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  • Curiosidade: prédios inclinados em Santos têm origem no solo e na expansão urbana

    Foto/Reprodução: Os prédios tortos de Santos A inclinação de edifícios na orla de Santos é resultado de um processo chamado recalque diferencial, que ocorre quando o solo cede de forma desigual com o peso das construções.  Foto/Reprodução: Os prédios tortos de Santos O subsolo de Santos é formado por camadas superficiais mais resistentes sobre outras mais comprimíveis, compostas por areia e argila. Com o tempo, essas camadas inferiores cedem com o peso das edificações, provocando desníveis.  Em muitos casos, prédios mais antigos foram construídos com fundações rasas, que não alcançam as camadas mais firmes, o que contribui para o entortamento dos edifícios. Crescimento urbano e impacto entre construções Foto/Reprodução: Os prédios tortos de Santos A expansão acelerada da cidade ao longo do século XX também influenciou o problema. À medida que novos edifícios foram sendo erguidos, o peso adicional no solo passou a impactar construções vizinhas. Esse efeito ocorre porque a carga de um prédio se distribui lateralmente no terreno, podendo afetar estruturas próximas que não foram projetadas para esse cenário. Estabilidade e monitoramento Levantamentos indicam que mais de 300 edifícios na orla de Santos apresentam algum grau de inclinação. Apesar disso, especialistas afirmam que a maioria permanece estável e não apresenta risco imediato de desabamento.  Fontes: Os prédios tortos de Santos  ; g1.globo.com   Veja mais: Prédios tortos em Santos: plano inédito prevê obras de correção | G1

  • Serra circular industrial realiza cortes a frio em materiais ferrosos

    Foto/Reprodução: Cortesa Desenvolvida pela Cortesa e voltada ao corte a frio de materiais ferrosos, a serra circular oferece acabamento sem rebarbas e precisão. De acordo com a empresa, o equipamento, nomeado como modelo SC-2V, foi projetado para atender demandas industriais, com capacidade de corte em diferentes ângulos e tipos de peças. Foto/Reprodução: Cortesa O equipamento está disponível em três versões: padrão (SC-2V), com acionamento manual; modelo com morsas pneumáticas (SC-2V M), que automatiza a fixação do material; e versão automática (SC-2V A), que realiza todo o ciclo de corte, incluindo fixação, avanço, recuo e liberação da peça. Nesta última, os movimentos são pneumáticos, com controle hidráulico da velocidade de avanço da serra. Foto/Reprodução: Cortesa Entre os recursos adicionais, a máquina conta com morsa dupla para fixação do material em ambos os lados do corte, mesa giratória que permite ajustes de 90° a 45° e sistema de refrigeração com reservatório de óleo e moto-bomba centrífuga. As dimensões e o peso variam conforme o modelo. Para mais informações: cortesa.com.br

  • Estética contemporânea marca projeto do Edifício Seen em Maringá

    O Edifício Seen, localizado em Maringá (PR), integra um conjunto de empreendimentos que destacam a aplicação de soluções contemporâneas na construção civil. Sistemas aplicados e desempenho técnico Desenvolvido pela A.Yoshii Engenharia, o projeto contou com a utilização de 28 toneladas de alumínio em sua execução. Foram empregados os sistemas Chroma, Gradline e Ecostick, da Perfil Alumínio do Brasil, que, segundo a empresa, contribuem para o desempenho técnico da edificação.  Fabricação e execução das esquadrias A fabricação das esquadrias ficou a cargo da NJS Esquadrias, responsável pela aplicação dos sistemas no empreendimento. De acordo com as informações divulgadas, o trabalho contribuiu para a valorização de grandes vãos e para a composição da identidade arquitetônica do edifício. O projeto foi assinado pelo escritório Spagnuolo & Biagi Arquitetura, enquanto os interiores foram desenvolvidos pela arquiteta Juliana Meda.  Para mais informações: perfilaluminio.com.br  ; ayoshii.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Esquadrias de correr que não correm?

    Critérios técnicos de especificação, desempenho e durabilidade Esquadrias de correr que não apresentam desempenho adequado não são exceção — são, na maioria dos casos, consequência direta de especificações técnicas insuficientes. Em um cenário onde os vãos aumentam, os vidros se tornam mais pesados e as exigências de desempenho são cada vez maiores, tratar o sistema de deslizamento como um elemento secundário deixou de ser um erro pontual e passou a comprometer o funcionamento global da esquadria. Na prática, muitos problemas atribuídos a perfis, trilhos ou instalação têm origem na escolha inadequada das roldanas — componente responsável por transferir cargas, reduzir atrito e garantir estabilidade ao longo da vida útil do sistema. Roldanas como elemento estrutural do sistema O desempenho de sistemas de correr está diretamente condicionado à eficiência do conjunto de deslizamento. Dentro desse conjunto, a roldana exerce papel crítico. Mais do que um acessório, ela deve ser tratada como elemento estrutural, especialmente em aplicações com folhas de grandes dimensões. A carga aplicada sobre as roldanas é função direta de: • Peso da folha (perfis, vidro e ferragens) • Quantidade de pontos de apoio • Forma de distribuição da carga O critério básico de dimensionamento é: Carga por roldana = Peso total da folha / número de roldanas Na prática, a aplicação de um fator de segurança entre 1,5 e 2,5 é fundamental para absorver variáveis como impactos de uso, desalinhamentos e deformações. A ausência desse critério é uma das principais causas de falhas prematuras, esforço excessivo de operação e necessidade de manutenção recorrente. Atrito, rolamento e eficiência operacional A experiência de uso de uma esquadria está diretamente ligada ao esforço necessário para seu acionamento — e isso depende do tipo de roldana especificada. Sistemas sem rolamento apresentam maior atrito e desgaste acelerado, sendo adequados apenas para aplicações leves. Já roldanas com rolamentos de esferas proporcionam: • Redução significativa do esforço de operação • Maior durabilidade • Melhor desempenho sob cargas elevadas A utilização de rolamentos blindados (2RS ou ZZ) agrega proteção contra contaminantes, reduzindo manutenção e garantindo estabilidade ao longo do tempo. O coeficiente de atrito impacta diretamente não apenas a ergonomia, mas também a vida útil dos trilhos e o nível de ruído do sistema. Materiais e resistência ao ambiente A seleção de materiais deve considerar as condições de exposição da esquadria. Rodas em poliamida (nylon) oferecem baixo ruído e boa resistência mecânica, enquanto o POM (poliacetal) apresenta maior estabilidade dimensional (praticamente não deformam) e menor absorção de umidade. Componentes metálicos exigem atenção especial: • Aço cromo (ligado): apresenta maior dureza e resistência ao desgaste, sendo amplamente utilizado em pistas e esferas de rolamentos, porém ainda requer proteção contra corrosão em ambientes agressivos • Aço inox: recomendado para ambientes agressivos Em regiões litorâneas ou industriais, a corrosão compromete diretamente o desempenho dos rolamentos, impactando a durabilidade do sistema. Geometria da roldana e compatibilidade com trilhos A compatibilidade entre a geometria da roldana e o trilho é um dos fatores mais críticos — e frequentemente negligenciado. Diferentes configurações atendem a diferentes aplicações: • Canal “V”: favorece o autoalinhamento e reduz deslocamentos laterais • Canal “U”: proporciona melhor distribuição de carga • Roda plana: comum em sistemas convencionais, porém mais sensível a desalinhamentos • Canal em raio: permite contato mais uniforme • Canal côncavo: aumenta a estabilidade em trilhos específicos A incompatibilidade entre roda e trilho pode gerar: • Desgaste prematuro • Aumento do atrito • Ruídos • Instabilidade da folha Mais do que um detalhe construtivo, trata-se de um fator determinante para o desempenho mecânico do sistema. Exigências normativas e desempenho Os sistemas de correr devem atender aos requisitos estabelecidos pela NBR 10821, que define critérios como: • Esforço de operação • Durabilidade (ciclos) • Resistência a cargas • Estanqueidade ao ar e à água Embora a norma não dimensione diretamente a roldana, o desempenho exigido depende diretamente dela. Ou seja, a roldana é um dos principais elementos responsáveis por garantir conformidade normativa. Regulagem e estabilidade do sistema Sistemas com regulagem integrada permitem: • Correção de desalinhamentos • Ajuste de vedação • Compensação de deformações estruturais A ausência desse recurso compromete não apenas a operação, mas também o desempenho acústico e a durabilidade das guarnições. Engenharia aplicada e previsibilidade de desempenho Na prática industrial, a falta de critérios técnicos na especificação das roldanas é uma das principais causas de retrabalho, assistência técnica e perda de desempenho ao longo do tempo. Fabricantes que estruturam seus produtos com base em engenharia aplicada — considerando carga, atrito, geometria e ambiente — conseguem entregar maior previsibilidade e confiabilidade ao sistema. Nesse contexto, fabricantes que estruturam o desenvolvimento de roldanas com base em critérios de engenharia — como capacidade de carga, eficiência de rolamento, compatibilidade geométrica e resistência ao ambiente — conseguem entregar maior previsibilidade de desempenho. A RolShow se posiciona nessa linha ao desenvolver soluções alinhadas às exigências dos sistemas utilizados no mercado brasileiro, ampliando continuamente seu portfólio conforme novas demandas surgem — como a recente linha voltada para trilhos slim. Sua engenharia contempla soluções projetadas para responder diretamente às variáveis críticas do sistema, como: • Dimensionamento adequado de carga para diferentes tipologias de vão • Rolamentos de alta eficiência, reduzindo esforço de operação e desgaste • Rodas em poliacetal (POM), oferecendo alta estabilidade dimensional, baixa absorção de umidade e excelente desempenho em aplicações que exigem precisão e durabilidade • Sistemas com regulagem integrada, permitindo ajuste fino em obra • Materiais compatíveis com ambientes agressivos sob encomenda • Geometrias diversas, garantindo compatibilidade com grande parte dos perfis nacionais Essa abordagem permite reduzir adaptações em obra, aumentar a vida útil dos sistemas e garantir maior estabilidade operacional. Em um cenário onde os sistemas de correr evoluem em escala, peso e exigência de desempenho, a especificação correta das roldanas deixa de ser um detalhe e passa a ser um fator determinante para o sucesso do projeto. Empresas que investem em engenharia aplicada — como a RolShow — não apenas acompanham essa evolução, mas contribuem diretamente para elevar o padrão técnico do mercado, oferecendo soluções mais previsíveis, duráveis e compatíveis com as exigências normativas. Mais do que fornecer componentes, trata-se de garantir que a esquadria cumpra aquilo que se espera dela: funcionar com desempenho, conforto e confiabilidade ao longo do tempo. Empresas que investem em engenharia — como a RolShow — não apenas acompanham essa evolução, mas contribuem para elevar o padrão técnico do setor, oferecendo soluções mais eficientes, previsíveis e confiáveis. Texto enviado por Mauro Fagundes – Diretor Administrativo Alushow/RolShow

  • UFSCar avança em cooperação com universidade da China na área de vidros

    Parceria articulada por Edgar Dutra Zanotto, docente do Departamento de Engenharia de Materiais, com a Universidade de Tecnologia de Wuhan, prevê intercâmbio, financiamento e criação de laboratório (Foto: Divulgação WUT) O professor Edgar Dutra Zanotto, do Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), realizou visita à Universidade de Tecnologia de Wuhan (WUT), na China, a convite da instituição, com foco no estabelecimento de colaborações em pesquisa na área de vidros.   O encontro incluiu atividades no State Key Laboratory of Silicate Materials for Architectures (SMART) e no State Key Laboratory for Advanced Glasses. A WUT está entre as cinco instituições com maior volume de publicações científicas em vidros inorgânicos, segundo a base Scopus de 2021 a 2025.   "O objetivo foi conhecer o grupo de pesquisas em vidros de perto e estabelecer algum tipo de colaboração com a Universidade", afirma Zanotto, que é também coordenador do Laboratório de Materiais Vítreos (LaMaV) da UFSCar.   Acordo de colaboração   Durante a visita, foi firmado um acordo inicial de colaboração com a WUT, com duração de cinco anos, envolvendo intercâmbio de estudantes, pós-doutorandos e docentes, além de financiamento por parte da instituição parceira.   O acordo, de caráter inicial e estabelecido diretamente com o pesquisador, prevê a criação do EZ-GLAD (Edgar Zanotto Global Laboratory of Advanced Disordered Materials) na WUT, laboratório que levará o nome do docente. "Esta foi uma enorme surpresa e honraria, um prêmio", diz.   A iniciativa também contempla a seleção de alunos e pesquisadores para atividades de intercâmbio, com início previsto para outubro deste ano, quando o professor deve retornar à universidade chinesa.   Além disso, está em análise um Memorando de Entendimento mais amplo entre a UFSCar e a WUT, com previsão de cooperação em mobilidade acadêmica, projetos conjuntos, coorientações e organização de eventos científicos.   Inserção internacional   Zanotto destaca os impactos da cooperação para a inserção internacional da UFSCar na área. "A China produz hoje cerca de 30% dos papers na área de vidros, enquanto o Brasil responde por cerca de 2,8%. A produção industrial de vidros no país também é mais de 10 vezes maior que a brasileira. Essa capacidade instalada, associada ao nível de financiamento, torna a parceria desejável e vantajosa", registra.   Na WUT, o docente foi recebido pelo professor Jihong Zhang, que coordena um grupo de pesquisa em conjunto com o professor Jun Xie, reunindo cerca de 35 alunos de pós-graduação, formando um dos maiores e mais ativos grupos de pesquisa em vidros do mundo. Fonte: Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) | Adriana Arruda

  • Precisão no projeto redefine instalação de esquadrias na construção civil

    O avanço do Light Steel Framing (LSF) na construção civil brasileira tem impactado diretamente etapas como o projeto e a instalação de esquadrias. Segundo a engenheira civil Sheila Kopp Webber de Lima, a principal mudança está na precisão e na previsibilidade que o sistema oferece em comparação à alvenaria tradicional. Projeto com definição milimétrica De acordo com a especialista, no LSF os vãos das esquadrias são definidos com precisão milimétrica ainda na fase de projeto, já que os componentes são fabricados de forma industrializada. Isso exige que o projetista considere previamente todas as camadas da parede, como revestimentos internos e externos. Mais agilidade no canteiro A precisão do sistema também permite eliminar etapas. Segundo Sheila, é possível encomendar esquadrias diretamente com base no projeto executivo, sem a necessidade de medições em obra. Além disso, os vãos apresentam melhor alinhamento e esquadro, o que facilita o encaixe e a fixação. A instalação, no entanto, deve estar integrada aos sistemas de vedação, fundamentais para evitar a entrada de água. Melhor desempenho das edificações Outro destaque do LSF é o desempenho térmico e acústico. As paredes, por serem ocas, permitem o uso de materiais isolantes, como lã de rocha ou espuma de poliuretano, elevando o conforto interno. Nesse contexto, as esquadrias também acompanham esse padrão, com soluções que garantem melhor vedação e durabilidade. Tendência de mercado Sheila aponta ainda uma mudança no modelo de instalação no Brasil, que começa a seguir padrões internacionais, com esquadrias posicionadas na face externa da parede. A solução melhora a vedação contra umidade, especialmente em sistemas construtivos a seco. Assessoria de imprensa: Comando News | Nina Machado Reportagem: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Intec divulga o Ranking das Maiores Construtoras do Brasil

    A relação de 2026 reúne 138 construtoras de todas as regiões Em seu site na internet, a Intec Brasil disponibilizou recentemente a edição 2026 do “Ranking das 100 Maiores Construtoras do Brasil”. A empresa promove a premiação há muitos anos, e informa que esta iniciativa revela “um retrato fiel da força, da consistência e da capacidade de entrega das empresas que movem a construção civil brasileira”.   Ultrapassando a marca de uma centena, o Ranking Intec completo reúne 138 construtoras de todas as regiões do país.   Mais do que uma lista, este levantamento traduz desempenho, estratégia e compromisso com o desenvolvimento do setor, destacando organizações que, mesmo diante de desafios, seguem elevando o padrão da engenharia nacional e contribuindo diretamente para o crescimento do Brasil — acrescenta a Intec.   Conheça abaixo as 10 principais construtoras, segundo o Ranking de 2026, indicando a posição, nome da construtora, metragem ativa, região e estado.   1 DIRECIONAL - 5.603.746,84 - SUDESTE MG 2 PACAEMBU CONSTRUTORA - 5.576.216,73 - SUDESTE SP 3 CURY CONSTRUTORA - 3.628.128,23 - SUDESTE SP 4 CONSTRUTORA JL - 3.440.598,76 - SUL PR 5 GRUPO PLAENGE - 2.816.368,52 - SUL PR 6 CONSTRUTORA TENDA - 2.288.781,67 - SUDESTE SP 7 MPD ENGENHARIA - 2.281.232,34 - SUDESTE SP 8 PLANO & PLANO EMPR.IM. - 1.927.126,77 - SUDESTE SP 9 MOURA DUBEUX - 1.915.083,13 - NORDESTE PE 10 DIASE CONSTRUTORA - 1.756.043,47 - SUDESTE SP   A cerimônia de entrega do prêmio está marcada para o dia 13 de maio de 2026, em São Paulo (SP).   Para acessar a lista completa e demais informações, visite o site da Intec neste link: https://100maioresconstrutoras.com.br/

  • Alumínio no litoral exige soluções específicas para garantir durabilidade e estética

    Foto/Reprodução: Alpha Color A aplicação de alumínio em regiões litorâneas exige soluções específicas para enfrentar condições ambientais mais agressivas, especialmente devido à presença constante de maresia. Nesse cenário, o uso de tecnologias de proteção superficial tem se tornado um fator determinante para garantir a durabilidade e o desempenho dos materiais ao longo do tempo. De acordo com a Alpha Color, empresa especializada em tratamento de superfície, a presença de sal e umidade no ar acelera processos de corrosão, o que torna essencial a adoção de soluções que aumentem a resistência dos materiais utilizados em áreas costeiras. Pintura eletrostática amplia a proteção do alumínio A empresa destaca que a pintura eletrostática cria uma camada protetora uniforme e aderente, capaz de minimizar os efeitos da maresia. Esse revestimento evita corrosão e desbotamento, além de manter a estabilidade das cores por períodos prolongados, reduzindo a necessidade de manutenções frequentes.  Variedade de acabamentos Além da proteção técnica, a empresa inclui em seu portfólio opções de pinturas sólidas, com uma paleta de 17 cores, e o acabamento com efeito madeira, obtido por sublimação. A tecnologia reproduz texturas e tonalidades da madeira natural, sem os problemas convencionais desse material, como apodrecimento ou deformações.  Para mais informações: page.alphacolor.ind.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Nova diretoria assume comando da Ascevi e do Sindicavidros-SC

    A Ascevi (Associação Catarinense das Empresas Vidreiras) e o Sindicavidros-SC (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vidro, Espelhos e Cristais no Estado de Santa Catarina) iniciaram 2026 sob nova administração. No dia 6 de março, lideranças da indústria vidreira se reuniram na Grande Florianópolis para a posse do novo presidente da Ascevi, Orlando Nascimento, e para a recondução de Samir Cardoso à presidência do Sindicavidros-SC. O evento ocorreu entre os dias 6 e 8 de março, no Hotel Torres da Cachoeira, com a presença de diretores, associados, parceiros institucionais, líderes do setor e representantes das principais usinas de vidro do país. Durante a cerimônia oficial, ex-presidentes da Ascevi foram homenageados com troféus. Na ocasião, também houve a transmissão de cargo de Alexandre Athayde, que encerrou sua gestão destacando realizações, entre elas o 12º Encontro Sul Brasileiro de Vidreiros. Em seu discurso, Orlando Nascimento agradeceu o apoio da diretoria e ressaltou a importância de dar continuidade aos projetos em andamento, além de ampliar o quadro associativo. Já Samir Cardoso reafirmou o compromisso do sindicato com a defesa dos interesses das indústrias vidreiras catarinenses. Para mais informações: @ascevi.vitro

  • Livro aborda a questão do silêncio em um mundo cada vez mais barulhento

    O conhecido especialista em acústica Edison Claro de Moraes apresentou recentemente ao mercado seu livro “O silêncio é disputado: em um mundo barulhento, quem não planeja o som, colhe o incômodo” (164 páginas, editora Palavras dos Céus, 2025).   Dividido em oito capítulos com leitura fácil e repleta de informações técnicas, importantes e necessárias sobre o tema, o conteúdo inicia com uma indagação básica: “você já parou para ouvir o silêncio?” — e acrescenta que “a verdade é simples: barulho é tudo aquilo que incomoda”.   Convite à percepção   Logo na introdução do livro, o autor sintetiza seu propósito em relação ao tema: “mais do que apresentar conceitos técnicos, este livro é um convite à percepção. Economista com especialização em Administração de Materiais e pós-graduação em Acústica, Edison Claro tem mais de 35 anos de experiência no mercado, e vem se destacando como profissional e empresário dedicado ao desenvolvimento de metodologias exclusivas para soluções eficazes nessa área.   É fundador da associação ProAcústica, da empresa Atenua Som e da Universidade do Som, além de participar da diretoria executiva da Afeal e de idealizar o evento Vidrosom, entre outras atividades.   Capítulos   Vale registrar aqui a sequência de títulos instigantes dos oito capítulos — que têm o propósito de estimular a leitura: “O silêncio está em extinção?” (capítulo 1); “Barulho que adoece (capítulo 2); “Da percepção ao conceito” (capítulo 3); “Isolamento acústico” (capítulo 4); “Soluções” (capítulo 5); “Acústica do Brasil” (capítulo 6); “Histórias” (capítulo 7); e “O futuro” (capítulo 8).   Vidro e esquadrias   Edison Claro, no capítulo 5 (“Soluções”), levanta a questão que envolve o desafio de criar esquadrias acústicas (também chamadas de antirruído), lembrando que janela acústica não é uma solução definitiva, e que “o mundo do vidro não conversa com o mundo das esquadrias”.   Nesse capítulo, o autor discorre sobre o papel do vidro na acústica e o papel das esquadrias (“não é o material que define o desempenho, mas a vedação”, observa o especialista).   No Brasil   A poluição sonora no país é regulamentada por uma série de normas e leis, lembra Edison Claro. Essas regulamentações variam no âmbito federal, estadual e municipal, além de apresentar diferenças de um estado para outro.   “O Brasil tem soluções que são, de fato, nossas. Tecnologias pensadas por e para quem vive aqui. E isso faz toda a diferença”, ressalta o autor, acrescentando uma pergunta importante: por que falta conforto acústico no Brasil? — e comenta que este aspecto é visto como luxo, quando deveria ser direito básico.   Um dos pontos básicos para se compreender a questão do som está nas frequências sonoras (graves e agudos). “A mesma janela que isola um caminhão, não isola um cachorrinho”, compara o autor, ao relembrar um episódio em que foi atender um cliente incomodado com os latidos agudos de cachorros na vizinhança da residência. “Esse epidódio me ensinou que o mundo da acústica é cheio de particularidades”.   Mais informações sobre este livro podem ser obtidas enviando e-mail para contato@atenuagroup.com.br ou mensagem via Instagram: @claro.edison

  • Selante de uso geral atende diferentes demandas da construção civil

    Foto/Reprodução: Sika O Sikaflex Universal é um selante flexível desenvolvido para aplicações diversas na construção civil, especialmente em juntas de movimentação e conexão. O produto é monocomponente e reage com a umidade do ar para formar uma vedação elástica, acompanhando pequenas movimentações naturais das estruturas. De acordo com as especificações, o material pode ser utilizado em diferentes tipos de obras, contribuindo para o fechamento de frestas e junções entre elementos construtivos, como concreto, alvenaria e outros substratos comuns. Desempenho voltado a diferentes condições climáticas Entre as características destacadas pela Sika está a boa resistência ao envelhecimento e às intempéries, o que permite sua aplicação tanto em ambientes internos quanto externos. A empresa também indica o selante para regiões de clima quente ou tropical, mantendo o mesmo desempenho. Outro ponto relevante é a capacidade de absorver movimentações das juntas, o que ajuda a evitar fissuras e falhas na vedação ao longo do tempo. Facilidade de aplicação e variedade de opções Segundo o fabricante, o produto apresenta boa aderência a diversos materiais e pode ser aplicado diretamente sobre superfícies limpas e secas, sem a necessidade de preparações complexas em grande parte dos casos. Para mais informações: bra.sika.com   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Balancim de 15 toneladas amplia soluções para movimentação industrial

    A Italotec apresentou ao mercado o Balancim 15t, equipamento desenvolvido para operações de içamento e movimentação de cavaletes utilizados na indústria vidreira. O produto atende modelos das marcas AGC, Cebrace, Vivix e Guardian, com capacidade total de carga de até 15 mil quilos, equivalente a seis colares.  Aplicado em rotinas de carga e descarga de caminhões e carretas, e balancim também pode ser utilizado na movimentação interna desses materiais em fábricas, galpões e armazéns. Segundo a empresa, o objetivo é contribuir para maior agilidade operacional, aliada a condições mais seguras durante o manuseio. Especificações técnicas e fabricação O equipamento possui estrutura fabricada com materiais de alta qualidade e peso aproximado de 530 quilos. A Italotec informa ainda que o produto conta com fabricação própria, assistência técnica especializada e garantia de um ano. Financiamento disponível Outro ponto destacado é a possibilidade de financiamento por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o que pode facilitar o acesso ao equipamento por parte de empresas do setor. Para mais informações: italotec.com.br   Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

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