top of page

BUSCAR

Search this site

Resultados encontrados para busca vazia

  • INSPEÇÃO TÉCNICA INDEPENDENTE PARA OTIMIZAR PROJETOS

    Muitas empresas estão buscando alternativas que permitam minimizar riscos e otimizar seus processos. Nesse sentido, o serviço de inspeção técnica acompanha todo o processo de construção ou fabricação de um projeto, verificando se estão sendo atendidas todas as premissas acordadas em contrato e em normas técnicas nacionais e internacionais, com as devidas especificações de materiais, métodos de construção, fabricação ou instalação, qualidade e entrega. Segundo João Diaz, gerente comercial da Intertek, este tipo de avaliação é importante e tem grande procura para impedir que etapas do processo precisem ser refeitas, evitando o retrabalho e, consequentemente, atrasos no cronograma de entrega. “A inspeção independente traz mais segurança para todos os envolvidos. Nosso trabalho ajuda a garantir que o serviço será executado e concluído, sem f alhas, dentro do tempo previsto e em conformidade com os padrões de qualidade e normas técnicas”, explica. A análise se estende a fornecedores, subfornecedores, unidades de construção ou operacionais, e pode ser solicitada tanto pelo contratante (para se certificar de que tudo que foi acordado está sendo executado) como pelo próprio contratado (que assim dispõe de um laudo isento comprovando a qualidade do trabalho entregue). “As empresas precisam encarar a inspeção técnica independente como um investimento, e não como uma despesa a mais. Esta auditoria evita prejuízos decorrentes de atrasos no cronograma, ou perdas causadas por falhas na execução ou uso de materiais sem a especificação adequada”, ressalta Diaz. Mais informações: www.intertek-br.com Foto: divulgação

  • SEGMENTO DE COLAS, ADESIVOS E SELANTES GANHA ESTUDO

    A Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química lança nesta quinta-feira, dia 24 de novembro de 2016, o estudo “Estatísticas do Segmento de Colas, Adesivos e Selantes”. O documento, desenvolvido pela Equipe de Economia e Estatísticas (ECON) da Abiquim contou com o apoio da Comissão Setorial de Colas, Adesivos e Selantes da entidade e de empresas produtoras não associadas. O conteúdo apresenta um perfil estatístico do segmento e tem o objetivo de dimensionar o consumo brasileiro desses produtos, incluindo a parcela da demanda coberta por importações e exportações. O documento apresenta o faturamento do setor; o consumo aparente nacional do setor de Colas, Adesivos e Selantes de 2006 a 2015; a participação dos produtos importados no mercado nacional; o total da produção das empresas consultadas; a distribuição do total de produção por família de produtos; o percentual da produção destinada ao mercado externo e ao mercado interno. Mais informações: www.abiquim.org.br

  • SEGMENTO DE COLAS, ADESIVOS E SELANTES GANHA ESTUDO

    A Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química lança nesta quinta-feira, dia 24 de novembro de 2016, o estudo “Estatísticas do Segmento de Colas, Adesivos e Selantes”. O documento, desenvolvido pela Equipe de Economia e Estatísticas (ECON) da Abiquim contou com o apoio da Comissão Setorial de Colas, Adesivos e Selantes da entidade e de empresas produtoras não associadas. O conteúdo apresenta um perfil estatístico do segmento e tem o objetivo de dimensionar o consumo brasileiro desses produtos, incluindo a parcela da demanda coberta por importações e exportações. O documento apresenta o faturamento do setor; o consumo aparente nacional do setor de Colas, Adesivos e Selantes de 2006 a 2015; a participação dos produtos importados no mercado nacional; o total da produção das empresas consultadas; a distribuição do total de produção por família de produtos; o percentual da produção destinada ao mercado externo e ao mercado interno. Mais informações: www.abiquim.org.br

  • ENERGIA FOTOVOLTAICA NO BRASIL TEM FUTURO PROMISSOR

    Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), até 2024 cerca de 1,2 milhões de geradores de energia solar ou mais deverão ser instalados em casas e empresas em todo o Brasil, representando 15% da matriz energética brasileira — e até o 2030 o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$100 bilhões. O País conta com um grande potencial para movimentar este segmento. A radiação solar na região brasileira menos ensolarada é 40% maior do que na região mais ensolarada da Alemanha, por exemplo, que é um dos líderes no uso de energia fotovoltaica. Para aproveitar este potencial, o preço do kWp (medida de potência energética associada com células fotovoltaicas) está reduzindo e nos próximos anos o desafio será abrir novas linhas de crédito e financiamento. A tendência é de que surjam mais programas do governo e modelos de negócios, tornando o processo mais acessível. A população brasileira tem pago altas taxas de energia elétrica e sempre está na “berlinda” quando o assunto é água. Estes fatores têm impulsionado o número de instalações do sistema fotovoltaico. Os estados que mais instalam energia solar são Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, sendo MG um dos pioneiros e com mais instalações e o RJ com melhor potencial e mais instalações por m². Na área empresarial, os estados que mais têm adotado e instalado sistema fotovoltaico são: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina. Com quase quatro anos de atuação no Brasil (a partir da resolução 482/2012), o sistema garante a todos — públicos residencial, comercial ou industrial — que optarem pela energia solar, descontos na conta de luz. “Ou seja, se o sistema gerar mais energia do que o consumido, a energia excedente será injetada na rede pública. Esta medição é realizada através de um medidor de energia bidirecional, fornecido pela concessionária local, que quantificará os quilowatts-horas injetados de energia solar. Este excedente será analisado e calculado, para que o consumidor receba um desconto em sua conta de luz”, explica Martin Drope, diretor da divisão de energia solar da Fronius, fabricante internacional de equipamentos para o segmento. FONTE DE ENERGIA RENOVÁVEL A energia solar fotovoltaica é agora, depois de hidráulica e eólica, a terceira mais importante fonte de energia renovável em termos de capacidade instalada no mundo. Mais de 100 países utilizam energia solar fotovoltaica. A China, Japão e Estados Unidos, atualmente, são os principais mercados de energia fotovoltaica, contribuindo com quase 6% de sua demanda de eletricidade. A Alemanha é o maior produtor, mas estima-se que em breve será superado pela China. Mais informações: www.fronius.com.br Imagem: www2.aneel.gov.br/aplicacoes/atlas/pdf/03-Energia_Solar(3).pdf

  • ENERGIA FOTOVOLTAICA NO BRASIL TEM FUTURO PROMISSOR

    Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), até 2024 cerca de 1,2 milhões de geradores de energia solar ou mais deverão ser instalados em casas e empresas em todo o Brasil, representando 15% da matriz energética brasileira — e até o 2030 o mercado de energia fotovoltaica deverá movimentar cerca de R$100 bilhões. O País conta com um grande potencial para movimentar este segmento. A radiação solar na região brasileira menos ensolarada é 40% maior do que na região mais ensolarada da Alemanha, por exemplo, que é um dos líderes no uso de energia fotovoltaica. Para aproveitar este potencial, o preço do kWp (medida de potência energética associada com células fotovoltaicas) está reduzindo e nos próximos anos o desafio será abrir novas linhas de crédito e financiamento. A tendência é de que surjam mais programas do governo e modelos de negócios, tornando o processo mais acessível. A população brasileira tem pago altas taxas de energia elétrica e sempre está na “berlinda” quando o assunto é água. Estes fatores têm impulsionado o número de instalações do sistema fotovoltaico. Os estados que mais instalam energia solar são Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, sendo MG um dos pioneiros e com mais instalações e o RJ com melhor potencial e mais instalações por m². Na área empresarial, os estados que mais têm adotado e instalado sistema fotovoltaico são: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina. Com quase quatro anos de atuação no Brasil (a partir da resolução 482/2012), o sistema garante a todos — públicos residencial, comercial ou industrial — que optarem pela energia solar, descontos na conta de luz. “Ou seja, se o sistema gerar mais energia do que o consumido, a energia excedente será injetada na rede pública. Esta medição é realizada através de um medidor de energia bidirecional, fornecido pela concessionária local, que quantificará os quilowatts-horas injetados de energia solar. Este excedente será analisado e calculado, para que o consumidor receba um desconto em sua conta de luz”, explica Martin Drope, diretor da divisão de energia solar da Fronius, fabricante internacional de equipamentos para o segmento. FONTE DE ENERGIA RENOVÁVEL A energia solar fotovoltaica é agora, depois de hidráulica e eólica, a terceira mais importante fonte de energia renovável em termos de capacidade instalada no mundo. Mais de 100 países utilizam energia solar fotovoltaica. A China, Japão e Estados Unidos, atualmente, são os principais mercados de energia fotovoltaica, contribuindo com quase 6% de sua demanda de eletricidade. A Alemanha é o maior produtor, mas estima-se que em breve será superado pela China. Mais informações: www.fronius.com.br Imagem: www2.aneel.gov.br/aplicacoes/atlas/pdf/03-Energia_Solar(3).pdf

  • PROJETO DE ACÚSTICA NA DISNEY AMÉRICA LATINA

    A Giner, empresa de áudio e acústica de São Paulo associada ProAcústica, entregou, em outubro, 1.800 m2 de área construída divididos em 44 espaços, localizado na Argentina, a 47 quilômetros de Buenos Aires. O projeto abrange 23 ilhas de edição de vídeo, dez estúdios Pro Tools para dublagem e voz em off, uma rádio com dois estúdios e nove salas técnicas. Mas a joia da coroa é a sala de projeções para exibir os novos filmes e desenhos à mídia especializada e parceiros de negócios com a nova tecnologia de exibição Dolby Atmo. Mais informações: http://www.proacustica.org.br/index.php?id=880&utm_source=Virtual%20Target&utm_medium=email&utm_term=&utm_content=&utm_campaign=AECweb%20News%20Nov.16 Foto: Site Pro Acústica

  • PROJETO DE ACÚSTICA NA DISNEY AMÉRICA LATINA

    A Giner, empresa de áudio e acústica de São Paulo associada ProAcústica, entregou, em outubro, 1.800 m2 de área construída divididos em 44 espaços, localizado na Argentina, a 47 quilômetros de Buenos Aires. O projeto abrange 23 ilhas de edição de vídeo, dez estúdios Pro Tools para dublagem e voz em off, uma rádio com dois estúdios e nove salas técnicas. Mas a joia da coroa é a sala de projeções para exibir os novos filmes e desenhos à mídia especializada e parceiros de negócios com a nova tecnologia de exibição Dolby Atmo. Mais informações: http://www.proacustica.org.br/index.php?id=880&utm_source=Virtual%20Target&utm_medium=email&utm_term=&utm_content=&utm_campaign=AECweb%20News%20Nov.16 Foto: Site Pro Acústica

  • ACRÍLICO COMO OPÇÃO PARA BOX DE BANHO

    A Web Acrílicos, empresa associada ao INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico, voltou a destacar as qualidades de seu box de acrílico Crylic. Segundo a empresa, o componente é o mais leve e seguro do mercado e oferece inúmeras possibilidades aos decoradores ou arquitetos, “que podem incluir em seus projetos mais cores e formas, o que não seria possível com os tradicionais boxes de vidro ou mesmo de plásticos menos nobres e, por isso, nada resistentes ou bonitos”. A fabricante informa que as chapas Crylic originais não apresentem relevos ou texturas. A espessura indicada pela empresa é de 8mm e a garantia é de 10 anos contra amarelamento. Mais informações: www.indac.org.br e www.webacrilicos.com.br

  • ACRÍLICO COMO OPÇÃO PARA BOX DE BANHO

    A Web Acrílicos, empresa associada ao INDAC – Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico, voltou a destacar as qualidades de seu box de acrílico Crylic. Segundo a empresa, o componente é o mais leve e seguro do mercado e oferece inúmeras possibilidades aos decoradores ou arquitetos, “que podem incluir em seus projetos mais cores e formas, o que não seria possível com os tradicionais boxes de vidro ou mesmo de plásticos menos nobres e, por isso, nada resistentes ou bonitos”. A fabricante informa que as chapas Crylic originais não apresentem relevos ou texturas. A espessura indicada pela empresa é de 8mm e a garantia é de 10 anos contra amarelamento. Mais informações: www.indac.org.br e www.webacrilicos.com.br

  • EMPRESA DE ORIGEM ALEMÃ COMEMORA 130 ANOS

    A companhia internacional Bosch, conhecida por suas ferramentas elétricas, entre muitos outros itens, abriu as portas em novembro de 1886 com a “Oficina de Mecânica Fina e Eletrotécnica”, em Stuttgart, na Alemanha, com apenas duas pessoas e muitos desafios até se tornar um dos dez maiores empreendimentos alemães, operando em mais de 150 países. Com uma história de sucesso internacional, hoje o Grupo Bosch emprega 375 mil colaboradores no mundo, tendo gerado vendas em torno de 70 bilhões de euros em 2015. No Brasil, suas atividades começaram em 1954, em São Paulo (SP). Atualmente, o Grupo emprega no País cerca de 8.900 colaboradores e registrou, em 2015, um faturamento líquido de R$4,7 bilhões com a oferta de produtos e serviços automotivos para montadoras e para o mercado de reposição, bem como ferramentas elétricas, sistemas de segurança, termotecnologia, máquinas de embalagem e tecnologias industriais. As operações do grupo na América Latina empregam cerca de 10.300 colaboradores que contribuíram para gerar um faturamento de R$6 bilhões, incluindo as exportações e vendas das empresas coligadas. Para mais informações: www.bosch.com.br Foto: divulgação

  • EMPRESA DE ORIGEM ALEMÃ COMEMORA 130 ANOS

    A companhia internacional Bosch, conhecida por suas ferramentas elétricas, entre muitos outros itens, abriu as portas em novembro de 1886 com a “Oficina de Mecânica Fina e Eletrotécnica”, em Stuttgart, na Alemanha, com apenas duas pessoas e muitos desafios até se tornar um dos dez maiores empreendimentos alemães, operando em mais de 150 países. Com uma história de sucesso internacional, hoje o Grupo Bosch emprega 375 mil colaboradores no mundo, tendo gerado vendas em torno de 70 bilhões de euros em 2015. No Brasil, suas atividades começaram em 1954, em São Paulo (SP). Atualmente, o Grupo emprega no País cerca de 8.900 colaboradores e registrou, em 2015, um faturamento líquido de R$4,7 bilhões com a oferta de produtos e serviços automotivos para montadoras e para o mercado de reposição, bem como ferramentas elétricas, sistemas de segurança, termotecnologia, máquinas de embalagem e tecnologias industriais. As operações do grupo na América Latina empregam cerca de 10.300 colaboradores que contribuíram para gerar um faturamento de R$6 bilhões, incluindo as exportações e vendas das empresas coligadas. Para mais informações: www.bosch.com.br Foto: divulgação

  • FECHADURAS SEM CHAVES: MAIS SEGURANÇA E CONFORTO

    Eletromagnéticas, digitais e biométricas. Estas opções disponíveis no segmento de fechaduras podem proporcionar mais segurança e conforto aos usuários, dispensando a necessidade de carregar chaves e minimizando o risco de manter pessoas trancadas do lado de fora. Além disso, elas também flexibilizam os acessos, permitindo que usuários consigam entrar em locais mesmo sem uma cópia física da chave. “Outra vantagem é a possibilidade de controlar e monitorar o acesso aos ambientes, registrando os horários e as pessoas que entraram e saíram de determinado local”, acrescenta o engenheiro civil Roney Honda Margutti, gerente de tecnologia do Siamfesp (Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais Não Ferrosos no Estado de São Paulo). Também existem outros exemplos de fechaduras que não requerem chaves, acionadas por tecnologia Bluetooth ou por aplicativos de celulares. Segundo Margutti, é necessário conhecer a finalidade de cada fechadura para especificar a melhor solução. “Para um acesso restrito, a melhor opção é a biométrica. Por outro lado, se o que se deseja é ficar livre de carregar chaves e há várias pessoas que precisam acessar o ambiente, talvez a melhor solução seja as digitais”, indica. CONHEÇA AS PRINCIPAIS TECNOLOGIAS DE FECHADURAS SEM CHAVES DISPONÍVEIS NO MERCADO FECHADURAS ELETROMAGNÉTICAS Funcionam por meio de um cartão magnético programável que mantém informações de acesso e do portador. São amplamente utilizadas em hotéis, pois permitem monitorar o acesso e inutilizar um cartão em caso de perda, sem a necessidade de trocar a fechadura. “Também é possível impedir o acesso de um hóspede após determinado horário ou data”, observa o gerente de tecnologia. FECHADURAS BIOMÉTRICAS Não requerem dispositivo de acionamento e permitem que somente pessoas com as digitais cadastradas acionem a fechadura, tornando o acesso muito restrito. São utilizadas em entrada de residências e ambientes em que o controle de acesso é fundamental, proporcionando mais segurança. “É interessante, se for o caso, ter um mecanismo alternativo de acionamento, pois apenas as pessoas com suas biometrias cadastradas poderão acionar a fechadura e acessar o ambiente”, pondera Margutti. FECHADURAS DIGITAIS Assim como as biométricas, também não requerem dispositivo de acionamento, mas não tornam o acesso tão restrito. “Como o acionamento ocorre por meio de uma senha, há a possibilidade de compartilhá-la com outra pessoa”, conta o engenheiro. Também são bastante utilizadas em entradas de residências ou ambientes com acesso mais restrito, mas ainda não são tão adotadas quanto as eletromagnéticas e biométricas. Fonte: http://www.siamfesp.org.br/index.php/fechaduras-gerente-de-tecnologia-siamfesp-roney-honda-margutti-concede-entrevista-sobre-fechaduras-sem-chaves-mais-seguranca-e-conforto/

WhatsApp.svg.webp
bottom of page