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  • Widia: tecnologia para usinagem e corte de metais

    Foto/Reprodução: Widia Com mais de 90 anos de atuação, a Widia é referência global no desenvolvimento de ferramentas de corte. A marca é reconhecida por seu amplo portfólio de produtos voltados à usinagem e ao corte de metais, atendendo diferentes segmentos industriais ao redor do mundo. A história da Widia está diretamente ligada ao surgimento do metal duro, material desenvolvido na Alemanha no final da década de 1920 a partir da combinação do carboneto de tungstênio com metais ligantes, como o cobalto. Em 1927, a empresa Friedrich Krupp lançou comercialmente esse material com o nome Widia, derivado da expressão alemã wie diamant (como diamante), em referência à sua elevada dureza e resistência ao desgaste. Atualmente, a Widia atua como uma solução completa de uma única fonte, oferecendo ferramentas para torneamento, fresamento, furação, rosqueamento e sistemas completos de fixação.  Widia, Videa, Vidia ou metal duro: qual o termo correto? Embora seja comum encontrar variações como Widea, Videa ou Vidia, todas se referem ao mesmo material. Metal duro é o termo técnico mais adequado, enquanto Widia é a denominação comercial histórica que se popularizou ao longo do tempo.  Fontes: realdressadores.com.br  ; fibradobrasil.com.br  ; widia.com   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Revestimento eletrostático aumenta durabilidade de acabamentos

    Foto/Reprodução: Alpha Color A pintura eletrostática aplicada ao alumínio tem sido adotada como alternativa para ampliar a durabilidade e diversificar os acabamentos do material em projetos arquitetônicos e industriais.  De acordo com a Alpha Color, um dos principais destaques de seu portfólio é o acabamento com efeito madeira, desenvolvido com tecnologia de sublimação aplicada à pintura eletrostática. A empresa informa que o processo permite reproduzir texturas e tonalidades semelhantes às da madeira natural, mantendo as propriedades técnicas do alumínio.  A marca também destaca a variedade de padrões disponíveis no efeito madeira, com opções como cambará, carvalho, cedro australiano, cerejeira, jacarandá e savanah, em diferentes tonalidades. Além desses acabamentos, a empresa oferece uma paleta de 17 cores sólidas, com tons como branco, bronze, cinza, marrom e preto, incluindo variações foscas, perolizadas e microtexturizadas, indicadas para aplicações em esquadrias, fachadas e portões. Em relação ao uso do alumínio em regiões litorâneas, a Alpha Color afirma que a pintura eletrostática cria uma camada protetora uniforme e aderente, que contribui para reduzir os efeitos da umidade e da salinidade sobre o material. Segundo a empresa, esse revestimento ajuda a evitar a corrosão e o desbotamento, mantendo as cores e o acabamento por mais tempo e reduzindo a necessidade de manutenção frequente. Para mais informações: page.alphacolor.ind.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Sistema em alumínio para fachadas de médio e grande porte

    Foto/Reprodução: CDA Metais A Linha Da Vinci, desenvolvida pela CDA Metais, é um sistema de perfis de alumínio voltado principalmente para aplicações arquitetônicas, como fachadas pele de vidro e fachadas unitizadas. De acordo com a CDA Metais, a linha foi projetada para atender projetos que demandam desempenho técnico, precisão e compatibilidade com edifícios de médio e grande porte. O sistema é composto por uma variedade de perfis, organizados por funções estruturais e de acabamento, incluindo montantes, travessas, colunas, marcos e barras de ligação. Cada perfil é identificado por código próprio e apresenta informações técnicas como peso linear, dimensões, dados utilizados em cálculos estruturais e no dimensionamento das fachadas. Segundo a CDA Metais, a Linha Da Vinci permite diferentes configurações de projeto, com profundidades de sistema que variam conforme a aplicação, o que possibilita sua adaptação a fachadas com exigências específicas.  O catálogo também indica a presença de componentes que facilitam ajustes durante a instalação, como sistemas de regulagem e ancoragem, buscando maior precisão no alinhamento e na montagem dos painéis. Para mais informações: cdametais.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Abal: espaço dedicado ao alumínio abre acervo ao público

    Divulgação: ABAL O Centro Cultural do Alumínio (CCAL), inaugurado em 2017, foi criado com o objetivo de preservar e difundir a memória histórica, cultural, artística e técnica relacionada ao alumínio no Brasil. Segundo a presidente-executiva da Associação Brasileira do Alumínio (Abal), Janaina Donas, o espaço busca “estimular a reflexão sobre a importância do alumínio para o desenvolvimento da sociedade”. Um espaço aberto e inclusivo De acordo com a Abal, além de reunir um acervo dedicado à história do alumínio, o CCAL foi concebido como um ambiente acessível e inclusivo, voltado a diferentes públicos, como estudantes, pesquisadores, profissionais e visitantes em geral. A proposta, conforme afirma Janaina Donas, é que o Centro funcione como “um ponto de encontro entre a indústria e a sociedade”, abordando os impactos do alumínio nos campos cultural, industrial, econômico e social. Visitação gratuita e funcionamento O CCAL é aberto ao público e oferece visitação gratuita, de segunda a sexta-feira, das 10h às 12h30 e das 13h às 17h, na Avenida Dr. Cardoso de Melo, 1308, 4º andar, na Vila Olímpia, em São Paulo (SP). O acesso é livre durante o horário de funcionamento. Para grupos, há a possibilidade de visitas educativas acompanhadas por profissionais, sendo recomendado contato prévio com a instituição. “O CCAL oferece visitas educativas que aprofundam a experiência e apresentam detalhes do acervo e das instalações”, explica a presidente-executiva da ABAL. Conteúdo digital e acesso online Parte do acervo e das informações do CCAL também pode ser acessada de forma online . O site do Centro disponibiliza um tour virtual e conteúdos digitais, como vídeos que abordam a história e as aplicações do alumínio, permitindo que o público conheça o espaço mesmo à distância.  Atividades educativas e programação  Além da exposição permanente, o CCAL promove atividades complementares, como exposições temporárias, oficinas, palestras, workshops e ações educativas relacionadas à história, aos processos produtivos, à inovação e à sustentabilidade do alumínio. Segundo Janaina Donas, essas iniciativas têm como foco “estimular a curiosidade, o aprendizado e o contato direto com as múltiplas aplicações do metal”. O Centro Cultural do Alumínio é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com chancela da Abal e patrocínio das empresas Alcoa, Ball, Companhia Brasileira do Alumínio (CBA), Grupo ReciclaBR, Norsk Hydro Brasil e Novelis. De acordo com a entidade, não há conteúdos exclusivos para associados, e tanto a visitação quanto o acesso à biblioteca e às atividades são gratuitos para todos os visitantes. Para mais informações: CCAL | Centro Cultural do Alumínio  ; tour.piperz.io   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Sistemas automatizados ampliam conforto e segurança em ambientes

    Foto: yeswe.in/automation/curtain-automation/Reprodução A automação de esquadrias consiste na integração de sistemas eletrônicos e mecânicos a portas e janelas para permitir sua operação com o mínimo de intervenção humana. O processo substitui ações manuais por motores e sensores capazes de executar aberturas, fechamentos e ajustes de forma automática ou remota. Conforto e eficiência Entre os principais benefícios está o aumento do conforto ambiental. Esquadrias automatizadas podem ser configuradas para reagir a fatores como luminosidade e temperatura, contribuindo para a eficiência energética das edificações. A abertura programada de janelas ou o posicionamento automático de persianas auxilia no controle térmico, reduzindo a dependência de climatização artificial como ares-condicionados. Segurança integrada A automação também influencia diretamente a segurança dos ambientes. Sensores de presença, travamentos eletrônicos e monitoramento remoto permitem que janelas e portas sejam controladas mesmo à distância. Em caso de chuva ou vento intenso, sistemas podem fechar automaticamente as aberturas, evitando danos ou riscos. Componentes e aplicações Os sistemas costumam incluir motores elétricos, sensores climáticos e controladores programáveis, como aplicativos ou painéis digitais. Embora mais comuns em obras de alto padrão, essas tecnologias vêm se expandindo para diferentes tipos de projetos, acompanhando a tendência de edificações mais inteligentes e funcionais às necessidades dos usuários. Fontes: casacomvidro.com.br  ; vitalglass.com.br  ; gov.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Ferramentas portáteis para limpeza de rebarbas em esquadrias de PVC

    Foto: Cortesa A Cortesa apresenta duas ferramentas portáteis desenvolvidas para a limpeza de rebarbas de soldas em esquadrias de PVC. De acordo com a empresa, os equipamentos são projetados para uso manual e têm como objetivo melhorar o acabamento das peças após o processo de soldagem. Limpeza de faces planas O modelo LPF é um dispositivo pneumático voltado para a limpeza de faces planas das esquadrias. Segundo a empresa, o equipamento permite retirar a rebarba de soldagem deixando a superfície com aspecto semelhante ao obtido por máquinas de limpeza. Entre as características técnicas, o LPF possui largura máxima de face de 110mm, curso de atuador de 160mm, dimensões aproximadas de 540 x 170 x 170mm, peso de cerca de 6,3 kg e consumo de ar estimado em 3 N l/min, considerando um canto por minuto. Limpeza do canto externo Já o modelo LPE é uma retífica pneumática destinada à limpeza do canto externo das esquadrias de PVC. Conforme citado pela fabricante, a ferramenta possibilita remover a rebarba do canto externo e gerar acabamento mais uniforme. Suas especificações incluem dimensões aproximadas de 270 x 70 x 70mm, peso de aproximadamente 700g, rotação variável até 25.000 rpm e consumo de ar de 12 N l/min. As informações fazem parte do material técnico disponibilizado pela Cortesa, que destaca que as especificações podem sofrer alterações conforme revisões internas. Para mais informações: cortesa.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Curiosidade: conheça alguns exemplos de fachadas estranhas

    No mundo arquitetônico, as fachadas são conhecidas por serem “o rosto de um ambiente”, ou seja, representam a parte mais importante em termos de design , pois compõem o visual principal do imóvel, incluindo a frente, os lados e o fundo. Diante disso, diversas fachadas chamam a atenção por seu estilo único e exótico, seja pelo modelo, aparência, cores ou até pelo formato diferenciado, tornando-se pontos de atração turística e de curiosidade. Essas construções se destacam dos estilos arquitetônicos tradicionais ou predominantes em uma determinada região, buscando romper com a convenção e a monotonia visual, utilizando formas, materiais e tecnologias que causam impacto e refletem a personalidade do projeto. Mushroom House FOTO: Reprodução/ ArchShop Projeto assinado por James H. Johnson, a casa, construída entre 1970 e 1972, é conhecida por sua aparência diferente e curiosa, semelhante a cogumelos. Com formas curvas e orgânicas, é revestida com materiais como concreto, metal e vidro, criando uma fusão intrigante entre a natureza e a arquitetura. Localizada em Perinton, Nova York (EUA), é um dos grandes pontos turísticos da região, chamando a atenção por sua apresentação inusitada. Nautilus House FOTO: Reprodução/ ArchShop Criada por Javier Senosiain e construída em 2007, é outro projeto famoso por seu formato exótico. Inspirada em uma concha de nautilus , um gênero de moluscos marinhos, a fachada possui curvas suaves e orgânicas, parecendo emergir do solo e se integrando harmoniosamente ao ambiente natural ao redor. Também é reconhecida por seu design ecológico e sustentável, com o uso de materiais como concreto e poliuretano, além de características como iluminação natural, ventilação eficiente e um jardim interno. Hoje, é um ponto turístico muito visitado. Krzywy Domek FOTO: Reprodução/ ArchShop Na Europa, especificamente na Polônia, destaca-se o projeto de Szotyńscy & Zaleski, concluído em 2004. A estrutura é conhecida como a “Casa Torta” devido à sua forma distorcida e curvas incomuns, chamando bastante a atenção de quem passa pelo local. A obra é inspirada nas ilustrações do artista polonês Jan Marcin Szancer, apresentando uma fachada surrealista, com elementos arquitetônicos encurvados, janelas irregulares e uma estética totalmente fora do comum. House NA FOTO: Reprodução/ ArchShop No Japão, também há construções curiosas e diferenciadas, como a House NA, conhecida como “casa invisível”. Localizada em Tóquio e assinada pelo renomado arquiteto Sou Fujimoto, foi concluída em 2011 e se destaca por sua estrutura extremamente aberta e transparente, permitindo que quem passa na rua veja praticamente todo o interior. Composta por uma série de cubos interligados, a casa desafia os conceitos tradicionais de privacidade e de delimitação de espaços, criando um ambiente de convivência fluido e conectado. O local também conta com inúmeras escadas e janelas que proporcionam abundância de luz natural. L'Arbre Blanc FOTO: Reprodução/ Vogue Assinada também pelo arquiteto japonês Sou Fujimoto e localizada em Montpellier, no sul da França, a torre se assemelha a uma grande árvore, com 17 andares. O prédio multiúso abriga residências, restaurantes, galeria de arte, escritórios e um bar com vista panorâmica, tornando-se um grande ponto turístico. Seus andares multifuncionais fazem da estrutura um dos edifícios mais curiosos e versáteis da região. Louis Vuitton FOTO: Reprodução/ Vogue Em Seul, na Coreia do Sul, destaca-se uma das fachadas mais curiosas do mundo: a Louis Vuitton projetada pelo arquiteto Frank Gehry. Localizado em Gangnam-gu, o edifício, originalmente concebido por Peter Marino, ganhou uma atualização marcante pelas mãos do famoso arquiteto canadense. Uma das características mais impactantes é sua fachada cinética, construída essencialmente com aço e vidro. A estrutura forma um zigue-zague curioso e exibe ondulações em diversos pontos, fazendo o edifício parecer estar em movimento, o que o torna uma atração moderna e surpreendente para visitantes. Com informações de: archshop.com.b r e casavogue.globo.com

  • Emmegi FIX 650: máquina de corte para perfis de grandes seções

    Foto/Reprodução: Emmegi A Emmegi FIX 650 é uma máquina de corte monocabeça ascendente projetada para operações a 90°, voltada principalmente para o processamento de perfis de grandes seções. Segundo informações da empresa, seu desenvolvimento prioriza precisão, estabilidade e facilidade de operação, aspectos importantes para fabricantes que lidam com estruturas de maior porte. De acordo com a Emmegi, o sistema de fixação é composto por morsas horizontais e verticais, projetadas para rápido posicionamento e bloqueio da peça. A máquina utiliza uma lâmina de widia com 650mm de diâmetro, acionada por um sistema de avanço pneumático.  A operação da FIX 650 é feita por meio de um painel de comando que centraliza os controles de forma simples e acessível. Entre os ajustes disponíveis estão a regulação da pressão das morsas e a velocidade de saída da lâmina, fatores que ajudam a adequar o equipamento a diferentes tipos de materiais e necessidades de corte, conforme as especificações do equipamento. Na área destinada ao corte, a máquina conta com uma estrutura desenvolvida para suportar a usinagem de perfis de grande porte. A marca afirma que a rigidez da zona de corte, tanto no plano horizontal quanto no esquadro vertical, contribui para o melhor aproveitamento da capacidade operacional do equipamento. Para mais informações: emmegi.com   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Perfis e etapas realizadas na montagem de painel ripado

    Foto/Reprodução: Alumiconte A Alumiconte apresenta, em vídeo demonstrativo, a montagem de um painel ripado utilizando três perfis do seu portfólio. O processo inicia com o BXT-480, um tubo retangular de 2 polegadas  x 1 polegada e espessura de 1,1mm, aplicado diretamente na parede.  Sobre esse tubo é instalado o perfil ALV-2511, um lambri ripado com passo de 135mm. A fixação é feita por meio de parafusos de cabeça chata com ponta auto atarraxante, garantindo encaixe adequado e estabilidade do conjunto. Para o acabamento lateral, é utilizada a cantoneira CA-000, de abas desiguais. Nessa etapa, é aplicado o silicone na peça antes da fixação, contribuindo para o acabamento e vedação do painel. A demonstração completa pode ser vista em vídeo no canal da empresa, ilustrando cada etapa da montagem do painel ripado. Para mais informações:  youtube.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Oito normas técnicas que todo serralheiro e vidraceiro precisa conhecer

    Foto/Reprodução: Freepik A atuação de serralheiros e vidraceiros envolve responsabilidades e exigências técnicas que vão além da fabricação, instalação de esquadrias e sistemas de vidro. No Brasil, as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) orientam parâmetros de segurança, desempenho e qualidade para produtos e serviços usados em edificações. Conhecer e aplicar essas normas é essencial para garantir obras seguras, duráveis e em conformidade com os padrões da construção civil. NBR 10821  Reúne os requisitos para esquadrias externas de edificações, desde as etapas de projeto até instalação e manutenção. A norma estabelece critérios de desempenho, estanqueidade, durabilidade e segurança. NBR 15575 Conhecida como Norma de Desempenho, define os requisitos mínimos que uma edificação habitacional deve cumprir ao longo de sua vida útil. Ela abrange segurança estrutural, conforto térmico, acústico e lumínico, além de durabilidade dos sistemas.  NBR 7199  Trata da utilização de vidros na construção civil e estabelece regras para seleção, dimensionamento e instalação. A revisão de 2025 reforçou a obrigatoriedade dos vidros de segurança, temperados ou laminados, em portas, áreas de circulação e ambientes com grande fluxo de pessoas, e retirou o vidro aramado da categoria de segurança, alinhando o país às normas internacionais. NBR 6123 Voltada ao comportamento das edificações frente aos ventos, define como calcular as forças atuantes sobre estruturas, fachadas e esquadrias. A norma contempla velocidades básicas do vento, coeficientes de pressão e diretrizes para considerar cargas em projetos arquitetônicos.  NBR 14698 Na categoria de vidros de segurança, a norma define os parâmetros para o vidro temperado plano, especificando defeitos permitidos, métodos de ensaio e exigências de marcação permanente do fabricante. A norma também proíbe cortes ou perfurações após o processo de têmpera, reforçando requisitos de segurança para aplicações em construção civil, mobiliário e eletrodomésticos. NBR 14697 Estabelece critérios para o vidro laminado, incluindo requisitos de ensaio, durabilidade e classificação como vidro de segurança. A revisão recente incorporou parâmetros de empenamento, novos testes de impacto e orientações para laminados produzidos com vidros temperados, garantindo que, em caso de quebra, os fragmentos permaneçam colados à película. NBR 14718 Voltada à prevenção de quedas, a norma define os requisitos de segurança para guarda-corpos em edificações. A norma aborda dimensões mínimas, espaçamentos, resistência a impactos e cargas, sendo fundamental para obras residenciais e comerciais que utilizam estruturas metálicas ou vidro em sacadas, varandas e escadas. NBR NM 294 Com foco na qualidade industrial, a norma estabelece os parâmetros para o vidro float, base para a maioria dos vidros utilizados na construção civil. A norma define dimensões, defeitos óticos aceitáveis, características mecânicas e composição química, sendo referência para fabricantes, distribuidores e vidraceiros. Essas oito normas compõem um conjunto essencial para orientar práticas seguras e eficazes aos padrões modernos da construção civil. Outras normas também são importantes, procure conhecê-las. Fonte: meuvidraceiro.com.br  ; jornaldovidro.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Conforto térmico e eficiência energética em vidros de controle solar

    Foto/Reprodução: AGC A AGC apresenta a linha Sunlux, produzida nacionalmente, que proporciona maior conforto térmico, eficiência energética e luminosidade, reduzindo a necessidade de ar-condicionado e iluminação artificial, de acordo com a empresa. Disponível em diversas tonalidades, como prata, verde, champanhe, azul e versões neutras, a linha é indicada para projetos residenciais, comerciais e corporativos. O Sunlux pode ser aplicado em fachadas prediais e comerciais, janelas, esquadrias, guarda-corpos, coberturas, pergolados e fechamento de sacadas, assim como em portas de armários, painéis de móveis e peças especiais no setor moveleiro. Além disso, é uma solução para painéis decorativos, nichos embutidos, boxes de banheiro e revestimentos espelhados em ambientes internos, oferecendo flexibilidade para diferentes projetos. Segundo a empresa, entre os principais benefícios da linha estão o conforto térmico e a economia de energia, ao reduzir a entrada de calor e a necessidade de ar-condicionado, a eficiência energética e luminosidade, controlando o ganho solar sem comprometer a entrada de luz natural, e a variedade de cores e níveis de transmissão, que permitem adaptar os vidros a diferentes demandas estéticas e funcionais.  A linha inclui o Sunlux Prata, que combina transparência, o Sunlux Verde, que valoriza a integração com ambientes naturais, o Sunlux Champanhe, com tonalidade quente, o Sunlux Azul, ideal para projetos modernos e os Sunlux Neutros, que oferecem transmissão de luz natural com baixa reflexão.  Para mais informações: agcbrasil.com   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Sistema Erus: esquadrias de alumínio para arquitetura moderna

    Foto/Reprodução: Aluforte O Sistema Erus, da Aluforte, é uma alternativa para projetos de arquitetura contemporânea, combinando design e desempenho técnico. Com bitola de 50 mm, o sistema suporta vidros de 8 a 40 mm, incluindo opções insuladas e blindadas, permitindo a execução de grandes vãos sem travessas intermediárias. De acordo com a empresa, a montagem em ângulos de 45° e 90° proporciona precisão e acabamento consistente, atendendo a requisitos de estética e funcionalidade em diferentes tipos de construções. O sistema está disponível em várias tipologias, incluindo portas e janelas de correr nas versões convencional e minimalista, modelos com peitoril fixo e opções com persiana integrada. O trilho acoplável permite múltiplas folhas, ampliando a flexibilidade de aplicação em projetos variados. A fabricante informa que o Sistema Erus pode ser utilizado em projetos residenciais, comerciais e corporativos, oferecendo uma combinação de versatilidade estrutural e possibilidades estéticas, sem comprometer o desempenho técnico das esquadrias. Para mais informações: aluforte.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

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