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  • QUAL A IMPORTÂNCIA DOS ENSAIOS TÉCNICOS EM ESQUADRIAS E FACHADAS?

    “É melhor, e mais barato, ‘errar’ no laboratório, do que descobrir falhas na assistência técnica pós-venda”, diz Michele Gleice, engenheira civil e diretora técnica do Itec *Por Emanuelle Ormiga, sob supervisão da profissional habilitada Stephanie Fazio As esquadrias e fachadas de uma edificação tem um papel fundamental para o conforto e segurança dos habitantes, uma vez que estes elementos interagem diretamente com as intempéries. Por isso, é fundamental que haja uma boa vedação e estanqueidade para que os ocupantes tenham uma experiência agradável e conveniente, bem como a garantia da segurança do usuário durante a vida útil do produto. Para atestar que a solução de fechamento de vãos atenda aos requisitos necessários, é fundamental que sejam observadas as especificações determinadas, por exemplo, pela norma ABNT NBR 10821-2:2017 – Esquadrias Externas - Requisitos e Classificação, que garante o desempenho e a segurança adequados para as esquadrias instaladas na edificação. “Ter produtos que foram projetados e calculados para resistirem a determinadas cargas e que foram ensaiados, garante o conforto e a segurança. Afinal, ninguém quer uma esquadria em que a folha possa se desprender quando ocorrer uma rajada de vento, ou ainda que a sala ou quarto fiquem molhados após uma chuva, porque a esquadria não conteve a entrada de água, ou seja, não foi estanque”, afirma Michele Gleice, engenheira civil e diretora técnica do Instituto Tecnológico da Construção Civil (Itec). Segundo a engenheira, os principais riscos para os fabricantes e construtoras em utilizar esquadrias que não atendem aos requisitos normativos é assistência técnica para solução de problemas e, em alguns casos, responder a processos judiciais. “É cada vez mais comum que o usuário que se sinta prejudicado ou lesado pelo desempenho da sua esquadria acione os responsáveis judicialmente e, neste caso, comprovar que se utilizou esquadrias em conformidade com as normas vigentes, será muito importante.” A norma ABNT NBR 10821-2:2017 apresenta os seguintes ensaios: Permeabilidade ao ar É o ensaio que avalia qual o volume de ar que passa pela esquadria, ou seja, se houver problemas de vedação, por exemplo, ocorrerá uma grande passagem de ar, que pode tanto causar desconforto térmico para os usuários quanto poderá prejudicar o desempenho de sistemas de condicionamento de ar, fazendo com que se gaste mais energia para manter a temperatura do ambiente. Estanqueidade à água É o ensaio que simula a chuva em conjunto com vento, através da pressurização da câmara de ensaio. Neste ensaio é possível verificar se a esquadria é estanque, ou seja, que não infiltra água na face interna da edificação, seja através de borbulhos ou escorrimento de água pela esquadria. Resistências às cargas uniformemente distribuídas Simulando as rajadas de vento, é avaliada a resistência da esquadria e dos seus componentes, incluindo o vidro. Uma esquadria exposta às rajadas de vento deve manter-se íntegra, ou seja, não pode ter seus perfis deformados em excesso, ou ainda desprender alguma parte ou ocorrer a quebra do vidro. Resistência às operações de manuseio São ensaios que simulam as condições de uso normais das folhas móveis, como por exemplo, abertura e fechamento. Os testes são mecânicos e a norma NBR 10821-2:2017 especifica os ensaios conforme a tipologia da esquadria (correr, maxim-ar, giro, etc.) Manutenção da segurança durante os ensaios de resistência às operações de manuseio Assim como os de manuseio, estes ensaios simulam as condições de uso das esquadrias, porém quando submetidas a cargas excepcionais, como por exemplo, uma pessoa que se apoia em uma folha móvel ou que implica uma força adicional para fechar uma folha maxim-ar. As esquadrias, mesmo quando submetidas a essas cargas, devem manter-se íntegras, sem desprendimento, para que não ocasionem acidentes. Tal como resistência às operações de manuseio, também são ensaios mecânicos e há ensaios específicos para cada tipologia de esquadria (correr, maxim-ar, giro, etc.) “Os ensaios em laboratório permitem que fabricantes e sistemistas possam avaliar o desempenho dos seus produtos e mesmo quando o resultado não é tão satisfatório de início, podem perceber a importância do ensaio, de compreender como os produtos se comportam e que, muitas vezes, pequenos ajustes no projeto e/ou produção podem melhorar o desempenho”, comenta Michele. Além disso, a diretora técnica ressalta que resultados que não atendem os requisitos normativos devem ser vistos como aprendizado, pois são estes que vão fomentar os estudos e pesquisas para outras soluções. “É melhor, e mais barato, ‘errar’ no laboratório, do que descobrir eventuais falhas na assistência técnica pós-venda, após receber reclamação do seu cliente ou em uma ação judicial.” DIFERENÇA ENTRE CERTIFICAÇÃO E REALIZAÇÃO DE ENSAIOS Michele explica que os ensaios em produtos enviados ao laboratório, seja pelo fabricante, construtora ou consumidor, que originam relatórios de ensaios, demonstram se aquela “amostra”, com suas características específicas de projeto, montagem e instalação, atende ou não aos requisitos normativos da norma vigente, mas este ensaio não “certifica” um produto ou linha. Já a certificação, diz que é um processo no qual uma entidade independente (3ª parte), acreditada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), avalia se determinado produto/linha atende às normas técnicas. Esta avaliação se baseia em auditorias no processo produtivo, onde o auditor visita a empresa fabricante para avaliar como é feito todo o controle da fabricação, desde a compra dos insumos até a entrega do produto para o consumidor. A engenheira afirma que, durante a auditoria, é realizada a coleta aleatória de amostras do estoque, as quais serão encaminhadas para ensaios laboratoriais. “O resultado satisfatório destes ensaios e da auditoria é que levarão à concessão da certificação”, explica. “Os ensaios são a parte fundamental de um processo de certificação e podem e devem ser utilizados para desenvolvimento/melhoria de produtos, mas isoladamente, não concedem certificação”, informa Michele. Além disso, comenta que tanto a certificação quanto o ensaio de uma amostra permite que o fabricante, a construtora e o cliente final verifiquem que a esquadria instalada atende os requisitos de desempenho. Ou seja, apresentará estanqueidade ao ar e à água, resistirá à ação do vento e às ações de manuseio normais de uma esquadria. ESTANQUEIDADE À ÁGUA Por fim, a diretora técnica afirma que para a estanqueidade à água foi recém-publicada a parte sete da NBR 10821 — “Esquadrias para Edificações – Método de estanqueidade à água em esquadrias externas instaladas”. “Os ensaios de estanqueidade na obra são complementares aos de laboratório e não podem substituí-los, pois, é de suma importância conhecer o desempenho das esquadrias antes da instalação, verificar se atende às necessidades específicas de cada obra, mas é uma excelente ferramenta para avaliar o desempenho de uma esquadria ou fachada instalada quanto à estanqueidade à água”, finaliza Michele. Fonte: Itec Lab

  • CIRCULARIDADE DO VIDRO

    *Por Alaércio Nicoletti, professor da Escola de Engenharia (EE) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e Gerente Corporativo de Sustentabilidade e Melhoria Contínua do Grupo Petrópolis Presente em portas, janelas ou guarda-corpos, o vidro é uma matéria-prima muito aplicada aos projetos da construção civil, mas também está presente em embalagens nos mais variados produtos. Sua utilização se dá na indústria de alimentos, bebidas, perfumes, produtos químicos, entre tantas outras áreas. A Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro) destaca algumas vantagens das embalagens de vidro: (1) é um material 100% reciclável e, portanto, sustentável; (2) não reage quimicamente com o produto armazenado por ser inerte, mantendo as características do produto; (3) impede a ação de qualquer agente externo por ser impermeável, conservando o seu conteúdo por mais tempo; (4) permite os mais variados designs; (5) trata-se de um mau condutor térmico, o que preserva melhor os alimentos que dependem da temperatura, como o palmito, a azeitona e as bebidas alcoólicas, por exemplo. Junto com todas essas vantagens, soma-se o fato de que 1kg de cacos de vidro vira, exatamente, 1kg de nova embalagem, com 100% de aproveitamento. Quando é relançado no processo produtivo, melhora a eficácia dos fornos, requerendo menos temperatura e, consequentemente, energia, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera. Esse último ponto ressalta a importância do retorno das embalagens descartáveis de vidro para ciclos produtivos. Contudo, se a embalagem não retorna, obriga os fabricantes do produto a recorrerem a importações de cacos de vidro até da Bélgica para garantir a produção de suas instalações fabris. A embalagem de vidro é mais pesada em relação às de outros materiais. Quando quebrado, o vidro é cortante, apresentando alto potencial de machucar quem o manuseia. Além disso, o material é barato para o catador, sendo que 1kg de vidro apresenta um retorno financeiro que é um percentual da mesma massa em alumínio, por exemplo. Assim, faz-se necessária a mobilização da indústria, das instituições, da academia e da sociedade para aumentar a captação desse material que, apesar de representar somente 2,7% do total de resíduos sólidos urbanos no Brasil, corresponde a uma produção total de 980 mil toneladas por ano. Nesse sentido, o Grupo Petrópolis e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai)/Confederação Nacional da Indústria (CNI) criaram a iniciativa da Circularidade do Vidro, programa que une empresas, instituições de pesquisa e desenvolvimento e Universidades do país, tendo como principal propósito a recuperação e reutilização das embalagens de vidro no território nacional. O projeto nasceu de um sonho de eliminar tais embalagens dos aterros sanitários e lixões, que, infelizmente, ainda são da ordem de 3 mil no país. A chamada do projeto teve o retorno de 22 propostas, o que totaliza R$ 50 milhões em investimentos. As iniciativas envolveram organizações de todo o país em parceria com as instituições Senai das localidades, contemplando também universidades e outros centros de excelência. Das propostas, foram selecionadas 13 que atenderam aos requisitos de aumentar a captação do vidro, sua retornabilidade e soluções para áreas remotas, distantes das fábricas de embalagens. Além disso, o desafio envolve não aumentar a emissão de CO2 na atmosfera. Para a apresentação, foram convidados diversos especialistas do mercado, além de instituições que poderiam ter interesse na execução do projeto como fabricantes e recicladores. Em um encontro envolvendo 20 instituições, além dos representantes nacionais e regionais da CNI e do Senai, as 13 propostas foram divididas em três grupos, sendo: (1) soluções inovadoras em novos produtos a partir do vidro; (2) aumento na captação do vidro a partir de plataformas, equipamentos e serviços; (3) educação e treinamento para aumento da conscientização sobre a reciclagem do vidro. Com o amadurecimento das frentes de projeto e a captação de recursos junto às empresas e instituições com fomentos governamentais, espera-se seguir nas três frentes e proporcionar ao vidro seu real valor em sustentabilidade, contribuindo ambiental e socialmente, além de proporcionar o desenvolvimento da indústria brasileira. Fonte: Assessoria de Imprensa Instituto Presbiteriano Mackenzie

  • ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA: O QUE VOCÊ PRECISA SABER

    Fonte alternativa, renovável e sustentável, a energia solar vive um momento de expansão no país. O Brasil, terceiro maior do mundo em irradiação solar, atingiu crescimento de produção superior a 1 GW por mês nos últimos 150 dias de 2022, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar). A energia fotovoltaica, modelo que converte a luz solar em energia elétrica através de painéis solares fotovoltaicos, se destaca pela economia, praticidade e sustentabilidade. Essa energia gerada pelos painéis é geralmente armazenada em baterias e pode ser usada para alimentar edifícios ou equipamentos, além de poder, em caso de excesso, voltar para a corrente elétrica, gerando crédito na conta do produtor. “Uma das principais vantagens da energia solar fotovoltaica é que ela é uma fonte de energia limpa e renovável. Ela não produz emissões de gases de efeito estufa e não depende de combustíveis fósseis, como o petróleo ou o gás natural. Além disso, ela pode ser instalada em qualquer lugar que receba luz solar e, mesmo em dias nublados, é uma opção viável para áreas remotas ou de difícil acesso”, explica Ramon Pissaia, presidente executivo da Otto Energia Sustentável, rede que oferece serviços de sistemas de geração de energia solar fotovoltaica para autoconsumo ou investimento. Para se beneficiar desta fonte energética, é necessário investir em painéis solares e em equipamentos de armazenamento de energia, como baterias. “Esses investimentos funcionam também como uma garantia de valorização, já que os painéis solares podem valorizar em até 6% o imóvel. As placas são um benefício econômico, já que, com esse sistema instalado, o valor da conta de luz pode diminuir em até 95%”, afirma o presidente. Além do impacto econômico para o bolso dos consumidores, a modalidade tem mostrado crescimento também na geração de novos empregos. De acordo com a Absolar, no acumulado de dados desde 2012, o setor já empregou mais de 720 mil pessoas e em tributos arrecadou mais de R$38,2 bilhões. A tendência é de crescimento e maior participação no mix energético global, tornando-se a mais utilizada em 2050. A ideia é que supere as hidrelétricas, que de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica, atualmente possui cerca de 109,7 GW. Fonte: Otto Energia Sustentável/Markable Comunicação

  • MOLAS HIDRÁULICAS IMPORTADAS ESTÃO NO CATÁLOGO GDS

    As molas hidráulicas para piso GDS 8100, 8200 e 8300, com certificação ISO 9001-CE, estão presentes no mercado brasileiro e na América do Sul há mais de 20 anos, conforme a GDS, fabricante de componentes e acessórios para o mercado vidreiro, moveleiro, ferragista, decoração e arquitetura. “A GDS é pioneira nas soluções, trabalhando com matéria-prima de alta qualidade, além de tecnologia e rígidos processos de produção empregados”, afirma a marca. O modelo GDS 8100, para portas com largura de até 1000mm, suporta peso máximo da porta de até 100kg; permite dois ajustes de velocidade; possui tampa em aço inox 304; parada de 90º; garantia de dois anos contra defeitos de fabricação; entre outras características. A mola GDS 8200 é fabricada com corpo em ferro fundido; suporta porta de até 120kg e largura de até 1100mm; conta com caixa produzida em aço carbono; entre outras qualidades. Já o modelo GDS 8300, suporta porta de até 75kg e de até 800mm; possui parada em 90º; dois ajustes de velocidade; garantia de um ano contra defeitos de fabricação; entre outras características. Todos os modelos possuem opções de tampas nas cores polida, dourado, preto, branco e rose. CONFIRA OS MODELOS DE MOLA AÉREA E INTEGRADA COM DOBRADIÇA PIVOTANTE Também contemplada no portfólio da empresa, a mola aérea GDS 4000, para porta de vidro e madeira, suporta peso da porta de 40 a 60kg; conta com dois controles de velocidade para fechamento; largura máxima da porta até 1100mm; trava para manter a porta aberta a 90º; e garantia de um ano contra defeitos de fabricação. A mola integrada com dobradiça pivotante, para porta de vidro GDS, não precisa ser embutida no piso; possui durabilidade de mais de 500 mil ciclos testados; necessita de apenas quatro furos para instalação; suporta porta de até 100kg com largura de até 1000mm; não acumula sujeira e água embaixo do piso; permite dois ajustes de velocidade; tem base ajustável; entre outras vantagens. DICAS DE CONSERVAÇÃO • Limpar com água, sabão neutro e flanela; • Não utilizar produtos abrasivos, que desgastam o acabamento; • Para maior conservação da mola de piso hidráulica, a GDS recomenda o uso do vedante protetor Ecoseal. Fonte: GDS

  • GOIÂNIA SOBE NO RANKING NACIONAL DE VALORIZAÇÃO DO IMÓVEL

    Atualmente, Goiânia é a 5ª capital com o valor mais em conta, em relação ao metro quadrado, os dados são da pesquisa FipeZap Reprodução: Assessoria Comunicação Sem Fronteiras O bônus demográfico (quando se tem mais pessoas economicamente ativas) e o déficit imobiliário, tanto qualitativo como quantitativo, são pontos favoráveis para que Goiânia (GO) figure entre os principais municípios de valorização de imóveis. Dados da pesquisa FipeZap, de dezembro de 2022, apontam que Goiânia subiu três posições no ranking dos preços do metro quadrado ao longo do período. Atualmente, Goiânia é a 5ª capital com o valor mais em conta, em relação ao metro quadrado, com o valor de R$ 6.182, ficando à frente de Campo Grande (MS), Salvador (BA), João Pessoa (PB) e Manaus (AM). Em novembro de 2019, ela era a segunda mais barata, com o metro quadrado a R$ 4.211. Só ficava à frente de Campo Grande. A pesquisa é feita em capitais e 50 municípios. Quando se considera todas as cidades, Goiânia saiu da 35ª posição no ranking de preços e foi para a 22ª, avançando em 18 posições. A valorização total no período foi de 46,80%, superior à inflação do período. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de novembro de 2019 a dezembro de 2022 ficou em 23,71%. Em relação ao ano de 2022, a valorização dos imóveis em Goiânia foi a segunda do País entre as capitais, considerando os últimos resultados, o Índice FipeZAP+ de Venda Residencial. A majoração foi de 20,91%, bem acima da média nacional da pesquisa, que registrou o acúmulo de 6,16%, superando a inflação ao consumidor, medida pelo IPCA/IBGE (+5,79%), bem como a variação do IGP-M/FGV (+5,45%). ADEQUAÇÃO O aumento do metro quadrado pode soar como uma despesa maior para o consumidor, mas, na verdade, é uma adequação de valores, conforme explica Pedro Teixeira, especialista em mercado imobiliário e sócio-diretor da URBS Alphamall e Imobi. Além de absorver as altas de insumos, o especialista lembra que Goiânia tinha uma média do metro quadrado bastante defasada em relação aos produtos que entregava. “Goiânia ficou por muitos anos com uma média de metro quadrado defasado em relação aos produtos que ela entregava. Na capital, se compravam produtos muito bons, por uma média baixa, e isso gera uma problema: se a receita é baixa, não há como as incorporadoras continuarem acompanhando as novas tendências”, diz. “Para que o mercado da cidade continue alinhado com o que há de melhor, para que incorporadores e construtores consigam entregar produtos que vão ao encontro das novas tendências nacionais e internacionais, é preciso precificar. Considero essa valorização positiva, porque abre portas para que o mercado evolua mais”, avalia Teixeira. De acordo com o sócio-diretor, a valorização do metro quadrado em Goiânia é o reflexo de que o mercado imobiliário na cidade está aquecido e em ascensão. Segundo ele, um ponto que explicita esse crescimento é a idade da cidade. Por ser uma capital muito nova, se comparada com as cidades de referência, como São Paulo e Rio de Janeiro, o município tem maior potencial de expansão. “Em São Paulo, por exemplo, o mercado está bastante saturado, em alguns casos, para se construir um bom produto é necessário destruir um prédio pronto, porque não tem mais área, não tem para onde crescer, está tudo adensado. Aqui isso é diferente, ainda temos diversos espaços em áreas nobres da cidade, então é natural que pela idade, como o mercado é muito novo, ainda temos muito para onde crescer”, ressalta. PATRIMÔNIO VALORIZADO Maurício D’Ângelo, gerente comercial da Consciente Construtora e Incorporadora, aponta que a alta de valores deve ser entendida não apenas como despesa maior, mas também valorização do patrimônio do comprador. Segundo ele, ainda que diante de um período de instabilidade política e financeira, como o atual, investir no mercado imobiliário é um bom negócio, por ter como certa a valorização ao longo do tempo. “Se as pessoas deixam de comprar imóveis, perdem e muito na valorização, que é algo certo. O investimento em imóveis é seguro. Atualmente, vivemos um momento de instabilidade política, instabilidade das bolsas, entre outros fatores, e o imóvel continua sendo a opção mais segura, tanto do ponto de vista da rentabilidade, como para a valorização”, conclui o gerente comercial. Fonte: Assessoria Comunicação Sem Fronteiras

  • ECONOMISTA REINALDO IAPEQUINO ASSUME PRESIDÊNCIA DA CDHU

    No último dia 02 de fevereiro, o economista e advogado Reinaldo Iapequino, 64 anos, nascido em Guaianases, na zona leste de São Paulo, foi eleito diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) pelo conselho de administração, cargo que já ocupou entre 2019 e 2021. Iapequino também foi secretário-executivo de estado das pastas da Habitação e de Orçamento, Projetos e Gestão, e presidente do Conselho de Administração da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (COHAB-SP). No período de 2017 e 2018, quando desempenhava as funções de assessoria técnica junto à Secretaria Municipal de Habitação e da COHAB, atuou na formulação da primeira Parceria Público-Privada (PPP) de Habitação de âmbito municipal. Em sua passagem pela COHAB também realizou a concorrência internacional que resultou na contratação pela entidade de 13.180 unidades habitacionais. Entre 2012 e 2015, Iapequino ocupou as funções de Subsecretário da Agência Paulista de Habitação Social – Casa Paulista, órgão estadual que ajudou a criar para desenvolver a política de fomento em parceria com a iniciativa privada na oferta de habitação de interesse social. Nesse período, implementou parcerias com o Governo Federal para executar o Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) no estado de São Paulo, pelo qual foram contratadas mais de 100 mil novas moradias, e coordenou a implementação da primeira Parceria Público-Privada de Habitação Social do país, que resultou na contratação de 3.683 habitações na área central da cidade de São Paulo pelo governo do estado. Em sua carreira profissional, também exerceu os cargos de Diretor Financeiro e Chefe de Gabinete do Instituto de Previdência do Estado de SP, atual SPPREV, além de prestar assessoramento no Gabinete do Reitor da Universidade Estadual Paulista (UNESP); na Diretoria de Crédito Imobiliário do Banespa e no Banco Nossa Caixa, onde ingressou por concurso público. Fonte: Superintendência de Comunicação Social

  • CONSTRUÇÃO CIVIL: PROGRAMA DE ATRAÇÃO DE MÃO DE OBRA PARA SUPRIR DEMANDA

    O setor da construção civil cresceu 17,7% no país no biênio 2021-2022, número acima da economia nacional, que registrou incremento de 8,2%. Com expectativa de manter os bons percentuais para 2023, o segmento está em busca de profissionais em Londrina (PR) e região, para suprir a demanda por mão de obra e dar andamento aos novos projetos. Para atrair pessoas que queiram entrar ou se recolocar no mercado de trabalho, o Sindicato da Construção Civil (Sinduscon) Paraná Norte instituiu o “Você Construtor”, com oficinas gratuitas, donativos para participantes e a possibilidade de contratação por construtoras e empreiteiras. As oficinas estão previstas para todo o primeiro semestre de 2023. A estimativa é apresentar o setor para mais 220 pessoas. O programa conta com a parceria da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção (Acomac), Secretaria Municipal do Trabalho Emprego e Renda, Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Londrina (Sintracom) e Centro Esperança por Amor Social (Cepas). Célia Catussi, presidente do Sinduscon, reforça que a construção civil é propulsora do desenvolvimento, geradora de emprego e renda. “Atualmente, o setor vive um déficit de mão de obra com vagas abertas em muitas áreas. Com o programa, objetivamos atender essa indústria, que precisa de trabalhadores e, em contrapartida, atuamos de forma social ao proporcionar oportunidades de entrada no mercado de trabalho”, diz. OFICINAS Durante as oficinas, nas áreas de alvenaria, reboco, azulejos e pisos, carpintaria, pintura, impermeabilização, hidráulica e elétrica, com duração de 20 horas cada, os alunos recebem noções básicas dos serviços mais requisitados. O conteúdo é ministrado por professores do Senai. Ao final, os participantes recebem o certificado da instituição e uma cesta básica, como forma de estimular o aluno e evitar a evasão. Além disso, os nomes são inscritos em um banco de dados e disponibilizados às empresas ligadas ao Sinduscon, o que aumenta as chances de contratação. A primeira turma do programa “Você Construtor” recebeu ensinamentos na área de hidráulica. Quinze alunos aprenderam noções básicas do trabalho de encanador em aulas práticas. Em fevereiro estão agendadas mais duas oficinas: azulejos e pisos (25 vagas) e alvenaria (25 vagas). “O setor de construção civil é muito forte em Londrina e, além de qualificar esses profissionais, gerando oportunidades de emprego e expandindo os horizontes deles, contribui para aquecer a economia da cidade. Estamos muito felizes com os frutos dessa primeira oficina e temos expectativas altas para as próximas”, projeta Gustavo Santos, secretário municipal do Trabalho, Emprego e Renda, ao mencionar que o programa atende às demandas crescentes do mercado de trabalho londrinense. Entre os alunos que concluíram a primeira turma, está Andrea Alves de Melo, que busca uma nova oportunidade profissional. “Já conhecia as conexões e tubos, mas colocar a mão na massa é diferente, foi muito bacana”, salienta. Kevin Owen, que é auxiliar de cozinha, também participou da oficina: “Foi muito útil e uma boa chance para entrar no mercado da construção civil”, ressalta. Fonte: Sinduscon PR Norte/CBIC

  • EVENTO SOBRE A IMPORTÂNCIA DO USO SUSTENTÁVEL DA MADEIRA NA ARQUITETURA

    O encontrou reuniu pesquisadores, professores, especialistas e arquitetos para falar sobre os desafios ambientais e a sustentabilidade da “Arquitetura do Amanhã” Cerca de 90% da produção madeireira da Amazônia é consumida no Brasil e, desse volume, mais de 60% são utilizados pela arquitetura e construção civil. Diante desse cenário, o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) realizou, no final de novembro de 2022, o “Arquitetura do Amanhã - O Chamado da Floresta”, um encontro com grandes nomes da arquitetura e construção civil, além de estudiosos e especialistas do assunto. Para debater o desenvolvimento do setor e as melhorias de cunho ambiental que podem ser atreladas às suas construções, a fim de promover o uso racional e sustentável da madeira como aliada da preservação das florestas brasileiras. Agora as discussões podem ser vistas online , para amplificar essa conversa e envolver novos setores e profissionais. O evento foi baseado em um ciclo com quatro pilares principais, sendo eles a floresta, a madeira, o uso da madeira da floresta na arquitetura hoje e a construção da arquitetura do amanhã. Para Leonardo Sobral, gerente de cadeias florestais do Imaflora, o olhar para esses pontos facilita a compreensão do contexto e traduz o chamado da floresta: “Devemos entender os ciclos de maneira sustentável e agir em prol da manutenção e valorização da floresta. Juntos, precisamos dialogar para a compreensão de tudo o que acontece hoje, para só assim conseguirmos finalmente agir para inovar, e trazer essa atualização como força para a transformação desse cenário” declara. O debate, dividido em blocos, contou com dois principais painéis: o primeiro voltado para a importância do uso da madeira certificada na arquitetura para a conservação das florestas, e o segundo tratou da sustentabilidade e a pegada de carbono para a construção da arquitetura do futuro. Ambos foram seguidos de rodas de conversas para a contribuição conjunta de ideias, insights e comentários, formando assim potenciais caminhos e aceleradores para a aderência de ações nesse sentido por todo o setor. A ARQUITETURA DE HOJE E A DE AMANHÃ Na parte final do encontro, grandes nomes da arquitetura foram convidados para palestrar sobre o atual cenário e as suas expectativas quanto à adoção de mais práticas sustentáveis por todo o ramo. Durante a conversa, Greg Bousquet, arquiteto CEO da Architects Office e um dos fundadores da Triptyque Architecture , destacou a necessidade de equilíbrio e cuidado entre o técnico, o artístico, a cidade e a natureza, enquanto que Paulo Alves, designer e fundador do estúdio que recebe o seu nome com obras exclusivas de marcenaria artesanal, falou sobre a relação do design moderno com o respeito ao natural e meio ambiente além da responsabilização quanto a origem da obra-prima. Entre as palestras, o debate também evidenciou os impactos gerados pelas construções tradicionais e as que optam pela utilização da madeira certificada, de origem confiável e derivadas de áreas com manejo florestal, fatores que contribuem para a produção aliada à preservação. “Todos sabemos do potencial que a região Amazônica possui em termos sociais, ambientais e econômicos, e o que devemos fazer é trabalhar esses diferentes pontos para torná-los mais sustentáveis e rentáveis para todos. Por isso, essa conversa precisa incluir cada vez mais acadêmicos, profissionais e empresas do setor, visando englobar todas as pontas nesse ecossistema em prol de um futuro mais sustentável e que proteja a nossa Amazônia”, explica Leonardo Sobral. Reprodução: Imaflora SERVIÇO: Evento: Arquitetura do Amanhã - O chamado da Floresta Local: Online no canal de Youtube do Imaflora Mais informações, acesse: www.imaflora.org Fonte: Imaflora/Assessoria Profile

  • 6 VANTAGENS DA FACHADA GLAZING

    A Saint-Gobain Tape Solutions pontua motivos para a escolha do modelo e traz características das fitas da marca O sistema de fachada glazing oculta os perfis de alumínio, causando a impressão de que não existe estrutura de fixação. “Na estrutura de alumínio, o vidro é preso de forma simples e fácil. A fixação é realizada através de uma fita adesiva acrílica dupla-face, que garante segurança, eficiência e qualidade ao projeto sem que seja necessário recorrer a fixações mecânicas”, explica a Saint-Gobain Tape Solutions, divisão da companhia Saint-Gobain, que atua com marcas para construção leve e sustentável. Confira abaixo as vantagens da aplicação do sistema: 1 - Desempenho acústico e térmico: a fachada impede que ruídos externos entrem no ambiente e controlam a entrada de calor, garantindo um ambiente agradável. 2 - Visual sofisticado : um dos fatores que chamam a atenção daqueles que optam pelo glazing é a beleza, já que a estrutura envidraçada é repleta de sofisticação. 3 - Privacidade : embora a fachada envidraçada demande cortinas no período noturno, durante o dia a privacidade é garantida sem que seja necessário recorrer a esses acessórios. Isso porque a incidência da luz solar sobre o vidro impede que a parte interna do empreendimento comercial ou residencial seja visto por quem está do lado externo. 4 - Economia e sustentabilidade : o modelo permite que a luz solar seja utilizada sem a necessidade de recorrer à energia elétrica durante o dia, o que garante economia de recursos e promove a sustentabilidade. 5 - Facilidade de fixação : desde que sejam aplicados por uma equipe especializada, os vidros que compõem as fachadas podem ser fixados de maneira simples e ágil, contando apenas com o uso de fitas adesivas dupla-face, como as desenvolvidas pela Saint-Gobain Tape Solutions, por exemplo. 6 - Manutenção simples : a alta durabilidade do glazing garante que manutenções periódicas não sejam necessárias. Além disso, garantir a limpeza e a conservação da fachada é um processo bastante simples. FITAS ADESIVAS SAINT-GOBAIN “As fitas acrílicas adesivas dupla-face desenvolvidas pela Saint-Gobain Tape Solutions garantem alta performance aos projetos. Inovadoras e sustentáveis, elas possuem alta resistência química e física, suportam as intempéries e oferecem alta durabilidade”, afirma a companhia. Para saber mais sobre os produtos, acesse: fitasespumas.saint-gobain.com.br Fonte: Saint-Gobain Tape Solutions

  • GRUPO ASSA ABLOY LANÇA E-COMMERCE VOLTADO PARA PESSOAS JURÍDICAS

    O canal de venda também abrange marcas do grupo como Papaiz, La Fonte, Silvana e Yale O grupo Assa Abloy, multinacional de soluções de acesso, acaba de lançar o e-commerce próprio focado em B2B. O novo canal de venda atenderá somente pessoas jurídicas e tem como objetivo facilitar o acesso às soluções de marcas como La Fonte, Silvana, Yale, Udinese, Assa Abloy Portas Especiais, além da Papaiz, que recentemente lançou uma linha de segurança eletrônica com controle de acesso, fechaduras tecnológicas e automatizadores para portas. Desenvolvido para atender o distribuidor de equipamentos de segurança eletrônica e os profissionais integradores que podem comprar produtos para revenda ou instalação, o site disponibilizará toda a linha de produtos para compras online. "A comodidade de obtenção dos produtos de alta tecnologia oferecidos pelas marcas que fazem parte do grupo Assa Abloy são o grande destaque da nova loja online. Com este novo canal de vendas das nossas soluções, nós proporcionamos maior agilidade na escolha e definição da compra, além de velocidade e abrangência com entregas rápidas em todo o território nacional", relata Marco Antônio, gerente P&D da marca Papaiz Assa Abloy – Linha Segurança Eletrônica. Além das soluções disponíveis a qualquer hora e em qualquer lugar, o novo site será um canal para informar sobre a agenda de treinamento para a formação de instaladores. Para mais detalhes, acesse o site: loja.assaabloy.com.br Fonte: Grupo Assa Abloy/Assessoria Trópico Comunicação

  • ENCONTRO ENTRE HADDAD E ABSOLAR AMPLIA DEBATE SOBRE PAPEL DA FONTE SOLAR NA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

    Reprodução: Absolar/Assessoria Totum Comunicação Durante encontro do último dia 02 de fevereiro com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, representantes da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) discutiram como a energia solar fotovoltaica pode ser uma ferramenta estratégica para a transição energética e o combate à crise climática. Entre os assuntos tratados, o destaque foi para o potencial de desenvolvimento de um mercado competitivo de hidrogênio verde (H2V) no Brasil, ajudando a posicionar o país como protagonista mundial na geopolítica de transição energética com este combustível limpo, que é produzido a partir de fontes renováveis, como solar e eólica. A entidade também recomendou a inclusão da fonte solar fotovoltaica como alavanca para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do país, em especial com a oportunidade de uso da tecnologia na habitação de interesse social, como casas populares do programa Minha Casa Minha Vida, bem como em escolas, hospitais, postos de saúde, delegacias, bibliotecas, museus, parques, entre outros. No caso das grandes usinas solares, a associação propôs um maior protagonismo da fonte solar nas contratações de leilões de energia elétrica do governo federal, já que a solar é mais competitiva no país e ajuda na redução da conta de luz da população. “Para o Brasil se tornar a potência sustentável que se almeja, é preciso inverter a lógica de políticas públicas no setor de energia: diminuir subsídios, incentivos e desonerações às fontes fósseis e aumentar o apoio às fontes limpas e renováveis, bem como às novas tecnologias de armazenamento energético e o próprio H2V. É nesta direção que o mundo caminha e é isso que a sociedade brasileira e a comunidade internacional esperam de nossos líderes”, comentou Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar. “O maior apoio às fontes renováveis também pode impulsionar o processo da chamada ‘reindustrialização verde’, atraindo novas fábricas para o Brasil, com mais capital estrangeiro, novas oportunidades de negócios e novas tecnologias”, acrescenta. Além de Sauaia, o encontro com o ministro Haddad contou com a participação de demais membros da entidade, como Bárbara Rubim, vice-presidente de geração distribuída, Camila Ramos, vice-presidente de Investimentos e Hidrogênio Verde, Ricardo Barros, vice-presidente de geração centralizada, e Rodrigo Pedroso, conselheiro fiscal. “A fonte solar ajuda a diversificar o suprimento de energia elétrica do país, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de mais aumentos na conta de luz da população. A associação, na reunião, recomendou que o governo amplie o uso da energia solar fotovoltaica para acelerar a atração de investimentos, geração de empregos e renda, fortalecer a sustentabilidade e a liderança internacional do Brasil”, diz Sauaia. Fonte: Absolar/Assessoria Totum Comunicação

  • LINHA ARCH PARA FACHADAS DA PROJETO ALUMÍNIO

    “Solução para projetos arquitetônicos residenciais e comerciais modernos, que exigem acabamento impecável e tecnologia”, diz a marca A fabricante de painéis de ACM Projeto Alumínio oferece soluções que revestem obras dos mais diversos portes. “O ACM produzido, que atende às normas mundiais de segurança, é exportado para vários países. Produtos especiais, como os painéis resistentes a chamas, já são amplamente utilizados por arquitetos europeus e americanos”, afirma a empresa. Entre as linhas da empresa, encontra-se a linha Arch de painéis de ACM, para fachada de projetos arquitetônicos residenciais e comerciais modernos. Dividido nos modelos Kynar, Nano e Switch Color. KYNAR Reprodução: Projeto Alumínio O ACM com pintura Kynar é indicado para todos os tipos de revestimentos externos que exijam durabilidade e estabilidade de cor. Edifícios, centros comerciais e fachadas prediais são as principais indicações. Utiliza resina original PVDF e conta ainda com a fornecedora de tintas Sherwin-Williams - Valspar S/A. Detalhes: Kynar 4300 - Espessura do alumínio: 0,3mm em ambas as faces; Kynar 4500 - Espessura do alumínio: 0,5mm em ambas as faces; Espessura total: 4mm. NANO Reprodução: Projeto Alumínio O ACM Nano com pintura Kynar é indicado para todos os tipos de revestimentos externos que exijam durabilidade e estabilidade de cor. Edifícios, centros comerciais e fachadas prediais são as recomendações. Utiliza resina original PVDF e ainda conta com pigmentos em sua formulação, que proporcionam um efeito ideal para locais de alta exposição à poluição. Detalhes: Nano 4300 - Espessura do alumínio: 0,3mm em ambas as faces; Nano 4500 - Espessura do alumínio: 0,5mm em ambas as faces; Espessura total: 4mm. SWITCH COLOR Reprodução: Projeto Alumínio O ACM Switch Color com pintura Kynar ou Nano é indicado para todos os tipos de revestimentos externos que exijam durabilidade e estilo. Edifícios, centros comerciais e fachadas prediais são as recomendações. “ O produto utiliza na composição de sua pintura um elemento exclusivo, que altera a percepção da cor conforme o ângulo da incidência solar”, detalha a Projeto Alumínio. CORES DISPONÍVEIS ACM Para mais informações, acesse: www.projetoaluminio.com.br Fonte: Projeto Alumínio

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