizar a infraestrutura do bairro e criar um ícone para a cidade”, reflete Celso Grion. Com um planejamento urbano voltado para a sustentabilidade, a Esplanada deverá incluir soluções de melhorias da infraestrutura, da eficiência hídrica e da gestão da água com soluções de drenagem e com a adoção de Infraestruturas verdes. A diversificação da matriz hídrica com a adoção de fontes alternativas de água não potável – água de chuva, drenagem de fundação e água de reuso dos esgotos sanitários, incluindo a macro e micro setorização dos espaços –, serão um grande diferencial. Ademais, também estão previstas soluções de mobilidade, acessibilidade e espaços verdes que melhorem a qualidade de vida dos moradores e transeuntes, bem como a integração de pedestres e ciclistas, também estão considerados como meios de incentivar o uso de transportes não poluentes com vistas à promover um ambiente mais saudável para todos. UMA NOVA ERA PARA A LIBERDADE A conclusão do projeto promete transformar a Liberdade em um novo local de convergência para paulistanos, residentes de outros estados e turistas, mostrando que, mesmo em meio ao caos urbano, é possível engendrar espaços de convivência e celebração da história coletiva da cidade, destacando a contribuição de indígenas, africanos escravizados, portugueses, italianos, japoneses e outros imigrantes que influenciaram a cultura e urbanização de São Paulo. A proposta da Effect Arquitetura se fundamenta em três pilares de ‘Liberdade’: o direito à existência, que preserva as culturas originárias e suas rotas ancestrais; o direito à vida, igualdade e independência, homenageando a comunidade negra e sua luta por liberdade com espaços de memória material e imaterial; e o direito de ir e vir, ao celebrar a importância dos imigrantes, especialmente das culturas orientais, com elementos arquitetônicos que evocam suas tradições. “Essas colunas estão refletidas na arquitetura, paisagismo e escolha de materiais sustentáveis, como madeira e barro, que evocam as tradições já mencionadas, bem como a simbologia de tradições italianas fundidas nos espaços de convivência”, pontuam os sócios. Atualmente aprovada pela Câmara de São Paulo, a proposta do projeto está em fase de consulta pública, período em que o município recebe sugestões e recomendações tanto da população, quanto de empresas interessadas na concessão. O início das obras está previsto para 2025. “A participação ativa dos cidadãos nessa etapa é fundamental para garantir que os elementos identitários e históricos sejam adequadamente representados. Com a opinião das populações locais e a evolução do projeto ao longo de suas diferentes fases, esperamos que a esplanada se transforme num símbolo de união e diversidade, reafirmando São Paulo como uma cidade que honra suas raízes e celebra sua pluralidade”, acreditam Erick e Celso. Fonte: Effect Arquitetura/Dc33 Comunicação

  • Qual o momento ideal para instalar a esquadria na obra?

    Para garantir o desempenho das esquadrias e a estética, a instalação no momento certo é essencial. A opção evita retrabalhos, arranhões e manchas nas portas e janelas. A CDA Metais, fabricante e pintora de perfis extrudados em alumínio, apresenta um cronograma adequado para obter o melhor resultado na aplicação da esquadria na obra. ALVENARIA As paredes e vãos devem estar completamente finalizados e nivelados, garantindo um encaixe perfeito das esquadrias, sem a necessidade de ajustes posteriores. REBOCO SECO A instalação só deve acontecer após o reboco estar completamente seco, evitando danos ao material ou problemas com a vedação. PINTURA INICIAL A primeira demão de tinta deve ser feita antes da instalação das esquadrias, mas a última demão deve evitar sujeira ou manchas no material. ACABAMENTOS CONCLUÍDOS Revestimentos, como pisos e azulejos, devem estar instalados antes da colocação das esquadrias para evitar danos ao material durante o processo. INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONCLUÍDA Em casos de persianas integradas motorizadas, é crucial que a instalação elétrica esteja finalizada antes de aplicar as esquadrias, garantindo que o sistema funcione corretamente. ÁREA LIMPA A limpeza da área de instalação é essencial. É necessário remover a poeira, entulho e outros resíduos para garantir uma vedação perfeita e evitar danos às esquadrias. Fonte: CDA Metais

  • ACIDENTES DOMÉSTICOS: VEJA COMO AS ESQUADRIAS E A AUTOMAÇÃO PODEM AJUDAR A EVITÁ-LOS

    Por Stephanie Fazio No último dia (04) de novembro, o cantor Agnaldo Rayol, de 86 anos, morreu. De acordo com a sua assessoria, ele estava em sua casa, no bairro de Santana, zona norte de São Paulo, quando sofreu uma queda e bateu a cabeça. O cantor foi socorrido e encaminhado para o Hospital Hsanp, mas não resistiu ao ferimento, segundo a CNN Brasil. Em outubro deste ano, outro acidente doméstico chamou a atenção, desta vez, com o presidente Lula, que sofreu uma queda, bateu a cabeça e teve traumatismo craniano. O caso aconteceu no banheiro do Palácio da Alvorada, em Brasília (DF), e o presidente segue realizando exames e acompanhamento médico. Para entender mais sobre os elementos arquitetônicos que podem causar acidentes e o papel da esquadria, do guarda-corpo e da automação para evitá-los, a equipe da Revista Contramarco entrevistou o arquiteto Bruno Moraes, à frente do escritório BMA Studio. Revista Contramarco - Acidentes domésticos estão ocorrendo com frequência. Quais são os principais elementos arquitetônicos que podem causar acidentes? Bruno Moraes - Um dos principais elementos que eu vejo é o desnível do piso, o “tropeço” em uma pequena elevação, como da sala para varanda, ou num degrauzinho, ou numa baguete no meio do caminho, como vemos em banheiros, ou uma soleira que sai um pouquinho para cima do piso, ou uma escada que não tenha todos os espelhos iguais, o espelho da escada é a superfície vertical do degrau, quando dizemos não iguais é devido a alturas diferentes, por exemplo: 17, 17, 17 cm e o último degrau com 15 cm, é muito provável que as pessoas tropecem.  Outro fator que causa bastante acidente doméstico é a questão da especificação inadequada do piso, imagina um porcelanato escorregadio em áreas molhadas, como banheiros, eles são perigosos. Além disso, o acúmulo e a má distribuição do mobiliário, que obstruem as áreas de circulação, pode levar a acidentes e tropeços constantes em mesas de centro, cadeiras ao lado do sofá e outros. Um exemplo foi o caso de um familiar idoso que, ao sofrer uma queda de pressão, tropeçou e caiu em uma mesa de centro e fraturou costelas.  Quando se trata de uma residência para idosos, precisamos levar em consideração alguns pontos, como: será que faz sentido deixar esse mobiliário aqui? Eu também procuro especificar mobiliários com cores que realçam para facilitar a visualização, pois não dá para utilizar um sofá bege com piso e parede da mesma cor em uma casa para a terceira idade, por exemplo, pois idosos já não possuem a mesma percepção visual. Esse contraste de cores é importante na residência de um idoso ou em casas de deficientes visuais, sendo possível acrescentar contrastes de cores em pisos, paredes, tecidos e cadeiras. Para pessoas com dificuldade de mobilidade, com crianças ou com idosos, eu não aconselho ter tapete no meio da sala, especialmente se as bordas se levantarem e causarem tropeços. Até mesmo o projeto de iluminação, nós do escritório não recomendamos deixar uma casa totalmente ou parcialmente escura, isso atrapalha e as pessoas podem sim tropeçar e causar um acidente. Para atender à necessidade de acessibilidade em um sobrado, onde uma pessoa com dificuldade de mobilidade ou idosa possa residir, é essencial pensar em adaptações estratégicas para evitar riscos. Um exemplo que já apliquei foi a transferência do quarto de uma pessoa com mobilidade reduzida para o andar térreo, eliminando a necessidade de subir e descer escadas diariamente. É preciso avaliar o perfil dos moradores — sejam idosos, pessoas com mobilidade reduzida ou até crianças — para incorporar essas necessidades de forma cuidadosa ao projeto. Outro acidente muito comum hoje em dia é causado por vazamentos de gás. Os sensores de gás, que detectam vazamentos provenientes de aquecedores ou  cooktops e emitem alertas imediatos para a rede de apoio, são soluções.  Outra indicação é a instalação de fechaduras eletrônicas na casa com idosos, uma opção que está super em conta, pois os sistemas permitem que os moradores distribuam senhas para a rede de apoio - familiares ou cuidadores, facilitando o acesso em situações de emergência. Por exemplo, se alguém passar mal, as pessoas próximas poderão entrar rapidamente na residência para prestar assistência, sem precisar de uma chave. Nós também estamos com um caso no escritório que exemplifica a importância da segurança inteligente envolvendo um cliente cujo pai é diagnosticado com Alzheimer. Para evitar que ele saia de casa e se perca, integramos um sensor na porta de entrada que notifica os filhos sempre que a porta é aberta ou fechada, acionando a câmera e enviando alertas automáticos. Essa solução oferece um monitoramento constante que garante maior controle e segurança para todos, mas o ponto principal é entender quem será o morador e quais são as suas necessidades específicas. Revista Contramarco - De maneira geral, como as esquadrias contribuem para a acessibilidade dos espaços? Bruno Moraes - As esquadrias, se não forem cuidadosamente planejadas, podem causar acidentes. Um exemplo claro é o box do banheiro, que geralmente tem uma esquadria elevada para evitar o vazamento de água para fora da área molhada. No entanto, essa elevação pode representar um risco de tropeço para quem entra no box, especialmente para idosos ou pessoas com mobilidade reduzida. A elevação pode ser minimizada de acordo com a necessidade.  Há também a questão do acesso ao box de banheiro que, para garantir a segurança, precisa de um vão de abertura adequado para cadeiras de rodas, se necessário. Em um projeto recente para um casal idoso, planejamos o banheiro com portas mais amplas, possível de entrar com cadeira de rodas, e instalamos um banco de pedra no box, dando mais estabilidade para o uso. No caso de uma varanda integrada à sala, onde não há a mesma necessidade de retenção de água como no banheiro, é possível adaptar o espaço para eliminar desníveis e tornar o ambiente mais seguro. Em um projeto recente, a construtora havia entregue o apartamento com o castilho – trilho de base da porta de correr – elevado em relação ao piso, o que representava um risco de tropeço, especialmente para crianças. Para resolver isso, removemos o castilho elevado, quebramos o contrapiso e embutimos o trilho, deixando-o nivelado com o piso. Dessa forma, criamos uma passagem contínua entre a sala e a varanda, eliminando o desnível e garantindo que o ambiente fosse mais seguro para a circulação. Esse nivelamento é uma medida importante em projetos de acessibilidade, pois reduz significativamente o risco de acidentes, além de melhorar a fluidez do espaço. Revista Contramarco - Acidentes com guarda-corpo também podem acontecer. Indique as normas técnicas que devem ser seguidas para este elemento, citando altura e materiais indicados (no caso do vidro, informe qual o modelo ideal), entre outras características. Bruno Moraes - A norma técnica NBR 14.718 — Guarda-corpos para edificação determina que o guarda-corpo deve ter pelo menos 1,10 m de altura. O que eu indico para os meus clientes é o uso do vidro temperado. Quando o modelo temperado quebra, forma pedaços de vidro mais arredondados e não formam aquelas peças pontiagudas e cortantes, como o vidro comum.  Então, eu trabalho com vidro temperado em box de banheiro, em cobertura de vidro e em guarda-corpo. Mas eu não utilizo só o temperado, eu também aconselho fazer temperado e laminado, porque quando o vidro laminado quebra, ele tem uma lâmina, uma película, que além dele fazer as peças mais arredondadas, segura os pedaços de vidro como se fosse um Insulfilm de carro, 90% praticamente vai ficar no próprio local onde quebrou, evitando que caiam pedaços de vidro embaixo, no caso do guarda-corpo. Em apartamentos ou casas que têm janelas altas e se tem criança ou um idoso com Alzheimer, por exemplo, ou até mesmo casos agravados de depressão, é necessário instalar uma tela de proteção sempre. Não é porque a norma do guarda-corpo fala que tem que ter o guarda-corpo de 1,10 m que você está seguro. A gente precisa analisar todos os riscos. Revista Contramarco - Acrescente outras informações sobre o tema que não foram abordadas nas questões acima. Bruno Moraes -  Só para encerrar, quero ressaltar a automação. Tem muita gente que fala que automação é ruim e que atrapalha, no sentido de muitas configurações e não saber lidar, principalmente em casas com idosos, mas é preciso usar a automação a nosso favor. Igual o exemplo que eu comentei sobre abrir a porta e o sistema disparar e acionar a câmera mostrando quem entrou e saiu, também é possível colocar uma fechadura de controle de acesso para saber que horas a pessoa saiu e entrou. Há empreendimentos só para idosos, em caso de acidentes, você tem botoeira para acionar e chamar a emergência ou chamar seu vizinho. Hoje em dia, uma automação dentro de casa já configura, liga a sua TV e liga a iluminação, por exemplo. Com fechaduras eletrônicas, por exemplo, é possível liberar o acesso remotamente e, em casos de emergência, permitir a entrada de familiares ou uma rede de apoio. Sensores e câmeras, que podem ser acessados à distância, permitem monitorar o uso de eletrodomésticos, verificar vazamentos de gás ou conferir se o aquecedor foi desligado. Então, é interessante a gente pensar não só na escolha do piso, na altura do guarda-corpo ou na cor do móvel, a gente pode pensar em usar a tecnologia ao nosso favor como um artefato para minimizar acidentes dentro das residências.

  • AFEAL É REELEITA PARA PRESIDIR FORO IBERO AMERICANO DE PORTAS, JANELAS E FACHADAS DE ALUMÍNIO PELOS PRÓXIMOS 2 ANOS

    Ontem, Filipe Gattera, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal), marcou presença na reunião do Foro Ibero Americano del Cerramiento Acristalado – Foro Iberoamericano de Portas, Janelas e Fachadas, durante a Veteco, em Madrid, Espanha. No evento, as entidades participantes escolheram a associação para presidir o Foro nos próximos dois anos. A Afeal foi eleita por unanimidade. Foram duas reuniões. Na primeira, a “Jornada aberta do Foro Iberoamericano”, as entidades Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, República Dominicana, México, Espanha e Portugal fizeram uma breve apresentação do mercado nacional em cada país e relataram as ações que cada uma delas tem realizado para a evolução do mercado de esquadrias. “Depois tivemos outra reunião, a nossa reunião anual, mais fechada, somente com os presidentes de cada entidade. Os participantes realizaram apresentações de planos de ações do que poderia ser feito para trabalharmos juntos dentro do fórum e foi aberta a votação para a nova presidência”, contou Gattera. “Todas as entidades votaram na Afeal e agora assumiremos a presidência pelos próximos dois anos”, acrescentou. Questões como a qualidade dos produtos, normas, a formação dos profissionais do setor e a escassez de mão de obra são temas comuns que os diversos países encontram em seus mercados. A entidade atuará para aproximar as indústrias, compartilhar boas práticas e auxiliar na resolução destas grandes questões. Fonte: Afeal

  • EDIFÍCIO BRASILEIRO GANHA PRÊMIO INTERNACIONAL DE ARQUITETURA

    Infinitá Treehouse é o grande vencedor na categoria Arquitetura/Prédios Altos no People's Choice Award, no LOOP Design Awards 2024. Obra se destaca por suas amplas fachadas de vidro e piscinas suspensas  Divulgação: Rotas Comunicação O empreendimento Infinitá Treehouse, projeto da Blue Heaven, construtora catarinense, desenvolvido pela Architects Office, é o grande vencedor do prêmio internacional de arquitetura People’s Choice Award no LOOP Design Awards 2024, na categoria Arquitetura/Prédios Altos, localizado em Itajaí, litoral de Santa Catarina, competiu ao lado de obras globais.  O prêmio, que está em sua quinta edição, inclui 167 categorias e foi decidido por um júri composto por arquitetos, designers e especialistas de renome internacional. O grande vencedor foi anunciado após análise criteriosa do júri e votação popular.  “Vencer esse prêmio reflete nosso compromisso com a arquitetura autoral e o desejo de transformar o litoral catarinense com obras que transcendem o conceito de empreendimentos imobiliários comuns. Cada projeto foi planejado com foco em integração ao meio ambiente para aproveitar o que a natureza oferece e para criar experiências arquitetônicas que vão além do convencional. Para nós esse projeto é uma verdadeira obra de arte ao unir design inovador e sustentabilidade para proporcionar experiências únicas aos futuros moradores", afirma Fabrício Bellini, CEO da  Blue Heaven. O Infinitá Treehouse, em fase final de construção, se destaca por sua fusão harmoniosa com a natureza. Com apartamentos entre 350 m² e 805 m², o edifício apresenta amplas fachadas de vidro que conectam os moradores diretamente à Mata Atlântica e ao oceano. Além disso, o Infinitá oferece piscinas suspensas e soluções personalizadas de automação. Esse projeto já foi premiado com o Global Architecture & Design Awards 2023 por sua ousadia e inovação arquitetônica, sendo referência de integração entre natureza e tecnologia de ponta.  O Infinitá conta ainda com pisos em pedra vulcânicas e naturais, madeira ecológica e fachadas verdes com jardins suspensos que promovem uma verdadeira integração entre luxo e natureza. Além disso, possui tecnologias sustentáveis, como um sistema de reaproveitamento de água pluvial que pode reduzir o consumo em até 60% e garagens com estações de carregamento para veículos elétricos. Os apartamentos estão avaliados entre R$ 9 milhões a mais de R$ 30 milhões. Fonte: Rotas Comunicação

  • USO INADEQUADO DE EPIS PODE AUMENTAR EM PELO MENOS 30% O RISCO DE ACIDENTES GRAVES EM LOCAIS DE TRABALHO

    A responsabilidade das empresas em fornecer e monitorar o uso correto de EPIs é fundamental para garantir a segurança dos trabalhadores Já faz mais de 80 anos que o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) no Brasil não é apenas essencial para a segurança dos trabalhadores em diversas indústrias – ele é obrigatório em uma gama de atividades. Sua aplicação em grande escala hoje é consequência de normas que regem a utilização desses equipamentos, importantes na prevenção de acidentes. Por isso, as empresas mais conscientes têm atenção às regulamentações de saúde e segurança do trabalho. Afinal, elas salvam vidas. Estudos revelam que o uso inadequado de EPIs pode aumentar em até 60% o risco de acidentes graves no ambiente de trabalho. Por outro lado, um artigo de Melzner et al (2013) apontava que o uso dos equipamentos de proteção contra quedas diminui os riscos em 30%.  De acordo com Thiago Avelino, técnico em segurança do trabalho e CEO da SafetyTec, startup que promove eficiência operacional das empresas por meio de soluções tecnológicas, isso reforça a importância de as normas e orientações estabelecidas serem cumpridas rigorosamente. “Os dados são alarmantes e evidenciam a necessidade de um acompanhamento mais rígido por parte das empresas no uso de EPIs. Atualmente, é possível fazer essa gestão de forma automatizada, ou seja, não há desculpas para não priorizar a segurança”, afirma. NORMAS DE USO DE EPIS SÃO UMA QUESTÃO DE LEGALIDADE As empresas são legalmente obrigadas a fornecer EPIs adequados e assegurar que seus funcionários estejam devidamente treinados para utilizá-los corretamente. A disponibilização de equipamentos específicos para cada tipo de risco, como máscaras para ambientes com produtos químicos, é uma das exigências mais comuns.  Mas não basta fornecer os equipamentos. É também responsabilidade das empresas fiscalizar seu uso durante a jornada de trabalho. “O monitoramento constante e a realização de treinamentos periódicos são fundamentais para garantir que os colaboradores compreendam a importância do uso adequado dos EPIs. Tanto que aqueles que se recusarem sumariamente a cumprir essa regra serão advertidos e podem até ser demitidos por justa causa. Quando o assunto é segurança, não há meios termos”, pontua o especialista.  As empresas que atuam sem cumprir essa norma são penalizadas, podendo levar a multas, processos judiciais e danos à sua reputação corporativa. “A falta de conformidade com a legislação não leva apenas a penalidades financeiras, mas também coloca em risco a integridade física dos funcionários. Isso manda uma mensagem direta sobre o valor que eles têm para a companhia. Está tudo interligado”, ressalta Avelino. TECNOLOGIA COMO ALIADA NA GESTÃO DE EPIS Softwares de gestão, como o BuscaEPI e o ConsultaCA, têm se mostrado ferramentas eficazes para auxiliar as empresas na administração dos EPIs. Esses sistemas permitem o controle rigoroso dos registros de uso, a manutenção e a substituição dos equipamentos, além de facilitar a realização de auditorias internas. “A tecnologia tem sido uma enorme aliada na gestão de EPIs, permitindo que as empresas mantenham um controle mais eficiente. As antigas planilhas estão sendo substituídas por sistemas mais complexos onde a reposição dos itens é constante e é possível identificar rapidamente quem não está cumprindo as exigências”, observa Avelino. Além do controle e da manutenção, a tecnologia também tem sido fundamental para atender à demanda crescente por personalização no uso de EPIs, permitindo que os equipamentos sejam ajustados às necessidades específicas de cada trabalhador. Ferramentas de digitalização e modelagem 3D, por exemplo, são utilizadas para criar EPIs sob medida, garantindo maior conforto e eficácia na proteção.  Isso é especialmente relevante em setores onde a precisão dos equipamentos pode influenciar diretamente a segurança, como na indústria química e na construção civil. O mal ajuste ou desconforto no uso das peças é uma das queixas mais comuns entre os colaboradores, agora sanada com a ajuda dos avanços tecnológicos. O uso de tecnologia, combinado com uma cultura de segurança bem estabelecida, pode diminuir os riscos para todos – colaboradores e empresários. “O assunto é complexo, mas a resposta pode ser bastante simples: investimento em novas ferramentas e treinamentos constantes lembram a todos das prioridades e mostram que o que está em jogo é, antes de tudo, vidas humanas”, conclui Thiago Avelino. Fonte: SafetyTec/Carolina Lara Comunicação

  • UM TRIBUTO AO ENGENHEIRO NELSON FIRMINO

    Por Tom Ceravolo   Durante a realização da FESQUA 2024, em setembro, foi lançado o ótimo livro “Nelson Firmino e as Esquadrias de Alumínio no Brasil” (Editora Lux, 112 páginas), escrito pela arquiteta Audrey Dias, filha do engenheiro que se tornou um dos mais importantes especialistas brasileiros no campo das esquadrias de alumínio.   A abordagem escolhida pela autora rapidamente cativa o leitor pelo texto fluente, agradável e pleno de informações relevantes.   Como mestre dos cálculos estruturais, a contribuição do engenheiro foi fundamental para a evolução desse mercado, com alguns projetos icônicos capitaneados pela Aluparts — empresa fundada por Nelson Firmino e atualmente dirigida com sucesso por seus filhos Audrey e Larry Dias.   TRAJETÓRIA E EVOLUÇÃO DO ALUMÍNIO   Com este livro, a autora traz à luz diversos episódios importantes na trajetória profissional do engenheiro, episódios que se misturam com a própria evolução do alumínio no Brasil, formando um panorama útil e necessário para se entender como e porque esse metal se tornou tão presente nos projetos arquitetônicos contemporâneos.   O volume também mostra o atual redirecionamento da empresa fundada por Nelson Firmino em uma bem-sucedida consultoria especializada nos segmentos de manutenção preventiva e corretiva de fachadas com problemas, laudos técnicos e inspeção de obras. Nas fotos: Audrey e Larry Dias/Divulgação: Aluparts

  • GRANDES USINAS SOLARES ATINGEM 16 GW E SUPERAM R$ 68,4 BILHÕES EM INVESTIMENTOS ACUMULADOS NO PAÍS, INFORMA ABSOLAR

    Segundo a entidade, grandes empreendimentos fotovoltaicos geraram mais de 480,5 mil empregos e cerca de R$ 22,6 bilhões em arrecadação aos cofres públicos O Brasil acaba de ultrapassar a marca de 16 gigawatts (GW) de potência operacional nas grandes usinas solares, de acordo com o mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Segundo a entidade, desde 2012, o segmento já trouxe mais de R$ 68,4 bilhões em novos investimentos e mais de 480,5 mil empregos verdes acumulados, além de proporcionar cerca de R$ 22,6 bilhões em arrecadação aos cofres públicos. Atualmente, as usinas solares de grande porte operam em todos os estados brasileiros, com liderança, em termos de potência instalada, da região Nordeste, com 55,5% de representatividade, seguida pelo Sudeste, com 43,4%, Sul, com 0,48%, Centro-Oeste (incluindo o DF), com 0,3%, e Norte, com 0,29%.   No entanto, os empreendimentos solares têm sofrido cortes recorrentes determinados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), sem nenhum controle e responsabilidade dos empreendedores. Ao somar centrais eólicas e fotovoltaicas, esse cenário representa um desperdício acumulado de energia limpa de cerca de R$ 1,7 bilhão nos últimos dois anos.   Para a entidade, os cortes acendem um alerta para a necessidade de modernizar o planejamento e acelerar os investimentos na infraestrutura do setor elétrico, sobretudo em linhas de transmissão e novas formas de armazenar a energia limpa e renovável, gerada em abundância no país.   Na avaliação da Absolar, é possível aumentar significativamente a participação das fontes renováveis na matriz elétrica brasileira, mantendo a confiabilidade, segurança e estabilidade, bem como assegurando o equilíbrio técnico e econômico da expansão e operação do sistema elétrico do Brasil.    Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, ressalta que, além de ser uma fonte competitiva e limpa, a maior inserção da energia solar por meio de grandes usinas é fundamental para o país reforçar a sua economia e impulsionar o processo de transição energética. “A fonte solar é parte desta solução e um vetor de geração de oportunidades, novos empregos verdes e renda aos cidadãos”, aponta Sauaia.   “O crescimento da energia solar fortalece a sustentabilidade, alivia o orçamento das famílias e amplia a competitividade dos setores produtivos brasileiros, fatores cada vez mais importantes para a economia nacional e para o cumprimento dos compromissos ambientais assumidos internacionalmente pelo país”, acrescenta Sauaia.   Para Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, o crescimento acelerado da energia solar é tendência mundial e colabora para o processo de descarbonização das economias. “O Brasil possui um dos melhores recursos solares do planeta, o que abre uma enorme possibilidade para a produção do hidrogênio verde mais barato do mundo e o desenvolvimento de novas tecnologias sinérgicas, como o armazenamento de energia elétrica, os veículos elétricos e os data centers”, diz Koloszuk. Fonte: Absolar/Totum Comunicação

  • GRUPO PROFINE ANUNCIA A AQUISIÇÃO DA EFP INTERNATIONAL B.V.

    A profine Brasil, representante da marca Kömmerling na América do Sul, anuncia neste mês de novembro, a aquisição, pelo grupo profine GmbH, da EFP International B.V., uma renomad a empresa holandesa com presença global de sistemas de perfis de alumínio para soluções arquitetônicas. Segundo o Grupo profine, que atua com perfis de uPVC, esta aquisição fortalece ainda mais a posição da marca Kömmerling no mercado global e possibilita a oferta de uma gama ainda mais abrangente de produtos aos parceiros, agora incluindo perfis de alumínio de qualidade. Com mais de 45 anos de experiência no desenvolvimento de soluções para fachadas, a EFP International trará sua expertise em alumínio para expandir o portfólio da Kömmerling. “Dessa forma, poderemos oferecer aos setores de construção e arquitetura uma linha diversificada de soluções, com o uPVC já consolidado e o alumínio como uma novidade promissora”, informa a empresa. A iniciativa complementa uma estratégia já consolidada. Na Índia, a Kömmerling possui uma operação de sucesso com perfis de alumínio, reconhecidos pela durabilidade, eficiência energética e alto desempenho. A incorporação da EFP ao portfólio na profine América do Sul seguirá essa mesma linha, atendendo a mercados locais com produtos sustentáveis e qualidade. “Além disso, essa nova fase permitirá que nossos atuais e novos parceiros fabricantes de portas e janelas Kömmerling, na América do Sul, tenham acesso aos sistemas de perfis de alumínio, agregando flexibilidade e inovação às soluções de esquadrias oferecidas no continente. Comprometida com a sustentabilidade e a eficiência, a Kömmerling reforça, com essa expansão, seu compromisso em estabelecer novos padrões na indústria, sempre aliando qualidade e inovação às suas operações”, afirma o Grupo profine. Dr. Peter Mrosik, proprietário e CEO do Grupo profine, comentou: "Esta aquisição unirá duas forças com o objetivo comum de transformar o setor de fachadas, oferecendo soluções inovadoras aos nossos valiosos clientes, ao mesmo tempo em que buscamos uma abordagem sustentável para preservar nosso meio ambiente, que é nossa principal preocupação." Bram Hannessen, antigo proprietário e atual gerente geral, acrescentou: "Estou muito feliz por ter encontrado no Grupo profine um parceiro forte com uma mentalidade empreendedora que apoiará a EFP e sua equipe motivada a dar o próximo passo para um maior crescimento internacional." Fonte: Kömmerling

  • FITA DUPLA-FACE ESPUMA ACRÍLICA, DA STICKTAPE, É SOLUÇÃO PARA STRUCTURAL GLAZING

    Desenvolvida para a fixação de vidro em esquadrias de alumínio para fachadas pele de vidro structural glazing , a fita dupla-face de espuma acrílica STG200, da Sticktape, possui adesivo acrílico de espessura de 2 mm e um alto desempenho e propriedade de adesão, conforme a marca. O modelo apresenta força de fixação em aplicações de longa duração tanto interna como externa, pois possui resistência aos raios UV, umidade e altas temperaturas. Abaixo algumas características: Alta adesividade tanto em situações de tração como cisalhamento; Maleabilidade, confere ao produto conformidade em qualquer forma de superfície; Resistência à temperatura, permite exposição ao calor, sem prejudicar a fixação; Absorção de impactos, uniões seguras quando expostas a vibrações; Resistência a solventes, suporta contato com algumas classes de solventes; Fácil aplicação, protegido com liner, que impede o contato da sujeira com o adesivo. CONDIÇÕES PARA APLICAÇÃO Fatores diversos na aplicação podem afetar o desempenho do produto. “Recomendamos que seja testado previamente em condições similares à aplicação. A superfície deve ser previamente limpa (indicado uso de álcool isopropílico), para que não ocorra contaminação por óleo, poeiras e desmoldantes, que podem afetar o desempenho do produto”, afirma a marca.  De acordo com a Sticktape, a temperatura ideal de aplicação do produto deve estar entre 20 a 40 °C. Não é recomendada a utilização em temperaturas abaixo de 15 °C, isto aumenta a rigidez do produto, afetando a fluidez e comprometendo a aderência. O adesivo acrílico é sensível à pressão, deve-se observar total contato com a superfície, aplicando pressão uniforme. VALIDADE Prazo de 24 meses após a data de fabricação, desde que, armazenados na embalagem original e em temperatura inferior a 30 °C. A aplicação da fita dupla-face de espuma acrílica STG200 segue a norma ABNT NBR 15919:2011 — Perfis de alumínio e suas ligas com acabamento superficial – Colagem de vidros com fita dupla-face estrutural de espuma acrílica para construção civil com testes realizados no C.C.D.M. - UFSCAR, conforme ASTM G155:13 (Teste de envelhecimento acelerado de 7000h).  E realizou testes no Instituto Tecnológico da Construção Civil (Itec), conforme ABNT NBR 10821-3:2017 — Esquadrias para edificações - Parte 3: Esquadrias externas e internas - Métodos de ensaio, nos itens 5 (verificação de penetração do ar), 6 (verificação da estanqueidade à água) e 7 (comportamento sob cargas uniformemente distribuídas). Fonte: Sticktape

WhatsApp.svg.webp
bottom of page