top of page

BUSCAR

Search this site

Resultados encontrados para busca vazia

  • CONSTRUÇÃO FECHA 74 MIL EMPREGOS EM DEZEMBRO NO PAÍS, MAS SINDUSCON-SP AVALIA ANO COMO POSITIVO

    Houve aumento de 8,42% do pessoal empregado no setor, conforme o sindicato Dados no Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados em 31 de janeiro, pelo Ministério do Trabalho e Previdência, apontam que a indústria da construção fechou 74.505 postos de trabalho com carteira assinada em dezembro de 2022, queda de 2,89%, em relação ao número de empregados em novembro – mês em que o setor havia encerrado 18.679 vagas; em outubro, foram abertas 5.348 vagas; em setembro, foram criados 31.166 empregos; em agosto, 35.152; em julho, 32.082; em junho, 30.257; em maio, 35.445 postos de trabalho; em abril, 25.341; em março, 25.059 empregos; em fevereiro, 39.453, e em janeiro, 36.809. Em 2022, a construção empregou mais 194.444 trabalhadores, uma elevação de 8,42% na comparação com o número empregado até o final de 2021. Já o saldo entre admissões e demissões entre todos os setores da atividade econômica no país resultou no fechamento de 431.011 mil empregos em dezembro. “Já contávamos com mais demissões que contratações em dezembro, quando boa parte dos trabalhadores solicita desligamento para visitar suas famílias nos estados de origem. Entretanto, o saldo do ano foi positivo, com um aumento de 8,42% no nível de emprego do setor, mostrando a resiliência da atividade da construção em um ano carregado de incertezas”, diz Yorki Estefan, presidente do Sindicato da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP). Nas atividades imobiliárias do setor de serviços, foram fechados 943 empregos em dezembro – queda de 0,53% na comparação com o número de postos de trabalho em novembro, quando haviam sido criados 136; em outubro, foram abertos 750 empregos; em setembro, 640; em agosto, 648; 52 em julho; 481 em junho; 725 em maio; 1.052 em abril; 1.299 em março; e 1.376 em fevereiro. Em 2022, foram criados 7.502 postos formais de trabalho (+4,40%) neste segmento. Em dezembro, além da construção, registraram quedas no emprego os serviços (-188.064 trabalhadores), a indústria (-114.246), a agropecuária (-36.921) e o comércio (-17.275). SALDO Ao final de dezembro, a construção empregava 2.502.632 trabalhadores com carteira assinada no país, de acordo com o Novo Caged. POR ESTADOS Das vagas fechadas pela construção em dezembro, 11.679 situaram-se no estado de São Paulo. Além de São Paulo, todos estados registraram quedas no emprego do setor no mês, com destaque para: Minas Gerais (-11.389), Pará (-6.887); Bahia (-5.617), Santa Catarina (-5.389), Paraná (-4.850), Rio de Janeiro (-4.215), Goiás (-3.705), Mato Grosso (-3.670) e Rio Grande do Sul (-3.345). Fonte: SindusCon-SP

  • PROJETOS SUSTENTÁVEIS NA CONSTRUÇÃO CIVIL: BRASIL É O 5º COLOCADO EM RANKING MUNDIAL

    Especialista avalia que avanços tecnológicos contribuem para a evolução do segmento e devem ditar tendência em 2023 Práticas ESG (Environmental, Social and Governance - Ambiental, Social e Governança, em português) têm se tornado cada vez mais frequentes no segmento da construção civil. Um levantamento realizado pelo Green Building Council Brasil (GBCB) revelou que o país é o 5º colocado em um ranking mundial em volume de projetos sustentáveis. Para a especialista Tatiana Fasolari, vice-presidente da Fast Engenharia, este movimento verde deve se fortalecer ainda mais e ditar tendências em 2023. “Tecnologias de última geração nos ajudam a melhorar as decisões sustentáveis e a aprimorar equipamentos utilizados nas construções. Estas práticas equilibram os ambientes modernos em que vivemos com as necessidades ecológicas atuais”, afirma a especialista. A tendência das moradas flexíveis favorece este ambiente de inovação. De acordo com um levantamento do Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), 70% dos entrevistados não têm preferência por um imóvel fixo e 82% dos jovens brasileiros preferem experimentar a moradia. O mercado das moradias flexíveis está em crescimento e um dos fatores da evolução é o mercado Built-to-Rent (BTR, construir para alugar, em tradução livre), que hoje é um dos que mais investem em empreendimentos sustentáveis na construção. “O mercado BTR vem se tornando tendência no Brasil. Hoje, as pessoas já buscam utilizar a moradia como serviço e não como um bem, se tornando um movimento sustentável, favorecendo imóveis prontos”, finaliza Tatiana. Fonte: Fast Engenharia/PressFc

  • SUSTENTABILIDADE NO TOPO: GERAÇÃO Z MOLDA FUTURO DA CONSTRUÇÃO CIVIL

    *Por Bruno Fabbriani, presidente executivo da BFabbriani Incorporadora, que tem como objetivo oferecer soluções inteligentes ao setor imobiliário Se antigamente a sustentabilidade não se configurava como tema central do plano de negócios das empresas, hoje isso deixou de ser apenas uma opção. Afinal, quem quiser se destacar no ambiente corporativo precisará dar a devida importância à questão. É o que apontam diferentes pesquisas com foco na Geração Z, que inclui todos os nascidos após 1995 e é considerada a maior parte da população consumidora do mundo. Segundo a ONG americana DoSomething, por exemplo, uma das principais características dos consumidores dessa geração é ser “sustentável por padrão”. Não à toa, mudanças climáticas e a sustentabilidade são tópicos apontados como as principais preocupações destes consumidores. Se tais questões estão tão presentes na vida deles, não me surpreende que isso esteja, também, moldando o futuro dos negócios, uma vez que correspondem a 2,6 bilhões de pessoas e possuem aproximadamente 30% da capacidade global de consumo, de acordo com o relatório Report Web Summit 2022. Até o final dessa década, eles responderão por metade do poder aquisitivo mundial, transformando-se na grande força impulsionadora das estratégias de negócios das empresas. Isso já causou um impacto visível na maneira como esses novos consumidores gastam dinheiro, incluindo onde escolhem viver, impactando também o setor da construção civil: a incorporação de design minimalista, práticas de construção eficiente – incluindo materiais e tecnologias ecologicamente corretas – já estão rapidamente incorporadas pelo segmento. Mas é preciso ir além. Se hoje a Geração Z está profundamente comprometida com escolhas que se alinhem com seus valores, muitas vezes colocando a saúde do planeta em primeiro lugar, essa é uma tendência que deve continuar e se enraizar nos futuros consumidores. Cabe agora à indústria da construção civil se adaptar para conquistar essa nova fatia de mercado, que promete ser a mais exigente até então. Incluir “materiais reciclados” e “prática sustentável” na declaração de missão não será suficiente. É preciso praticar o que se prega. A Geração Z está cobrando mudanças e eles querem que as marcas intensifiquem suas ações. Design ecológico, que aproveite a iluminação natural, uso de materiais sustentáveis diminuindo as emissões de carbono, além da utilização da tecnologia para a economia de energia, como painéis solares e funcionalidades que reduzem o desperdício de água, já são diferenciais que estão na lista de desejos desse comprador. Reconhecer e incorporar tais preferências e hábitos de compra da Geração Z é o único caminho para capitalizar esse jovem mercado e fazer a diferença no setor imobiliário. Esse é, sem dúvidas, o verdadeiro avanço do setor. Fonte: Agência Maverick

  • CASA DO CONSTRUTOR DESENVOLVE CURSO GRATUITO DE TÉCNICA DE VENDAS EM PARCERIA COM O UOL

    A Casa do Construtor, em parceria com o portal UOL, acaba de lançar o “Programa Construindo Talentos”, projeto focado em cursos livres, gratuitos e com certificado nas áreas de Logística, Mecânica e Administração. “Técnica de vendas” é o primeiro tema do curso, voltado para o público geral. “Este projeto foi desenvolvido em linha com os propósitos de sustentabilidade e de contribuição para a sociedade que a Casa do Construtor tem. Desta forma, a ideia é fornecer treinamento e qualificação gratuitamente. Por meio das aulas, as pessoas poderão aprender e aprimorar soft skills [habilidades interpessoais] ligadas a vendas e negociação”, afirma Ana Paula de Barros, coordenadora de recursos humanos da Casa do Construtor. A rede franqueadora de locação de equipamentos para construção civil e soluções para o dia a dia da América Latina se expande e necessita de mão de obra qualificada para suas operações. Atualmente, são mais de 520 lojas espalhadas pelo Brasil, além de operações em mais dois países. O projeto visa ir além da capacitação. Muitos dos franqueados sentem falta de mão de obra especializada, assim, este curso também servirá como uma espécie de banco de currículos, em que serão selecionados aqueles profissionais com melhor desempenho. “Caso tenham interesse, indicaremos para trabalharem em unidades que necessitem de pessoal”, explica Ana. Para realizar a inscrição e ter acesso ao conteúdo é necessário fazer o cadastro no site e iniciar a trilha de aprendizado. Fonte: Casa do Construtor/Assessoria DFREIRE Comunicação e Negócios

  • SÃO PAULO GANHARÁ ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA NA REGIÃO DA PAULISTA COM MAIS DE 400 ÁRVORES

    Cidade Matarazzo Urbanistico Daqui a um ano, quando chegar aos 470 anos, a cidade de São Paulo ganhará um presente que a colocará no mapa internacional de exemplos de urbanização sustentável e mobilidade ativa: uma área verde de aproximadamente 10 mil m², na região da avenida Paulista, com mais de 400 árvores plantadas. O boulevard dedicado à convivência, à cultura e à inclusão social será construído em um trecho das alamedas Rio Claro e das Flores e da rua São Carlos do Pinhal, e as obras terão início ainda no primeiro semestre de 2023. A construção faz parte do Complexo Cidade Matarazzo , a fabricante de alumínio Olgacolor participou do projeto da RFM Construtora, fornecendo brise e portas minimalistas. O projeto batizado de “Sua Rua”, assinado pelo escritório Levisky ArquitetosIEstratégia Urbana e inspirado na movimentação que já ocorre nas maiores metrópoles do mundo para colocar o pedestre como o foco das atenções, é resultado de um acordo de cooperação entre a Prefeitura de São Paulo e a Associação São Paulo Capital da Diversidade (sem fins lucrativos). Ele conta com o apoio da Cidade Matarazzo e da Brookfield Properties, líder mundial em desenvolvimento e operação de ativos imobiliários de alta qualidade. O investimento, totalmente privado, para a implementação e a gestão do boulevard será de aproximadamente R$ 125 milhões. O mobiliário urbano é assinado pelo premiado Estúdio Campana, dos irmãos Humberto e Fernando Campana. O espaço de convivência e circulação terá uma nova iluminação pública com fios aterrados e de baixo consumo de energia, pavimentação artística e acessível com mesas, cadeiras e jardineiras criadas pelos irmãos Campana, e oferecerá wi-fi gratuito em toda a sua extensão. O local também terá quiosques para experiências gastronômicas feitas com ingredientes orgânicos e associadas a projetos de inclusão social. A arquiteta e urbanista Adriana Levisky, responsável pelo projeto, explica que o boulevard levará arte, cultura e educação ambiental de forma gratuita e acessível e servirá também como um espaço de descanso para quem transita diariamente pela região da Paulista, segundo a Associação Paulista Viva, o fluxo diário na região é de mais de 1 milhão de pessoas. O espaço contará com intervenções urbanas, exposições temporárias, áreas de contemplação e repouso e oferecerá conteúdo educativo sobre o meio ambiente, por exemplo, o público conhecerá um pouco mais de cada espécie de árvore que será plantada ali e também curiosidades sobre a fauna e a flora e as comunidades indígenas da Mata Atlântica. Para Alexandre Allard, empresário que integra a Associação São Paulo Capital da Diversidade e é o fundador da Cidade Matarazzo, o “Sua Rua” vai “trazer a natureza de volta para a cidade, mostrar como a natureza muda a nossa vida, impacta a felicidade e, mais do que isso, trazer eficiência e quebrar a rotina de estresse numa região tão movimentada como a da Paulista”. Fonte: Levisky Arquitetos/Assessoria Cobogó Relações Públicas

  • SINDUSCON-SP: ICON HUB REALIZARÁ O EVENTO "KICK OFF" NO DIA 1º DE FEVEREIRO

    O iCON Hub, espaço de tecnologia e inovação do Sindicato da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), realizará no dia 1º de fevereiro, das 10h30 às 12 horas, o “Kick Off 2023”. Neste ano, o tema será “Tendências tecnológicas para o setor da construção em 2023 – Como ajustar o radar?”. O evento será 100% online e contará com a participação internacional de Alon Peretz, gerente de Produto no Contech, Hub global líder em tecnologia da Construção Civil do Governo de Israel. O ConTech conta com tecnologias israelenses, apoio do governo e o espírito de empreendedorismo israelense, para desenvolver um ecossistema único, líder em tecnologia de construção. Suas atividades visam aumentar o ecossistema de startups de tecnologia de construção, ao mesmo tempo em que auxiliam com as conexões de negócios entre startups e players do setor em Israel e no exterior. Atualmente, Peretz lidera o desenvolvimento de produtos, pesquisando a implementação de alta tecnologia em comunidades de baixa tecnologia e mapeando a comunidade de inovação em construção. Participará também do debate Gabriel Borges, fundador e CEO da Connect Data, startup que foi uma das primeiras no Brasil a oferecer uma solução Internet Das Coisas (IoT) de rastreamento para o setor da construção. Ele é também coordenador de Inovação do SecoviNE-SP (Novos Empreendedores do Secovi-SP). Letícia Setembro, futurista e estrategista em Foresight (previsões futuras, em português), é a outra convidada para esta conversa com olhar para o futuro, mas os pés no presente. Ela é fundadora da Seek Futures, uma consultoria de futurismo, inovação e design que atua com metodologias de futurismo para desenhar os negócios do amanhã. Letícia é especialista em futurologia com formação em Strategic Foresight pela Universidade de Houston e em Coolhunting, Design and Global Trends pela Elisava em Barcelona. O painel irá expor algumas tecnologias que se destacaram em novas soluções para a construção e mercado imobiliário e, principalmente, desenvolver nos espectadores a capacidade de navegar entre tantas novidades de forma pragmática, sabendo para onde olhar e como se posicionar diante das inovações. As inscrições gratuitas já estão disponíveis aqui . Fonte: SindusCon-SP

  • SOLUÇÕES PERSONALIZADAS E INTELIGENTES DO COMEÇO AO FIM DA OBRA

    Sika cria programa para ajudar clientes na escolha adequada de produtos para construção Com o objetivo de trazer suporte técnico de qualidade para os consumidores, com orientações de especialistas, a Sika, empresa especializada em produtos químicos para construção civil e indústria, desenvolveu o Klave, um programa formado por um time de profissionais responsável por compartilhar soluções através da assistência em diversos segmentos do mercado de construção, como, residencial, industrial, comercial, mineração, infraestrutura e saneamento, com todas as soluções que a empresa oferece em seu portfólio. O programa foi criado para facilitar o acesso às informações sobre o uso adequado dos produtos Sika, assim como, trazer objetividade e o conhecimento de profissionais experientes. “Há projetos que, muitas vezes, apresentam grandes desafios durante sua concepção e/ou execução. Através do programa, é possível solicitar suporte de nossa equipe técnica para ajudar os consumidores na escolha adequada dos produtos para construção de sua obra, que se enquadrem não só nos requisitos técnicos, mas também no orçamento previsto e no tempo de execução”, explica a engenheira Giseli Azevedo, coordenadora de especificações técnicas da Sika. O Klave se destaca por ser um suporte especializado, específico e adequado em qualquer região do Brasil, oferecendo assistência em especificações, verificações em obras, softwares para cálculos técnicos, ensaios e laudos técnicos, certificações, tudo isso com produtos sustentáveis, que levam em conta a saúde e bem-estar do consumidor. Desta forma, a partir das tecnologias empregadas pelo programa, é possível obter prévias em obras de pequeno, médio e grande porte, evitando imprevistos, adequando o processo de acordo com as normas, e superando as expectativas do cliente. A Sika segue acompanhando o projeto desde o princípio da obra, até quando o processo encerra, concluindo no pós-obra. Fonte: Sika/Assessoria Dezoitocom

  • CERTIFICADO ISO 14001 PODE FAZER COM QUE EMPRESAS ALCANCEM O SUCESSO DE FORMA SUSTENTÁVEL

    *Charles Everson Nicoleit Criadas para melhorar a qualidade e a segurança de bens e serviços, as normas ISO são internacionais e visam promover a cooperação entre instituições e empresas nos negócios, tecnologia e ciências. A ISO 14001, por exemplo, foi elaborada por um comitê para identificar empresas que possuem boas práticas em relação ao meio ambiente, levando em consideração os levantamentos, monitoramentos e auditorias de conformidade legal da organização em relação às leis ambientais. O certificado é válido por três anos e exige auditorias anuais, sendo uma para certificação, uma para manutenção e a última para recertificação. Para isso, a consultoria integrada irá realizar um trabalho coletivo com todos os colaboradores e departamentos, levando em consideração os conceitos, o modus operandi da organização e analisando se as práticas respeitam todas as atividades de acordo com a norma ISO 14001. Além disso, alguns passos determinantes serão estabelecidos para mitigar possíveis danos ao meio ambiente: 1º passo: Quando inteirado sobre dados referentes ao impacto da empresa ao meio ambiente, devem ser tomadas medidas que minimizem os estragos à natureza de maneira que não prejudique a rentabilidade. Deverá existir, também, um estudo de aplicabilidade de biofilia para realizar os ajustes no corpo estrutural e material da empresa; 2º passo: Contar com o envolvimento tanto da alta liderança, quanto dos colaboradores com menor atuação na sua empresa. É importante que todos estejam cientes da relevância de ser uma organização “limpa” e com valores sustentáveis. O nível de envolvimento da equipe impactará diretamente nos resultados da implantação da ISO 14001; 3º passo: Estimular a participação da equipe em treinamentos, incentivando os integrantes a se capacitarem com auditores internos, facilitando as etapas de implementação do certificado; 4º passo: Mostrar, nas redes sociais, que a empresa está investindo em sustentabilidade e incentivando outras companhias a fazerem o mesmo, proporcionando credibilidade e melhor imagem externa; 5º passo: Promover as pautas de ESG (environmental, social and governance, ou seja, Governança ambiental, social e corporativa, em tradução livre). Quando identificamos e entendemos os impactos ambientais que causamos, o processo para reverter essa situação torna-se mais fácil; 6º passo: Utilizar a equipe de marketing para divulgar, seja com textos ou imagens, pautas relacionadas ao meio ambiente, sustentabilidade, responsabilidade social e governança; 7º passo: Estender as prerrogativas ambientais da empresa, se colocando em fóruns nacionais e internacionais como uma companhia com responsabilidades ambientais, que identifica ações e busca atingir as metas de uma marca que conta com o selo ISO 14001. As empresas que adquirem o selo ISO 14001 percebem uma série de benefícios obtidos após a implantação: Redução de custos referentes ao atendimento de conformidades, aumentando a vantagem competitiva da empresa no mercado; Mitiga os riscos associados à legislação ambiental; Ênfase na prevenção e aperfeiçoamento ambiental contínuo em detrimento da adoção de ações corretivas pontuais; Economia substancial de água, energia e resíduos; Aprimora a imagem da empresa perante acionistas e a comunidade em geral, resultando no aumento da confiabilidade por parte de investidores, bem como na oportunidade de aumento da fatia de mercado; Melhora no relacionamento com organizações ambientais e público em geral; Empresas com boas práticas ambientais tornam-se referência e base para negociações comerciais. O CAMINHO ATÉ O SELO ISO 14001 O tempo para que o selo seja concedido pode ser de 10 até 12 meses e deverá contar com um cronograma de metas relacionadas à gestão ambiental, engenharia de proteção ao trabalho, ergometria, pautas sociais e diversos levantamentos de resultados técnicos que devem ser registrados. Esse trabalho deve ser realizado com toda a equipe, sejam os colaboradores, diretores, gestores e, até mesmo, contratados terceirizados, atendendo todas as necessidades que fazem parte da certificação ISO 14001. Vale lembrar que se existir alguma dificuldade para compor as metas, como adaptações funcionais ou mudanças de layout estrutural da empresa, esse tempo de aprovação pode se estender. SOBRE CHARLES EVERSON NICOLEIT É gestor de obras e empresário com quase 30 anos de experiência nesse segmento. Também é membro de associações da construção civil, construção de selo verde e sustentabilidade. Possui diversas certificações e cursos que o habilitam como referência no mercado de construção civil. Para mais informações, acesse: www.linkedin.com/in/charles-nicoleit-37654562/ Fonte: Assessoria Carolina Lara Comunicação

  • ILUSTRADOR E DESIGNER GRÁFICO JEAN ROSA FAZ RELEITURA DE OBRAS FAMOSAS DE SÃO PAULO

    Ao misturar fotografias com ilustrações, as obras da exposição “Redescobrindo São Paulo” dão novas perspectivas aos pontos turísticos mais famosos da capital paulista. A mostra reuniu 20 obras, no Shopping Center 3, até o último dia 29 de janeiro – entre fotos com intervenções e vídeos – assinadas pelo ilustrador e designer gráfico Jean Rosa. O trabalho é uma parceria com o fotógrafo Mavinho Acoroni, responsável pela captação aérea das imagens. Mas, mesmo com a exibição finalizada, as obras inusitadas estão fazendo sucesso nas redes sociais. O Museu de Arte de São Paulo (MASP) vira instrumento musical, o Edifício Copan transforma-se na sanfona de Luiz Gonzaga e a Avenida 23 de Maio passa a ser uma pista de autorama. Tudo ganha novas cores e significados. Reprodução: São Paulo Secreto e Jornal O Estado de S.Paulo Jean conta como começou o projeto: "Durante a pandemia comecei a seguir os perfis de fotógrafos que usavam drones e percebi a diversidade de formas que São Paulo exibe. A multiplicidade de curvas e retas dos prédios me fez ter várias ideias e o trabalho no digital permitiu ir mais longe”, diz. Para ele, as criações são marcadas pelo inusitado. “Todo mundo vê os prédios de baixo para cima, mas com as fotos feitas pelo drone temos uma nova perspectiva, que amplia as possibilidades e enseja novos olhares”, conta o ilustrador. Fonte: São Paulo Secreto e O Estado de S.Paulo

  • COMO ESCOLHER UM ERP IDEAL PARA A SUA INDÚSTRIA DE ESQUADRIAS?

    A Esquadgroup, desenvolvedora de softwares para fabricantes de esquadrias, sistemistas e revendas de perfis e componentes, orienta sobre a opção ideal Independente do tamanho da empresa do segmento de esquadrias, a automação de processos facilita a rotina e otimiza tempo e dinheiro, impactando positivamente no crescimento dos negócios. O Enterprise Resource Planning (ERP) é uma ferramenta que integra processos que são essenciais para o funcionamento de um negócio, incluindo finanças, recursos humanos, vendas, logística, entre outros. Todos os sistemas ERP são um banco de dados compartilhado que suporta múltiplas funções usadas por diferentes unidades de negócios. Na prática, isso significa que os funcionários, em diferentes áreas, podem confiar nas mesmas informações para suas necessidades específicas. O software ERP também oferece a elaboração de relatórios. Nesses casos, ao invés de alocar um funcionário da equipe para atualizar e mesclar os bancos de dados e planilhas com a função de gerar relatórios, a ferramenta permite que a equipe extraia relatórios diretamente do sistema com apenas alguns cliques. O processo facilita, por exemplo, a automatização de pedidos de vendas que vão diretamente para o sistema financeiro, sem a transcrição manual. Ao mesmo tempo, o departamento de gerenciamento de pedidos pode processar os pedidos com mais rapidez e precisão e o departamento financeiro pode fazer as previsões de fluxo de caixa com mais agilidade. COMO ESCOLHER UM ERP PARA O MERCADO DE ESQUADRIAS? 1. QUANTIDADE DE FUNCIONALIDADES A quantidade de módulos e funções são extremamente importantes em ERPs, ainda mais quando se fala do ramo de esquadrias. O segmento é muito específico e precisa de funções pertinentes à rotina de quem trabalha com serralheria e vidraçaria. Ainda que um ERP genérico possa te auxiliar em funções administrativas, funções específicas podem deixar a rotina muito mais organizada, ágil e precisa. 2. ESCALABILIDADE Um sistema de gestão eficiente precisa ser escalável. Isso significa que a ferramenta deve acompanhar a trajetória da empresa, seja em situações de expansão ou retração, se adaptando ao cenário em que ela está sem a necessidade de fazer uma troca de sistema. Esse fator proporciona redução de custos, tanto dos equipamentos e recursos técnicos, quanto dos humanos. 3. SUPORTE EFICIENTE Por mais simplificada que as operações sejam com um ERP, dúvidas sempre podem aparecer pelo caminho. O suporte da empresa tem que estar preparado para atender a necessidade de forma ágil e precisa. Por isso, é importante saber sobre as avaliações do suporte da empresa em sites de reclamações e pesquisas de satisfação. 4. INTEGRAÇÃO COM OUTRAS PLATAFORMAS Uma das vantagens do ERP é a integração. Nele é possível associar o uso de outras ferramentas ou plataformas para executar atividades correspondentes à rotina. No caso de esquadrias, alguns sistemas permitem tanto o cálculo automático de impostos e envio de notas fiscais pelo software integrado com a Secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz-SP), quanto a entrega de arquivos do SPED Fiscal, Contribuições e Bloco K. 5. REFERÊNCIA DE ESPECIALISTAS E COLEGAS DE MERCADO O histórico, os valores e a reputação perante o mercado passam credibilidade e garantem uma aquisição segura e que ajudará o negócio a se profissionalizar quando o assunto for gestão. O Faktory, da Esquadgroup, desenvolvedora de softwares para fabricantes de esquadrias, sistemistas e revendas de perfis e componentes, é o primeiro software ERP desenvolvido exclusivamente para a indústria de esquadrias. “Com ele é possível fazer controle de estoque separado por obra, operações triangulares, controle de beneficiamento, corte e montagem de esquadrias, assim como visualizar e acompanhar os resultados financeiros das obras, fluxo de caixa previsto e realizado, tudo em um único sistema”, afirma a empresa. Fonte: Esquadgroup

  • TELHAS E TELHADOS FOTOVOLTAICOS: ENERGIA DO FUTURO PARA O PRESENTE

    *Por Agostinho Celso Pascalicchio, professor da Escola de Engenharia (EE) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) A energia solar desempenha uma importância cada vez maior na geração elétrica no país. No contexto nacional, a participação desse tipo de energia na matriz elétrica brasileira em 2021, ano de grande escassez hídrica, foi de 2,5%. Em 2020, a parcela correspondia a 1,8%. Em 2016, a oferta de energia gerada por esse recurso era totalmente inexpressiva. Conforme instituições brasileiras que atuam na área de energia elétrica, os empreendimentos voltados à geração com fonte solar no Brasil são cada vez mais numerosos e a participação tende a crescer de forma significativa. O “Atlas Brasileiro de Energia Solar” destaca que o país tem um grande potencial para produção de energia solar, sendo que os dados indicam uma extraordinária capacidade de explorar esse recurso, principalmente na faixa chamada de “Cinturão Solar”, área que se estende do Nordeste brasileiro ao Pantanal, ocupando o Norte de Minas Gerais, o Sul da Bahia e o Norte e Nordeste de São Paulo. O Cinturão é formado por significativa participação do território nacional, sendo próximo a importantes pontos de carga. O país atravessa um ambiente de transição energética e a forma como alimentamos de eletricidade os nossos imóveis ou empreendimentos imobiliários – sejam residenciais ou comerciais – passam por questionamentos e soluções que aliam aspectos relacionados ao meio ambiente, à sustentabilidade e à economia. Estimulando a tecnologia para o setor e aumentando a eficiência de seus componentes, a energia solar adquiriu grande popularidade, com seu uso aumentando de forma notável por todo o mundo. Esse crescimento faz observar que esse meio já não é alternativa energética para o futuro, representando cada vez mais uma energia limpa para o nosso presente. Temos, no setor, equipamentos que seguem padrões e procedimentos conhecidos, facilitando a homologação para a operação desses sistemas. As alternativas de geração de energia elétrica com fonte solar apresentam dois tipos principais de sistemas, o tradicional e o integrado. O telhado solar tradicional é aquele que, provavelmente, todos nós imaginamos quando pensamos em painéis solares. São formados por conjuntos de estruturas apoiadas em “racks” de sustentação, colocados sobre um telhado ou cobertura já existentes. Esse tipo de sistema pode ser disposto de forma a constituir várias prateleiras. A segunda opção é o telhado fotovoltaico ou a telha solar fotovoltaica, que integra a funcionalidade do painel fotovoltaico para geração de energia elétrica. A instalação dos telhados fotovoltaicos requer que os equipamentos tenham a face direcionada para o sol, além da necessidade de serem inclinados, pois isso impacta diretamente na forma como eles recebem a radiação solar e, portanto, sobre a produção de energia elétrica. O sistema, uma vez instalado, ajuda a reduzir os custos de eletricidade, fazendo com que essa economia pague a instalação. As telhas solares integradas estão disponíveis no país, sendo oferecidas por empresas do setor de construção. Conforme os ofertantes desse produto, o acabamento estético colabora com a limpeza e a durabilidade de cada componente do painel, que precisam de água e sabão para a sua higienização. O funcionamento da telha solar e dos painéis fotovoltaicos montados sobre “racks” são os mesmos: os painéis ficam expostos, captando a luz solar e transformando-a em energia elétrica com corrente contínua. Depois, essa energia chega a um inversor, equipamento que altera a corrente contínua em alternada, fazendo com que ela possa ser utilizada em qualquer parte de um imóvel ou empreendimento imobiliário. O mercado brasileiro oferece painéis com 550 Watt-Pico (Wp), podendo gerar até 2.200Wh/dia. O símbolo “Wp” é a unidade criada para a medição de potência dos painéis fotovoltaicos. A garantia dos equipamentos pode chegar a 25 anos, sendo que a vida útil pode ser superior a 30 anos. O sistema fotovoltaico pode funcionar “on-grid” e “off-grid”. O primeiro caso acontece quando a geração de energia que excede o consumo do imóvel pode ser injetada na rede de distribuição, gerando créditos que podem ser compensados na conta mensal no prazo de até cinco anos, com economias entre 75% e 90% no valor da conta de consumo do imóvel. O país está em transição energética. A energia fotovoltaica é limpa, possui baixo custo de manutenção, ausência de partes mecânicas ou móveis, possui tecnologia padronizada e com critérios de homologação definidos. Uma vez instalada, contribui para o meio ambiente, traz respeito à natureza e dispõe de uma extensa área com potencial produtivo. Isso a torna uma candidata perfeita para aumentar sua participação na matriz de energia elétrica do país, não se constituindo apenas em mais uma alternativa de geração de eletricidade em fase experimental de desenvolvimento. Fonte: Assessoria de Imprensa Instituto Presbiteriano Mackenzie

  • 11 TENDÊNCIAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL PARA SEGUIR EM 2023

    Inteligência artificial e maior entendimento da jornada do cliente se mostram como alternativas para empresas driblarem os desafios do cenário econômico *Por André Chaves, diretor da unidade de negócios da Falconi, que fornece soluções para a indústria de base e infraestrutura Ao longo de 2022, o setor da construção civil obteve resultados melhores do que a economia nacional em todas as bases de comparação, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo assim, as empresas da indústria terão de enfrentar alguns desafios para se manterem em crescimento ao longo deste ano. Questões como juros elevados, que podem afetar o desenvolvimento de novos projetos de capital; tímida retomada do investimento privado em infraestrutura; poucas obras relevantes dentro do setor público; e um cenário de privatização ainda incerto devem afetar o mercado brasileiro durante 2023. Junto a esses desafios, há também a escassez de mão de obra qualificada, o aumento nos custos de materiais e serviços e a elevação dos valores de aquisição de terrenos nos principais centros urbanos. Contudo, o Brasil também está inserido em um cenário de oportunidades, formado prioritariamente pelo setor de mineração e siderurgia, que devem apresentar obras relevantes, pelo setor de saúde, marcado por obras hospitalares, e pela retomada de obras de retrofit em cidades como São Paulo. Para se inserir neste cenário, as companhias do setor terão que se preparar para dar conta de outros pontos, visto que as expectativas são altas. Depois de registrar mais de 430 mil novas vagas com carteira assinada entre março de 2020 e maio de 2022, segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a previsão da Prospecta Analytica para 2023 é de um crescimento total do setor de 4,5%, em relação a 2022. Nessa conta, o mercado de real estate, por exemplo, precisará trabalhar melhor questões como preservação de rentabilidade ao longo do ciclo de vida dos empreendimentos, a compra de terrenos, a otimização do ciclo de desenvolvimento imobiliário, o investimento em vendas e marketing e a redução dos desvios de custo e prazo nas obras. Já no chamado segmento AEC (arquitetura, engenharia e construção), pontos como melhoria de competitividade comercial; desenvolvimento de soluções de pré-construção, redução de perdas de margem e otimização do nível de despesas em um menor volume de atividade também estarão no topo da lista de preocupações dos empresários. Ao se deparar com esses movimentos, é também esperado que o setor busque meios para se defender e chegar ainda mais pronto para manter os bons resultados de 2022. Com uso de tecnologia de ponta e metodologias de gestão, a expectativa é que as empresas de construção civil consigam encarar melhor todos os desafios. Por isso, é esperado que algumas tendências possam ser vistas no mercado em 2023, entre elas se destaca a adoção de inteligência artificial (IA), cada vez mais fortalecida dentro do segmento. A seguir, confira algumas tendências para a construção civil em 2023: 1 - Uso de inteligência artificial na escolha dos terrenos a serem adquiridos; 2 - Desenvolvimento de soluções em IA para a captura de oportunidades de negócio; 3 - Maior profundidade no entendimento das necessidades do cliente antes da definição do produto; 4 - Decisões compartilhadas entre todas as áreas de negócio; 5 - Uso de plataformas de integração dos processos: projeto, orçamento, suprimentos, planejamento, controle e assistência técnica; 6 - Marketing digital: incorporadoras passando a usar plataformas digitais para estimular venda direta; 7 - Uso das ferramentas do Lean Construc tion, ou construção enxuta, como alavanca para redução dos desperdícios e perdas nas obras; 8 - Maior entendimento da jornada do cliente e todas as suas necessidades ao longo de todo o ciclo do empreendimento; 9 - Foco no desenvolvimento de negócios em nichos nos quais as empresas tenham maior especialização; 10 - Desenvolvimento de competências de engenharia e planejamento visando agregar maior valor para o cliente; 11 - Adoção de novas tecnologias com foco na simplificação de processos de back-office (associado aos departamentos administrativos de uma empresa ou departamentos que mantêm nenhum ou muito pouco contato com os clientes). Fonte: Falconi

WhatsApp.svg.webp
bottom of page