BUSCAR
Search this site
Resultados encontrados para busca vazia
- QUASE 60% DOS MORADORES DE SÃO PAULO MUDARIAM DE CIDADE, REVELA PESQUISA DATAZAP
Os moradores de São Paulo até gostam da cidade, atribuindo a ela uma nota de 6,8 na escala de 0 a 10. Entretanto, 59% deles disseram que, se tivessem que decidir hoje sobre uma mudança, escolheriam viver em outro município. As avaliações são resultado da pesquisa DNA Urbano, feita pelo DataZAP, braço de inteligência imobiliária do ZAP+. No levantamento, 64% dos respondentes avaliam a cidade como boa/ótima e, mesmo entre esses, 52% afirmam que sairiam da cidade. Já para os 4% que consideram São Paulo ruim/péssima, 85% mudariam para outro lugar. Além disso, apenas 22% do público total indicariam a capital paulista para um amigo ou familiar morar. Entre quem disse que sairia da capital paulista, 66% optariam por morar em uma cidade menor, mais próxima da capital paulista. Outros 20% prefeririam ir para uma cidade de outro estado. "Apesar de o estudo mostrar que uma boa parcela de moradores prefeririam morar em outro lugar, essa mudança pode não ser viável em muitos casos, seja pela proximidade com o trabalho, infraestrutura oferecida ou mesmo a falta de recursos. Mesmo assim, São Paulo ainda é bem avaliada pelos moradores, que enxergam benefícios em viver na capital paulista", afirma Danilo Igliori, economista do DataZAP. Quando questionados sobre o que mais gostavam na cidade, os moradores disseram apreciar a gastronomia (58%), facilidade de acesso a comércio e serviços (58%), opções de entretenimento (56%) e diversidade de serviços (54%). "Observamos também que a predileção por alguns aspectos varia conforme a renda do morador. Por exemplo, a gastronomia é preferida por 75% dos respondentes da Classe A, mas foi citada apenas por 35% dos respondentes das classes D/E. Já o crescimento na carreira é tido como predileto por 41% da Classe A e por apenas 21% das Classes D/E", comenta Igliori. Os dados ainda revelam quais são os aspectos que menos atraem os moradores na cidade. Violência e criminalidade (84%), poluição (83%), trânsito (81%) e desigualdade e injustiça social (67%) são os aspectos da cidade de São Paulo menos apreciados pelos respondentes. "Novamente, há diferença na avaliação conforme a renda. Enquanto os serviços de saúde estão entre os fatores menos apreciados por 29% das Classes D/E, eles foram citados por apenas 6% dos moradores da Classe A. O estudo foi realizado por meio de pesquisa quantitativa, online e de autopreenchimento realizada com usuários dos portais ZAP Imóveis e Viva Real ou impactados pela comunicação do ZAP+ por meio dos canais de comunicação online. Foram 829 respondentes residentes da cidade de São Paulo (SP) entre os dias 07 de outubro e 03 de novembro de 2020. A margem de erro é de 3 pontos percentuais (nível de confiança de 95%). Fonte: ZAP +/Assessoria Máquina Cohn & Wolfe
- CEBRACE SERÁ DISTRIBUIDORA EXCLUSIVA DE VIDROS DA SAINT-GOBAIN GLASS
O Grupo Saint-Gobain anunciou no dia 03 de fevereiro de 2021 que, a partir de 1º de março deste ano, a Cebrace será a distribuidora exclusiva dos vidros impressos fabricados pela Saint-Gobain Glass para todo o território nacional. Os produtos continuarão com a marca Saint-Gobain Glass, já que a empresa seguirá responsável por sua fabricação. Segundo o comunicado, o objetivo da mudança é adequar o grupo às atuais demandas do mercado e ofertar aos clientes um portfólio mais amplo de produtos e serviços. Assim, a integração consolida a mudança iniciada em 2017, quando a Cebrace assumiu a distribuição desses vidros para São Paulo e estados da Região Sul. Fonte: Abravidro
- SETOR IMOBILIÁRIO PROJETA AUMENTO NAS VENDAS E INVESTIMENTOS EM 2021
A perspectiva para 2021 é promissora, é o que revelam os dados do setor imobiliário e projeções de especialistas para este ano, como a Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR). Mesmo tendo seis dos nove meses do período levantado com calendário acometido pela Covid-19, as vendas de imóveis tiveram alta de 6,5% e somaram R$ 2,4 bilhões no ano passado em Curitiba (PR). Além disso, os indicadores da capital paranaense a colocam como a terceira melhor cidade com mais de 100 mil habitantes para se fazer negócios imobiliários no país, atrás apenas de São Paulo e Belo Horizonte, segundo estudo feito pela consultoria Urban Systems para a revista Exame. Curitiba não está sozinha nesse panorama: o ranking da Urban Systems, que apresenta as 100 primeiras cidades para realização de negócios no segmento imobiliário, traz ainda Araucária na 37ª posição, São José dos Pinhais na posição 41ª e Pinhais na 57ª, entre outros municípios do interior paranaense. Leonardo Pissetti, presidente da Ademi-PR, analisa que o panorama das cidades da Região Metropolitana de Curitiba atrai investimentos imobiliários pelo seu nível de industrialização e empregos, além da boa saúde fiscal do Paraná como um todo. Construtoras como a Valor Real Empreendimentos, que atua há mais de dez anos na Região Metropolitana de Curitiba, comprovam este cenário otimista, apesar dos percalços do ano que passou. Lançado em janeiro de 2020, o residencial Park Royale teve 75% de suas unidades vendidas ao longo do ano. “Foi um sucesso de vendas, sem dúvida. Além desse empreendimento, zeramos o estoque de vendas do residencial Piazza Venezzia, e alcançamos um volume bastante significativo de clientes no Plaza Royal, todos em São José dos Pinhais”, celebra Antonio Lage, diretor executivo da Valor Real. Novo ciclo no mercado Em entrevista para a Infomoney, Danilo Igliori, economista chefe do Zap+, afirmou que o cenário de aquecimento do setor ainda parece desequilibrado. “Iniciamos um novo ciclo de alta, que pode ser visto nos resultados do final de 2020 e nos IPOs, sigla em inglês para Oferta Pública Inicial, de construtoras. Mas é um ciclo diferente daquele visto no pré-pandemia”. Para especialistas, 2021 pode ser marcado por um possível aumento no preço dos imóveis e também na taxa selic, que se encontra no momento mais baixo de sua história. Isso tudo, ajuda a fomentar o crescimento do setor e a não ter grandes sobressaltos em oferta ou demanda. Fonte: Valor Real/Assessoria Talk Comunicação
- DIVISÓRIAS DE VIDRO: VEJA QUAIS SÃO AS VANTAGENS
Leveza, modernidade, luminosidade, integração de espaços e isolamento acústico são algumas vantagens que as divisórias de vidro proporcionam aos ambientes. Elas também são versáteis, fáceis de limpar e conferem um ar clean ao espaço. No escritório, as divisórias de vidro contribuem para a organização do espaço e delimitam as áreas de trabalho de cada setor da empresa. Já em residências, o modelo pode ser aproveitado para integrar dois ou mais ambientes da casa, que ficarão aparentemente mais amplos e aproveitarão o máximo possível da luz do sol. A perda de privacidade não precisa ser a preocupação para quem deseja implantar as divisórias. Atualmente, materiais mais escuros, esmaltados, impressos ou fantasia, por exemplo, são eficazes para sanar a questão. As divisórias devem ser feitas de vidro laminado, temperado ou laminado temperado, conforme o portal Viminas. Fontes: Viminas e MultPainel
- JOMARCA DIVULGA CARACTERÍSTICAS E FUNÇÕES DO REBITE DE REPUXO
O Rebite de Repuxo Jomartop, da Jomarca, empresa que atua há 51 anos no mercado de fixadores, alia composição de aço inox e acabamento polido, estando disponível em diversas dimensões. O produto, também conhecido como rebite pop ou rebite cego, é útil para unir chapas e peças de forma permanente, dando muito mais firmeza à fixação quando só há acesso à aplicação por um lado. ⠀ Utilizando um rebitador, o mandril do rebite é puxado e ele se expande até travar-se, garantindo uma fixação permanente das peças. Saiba mais em: www.jomarca.com.br/ Fonte: Jomarca/Instagram
- EM 2020, CONSTRUÇÃO CRIOU 112 MIL EMPREGOS
O setor foi o que mais vagas formais gerou no ano, segundo o Caged Depois de seis meses de abertura de novas vagas, a indústria da construção brasileira fechou 43.032 empregos em dezembro de 2020. Ainda assim, o saldo do ano encerrou positivo entre admissões e demissões no setor. De janeiro a dezembro, a construção criou 112.174 vagas, um aumento de 5,18%. Foi novamente o setor que gerou o maior número de empregos nestes 12 meses, seguido pela indústria (+95.588 vagas), agropecuária (+61.637), comércio (+8.130) e serviços (-132.584). Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados em 28 de janeiro de 2021 pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. De acordo com Odair Senra, presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Construção), “como costuma ocorrer sazonalmente, o emprego na construção cai em dezembro. A tendência é o setor retomar o ritmo das contratações a partir de janeiro, com o início das novas obras já contratadas. Considerada essencial desde o início da pandemia, a construção seguirá em plena atividade, com rigorosa observância dos protocolos sanitários nos canteiros de obras.” Estoque Ao final de dezembro, a construção empregava 2.279.099 trabalhadores com carteira assinada no País. Já o saldo entre admissões e demissões entre todos os setores da atividade econômica no País resultou no fechamento de 67.906 empregos em dezembro. Mesmo assim, pela segundo mês consecutivo desde o início da pandemia, houve um saldo positivo no acumulado do ano: a abertura de 142.690 vagas. Por estados Das vagas encerradas pela construção em dezembro, 4.194 registraram-se no estado de São Paulo. Além de São Paulo, os estados que mais empregos fecharam no setor no mês foram Minas Gerais (6.906), Pará (4.147), Bahia (3.443), Paraná (3.624), Santa Catarina (2.971), Goiás (2.506) e Rio de Janeiro (2.254). Fonte: Sinduscon-SP
- MRV ASSUME COMPROMISSO DE COMBATE ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS
A construtora se juntou à iniciativa da global Science Based Targets A MRV, plataforma de soluções habitacionais, inicia o ano de 2021 com um compromisso inédito entre empresas do setor ao firmar acordo com a Science Based Targets Initiative (SBTi) para adotar metas de redução de emissões de gases de efeito estufa, atuando ainda mais fortemente no combate às mudanças climáticas. A iniciativa SBT é suportada pelas instituições CDP, Pacto Global, World Resources Institute e WWF. O compromisso implica o estabelecimento de metas de redução dos gases de efeito estufa, colaborando globalmente para a limitação do aumento da temperatura da Terra e contribuindo diretamente para o Acordo de Paris. "Temos a consciência do quão importante e, ao mesmo tempo, estratégico é assumir esse compromisso e fazer parte do grupo de empresas líderes mundiais que estão definindo metas de redução de emissões de gases de efeito estufa", diz Eduardo Fischer, copresidente da MRV. A construtora também assinou o Pacto Global da ONU em 2016, que tem por objetivo mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção de medidas Environmental, Social and Governance (ESG) ou Ambiental, Social e Governança, em tradução livre. A estratégia de sustentabilidade da marca está conectada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e aos 10 Princípios do Pacto Global. Dentre as ações de combate às mudanças climáticas da empresa, já acontece desde 2015, a compensação de 100% dos gases de efeito estufa referentes às suas emissões diretas e aquisição de energia, por meio da compra de créditos de carbono. Utilizando os ODS como orientadores estratégicos para o desenvolvimento do seu negócio, a empresa também se baseia na Visão 2030 MRV, documento que estrutura uma cultura de sustentabilidade capaz de promover ganhos ambientais, sociais e econômicos para todos seus stakeholders até o ano de 2030. Além disso, a companhia é a única construtora que, há cinco anos consecutivos, participa da carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3), que avalia a performance das grandes empresas que estão listadas na BM&FBOVESPA relativamente a suas práticas de sustentabilidade. Fonte: MRV/Assessoria Máquina Cohn & Wolfe
- MAIS DE 30 MODELOS DE FECHADURAS IMPORTADAS
O catálogo atual da distribuidora Vita Componentes inclui uma grande variedade de fechaduras importadas da M Rodrigues, fabricante de Portugal. “Temos mais de 30 modelos no estoque, de diversas cores e tipos”, informa Altair Lima, diretor da distribuidora. Há modelos contendo maçanetas com espelho e rosetas, opções com design Prestige e Quad, fechaduras com corpo de aço inox, fechaduras lacradas na parte superior (para evitar cair sujeira na máquina), tambor de latão modelo europeu caveira, chaves de latão, entre outros. “Hoje somos a empresa que oferece mais modelos e variedades de fechaduras importadas”, acrescenta o diretor, explicando que as opções disponíveis no catálogo da Vita Componentes foram desenvolvidas para porta de correr tetra, porta de correr convencional, porta de correr tripla, porta de giro, porta de giro tripla, porta de giro rolete, porta de giro rolete tripla, e porta elétrica. Mais informações: www.vitacomponentes.com.br
- CONFIRA 5 TENDÊNCIAS PARA A CONSTRUÇÃO CIVIL EM 2021
No ano de 2020, em meio a pandemia, foram criadas aproximadamente 17 mil vagas de empregos relacionadas à construção civil no Brasil, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). Para 2021, a expectativa do setor é alta. Conheça algumas tendências: 1 - Drones O uso de drones para etapas iniciais do processo da construção civil vai ser cada vez mais implantado. No caso do serviço topográfico, o drone torna a atividade menos trabalhosa para os funcionários, e exige menor locomoção. A ferramenta também é menos suscetível a erro do que a etapa convencional de topografia. 2 - BIM Building Information Modeling (BIM) BIM significa Modelagem/Modelação da Informação da Construção ou Modelo da Informação da Construção. A tecnologia oferece visão tridimensional e abrange todo o ciclo de vida de uma edificação. O uso de um software assim permite que engenheiros possam, inclusive, identificar possíveis problemas que aconteceriam durante a obra, tornando o planejamento da obra muito mais rápido e eficaz. Outra vantagem é que o BIM permite fazer orçamentos de obras muito mais precisos. A tendência está muito em alta para 2021, já que a partir de então, o uso do BIM será obrigatório em obras públicas, segundo o decreto de difusão da ferramenta, de 2018. 3 - Robotização de processos O ano de 2021 tem tudo para consolidar a construção civil na chamada Indústria 4.0. A previsão é que agora o uso de robôs e máquinas com inteligência artificial estejam nos canteiros de obras. A automatização de processos, sobretudo os repetitivos, reduz a necessidade de mão de obra e torna as etapas mais rápidas e menos suscetíveis a erros. 4 - Sustentabilidade A construção civil foi, por muito tempo, uma área relacionada ao impacto ambiental. Hoje, adaptar-se cada vez mais a uma agenda de sustentabilidade também se mostra um diferencial de mercado. A preocupação com o meio ambiente já é uma tendência recorrente e ela será ainda mais forte em 2021. Cada vez mais a construção civil busca opções menos poluentes para as obras, inclusive por razões econômicas. Pequenas mudanças que reduzem a produção de resíduos sem perder em segurança e qualidade reduzem também o gasto em recursos. 5 - Energia renovável Assim como a sustentabilidade, o uso de energias renováveis veio para ficar. Com o avanço das discussões sobre energias limpas, a escolha por medidas sustentáveis não se mostra só aliada do meio ambiente, mas também do setor econômico. A energia sustentável tende a aparecer na construção civil tanto em medidas mais simples, como aquelas que priorizam a luz e ventilação natural, bem como nas mais complexas, com a instalação de placas fotovoltaicas e uso de recursos renováveis em todas as etapas do projeto. Fonte: G1
- PRÊMIO SAINT-GOBAIN ASBEA DE ARQUITETURA PRORROGA INSCRIÇÕES ATÉ 19 DE FEVEREIRO
Premiação soma R$ 330 mil nas categorias Profissional e Acadêmica Foram prorrogadas as inscrições para a 8ª edição do Prêmio Saint-Gobain AsBEA de Arquitetura. Os interessados podem se inscrever pelo site (premiosaintgobainasbea.com.br) até a nova data limite: 19 de fevereiro de 2021. O Prêmio é realizado pelo Grupo Saint-Gobain, que oferece produtos para construção, em parceria com a Associação Brasileira de Arquitetos (AsBEA), que se uniram nessa edição a fim de reconhecer e premiar projetos de arquitetura que se destacaram na proposição de soluções para o conforto do ambiente, inovação, sustentabilidade, arquitetura, além mobilizar profissionais e estudantes que acreditam que a construção civil exerce contribuição para o bem-estar dos usuários. O Prêmio ainda incentiva o uso de tecnologias e soluções inovadoras, e a correta especificação de produtos e processos construtivos. Os participantes das categorias Profissional (modalidade: Projeto e Edificação) e Acadêmica (modalidade: Projeto Acadêmico) irão concorrer a R$ 330 mil em prêmios, uma viagem internacional e terão o seu talento reconhecido. Dando as boas-vindas a essa parceria com a AsBEA, além das categorias destaques em conforto acústico, conforto térmico, inovação e sustentabilidade, esta edição conta com quatro destaques AsBEA, aplicáveis a projetos de 2 mil m² (2 a 10 mil m², acima de 10 mil m²) e o prêmio destaque Roberto Cláudio dos Santos Aflalo. Fonte: Saint-Gobain/ Agência Weber Shandwick
- 5 PONTOS ARQUITETÔNICOS FAMOSOS DE SÃO PAULO
Neste 25 de janeiro de 2021, a cidade de São Paulo está completando 467 anos. Para comemorar a data, que tal conhecer cinco pontos arquitetônicos famosos da capital paulista? 1 - Casa de Vidro – Instituto Lina Bo Bardi A casa projetada pela arquiteta Lina Bo Bardi é uma das obras mais famosas da arquitetura moderna. A estrutura, cercada pela natureza, parece levitar sobre os finos pilares que a sustentam. Arquiteta: Lina Bo Bardi Ano: 1951 Endereço: Rua General Almério de Moura, 200 - Morumbi, São Paulo - SP 2 - Casa Modernista Essa é considerada a primeira obra de arquitetura moderna implantada no Brasil. A casa que já serviu de residência para Gregori Warchavchik, arquiteto que a projetou e sua família, hoje é um museu que participa do grupo “Museu da Cidade de São Paulo”, responsável pela manutenção de diversos pontos espalhados por SP que servem de referência arquitetônica. Na época, a casa gerou forte impacto e dividiu opiniões, por conta de sua estética. Arquiteto: Gregori Warchavchik Ano: 1928 Endereço: Rua Santa Cruz, 325 - Vila Mariana, São Paulo - SP 3 - Edifício Copan A arquitetura curvilínea é uma das características mais marcantes das obras de Oscar Niemeyer, nesta obra não seria diferente. O edifício conta com salas comerciais, apartamentos residenciais, bares e restaurantes e se destaca frente aos outros prédios com traços retos do centro de São Paulo. Arquiteto: Oscar Niemeyer Ano: 1966 Endereço: Avenida Ipiranga, 200 - República - São Paulo - SP 4 - Japan House O espaço funciona como um centro cultural japonês e lá podem ser encontrados desde maquetes do arquiteto responsável pelo seu projeto, Kengo Kuma, até livros e produtos do Japão. O local também conta com um ambiente para exposições temporárias. É inevitável não perceber a construção de madeira, que encanta aos que passam por uma das avenidas mais famosas da cidade. Arquiteto: Kengo Kuma Ano: 2017 Endereço: Avenida Paulista, 52 - Bela Vista, São Paulo - SP 5 - Clube Atlético Paulistano A estrutura é uma plataforma habitável semienterrada que pode ser entendida como uma continuação do piso urbano. A praça semielevada e aberta possibilita franco acesso às arquibancadas do ginásio coberto, sendo também um mirante. O ginásio do clube recebeu o primeiro lugar no “Grande Prêmio Presidente da República”, premiação da VI Bienal de Arte e Arquitetura, em 1961. Arquitetos: Paulo Mendes da Rocha e João De Gennaro Ano: 1961 Endereço: Rua Honduras, 1400 - Jardim América, São Paulo - SP Confira mais locais para conhecer em: https://www.archdaily.com.br/br/868308/guia-de-arquitetura-moderna-de-sao-paulo https://www.linoleum.com.br/arte-design/arquitetura-em-sao-paulo-lugares-imperdiveis/ Fontes: Arch Daily, linoleum e Museu da Cidade de São Paulo
- FIBRA ARQUITETURA ESCLARECE DÚVIDAS SOBRE RETROFIT DE FACHADA
Retrofit de fachada, sinônimo utilizado para o processo de restauração e reforma da estrutura de um condomínio. Tanto residencial como o comercial, o retrofit tem se mostrado uma das maiores tendências do setor de construção, pois além de modernizar um condomínio, pode duplicar a valorização deste espaço. Mas por que investir nesta modernização? Para Camila Pinotti, arquiteta e sócia do escritório Fibra Arquitetura, além de atender as questões de regulamentação instituídas para cada cidade, é importante que os prédios considerem o investimento e obra com vistas à valorização do imóvel. “Novas necessidades e demandas surgiram por conta da urbanização e, em função disso, novas regras foram implementadas. Por isto, edifícios mais velhos terão que se modernizar para ganharem espaço, principalmente em cidades como São Paulo, que apresenta uma grande concorrência com o grande número de empreendimentos imobiliários lançados”, explica. Revitalização e vida útil para o condomínio O retrofit de fachada é um excelente caminho no processo implementado para recuperar o padrão original de um condomínio antigo. Além de trazer uma nova estética, apostar na revitalização aumenta a vida útil do condomínio e traz credibilidade ao imóvel. “Dependendo da qualidade dos materiais, do tipo de revestimento e de sua aplicação, é possível reduzir muitos gastos com a manutenção no futuro. Sem contar que, no caso de prédios comerciais, a revitalização auxilia na retenção de clientes que ficarão satisfeitos em manter seus comércios no condomínio por mais tempo”, reflete Renan Pinotti, arquiteto e sócio do escritório Fibra Arquitetura. Acessibilidade Muitas vezes a acessibilidade em condomínios é tratada como algo burocrático. Porém, a Lei da Acessibilidade orienta sobre a necessidade de adequações para que tudo fique claro, além de promover a inclusão social, evitar acidentes e problemas futuros. Desde de 2005 existem leis que tratam da acessibilidade, mas apenas em 2016 ela ganhou um caráter obrigatório, apontando números a serem destinados em moradias, vagas e penalidades para o descumprimento dessa lei. “O condomínio não deve se privar dessa responsabilidade, mas vê-la como fator positivo. Afinal, tratam-se de muitas situações, que provavelmente já foram vividas pelos seus moradores, principalmente aqueles que estão no grupo prioritário sendo idosos, cadeirantes, grávidas, pessoas com crianças de colo e todos que possuam algum tipo de deficiência”, aponta Renan Pinotti. Segundo o arquiteto, trata-se de uma questão muito maior e que garante a autonomia e segurança e todos os usuários. Para atender todas essas situações criou-se a norma NBR9050, que é a base técnica de como agir nestes casos, porém, a NBR surgiu antes da lei, num esforço da sociedade para encontrar os caminhos em comum e aumentar a acessibilidade. Regulamentação Além disso, existem outras leis às quais um condomínio deve ficar atento. Por exemplo, em São Paulo, a prefeitura sancionou, em 2018, uma lei que exige sinalização especial nos portões eletrônicos. Com isso, se pretende diminuir a quantidade de acidentes, envolvendo o processo de entrada e saída de veículos, a fim de evitar acidentes para quem anda na rua. Dessa forma, ao revigorar a fachada, a calçada igualmente precisa acompanhar novos tempos. “Os condomínios não podem se furtar dessa responsabilidade e devem oferecer um caminho seguro, sem riscos ou obstáculos, como plantas que não permitam uma circulação confortável”, detalha Camila. Automatização/modernização: A modernização de condomínios pode incluir também processos de automatização, e já existem muitas alternativas que permitem que o prédio escolha se quer ter mais ou menos controle desse processo. “A otimização de aberturas de portas e portões é uma delas, já que é possível manter o controle dentro do próprio condomínio com um porteiro que fique responsável e faça esse controle, ou de forma externa, por meio da portaria remota”, explica Camila. “Já participamos de um caso onde o retrofit da fachada envolveu o projeto para modernização, adequação da acessibilidade e implantação da portaria remota. Na situação, o síndico e conselho fizeram uma pesquisa de mercado que apontava o prédio com valores de venda de 10% a 20% abaixo do preço em comparação com seus vizinhos. Após a reforma os valores das unidades conseguiram ficar igual ou até superiores aos outros, o que mostra que os antigos precisam se atualizar”, relata a arquiteta Camila. No caso das portarias remotas a mudança se concentra na dinâmica do prédio, reduzindo principalmente o quadro de funcionários. Ela prioriza automatizar os processos para que fiquem mais simples e rápidos, reduzindo a necessidade de acompanhamento. Nesses casos, o morador ganha autonomia e também novas responsabilidades. “O desenvolvimento da automação da portaria remota pode reduzir a folha de pagamentos, o que normalmente corresponde a até 70% dos custos de um condomínio. É um investimento que se paga de três a cinco anos”, explica Renan. Outro processo de modernização que promete ganhar espaço nos condomínios está relacionado às entregas de produtos. Com o advento das compras online, impulsionado inclusive por conta da pandemia, os prédios precisam promover formas seguras de realizar esse recebimento. “Em alguns condomínios já temos a instalação de armários para que entregadores possam deixar a entrega e dono possa buscar quando estiver disponível. Essa tendência foi acelerada com o momento que estamos vivendo”, revela Camila. Clausura de segurança O sistema de clausura tem sido importante, pois minimiza o risco de ações criminosas. O sistema de verificação acontece em duas etapas. Constituído geralmente por dois portões, pode ser utilizada na entrada de pedestre e de veículos de um condomínio. Segundo Renan Pinotti, após a identificação do visitante ou morador, o primeiro portão é aberto. Depois que ele é fechado, um segundo portão se abre para que a pessoa entre ou saia do condomínio. “Uma barreira só é aberta quando a outra é fechada. O mesmo acontece com os carros que chegam ao portão da garagem, garantindo que ninguém aproveite a abertura para acessar o condomínio sem autorização”, explica o profissional. “Para os moradores de um prédio residencial, o sistema permite que você desça para buscar uma pizza e realize o pagamento em um vão na própria grade do sistema da clausura”, detalha Camila. O sistema também permite mais comodidade e segurança quando um morador ou visitante espera por carro chamado por aplicativo. “O segundo portão pode ser aberto apenas quando o carro que você estiver esperando chegar, prevendo uma área de espera dentro da clausura, para que a pessoa não espere na rua”, finaliza Camila. Fonte: Fibra Arquitetura/ Assessoria dc 33 Comunicação














