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- VIDROS FOTOVOLTAICOS DECORATIVOS OFERECEM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ESTÉTICA
Reprodução: Tecglass O futuro está inegavelmente caminhando em ritmo acelerado em direção às tecnologias sustentáveis, que podem gerar energia renovável. Painéis de vidro fotovoltaicos são apenas um exemplo dessa tendência global. A empresa Tecglass ( www.tecglassdigital.com ), com sede na Espanha, desenvolveu uma linha de tintas para impressão digital em vidro fotovoltaico, a Jetver Translucent, que oferece uma ampla variedade de opções (disponíveis em todos os tipos de cores RAL), permitindo aos arquitetos projetar e fabricar unidades diferenciadas de vidro fotovoltaico para instalação em fachadas e tetos. O objetivo, segundo a empresa, é aliar resistência a intempéries, eficiência energética e decoração com inúmeras possibilidades de design (em padrões gráficos monocromáticos ou multicoloridos) sem alterar a qualidade da captação da luz solar e a eficiência energética. A ideia é camuflar o painel solar na fachada ou telhado sem sacrificar a rentabilidade, destaca a empresa. A nova geração de tintas para decoração de vidro fotovoltaico reúne padrões semitransparentes, coloridos ou gráficos (podendo ter aparência de cerâmica ou madeira, por exemplo). A empresa suíça Activ’Glass ( www.activ-glass.com ) é cliente da Tecglass e utiliza tintas da linha Jetver Translucent para fornecer unidades de vidro fotovoltaico ao mercado de arquitetura, equipando até mesmo edifícios tradicionais com tecnologia solar, sem alterar a aparência da fachada. As imagens mostram alguns exemplos de aplicação do vidro fotovoltaico decorativo. Fonte: Glass Online
- ANGELO BUCCI RESSIGNIFICA CONCEITO DA ARQUITETURA COMO ARTE
Um dos principais nomes brasileiros da arquitetura contemporânea mundial assina o seu primeiro projeto na capital paranaense Angelo Bucci, um dos principais nomes brasileiros da arquitetura contemporânea mundial, chega a Curitiba (PR) com o seu primeiro projeto: o blōma. O empreendimento da L`Espace Incorporadora, localizado no Ecoville, traz o conceito da arquitetura como arte. Para o arquiteto paulistano, a arquitetura como arte tem sofrido nos últimos anos com projetos focados apenas na rentabilidade e na replicação de obras semelhantes entre si. "Sempre há um risco na ousadia, claro. Um prédio pronto dialoga com o seu entorno e você vai percebendo as reações àquele projeto. Há uma tendência de repetição dos padrões nas construções e, muitas vezes, ninguém lembra por que o projeto foi um acerto. Gosto de pensar que, exigindo pouco, conseguimos fazer um projeto que tenha um interesse arquitetônico para a sociedade. E o blōma terá esse interesse", afirma Bucci. Um espaço que ganhou destaque incomum no desenvolvimento do blōma foi a escada de incêndio. Em geral fora do campo de atenção dos arquitetos e comumente desenhada como um ‘core’ escuro, aqui, em contraste, a escada de incêndio terá papel relevante na personalidade do edifício e convida ao uso cotidiano. “Os elevadores são convencionais, mas o hall é panorâmico. Uma espécie de varanda protegida. Você abre a porta do apartamento e se surpreende com a luz, espera o elevador enquanto aprecia a paisagem. São dois halls , cada um deles dá acesso a dois apartamentos. Localizados nos extremos opostos, esses dois halls estão unidos pelas escadas”, explica Bucci. O arquiteto prefere olhar para coisas que normalmente nos escapam durante o processo de desenho. "Gosto de prestar atenção naquilo que usualmente é desprezado. No caso deste edifício, poderíamos ilustrar isso nas escadas de incêndio." QUILÔMETRO ZERO EM UMA OBRA A consciência ambiental tem impacto no modo de se construir, no repertório de materiais e, portanto, nas formas de se desenhar. Para Bucci, isso impacta diretamente no plano cultural e urbano. Além da cidade também ser percebida como um equilíbrio de forças, no plano arquitetônico, a riqueza entre diferentes contextos culturais é valorizada, fugindo dos anseios de unificação formal que marcam a arquitetura há algumas décadas. "Hoje, somos convidados a pensar cuidadosamente sobre a pertinência dos recursos que uma obra mobiliza na sua produção e nos materiais que ela aplica na sua construção. Por exemplo, o quilômetro zero, um conceito caro à arquitetura sustentável, sugere que os materiais deveriam viajar o mínimo possível”, diz. Interessante como isso aproxima a arquitetura de cada lugar ao seu contexto cultural e natural. Você pensa, por exemplo, no uso de uma pedra e, ao mesmo tempo, se ocupa em refletir sobre o vazio que produz a sua extração. Assim, a arquitetura vai se comprometendo a evitar extravagâncias, seja pelo custo ou pela sustentabilidade, como a ideia de trazer uma pedra que precisou cruzar o oceano vinda de outro continente para fazer o piso da sua sala”, observa. “É interessante pensar que, afinal, isso nos leva a fazer as coisas mobilizando menos recursos e, principalmente, ampliando os seus sentidos", continua Bucci. ARQUITETURA COMO ARTE NÃO DEVE IMPOR CUSTOS EXTRAS Bucci é incisivo ao afirmar que a arquitetura é o desenho da economia. "O anseio da arquitetura é ser inclusiva, e não o contrário. A qualidade está na pertinência da solução, na sua viabilidade construtiva e no que corresponde aos modos de viver, colaborando para ampliar o nosso campo de possibilidades e estética. A arquitetura pertence antes ao campo da cultura, por isso não exclui. Ao contrário, ela convida. Nesse campo, o discernimento e a sensibilidade valem mais do que o poder aquisitivo”, reflete. "A qualidade arquitetônica não impõe custos extras e a arquitetura é um pensamento sobre o uso econômico dos materiais e eficiência dos processos construtivos. Você pode fazer um prédio de ouro, mas ele terá que ser econômico", completa. RELEVÂNCIA ARQUITETÔNICA O arquiteto comenta que não é necessário construir um estádio para ter uma obra arquitetônica de relevância. "A graça é exatamente o contrário disso. Fazer algo menor que entra no diálogo da arquitetura com o urbano. Gosto dessa ideia de que a beleza desse campo de invenção seja onde caiba a humanidade do autor do projeto. Mas do autor, que é uma pessoa querendo conversar com as outras e não um autor que é uma grife carimbando um edifício. A arquitetura é feita por alguém que está vivo e conversando, que erra, acerta e arrisca." O arquiteto explica que duas coisas foram marcantes no desenvolvimento do projeto. O desnível relevante da frente para o fundo do terreno, o que impõe uma implantação muito mais desenhada e o arranjo da torre em si. "Esses detalhes são interessantes e foram apropriados ao projeto. Teremos, por exemplo, um térreo que na verdade será um duplo térreo. A entrada da garagem e o térreo da torre estarão em nível com a rua. Por consequência, o arranjo da torre em si está muito ligado a essa intenção de adaptação ao terreno." “O edifício terá um desenho diferente, puro e muito elegante, explorando materiais autênticos como concreto, madeira, vidro”, descreve o arquiteto Alexandre Dely, um dos empresários à frente da L´Espace Incorporadora, que foi buscar a elegância escultural de Angelo Bucci para o projeto. ROOF GARDEN E FOCO NO MORAR MODERNO Os apartamentos, jardins e coberturas de 110 a 180 m² têm plantas versáteis, e vistas para a cidade. O roof garden , um espaço de uso comum no alto do blōma, foi projetado para encontros informais, realização de festas e pequenas recepções, momentos de relaxamento e lazer. O espaço possui área coberta e descoberta, jardim, espaços de descanso com sofás, poltronas, lareira externa e bar. Na área externa do edifício, há espaço verde para meditar, praticar yoga, exercícios físicos e fazer um piquenique. O edifício traz também mudanças, sempre sutis, mas importantes, no que o prédio sugere como modo de morar, com áreas comuns como uma extensão dos apartamentos. O empreendimento traz ambientes que permitem usos diversos para o mesmo espaço, com paredes que abrem e fecham, criando uma divisão conforme a necessidade dos moradores. Um exemplo disso é a releitura do espaço gourmet , que no blōma foi pensado para se adequar a um uso profissional dos moradores durante o dia, permitindo a recepção de trabalho, reuniões privadas entre outros, otimizando assim um ambiente que fica, na grande maioria do tempo, ocioso nos edifícios. O arquiteto Alexandre Dely explica que os espaços de morar devem ser preenchidos por histórias de vida. "Trazemos uma proposta de produtos únicos que tenham a alma das pessoas. Por isso, assumimos o desafio de equilibrar a arquitetura pura com a arquitetura comercial." Outro ponto de destaque, nessa análise, é o espaço da invenção nos projetos e a expressão da humanidade. “Às vezes é nos detalhes aparentemente insignificantes que cabe alguma invenção. Justo ali é que se vai perceber, depois da obra pronta, um autor humano, uma pessoa disposta a dialogar com as outras. É no risco implícito da invenção — pois é onde está a possibilidade do erro — que se dá conta que um projeto é feito por gente viva", acrescenta Bucci. Fonte: L´Espace/Assessoria Comunique-se
- NORMATIZAÇÃO GARANTE A TENDÊNCIA DE CRESCIMENTO DO STEEL FRAME ÀS EDIFICAÇÕES BRASILEIRAS
Construção sustentável, economia de tempo e recursos são algumas das vantagens da construção industrial que cresce Acadêmicos e líderes da construção civil apostam no light steel frame como tendência ao setor. O padrão utiliza estruturas metálicas nas edificações, aplicado em módulos e fechado com placas de madeira que dispensam parte da tradicional alvenaria e seu trabalho manual. O resultado é a agilidade que pode beneficiar 50% do tempo investido na obra, economia de recursos, vida útil e sustentabilidade maior às edificações. O light steel frame (drywall em aço) permite a aplicação de espuma isolante dentro das paredes, o que promove a regulação térmica do imóvel e a blindagem contra parasitas, fungos e umidade em geral. O desafio, destaca Luciano Paixão, representante da especializada AGI do Brasil, é a seleção de produtos dentro das especificações normativas. Em maio de 2022 foi aprovada a Norma Brasileira de Light Steel Framing , a fim de regular este método construtivo. “A padronização de produtos, regulamentados ao uso do steel frame , é essencial para a garantia e a segurança vislumbrada na aposta do sistema. Um exemplo é a espuma isolante aplicada entre as paredes, que dentro das diretrizes proporciona o equilíbrio térmico e o bloqueio de umidade e pragas. É o conhecido spray foam”, observa Luciano Paixão. Recentemente, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) publicou números de pesquisas a respeito do crescimento de emprego e demandas da construção civil no país. Entre eles, estão os dados sobre o uso de aço nas obras. De acordo com a entidade, as análises foram do Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA) em parceria com a Associação Brasileira da Construção Metálica (ABCEM), que revelaram ampliação no entorno de 25% ao ano das edificações com estruturas do material. O mercado brasileiro considera o steel frame como o futuro da construção civil. Na visão de Luciano, a autoconstrução e o modo artesanal de empilhar um tijolo sobre o outro, aos poucos, dá lugar para a mitigação de desperdícios, seja em tempo, materiais ou recursos. Fonte: AGI do Brasil
- PAPAIZ ASSA ABLOY APRESENTA FECHADURA ELÉTRICA RESISTENTE À MARESIA
Fabricado em aço inox, o modelo AA-ERL200I é especialmente projetado para instalações em regiões com alto índice de corrosão Muitas famílias aproveitam o verão para passar alguns dias na casa de praia ou de campo. Além do descanso, nesta época do ano é a hora de reparar os efeitos da maresia e da ferrugem sobre os equipamentos que ficam nestes locais. Seja para residências de temporada ou para quem mora em ambientes propícios à corrosão, a Papaiz Assa Abloy apresenta a fechadura elétrica AA-ERL200I, especialmente desenvolvida para estes cenários. Fabricada em aço inox com desenho moderno e compacto, o modelo funciona pela chave convencional ou por acionamento elétrico 12V, além de se integrar aos principais sistemas de controle de acesso e porteiro eletrônico do mercado. Como possui sensor que identifica quando a porta está aberta, o produto é indispensável em sistemas de segurança para supervisão remota ou autônoma. De fácil instalação, pode ser aplicada em portas ou portões de aço, alumínio e madeira internos ou externos. Para zonas em que a corrosão por maresia ou ferrugem não é um problema, a empresa ainda oferece o modelo AA-ERL200P, que conta com os mesmos recursos, mas é fabricado em alumínio de alto impacto e aço. Para saber mais sobre o portfólio de soluções da empresa, acesse: https://loja.assaabloy.com.br Reprodução: Papaiz Assa Abloy Sobre a Papaiz ASSA ABLOY A Papaiz foi fundada no Brasil em 1952. Presente em mais de 20 países, o portfólio da marca conta com cadeados, fechaduras residenciais e para móveis, dobradiças e acessórios. Ao inserir o conceito de estilo e design no mundo dos cadeados e fechaduras residenciais, a Papaiz é reconhecida como empresa que dita tendências. Em 2015, a Papaiz foi adquirida pelo Grupo sueco Assa Abloy, que compreende mais de 400 empresas subsidiárias em 70 países. A multinacional adquiriu marcas nacionais de grande qualidade e prestígio entre os brasileiros como La Fonte, Papaiz, Yale, Silvana, Udinese, Assa Abloy Portas Especiais, Assa Abloy Controle de Acesso e Control ID. Tanto no Brasil como no resto do mundo, a força do grupo é a variedade de produtos tradicionais e, principalmente, os que agregam novas tecnologias e que podem ser combinados para criar soluções completas de segurança e de acesso. Fonte: Papaiz Assa Abloy
- PEÇAS DE EUCALIPTO NA CONSTRUÇÃO CIVIL
O projeto foi premiado na categoria “Sistemas Construtivos” do Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade O Grupo EPO, que trabalha com uma série de materiais essenciais para a realização de obras no país, lançou no mercado um projeto que pretende revolucionar a indústria construtiva: a pré-fabricação de peças de eucalipto para uso na construção. A proposta é resultado de uma parceria entre o Grupo EPO, Grupo S & D e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), através da Fundação Christiano Ottoni. O projeto conquistou o primeiro lugar na categoria Sistemas Construtivos da 24ª edição do Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade. A premiação foi entregue em Brasília, no mês de dezembro, durante cerimônia promovida pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). A iniciativa traz a inovação na construção com madeira, originária de floresta plantada de eucalipto. As peças são pré-fabricadas, padronizadas e catalogadas em escala industrial, acompanhadas de caracterização e orientações sobre armazenamento, montagem e conservação. “Nós queremos trazer o uso da madeira na construção civil de maneira abrangente e de forma segura”, explica Adriana Braga, coordenadora de projetos no Grupo EPO e idealizadora da obra. Para tornar o projeto real, a EPO realizou estudos e análises laboratoriais juntamente com a UFMG, coordenados pelo professor Edgar V. Mantilla Carrasco. As peças pré-fabricadas foram testadas para estar em conformidade com a Norma de Estruturas de Madeira: a NBR 7190-2022. “Fizemos a prototipagem, a comparação entre estrutura de madeira e metálica e um guia completo para auxiliar na montagem das peças. O eucalipto é uma matéria-prima renovável, o que torna a iniciativa ainda mais inovadora”, conta Adriana. Ela explica que a madeira é proveniente de florestas plantadas e manejadas para corte. VANTAGENS ATRELADAS À SUSTENTABILIDADE Quando foi comparado o uso de madeira e estruturas metálicas, os resultados foram impressionantes. Os modelos pré-fabricados de eucalipto proporcionam redução da mão de obra, rapidez na construção, menos desperdício, baixa interferência de condições climáticas, além de ter preço competitivo e menor exposição às flutuações de valores do mercado. “Utilizamos as peças de madeira na montagem do estande de vendas do Jardim da Serra, bairro planejado recém-lançado pela EPO em Sete Lagoas (MG). O estande tem 480m² e foram gastos 45 dias na montagem da estrutura. Caso tivéssemos optado pela estrutura metálica, seriam gastos, em média, 60 dias. Além disso, a obra ficou 25% mais barata e tivemos uma economia de 16% em mão de obra”, destaca Adriana. Foram utilizados 57m³ de madeira, o que representa 47 t de gás carbônico armazenadas nas peças, ou seja, 90 t a menos de gases de efeito estufa que deixam de ser emitidos no meio ambiente. “Os estudos realizados também comprovaram que adotar os pré-fabricados de eucalipto trazem uma maior segurança para os trabalhadores na obra, pelo fato de alguns ajustes serem realizados com as peças ainda no solo. Além de menos poeira e resíduos no entorno e menor tráfego de maquinário e caminhões, que trazem benefícios para a vizinhança”, sinaliza. Adriana ressalta que a EPO está acompanhando uma tendência mundial de mercado. “Outros países já adotaram o uso da madeira como parte fundamental da construção. Uma lei entrou em vigor na França, no início de 2022, que obriga o uso de materiais naturais ou base biológica, como a madeira, em pelo menos 50% das construções públicas. Tradicionalmente, a Holanda desempenha um papel importante como impulsionadora da demanda de madeira tropical para obras na União Europeia. Esses são alguns exemplos de potências mundiais que já avançaram nesse segmento”, ressalta. Além de adotar em suas obras, o Grupo EPO também realizará a comercialização das estruturas para o mercado. “Saímos do evento com uma série de parcerias potenciais. A conquista do prêmio é muito importante, pois certifica a qualidade, a inovação e a sustentabilidade do nosso projeto, além de contribuir para a difusão dessa tendência que vai revolucionar o setor da construção brasileiro”, finaliza. Fonte: Interface Comunicação Empresarial
- ENERGIA SOLAR SE TORNA A SEGUNDA FONTE MAIS UTILIZADA NO BRASIL
Segundo a Absolar, a geração fotovoltaica responde agora por 11,2% da matriz nacional, estando atrás apenas da fonte hídrica (51,3%) O ranking das principais matrizes elétricas do país precisou ser atualizado neste início de 2023. Isso porque a segunda posição — até então ocupada pela geração eólica — agora pertence à fonte fotovoltaica. De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a potência instalada operacional da tecnologia atingiu a marca de 23,9 gigawatts, na última terça-feira (03), superando os 23,8 gigawatts oriundos da força dos ventos. Com esse resultado, a geração fotovoltaica responde agora por 11,2% da matriz nacional, estando atrás apenas da fonte hídrica (51,3%). O crescimento na popularidade da energia solar pode ser explicado por diferentes fatores, como os incentivos econômicos para projetos de usinas de pequeno a grande porte. Os números da Absolar mostram que 16 gigawatts do total de 23,9 gigawatts são produzidos em sistemas com porte reduzido (como os painéis instalados nas coberturas e fachadas de diversas edificações espalhadas por todo o país). “É uma tecnologia que ajuda a diversificar a matriz elétrica do país, aumentar a segurança de suprimento, reduzir a pressão sobre os recursos hídricos e proteger a população contra mais aumentos na conta de luz”, enumera Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar. Em 2022, a capacidade instalada desse tipo de energia aumentou em mais de 60% no país, com um ritmo de crescimento de cerca de 1 gigawatt a cada 30 dias durante os últimos meses. As usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços até dez vezes menores do que as termelétricas fósseis ou a energia elétrica importada de países vizinhos. Graças a sua versatilidade e agilidade, uma grande usina fotovoltaica fica operacional em menos de 18 meses. Já para um telhado ou um pequeno terreno, bastam apenas 24 horas para torná-los fonte de geração de eletricidade a partir do Sol. “Até o final de 2023, o setor solar chegará a 1 milhão de empregos acumulados no País desde 2012, mas poderia ser muito mais, segundo nossas projeções. O Brasil possui um dos melhores recursos solares do planeta, entretanto ainda faltam boas políticas públicas para podermos almejar a liderança solar em âmbito mundial”, conclui Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar. Fontes: AEC Web e Absolar/Assessoria Totum Comunicação
- CONSTRUÇÃO CIVIL CRESCE MAIS DO QUE A ECONOMIA NACIONAL
Segundo dados da CBIC, o crescimento foi de 1,1% no terceiro trimestre de 2022 Reconhecida pelo governo brasileiro como atividade essencial na pandemia, a construção civil foi um dos motores da economia do país nos últimos dois anos. Segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o crescimento da construção civil foi de 1,1% no terceiro trimestre de 2022, em comparação com o segundo trimestre do ano. O resultado é superior ao da economia nacional. Um dos motivos da alta performance foi o crescimento do segmento industrial. Ele é mensurado por quatro subíndices, sendo eles: indústria geral (0,8%); indústrias extrativas (-0,1%); indústrias de transformação (0,1%) e eletricidade, gás, água, esgoto e atividades de gestão de resíduos (0,6%). Para Tatiana Fasolari, vice-presidente da Fast Engenharia, maior empresa da América Latina especializada em overlays (técnica de sobreposição de concreto em pavimento ou reforço), “o setor da construção civil mostrou resiliência durante o período de isolamento imposto pela pandemia de covid-19. Ele tem apresentado uma recuperação vigorosa desde o início da fase de reabertura. O número de construções e projetos ampliados no último ano foi imenso”, afirma. “O setor cresce em demanda e em responsabilidade, conforme as necessidades da sociedade e do mercado. É um ambiente de investimento econômico altíssimo, com grande representatividade na economia nacional”, completa. Nos três primeiros trimestres de 2022, comparado ao ano passado, a alta foi de 8,2%, enquanto a do país foi de 3,2%. Já a taxa acumulada nos últimos quatro trimestres, em relação ao ano anterior, mostrou crescimento do setor de 8,8%, frente a um crescimento de 3% do país. Fonte: CBIC/Assessoria Press FC
- ENTENDA O QUE É LIFELONG LEARNING
O termo sugere que profissionais tenham uma carreira de aprendizado contínuo. No setor da construção civil, o conceito se faz ainda mais necessário Em tradução livre, lifelong learning quer dizer “educação contínua”. O termo sugere que os profissionais estejam sempre dispostos a atualizar seus conhecimentos e colocá-los em prática em sua área de atuação. Isso significa ser capaz de antecipar tendências e inovações de seu setor. “Isso pode ser percebido e aplicado à construção civil, setor de grande competitividade que tem vivido transformações constantes. Um bom exemplo é o metaverso, já que, atualmente, em todo o mundo, há uma série de iniciativas de incorporadoras, construtoras e imobiliárias, que já se beneficiam deste ambiente. Quem já entendeu como dominar este espaço virtual com certeza está dois passos à frente”, comenta Marcos Malagola, diretor da unidade mega na Senior Sistemas, companhia que oferece soluções em gestão empresarial, logística, gestão de pessoas, entre outros serviços. OS QUATRO PILARES Estar antenado às novidades, adquirir conhecimento e colocá-lo em prática, reforçando o próprio aprendizado e trocar experiências com o time são formas de aplicar o conceito. Entenda seus principais pilares: 1. Aprender a conhecer Existem muitos conhecimentos que se tornam antigos rapidamente. Afinal, novas descobertas surgem com frequência. Então, é essencial que o profissional dedique parte do seu tempo para absorver aprendizados. 2. Aprender a fazer A teoria é a base de conhecimento para a prática. No entanto, colocar a mão na massa é a melhor forma de realmente aprender a fazer. Tão importante quanto implementar algo que você lê é usar a repetição, criar o hábito e a familiaridade de trabalhar com aquilo. 3. Aprender a conviver Muitas vezes o conhecimento vem da troca de experiências. É importante interagir com outras pessoas, compartilhar e receber novas informações. Essa troca ajuda a assimilar melhor certos conceitos e implementações práticas. 4. Aprender a ser A tentativa e o erro são normais para quem pratica esse pilar do lifelong learning , sendo que os insucessos também servem de aprendizado. Ter autonomia para praticar os novos conhecimentos reforça o conceito do termo. POR QUE APLICAR NA CONSTRUÇÃO CIVIL? A construção civil é um mercado tradicional, mas a alta competitividade do setor torna as inovações ainda mais importantes. “Algumas tendências já estão sendo desenhadas, como cidades inteligentes, sustentabilidade, realidade aumentada, building information modeling (BIM, ou seja, Modelagem de Informação da Construção), entre outras mais. Empresas que querem sair na frente em 2023, devem aplicar o lifelong learning desde já”, alerta Malagola. O uso da tecnologia no setor da construção também é uma das grandes apostas, não apenas no canteiro de obras, mas em diferentes etapas de um projeto. “Com as soluções tecnológicas na construção civil é possível integrar e acessar informações entre diferentes setores, diminuir o desperdício de materiais e, consequentemente, reduzir custos, acelerar o tempo de entrega de um empreendimento, aumentar significativamente a produtividade e melhorar o planejamento através da gestão por meio de dispositivos móveis”, comenta. Malagola reforça ainda que, para que um time consiga seguir o conceito de lifelong learning é importante que empresas e gestores tornem o conhecimento acessível. “Isso pode ser oferecido através de ferramentas colaborativas, principalmente para equipes que trabalham no modelo home office , para facilitar a comunicação entre os colaboradores. Uma alternativa de abordagem de aprendizado é o microlearning , que lida com pílulas de conteúdos que permitem ao colaborador dedicar poucos minutos por dia ao estudo de uma nova habilidade”, finaliza o executivo. Fonte: bcbiz
- VIDRO PILKINGTON PROTEGE BASÍLICA DE SÃO MARCOS, NA ITÁLIA
Um sistema usando o vidro extra transparente da Pilkington , fabricante de vidros com sede no Reino Unido, está em operação para proteger das marés altas a Basílica de São Marcos, em Veneza, na Itália. A Pilkington e a Saint-Gobain possuem também a Cebrace, marca formada pela joint-venture entre as duas empresas. Com a média de água alta na cidade, regularmente superior a 60cm, a catedral corre o risco diário de ser danificada pelas marés altas. O pavimento e a antecâmara da Basílica (Narthex), em frente à entrada principal, ficaram submersos 250 vezes nos últimos anos. Para manter a catedral protegida contra danos, uma solução arquitetônica, usando vidro Pilkington, foi instalada para fornecer uma segurança aprimorada ao sistema atual, que só é ativado quando a subida da maré excede 110cm. Enquanto uma solução de longo prazo está em construção, a barreira impermeável de aço e vidro Pilkington Optiwhite protegerá a estrutura da erosão. O Pilkington Optiwhite é um vidro float extra transparente com baixo teor de ferro e transmissão de luz muito alta. Como painel envidraçado de três camadas, é adequado para uso em ambientes úmidos e capaz de melhorar não apenas as características mecânicas, mas também o comportamento pós-quebra dos painéis envidraçados. A escolha do material também oferece vistas desobstruídas sobre a praça e a catedral. Além disso, o projeto finalizado foi testado ao extremo para que, no caso improvável de quebra de uma das lâminas, toda a estrutura permaneça intacta e continue protegendo a catedral. Fonte: Glass International
- LIDERANÇA FEMININA AUMENTA NO BRASIL, MAS AINDA ESTÁ ABAIXO DE OUTROS PAÍSES
As mulheres vêm assumindo um papel de maior protagonismo no empreendedorismo global, mas, no caso do Brasil, a caminhada delas rumo à equiparação com os homens promete ser longa e árdua. Os dados, divulgados em meados deste ano pela plataforma LinkedIn, mostram um cenário mundial mais promissor para as lideranças femininas, inclusive no Brasil, mas também revelam que as brasileiras estão aquém da média global de ocupação. De acordo com a plataforma, a participação das mulheres empreendedoras no país é de apenas 27%, conferindo uma modesta 27ª colocação no ranking mundial. A resposta para isso é a média de participação no resto do mundo, que está em 31%. Para Januária Simões, gerente de projetos da Projelet, empresa de engenharia e arquitetura especializada em soluções inteligentes para a construção civil, ainda há um desequilíbrio do mercado que não condiz com a divisão populacional. “A ocupação definitiva da mulher no mercado empreendedor ainda é um tabu que precisa ser quebrado, sobretudo quando tomamos a proporção entre homens e mulheres. No Brasil, por exemplo, elas compõem uma pequena maioria, e vêm ocupando cada vez mais vagas nas universidades. Mas os reflexos disso ainda não são vistos no mercado”, explica. Ela conta que no mercado da construção civil a desproporção também tem diminuído, mas, da mesma forma, revela um setor excludente, que desmerece o perfil de liderança que as mulheres conseguem ocupar. Dados do IBGE mostram que a participação feminina cresceu 120% entre 2007 e 2018. Já o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) aponta que o mercado apresenta apenas 13,6% composto por mulheres. Outra informação que sugere um cenário de discrepância é o fato de que os homens do setor apresentam um tempo médio de 7,9 anos de estudo, contra 8,1 anos por parte das profissionais femininas. “As mulheres vêm demonstrando maior necessidade de estudo para ocupar uma quantidade mínima de vagas. O mercado, de modo geral, mas particularmente o da construção civil, precisa evoluir a ponto de dar igualdade de condições a mulheres e homens. Esse é um avanço que está sendo descoberto aos poucos, num ritmo bastante lento, apesar da capacidade de liderança já comprovada da mulher”, avalia Januária. Fonte: Naves Coelho Comunicação
- SISTEMA DE CÁLCULOS E GESTÃO PARA VIDRAÇARIA E SERRALHERIA
A W.Vetro é uma empresa curitibana com abrangência nacional através do seu software para vidraçarias e serralherias de alumínio, que engloba todos os processos relacionados ao cálculo de projetos, dos mais simples aos mais complexos. Por meio do sistema, o usuário elabora os projetos de seus clientes com precisão, evitando desperdícios de materiais e erros de cálculo na elaboração do custo. O projeto aprovado é enviado à têmpera de forma imediata, que o recebe em medidas/quantidades exatas, evitando possíveis falhas de comunicação e demora no envio dos materiais, de acordo com a empresa. Além da elaboração de cálculos, pedidos e orçamentos, conta ainda com cadastros de clientes e fornecedores, bem como relatórios demonstrando a produtividade. A plataforma possui orçamentos com um layout profissional e preciso, trazendo credibilidade para a empresa e mais de 4 mil projetos cadastrados, além da opção de editar novos modelos. Por fim, oferece dashboard (painel de controle) de vendas para facilitar o acompanhamento da equipe comercial. A empresa disponibiliza dois tipos de programas: o Evolution , para vidraçarias e serralherias, e o Smart , para distribuidores. ORÇAMENTO Cadastro de clientes; orçamentos com foto do projeto; relatórios; envio do orçamento por e-mail, WhatsApp, entre outros; pedido para têmpera; levantamento de custos, relação de materiais, lista de corte, entre outros recursos. FINANCEIRO Controle de contas a pagar e a receber; gerenciamento de Demonstração do Resultado do Exercício (DRE); fluxo de caixa; lançamentos bancários; comissões dashboard , entre outras funções. ESTOQUE Controle de entrada e saída de produtos; importação de XML (Extensible Markup Language, que é basicamente um formato de arquivo universal usado para criar documentos com dados organizados); baixa dos itens do orçamento; consulta de saldos; mapa do estoque; e custo médio e involuntário de estoque. NOTA FISCAL Emissão de NF-e 55 e 65 (Nota Fiscal Eletrônica) a partir do orçamento aprovado ou forma avulsa, incluindo o armazenamento do XML e o envio direto para o e-mail do cliente. Atendem todos os regimes, MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais) e relatório Sintegra. PRODUÇÃO Controle de agendamentos de obras; saída de veículos; consulta ou alteração de agendamentos; estágio da produção da obra; e programação da produção. Fonte: W. Vetro
- FECHADURAS: COMO REFORÇAR A SEGURANÇA DA CASA
Com um amplo catálogo, a Arouca lista escolhas para segurança, conforto e design Manter o imóvel bem protegido não é uma tarefa tão complicada, basta adotar algumas medidas preventivas necessárias, de acordo com a fabricante de fechaduras e ferragens em geral. Quando se fala em segurança, as pessoas remetem a câmeras, cercas elétricas e se esquecem de um ponto fundamental: as fechaduras. A tarefa de garantir que os portões, janelas e portas te ofereçam uma verdadeira segurança depende muito da qualidade das fechaduras escolhidas. Por isso, quando se fala de qualidade, praticidade, elegância e proteção, a Arouca oferece soluções para manter o imóvel seguro. REFORÇANDO A SEGURANÇA Antes de invadir um imóvel, os assaltantes observam quanto tempo será necessário para realizar o furto, com a intenção de não chamar atenção e nem fazer barulho. Nesse momento, é fundamental que as fechaduras das portas, janelas e portões sejam resistentes e de qualidade para não cederem em tentativa de arrombamento de maneira fácil. A empresa sugere travas de segurança para ter mais tranquilidade em casos de adversidades, como a Tetrachave, onde não será necessária a troca da fechadura, apenas acrescentar a trava na porta. Confira algumas opções: Trava auxiliar 4002: Esse modelo é o mais tradicional, indicado para portas de madeira. Possui chave tetra e pode ser adquirida com uma ou duas unidades; Trava 4001: Fechadura auxiliar com chave tetra para portas de perfil estreito (ferro, aço e alumínio); Trava super segurança 1310: É indicado para portas de madeira e é classificado como “super segurança” porque conta com três pinos de aço no lugar da lingueta. Trava 4001 e 4002. Reprodução: Arouca Para mais informações, acesse: www.arouca.com.br Fonte: Arouca Fechaduras














