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- TECNOLOGIA EM CENA: PORTAS SE ABREM COM TOQUES E CLIQUES
“No Brasil, as fechaduras mais utilizadas são as de cartões magnéticos, principalmente pelas redes hoteleiras”, destaca o engenheiro Roney Honda Margutti, gerente de tecnologia do Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais Não Ferrosos no Estado de São Paulo (Siamfesp). Em seguida, na lista de preferência do consumidor nacional, vem as acionadas por senhas numéricas e as biométricas, cita. Comodidade. Essa é a palavra certa para falar sobre a fechadura acionada por app (tecnologia bluetooth de smartphones). “A porta é aberta ou fechada usando o celular e sem a necessidade de levantar do sofá. Também é possível enviar chaves pelo aplicativo, ou seja, permitir que uma visita entre na edificação encaminhando a permissão para seu dispositivo móvel”, complementa o especialista. COMO ESCOLHER UM MODELO? Segundo o engenheiro, no momento da escolha, os projetistas devem levar em conta qual será a aplicação do produto. Se o mecanismo for para um hotel, por exemplo, é interessante adotar o cartão magnético, pois é difícil pedir para que os hóspedes decorem senhas ou cadastrem suas digitais. Já se a fechadura for para uma residência uma boa opção é a biométrica, pois facilita o dia a dia do morador evitando o desconforto de carregar um “bolo” de chaves, conforme Margutti. COLOCANDO A TECNOLOGIA EM PRÁTICA Este momento exige mão de obra especializada, para garantir o bom funcionamento do produto. “No caso das soluções por app, é importante obter ajuda de profissional capacitado e indicado pelo fornecedor, não somente pela complexidade dos ajustes, mas também para evitar problemas com invasões e hackers capazes de sabotar o sistema”, alerta o especialista. A manutenção e correção de falhas dependerão de cada fabricante e da tecnologia empregada. No caso dos aplicativos, a empresa que lançou o produto terá de contar com equipe de manutenção 24 horas por dia e sete dias por semana para atender a emergências, segundo o engenheiro. As fechaduras eletrônicas são indicadas para portas de madeira, mas é possível instalá-las também nas portas metálicas, apesar das limitações de espaço do perfil deste modelo, segundo Margutti. VALOR DO INVESTIMENTO É possível encontrar no mercado fechaduras eletrônicas importadas custando entre R$ 500 e R$ 600. Já o preço médio dos produtos com tecnologia biométrica é de cerca de R$ 1,3 mil para o modelo mais simples, atingindo até R$ 3 mil para as opções completas, informa o profissional, informa o especialista. Os modelos por app variam em torno de R$ 2 mil reais, de acordo com pesquisa em sites de e-commerce. QUALIDADE O mercado nacional não conta com norma técnica da ABNT para avaliação das fechaduras eletrônicas. No entanto, é possível adotar como base a ABNT NBR 14913 – Fechaduras de embutir – Requisitos, classificação e métodos de ensaios –, norma específica para as fechaduras de embutir em portas de madeira, aço, alumínio e de perfil estreito. Fonte: AECWeb
- COMO HIGIENIZAR MAÇANETAS, FECHADURAS E SUPERFÍCIES DE CONTATO?
A pandemia exige cuidado redobrado quando o assunto é higiene, por isso, superfícies como fechaduras, maçanetas, torneiras, registros, entre outras podem ser fontes de contaminação em ambientes coletivos. Ao realizar esse tipo de limpeza, leve em conta as orientações dos fabricantes, normas técnicas da ABNT e manuais de uso e manutenção elaborados pelos setores representados pelo Siamfesp, evitando assim causar danos nas superfícies e perda da garantia do fabricante. “Tanto para desinfecção quanto para a limpeza de fechaduras e metais sanitários, a utilização de pano macio, sabão e água, além de serem suficientes, também são recomendados pelos fabricantes”, ressalta Roney Margutti, gerente de Tecnologia do Siamfesp. Fonte: Siamfesp
- RETOMADA DOS NEGÓCIOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL É TEMA DE WEBINAR
A Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) irá promover, nesta sexta-feira (17), um webinar com empresários e entidades da construção civil para discutir os desafios do setor diante da pandemia do novo coronavírus e como é possível manter o mercado aquecido neste momento. A transmissão será feita ao vivo pelo YouTube, às 15h. Entre os convidados para o debate estão Geraldo Defalco, presidente da Anamaco; Waldir Abreu, superintendente da Anamaco; André Novaes, diretor do banco Santander; Wanderson Leite, da Prospecta Obras; Efraim Filho, o deputado federal e líder da FPCS; Jaime Vasconcelos, economista da Fecomércio SP e assessor econômico do Sincomavi SP; José Couto Maciel, Pedro Maciel e Daniel França, advogados; Manoel Flores, diretor superintendente da Astra e Ricardo Castagna, especialista tributário. Para acompanhar a transmissão, basta acessar o link: https://youtu.be/NNhCpLx2Vqw Fonte: Assessoria Informa Mídia
- KAZZAS DOA R$ 100 MIL PARA O HOSPITAL SÃO PAULO
A atual crise que estamos vivenciando se espalhou pelos mais diversos setores, mas ações de solidariedade também aumentaram. A Kazzas, empresa que atua no ramo econômico do mercado imobiliário e que pertence ao Grupo Kallas, fez uma doação de R$ 100 mil para o Hospital São Paulo, para que adquiram materiais e insumos de proteção para profissionais de saúde. Pensando também nos corretores, o Grupo Kallas irá distribuir cestas básicas para os profissionais que atuam diretamente com a construtora, já que os estandes da companhia estão fechados para reduzir aglomerações. Fonte: Assessoria Digital Trix
- CUIDE-SE!
#cuidese #pandemia #coronavirus #covid19 #fiqueemcasa
- GUARDIAN GLASS ANUNCIA MUDANÇA NA DIREÇÃO DA EMPRESA
A fabricante de produtos de vidros float (plano), revestido (coated) e transformado anunciou que Renato Poty, graduado em ciências contábeis e finanças, assume a direção da companhia, tornando-se responsável pela gestão administrativa da América do Sul. Poty está na Guardian Glass desde 2005 e, já ocupou cargos como gerente geral, gerente de controladoria, diretor de finanças e diretor de desenvolvimento de negócios. Já a liderança das áreas de interface com clientes, incluindo o marketing e vendas, permanece sob a direção de Renato Sivieri, graduado em propaganda e marketing. Ele está na empresa desde 2013, onde iniciou sua trajetória como gerente de marketing. Na matriz da companhia nos Estados Unidos, foi responsável pela implementação de uma solução global de gestão de relacionamento com clientes. Poty e Sivieri passam a reportar-se diretamente a Rick Zoulek, vice-presidente da Guardian Glass para as Américas. Fonte e fotos: Assessoria GPCOM Comunicação Corporativa
- OSS SECONCI-SP ADMINISTRARÁ HOSPITAL DE CAMPANHA NO IBIRAPUERA
No dia 7 de abril, o governador de São Paulo, João Doria, anunciou a construção de um hospital de campanha no Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, conhecido como Ginásio do Ibirapuera, para atendimento de casos de Covid-19 na capital paulista. A unidade será administrada pela Organização Social de Saúde (OSS) e Serviço Social da Construção (Seconci-SP), fruto de uma parceria com o governo do estado. O espaço terá 240 leitos de baixa complexidade, 28 leitos de estabilização, sala de descompressão, consultórios médicos e tomografia. Os leitos de baixa complexidade são fundamentais para liberarem as unidades de atendimento da alta complexidade. A construção do hospital já se iniciou em uma área de 7,5 mil m². A unidade vai ocupar o gramado e parte da pista de atletismo do complexo, graças a uma parceria com a Secretaria de Estado de Esportes, que cedeu o espaço para a montagem da estrutura. A OSS Seconci-SP, que já administra outros hospitais e unidades de saúde estaduais e na capital paulista, ficará responsável pela contratação de 800 profissionais de saúde que atenderão no local. A conclusão das obras está prevista para o final de abril. Fonte: CDN Comunicação
- ABNT PUBLICA NORMA SOBRE O AÇO
A ABNT publicou, no final do mês de março, a norma ABNT NBR 16775:2020 - Estruturas de aço, estruturas mistas de aço e concreto, coberturas e fechamentos de aço - Gestão dos processos de projeto, fabricação e montagem - Requisitos. A fabricação de estruturas de aço segue normas técnicas de projeto já há décadas, porém inexistia normalização para a gestão de seus processos tanto nos escritórios de projeto, quanto nas fábricas e canteiros de montagem. Para sanar essa demanda, foi desenvolvida norma brasileira. A norma se aplica a quaisquer organizações que realizem projetos ou fabricação ou montagem de estruturas de aço e estruturas mistas de aço e concreto que pretendam: a) Implementar, manter e aprimorar a gestão das suas operações; b) Assegurar-se de sua conformidade com seus procedimentos definidos; c) Demonstrar esta conformidade a terceiros; ou d) realizar autoavaliação da conformidade com a norma. Mais informações: www.abcem.org.br/site/noticias/abnt-publica-norma-de-estruturas-de-aco-estruturas-mistas-de-aco-e-concreto-coberturas-e-fechamentos-de-aco Fonte: ABCEM
- SINDUSCON-SP DISPONIBILIZA CURSOS E EVENTOS ONLINE GRATUITOS
Durante o período de quarentena, a entidade está oferecendo cursos e eventos online gratuitos que irão ajudar muitos trabalhadores da construção civil e também os demais interessados. Saiba mais em: sindusconsp.com.br/capacite-se/?tipo=curso&&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=13-04-20-Cursos-e-Eventos-Gratuitos-SindusCon-SP Fonte e imagem: Sinduscon-SP
- EDIFÍCIO MAIS ALTO DO MUNDO DESAFIA A NATUREZA
O Burj Khalifa, localizado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, conta com 828m de altura e 160 andares, detendo o título de maior prédio do mundo. A obra, projetada pelo arquiteto Adrian Smith, começou em 2004 e levou quase seis anos para ser finalizada. Ao mesmo tempo, enfrentou diversos desafios técnicos, entre eles a estabilidade. O principal questionamento foi: como fazer com que algo tão grande se mantenha firme mesmo durante tempestades de areia com ventos fortes? ESTRUTURA Um dos segredos da obra para que se mantenha estável é a sua fundação. Somente esta parte consumiu mais de 45 mil metros cúbicos de concreto. Somando o concreto e o aço usados nessa fundação, o prédio pesa mais de 110 mil toneladas. Ao todo, a obra usou 330 mil metros cúbicos de concreto e 39 mil toneladas de aço. Para levar o concreto cada vez mais para o alto, foram necessárias bombas especiais. O formato em “Y” invertido também contribui para a sua estabilidade. As superfícies verticais não são lisas, mas contam com uma espécie de degraus conforme os andares vão subindo. Esse formato não é uma mera opção estética, mas sim, uma saída para lidar com o vento. A ideia geral da estrutura é evitar que, ao atingir o Burj Khalifa, o vento forme vórtices definidos, o que poderia abalar partes específicas da estrutura. Esse objetivo é atingido ao fazer com que o fluxo de ar encontre superfícies em formatos e ângulos variados e, com isso, seja “quebrado” de maneira desorganizada. TECNOLOGIA POR TRÁS Ventos e terremotos podem balançar o prédio e, nos andares mais altos podem ocorrer oscilações de até dois metros. Mas, esse movimento é previsto e não representa um risco à estrutura. Grande parte da resistência a terremotos provém dos chamados “andares mecânicos”. São espaços do prédio que, além de abrigarem maquinários, contam com estruturas estabilizadoras que conectam as colunas externas do prédio à estrutura interna. Fonte: UOL
- GIROS POSITIVOS PARA A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
As portas giratórias cumprem uma série de funções e, ainda, colaboram para a redução do impacto ambiental nas edificações. “Na Europa, são denominadas ‘portas verdes’, por isolarem o ambiente interno do externo, o que reduz o consumo de energia com ar-condicionado”, diz o engenheiro Dante Boccuto, gerente do grupo de produtos e negócios da Dormakaba, acrescentando que esse tipo de fechamento evita a poluição sonora e reduz a sujeira no ambiente interno. O modelo também garante segurança e melhor aspecto estético às fachadas dos edifícios, sendo uma opção que pode ser empregada em todos os tipos de empreendimentos, segundo Fábio Prandini, diretor comercial da Speed Door. Nos hotéis à beira-mar, o modelo tem a função adicional de deixar para fora a areia da praia. “O que é um atrativo para o usuário que, muitas vezes, quer usufruir do lobby do hotel sem ser incomodado”, comenta Boccuto. FUNCIONAMENTO As portas giratórias podem ser manuais, semiautomáticas ou totalmente automáticas, variando de diâmetro de 2m até 6m. As manuais, acionadas mecanicamente pelos usuários, podem ser de três ou quatro folhas, de acordo com o projeto e fluxo de pessoas. “As semiautomáticas são acionadas manualmente, tirando-as da inércia. A partir daí, fazem a rotação automaticamente até parar no ponto inicial”, explica Boccuto. As portas totalmente automáticas são acionadas através de sensores de movimento (ativadores) e fazem a rotação automaticamente até completar o ciclo. Existem sensores passivos infravermelhos, que garantem a proteção dos usuários. “Ou seja, caso o usuário pare durante a rotação da porta, ela interrompe o giro até que a pessoa reinicie o movimento”, afirma o engenheiro. MATERIAIS E CONSIDERAÇÕES SOBRE O LOCAL Segundo Fábio Prandini, as portas giratórias podem ser produzidas em alumínio, aço pintado, aço inoxidável ou vidro. “As de alumínio com vidro são as mais comuns”, diz. Esse tipo de porta pode receber fechadura eletromecânica com travamento automático, detectores de metais e vidro blindado, no caso de bancos, por exemplo. De acordo com Dante Boccuto, os arquitetos devem, inicialmente, buscar a harmonia das portas giratórias com a fachada. Depois, avaliar o fluxo de pessoas que irão utilizar o empreendimento e, por fim, adequar o orçamento para a valorização do imóvel. Fonte: AECweb
- QUAIS SÃO AS ALTERNATIVAS DO MERCADO IMOBILIÁRIO PARA ENFRENTAR A COVID-19?
O mercado imobiliário começou 2020 com expectativa de alta de 3%, destacando o setor como um dos motores da economia para este ano. Segundo o IBGE, o PIB da Construção Civil aumentou 0,3% em 2019, a primeira alta desde 2014. Essa confiança deu lugar a cautela e toda a economia começa a se preparar para este novo cenário. CRISES COM DESFECHOS POSITIVOS Em 2008, por exemplo, a crise imobiliária dos Estados Unidos refletiu de forma negativa em todo o mundo. Mas, foi justamente neste pós-crise que a economia brasileira começou a dar sinais de prosperidade. De acordo com levantamento global feito em 54 países pelo Banco de Compensações Internacionais (BID, na sigla em inglês) a valorização imobiliária no Brasil foi de 121% nos cinco anos seguintes ao período de 2008. Entre 2008 e 2011, a valorização anual ficou acima dos 20%. Passamos por outra crise mais recente, que começou em 2014, originado pelo enfraquecimento na economia nacional, além das incertezas políticas. Até 2018, a crise econômica enfrentada pelo Brasil fez com que a taxa básica de juros Selic, por exemplo, chegasse a 14%, em 2015, diminuindo a procura por imóveis. Os primeiros sinais de melhora no setor vieram no primeiro semestre de 2018. No último ano, este setor foi responsável pela criação de cerca de 117 mil novos postos de trabalho. Esse breve histórico nos permite ver que passamos por muitas crises e, podemos sim, contornar mais uma. ALTERNATIVAS PARA O CENÁRIO ATUAL Diante da pandemia de COVID-19, medidas como o adiamento de lançamentos de novos apartamentos estão acontecendo. Na ausência dos atrativos estandes, uma alternativa é o digital. Muitas construtoras estão reforçando os tours virtuais no site, para que os potenciais clientes possam navegar pelo projeto decorado dos apartamentos. O uso de vídeos e fotos profissionais, em um giro 360° dos imóveis em anúncios, são uma solução muito incentivada. Na hora da realização das negociações, o envio de documentação e a assinatura de contrato de forma online, também podem ser uma resposta positiva ao cenário atual. Inevitavelmente o aquecimento neste mercado que estávamos vivenciando deve diminuir no próximo trimestre. No entanto, há muito para ser feito nesse setor e pensar no digital pode ser a solução. Saiba mais sobre a crise financeira de 2008 em: www.politize.com.br/crise-financeira-de-2008/ Fonte: Assessoria NR-7 Comunicação














