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- PHANTOMATIC M3: CONHEÇA O CENTRO DE USINAGEM COM 3 EIXOS, DA EMMEGI
A Emmegi, produtora e comercializadora italiana de sistemas para usinagem de perfis em alumínio, ligas leves, PVC e aço, possui em seu catálogo a Phantomatic M3, um centro de usinagem CNC, com três eixos controlados. O equipamento conta com um sistema de giro automático da ferramenta em três posições fixas, que permite o processamento em três lados da peça de trabalho. Desenvolvido para usinagem de barras ou peças de alumínio, PVC, ligas leves em geral ou aço até 2mm. É fornecida com um depósito manual de ferramentas com nove lugares ao qual podem ser adicionados um ou dois depósitos automáticos com quatro lugares nas laterais da máquina. As peças de trabalho são posicionadas por um batente pneumático, posicionado no lado esquerdo da máquina, e são bloqueadas por quatro grampos que são posicionados pelo controle deslizante no eixo X. Adicionando um segundo batente opcional no lado direito, a máquina pode realizar usinagem estendida de barras até o dobro da capacidade de trabalho. Além disso, é equipado com um plano de trabalho móvel para facilitar o carregamento/descarregamento da peça; isso também permite um aumento considerável na seção usinável. INTERFACE DO OPERADOR A nova versão de controle, com interface suspensa, permite que o operador visualize o vídeo a partir de qualquer posição, graças à possibilidade de rodar o monitor no eixo vertical. A interface do operador possui tela sensível ao toque de 15" com todas as ligações USB necessárias para a interface remota com o PC e o CN. Também possui botoeira, rato e teclado, além da predisposição para a ligação do leitor de código de barras e da botoneira remota. Possui um conector USB frontal para a troca dos dados. TOPES PNEUMÁTICOS Na máquina há topes reforçados que permitem a referência para a barra, localizados um no lado esquerdo (padrão) e outro no lado direito (opcional). Cada tope, acionado por um cilindro pneumático, é do tipo retrátil e pode ser selecionado automaticamente pelo software da máquina, de acordo com as usinagens a realizar. A vantagem do tope duplo consiste na possibilidade de executar o reposicionamento da barra ou do pedaço para executar usinagens em perfis particularmente longos. ELETROMANDRIL - M O eletromandril de 4 kW em S1 pode atingir a velocidade de 20.000 giros/min. O movimento do eletromandril ao longo do eixo A permite realizar as rotações de 0° a 180°, permitindo usinar o perfil em 3 faces, sem ter que reposicioná-lo. Pode ser utilizado em perfis de alumínio, PVC e ligas leves, além de poder trabalhar extrudados de aço com espessuras de até 2mm. MORSAS O software da máquina, em função do comprimento da peça e das usinagens a executar, é capaz de determinar, em segurança absoluta, a quota de posicionamento de cada grupo morsa. O posicionador automático permite engatar cada grupo morsa e deslocá-lo pela movimentação do carro. Esta operação é realizada com a máxima rapidez e precisão, evitando tempos longos e riscos de colisão e tornando a máquina facilmente utilizável, mesmo por operadores menos experientes. O plano de trabalho móvel facilita a operação de carga/descarga da peça e aumenta de maneira considerável a seção a usinar. ARMAZÉM DE FERRAMENTAS AUTOMÁTICO O armazém de ferramentas padrão permite alojar nove cones porta-ferramentas. É manual retrátil e está posicionado na máquina para a gestão prática por parte do operador. Como opção, a máquina pode ser equipada com um ou dois armazéns automáticos adicionais, colocados nos dois lados da cabina. Cada um deles é capaz de alojar quatro porta-ferramentas com as respetivas ferramentas, configuráveis a critério do operador. Para mais informações, acesse: www.emmegi.com/pt/ Fonte: Emmegi
- FÓRUM CONTRAMARCO ACONTECE NO DIA 18 DE MAIO, EM GOIÂNIA: CONFIRA A PROGRAMAÇÃO
O encontro é gratuito e tem vagas limitadas A Revista CONTRAMARCO realizará mais um grande evento voltado para a indústria de esquadrias e vidro: o FÓRUM CONTRAMARCO, que acontece em 18 de maio, das 13h às 21h, no Clarion Goiânia Órion, em Goiânia (GO). O encontro é gratuito e tem vagas limitadas. O evento tem como objetivo principal entregar atualização profissional, informações e conhecimento para a região Centro-Oeste do país. Com foco no segmento de esquadrias, vidros e fachadas, o FÓRUM CONTRAMARCO vem para elevar o nível do segmento com palestras e apresentações das novas tecnologias e sistemas para a indústria de esquadrias e vidro. CONFIRA OS TEMAS DAS PALESTRAS DO FÓRUM CONTRAMARCO: Para inscrições e mais informações, acesse: https://www.forumcontramarco.com.br/
- MARCA AUTEM, DA ESAF BUILDING SYSTEM, APRESENTA DUAS NOVAS LINHAS
Os produtos possuem conceito europeu mesclando sutileza no fechamento de marco e folha com minimalismo nos montantes Com mais de 43 anos de experiência na produção de materiais, a Esaf Building System , do Grupo Ibrap, é reconhecida pela fabricação de produtos com a certificação ISO 9001. Duas novas linhas de produtos, 32LD e 45LD, com conceito europeu mesclando sutileza no fechamento de marco e folha com minimalismo nos montantes foram apresentadas recentemente pela marca. As linhas possuem canal europeu com câmara de 16mm, podendo compartilhar acessórios com linhas de PVC e maxim-ar oculta, mantendo todo conceito minimalista. LINHA 32LD Perfis de folha com bitola de 32mm; Redução de perfis, visando otimização e produtividade; Fechamento de folhas e marcos por meio de cravamento ou cantoneiras expansíveis; Apta para receber fechamentos multiponto com cremonas minimalistas ou ocultas. LINHA 45LD Perfis de folha com bitola de 45mm; Redução de perfis, visando otimização e produtividade; Fechamento de folhas e marcos por meio de cravamento ou cantoneiras expansíveis; Possibilidade de aplicar vidros duplos ou insulados de até 32mm; Fechamento multiponto para todas as linhas; Possibilidade de folhas alçantes e deslizantes podendo abranger até mesmo vãos de grandes dimensões. Composta por três séries de esquadrias: Clássica, Slim e Minimalista, a marca Autem possui capacidade de instalação de 20 mil toneladas de perfis extrudados e 10 mil toneladas de perfis pintados. Além disso, a empresa oferece itens complementares, como brises, guarda-corpos e fachadas Structural Glazing . Para mais informações, acesse: www.instagram.com/autemsistemas/ Fonte: Autem
- 9º PRÊMIO ARQUITETURA TOMIE OHTAKE AKZONOBEL ANUNCIA OS PROJETOS SELECIONADOS
A inauguração da exposição e anúncio dos premiados serão realizados no dia 09 de maio O Instituto Tomie Ohtake e a AkzoNobel apresentam as 10 obras selecionadas na categoria Profissional e os 3 projetos selecionados e 1 projeto reconhecido como menção honrosa na Universitária, categoria que fez parte da 6º edição (2019) e que agora retorna neste 9º Prêmio Arquitetura Tomie Ohtake Akzonobel. No total, foram inscritas 190 obras da categoria Profissional, provenientes de 17 estados brasileiros e do Distrito Federal, enquanto na Universitária foram enviados 138 projetos, provenientes de 17 estados brasileiros e do Distrito Federal. Entre os selecionados há obras localizadas na Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. A seleção foi feita por um júri formado pelos arquitetos Carol Tonetti, Catherine Otondo, Clevio Rabelo, Ester Carro e Thaís Troncon Rosa. Os selecionados participarão de uma exposição na sede do Instituto Tomie Ohtake, de 09 de maio a 02 de julho de 2023, e de uma publicação sobre o prêmio. Na inauguração do evento, serão anunciadas três obras premiadas na categoria Profissional e um projeto na categoria Universitária. CATEGORIA PROFISSIONAL Projeto: CASA FLORESTA / Localidade: Belo Horizonte – MG / Ano de conclusão: 2021 / Tipo de projeto: residencial / Autoria: Estúdio Zargos; Projeto: CASAMIRADOR SAVASSI / Localidade: Belo Horizonte – MG / Ano de conclusão: 2021 / Tipo de projeto: residencial / Autoria: Gisele Borges Arquitetura; Projeto: CASA NA BOCAINA / Localidade: Bananal – SP / Ano de conclusão: 2021 / Tipo de projeto: residencial / Autoria: Ana Altberg e Cesar Jordão; Projeto: CASARÃO 28 / Localidade: Salvador – BA / Ano de conclusão: 2022 / Tipo de projeto: residencial/comercial / Autoria: Naia Alban; Projeto: CASA SARACURA / Localidade: São Paulo – SP / Ano de conclusão: 2022 / Tipo de projeto: residencial / Autoria: [entre escalas]; Projeto: CASAS POPULARES PAUDALHO / Localidade: Paudalho – PE / Ano de conclusão: 2021 / Tipo de projeto: residencial / Autoria: NEBR Arquitetura; Projeto: CENTRO DE REFERÊNCIA QUEBRADEIRAS DE BABAÇU / Localidade: Povoado de Sumauma, Vitória do Mearim – MA / Ano de conclusão: 2022 / Tipo de projeto: comercial, institucional / Autoria: Estúdio Flume; Projeto: RESTAURO, MODERNIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DO MUSEU DO IPIRANGA / Localidade: São Paulo – SP / Ano de conclusão: 2022 / Tipo de projeto: institucional, público, urbano / Autoria: H+F ARQUITETOS; Projeto: ROTA DO SÃO BENEDITO / Localidade: Vitória – ES / Ano de conclusão: 2022 / Tipo de projeto: público, urbano; Autoria: Coletivo Cidade Quintal; Projeto: TERMINAL E PARQUE URBANO EM SÃO LUIZ / Localidade: São Luís – MA / Ano de conclusão: 2020 / Tipo de projeto: público, urbano; Autoria: Natureza Urbana. CATEGORIA UNIVERSITÁRIA Projeto Menção Honrosa: ALDEIA MARAKANÃ: A construção de uma aldeia indígena urbana / Localidade: Rio de janeiro – RJ / Instituição de ensino: UFRJ / Tipo de projeto: social, cultural / Autoria: Gustavo Lennon; Projeto: ARMADURA DA PAISAGEM: Infraestrutura verde nas encostas do Morro da Formiga / Localidade: Rio de janeiro – RJ / Instituição de ensino: UFRJ / Tipo de projeto: público, urbano / Autoria: Larissa de Paula Scheuer; Projeto: A VILA DOS CATADORES CICLISTAS / Localidade: Brasília – DF / Instituição de ensino: FAU-UNB / Tipo de projeto: institucional, urbano, temporário, assistencial / Autoria: Bruna Ruperto; Projeto: DA INCESSANTE CONSTRUÇÃO À OBSOLESCÊNCIA CONSTRUÍDA: Uma proposta de apropriação para o edifício Garagem do Carmo / Localidade: Rio de janeiro – RJ / Instituição de ensino: PUC-Rio / Tipo de projeto: público, urbano; Autoria: Maria Vitória Martins. Desde sua primeira edição (2014), o prêmio recebeu 1.907 projetos inscritos. Na edição passada, em 2022, os três premiados foram: Daniel Mangabeira da Vinha, Henrique Eduardo Caldas Coutinho e Matheus Conque Seco Ferreira (BLOCO Arquitetos) com o projeto Casa Palicourea (Alto Paraíso de Goiás – GO); Laurent Troost (Laurent Troost Architectures) com o projeto Casarão da Inovação Cassina (Manaus – AM) e Fernando Maculan Assumpção e Joana César Magalhães (LEVANTE Favelinha) com o projeto Centro Cultural Lá da Favelinha (Belo Horizonte – MG); Adriano Andrade Carneiro de Mendonça e Antonio Pedro S L Ribeiro Coutinho (Estúdio Chão) a Menção Honrosa pelo projeto Transborda! (Rio de Janeiro – RJ). Já a Menção Honrosa Sustentabilidade foi dedicada à Casa do Mel (Canaã dos Carajás – PA), projeto de Christian Teshirogi (Estúdio Flume), enquanto a Menção Honrosa Cor foi conquistada pelo projeto Casas + Edifício Misto MBV2 (Sobral – CE), projetada por Bruno Melo Braga, Bruno Perdigão de Oliveira, Igor Lima Ribeiro e Luiz Mattoso Cattony (Rede Arquitetos). Fonte: AkzoNobel/Conteúdo à la Carte
- DX900, O SELANTE ESTRUTURAL DE SILICONE DA DXMAX
A DXMAX, desenvolvedora de químicos para construção civil, possui em seu catálogo o selante de silicone estrutural DX900 monocomponente de cura neutra a temperatura ambiente, com elasticidade, resistência a intempéries e aos raios UV, adesão e colagem estrutural. A marca afirma que esta formulação de selante, pronta para uso, foi desenvolvida para atender às especificações tipo “S”, “Grau NS”, “Classe 50”, “padrões de teste NT, G e A” da norma ASTM C-920 (Standard Specifications for Elastomeric Joint Sealants), da América do Norte, e abrange a especificação de juntas elastoméricas monocomponentes e multicomponentes, para selagem, vedação e calafetagem de envidraçamento de praças, prédios, pisos, construção, aeroportos e rodovias. Os resultados de adesão do relatório 2228/22, apontaram que o DX900 preto foi testado com perfis pintados para envidraçamento de sacadas e atendeu as normas, que tinham como critério de aprovação uma força mínima de 4kgf, sendo que o produto atingiu a média de 29,59kgf, aproximadamente, resistindo 7x mais do que a norma pedia. Esses resultados foram obtidos após a exposição das amostras a raios UV, variação de temperatura e sem a utilização de primer. Reprodução: DXMAX Para mais informações, acesse: www.dxmax.com Fonte: DXMAX
- QUAIS SÃO AS FUNÇÕES DAS PERSIANAS NO PROJETO?
Vita Componentes, Udinese Assa Abloy e Expalum dissertam sobre as persianas, integradas e externas, e suas vantagens *Por Emanuelle Ormiga, sob supervisão da profissional habilitada Stephanie Fazio Sendo mais que um item decorativo e muito útil nas janelas das casas e apartamentos, as persianas, sobretudo as externas e as integradas às janelas, têm ganhado um grande destaque no mercado nos últimos anos. Além de ser uma decoração prática e moderna, as persianas integradas, por exemplo, possuem um material resistente às variações climáticas, podendo ser instaladas em diversos lugares – ambientes urbanos, campo ou litoral –, de acordo com a arquiteta Márcia Giberni, gerente de especificação e desenvolvimento de mercado da Expalum, empresa fabricante de palhetas de alumínio e componentes para esquadrias. De acordo com o portal Perfecta Esquadrias, essas janelas, além de trazerem uma sensação de conforto e um visual elegante à residência, podem proporcionar diversos outros benefícios para quem for reformar ou construir sua casa ou apartamento. “Pode ser utilizada em projetos de casas e edifícios residenciais, comerciais, industriais e até hospitalares, mas a grande demanda de utilização ainda é no residencial, em especial, nos dormitórios”, explica a arquiteta. VANTAGENS DA EXTERNA E DA INTEGRADA “A persiana externa, além de proteger a janela, torna o ambiente interno mais térmico e acústico, deixa a parte externa da obra mais bonita”, afirma Altair Lima, diretor da Vita Componentes, fabricante e distribuidora de acessórios para esquadrias. Já sobre a persiana integrada, João Vieira, diretor da Udinese Assa Abloy, fabricante de componentes para esquadrias de alumínio, explica que as vantagens são diversas. “A solução de persiana da Udinese permite ao usuário máximo conforto, pois controla a luminosidade do ambiente, garantindo blackout total através da máxima eficiência das palhetas EVO. Elas também possuem excelente desempenho no isolamento acústico, uma vez que são produzidas em três níveis de densidade (normal, média e altíssima)”, informa. Além disso, Vieira reforça que as palhetas são sustentáveis, pois são produzidas com poliuretano 100% de base vegetal. Ele também apresenta a variedade que o cliente final tem para acionamento da persiana. “A Udinese oferece ao mercado o acionamento manual através dos recolhedores e, no caso das motorizadas, o acionamento pode ser feito por botoeira, controle remoto, aplicativo Udiconnect, pelo celular e, agora também pelo comando de voz, através da Alexa e Google Home”, ressalta. A arquiteta Márcia acrescenta que uma persiana integrada possui a vantagem de uma maior área de iluminação e ventilação em relação às janelas com venezianas. “As persianas podem ser instaladas em casas ou apartamentos, pois oferecem maior privacidade e, por terem palhetas com preenchimento de poliuretano interno, as mesmas proporcionam um melhor isolamento térmico e acústico, trazendo uma ótima sensação de conforto para o usuário.” MECANISMO DE UMA PERSIANA Em relação às persianas de alumínio externas, o diretor da Vita Componentes explica que existem dois tipos de mecanismo: um mecânico, que é acionado puxando uma fita para que ela abra e feche; ou motorizado, sendo de botoeira ou controle remoto. Para a solução manual, a Udinese Assa Abloy oferece o modelo de recolhedor para janelas e portas, que possibilita a redução de carga, permitindo ao usuário o acionamento mais leve e confortável. Já a opção motorizada conta com uma variedade de motores da Linha Bolt, entre diferentes capacidades de cargas, diâmetros e aplicações. “A Udinese oferece também a solução completa de componentes para o sistema de persiana integrada, que inclui tampas das caixas, guias, disco alinhador, mancal e, não menos importante, as palhetas de densidade normal, alta e altíssima, que permitem a utilização em vão de até 4m”, completa Vieira. AUTOMÁTICAS OU MANUAIS? Altair Lima, diretor da Vita Componentes, afirma que em obras voltadas para o médio e alto padrão se utiliza mais as persianas automáticas. Já as obras que têm persiana externa manual são de um padrão médio para baixo. “Hoje, aproximadamente o sistema automático é de 4 a 6x mais caro que o manual”, finaliza. “A motorização de persianas tem crescido e ganhado cada vez mais relevância no mercado. Nossa recomendação aos parceiros é para que sejam ofertadas as persianas motorizadas. Isso porque o valor agregado do produto final é muito maior e o preço de uma solução motorizada está cada vez mais competitivo”, informa Vieira. O diretor da Udinese completa dizendo que a marca conta com a Linha Blind para motorização de persianas decorativas, toldos e cortinas tradicionais, para quem está aliado à tecnologia e busca conforto e praticidade no dia a dia. Márcia explica que pela praticidade, estética e elegância, as persianas automáticas estão ganhando cada dia mais espaço no mercado. “A Expalum possui motores para tubo de 40mm, 60mm e 70mm, com botoeira ou controle remoto. O uso de cada um deles vai depender muito das dimensões da esquadria e do peso da esteira. O uso do recolhedor normal de fita não pode ser utilizado em esteiras muito pesadas, nesses casos é indicado o uso do recolhedor com redutor ou motor.” “Em média, a diferença do recolhedor normal para motor com botoeira será de mais ou menos 70%, já o recolhedor com redução para um motor com botoeira é o mesmo valor. A vantagem do uso do motor é que hoje o preço do motor em relação ao preço da esquadria com esteira é praticamente insignificante”, finaliza a arquiteta. PERSIANA ENTRE VIDROS E PERSIANA EXTERNA De acordo com a arquiteta, os produtos são diferentes. As persianas integradas tradicionais podem ser externas ou internas (dentro ou fora do vão da esquadria), são mais utilizadas em edifícios, residências, comércios e indústrias e proporcionam conforto térmico, acústico e de controle de iluminação e ventilação. “A vantagem é que podem ser instaladas em grandes vãos. A Expalum possui muitas opções de palhetas para persianas e para atender até 6,50m de largura, com uma gama de mais de 300 cores.” Já a persiana entre vidros, Márcia explica que são muito utilizadas em ambientes hospitalares, onde necessitam de uma maior assepsia, elas também controlam a passagem de luz externa e auxiliam no conforto térmico e acústico do ambiente. Fonte: Perfecta Esquadrias, Expalum, Vita Componentes e Udinese Assa Abloy
- VALE A PENA INVESTIR EM UM IMÓVEL NA PLANTA?
Arquiteta conta os benefícios de investir em uma propriedade que ainda não está pronta Comprar imóveis na planta pode ser muito vantajoso, isso porque o comprador tem mais tempo para planejar o pagamento das prestações e negociar a entrada, as parcelas e as condições do financiamento. Por essa razão, e considerando o momento econômico do país, o número de investidores vêm crescendo consideravelmente, as pessoas estão retirando dinheiro dos bancos e investindo em imóveis. No período de pré-lançamento e lançamento das vendas, é possível ter acesso aos preços iniciais do imóvel, valores que serão reajustados conforme o avanço da construção. “A fim de melhorar ainda mais a negociação e os valores efetivamente pagos, dê o maior valor de entrada possível. Assim, como consequência, as parcelas mensais serão mais baixas e os juros irão incidir sobre um valor menor”, destaca Germana Lara, arquiteta à frente do escritório Larc Arquitetura, em Belo Horizonte (MG). Apesar desse aumento expansivo, alguns possíveis compradores ainda ficam com dúvidas por causa dos riscos, mas o Código de Defesa do Consumidor prevê que a construtora responsável tem um prazo de 180 dias após a data prevista de conclusão do empreendimento para entregar as chaves. “Caso o acordo não seja cumprido, os consumidores podem exigir o recebimento do apartamento, aceitar outro produto ou serviço equivalente e até mesmo rescindir o contrato”, explica a arquiteta. A flexibilização de negociação e pagamento chama atenção daqueles que querem sair do aluguel e tem o desejo de ter a casa própria. Enquanto as obras são feitas, algo que leva, em média, de 2 a 3 anos, o comprador só paga pela entrada e parcelas iniciais do imóvel. Depois que as chaves são entregues, o comprador pode escolher entre pagar à vista ou financiar o restante do valor, a escolha pode ser feita logo no começo também, no momento de assinar o contrato. VANTAGENS DE COMPRAR IMÓVEIS NA PLANTA Planejamento; Negociação direta com a construtora; Desconto na compra; Valorização ao longo do tempo; Menos burocracias. Além disso, Germana diz que quanto mais diferenciais o imóvel tiver, maior será sua valorização. “Esses diferenciais podem ser uma ou mais garagens, posição solar nascente, piscina na unidade ou a mais clássica churrasqueira a carvão, todas adicionam um valor agregado que aumenta sua demanda”, enfatiza. Alinhado a isso, a personalização do imóvel é muito importante. A arquiteta frisa as modificações que o proprietário pode fazer. “Se tratando dessas mudanças, o céu é o limite. É possível, ampliar os ambientes, aumentar a quantidade de cômodos e também deixar a sua cara. Planejar o mobiliário, colocar os acabamentos do seu jeito, ter todos os pontos elétricos, para que a construtora deixe tudo certo e pronto”, ressalta. E antes desses processos, é essencial observar aquilo que não pode ser mudado. “Se você acha que o apartamento é pouco iluminado, tem pouca janela, entra pouco sol, tem que olhar isso. Outro ponto é o exterior do prédio, tem que procurar saber como vai ser a fachada, o revestimento. Todas as questões que tangem o lado de fora do edifício, não tem como alterar depois de morar. Por essa razão, é importante certificar, conhecer a construtora, conversar com profissional de qualidade e se resguardar de tudo”, finaliza Germana. Fonte: Letra Comunicação
- PISOS DE VIDRO SÃO SEGUROS? SAIBA COMO APLICAR ESTA SOLUÇÃO
Os pisos de vidro agregam sofisticação e modernidade ao projeto e podem ser aplicados na integração de pavimentos e degraus, pontes, conexão de áreas internas e externas, decks e piscinas, coberturas transitáveis e mezaninos. Pisos de vidro são seguros? Há pessoas que acreditam que o piso de vidro não é uma opção tão segura ou durável, quando comparado a outros tipos de materiais. Não são todos os modelos de vidro que podem ser utilizados no piso, por isso, é necessário seguir as normas técnicas vigentes. O Brasil não possui uma norma técnica que oriente sobre a aplicação do material. A NBR 7199 - Projeto, execução e aplicações de vidro na construção civil – indica que somente vidros laminados ou laminado temperado, além de uma camada intermediária estrutural podem ser empregados nestes tipos de projeto, por serem mais resistentes e terem grande capacidade de carga. A NBR 6123 – Forças devidas ao vento em edificações – Procedimento; e NBR 7210 – Vidros na construção civil – Terminologia também devem ser consultadas. É recomendado ainda que o modelo utilize interlayers (camadas intermediárias) estruturais de PVB (Pulivinil Butiral), que proporciona adesão entre os vidros e, principalmente, mantém os fragmentos grudados em caso de quebra, evitando assim o desmoronamento da superfície. No momento da instalação, além de contar com profissionais especializados, uma recomendação é que se observe a carga máxima, dimensão das peças e a quantidade de apoios que serão necessários, temperatura na qual o piso será submetido, tamanho e apoio dos degraus (em caso de escadas), acessos de emergência, entre outros pontos. Em pontes, geralmente a composição é mais trabalhada, seja com mais vidros ou outros materiais. Em áreas abertas, a sugestão é que a superfície externa do laminado receba revestimento antiderrapante, visando maior conforto dos pedestres, especialmente em circunstâncias de piso úmido. A utilização de calços de borracha na lateral e no fundo de apoio também é importante, pois evita o contato direto entre as placas e os materiais rígidos. Esse acessório geralmente precisa ter uma espessura maior do que a do vidro utilizado na estrutura. RECOMENDAÇÕES PARA CADA APLICAÇÃO Quando o piso de vidro está presente na integração entre dois andares, causa a sensação de amplitude do ambiente. Além de servir como teto para o primeiro pavimento, serve como piso para o segundo, trazendo um ganho em luminosidade e modernidade. Outra opção é utilizar as placas de vidro como divisórias de ambientes que, quando combinadas com portas de vidro, proporcionam amplitude ainda maior. Áreas externas também podem aplicar a solução, tornando decks e fundos de piscinas com aspecto mais clean. No caso de mezaninos e transitáveis, locais com pé direito duplo podem explorar essa tendência, gerando uma construção de aspecto leve e sem a sensação de rebaixamento do teto. ESTÉTICA Para um impacto visual mais marcante, alguns projetos utilizam vidros coloridos, como os serigrafados. O vidro impresso laminado também é uma boa opção, pois tem uma textura antiderrapante e propriedades que deixam menos expostos os riscos e arranhões, que inevitavelmente surgem com o passar do tempo. Contudo, o vidro transparente ainda é o mais utilizado. Fontes: Divinal Vidros e Blue Glass
- ABAL REALIZA WEBINAR SOBRE PERFIS EXTRUDADOS DE ALUMÍNIO: PRODUÇÃO E APLICAÇÕES
O encontro online e gratuito será no próximo dia 22 de março No dia 22 de março, às 14h, a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) realiza o webinar gratuito “Perfis extrudados de alumínio: produção e aplicações”. A transmissão será ao vivo, por meio do sistema Zoom, as vagas são limitadas. Marcelo Gonçalves, engenheiro metalurgista, mestre em engenharia e PhD pela Universidade de Sheffield-Inglaterra comanda o evento. O objetivo do encontro, voltado para interessados em se aprofundar no processamento, nas principais propriedades e características de produtos, será apresentar os principais conceitos e informações sobre a produção e as características de perfis extrudados de ligas de alumínio. Saiba mais e inscreva-se em: eventiza.com.br/evento/webinar-abal-perfis-extrudados Fonte: Abal
- ENERGIA SOLAR PODE DIMINUIR A CONTA DE LUZ EM ATÉ 90%
Investimento em energia solar em uma residência retorna em cerca de cinco anos O mercado de energia solar tem conquistado cada vez mais adeptos no mundo, e isso não seria diferente no Brasil. A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), divulgou que a energia solar tornou-se, em janeiro de 2023, a segunda maior fonte de matriz elétrica brasileira, gerando 23,9 gigawatts (GW) de potência operacional instalada. Ultrapassou a fonte eólica, com 23,8 GW, e perde, apenas, para a fonte hídrica, que possui atualmente 109,7 GW. Com a popularidade que essa energia renovável tem ganhado nos últimos anos, muitos brasileiros querem saber mais sobre ela e perguntam se é vantajoso investir na energia solar. De acordo com Frederico Loriggio, diretor da rede Provedor Solar – rede de franquias que busca aumentar o acesso à energia solar no país – a resposta é sim. “É uma fonte cada vez mais acessível, que desperta ainda mais interesse quando os usuários descobrem que ela traz uma grande vantagem: a economia de dinheiro quando comparada à energia elétrica”. O diretor vai além: “O usuário se torna imune aos reajustes da conta de luz e bandeiras tarifárias”. Um sistema de energia solar residencial, com projeto, instalação e equipamentos incluso, pode custar cerca de R$15 mil. “O retorno do investimento, ou seja, quando esse investimento é compensado, acontece em cerca de 5 anos. Não é um tempo muito longo e, geralmente, esses sistemas duram 25 anos. Vale a pena”, detalha Loriggio. Ainda com base em dados da Absolar, no Brasil, há quase 1 milhão de adeptos da energia solar – o que representa apenas 1% de todos os consumidores de energia elétrica no país. “É um mercado em crescimento e que agrada os usuários: uma pesquisa recente da consultoria Greener mostrou que 93% dos consumidores de energia solar estão satisfeitos”, destaca o diretor. “Cada vez mais, a energia solar conquistará o público com suas vantagens. Investir nela é investir no futuro”, completa. O interesse em levar essa vantagem para a população e tornar a energia solar acessível é tão grande que os bancos também incentivam o uso ao oferecer linhas de financiamento para os interessados em adquirir sistemas de energia solar. Há planos para residências e empresas. E não é apenas a vantagem econômica que torna a energia solar especial e até indispensável. “Tem também um aspecto social, já que a energia pode ser levada a comunidades sem acesso a eletricidade e, principalmente ambiental: além de ser renovável, não traz prejuízos ao meio ambiente já que a fonte é algo muito potente, especialmente aqui no Brasil, a irradiação solar”, finaliza Loriggio. Fonte: Absolar e Provedor Solar/Jaê Comunicação
- ASCEVI E SINDICAVIDROS-SC REALIZAM CERIMÔNIA DE POSSE DAS NOVAS DIRETORIAS
O evento aconteceu no início do mês, em Florianópolis (SC) No dia último dia 03 de março, aconteceu a cerimônia de posse da nova gestão da Associação Catarinense das Empresas Vidreiras (Ascevi) e do Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vidro, Espelhos e Cristais do Estado de Santa Catarina (Sindicavidros-SC), no Praia Brava Hotel, em Florianópolis (SC). As duas novas gestões são durante o triênio (2023-2026). A abertura foi realizada com a participação de José Domingos, presidente da Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro), entidade nacional parceira que apoia as iniciativas da Ascevi e do Sindicavidros-SC. Domingos ressaltou a importância do trabalho realizado pelas entidades regionais e destacou o excelente relacionamento construído entre as partes nesses quase 20 anos de atuação em conjunto. Filipe Gattera, presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal), apresentou os números do cenário nacional e a relevância do mercado catarinense de vidros e esquadrias para o país. Como representante da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Fernando Rocha, vice-presidente regional Sudeste, levantou a bandeira do associativismo para que a união dos empresários seja cada vez mais fortalecida, criando um ambiente favorável ao empreendedorismo. A cerimônia também contou com as seguintes presenças: Luciano Matiazzi, gerente executivo regional Sudeste do Serviço Social da Indústria (Sesi),Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e do Serviço Nacional de Aprendizagem ISENAI; Luis Henrique Tavares, diretor da Revista Contramarco, FESQUA, SAIE VETRO e FÓRUM CONTRAMARCO; e Bia Perdigão, representando a NurembergMesse Brasil. Após quatro anos à frente da Ascevi, o ex-presidente Lino Rohden fez a sua despedida contando a sua trajetória de sucesso, onde não deixou de priorizar a doação do seu tempo e dedicação ao mercado. Ele fez um apelo para que os empresários presentes se enxerguem como verdadeiros parceiros e continuem contribuindo com o trabalho voluntário na Ascevi. Para a nova gestão da Ascei, o seguinte grupo foi apresentado: Presidente Alexandre Athayde de Oliveira Souza Vice-Presidente Orlando Nascimento 1º Secretário Rodrigo Baptista Mallon 2º Secretário Marco Magalhães 1º Tesoureiro Samir Cardoso 2º Tesoureiro Odileno Lemkuhl Diretor de Marketing Jéssica Heydt Diretor Social André Athayde Conselho Fiscal 1º Conselheiro: Gustavo Ribeiro 2º Conselheiro: Guilherme Gorayeb 3º Conselheiro: João De Campos 1º Suplente: Geizi Cardoso 2º Suplente: Lino Rohden 3º Suplente: Odair Vilson Lehmkhul Diretores Regionais Grande Florianópolis Sandro Henrique Rensi Região Sul Tiago Mendes de Oliveira Planalto Serrano Jairo de Oliveira Souza Vale do Itajaí Marcelo Luiz Mangolt Região Oeste João Henrique Paludo Bolsi Região Norte Mauro Wagner Em seu discurso de posse, Alexandre Athayde agradeceu a oportunidade de estar à frente da Ascevi nos próximos anos, divulgou o prestígio da entidade no Sul do Brasil bem como no cenário nacional, sendo uma organização que acolhe todos os participantes da cadeia produtiva de vidros e esquadrias. Para finalizar, convidou a todos a investir e conhecer o brilhante trabalho realizado em prol da educação e formalização do setor. POSSE DO SINDICAVIDROS-SC A diretoria do Sindicavidros-SC foi convidada a tomar posse: Presidente Samir Cardoso Secretária Geizi Cardoso Rosa Diretor Administrativo - Financeiro/Tesoureiro Lino Rohden Suplentes Vice-Presidente Mauro Wagner Segundo Vice-Presidente Rafael Nandi Da Motta Vice-Secretária Ângela Rohden Vice-Diretor Administrativo-Financeiro/Tesoureiro Tiago Mendes De Oliveira Conselho Fiscal Efetivos Bruna Nandi Da Motta Everton Pessetti João de Campos Suplentes Márcio Fernandes João Henrique Paludo Bolsi Orlando Pedro Nascimento Na renovação dos votos da sua posse, o presidente Samir Cardoso lembrou da importância e da representatividade da criação do sindicato do setor vidreiro para atender as demandas das indústrias associadas e principalmente os seus interesses coletivos, como por exemplo as negociações das convenções de trabalho. Ele agradeceu os presentes que vieram prestigiar esse momento tão importante para o nosso setor. Por fim, foi apresentada a agenda anual de eventos da entidade e os convidados desfrutaram de um coquetel. No sábado, dia 04 de março, ambas as diretorias passaram a manhã reunidas com as associadas para estabelecer as diretrizes de trabalho no próximo ano. O evento foi finalizado com a confraternização das associadas, que levou o título de “Carnavidro” e contou com a apresentação da bateria e passistas da Floripa SC. “Foram momentos inesquecíveis de networking e comemoração pelas conquistas alcançadas”, afirma a Ascevi.
- DESAFIOS DA ENGENHARIA 4.0 E COMO AS STARTUPS PODEM AJUDAR A SOLUCIONÁ-LOS
Também conhecida como engenharia de quarta geração, a engenharia 4.0 é uma nova era na indústria marcada pela automação, inteligência artificial e conectividade. Ela oferece mais eficiência nos processos, melhores resultados e solução personalizada de demandas. Embora essas tecnologias ofereçam muitas oportunidades para melhorar a qualidade dos processos de produção, também apresentam alguns desafios significativos. A Andrade Gutierrez, multinacional especializada em infraestrutura, reconhece a importância da novidade, mas afirma que está em processo de migração. “Ainda existem muitos desafios para a implementação da quarta geração da engenharia, como questões de segurança de dados, manuseio de ferramentas e uma eficaz integração de sistemas”, comenta André Medina, responsável pelo Vetor AG, programa de inovação aberta da multinacional. Muitas vezes disruptivas, as startups podem oferecer soluções inovadoras para os desafios em diferentes áreas, ajudando diversos segmentos, inclusive o da engenharia, para que se tornem mais eficientes e modernos. “As startups são fundamentais para a criação de soluções e tendem a ser responsáveis por diversas inovações importantes hoje e no futuro”, continua Medina. Juntando alguns dos principais desafios existentes quanto à implementação da Engenharia 4.0, André separou três soluções viáveis através da conexão de empresas e startups de inovação. Confira: INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS Um dos desafios da engenharia 4.0 é a integração de muitos sistemas diferentes, como sensores, robôs e sistemas de automação. “Para que os processos ocorram corretamente, os sistemas precisam funcionar de forma harmoniosa. Startups entram como solução desse problema com soluções voltadas a comunicação ponta a ponta entre diferentes sistemas, garantindo eficácia”, aponta Medina. SEGURANÇA Com a quantidade crescente de dados gerados pelos sistemas de engenharia 4.0, existe uma preocupação com a segurança das informações. “Com cada vez mais conectividade, os sistemas podem se tornar vulneráveis a ataques cibernéticos. Startups que desenvolvem tecnologias de proteção para esses sistemas estão diretamente colaborando com os avanços da engenharia no Brasil”, pontua o executivo. CONHECIMENTO EM TECNOLOGIA Por último, um dos grandes desafios é o manuseio de ferramentas que requerem habilidades e conhecimento, como inteligência artificial e robótica. “Para se tornarem competitivos no mercado atual, os engenheiros devem aprender a mexer com tecnologias avançadas. As startups podem ajudar fornecendo treinamento e desenvolvendo ferramentas que tornem essas tecnologias mais acessíveis e fáceis de usar”, finaliza. Fonte: Andrade Gutierrez/Agência NoAr














