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- Empresa fortalece atuação no beneficiamento e distribuição de vidros planos
Foto/Reprodução: Intervidro Atuando no beneficiamento e na distribuição de vidros planos para aplicações na construção civil, arquitetura e interiores, a Intervidro tem sede em Olinda (PE) e trabalha no fornecimento de soluções voltadas a obras residenciais, comerciais e industriais. Processamento e fornecimento para diferentes segmentos Além do beneficiamento, a empresa atua como distribuidora de vidros, abastecendo vidraçarias, serralherias, fabricantes de esquadrias, construtoras e profissionais da arquitetura. Entre os produtos normalmente trabalhados nesse segmento estão vidros temperados, laminados, espelhos e soluções para fachadas e ambientes internos. Mercado de beneficiamento de vidro Nos últimos anos, o segmento de beneficiamento de vidro tem investido em tecnologia e modernização de processos para atender às exigências de desempenho, segurança e acabamento da construção civil. A ampliação do uso de grandes panos de vidro e sistemas de fachada também contribuiu para o fortalecimento desse mercado. Para mais informações: intervidro.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Motor para esquadrias aposta em integração e automação
A Ayshu apresenta em seu portfólio o AyVolt, um motor voltado para esquadrias que reúne diferentes funcionalidades. De acordo com a Ayshu, a proposta é substituir até 40 motores distintos, oferecendo compatibilidade com tubos de 41 ou 60 mm (OCT), o que amplia sua aplicação em diferentes tipos de instalações. Tecnologia e conectividade integradas O equipamento opera em tensão de 100 a 240 volts e conta com controle remoto, além de conexão via Bluetooth. Entre os recursos, estão a possibilidade de ajuste de posição, funcionamento sem necessidade de receptor externo e integração com sistemas automatizados. Outro destaque é a conectividade com um aplicativo próprio, que permite o controle das esquadrias por dispositivos móveis. O app é compatível com assistentes virtuais e plataformas digitais, ampliando as opções de automação residencial. Para mais informações: ayshubrasil.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Curiosidade: solução antiga, brise-soleil tornou-se símbolo da arquitetura moderna
Foto/Reprodução: Peter Bennetts O brise-soleil, expressão francesa que significa “quebra-sol”, é um recurso usado em fachadas para reduzir a entrada direta de sol nos ambientes. Apesar do nome moderno, a ideia é antiga: ao longo da história, diferentes culturas já criavam soluções para proteger janelas e melhorar o conforto térmico dentro das construções. Consolidação na arquitetura moderna O uso do brise como conhecemos hoje foi organizado e popularizado pelo arquiteto Le Corbusier, entre as décadas de 1930 e 1940. A partir de experiências com edifícios que enfrentavam problemas de calor excessivo, ele passou a adotar elementos externos para bloquear o sol, transformando o brise em um dos símbolos da arquitetura moderna. Uso no Brasil No Brasil, o recurso foi amplamente utilizado por arquitetos como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa. Um dos exemplos mais conhecidos é o Edifício Gustavo Capanema, no centro do Rio de Janeiro (RJ), que ficou marcado pelo uso de brises móveis para controlar melhor a luz e a temperatura interna. Como funciona na prática De forma simples, o brise é formado por lâminas ou placas instaladas do lado de fora das janelas. Elas podem ser fixas ou móveis e ajudam a manter o ambiente mais fresco, sem bloquear a iluminação natural. Fontes: pt.wikipedia.org ; aecweb.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Sistema com inteligência artificial amplia controle no pré-tratamento do alumínio
A Italtecno inclui em seu portfólio o LL-3P Control, um sistema voltado ao controle do processo de pré-tratamento da pintura em superfícies de alumínio. A tecnologia integra conceitos da chamada Indústria 4.0 e utiliza recursos de inteligência artificial para aprimorar o monitoramento e a gestão dos banhos químicos utilizados na etapa inicial da pintura. Monitoramento digital e controle remoto De acordo com a empresa, o LL-3P Control permite o acompanhamento contínuo dos processos por meio de sensores e conectividade em nuvem, o sistema oferece controle remoto e em tempo real dos parâmetros operacionais, o que possibilita ajustes quando há desvios nas condições ideais. A solução opera de forma ininterrupta, 24 horas por dia, sete dias por semana, reunindo dados históricos e permitindo a análise de padrões. Com isso, é possível prever variações no processo e reduzir a ocorrência de falhas, contribuindo para maior estabilidade produtiva. Sensores garantem os parâmetros Entre os principais componentes do sistema estão sensores responsáveis por medir indicadores químicos essenciais. O sensor de pH monitora os níveis de acidez e alcalinidade dos banhos, enquanto o sensor de condutividade avalia a presença de sais dissolvidos na água, permitindo correções rápidas. Ganhos operacionais Segundo a Italtecno, o uso do monitoramento inteligente traz impactos diretos na eficiência operacional. Entre os benefícios apontados estão a redução no consumo de água e produtos químicos, a otimização de custos e o aumento da qualidade final das peças tratadas. Para mais informações: italtecno.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Empresa alemã aposta em soluções de fixação para construção
De origem alemã, a Ejot atua no desenvolvimento de sistemas de fixação voltados para os setores da construção civil, indústria automotiva, eletrônica e engenharia industrial. A empresa possui operação global e oferece soluções utilizadas em aplicações como fachadas, coberturas metálicas, estruturas industriais e sistemas de isolamento térmico. Operação no mercado brasileiro No Brasil, a empresa opera com foco no fornecimento de tecnologias de fixação para o mercado da construção civil. Entre os produtos disponibilizados estão parafusos, buchas, ancoragens e sistemas desenvolvidos para diferentes tipos de materiais e exigências estruturais. De acordo com as informações divulgadas pela Ejot, as soluções são projetadas para atender demandas relacionadas à resistência mecânica, durabilidade e desempenho em ambientes sujeitos à exposição climática. Parte dos sistemas também é aplicada em projetos de fachadas ventiladas, coberturas metálicas e instalações de energia solar. Atuação também no setor industrial Além do segmento da construção, a companhia também mantém atuação no setor industrial e automotivo por meio da Ejot-Fey especializada em componentes de fixação para aplicações técnicas e industriais. A empresa informa que seus produtos são utilizados em diferentes processos produtivos que exigem precisão e padronização nos sistemas de montagem. Para mais informações: ejot.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Uso de fachadas ventiladas cresce em projetos sustentáveis
via Hunter Douglas Brasil A fachada ventilada tem ganhado espaço na construção civil por aliar desempenho técnico, sustentabilidade e versatilidade. O sistema consiste na criação de uma “segunda pele” no edifício, com o revestimento externo fixado a uma subestrutura metálica e afastado na parede principal, formando uma câmara de ar. Esse espaço permite a circulação contínua de ar por meio do chamado “efeito chaminé”: o ar quente sobe e é expelido, enquanto o ar mais frio entra pela base. Eficiência energética A ventilação constante reduz o aquecimento da edificação e pode diminuir entre 30% e 50% o consumo de energia com climatização. Dessa forma, o sistema contribui diretamente para o conforto térmico dos ambientes internos. Controle de umidade e proteção Além da eficiência energética, a fachada ventilada auxilia no controle da umidade, facilitando a distribuição do vapor de água e ajudando a evitar infiltrações nas fachadas. Quando bem ajustado, o sistema também atua como barreira contra a água da chuva. Manutenção e durabilidade Outro diferencial está na manutenção. Como os painéis são independentes, é possível realizar substituições pontuais com mais facilidade. A durabilidade dos materiais e a baixa absorção de água favorecem a conservação, e, em alguns casos, a própria água da chuva contribui para a limpeza das superfícies. Fontes: archdaily.com.br ; elianetec.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Udinese lança fechadura ampliando a linha de segurança residencial e comercial
A fabricante lançou a Fechadura Multiponto 330 para portas de giro, ampliando sua linha de soluções voltadas ao desempenho em esquadrias de alumínio. O modelo foi desenvolvido com três pontos de travamento, de acordo com a Udinese, o recurso proporciona maior firmeza no fechamento e reforço na proteção de ambientes residenciais e comerciais. Produto aposta em resistência e compatibilidade Segundo informações da empresa, a fechadura possui acabamento em inox 304, material utilizado para aumentar a resistência à corrosão e garantir maior durabilidade ao produto. O mecanismo conta com sistema de travamento de 1660mm e foi projetado para atender aplicações na linha Convencional 42 e projetos em ACM. A Fechadura Multiponto 330 está disponível nas versões com rolete e trinco convencional. O modelo também é compatível com maçanetas das linhas Euro e Flare. Para conhecer melhor as opções de fechaduras da marca, visite a Feira FESQUA que irá acontecer nos dias 09 a 12 de setembro no São Paulo Expo. Para mais informações: udinese.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Automação de toldos e persianas amplia controle de luz e conforto
Foto/Reprodução: Somfy A Somfy oferece soluções de automação para proteção solar, permitindo maior controle sobre a incidência de luz e o conforto térmico dos ambientes. Entre os destaques estão os toldos motorizados e as persianas integradas, que possibilitam ajustar a entrada de sol e sombra ao longo do dia. Proteção térmica e automação De acordo com a empresa, suas soluções também contribuem para a eficiência térmica. Sensores de sol permitem o acionamento automático de toldos e persianas em momentos de maior incidência solar, reduzindo o aquecimento interno. Já no período noturno, é possível programar o fechamento automático, aumentando a privacidade e o isolamento. As persianas integradas, que são compatíveis com esquadrias de alumínio ou PVC, podem incluir funcionalidades como detecção de obstáculos e sistemas de segurança. Integração e praticidade Com diferentes opções de acionamento, incluindo motores elétricos e sistemas alimentados por bateria solar, as soluções de automação buscam atender a variadas demandas de projeto. Segundo a Somfy, a proposta é oferecer flexibilidade ao usuário, que pode adaptar o uso dos sistemas de acordo com suas preferências e necessidades diárias. Para mais informações: somfy.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Equipamento da Italotec facilita movimentação de cargas no ambiente industrial
O Braço Giratório de Coluna GRC1, da Italotec, é um equipamento voltado à movimentação de cargas em ambientes industriais. A proposta é tornar o processo mais ágil, especialmente no içamento de materiais como chapas de vidro, quando utilizado com ventosas ou outros acessórios adequados. Versatilidade no uso Com capacidade de giro de até 270°, o equipamento permite alcançar diferentes áreas de trabalho a partir de um único ponto de instalação. A estrutura em coluna metálica facilita a montagem em diversos locais do galpão, além de oferecer opções de altura e alcance da lança para se adaptar a diferentes necessidades. Apoio e condições O GRC1 conta com capacidade de até 500 kg e pode ter sua velocidade ajustada conforme a operação. Segundo a empresa, o equipamento pode ser financiado por meio do BNDES, além de ter fabricação e assistência técnica próprias e garantia de um ano. Para mais informações: italotec.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Fórum Contramarco realiza com êxito sua oitava edição no Recife
Um pouco antes das 10h00 do dia 13 de maio, foi aberto o Fórum Contramarco, que chegou à capital pernambucana em sua oitava edição itinerante, que ocupou os salões do Mar Hotel Conventions, no bairro da Boa Viagem, Recife (PE). O evento itinerante reuniu mais de 350 profissionais de diversos estados do Nordeste e de outras regiões, lotando o auditório reservado à plateia e também a área anexa, com balcões de exposição de produtos e soluções técnicas dos patrocinadores. O mestre de cerimônias, professor Alexandre Araujo, iniciou o evento chamando ao palco Luis Tavares, organizador do Grupo Contramarco, que destacou aos presentes a oportunidade que o evento oferece para a realização de novas conexões, conhecimento técnico e soluções importantes para a ampliação dos negócios no mercado de esquadrias e vidro. Executivos das entidades Afeal e Abividro também participaram da abertura. Especialistas em esquadrias e vidro A primeira palestra, realizada pelo especialista Wilson Ricoy, da Academia Afeal, abordou o tema “Precificação estratégica – o preço define como o mercado enxerga o seu trabalho”, destacando três pilares — custo, valor e concorrência — que envolvem questões básicas sobre o comportamento das empresas do segmento em relação às suas atividades e desafios criados pelo mercado na conquista e manutenção de clientes. O engenheiro Rivônio Cordeiro, da CSA Consultoria, discorreu sobre “A falta de mão de obra qualificada: problema ou sintoma?”, observando que o Estado brasileiro é ausente na educação técnica profissionalizante para o mercado esquadrias e que o próprio mercado não se organiza para articular soluções adequadas e abrangentes. “O Nordeste é um polo de oportunidades”, afirmou o consultor. “Não fiquem digladiando com preços, mostrem o valor e a qualidade de seus produtos”. Ele lembrou também que há muitas dicas de cursos e encontros técnicos promovidos por empresas e entidades do segmento, que devem ser pesquisados para participação, pois nem sempre há uma divulgação com fácil visibilidade. O engenheiro finalizou anunciando o lançamento em breve da “EsquadrIA” — a primeira solução de inteligência artificial voltada especificamente para a área de esquadrias no Brasil. O lançamento oficial deverá acontecer na FESQUA 2026, de 9 a 12 de setembro, em São Paulo (SP). “Fachada bonita não basta: o desafio da estanqueidade nas fachadas de vidro” foi o tema escolhido por Audrey Dias, diretora da Aluparts, especialista em serviços de manutenção preventiva e corretiva de fachadas com qualidade assegurada e na resolução de problemas de estanqueidade. “Se não é estanque, não funciona; não é ajuste — é falha no projeto”, salientou a arquiteta, lembrando que fachadas são organismos vivos e que as interfaces entre materiais diversos na fachada precisam de inspeção adequada. “Estética vende o projeto; mas a estanqueidade é que mostra a reputação e a qualidade da obra”. Na palestra, a diretora mostrou diversos exemplos de fachadas e esquadrias com problemas sérios, e quais os caminhos a serem seguidos para a resolução. Na quarta palestra do Fórum, Eduardo Lopes, diretor da Garantia Solar, substituiu o palestrante Ricardo Scarpi, diretor da Garantia Solar BIPV, mantendo o tema previsto: “Fachadas BIPV: uma nova oportunidade”. Lopes comentou sobre a importância da arquitetura que gera energia e a necessidade de treinar serralheiros para que incluam esta nova atividade em seu portfólio de produtos e serviços. Diversos exemplos interessantes de obras no Brasil que contam com captação de energia solar em fachadas, brises e pergolados foram mostrados, exemplos de diversos portes que contaram com o trabalho de serralheiros nas montagens dos painéis de energia solar. Após o intervalo do almoço, “Ferramentas digitais de projeto: da concepção à execução” foi o tema escolhido pelo engenheiro civil Glauco Yossida, especialista da Crescencio Engenharia em esquadrias de alumínio e sistemas de fachada. Ele apresentou muitas dicas e o passo a passo em seus detalhes principais para a execução de “projetos sem improviso”, sempre levando em conta a complexidade e as particularidades existentes em uma edificação. Em seguida, o consultor Cirilo Paes discorreu sobre uma questão bastante atual entre os profissionais do nosso segmento: “De vidraceiro a serralheiro: oportunidade ou risco?” — e sua abordagem foi impactante, pois apresentou à plateia o que, no seu entender, é “a árvore envenenada do setor vidreiro”. O consultor observou que, com o mercado do vidro altamente concorrido e apertado, muitos vidraceiros passaram a migrar e continuam migrando para o mercado de esquadrias. “Antes, por volta da década de 1980, serralheiros e vidraceiros eram profissões distintas, mas complementares”, disse Cirilo Paes. “Como o vidro era entregue pronto pelo beneficiador, a atividade do vidraceiro era facilitada”. Com o crescimento da concorrência, a profissão foi ficando menos atrativa e muitos vidraceiros passaram a buscar o mercado de serralheria, numa espécie de “fuga” e não de “escolha”, segundo Cirilo. Mas questões importantes surgiram para esses profissionais: a necessidade básica de obter conhecimento técnico sobre esquadrias, componentes e acessórios, e sobre normas técnicas — questões que nem sempre foram levadas a contento por esses profissionais que migraram, gerando uma espécie de “contaminação” no segmento de esquadrias, criando queda na qualidade final de entrega e instalação de portas e janelas no cliente. “Quem pretende entrar no mundo das esquadrias precisa investir em conhecimento para não vender produtos fora de norma”, alertou Cirilo. “E a tendência é que a mão de obra será cada vez mais cara, pois a qualidade final e a vida útil precisam ser levadas em conta”. Crescencio Petrucci, titular da Crescencio Engenharia, ocupou o palco na palestra seguinte, abordando o tema “Detalhe construtivo: como nasce uma fachada eficiente”. Ele salientou que é primordial o investimento em ferramentas tecnológicas de ponta para se chegar a uma entrega realmente eficiente, que leve em consideração a durabilidade e a compatibilidade, a sustentabilidade, a manutenibilidade e a construtibilidade da fachada — tanto no desempenho estrutural quanto na estanqueidade à água e permeabilidade ao ar. Segundo o consultor, fatores básicos e muito importantes, entre outros incluídos na palestra, são o desempenho térmico e lumínico e o desempenho acústico da fachada. Durante a apresentação, foram apresentados diversos exemplos de erros construtivos em fachadas e como evitá-los. A oitava e última palestra do Fórum foi ministrada por Igor Alvim, diretor técnico da QMD Consultoria, com o tema “Como fachadas e esquadrias impactam diretamente na valorização do imóvel”. Em sua primeira palestra como convidado do evento itinerante, ele lembrou que, há 22 anos, sua primeira obra de consultoria na região Nordeste foi a do Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes. Com uma trajetória de 45 anos no mercado, Igor Alvim destacou que “a qualidade das esquadrias dá uma percepção ao comprador se vale ou não a pena comprar um apartamento”, embora muitos folhetos de venda de edifícios residenciais, por exemplo, raramente incluem detalhes sobre as esquadrias utilizadas na obra. Para o consultor, o nosso mercado precisa ter “mais poder de fogo, mostrar mais a importância das esquadrias” nos projetos construtivos. “O conforto termoacústico é valor de venda”, disse, acrescentando que “projeto bem realizado não é custo, é investimento”. Na palestra, foram apresentados detalhes da execução de projeto bem-sucedidos. Debate com arquitetos e construtores Encerrada a série de palestras, teve início o debate sob o tema “Oportunidades e desafios junto à indústria de esquadrias e vidro”, com os executivos Carlos Roberto Gentil Filho (diretor de engenharia da Incorporadora e Construtora Moura Dubeux), Diego Uchôa (diretor da construtora Rio Ave, especializado em esquadrias), Gustavo Pinto Coelho (diretor da Modulartech), e o arquiteto Rafael Souto Maior (da Metro Arquiteura). Os debatedores contaram com a mediação de Luis Tavares, organizador do Fórum Contramarco. No debate, um dos assuntos recorrentes foi a necessidade de mostrar o impacto de uma boa esquadria na venda efetiva de imóveis, e que é preciso dar mais destaque à importância das portas, janelas e guarda-corpos no conjunto da obra a ser entregue (“se a esquadria estiver com problema, certamente irá dificultar a venda e a entrega do imóvel ao cliente”). Outro item levantado mostrou que os clientes de alto padrão estão mais informados e com percepção maior sobre a qualidade das esquadrias, pois estas fazem parte inseparável da fachada do edifício a ser entregue, e não podem ser trocadas facilmente, pois são elementos que definem o visual, a estética e o padrão da obra. No debate, uma das conclusões mostrou que a instalação das esquadrias é a parte mais sensível na obra, por isso, precisam ser adequadamente protegidas e instaladas, para não gerar problemas posteriores e até mesmo retrabalho. Os debatedores concordaram que a norma técnica é o norte do setor, é a ‘bíblia’ do fabricante de esquadrias, que oferece a segurança e o conforto necessários às pessoas que irão habitar a edificação. No final, Luis Tavaes agradeceu a todos os presentes afirmando que devemos “olhar para a janela — e não pela janela”. Próxima parada: Belo Horizonte O “9º Fórum Contramarco” está programado para o dia 15 de outubro de 2026, em Belo Horizonte (MG). Programe-se e faça sua inscrição! O evento tem como objetivo contribuir para a evolução do setor, promovendo palestras técnicas e debates que visam aproximar a indústria de esquadrias e vidro de construtoras e arquitetos. Realizado pelo Grupo Contramarco, referência no setor de eventos para esquadrias e vidro, o Fórum é coligado à FESQUA - Feira Internacional da Indústria de Esquadrias e à FESQUA VETRO - Feira Internacional de Vidros e Esquadrias para Construção Civil. Mais informações: forumcontramarco.com.br
- Dia do Vidraceiro: profissão une precisão e protagonismo na construção civil
Celebrado em 18 de maio, o Dia do Vidraceiro homenageia os profissionais responsáveis por trabalhar com corte, lapidação, instalação e manutenção de vidros. A atuação desses especialistas é fundamental para garantir segurança, funcionalidade e estética em diferentes tipos de construções. Com conhecimento técnico e precisão, o vidraceiro colabora diretamente na execução de fachadas, portas, janelas, divisórias e outras soluções que utilizam o vidro como elemento arquitetônico. Além da instalação, o profissional também desempenha um papel importante na manutenção e adaptação dos materiais às necessidades de cada projeto. Ao longo dos anos, o avanço das tecnologias e a ampliação do uso do vidro na arquitetura contribuíram para valorizar ainda mais a profissão, que exige atenção às normas de segurança, qualidade no acabamento e domínio de diferentes tipos de materiais e aplicações. A Revista Contramarco parabeniza todos os vidraceiros pelo trabalho essencial realizado diariamente no setor da construção e no desenvolvimento das esquadrias.
- Serra circular automática B-200 amplia precisão no corte de perfis de PVC
Foto/Reprodução: Cortesa A Cortesa inclui em seu portfólio a serra circular automática B-200, equipamento desenvolvido para o corte de baguetes utilizadas em esquadrias de PVC. De acordo com a empresa, o modelo é voltado a operações industriais que demandam precisão e repetibilidade no processo de corte. Recursos operacionais Entre as características técnicas divulgadas pela Cortesa, a B-200 conta com fixação pneumática de até duas peças e ciclo automático com avanço pneumático, o que contribui para maior produtividade. A máquina é equipada com mesa de alimentação e sistema de medição de 2,5 metros, além de dois apalpadores para controle dimensional. Especificações técnicas O equipamento possui motor trifásico de 0,5 CV (0,38 kW) e rotação de 3.370 rpm, sendo compatível com a norma NR-12. A serra utiliza dois discos, permitindo cortes adequados às especificações de perfis de PVC. Para mais informações: cortesa.com.br
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