top of page

BUSCAR

Search this site

Resultados encontrados para busca vazia

  • HYDRO INVESTE MAIS DE R$ 20 MILHÕES EM MELHORIAS OPERACIONAIS NA PLANTA DE EXTRUSÃO EM TUBARÃO (SC)

    Plano de investimento inclui mais R$ 25 milhões até 2025, com foco em automação industrial, aumento da produtividade e capacitação de pessoas A Hydro Extrusão está investindo na modernização de suas operações na planta de Tubarão (SC). Desde que adquiriu a unidade, em 2018, a empresa já investiu mais de R$20 milhões em reformas estruturais, compra de equipamentos e treinamento de mão de obra. Uma parte importante deste projeto foi concluída em agosto deste ano: a primeira etapa da reforma do prédio da Prensa P3. Somente na reforma deste prédio, a empresa está investindo R$ 5,5 milhões, com o objetivo de aumentar em 20% a produtividade, além de trazer mais segurança e modernidade ao processo produtivo. A previsão de conclusão da reforma do prédio da Prensa P3 é até o final de 2023. “Estamos trabalhando para aumentar o valor agregado dos produtos produzidos em nossa unidade de Tubarão e satisfeitos com os resultados que já conseguimos alcançar mesmo durante um período tão desafiador. Passamos a oferecer perfis de alumínio com estampo e polimento, que não fazia parte do nosso portfólio anteriormente. Além disso, com o novo fluxo no processo produtivo, nossa produção vai subir de 14 mil toneladas para 15 mil toneladas por ano”, afirma Rodrigo Commar, diretor da planta de Tubarão. O novo layout do prédio da Prensa 3 foi concebido com o que há de mais moderno no mundo para este tipo de construção. As equipes responsáveis realizaram uma avaliação por meio de um mapeamento de fluxo que apontou as melhorias necessárias para uma produção ainda mais eficiente. O prédio agora também é mais sustentável, já que todas as lâmpadas foram substituídas por LED, reduzindo a emissão de carbono da estrutura. O próximo passo será a automatização da operação no prédio. As equipes internas estão sendo preparadas para trabalhar com as novas tecnologias. Serão oferecidos cursos internos de capacitação com 16 vagas para operadores dos equipamentos utilizados na produção dos perfis de alumínio. Metade dessas vagas serão oferecidas para o público externo. “Queremos capacitar não somente nossos empregados, mas também a comunidade do entorno de nossas operações”, complementa Commar. A empresa está priorizando a contratação de mão de obra e empresas locais para a realização do projeto. Cerca de 80% do investimento da reforma ocorreu em parceria com fornecedores locais, sendo que R$794.000,00 em mão de obra local (prestação de serviço). A Hydro age com respeito pelas pessoas e pelo meio ambiente, priorizando a segurança em todas as operações. Portanto, toda a estrutura segue a NR-12, Norma Regulamentadora emitida pelo Ministério do Trabalho que consiste em um conjunto de procedimentos de segurança direcionados para o transporte, instalação, operação e manutenção de máquinas em ambientes de trabalho. A empresa tem certificação Aluminium Stewardship Initiative (ASI) no Brasil, que reconhece a produção, fornecimento e administração responsáveis do alumínio. A organização avalia diversos critérios que mostram que princípios de sustentabilidade e direitos humanos estejam cada vez mais incorporados nas cadeias de suprimentos. Fonte: Hydro/Assessoria In Press Porter Novelli

  • CONSTRUÇÃO CIVIL CRESCE ACIMA DA ECONOMIA BRASILEIRA

    *Por Luiz Carneiro de Almeida, engenheiro civil, coordenador da Câmara Especializada em Engenharia Civil do Crea-RJ Os números do setor são animadores. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a construção civil foi o segundo setor com maior crescimento no segmento industrial. A comparação do segundo trimestre deste ano, com igual período de 2021, mostra crescimento de 9,9% na construção civil, enquanto a economia nacional cresceu 3,2%. Nos primeiros seis meses de 2022, comparados a igual período do ano anterior, a construção cresceu 9,5% e o país 2,5%. No acumulado dos últimos quatro trimestres, no comparativo com os quatro trimestres imediatamente anteriores, a construção cresceu 10,5%, enquanto a economia nacional cresceu 2,6%. Com isso, o mercado de trabalho na construção civil também vem apresentando resultados positivos. O setor já gerou mais de 430 mil novas vagas com carteira assinada no período pós-pandemia (entre março de 2020 a maio de 2022). A construção de edifícios representou mais 175.640 novas vagas, obras de infraestrutura, 93.961 vagas e serviços especializados para a construção e 166.368 vagas. Mas nem tudo são flores. O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou inflação de 0,44% em setembro. No ano, o Sinapi tem inflação acumulada de 10,22%: e em 12 meses, o indicador acumula alta de preços de 13,11%. O custo nacional da construção, por metro quadrado, passou a ser de R$1.669,19, em setembro. A parcela dos materiais subiu 0,53% e passou a custar R$999,96 por metro quadrado. Levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) aponta que, pelo oitavo trimestre consecutivo, o principal problema da construção civil continua sendo a falta ou o alto custo dos insumos. Segundo o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), os três insumos que mais sofreram aumentos nos custos entre julho de 2020 a junho de 2022 foram: vergalhões e arames de aço ao carbono (99,60%); tubos e conexões de ferro e aço (89,43%) e tubos e conexões de PVC (80,62%). O crescimento do setor deve ser comemorado, mas as empresas e profissionais da construção civil precisam ficar atentos ao mercado e aos desdobramentos políticos do país. O aumento da taxa básica de juros, a Selic, por exemplo, ameaça adiar o sonho da casa própria de muitos brasileiros. Isso porque, com juros mais altos, o financiamento imobiliário ficará mais caro. É importante entender que o mercado sempre se adapta. Mas se os bancos e o governo não incentivarem mais as taxas de financiamento, é provável que haja uma redução no mercado imobiliário em si, porque haverá menos oferta de crédito, menos construção e dinheiro no mercado para as pessoas financiarem imóveis residenciais. O momento ainda é de expectativas para o setor. Muitas pessoas seguraram os investimentos durante os dois anos de pandemia e estão com a demanda represada. As pessoas estão começando a pensar em investir novamente. Esse é o aspecto positivo para o futuro do mercado, mas também gera insegurança, porque a cadeia de produtos, insumos e equipamentos para a construção civil sofreu e ainda sofre muito com a falta de materiais. Se a demanda represada for solta de uma vez, a escassez de material pode ser uma das consequências. A preocupação com o futuro é pertinente. Precisamos formar engenheiros com ótima qualificação e capacitar muito bem todos os níveis de profissionais da construção. Construção com qualidade tem durabilidade. Fonte: Assessoria de Imprensa Crea-RJ

  • GUARUPORTAS OFERECE DESCONTO ESPECIAL PARA LEITOR DA CONTRAMARCO

    Estratégia da empresa especializada em portas de enrolar automáticas visa ampliar as vendas para serralheiros e instaladores independentes A Guaruportas, fabricante de portas de enrolar automáticas, anuncia a concessão de desconto de 10% em seus produtos para leitores da revista CONTRAMARCO. A promoção é exclusiva para pagamento à vista e segue por tempo indeterminado. Marcelo Favaretto, diretor da empresa, afirma que essa é uma ótima oportunidade para os serralheiros e instaladores independentes adquirirem kits e peças com condições especiais. “A Guaruportas atende muitos profissionais que desejam revender e instalar portas em seus clientes. Para isso, eles precisam comprar os equipamentos com preços mais baixos, para poderem ter margem de lucro”, diz. Todos os produtos disponibilizados pela marca fazem parte da promoção, incluindo os kits completos , motores e acessórios. A condição também é válida para as portas em aço ou em alumínio, com ou sem pintura eletrostática. Para conseguir o desconto na compra, basta informar ao consultor, no momento do atendimento/orçamento, que é leitor da revista CONTRAMARCO e deseja fazer o pagamento à vista. A expectativa da empresa é ampliar suas vendas especificamente junto aos revendedores. “Acreditamos que essa será uma boa estratégia para crescer nossa participação no mercado de serralheria”, afirma Favaretto. Para mais informações, acesse: https://guaruportas.com.br/ SOBRE A GUARUPORTAS A Guaruportas é uma empresa genuinamente brasileira, que atua no segmento de fabricação de portas de enrolar desde 2007. A fábrica foi criada com o intuito de atender um mercado pouco profissionalizado e marcado pela informalidade. Desde sua criação, a Guaruportas visa fornecer portas de enrolar automáticas de alta qualidade pelo melhor preço possível. Atualmente, os grupos de clientes dividem-se em consumidores finais, que desejam ter uma porta de enrolar automática em sua casa, comércio ou indústria, e em serralheiros, que buscam revender os produtos e/ou instalá-los em seus clientes. Para esse último público, a Guaruportas oferece kits com portas desmontadas, que acompanham todas as peças necessárias para a montagem. Fonte: Guaruportas

  • 5º SIMBRIE DEBATE PRODUTIVIDADE, COMPETITIVIDADE E INOVAÇÃO NA INDÚSTRIA DE ESQUADRIAS

    Foram quatro dias de encontro online e ao vivo, ao todo, 22 palestrantes e 218 profissionais participaram Palestrantes do Simbrie/Reprodução: Divulgação Alexandre Araujo, professor e fundador do Canal do Serralheiro, organizador do 5° Simpósio Brasileiro da Indústria de Esquadrias (Simbrie): Produtividade, Competitividade e Inovação na Indústria de Esquadrias para o Desenvolvimento do Setor, que aconteceu de 17 a 20 de outubro de 2022, das 18h30 às 21h30, online e ao vivo, abriu o evento lendo o texto “O Espetáculo da Vida”, de Augusto Cury. O encontro, que ficou gravado, esteve sob a coordenação técnica do professor, reuniu uma equipe de acadêmicos, consultores, empresas, entidades de classe e executivos do setor de esquadrias. O objetivo do simpósio foi apresentar estudos e propostas a fim de aprimorar o desempenho e aumentar a produtividade e competitividade das indústrias de esquadrias. Durante o evento, os participantes puderam interagir com o palestrante, fazendo perguntas ao final de cada apresentação. Ao todo, foram 15 palestras sobre produtividade, competitividade e inovação do setor de esquadrias e o painel de debates “Mulheres na indústria de esquadrias: liderança feminina”. Foram 12 horas de conteúdo, com 22 palestrantes. Segundo Junior Araujo, gestor de novos negócios e expansão do Canal do Serralheiro, o público aderiu bem a premissa do evento. Trazendo uma experiência de webinar (seminário online), o Simbrie se destaca cada vez mais no quesito participação e interação. “Os 218 participantes adquiriram ainda mais conhecimentos através das novidades que os palestrantes e as marcas compartilharam, como conhecimentos sobre produtividade, competitividade e inovação na indústria de esquadrias”, diz. Ele afirma que os participantes interagiram com os palestrantes através de perguntas, sem contar com palestras interativas, que utilizaram enquetes para entender melhor o público presente e também o painel de debates, que trouxe a importância e as dificuldades do empreendedorismo feminino na indústria de esquadrias sob uma ótica feminina. BOAS-VINDAS No primeiro dia, o anfitrião deu as boas-vindas aos participantes, agradeceu a presença dos palestrantes e patrocinadores. “Visamos ampliar o seu leque de conhecimentos e, consequentemente, contribuir para melhorar a sua performance no dia a dia”, comentou sobre o propósito do evento. Na sequência, o público ficou com a palestra “Como lidar com as preocupações, tendências e evolução das esquadrias no século XXI”, com Igor Alvim, engenheiro mecânico e diretor técnico da QMD Consultoria, que trouxe um panorama sobre o início e evolução do mercado de esquadrias até os dias atuais, além disso, fez uma reflexão sobre o futuro do setor. “Faça aquilo que seu concorrente tem vontade de fazer, mas não tem coragem de começar. Estude e procure se cercar de bons profissionais e vamos para o futuro!”, afirmou. “Como especificar esquadrias de alto desempenho utilizando as normas brasileiras” foi o tema da palestra ministrada por Hélio Donizetti, engenheiro de operação mecânica e gerente técnico na Perfil Alumínio do Brasil, que abordou o estudo do entorno da obra para falar sobre as necessidades da esquadria, comentou sobre os sistemas da empresa que representa, normas técnicas, uso adequado de componentes, fixação do vidro na esquadria, montagem da esquadria, entre outros assuntos. Em seguida, Jorge Ichikawa, arquiteto e diretor de marketing e comercial da Bugal Brasil, assumiu o comando do evento falando sobre “Sistemas customizados para o mercado de esquadrias de alto padrão”. Sua palestra abrangeu temas institucionais sobre a Bugal & AluK, estratégia e segmentação de mercado, entre outros. O primeiro dia terminou com o tema “Silicone estrutural, quem disse que é só para fachadas?”, com Rafael Calza, engenheiro e gerente geral da DXMAX Selantes, que explicou as características da linha de silicones da marca que representa e citou as aplicações específicas de cada produto. SEGUNDO DIA O evento começou com a palestra “Qualificação, digitalização e economia 4.0: como a Europa lida com esses desafios e oportunidades”, ministrada por João Gomes, arquiteto e diretor comercial e de marketing da Caixiave Group, que trouxe os desafios do cenário atual, das empresas e de sua liderança, entre outros pontos. A seguir, Daniel Unten, projetista da CDA Metais, falou sobre “Inovação: porque é importante escolher sistemas e soluções inteligentes para o mercado moderno das esquadrias e fachadas”. Ele realizou uma apresentação institucional da empresa e citou alguns lançamentos realizados na FESQUA, como o Renoir 4.4: Esquadrias deslizantes para grandes vãos; Monet Vision: guarda-corpo autoportante; Matisse 3.1: Sistema Maxim-ar com bitola de 31mm; Da Vinci 125mm: Fachada Unitizada entre vãos com bitola de 125mm; entre outros. “Como diversificar e aumentar a lucratividade de sua empresa com esquadrias de PVC” foi o tema de Oliver Legge, diretor geral na Salamander Brasil e gerente regional da América do Sul, e Ericson Barreto, gerente de vendas da Salamander PVC. Os palestrantes fizeram um passeio pela história, comentando sobre a evolução das esquadrias ao longo dos anos, mencionaram os requisitos das janelas, além disso, fizeram uma comparação com os materiais das janelas europeias e das brasileiras em 2021, entre outros assuntos. A última apresentação foi com Marcos Lemes, sócio-diretor na Esquadgroup e Head da unidade Preference Mercosul, que comentou sobre “Inovação e Competitividade: Como os softwares influenciam os resultados das empresas de esquadrias”, o especialista mostrou um panorama sobre os tipos de software, suas aplicações, desvantagens de não possuir a tecnologia, reflexões sobre o custo da falta de investimentos, entre outros temas. TERCEIRO DIA O simpósio foi aberto por Audrey Dias, arquiteta e diretora do Grupo Aluparts, que trouxe o tema “Como evitar o retrabalho com manutenções nas obras de esquadrias e fachadas”. Ela destacou as causas que levam ao retrabalho (mudanças realizadas durante a execução da obra, mão de obra desqualificada, sobrecarga de trabalho, entre outras), citou seis erros mais cometidos nas obras, falou sobre as principais ocorrências de patologias em esquadrias, enfatizou medidas para evitar retrabalhos, entre outros assuntos. Eli Marques, diretor executivo da Decamp Alumínio, e Jorge Brazuschi, consultor em desenvolvimento de produtos da Decamp Alumínio, palestraram sobre o “Sistema de esquadrias de alto padrão: entenda a relação custo-benefício”. Os palestrantes falaram sobre a empresa que representam e sua estrutura, apontaram tendências de mercado, indicaram produtos e lançamentos da empresa e comentaram sobre softwares cálculo de esquadrias. Logo após, foi a vez de Carlos Seabra, gerente comercial e de exportação da Roto Fermax, falar sobre “Como a tecnologia e a inovação podem melhorar os resultados financeiros das indústrias de esquadrias''. O palestrante apresentou indicadores da Abrainc sobre o volume de lançamentos e vendas, com variação de 2021/2020, mostrou exemplos de obras que unem tecnologia e inovação, entre outros temas. A palestra “Vendas consultivas: como aumentar seu ticket médio”, com Lamartiny Gomes, engenheiro civil e gerente de projetos na Guardian Glass, encerrou a noite de evento. A apresentação incentivou a participação do público questionando sobre o dia a dia e preferências, contou com um passo a passo do processo de vendas consultivo, mostrou uma comparação de valores de smartphones recém-lançados das marcas Samsung e Apple com casas equipadas com bons vidros, apresentou cases, entre outros assuntos. QUARTO DIA O último dia de encontro teve início com o tema “Experiências recentes de diagnóstico de processos produtivos: cases de Indústrias de Esquadrias Brasileiras”, ministrado por Junior Araujo, professor assistente com foco em engenharia de produção e gestor de novos negócios e expansão no Canal do Serralheiro. O especialista apresentou o Método de Diagnóstico de Processos Produtivos (MDPP) da empresa, comportamento de clientes diante de problemas e crises, técnicas para eliminar os desperdícios, erros e retrabalhos, cases com benefícios de diagnóstico, entre outros tópicos. Na sequência, André Cardoso, consultor de desenvolvimento de mercado, produto e inovação da CBA Alumínio, abordou os “Diferenciais dos sistemas de esquadrias de alumínio para construções sustentáveis”. Em sua apresentação, enfatizou o perfil atual do consumidor brasileiro, um novo mercado a ser explorado, as esquadrias de alumínio neste cenário e a proposta da sistemista CBA Primora. A “Norma NBR 7199: como utilizar o vidro na construção civil”, foi assunto de Carlos Facchinetti, representante da 1Niq Soluções. O tema englobou como especificar os vidros certos na construção civil, normas técnicas, vidros de segurança, aplicações de vidros e indicou ao público conteúdos sobre normalização gratuitos para download , entre outros tópicos. O simpósio teve como atração final o “Painel de Debates: Mulheres na Indústria de Esquadrias: Liderança Feminina”. As convidadas foram as executivas Fernanda Krentkowski, da Pádua Esquadrias e Vidros; Laura Soares, representante da Alumishow Esquadrias de Alumínio; Meire Sant’ana, da Vertical Esquadrias, Roberta Pinezi, representante da Elleve Esquadrias, e Shirlei Olegário, da Ponto Al Esquadrias. Conforme o gestor de novos negócios e expansão no Canal do Serralheiro, a inovação é fundamental no planejamento estratégico para desenvolvimento e aumento da produtividade e competitividade do país e dos negócios. “Ao governo compete promover a infraestrutura e o ambiente de negócio adequados para estimular a inovação, já às empresas compete o papel de aumentar a produtividade, por meio de lançamentos de melhores produtos e novos negócios”, comenta. Ele explica que o Canal do Serralheiro trabalha a questão de conscientizar o público da indústria de esquadrias sobre o quão importante é buscar conhecimento de forma contínua. “Temos a premissa de que os que buscam sair da estagnação são os que terão uma empresa com uma sobrevivência duradoura, uma lucratividade visível e uma empresa autogerenciável, aumentando assim, a qualidade de vida que muitos empresários do setor buscam e poucos têm", diz. Na visão de Junior, as expectativas para o próximo evento são grandes. Com o intuito de sempre inovar, a equipe divulgará, em breve, o tema e a data do 6° Simbrie, que acontecerá em 2023. SOBRE O CANAL DO SERRALHEIRO Por meio de consultorias, treinamentos e seminários que realiza, possui o intuito de conscientizar o empresário da indústria de esquadrias sobre a importância e a diferença que uma gestão profissional faz dentro da empresa. “Queremos fazer com que o empresário deixe de ter uma gestão intuitiva e passe a ser profissional em suas tomadas de decisões, tornando-as cada vez mais assertivas, o que, por sua vez, aumentará a lucratividade e a tornará autogerenciável”, informa o gestor de novos negócios e expansão no Canal do Serralheiro.

  • CONHEÇA A HISTÓRIA DAS JANELAS DE BRUXA DE VERMONT

    Uma singularidade arquitetônica, encontrada apenas no estado americano de Vermont, é a chamada “janela de bruxa” (também conhecida como “janela de caixão” ou “janela de Vermont”). Geralmente, estas janelas são de caixilho duplo e instaladas na parede em ângulos diagonais, de modo que sua borda mais comprida fique paralela com a inclinação do telhado. Elas são instaladas nos andares superiores, na parede da extremidade da empena (parte superior das paredes externas, acima do forro, fechando o vão formado pelas duas águas da cobertura) da casa. São geralmente encontradas em casas antigas de fazendas. Apesar das conotações assustadoras, as janelas de bruxa na verdade têm uma história e um lugar permanente na decoração de uma casa de fazenda moderna. Na verdade, a utilidade do bom senso dessas janelas tortas pode ser apenas o mais atraente sobre elas. Segundo os moradores locais, as janelas foram instaladas para evitar que as bruxas voassem para dentro das casas, porque, aparentemente, elas não podem voar através de uma janela inclinada. Já o termo “janela do caixão”, por sua vez, vem da ideia sombria de que os agentes funerários optam por esse caminho se alguém morrer em casa. Devin Colman, historiador da arquitetura estadual da Divisão de Preservação Histórica de Vermont, é questionado sobre as janelas com frequência, mas depois de anos procurando referências às janelas tortas na Nova Inglaterra, nenhuma explicação formativa apareceu. “A melhor explicação que encontrei para o 'porquê' é que Vermont tem um estoque de habitações muito antigo”, diz. “As casas de fazenda construídas pela primeira vez no início ou meados de 1800 recebiam novas adições, frequentemente como um único andar ou ala construída a partir de uma parede traseira ou lateral”, explica Colman. “Essas novas asas menores deixariam uma estreita faixa de parede entre o novo telhado e o beiral original, estreita o suficiente para acomodar uma janela horizontal”. Sótãos e quartos do segundo andar, onde as janelas estão instaladas, precisam de luz, mas não há espaço suficiente para caber uma janela na posição vertical na parede entre o teto da ala e a parte principal da casa. Uma alternativa seria fazer janelas de mansarda que projetam do telhado, mas seu custo é maior. Em outros lugares essas janelas são simplesmente chamadas de janelas tortas ou angulares, mas não são tão comuns. Mesmo dentro de Vermont, as janelas das bruxas são encontradas apenas nas regiões Central e Norte e nas fazendas do século 19. Reprodução: Magnus Mundi Fonte: Magnus Mundi e Hotel Leonor

  • A BELEZA DA MADEIRA, A FORÇA DO ALUMÍNIO

    Os produtos Ezy Color nasceram a partir da tecnologia desenvolvida e patenteada na Itália pela empresa DFV Srl, líder na decoração de perfis e chapas de alumínio em madeira. A Ezy é a primeira solução de pintura com efeito madeira em pó sobre pó de alta definição que assegura um elevado valor estético e de alta qualidade. Esta tecnologia permite capturar da natureza as matrizes, tons e contrastes da madeira e aplicá-las em portas e janelas de alumínio transmitindo a sensação de aconchego e beleza da madeira. O uso do pó de poliéster no revestimento garante uma excelente resistência do sistema à luz solar e ao clima extremo. A decoração pó sobre pó é mais durável e menos sujeita a alterações e envelhecimento em comparação aos produtos com efeito madeira obtidos por sublimação ou em PVC. Além disso, este produto se torna mais conveniente devido ao seu custo-benefício. A reprodução da madeira obtida pela decoração da marca garante o conforto e design em cada ambiente e estilo arquitetônico. “O uso da Ezy garante o respeito à natureza, reduzindo o desmatamento e usando um produto muito mais resistente e durável”, afirma a empresa em seu catálogo. POR QUE A TECNOLOGIA PÓ SOBRE PÓ? Alto valor estético e definição dos efeitos da madeira sobre o alumínio; Produtos de grande durabilidade e totalmente recicláveis; Alta resistência contra radiação solar; Preço competitivo; Tecnologia desenvolvida e patenteada na Itália, permitindo a aplicação de diferentes efeitos, cores e texturas, transformando o alumínio em madeira; O efeito natural de madeira para suas portas e janelas; Cores bonitas, duráveis e resistentes ao sol, chuva, maresia e poluição; O estilo clássico e moderno em várias cores de pinturas garantem soluções confortáveis e atraentes para soluções de design nos mais diferentes tipos arquitetônicos. Reprodução: Ezy Color Para mais informações, acesse: https://www.ezycolor.com.br/ Fonte: Ezy Color

  • CONHEÇA A LINHA FACHADA BRASIL, DA ALUMIFIX

    A linha Fachada Brasil, da produtora de perfis e acessórios para esquadrias e vidro temperado, é um sistema estrutural de perfis em alumínio com formas retas e robustas, aspecto clean , que moderniza obras “pele de vidro”, podendo ser aplicado em estruturas contínuas ou entre vãos, resultando em inúmeras possibilidades de montagem. Os perfis comercializados pela Alumifix são extrudados utilizando modernas tecnologias e qualidade de matéria-prima. “Todos os nossos perfis são submetidos ao jateamento de nano cerâmica que dá à superfície de alumínio um aspecto muito mais liso, garantindo mais eficiência no processo de pintura”, afirma a empresa. Para mais informações, acesse: https://alumifix.com.br/ Fonte: Alumifix

  • ABRAINC E BRAIN REALIZAM 1º ENCONTRO DE INCORPORADORES DO INTERIOR DE SÃO PAULO

    Evento realizado no Hotel Vitória, em Campinas, trouxe importantes debates sobre o cenário atual e o futuro da incorporação imobiliária no interior A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e a Brain Inteligência Estratégica realizaram, na última quarta-feira (26), o 1º Encontro de Incorporadores do Interior de São Paulo. O objetivo foi discutir o panorama do mercado imobiliário do interior paulista e promover o relacionamento entre as incorporadoras com atuação na região, dentro dos segmentos econômico e de médio e alto padrão. O evento contou com a presença de mais de 250 pessoas e, em sua abertura, Luiz França, presidente da Abrainc, destacou a receptividade da região. “Imaginávamos que teríamos uma boa adesão, mas esse público realmente superou nossa expectativa. Isso mostra a força do interior e como o empresário está atento aos movimentos do setor para direcionar melhor as suas estratégias”, pontuou. Ao destacar a importância do interior paulista no cenário nacional, França ressaltou que o Produto Interno Bruto (PIB) da região representa 16% das riquezas do país – montante que supera o PIB de países como Chile, Portugal, Grécia e Egito –, e uma população que gira em torno de 20 milhões de habitantes, fatores que contribuem para uma demanda cada vez maior de novos produtos voltados ao mercado imobiliário. “A pandemia trouxe uma ressignificação do interior e impulsionou a compra de quem já tinha a intenção de morar fora das grandes capitais”, disse o executivo, ao comentar sobre o crescimento da demanda no interior paulista. Também presente à abertura, Renato Lomonaco, diretor de Assuntos Econômicos da Abrainc, enfatizou que o PIB do interior (2,6%) cresceu mais que o dobro do PIB nacional (1,2%) no 2º semestre deste ano, e por isso a atratividade da região para o mercado imobiliário está cada vez maior. “Nosso setor vem puxando a economia há um bom tempo. Com a queda do desemprego, que chegou a 8,9% no país, em setembro, e o abatimento da inflação, temos condições de crescer ainda mais de maneira geral”, afirmou. Lomonaco citou dados da pesquisa Numbeo, que avalia o ranking do preço de metro quadrado de imóveis em dólar em todo o mundo. No levantamento, grandes cidades brasileiras, como Campinas, ainda estão com esse patamar bem abaixo de outras cidades do mundo, o que configura uma boa oportunidade para investimentos nessas regiões. Reprodução: Instagram Brain Inteligência Estratégica e ConstruCode GEOBRAIN Dados divulgados no evento pela Brain Inteligência Estratégica revelam que Campinas lançou 937 unidades no 1º semestre e vendeu 2.137 imóveis no período, gerando Valor Global de Vendas (VGV) da ordem de R$787,7 milhões no acumulado dos seis primeiros meses de 2022. Para o sócio consultor da empresa, Guilherme Werner, que apresentou o levantamento, o ponto mais importante agora para os incorporadores é se preparar para a demanda nos curto e médio prazos. “Está mantida a intenção de aquisição de imóveis em 33% no próximo ano e o desafio no final de 2022 e início de 2023 está em antecipar a necessidade de compra do consumidor até em função de uma perspectiva de aumento no preço de terrenos e dos imóveis prontos no país”, disse. Empresários também participaram dos debates sobre o panorama do setor. No painel “dados econômicos no mercado imobiliário e a confiança do empresário”, Valter Patriani, fundador da Construtora Patriani; Ricardo Teles, presidente executivo da Perplan Urbanização e Empreendimentos; e Victor Almeida, copresidente da Pacaembu Construtora, falaram sobre as perspectivas de crescimento para a área. Já no painel “perspectiva do mercado imobiliário no interior de São Paulo”, Carlos Bianconi, presidente executivo da RNI; André Leitão, presidente executivo e diretor da HM Engenharia; João Marcelo Barros, presidente executivo da Habiarte Incorporação e Construção; e João Pedro Donadon, presidente executivo da ADN Construtora e Incorporadora, abordaram os desafios, práticas sustentáveis que têm sido adotadas nos empreendimentos e as expectativas para o mercado da região. Fonte: Loures Consultoria

  • QUANDO REPARAR OU SUBSTITUIR ESQUADRIAS EM PROJETOS RESIDENCIAIS?

    A arquiteta Andrea Camillo aponta quais informações devem ser observadas antes de realizar a compra de portas e janelas novas Além do estilo das portas e janelas, quando reforma ou a substituição é realizada em apartamentos, um conjunto de regras ditadas pelo condomínio devem ser observadas – pontos esses que, em muitas vezes, delimita o trabalho do profissional de arquitetura ou os desejos do morador que está em busca de um novo visual ou funcionalidade para elas. Segundo a arquiteta Andrea Camillo, à frente do escritório que leva o seu nome, conhecer o estilo de esquadrias para cada ambiente, a relação das características e normas a serem seguidas na substituição, bem como os materiais – e quais deles melhor se adequam às características do projeto –, são fundamentais para a execução da obra. A seguir, ela relacionou um guia que ajudará àqueles que em breve passarão por essa fase. CASA X APARTAMENTO A profissional explica que existem diferenças significativas para a definição das esquadrias em um projeto de casa ou apartamento. Em linhas gerais, o proprietário de uma residência enfrentará menos empecilhos no processo, uma vez que a escolha se torna mais livre. Entretanto, nos apartamentos, a obra por si demanda autorização prévia do condomínio e a necessidade de acompanhar regras específicas. Andrea ressalta que o artigo 136, da Lei 10.406 do Código Civil Brasileiro é enfático quanto aos direitos e deveres do condômino. O inciso III discorre quanto não alterar a forma e a cor da fachada, das partes e esquadrias externas. “Ainda que o desejo seja por realizar a substituição por uma janela completamente semelhante à original, muitos condomínios, ainda assim, não permitem a retirada. Nesse caso, qualquer conserto ou pintura deve ser feita in loco”, explica. Quanto às portas de entrada dos apartamentos, o cenário não é diferente. Geralmente, uma possível mudança deve ser averiguada e negociada antes do começo da obra. Para a arquiteta, prédios que apresentam apenas um apartamento por andar costumam ser mais flexíveis e aceitar a troca. “Mesmo assim, por conta das especificidades convencionadas por cada condomínio, é fundamental consultar todas as normas antes de começar a se planejar”, enfatiza Andrea. Depois de avançar naquilo que se pode (ou não) executar, o projeto deve avaliar não apenas a estética da porta ou janela, como também a função que desempenhará, as questões climáticas de onde estará localizada e pontos sobre praticidade na utilização e manutenção. “Além disso, o morador também costuma nos demandar, por exemplo, janelas maiores para ampliar a ventilação ou modelos que propiciem uma limpeza mais simples, entre outras particularidades. Tudo depende das necessidades de cada projeto e das preferências de cada cliente”, detalha a arquiteta. REFORMAR OU COMPRAR UMA ESQUADRIA NOVA? De acordo com Andrea, essa é uma pergunta recorrente, que pode ser respondida após uma análise detalhada. Se a janela antiga estiver em boas condições, em muitas ocasiões a reforma pode considerar a execução de uma nova vedação, bem como a troca de borrachas, roldanas ou mesmo a aplicação de uma nova pintura. “Entretanto, se os problemas apresentados forem além disso, o ideal é trocar”, considera. ABERTURAS DE ESQUADRIAS Reprodução: Andrea Camillo Arquitetura/Assessoria dc33 Comunicação Com relação aos tipos de esquadrias, a profissional esclarece que há uma ampla variedade de aberturas que são definidas conforme as condições e os tipos de cada ambiente no projeto. Acompanhe os principais: Esquadria de abrir: considerada a mais tradicional, a porta conta com dobradiças fixadas aos batentes que permitem a abertura da folha, seja para fora ou para dentro; Esquadria de correr: bastante usuais, se aplicam para portas e janelas que se movimentam por meio de trilhos, no piso e no teto, que permitem a movimentação das folhas. “A decisão pelo trilho adequado é fundamental para o funcionamento perfeito”, orienta Andrea. No caso das portas, é uma solução interessante para ampliar a área útil do cômodo onde serão instaladas; Esquadria basculante: nas janelas, o pivô permite movimentar as básculas – uma parte para fora e outra para dentro do ambiente. "Elas lembram muito os vitrôs utilizados antigamente nas edificações", afirma a arquiteta; Esquadria guilhotina: nas janelas, o formato de abertura conta com uma folha superior fixa, enquanto a inferior está apta para realizar o movimento de subir e descer para a abertura e fechamento; Esquadria camarão ou sanfonada: encontrada em portas, as folhas correm um trilho em deslocamento que deixa o vão praticamente livre para a passagem do usuário; Esquadria Maxim-ar: com abertura de baixo para cima, alcança um ângulo de 90º e é geralmente instalada em apartamentos, proporcionando mais ventilação. ESTILOS DAS ESQUADRIAS Tendo em vista a forma de abertura das esquadrias, o próximo passo é pensar na estética, que deve dialogar com o décor do ambiente e as preferências reveladas pelo morador. “No projeto, as escolhas são sempre efetivadas considerando um equilíbrio entre a estética e a funcionalidade. E é imprescindível acolher a opinião do morador, que sempre pesa bastante”, afirma Andrea. Ela ainda acrescenta que portas e janelas não se limitam apenas a estes pontos já mencionados, pois também cooperam na definição da linguagem do projeto arquitetônico. São diversos os materiais para esquadrias e cada um acompanha as suas especificidades. Entre os mais requeridos nas obras, estão: PVC, alumínio, ferro e a madeira. Nos atributos de manutenção e limpeza, alumínio e PVC estão entre as melhores opções por serem resistentes, exigirem baixa manutenção e, no aspecto financeiro, agradarem os clientes pela relação custo-benefício. No contraponto, portas e janelas de madeira ou de ferro são conhecidas por sua necessidade de manutenção frequente e um valor mais alto. “Mas é incontestável que a madeira é o principal material quando o assunto é isolamento termoacústico. Por isso, a decisão não pode acontecer sem levar em conta aquilo que o projeto realmente precisa”, recomenda a profissional. Pensando na decoração de interiores, todas as esquadrias podem se encaixar em projetos contemporâneos, mas alguns atributos se conectam melhor a um determinado estilo. É o caso da madeira, que evoca uma atmosfera mais rústica, enquanto o alumínio conversa com um décor mais moderno. INSTALAÇÃO DAS ESQUADRIAS A instalação de portas e janelas deve ser efetuada por profissionais especializados e seguir atributos técnicos. A preocupação com um peitoril com caimento correto, a vedação adequada para não incorrer em infiltrações futuras e o acompanhamento exímio do manual de instruções trazido pelo fabricante de esquadrias são algumas das questões que a arquiteta indica acompanhar durante o processo de obras. Fonte: Andrea Camillo Arquitetura/Assessoria dc33 Comunicação

  • CONFIRA OS VENCEDORES DO 9º PRÊMIO SAINT-GOBAIN ASBEA DE ARQUITETURA

    Na última terça-feira (25) aconteceu a cerimônia de premiação do 9º Prêmio Saint-Gobain Asbea de Arquitetura . A premiação é uma iniciativa do Grupo Saint-Gobain e da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea), cujo objetivo é homenagear projetos com foco em conforto, inovação e sustentabilidade. Foram entregues 17 prêmios em duas categorias — Acadêmica e Profissional. Confira a lista completa de vencedores - www.premiosaintgobain.com.br/Premiacao/projetos-premiados.html Fonte: Abravidro

  • ENERGIA SOLAR ATINGE 21 GIGAWATTS E ULTRAPASSA R$108,6 BILHÕES EM INVESTIMENTOS NO BRASIL

    O Brasil ultrapassou uma nova marca histórica com 21,1 gigawatts (GW) de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados, fachadas e pequenos terrenos, o equivalente a 10,5% da matriz elétrica do país. Segundo mapeamento, de janeiro ao início de outubro deste ano, a energia solar cresceu 52,2%, saltando de 13,8 GW para 21,1 GW. E, nos últimos 120 dias, o ritmo de crescimento tem sido praticamente de um GW por mês, o que coloca a fonte na terceira posição da matriz elétrica brasileira (julho: 16,4 GW, agosto: 17,5 GW, setembro: 18,6 GW, outubro: 21,1 GW). De acordo com a entidade, a fonte solar já trouxe ao Brasil cerca de R$108,6 bilhões em novos investimentos, mais de R$28,7 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 630 mil empregos acumulados desde 2012. Com isso, também evitou a emissão de 29,9 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. Para Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar, o crescimento da fonte solar é a combinação perfeita entre sustentabilidade e energia barata, aspectos fundamentais na tomada de decisão dos consumidores e do setor produtivo. “Finalmente, o Brasil acordou para a energia solar e seus benefícios, cujo crescimento acelerado colocará, em breve, a fonte fotovoltaica na segunda posição da matriz elétrica brasileira”, comenta. “A fonte ajuda a diversificar o suprimento de energia elétrica do país, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de ainda mais aumentos na conta de luz da população”, acrescenta Sauaia. O Brasil possui mais de 6,7 GW de potência instalada em usinas solares de grande porte. Desde 2012, as grandes usinas solares já trouxeram ao Brasil cerca de R$29,9 bilhões em novos investimentos e mais de 201 mil empregos acumulados, além de proporcionarem uma arrecadação aos cofres públicos que supera R$10,4 bilhões. No segmento de geração própria de energia, são praticamente 14,4 GW de potência instalada da fonte solar. Isso equivale a cerca de R$78,8 bilhões em investimentos, R$18,3 bilhões em arrecadação e mais de 431 mil empregos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. A tecnologia solar é utilizada atualmente em 99,9% de todas as conexões de geração própria no país, liderando com folga o segmento. Os consumidores brasileiros que pretendem instalar sistemas de energia solar em residências, empresas, propriedades rurais e até prédios públicos têm menos de 80 dias para solicitar o sistema fotovoltaico antes das mudanças de regras aprovadas pelo Congresso Nacional. “O crescimento acelerado da energia solar em residências e pequenos negócios é impulsionado principalmente pelo alto custo da energia elétrica no país, além do barateamento dos preços dos equipamentos e das regras da nova lei, que garante até 2045 a manutenção das condições atuais aos consumidores que instalarem um sistema solar no telhado até janeiro de 2023”, conclui Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar. Fonte: Totum Comunicação

  • FACHADAS PRONTAS: LEVEZA, SUSTENTABILIDADE E RAPIDEZ NA OBRA

    Soluções modulares possibilitam unir o processo construtivo à beleza, eficiência e sustentabilidade, mantendo a roupagem mais moderna O retrofit, técnica de revitalização de construções antigas, garante valor ao patrimônio. Porém, quando se pensa em modernizar áreas comuns e fachadas, questões sobre tempo e custos aparecem. As soluções modulares, por serem realizadas dentro de fábrica, por processo industrial, oferecem produtos que possibilitam unir o processo construtivo e eficiência à beleza e à sustentabilidade, com custos muito parecidos aos da construção convencional. Um grande diferencial desta tecnologia é a redução dos tempos normais de construção em até 25%. A evolução dos materiais aplicados à fachada deve respeitar o padrão visual de cada projeto, garantindo aspectos como design, ventilação natural e luminosidade. Os projetos modulares de fachada paneilizada ainda oferecem redução de peso, menos geração de resíduos, rapidez na execução, evita a perda de materiais e exigem pouca manutenção. Com a modularização de fachada, sob o ponto de vista do design, é possível fazer qualquer projeto arquitetônico usando infinitos revestimentos. O projeto também simplifica e reduz consideravelmente a manutenção, seja preventiva ou corretiva. A evolução para o mercado vertical possibilitou que a construção a seco somando os esforços da modularização ajudasse no desenvolvimento de mercado. A indústria CMC Modular - Grupo Lafaete, se dedica a pesquisa de melhorias e aplicações modulares à construção industrial, oferecendo produtos como fachadas prontas, banheiros prontos e outras soluções para grandes alturas. Sua experiência em cálculos estruturais aplicada à construção modular trouxe ao mercado uma solução de aplicação e transporte que facilita o uso para quem quer produtividade, menos peso e zero resíduo. Para os projetos mistos com estrutura de concreto, garante velocidade e ganho de produtividade à obra. Assim, para lugares de acessos mais difíceis, como o reforço de um prédio existente, a fachada pronta, por acoplar os módulos de forma rápida e segura, acaba sendo uma opção. Outra vantagem deste modelo é a sustentabilidade, pois a construção a seco é mais limpa. Fonte: Indústria CMC Modular/Assessoria Agência Lúcia Furlan

WhatsApp.svg.webp
bottom of page