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  • A HISTÓRIA DAS CHAVES - PARTE 3 FECHADURAS INTELIGENTES

    Reprodução: Techtudo Com o avanço das tecnologias, você já pode dispensar as chaves para abrir as portas. Agora cumprem essa função a leitura biométrica, os painéis com senhas, sensores de presença, cartões, aplicativos de celular e até seus olhos. As fechaduras inteligentes devem ser ligadas à energia elétrica. Alguns modelos já contam com bateria própria, dando maior segurança ao usuário em caso de queda de luz. No modelo com sensor de presença, a fechadura utiliza um dispositivo que é reconhecido por leitura de sinal, abrindo a porta. Já aparelhos com biometria operam com um banco de dados instalado. Essas informações incluem a digital ou a palma da mão dos moradores da casa. Alguns dispositivos contam ainda com senha numérica, caso o sistema de dados falhe. Outro padrão que vem ganhando força é o wireless. Com esse tipo de fechadura, o usuário tem total controle de sua porta por meio de um aplicativo mobile, já que o celular fica constantemente conectado à internet.

  • ENGENHARIA CIVIL: DESAFIOS E FUTURO DA PROFISSÃO

    Para saber mais sobre a importância desses profissionais e os desafios atuais da profissão a equipe Contramarco entrevistou o engenheiro civil Dimas Rambo, mestrado e doutorado pela UFRJ, e pós-doutorado pela Poli-USP. Atualmente, trabalha como docente na Universidade São Judas Tadeu. Revista Contramarco: Comente sobre a importância dos engenheiros para a construção civil. Dimas Rambo: Existem perspectivas positivas relacionadas ao setor da construção civil brasileiro para o ano de 2020. Este setor impacta fortemente a sociedade como um todo, demandando mão de obra qualificada e materiais, ambos em grande quantidade. Neste contexto, os engenheiros figuram como protagonistas. Respeitados por suas habilidades e competências, os engenheiros acabam por afetar praticamente todas as atividades do nosso cotidiano. É difícil inclusive, imaginar nossa vida sem a contribuição destes distintos profissionais. Casas, prédios, torres, estradas, metrôs, túneis, viadutos, barragens, usinas nucleares, torres eólicas, portos e aeroportos, são apenas alguns dos projetos nos quais a atuação destes profissionais é decisiva. Desta forma, é possível perceber que os engenheiros possuem papel fundamental em nosso bem-estar social. Não servir-se da expertise destes profissionais, pode resultar em riscos não apenas financeiros, mas de vida à comunidade em geral. Revista Contramarco: Na sua visão, quais seriam os principais engenheiros da atualidade? E os seus maiores legados? Dimas Rambo: Nomear os principais engenheiros da atualidade não é tarefa simples. Isto porque, associamos engenheiros de renome a importantes projetos de engenharia. Estes projetos, todavia, são confeccionados a várias mãos, ou seja, empregando diversos profissionais de distintas áreas. Ainda assim, chama-me a atenção o trabalho notório de dois engenheiros civis: William Frazier Baker e Rick Gregory. O primeiro, William Frazier Baker, ficou mundialmente conhecido como o “engenheiro estrutural” que projetou o edifício Burj Khalifa, em Dubai, maior estrutura artificial concebida pelo homem. Enfrentando grandes adversidades de logística, além de fortes ventos e temperaturas superiores a 50ºC, William foi capaz de finalizar a obra icônica em seis anos, inaugurando-a em 2010. Edifício Burj Khalifa - Reprodução: Guinness World Records Também reconhecido por seus trabalhos em Dubai, Rick Gregory, engenheiro civil, foi responsável pelo projeto e construção do icônico Burj al Arab, conhecido por ser o único hotel sete estrelas do mundo. O edifício inteligente possui partes da estrutura que se deslocam acompanhando os movimentos do sol. Além disso, faz uso quase que exclusivo de energia solar e eólica. Esta edificação foi iniciada em 1994 e finalizada em 1999. Edifício Burj al Arab - Reprodução Wikipédia A meu ver, o maior legado deixado por estes engenheiros está no uso da criatividade e da tecnologia para superar obstáculos e reinterpretar o que entendemos por ambiente construído. Revista Contramarco: Enumere os grandes desafios da engenharia atual. Dimas Rambo: O cenário atual nos propõe vários grandes desafios. Acredito que, entre os três principais, estejam: 1 – Gestão dos recursos 2 – Sustentabilidade 3 – Inovação Estes três temas se unem em vários aspectos e, cada vez mais se mostram presentes no dia a dia dos engenheiros civis. Acredito que os recursos escassos e crises financeiras têm mudado os rumos do setor da construção civil. Neste contexto, a política do “produzir mais com menos” tem sido constantemente adotada. Além disso, materiais e tecnologias alternativas surgem a todo instante, demandando ampla pesquisa, experimentação e fomentando a sustentabilidade e a inovação na construção. Revista Contramarco: O que é necessário para ter êxito como engenheiro civil? Dimas Rambo: Além de possuir capacidade de resolver de problemas, pensamento crítico e competências interpessoais, considero que o engenheiro civil de êxito necessita estar atento às transformações do mercado. Estas mudanças estão vinculadas principalmente à inclusão da tecnologia nos diversos processos abarcados nos projetos de construção. Alguns exemplos são a internet das coisas (IoT), inteligência artificial e o Building Information Modeling (BIM).

  • CONSTRUTORA KALLAS

    Alguns eventos neste ano favoreceram os negócios da construtora e incorporadora Kallas, como a diversificação do portfólio da marca e a retomada do mercado. Atualmente, a empresa atua com imóveis de médio e alto padrão e na área de imóveis menores (entre 40 a 45 m²), que se enquadram no programa Minha Casa Minha Vida. Para saber mais sobre os negócios da construtora neste cenário, acompanhe esta entrevista que a equipe Contramarco realizou com Kaique Grossmann, diretor da empresa. Revista Contramarco: Em 2019, obras de um dormitório se integraram ao portfólio da construtora. Os negócios com apartamentos menores são mais vantajosos para a Kallas do que os maiores? Kaique Grossmann: Em termos de rentabilidade não houve vantagem, se trata de uma diversificação de produto buscando atender a demanda de regiões específicas e terrenos com vocação para esse tipo de produto. Dessa maneira, a Kallas visa desenvolver o projeto que melhor se adeque à região e a sua demanda. Revista Contramarco: A empresa está atualmente com algumas obras em construção. Quais são os principais diferenciais que elas possuem em comparação com as últimas construções já entregues? Kaique Grossmann: Sim, possuímos diversos canteiros de obras em andamento. O diferencial é a implementação de novas tecnologias como o BIM para melhor eficiência nas obras. Revista Contramarco: A queda da taxa de juros e o acesso facilitado ao financiamento impulsionaram o mercado neste ano. Houve um padrão de obra que mais se beneficiou? Na sua opinião, o cenário positivo se estenderá ao próximo ano? Kaique Grossmann: O cenário econômico com a queda do juros criou bastante expectativa e positivismo para o mercado, porém como o desemprego continua muito alto e o endividamento do país também está muito elevado, ainda existem incertezas que estão dificultando a retomada acelerada do mercado imobiliário. A tomada de decisão ainda é bastante questionada e estudada, o que faz com que as vendas tenham um ritmo mais lento. Unidades mais líquidas e com ticket menor, têm tido uma performance melhor, vide os últimos dois lançamentos feito pela Kazzas (empresa do grupo Kallas focado no segmento econômico). As obras Fábula Socorro e Fábula Poema tiveram performance de 80% no lançamento. Revista Contramarco: As construções do Minha Casa Minha Vida representam 40% dos negócios da Kallas. Em 2019, essas obras também obtiveram bom desempenho de financiamentos em comparação com 2018? Cerca de quantos imóveis foram financiados? Kaique Grossmann: O segmento econômico Minha Casa Minha Vida (MCMV) representa historicamente 60% do portfólio do Grupo Kallas. Em 2019, os projetos tiveram uma melhora na obtenção de financiamentos, dado a queda de juros, hoje esse segmento pode acessar tanto recursos do FGTS utilizando MCMV como recursos do SBPE que hoje apresentam uma taxa tão competitivas quanto do MCMV. Aproximadamente 800 unidades. Revista Contramarco: Atualmente a empresa está envolvida com algum projeto social? Se sim, qual? Kaique Grossmann: O Grupo criou recentemente uma linha de produto chamado Fábula (segmento faixa 3 do MCMV e até 350K) que oferece ao condomínio uma biblioteca educativa, feita por 2 pedagogas que assinaram o projeto, oferecendo educação e cultura aos moradores e visitantes. Para mais informações acesse: www.kallasnet.com.br/

  • VANTAGENS DO FECHAMENTO DE SACADAS

    Reprodução: RR Espelhos Essa é uma opção moderna para o ambiente e está cada vez mais presente em apartamentos. Com uma instalação prática, essa estrutura traz benefícios na limpeza, segurança, conforto, entre outros. Além das vantagens citadas acima, fechar a sacada também valoriza o imóvel. “É o ganho de mais um espaço útil, facilitação da limpeza, diminuição dos ruídos em 75% e praticidade em dias chuvosos. A valorização é automática e tem sido cada vez mais levada em conta no mercado imobiliário”, afirma Aline Amorim, proprietária da vidraçaria RR Vidros. Reprodução: RR Espelhos A empresária recomenda que as manutenções da estrutura devem ser agendadas anualmente. “Um ano é mais que suficiente para manter a estrutura sempre segura, com o uso adequado, não existe risco de quebra ou desgastes”, observa Aline.

  • SISTEMA PORTÁTIL DE SOLDAGEM MMA

    Reprodução: LN Comunicação O processo de soldagem MMA, conhecido como soldagem manual de arco elétrico com eletrodo revestido, sempre exigiu muito tempo e longos cabos de energia ou grandes geradores pesados. Para trazer maior praticidade, a Fronius criou o AccuPocket, primeiro sistema de soldagem MMA com bateria recarregável de íons lítio de alto desempenho e com apenas 11kg, proporcionando mobilidade ao profissional. O equipamento pode ser utilizado para reparos em quaisquer locais expostos, facilitando o trabalho do soldador. O novo equipamento é compacto (160mm x 435mm) e possui uma faixa de tensão de trabalho entre 0 e 91V. Na função Hot-Start é capaz de acender o eletrodo mais facilmente ajudando o soldador que trabalha com rutila (mineral composto de dióxido de titânio). Já a opção Soft-Start auxilia os que trabalham com baixa corrente (eletrodos básicos), pois garante um arco voltaico estável desde o início da soldagem. Também é oferecido o Anti-Stick que, em situações de curto-circuito ou caso o eletrodo fique colado durante a soldagem de eletrodos revestidos, a fonte de solda é imediatamente desligada. Reprodução: LN Comunicação

  • A HISTÓRIA DA CHAVE — PARTE 2

    O PAPEL DOS CHAVEIROS NA SEGURANÇA Fotomontagem: Gel Chaveiro e Cursos Gratuitos Na primeira parte dessa série sobre chaves contamos um pouco sobre o surgimento dessa solução. Mas você sabe como era o trabalho dos chaveiros nos séculos passados? Contamos um pouco sobre essa parte da história neste post! Não se sabe ao certo quando surgiu a profissão de chaveiro, mas o trabalho existe desde os tempos antigos. Quando os romanos (difusores da chave e aperfeiçoadores do modelo egípcio) perdem a grande influência que tinham no passado, por conta da queda do Império Romano do Ocidente em 476 d.C., o foco dos chaveiros era criar o maior número de cadeados e fechaduras, o resultado eram cofres que guardavam outros cofres menores. Como na época era difícil tornar o aparelho mais seguro do que o modelo romano, os chaveiros criavam formas de tornar o furto uma tarefa mais complicada.

  • VIDROS DE PROTEÇÃO SOLAR

    Redução de até 80% da passagem de calor para o interior do espaço (reduzindo o consumo de ar condicionado), preservação dos móveis e de qualquer objeto que esteja exposto ao sol e redução de ruídos quando laminados, essas são algumas características dos vidros Habitat, comercializados pela Divinal Vidros. Reprodução: AEC Web e Cebrace A linha possui os modelos reflexivo (cores: cinza, azul, esmeralda e champanhe) e neutro (cores: verde, cinza e incolor). O reflexivo possui um aspecto espelhado e proporciona mais privacidade, pois inibe a visão de fora para dentro. O neutro tem metalização mais suave dando uma aparência semelhante ao vidro comum, e com isso deixa a casa mais iluminada, integrada ao ambiente externo e protegida dos raios UV.

  • CIDADE FUTURÍSTICA

    Reprodução: UOL Como você imagina a cidade inteligente e do futuro? Com robôs circulando por todos os lados? Carros autônomos buscando e deixando pessoas? Então, saiba que essa realidade não está muito distante. No deserto de Dubai, nos Emirados Árabes, esse ambiente do futuro começa a sair do papel. Lá desponta uma gigantesca área de construção, de 4,38km² que será palco da próxima Expo em outubro 2020 até abril de 2021. O evento que mistura tecnologia, negócios, urbanismo e cultura, sendo a mais importante feira internacional, é organizado pelo Bureau Internacional de Exposições. A ampla obra tem conclusão prevista para o final de 2019. No centro da cidade, o Al Wasl, prédio em formato de domo que Dubai espera transformar em cartão postal, está com sua forma estruturada em uma área correspondente a 16 quadras de tênis. A cidade planejada já conta com algumas tecnologias como os painéis solares, que vão aproveitar o sol quente do país para fornecer energia para prédios, ruas e holofotes, instalados no distrito da sustentabilidade. O pavilhão do Brasil pretende oferecer experiências sensoriais com a água e a natureza. A participação do Brasil na Expo 2020 é de responsabilidade da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com auxílio de ministérios e entidades governamentais. O presidente da agência, diz que o investimento previsto é de R$105 milhões. Leia a matéria completa em: www.uol.com.br/tilt/reportagens-especiais/dubai-prepara-cidade-inteligente-no-meio-do-deserto-tilt-visitou-a-planta-do-futuro#oasis-futuristico

  • A HISTÓRIA DA CHAVE — PARTE 1

    COMO SURGIU A CHAVE? Reprodução: Reprizzo e Superinteressante Os primeiros modelos apareceram no Egito, há cerca de 4 mil anos. As chaves tinham um apoio para as mãos, um eixo e uma ponta dentada, que encaixava nas fechaduras e movia os pistões, destrancando a porta. Porém, era feita de madeira, que inchava com a umidade e era frágil. Outra desvantagem era o peso das chaves. As pessoas as carregavam nas costas, não só por serem enormes, mas também porque eram símbolos de status. Séculos depois, surgiram as primeiras chaves de metal. Os romanos encontraram um formato mais eficiente, que se manteve quase inalterado por 17 séculos. Feita de bronze e ferro, a “chave gorja” era menor, mais leve e tinha um aro no cabo para ser usada como anel. No século IX, surgiram modelos totalmente de ferro. A extremidade que encaixava na tranca foi se tornando mais complexa e as fechaduras, bem mais resistentes. Com a segunda Revolução Industrial no século XIX, surgiram novos modelos, cada vez mais seguros e baratos, garantindo que todos pudessem ter o seu próprio chaveiro. Inventores importantes surgiram, como os britânicos Robert Barron, Joseph Bramah, James Sargent e Harry Soref. Os norte-americanos Yale, pai e filho, lançaram na década de 1840 o modelo mais usado na atualidade. Reprodução: Reprizzo e Superinteressante

  • DIFERENÇAS ENTRE EQUIPAMENTOS PARA FURAR E PARAFUSAR

    Fotomontagem: GS Stroimarket, Mercado Livre, FortG Ferramentas, Compras Lar e ASM Treinamentos Você já deve ter ouvido falar em parafusadeira, parafusadeira/furadeira, parafusadeira com impacto ¼” e chave de impacto, mas você sabe as diferenças dessas ferramentas? Veja as principais características, diferenças e a indicação ideal de uso de cada uma delas: Parafusadeira – Rotação sentido horário e rotação anti-horário (para parafusar, uso com bits fenda reta e fenda cruzada); Ideal para fixação de parafusos em madeiras e aços, entre outros trabalhos. Com possibilidade de regulagem de força, conforme a necessidade. Parafusadeira/Furadeira – Rotação sentido horário e rotação anti-horário (para parafusar, desparafusar e furar madeiras e metais, uso com bits fenda reta, fenda cruzada, torx e brocas para madeira e metais); Ideal para furos em madeira e metal, trabalhos de parafusar e desparafusar. Com possibilidade de regulagem de força, conforme a necessidade. Permite remover brocas quando travam ao realizar um furo. Parafusadeira de Impacto encaixe de ¼” – Rotação sentido horário com impacto rotativo e rotação anti-horário (para uso com soquetes sextavados com encaixe e brocas chatas de ¼”); com versões de bateria 12V Max e 20V Max. A ferramenta é ideal para uso com parafusos auto brocantes, em montagens de telhados com telhas de zinco e fibrocimento. Chave de Impacto – Rotação sentido horário com impacto rotativo e rotação anti-horário (somente para uso com soquetes com encaixe quadrado, encaixes existentes: ⅜”, ½” e ¾”). Versões de bateria 12V max e 20V max, versões elétricas ½” e ¾”. Por possuírem um alto torque, os modelos a bateria DCF889MB, DCF894B e DCF897B possibilitam o uso em aplicações pesadas, como manutenções em tratores, máquinas agrícolas, entre outros. Ideal para oficinas mecânicas de autos e motos, entre outros locais.

  • OBRA COM ACM AG BRASIL

    Divulgação: AG Brasil A distribuidora paulista de acm, leds, fontes para leds, pvc expandido e lonas para impressão digital, realizou recentemente uma obra na gelateria Tropzz em Passos (MG). A fachada do espaço foi revestida com acm nas cores azul, roxo, madeira, amarelo, branco e grafite. A manutenção teve início em maio e término em outubro de 2019. De acordo com Plinio Monteiro, empresário da Meganove Placas, instaladora da placa com o nome da gelateria, a casa tem mais de 100 anos, e o resultado foi além do esperado, pois foram mantidas as formas originais do imóvel unidas a elementos da modernidade que o acm traz. O espaço passou a ser muito mais notado e admirado do que era antes. Para mais informações: agbrasilcomercial.com.br/

  • GUINDASTE ARANHA COMPLETA 10 ANOS

    Divulgação: Guindaste Aranha No dia 2 de dezembro de 2019 a empresa reuniu convidados e amigos para várias comemorações simultâneas. Entre elas o aniversário de Jefferson Candeo, engenheiro e fundador da Guindaste Aranha, prestadora de serviços de instalação de fachadas especiais, vidros e acabamentos em geral em alturas e locais de difícil acesso. A empresa também completou seu 10º aniversário na ocasião. Outra conquista foi a inauguração de uma área de 500m², após obra de ampliação da sede. Atualmente, a marca conta com um novo centro de treinamento especializado com kit multimídia supervisionado e espaço online para formação de operadores e sinaleiros de guindastes, homologado pelo SEST/SENAI, conforme as normas da ABNT NBR 05; 08; 10; 11; 12; 33; 35; 18.22.1 e 18.22.12. O evento também celebrou o novo centro de serviços homologado pela Jekko Cranes, equipado com ferramental e eletrônica para atender toda a manutenção de miniguindastes. Um dos destaques do evento foi o lançamento do Jekko MPK 50, um minipórtico móvel sobre rodas com 10m de lança, deslocamento em torno do próprio eixo em 360º e capacidade de até 5t, sem necessidade de patolar e nivelamento para andar com a carga.

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