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- PAINEL SOLAR 80% MAIS LEVE DO QUE OS TRADICIONAIS
Zhengrong Shi, também conhecido como o “Rei Sol”, criou o eArche, um painel solar extremamente flexível e ultrafino que pode se estender ao longo das fachadas dos edifícios, em cima de ônibus ou em cima de carros para carregar carros elétricos. De acordo com Shi, o painel inovador tem potencial ilimitado, e 40 quilowatts (kW) da nova tecnologia já foi instalada em três locais em toda a Austrália . EArche se baseia em um material composto como o utilizado em janelas de avião, sendo quase 80% mais leve do que painéis fotovoltaicos convencionais, de acordo com RenewEconomy. Shi está distribuindo na Austrália seus novos produtos através da empresa australiana Energus e em Hong Kong pela empresa SunMan, e acredita eArche é a maior inovação em mais de 10 anos na indústria solar . Ele disse à RenewEconomy: “A maioria das reduções de custos que vimos vem da fabricação, da eficiência crescente e da cadeia de suprimentos. Houve pouca inovação em produtos e aplicações, por isso decidimos nos concentrar no próprio painel, que foi muito rígido e pesado“. Algumas empresas não foram capazes de instalar painéis solares porque os painéis são muito pesados para os telhados de seus edifícios, mas a tecnologia de Shi poderia remover esse problema. Sistemas solares de telhado tipicamente pesam cerca de oito toneladas métricas para uma matriz de 100 kW, de acordo com o Daily Advertiser, mas eArche pesa apenas cerca de duas toneladas métricas para 100 kW. Shi disse que o eArche pode ser feito sob medida para telhados ou paredes do edifício. Ele disse à RenewEconomy: “Pensamos que os governos devem exigir que todos os novos edifícios tenham painéis solares integrados à sua estrutura. Com este painel, é fácil de fazer. ” A SunMan também prevê a tecnologia em RVs, iates,diversas máquinas e muito mais. O tempo dirá se eArche é tão revolucionária como Shi pensa. A tecnologia está em contraste com as telhas propostas pela Tesla, que Shi disse é “a maneira errada de fazê-lo” em grande parte devido à despesa e peso. Fonte: Engenharia é
- FACHADAS VENTILADAS
Nos dias de hoje, a arquitetura entende que a fachada não é uma mera integrante que agrega valor estético a um projeto. A fachada exerce papel importante na proteção dos componentes estruturais, no nível de insolação que interfere nos ambientes internos e também na economia de energia de um edifício. Pensar no tipo de fachada mais adequado para cada projeto é fundamental para contribuir para uma maior eficiência, tanto estrutural como energética. Uma opção que tem sido muito usada é a fachada ventilada. Uma solução com muitas vantagens em revestir construções. A fachada ventilada é sustentada com elementos de encaixe mecânico, onde as cargas estruturais são transferidas ao suporte por meio das conexões entre o material do revestimento e a estrutura, criando uma superfície firme e segura. Elas possuem várias vantagens, como a troca constante de ar dos espaços internos, por meio do sistema de juntas abertas. Este sistema permite que o vão entre as placas não receba vedação total nas aberturas, possibilitando a renovação do ar. Assim como a base da estrutura precisa ser de qualidade, o material a ser usado na fachada deve cumprir as exigências de resistência às ações do tempo, isolamento térmico e acústico, baixa umidade e ter grandes formatos. Um bom exemplo de projeto com fachada ventilada é o retrofit do edifício Cap Ferrat, no Rio de Janeiro. Construído há mais de 30 anos, o Cap Ferrat precisava renovar a fachada, que estava deteriorada devido às intempéries e à maresia. Fonte: Dekton
- POLICARBONATO UNE MODERNIDADE E PRATICIDADE EM UM SÓ PRODUTO
O policarbonato é uma ótima opção para quem deseja ter beleza e praticidade em um mesmo produto. Considerado novo no mercado da construção e da reforma, o policarbonato é termoplástico, ou seja, tende a derreter quando é aquecido e endurece quando é resfriado, o que o torna um produto versátil e de fácil manuseio. O policarbonato une modernidade, praticidade e economia. Por ser um material leve e transparente, é possível reduzir gastos com estrutura, iluminação e energia, já que a luz natural tende a ser melhor aproveitada. Além disso, a chapa de policarbonato alveolar pode ser curvada a frio, facilitando o acabamento no momento da aplicação. Outra característica importante é a segurança. O material é altamente resistente, sendo 30 vezes mais sólido que o vidro. Além disso, por ser um material autoextinguível, reprime a propagação de fogo e os gases gerados são menos tóxicos em relação ao acrílico. E além da aplicação de resina que bloqueia os infravermelhos, outra particularidade do policarbonato é a adição de filme, responsável pela filtragem dos raios solares. O pode ser utilizado em: Coberturas em geral - Ideal para estruturas que têm como a modernidade e a tecnologia como características indispensáveis. Fechamentos laterais - Nesse caso, funciona muito bem para quem se preocupa com o design, estética e conforto acústico. Toldos - Excelente para fazer coberturas totais e parciais de diversos ambientes externos, como piscinas, jardins, entrada de edifícios etc. Fonte: Day Brasil
- NORMAS SOBRE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO, EM COLEÇÃO PERSONALIZADA
A grande versatilidade do alumínio possibilita que as esquadrias sejam fabricadas em variados tipos (abrir para dentro ou para fora, abrir e tombar, de correr, entre outras) e recebam vidros simples, duplos insulados e de espessuras especiais. As esquadrias de alumínio representam cerca de 20% do volume de caixilhos produzidos no País, conforme dados da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal), que congrega mais de 200 indústrias. Não por acaso, são as preferidas da arquitetura e da construção civil em edifícios residenciais ou comerciais. Especiais, quando definidas por arquiteto em um projeto específico, ou padronizadas, quando são produzidas em escala e distribuídas em revendas, as esquadrias devem sempre atender aos critérios de desempenho estabelecidos em normas técnicas. Para que a cadeia produtiva de esquadrias de alumínio possa adotar as melhores práticas, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) organizou uma Coleção Setorial em formato eletrônico, que é personalizada e garante aos clientes a atualização das normas, automaticamente. A Coleção Setorial tem 28 normas técnicas assim divididas: 1. Esquadrias • ABNT NBR 10821-1:2017 - Esquadrias para edificações - Parte 1: Esquadrias externas e internas – Terminologia; • ABNT NBR 10821-2:2017 - Esquadrias para edificações - Parte 2: Esquadrias externas - Requisitos e classificação; • ABNT NBR 10821-3:2017 - Esquadrias para edificações -Parte 3: Esquadrias externas e internas - Métodos de ensaio; • ABNT NBR 10821-4:2017 - Esquadrias para edificações - Parte 4: Esquadrias externas - Requisitos adicionais de desempenho; • ABNT NBR 10821-5:2017 - Esquadrias para edificações - Parte 5: Esquadrias externas - Instalação e manutenção. 2. Sacada • ABNT NBR 16259:2014 Versão Corrigida: 2014 - Sistemas de envidraçamento de sacadas — Requisitos e métodos de ensaio. 3. Guarda-corpo • ABNT NBR 14718:2008 - Guarda-corpos para edificação. 4. Boxes de banheiro • ABNT NBR 14207:2009 - Boxes de banheiro fabricados com vidros de segurança. 5. Projetos com vidro • ABNT NBR 7199:2016 - Vidros na construção civil — Projeto, execução e aplicações; • ABNT NBR 6120:1980 Versão Corrigida: 2000 - Cargas para o cálculo de estruturas de edificações; • ABNT NBR 6123:1988 Versão Corrigida 2:2013 - Forças devidas ao vento em edificações; • ABNT NBR 14925:2003 - Unidades envidraçadas resistentes ao fogo para uso em edificações; 6. Tratamento da superfície dos perfis • ABNT NBR 12609:2017 - Alumínio e suas ligas — Tratamento de superfície — Anodização para fins arquitetônicos — Requisitos; • ABNT NBR 14125:2016 - Alumínio e suas ligas — Tratamento de superfície — Requisitos para revestimento orgânico para fins arquitetônicos. 7. Acessório/componentes • ABNT NBR 13756:1996 - Esquadrias de alumínio - Guarnição elastomérica em EPDM para vedação – Especificação; • ABNT NBR 15969-1:2011 - Componentes para esquadrias - Parte 1: Roldana - Requisitos e métodos de ensaio; • ABNT NBR 15969-2:2011 - Componentes para esquadrias - Parte 2: Escova de vedação — Requisitos e métodos de ensaio; • ABNT NBR 15969-3:2017 - Componentes para esquadrias - Parte 3: Fecho — Requisitos e métodos de ensaio; • ABNT NBR 15969-4:2017 - Componentes para esquadrias - Parte 4: Articulação — Requisitos e métodos de ensaio; • ABNT NBR 14651:2001 - Fechaduras para portas de vidro – Requisitos; • ABNT NBR 15737:2009 - Perfis de alumínio e suas ligas com acabamento superficial - Colagem de vidros com selante estrutural; • ABNT NBR 15919:2011 - Perfis de alumínio e suas ligas com acabamento superficial – Colagem de vidros com fita dupla-face estrutural de espuma acrílica para construção civil. 8. Vidro plano • ABNT NBR NM 294:2004 - Vidro float; • ABNT NBR NM 295:2004 - Vidro aramado; • ABNT NBR NM 297:2004 - Vidro impresso; • ABNT NBR 14697:2001 - Vidro laminado; • ABNT NBR 14698:2001 - Vidro temperado. 9. Terminologia de vidros • ABNT NBR NM 293:2004 - Terminologia de vidros planos e dos componentes acessórios a sua aplicação. A aquisição da coleção deve ser feita pelo link: vendas.sp@abnt.org.br ou pelo telefone: (11) 3017.3677. Os interessados podem experimentar a publicação por sete dias, gratuitamente.
- SITE ORIENTA COMO ADQUIRIR PORTAS CERTIFICADAS DE MADEIRA
Uma ferramenta que facilita a busca por portas de madeira que atendem as normas técnicas da ABNT. O site do Programa Setorial da Qualidade de Portas de Madeira para Edificações (PSQ-PME) – www.psqportas.com.br -, coordenado pela Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), disponibiliza para o mercado um sistema que permite a busca por empresas, produtos e certificações de acordo com a NBR 15930-2 – Portas de madeira para edificações – Requisitos, NBR 15281 – Portas corta-fogo para entrada de unidades autônomas e de compartimentos específicos de edificações – e ISO 10140-2:2010 – Acoustics – Laboratory measurement of sound insulation of building elements – Part 2: Measurement of airborne sound insulation. É possível também acessar uma tabela completa, com todas as informações, que é atualizada constantemente. Outra informação relevante para os projetistas e construtoras é a orientação quanto à especificação dos produtos. Por meio de um roteiro são apresentados nove passos para a especificação por desempenho. A página traz ainda informações sobre as etapas da certificação e o andamento do trabalho para desenvolvimento das partes da norma técnica para requisitos de desempenho adicionais, instalação e manutenção. No menu publicações, o visitante encontra as publicações lançadas pelo programa, como as edições das revistas especiais sobre portas e o catálogo técnico. PSQ-PME Com abrangência nacional, o Programa reúne e representa os fabricantes de portas de madeira do Brasil, atuando em várias ações que visam o fortalecimento do segmento e o atendimento dos requisitos estabelecidos nas normas brasileiras vigentes. Entre os principais objetivos da iniciativa estão o de promover a isonomia competitiva entre os fabricantes, por meio da conformidade técnica, adequando o desempenho dos produtos às normas existentes, estimular a melhoria continua, agregar valor às marcas e dar garantias ao consumidor final. Desde 2014, é possível encontrar no mercado portas com a certificação da ABNT. São produtos que atendem à Norma Brasileira NBR 15930. As folhas de portas certificadas passam por um rigoroso controle de qualidade de produção, que inclui testes físicos e mecânicos de avaliação do desempenho realizados pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo. Fonte: Assessoria de Imprensa Abimci
- ARTIGO - POR DENTRO DA NORMALIZAÇÃO
Você sabe para que servem as normas técnicas? As dúvidas ainda são muitas, o mundo das normas tem um aspecto muito abrangente em diversas áreas e setores, influenciando na economia, na segurança das pessoas, na qualidade dos produtos e serviços, ou seja, elas estão mais presentes nas nossas vidas do que podemos imaginar. As normas se encontram em todos os níveis da organização social e têm um papel significativo no crescimento das empresas em particular e do país de um modo geral. Mas o que é Norma Técnica? E o que ela significa na vida das pessoas e das empresas? Norma técnica é um documento estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido, que fornece, para uso comum e repetitivo, regras, diretrizes ou características para atividades ou seus resultados, visando à obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto, ou melhor, as normas fazem as coisas funcionarem, fornecem especificações de classe mundial para produtos, serviços e sistemas, garantindo a qualidade, segurança e eficiência. As normas técnicas estão presentes em todos os processos que exigem qualidade, desde o pão francês até aviões, praticamente tudo o que é feito, oferecido ou executado têm normas técnicas que garantem a segurança tanto para quem faz, quanto para quem consome. No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é quem cuida diretamente da normalização, trabalhando em sintonia com o governo e com a sociedade. Ela é a responsável pela elaboração, aprovação e divulgação das Normas Brasileiras, que são elaboradas a partir de uma demanda, identificada pela própria ABNT ou apresentada por qualquer pessoa, empresa, entidade ou organismo regulamentador, que estejam envolvidos com o assunto a ser normalizado. Destaca-se que toda demanda é submetida a um amplo processo de análise, pesquisa e qualificação, que inclui, por exemplo, a identificação das partes interessadas (ou stakeholders) na existência da norma; se o assunto a ser normalizado é objeto de tecnologia consolidada e amplamente aplicada no Brasil; se existe legislação ou regulamentação, entre outros. Verificando-se a pertinência do assunto, a ABNT providencia sua inclusão no programa de normalização de um Comitê Técnico existente ou de um novo Comitê Técnico, criado para atender a demanda. A partir daí, o assunto é amplamente discutido e passa por diversas etapas como: Consulta Nacional, quando qualquer interessado pode emitir recomendações ao conteúdo técnico da norma e Publicação, que inclui a diagramação e a editoração dos documentos. A ABNT, responsável pela condução de todo esse processo, quando não pode permitir que uma norma seja elaborada para atender interesses particulares, desde a análise da demanda até a publicação da norma técnica, vem melhorando a gestão desse processo e aumentando o uso da tecnologia da informação, facilitando a ampla participação da sociedade. Por isso o trabalho da ABNT contribui para a implementação de políticas públicas, promove o desenvolvimento de mercados, a defesa dos consumidores e a segurança de todos os cidadãos. Finalmente, vale lembrar o quanto é amplo o assunto normalização técnica e o quanto cada norma impacta no cotidiano de todos os setores da sociedade. Essa discussão não se findará aqui, caminharemos para que as normas se tornem conhecidas e alcancem todo o potencial que têm para continuar auxiliando no crescimento da economia e no bem estar da sociedade. (*) Ricardo Fragoso - engenheiro mecânico, com MBA em Estratégia Industrial e Gestão de Negócio, presidente da Comissão Panamericana de Normas Técnicas (COPANT), presidente do Comitê Brasileiro de Avaliação da Conformidade (CBAC) e diretor geral da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
- ABIQUIM LANÇARÁ ESTUDO DO SEGMENTO DE COLAS, ADESIVOS E SELANTES
A Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) apresentará amanhã (10/08), às 15 horas, o estudo “Estatísticas do Segmento de Colas, Adesivos e Selantes”. O documento, desenvolvido pela Equipe de Economia e Estatísticas da Abiquim contou com o importante apoio da Comissão Setorial de Colas, Adesivos e Selantes da Associação, e apresenta o perfil estatístico do segmento com o objetivo de dimensionar o consumo brasileiro desses produtos, incluindo a parcela da demanda que é coberta por importações e exportações. O estudo apresenta: - Consumo Aparente nacional do setor de Colas, Adesivos e Selantes de 2006 a 2016; - A participação dos produtos importados no mercado nacional; - O total da produção das empresas consultadas; - A distribuição do total de produção por família de produtos; - Percentual da produção destinada ao mercado externo e o mercado interno. As informações relativas à produção e às vendas (volumes e valores) foram compiladas por meio de consulta direta da Equipe de Economia e Estatísticas da Abiquim junto às empresas fabricantes desses produtos e correspondem a aproximadamente 75% da produção nacional. O relatório traz também o acompanhamento das importações e exportações disponibilizadas pela Secretaria de Comércio Exterior, via consulta realizada ao Sistema Alice, lembrando que, neste caso, as informações referem-se ao total do País. As variáveis analisadas contemplam a evolução nos últimos 10 anos.
- NOVA EDIÇÃO: SONDAGEM NACIONAL DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO
Os empresários da construção civil têm até 25 de agosto para responder ao questionário da 72ª edição da Sondagem Nacional da Indústria da Construção, realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (SindusCon-SP). A Sondagem Nacional apresenta a percepção dos empresários sobre o desempenho atual do setor e da economia, e suas expectativas futuras sobre volume de negócios, emprego, custos, condução da política econômica e inflação. Sua participação é fundamental para um retrato fiel da indústria da construção. Para preencher o questionário clique aqui.
- NOVAS PESQUISAS DO SETOR DA CONSTRUÇÃO EM AÇO
O CBCA (Centro Brasileiro da Construção em Aço), entidade gerida pelo Instituto Aço Brasil, em parceria com a ABCEM (Associação Brasileira da Construção Metálica) finalizou as novas edições das pesquisas anuais feitas com fabricantes de estruturas de aço, de telhas de aço & steel deck e de perfis galvanizados para drywall e light steel frame. As pesquisas se aperfeiçoaram e os resultados obtidos em 2017 servirão para subsidiar as entidades no direcionamento de suas ações, com contribuição direta no desenvolvimento e fortalecimento do setor da construção industrializada em aço. Estima-se que a representatividade das empresas pesquisadas nos três estudos – que já estão publicados no site do CBCA - seja de 75% dos seus mercados. As pesquisas evidenciam mercados com grande potencial de crescimento e que lutam contra a fraca demanda diante da atual situação político-econômica do Brasil, que contribui para o baixo volume de obras e para o fechamento de algumas empresas. Os estudos do CBCA/ABCEM antecipam, por exemplo, que o setor de Estruturas de Aço - que já cresceu 10,8% ao ano entre 2008 e 2014 (dados da Produção Industrial Anual do IBGE) – teve uma queda em sua produção de 40% na comparação entre 2015 e 2016, ainda maior do que a anterior, que foi de 23,6% na comparação entre 2014 e 2015. A produção de estruturas de aço no Brasil que era de 2 milhões de toneladas em 2014 caiu para 694 mil toneladas em 2016. Ainda sobre a pesquisa “Cenário dos Fabricantes de Estruturas em Aço” - que está em sua 6ª edição - destaca-se a baixa utilização da capacidade instalada, de apenas 43%. A maioria das empresas entrevistadas (52%) não tem expectativa de crescimento para 2017. Ao todo, foram ouvidas 262 empresas – localizadas em sua maioria (60%) na Região Sudeste – que apresentaram faturamento anual de cerca de 4 bilhões de reais em 2016. Cerca de 26 mil colaboradores trabalham nas empresas fabricantes de estruturas de aço e as obras de grande porte, como as industriais e de infraestrutura, representam juntas quase 80% do volume de estruturas produzido. Em sua 5ª edição, a pesquisa “Cenário dos Fabricantes de Telhas de Aço & Steel Deck” também apresenta um setor com baixa utilização de sua capacidade instalada, de 50% em 2016 (em 2015 era de 56%). Esse mercado também sofre com a atual crise político-econômica do País, com mais de 80% das empresas declarando queda na produção na comparação entre 2016 e 2015. Na visão dos fabricantes, a falta de valorização da qualidade do produto e o baixo volume de obras são os principais fatores que dificultam o crescimento. No total, 108 empresas - com faturamento estimado de 2,5 bilhões de reais em 2016 – foram ouvidas. Na contramão de outras pesquisas realizadas no País sobre construção civil, o estudo “Cenário dos Fabricantes de Perfis Galvanizados para Light Steel Frame e Drywall” aponta índices otimistas em relação aos fabricantes de seu setor, reforçando a premissa de que em tempos de crise novos sistemas surgem como solucionadores de problemas. Em sua 4ª edição, a pesquisa aponta que cerca de 70% das empresas pesquisadas esperam crescimento neste ano de 23% da utilização da capacidade instalada de perfis para light steel frame (esqueleto estrutural que suporta a edificação) e 31% da utilização da capacidade instalada de perfis para drywall (sistema de vedação não estrutural de painéis). Considerando a capacidade produtiva existente - 57 mil toneladas/ano para perfis para light steel frame e 140 mil toneladas/ano para perfis para drywall – todo o setor está preparado para atender a um crescimento da demanda, cenário similar aos setores analisados nas outras duas pesquisas. Destaca-se ainda que apenas 22% da produção de light steel frame em 2016 foi direcionada para instalações industriais, o que significa que a indústria de forma geral não cresceu. O conteúdo completo das pesquisas está publicado em www.cbca-acobrasil.org.br/site/biblioteca
- GUARDIAN DOARÁ 15 MIL M² DE VIDRO PARA NOVO MURO DA RAIA OLÍMPICA DA USP
A Guardian, fabricante de float (vidro plano) e produtos e soluções de valor agregado, doará para a Universidade de São Paulo (USP) 15 mil m² de vidro float incolor e verde, que serão usados na construção do novo muro da raia olímpica da universidade. Além do efeito simbólico de abrir o campus à população, a derrubada do atual muro de concreto será um marco na paisagem urbana, estabelecendo uma nova fronteira visual na Marginal Pinheiros. “É uma honra para a Guardian participar desta iniciativa e presentear a cidade de São Paulo com uma obra que será a vitrine de vidro da USP. A utilização do vidro em um projeto tão icônico reforça a posição do nosso produto como um dos materiais que melhor representam o estilo contemporâneo da construção civil, e que permitirá a perfeita integração dos ambientes, com um visual mais moderno, leve e agradável”, diz Renato Sivieri, diretor de marketing da Guardian. O vidro float da Guardian é 100% ecológico e reciclável, e possui alta qualidade óptica, com índice de reflexão de apenas 8%, sendo uns dos mais transparentes do mercado. É produzido na planta da companhia em Tatuí (SP), cujo processo de fabricação conta com um sistema automático de inspeção óptica e física para garantir a uniformidade e transparência livre de distorção. Com 2,2 km de extensão, o novo muro terá quatro metros de altura, sendo três metros de vidro, com dez milímetros de espessura, e um metro de alvenaria (com aproveitamento do muro existente). Com esta estrutura, os níveis de poluição sonora averiguados na raia da USP permanecerão inalterados, segundo estudo divulgado pela universidade. Antes de serem aplicados na obra, os vidros passarão por um processo de beneficiamento e serão temperados pela empresa Tempermax, para que atendam os requisitos de segurança e desempenho previstos na Norma ABNT NBR 7199. Além disso, será aplicada uma película adicional de proteção que os deixarão ainda mais resistentes e seguros. O projeto do novo muro da raia da USP é assinado pelo escritório de arquitetura Jóia Bergamo, e prevê ainda a instalação de câmeras de monitoramento, tratamento paisagístico e iluminação por LED. O custo anunciado pelo Prefeito de São Paulo, João Dória, será de R$ 15 milhões, totalmente doados pela iniciativa privada. A previsão é que a obra seja iniciada em setembro deste ano e concluída até o dia 25 de janeiro de 2018, semana do aniversário da cidade de São Paulo. Principais características do vidro temperado • Cinco vezes mais resistente que um vidro comum; • Mais resistente a flexão; • Suporta diferença de temperaturas de até 200°c; • Em caso de quebra, fragmenta-se em pequenos pedaços, pouco cortantes.
- REFORMA DA FACHADA DE CONDOMÍNIOS EXIGE 100% DE ADESÃO DOS MORADORES
Aprovado no ano passado, o Novo Código Civil vem criando novas questões sobre as políticas que acontecem na administração dos condomínios. Somente em São Paulo, 1/3 da população vive em condomínios. Os novos moradores gastaram R$ 69 bilhões em reformas no ano de 2013, somente na região Sudeste do Brasil. Mas para fazer qualquer alteração na fachada do prédio, os condôminos devem votar em assembleia, sendo necessária a aprovação de todos. É o que explica Rodrigo Karpat, advogado especialista em Direito Imobiliário e Condominial: “Caso a intenção seja a alteração da parte externa do condomínio, modificação da estrutura ou aspecto arquitetônico do prédio, será necessária a unanimidade dos moradores”, diz Karpat. Como consta o Novo Código Civil em seu Artigo 1.336, III. Se o condômino tem interesse em uma reforma que não mude a estrutura, a aprovação será da forma tradicional, com a maioria que estiver em quórum no momento de votação. As reformas que mais acontecem nas áreas comuns dos prédios são: inclusão dos sistemas de segurança e a modernização de instalações elétricas e hidráulicas, que dão uma nova perspectiva para a propriedade. O advogado especialista ainda discorre sobre estas obras que não são particulares, afirmando que “a realização de benfeitorias conforme aduzido no Novo Código Civil, descrita no Artigo 1.341, sendo o quórum para as benfeitorias úteis realizado com maioria dos condôminos – maioria qualificada, 50% mais um do todo – e não de 2/3 como ocorre normalmente das convenções na cidade de São Paulo”.
- PUBLICAÇÃO REVISA NORMA DE RESISTÊNCIA À TRAÇÃO NA FLEXÃO DE VIDRO PLANO
A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) publicou a norma ABNT NBR 12067:2017 - Vidro plano - Determinação da resistência à tração na flexão, que revisa a norma ABNT NBR 12067:2001, elaborada pelo Comitê Brasileiro de Vidros Planos (ABNT/CB-037). Esta Norma especifica um método para a determinação da resistência à tração na flexão de vidros planos. Adicionalmente, apresenta-se o procedimento para a medição da flexão máxima oriunda do carregamento, a ser determinado sempre que houver interesse.















