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- CONSTRUÇÃO EMPREGA MAIS 22,2 MIL NOVOS TRABALHADORES EM FEVEREIRO
De acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), a indústria da construção abriu 22.246 postos de trabalho com carteira assinada em fevereiro de 2023, aumento de 0,90% em relação ao número de empregados no setor em janeiro de 2022. Nos primeiros dois meses deste ano, houve um saldo positivo de 60.594 contratações (+2,50% sobre o número de dezembro). No acumulado de 12 meses até fevereiro, a construção gerou 176.518 novos empregos, um acréscimo de 7,66% sobre o número de empregados em fevereiro de 2021. Já o saldo entre admissões e demissões em todos os setores da atividade econômica no país resultou na abertura de 241.785 empregos em fevereiro. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram divulgados em 29 de março, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Para Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP, janeiro e fevereiro são meses em que a construção civil costuma repor os postos de trabalho que sazonalmente são fechados em novembro e dezembro. Mesmo assim, o ritmo das contratações tende a perder velocidade, diante da redução da atividade da economia e dos juros altos. Em fevereiro, a construção foi o terceiro setor que mais gerou novos empregos, através de serviços (+164.200 trabalhadores) e indústria (+40.380), e na frente da agropecuária (+16.284). O comércio registrou queda (-1.325). Nas atividades imobiliárias do setor de serviços (incorporação imobiliária), foram abertos 384 novos empregos em fevereiro – aumento de 0,21% na comparação com o número de postos de trabalho com carteira assinada em janeiro. No primeiro bimestre, foram 593 (+0,32% sobre o número de dezembro de 2022). Nos últimos 12 meses até fevereiro, foram 5.596 (+3,09% na comparação com o número de empregados em fevereiro de 2021). ESTOQUE Ao final de fevereiro, a construção empregava 2.481.328 trabalhadores com carteira assinada no país, de acordo com o Novo Caged. POR ESTADOS Das vagas abertas pela construção em fevereiro, 6.388 situam-se no Estado de São Paulo. Além de São Paulo, as unidades da Federação em que o setor mais abriu novos empregos foram: Minas Gerais (2.588), Rio de Janeiro (2.080), Mato Grosso do Sul (1.567), Santa Catarina (1.550), Goiás (1.414), Bahia (1.212) e Paraná (1.178). Pará e Maranhão voltaram a registrar ligeiras quedas. Fonte: Sinduscon-SP
- ROTO FERMAX SE UNE À ALUBAUEN E APRESENTA SOLUÇÕES EM DESIGN E TECNOLOGIA EM SHOWROOM MÓVEL
Portfólio completo de produtos é apresentado a arquiteto e construtores por meio da Roto Haus, novidade no Brasil Com um mercado cada vez mais exigente e demandante por novas soluções com tecnologia, design e confiabilidade, a Roto Fermax, fabricante de componentes para esquadrias de alumínio, PVC, madeira e ACM, se uniu a Alubauen, parceira da Roto Fermax que se destaca no segmento de esquadrias para edifícios corporativos e residenciais, para receber clientes, oferecer informações e demonstrar recursos para projetos customizados de alto padrão. No último mês de março, as empresas participaram de um evento na região de Curitiba (PR). No encontro estiveram reunidos arquitetos e construtoras que puderam conhecer de perto as soluções tecnológicas oferecidas pela Roto Fermax por meio do Roto Haus, um showroom móvel projetado sobre a base de um contêiner, único neste formato no Brasil que permite demonstrar na prática diferentes soluções fabricadas pela empresa para portas e janelas. Além da exposição dos produtos, consultores capacitados têm à mão o portfólio da empresa para, em tempo real, indicar as melhores soluções para diferentes perfis de projetos. “O Roto Haus está equipado com nossos principais produtos e com ele conseguimos apresentar toda a qualidade, design e funcionalidade do nosso portfólio. O contato com os produtos possibilita a aproximação das pessoas de forma a desmistificar seu uso e aplicações. Somos a única empresa do Brasil a desenvolver um showroom como este e é a primeira vez que o utilizamos em um evento em parceria com o cliente”, destaca Raquel Kneidl, gerente de marketing da marca. De acordo com Wilson Cucchiarato, diretor comercial da Roto Fermax, o Roto Haus é muito adequado ao mercado local “nossa cultura é muito tátil, gostamos de tocar, de sentir e, tudo o que está instalado no Roto Haus é possível de ser testado. Apesar de compacto, o Roto Haus é otimizado para trazer ao público todo o portfólio de produtos da marca, tanto para madeira quanto para PVC e alumínio”. “Desenvolvemos esse projeto porque vai em linha com nossa forma de atuação. Somos mais do que fabricantes de componentes para o setor, prezamos pela qualidade e pelo desenvolvimento de soluções que atendam com confiabilidade, qualidade, design e segurança aos projetos de nossos clientes”, completa. PARCERIA DE SUCESSO No evento, a Alubauen apresentou também aos participantes as esquadrias Bauen 32 e Bauen 45, fruto de uma parceria com a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) e a Roto Fermax. “Quando disponibilizamos novos produtos ao mercado e conseguimos demonstrar na prática toda sua funcionalidade, geramos a confiança necessária para que nossos clientes possam adquirir as soluções”, comenta Leonardo Arantes, gerente comercial da Roto Fermax. O desenvolvimento de novas soluções de ponta para esquadrias é o forte da parceria entre a Roto Fermax, Alubauen e a CBA. “A união entre nossas marcas tem muito esse cunho de trazer inovações constantes para o nosso negócio com a finalidade de fornecer aos nossos clientes sistemas de padrão internacional”, finaliza Gustavo Coraiola, diretor comercial da Alubauen. Fonte: Roto Fermax/Página 1 Comunicação
- CUBO ITAÚ APRESENTA HUB VOLTADO ÀS STARTUPS DE CONSTRUÇÃO E PROPRIEDADE
Cubo Construliving irá atrair e desenvolver startups e grandes empresas para inovar e gerar negócios no setor O Cubo Itaú, hub – lugar que agrega vários produtos ou serviços ao mesmo tempo – de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, ao lado da Dexco, Eztec, Gerdau, Itaú, Itaú BBA, MPD Engenharia e Saint-Gobain anuncia o lançamento do Cubo Construliving , primeiro hub focado em criar experiências na cadeia de construção e da habitação no ecossistema da região. Por meio de curadoria, conexão dos principais players e geração de negócios, o desenvolvimento dos setores de construção civil e habitação será impulsionado. O Cubo Construliving tem a expectativa de crescer em 300% o número de startups - empresa nova com um modelo de negócios escalável, repetível e uma ideia inovadora que provoca impacto na sociedade - na comunidade em seu primeiro ano de atuação. Soluções nos segmentos de projeto, viabilidade, construção, aquisição e habitação estão no radar. “Entendemos que os setores de construção civil e habitação ainda possuem desafios grandes de integração dos players da cadeia e transformação digital. E nossa experiência mostra que por meio dos hubs, ganhamos profundidade, conhecimento e acesso a talentos com expertises e visões complementares para compreender melhor os obstáculos do setor e encontrar soluções mais precisas”, conta Paulo Costa, CEO do Cubo Itaú. Segundo o Mapa das Construtechs e Proptechs 2022 , produzido pela Terracotta Ventures, os últimos seis anos apresentaram um crescimento de 282% no número de startups ativas que atuam no setor. O ano passado marcou 955 startups ativas operando ao longo de todo ciclo de projetos, construção, aquisição e propriedades em uso. Além disso, em 2021 houve um crescimento de 11,6% no número de rodadas de investimento em startups desses setores. Por fim, São Paulo aparece como o estado que se destaca em quantidade de startups ativas (43,12%). No Brasil, aproximadamente 84% das pessoas vivem em áreas urbanas, mostra um estudo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com esse alto número de habitantes, há consequentemente uma série de desafios a serem resolvidos pelas companhias e que podem usar a tecnologia como aliada. Uma pesquisa feita pelo Datafolha com o Quinto Andar revela que 87% dos entrevistados têm o sonho da casa própria. “Só por esses dados já fica evidente a oportunidade que temos de ter no Cubo o hub de conexão dessas startups com as grandes empresas estabelecidas em suas áreas de atuação e que contam com a inovação para se adaptarem às novas demandas e realidades de mercado. O Cubo Construliving é a plataforma ideal para que possam atuar em conjunto, com projetos que impactam não só o setor, mas o ecossistema de inovação e sociedade como um todo”, complementa Costa. Para as empresas participantes, o Cubo Construliving também é uma oportunidade de acessar startups não só da América Latina, mas de diversas partes do mundo, além de fazer parte de eventos e programas da comunidade. DESAFIOS Um dos objetivos da Dexco , empresa produtora de painéis de madeira industrializada do Brasil e de louças e metais sanitários no hemisfério Sul, é protagonizar a transformação do setor de materiais de construção, decoração e reforma. Para isso, a companhia tem o desafio de melhorar a eficiência das suas operações e aprimorar a jornada de consumo dos seus clientes e consumidores, entregando o propósito de oferecer Soluções para Melhor Viver . Desta forma, a Dexco busca, junto ao hub, fomentar conexões estratégicas para o desenvolvimento de iniciativas e soluções que possam trazer mais inovação a um dos setores que é conhecido por menos inovar, o da construção civil. A companhia deseja mapear startups aderentes às suas duas frentes de Inovação Aberta: “Open Dexco” , programa de inovação aberta para solucionar problemas de ineficiência por meio do relacionamento com startups , e o “DX Ventures” , Corporate Venture Capital para investimento em startup s que tenham fit estratégico com a empresa. “A Dexco deseja impulsionar, cada vez mais, a cultura de inovação aberta e oxigenar os colaboradores com novos conhecimentos para explorarmos novos conceitos de forma ágil. Assim, o Hub será um aliado na identificação de tendências de consumo, ferramentas e novos processos. A empresa tem um forte viés industrial, mas estamos transformando nossa cultura com foco em transformação digital e colocando o consumidor no centro da nossa estratégia”, explica Daniel Franco, diretor de TI, desenvolvimento de negócios, inovação e analista de crescimento. No caso da Eztec , construtora e incorporadora brasileira de empreendimentos comerciais e residenciais nos padrões econômico, médio e alto, fazer parte da iniciativa é uma oportunidade de contribuir para a modernização do setor da construção civil, quebrando paradigmas e transformando a construção, administração e venda de imóveis. Por meio do Cubo Construliving, a empresa busca novas oportunidades de negócio e parcerias que contribuam para potencializar o Inova EZ, um dos vetores de transformação digital da empresa. “Estamos vivendo um momento de transformação na empresa e acreditamos que, a partir dos relacionamentos que serão construídos por meio do Cubo Construliving, melhoraremos os nossos processos e aumentaremos a satisfação dos nossos clientes. Nosso objetivo é consolidar novas parcerias e aumentar o portfólio de mais de 30 startups que já estão conectadas ao nosso negócio, reforçando os pilares da nossa cultura organizacional – pessoas, resultados e excelência", afirma Flávio Ernesto Zarzur, vice-presidente executivo da Eztec e presidente do Conselho de Administração da Companhia. A Gerdau , empresa brasileira produtora de aço, busca, a partir da experiência com o Cubo Construliving, intensificar ainda mais suas conexões com o ecossistema de construtechs do país, explorando oportunidades de negócios que contribuam para o desenvolvimento da indústria da construção. A companhia acredita genuinamente na inovação aberta e desenvolve novos negócios adjacentes ao aço por meio da Gerdau Next , suportando empreendedores e, também, por meio de parcerias com grandes empresas do setor. “ Construtech é um dos quatro clusters estratégicos da Gerdau Next, divisão de novos negócios complementares ao aço da Gerdau, e tem a missão de contribuir para a industrialização, modernização, digitalização e redução do déficit habitacional no setor da construção. Com essa iniciativa, visamos gerar ainda mais valor para toda a cadeia deste segmento, buscando em conjunto melhorias de produtividade, eficiência e práticas mais sustentáveis”, afirma Juliano Prado, vice-presidente global da Gerdau. O Itaú Unibanco , banco digital com a conveniência do atendimento físico, tem como etapa inicial a aproximação de startups , empresas do setor e parceiros do Cubo Construliving para mapear oportunidades de inovação para habitação, além de um mapeamento para conectar negócios. A aproximação entre players que possam otimizar processos e melhorar a jornada de seus clientes é um dos principais interesses da instituição. A expectativa é se relacionar com mais de 90 startups até dezembro deste ano e dar início a duas Provas de Conceito (POCs). “Nos últimos anos, evoluímos significativamente na busca por inovações associadas a jornadas mais simples, ágeis e digitais no segmento imobiliário, sempre baseados nas necessidades dos nossos clientes. Neste contexto, temos cada vez mais avançado na integração entre as ações do Itaú BBA para incorporadoras e as do Itaú Unibanco para clientes finais, com o propósito de unir forças, conhecimento e oferecer a melhor proposta de valor de financiamento e serviços em todas as etapas. Com o novo hub do Cubo, teremos uma gama enorme de possibilidades de parcerias com startups e empresas de referência que trabalham neste mesmo compromisso para alavancar ainda mais o setor e auxiliar nossos clientes na conquista de seus objetivos”, afirma Thales Ferreira Silva, diretor de crédito imobiliário e consórcio do Itaú Unibanco. Em complemento, o Itaú BBA está em busca de dados e soluções que permitam desenvolver novos produtos e melhorar a experiência dos clientes. “Temos uma estrutura de produtos e vendas especializada no mercado imobiliário nacional com uma atuação integrada do financiamento à construção ao financiamento à aquisição pela pessoa física. Essa visão completa da jornada do cliente nos permite mapear e identificar dores que possam ser solucionadas a partir desse novo ecossistema junto com os nossos parceiros”, afirma Bruno Bianchi, diretor comercial do segmento imobiliário no Itaú BBA. Para a MPD Engenharia , construtora e incorporadora com mais de 40 anos de história com atuação em diversos segmentos – destaque para residencial, comercial, e hospitalar –, o Cubo Construliving deve otimizar as iniciativas por meio da conexão com ecossistema de construtechs e proptechs , ampliando o número Provas de Conceito (POCs, sigla em inglês) com startups que tragam soluções para aumento da eficiência operacional dentro dos canteiros de obras e backoffice (departamentos administrativos de uma empresa). “Ao lado das demais empresas do hub, queremos ser agentes de transformação do segmento que possui diversas oportunidades em temas como industrialização, sustentabilidade e transformação digital”, afirma Mauro Piccolotto Dottori, presidente do Conselho de Administração da MPD Engenharia. Para o Grupo Saint-Gobain , fabricante e distribuidora de materiais e serviços para construção e indústria, o hub é uma força motriz necessária para impulsionar, ainda mais, esse importante movimento do setor. “A união das empresas do segmento permitirá a mobilização da cadeia para enfrentar desafios de industrialização e digitalização, em conjunto com o amadurecimento do ecossistema de startups , trazendo soluções inovadoras para dinamizar positivamente a evolução de toda a cadeia de valor”, ressalta Javier Gimeno, vice-presidente sênior e CEO Região Latam da Saint-Gobain. FUTURO DO SETOR O projeto Construção 2030 , desenvolvido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), traz um olhar para o futuro da construção no mundo e os cenários para o Brasil dentro de alguns pilares, como habitação. Uma das previsões aposta que habitações do futuro combinadas com uma cultura de morar provisório farão surgir formas integradas de coliving (conceito de moradia compartilhada), coworking (modelo de trabalho que se baseia no compartilhamento de espaço e recursos de escritório) e colearning (aprendizado colaborativo). Nos novos espaços habitacionais do futuro surgirá uma nova sociologia das interações entre seres inteligentes, naturais e artificiais que ainda precisa ser estudada e compreendida. Isso também se deve às relações sociais mais ricas, uso racional de recursos, redução do custo de propriedades e uso racional do tempo. Ainda segundo o estudo, o planejamento das cidades ficará mais inteligente e sistêmico, atendendo necessidades coletivas e individuais como elementos dinâmicos da vida dos espaços urbanos. Com isso, novas formas de urbanização serão suportadas pelas redes de informações massivas e pela Internet das Coisas (IoT). Construções ativas, adaptativas e regenerativas tornarão a setorização urbana dinâmica reconfigurável e adaptável. O futuro da construção também passa por medidas de incentivo à modernização e industrialização do setor, por meio da intensificação do desenvolvimento de novos métodos construtivos. O emprego de uma construção industrializada, a qual deve se tornar uma prática mais frequente ao longo dos próximos anos, contribui para reduzir os prazos de finalização das obras e aumentar a eficiência de processos e o controle de qualidade e de custos, bem como promove um processo cada vez mais sustentável. Estudos indicam que o desperdício de materiais em obras pode chegar a 8%, enquanto o desperdício em projetos envolvendo construção modular em aço pode ficar abaixo de 2%. Para saber mais sobre o Cubo Construliving, acesse: https://bit.ly/CuboConstruliving Fonte: Cubo Itaú/Textual Comunicação
- CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL GANHA FINANCIAMENTO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, COM O MINHA CASA MINHA VIDA
Sistema ICF lite Quanthun pode reduzir até 30% dos custos de uma obra convencional Reprodução: Quanthun A retomada do programa Minha Casa Minha Vida irá impulsionar a sustentabilidade em escala nas construções populares, com o financiamento da Caixa Econômica Federal para o sistema ICF lite, do Grupo Quanthun. Segundo Miguel Spina, diretor de pesquisa e desenvolvimento, a empresa foi pioneira em adaptar esse sistema internacional para a versão brasileira, enxergando todos os processos da mão de obra para proporcionar melhor custo-benefício. Pensando em melhorar o nível de moradia para os brasileiros, com custo baixíssimo, o sistema construtivo em ICF lite Quanthun entrega a casa completa, da fundação até a laje. E depois é só se preocupar com os acabamentos. SISTEMA ICF – INSULATED CONCRETE FORMS (FORMAS DE CONCRETO ISOLADAS) A tecnologia consiste na substituição de estruturas básicas da construção, como caixaria de vigas e colunas, tijolos, blocos, entre outras, por peças feitas em EPS classe F, (Poliestireno Expandido - popularmente conhecido no Brasil como Isopor) e apenas preenchidas com quantidades reduzidas de concreto e aço. O EPS é fabricado a partir de pequenos grânulos à base de petróleo, compondo a família dos plásticos recicláveis. No entanto, 98% do material é composto de ar e apenas 2% de poliestireno. Durante sua produção, o EPS passa por um processo de expansão, por isso o nome poliestireno expandido. VANTAGENS As vantagens estruturais e sustentáveis vão desde redução considerável de custos diretos e a longo prazo até a diminuição de tempo de conclusão da obra (até 50%), e otimização logística (40% mais leve que o tradicional). Outras vantagens práticas do ICF lite incluem: ● Requer menos mão de obra; ● Redução de desperdícios (quebras e excessos); ● Redução de aço e concreto; ● Evita retrabalho; ● Baixo custo de manutenção; ● Baixo consumo de energia elétrica; ● Maior conforto térmico (estabilidade térmica verão/ inverno) e acústico; ● Previne infiltrações, umidade e mofo; ● Não propaga chamas; ● Aumenta a vida útil do imóvel (estimativa 400 anos). AS PLACAS DE EPS (ISOPOR) DO SISTEMA ICF PEGAM FOGO? As formas ICF são fabricadas com EPS classe F, antichama e se decompõe a partir de 80ºC, portanto não pegam fogo. Em incêndios, o poliestireno expandido classe F (EPS-F), popularmente conhecido como “isopor”, é aliado no combate à propagação das chamas. EM QUE ESTRUTURAS OU AMBIENTES OS PAINÉIS EPS PODEM SER UTILIZADOS? Podem ser empregados para executar tanto paredes quanto coberturas inclinadas, sendo largamente executados em residências, prédios comerciais, industriais e casas populares, muros, fundações e até mesmo em piscinas, suportando inclusive abalos sísmicos. O sistema ICF se encaixa como qualquer junção da construção tradicional, fazendo a união das paredes sem qualquer dificuldade. Quanto às modificações, assim como na construção convencional, se não forem paredes estruturais da obra qualquer modificação será possível. É NECESSÁRIA MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA PARA EXECUTAR CONSTRUÇÕES COM O SISTEMA ICF? O sistema é compatível com a mão de obra existente no mercado (pedreiros, pintores e ajudantes), com poucas horas de qualificação oferecidas pelo próprio fabricante, que também acompanha a obra com presença física de consultores técnicos em todo o Brasil. Qualquer engenheiro estrutural está apto a dimensionar uma obra em ICF. CONSIGO FINANCIAR MINHA OBRA EM ICF? O único sistema ICF financiável pela Caixa Econômica Federal é o ICF lite Quanthun. ORIGEM DO SISTEMA ICF O Sistema em ICF foi desenvolvido na Europa após a Segunda Guerra Mundial, na década de 40, por August Schnell e Alex Bossard, mas com a utilização de resíduos de madeira reciclada e cimento como material isolante. Mas foi somente na década de 60 que a primeira forma ICF foi patenteada há 53 anos. O empreiteiro Werner Gregori, um jovem imigrante alemão, desenvolveu a ideia enquanto passava férias na praia no Canadá ao observar uma caixa térmica e castelos de areia. Em um ano, ele desenvolveu a primeira forma em ICF, com as dimensões 0,40 x 1,20m, com os encaixes macho e fêmea, amarras de metal. A patente foi oficialmente apresentada no Canadá em 22 de março de 1966 e o pedido concedido nos EUA em 24 de outubro de 1968. Pouco depois, Gregori foi à Alemanha para se encontrar com a Basf, indústria química que inventou o EPS, popularmente conhecido como isopor. Sua forma ainda não era patenteada na Europa e os inventores desenvolveram ainda mais a ideia. Karl Holik combinou o EPS com o cimento portland para criar o primeiro ICF composto em 1971 e uma forma de parede plana foi desenvolvida pela empresa suíça Argisol. Fonte: Quanthun
- “ARQUITETURA PAULISTA”: UMA SÉRIE DA ASBEA-SP EM HOMENAGEM AOS SEUS 50 ANOS
Em junho deste ano, a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA) comemora 50 anos de existência. A AsBEA-SP preparou uma extensa programação de atividades comemorativas ao longo do ano, uma delas é uma série de filmes que destacam a atuação de escritórios paulistas, importantes para sua trajetória e para a promoção da arquitetura, a “Arquitetura Paulista”. Ao todo, serão realizados cinco filmes em formato de curta metragem, sendo o primeiro já realizado em homenagem ao arquiteto Alberto Botti, um dos fundadores da AsBEA. Assista aqui: https://www.youtube.com/watch?v=X8LFFClyoqg "A arquitetura para mim é um trabalho em que o resultado é só um: bom ou ruim. E todos os envolvidos contribuem para isso. Sempre tive um profundo respeito pelos colegas que trabalharam comigo, porque criticar é importante. É isto que faz uma boa arquitetura", afirma Alberto Botti. Além dos filmes, a AsBEA-SP, que hoje conta com 85 escritórios associados, organizou, em fevereiro, o evento “Seminário Acontecendo o Centro", que reuniu o poder público, representantes da sociedade civil e arquitetos e urbanistas na Fecomercio, entidade que reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo, para debater o tema que é urgente para a requalificação da área central da cidade. A comemoração continua em junho com a realização da 49ª Convenção Anual da AsBEA que reunirá, em Atibaia (SP), associados de todo país em uma extensa agenda de eventos. Para Milene Abla Scala, presidente da AsBEA-SP, o foco é mostrar à sociedade a importância da Associação e como ela repercute no desenvolvimento da arquitetura e do urbanismo em cada regional onde atua no Brasil. Fonte: AsBEA-SP
- FESQUA 2024: VEJA O QUE DIZEM ALGUNS DOS EXPOSITORES DO SETOR VIDREIRO CONFIRMADOS
Expectativa da organização do evento é reunir mais de 700 marcas expositoras, além de receber 48 mil profissionais do setor A 15ª Feira Internacional da Indústria de Esquadrias e Vidro ( FESQUA ) está marcada para 11 a 14 de setembro de 2024, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). A expectativa da organização do evento é reunir mais de 700 marcas expositoras, além de receber 48 mil profissionais do setor em uma área de 34 mil m² de exposição, no pavilhão do São Paulo Expo, na capital paulista. Confira abaixo as expectativas de alguns expositores confirmados do mercado vidreiro para o evento. UNIVIDROS “Antes da pandemia, quando participamos da FESQUA e de outra feira do setor de vidro, nós entendemos perfeitamente que para o segmento do vidro e de esquadrias, a FESQUA é a grande feira, por isso nós optamos por ela, porque percebemos que é a que dita tendências e movimenta o segmento de esquadrias e vidro”, afirma Orlando Nascimento, da fabricante de vidros curvos e temperados. “Já temos muitas empresas de vidro na FESQUA, mas sinto falta das Usinas na feira”, complementa. “Outra importância da FESQUA é que vemos muitos engenheiros e construtoras, além de muita gente do Mercosul, com bastante projetos em mãos, fazendo contato com Argentina, Paraguai, Uruguai, Peru, enfim, é muito interessante. A FESQUA é uma feira muito importante, estamos desde 2010 e não pretendemos sair, optamos por ela e vamos continuar assim”, finaliza Nascimento. Mais informações: www.unividros.com.br DIVINAL VIDROS “O vidro é o complemento de todo caixilho. É o único produto que funciona como uma barreira e ao mesmo tempo integra as pessoas com o ambiente interno e externo. O vidro é o único produto que deixa o usuário apreciar a exuberância da natureza”, diz José Antônio Passi. Segundo Leandro Gonçalves, “a FESQUA é uma das maiores feiras do setor de construção civil no Brasil, e um dos eventos mais importantes para empresas do ramo de esquadrias, vidros e ferragens no nosso mercado. A feira reúne empresas de diferentes setores, usinas fabricantes de vidros, processadores de vidros, extrusoras de alumínio, PVC e acessórios para esquadrias, além de arquitetos, engenheiros, construtores e profissionais ligados à área de construção civil”. Gonçalves também explica que, para o mercado do vidro, é uma feira importante porque permite a exposição de novas tecnologias, produtos e soluções para o setor, e promove a troca de experiências e conhecimentos entre profissionais e empresas. “Isso gera um ambiente propício para o desenvolvimento de novos negócios, parcerias e networking .” “Em resumo, a FESQUA é um evento importantíssimo para o mercado de vidros em nosso país, porque fomenta o desenvolvimento e a inovação do setor, além de ser uma oportunidade para empresas estabelecerem contatos comerciais e ampliarem sua visibilidade no mercado”, finaliza Gonçalves. Mais informações: www.divinalvidros.com.br PKO DO BRASIL "A PKO do Brasil participa da FESQUA há muitos anos e enxerga esse grande evento como um local de oportunidades para apresentar ao público o seu vasto portfólio de produtos, além da versatilidade do vidro e suas infinitas possibilidades", explica Fernanda Quintas, da beneficiadora de vidro. Fernanda acrescenta que o evento é um excelente momento para estreitar e fortalecer relacionamentos comerciais com potenciais compradores do mercado, funcionando como uma grande vitrine de novidades para o segmento vidreiro e de esquadrias. "Por este motivo fazemos questão de estar presente, apresentando tudo que há de melhor quando o assunto é beneficiamento de vidros", finaliza. Mais informações: www.pkodobrasil.com.br AL INDÚSTRIA Na opinião de Max Del Olmo, da fabricante de ferragens para vidro temperado, a importância da FESQUA para o vidro é permitir que o profissional do setor conheça o mercado da esquadria, e vice-versa, que um complementa o outro. Assim, cada ano que passa vai ficando mais forte essa união. “Acredito que o vidro e o alumínio sempre caminham juntos, obviamente um complementa o outro. O que acontecia, há muitos anos atrás, é que o profissional do vidro era um e o profissional do alumínio era outro. Com isso, a FESQUA ganhou uma importância por ser a maior feira de esquadrias do Brasil”, explica. “É uma feira que realmente tem um conhecimento sobre o alumínio, e com essa fusão dos profissionais, acredito que hoje ela é uma feira ‘Alumínio-Vidreira’. É uma feira que o mercado vidreiro e todos os profissionais do vidro, têm a obrigação de participar, porque vai ter a oportunidade de conhecer um novo mercado e fazer parte dessa fusão entre o vidro e o alumínio”, finaliza. Mais informações: www.alindustria.com.br TEC-VIDRO “Quando pensamos em esquadrias, pensamos no vidro também, não dá para desassociar uma coisa da outra, seja pela parte técnica, ou seja pela questão comercial”, diz Gabriel Zanatta, da fabricante de box de banheiro, fechamento de sacada, guarda-corpo, etc. “Por exemplo, para nós, como fabricantes, é muito importante entender as tecnologias novas do vidro, como está o mercado em relação a custo e volume, porque a nossa solução compõe com o vidro. Podemos criar uma solução para um vidro laminado em específico, ou fazer alguma parceria com algum laminador de vidro acústico e fazer um produto específico.” Zanatta afirma que, para os profissionais da área, é muito importante entender o que acontece com o vidro, e consequentemente, pela FESQUA ser a reunião desses fabricantes, sistemas e soluções, tem tudo a ver com o vidro também. “Quanto mais oportunidades de players do vidro puderem entrar dentro da feira e pensar junto, no alumínio, no vidro e outros materiais, será legal para a indústria como um todo”, finaliza. Mais informações: www.tecvidro.com.br ABIVIDRO “A FESQUA é uma oportunidade de estarmos juntos com um elo muito importante da cadeia da construção: as esquadrias. Promover as diversas aplicações e reforçar o valor agregado do vidro”, afirma Maurício Fernandes de Jesus, da Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro). Mais informações: www.abividro.com.br Veja outros expositores da indústria vidreira em: www.contramarco.com/post/qual-a-importância-da-fesqua-para-o-mercado-do-vidro Saiba mais sobre o evento em: fesqua.com.br
- VENDA DE NOVOS IMÓVEIS SOBE 9,2% EM 2022
Mais de 156 mil unidades foram comercializadas, o maior volume desde o início da pesquisa em 2014, aponta indicador Abrainc-Fipe As vendas de novos imóveis registraram uma alta de 9,2% em 2022, quando comparado ao período anterior. Ao todo, 156.730 novas unidades foram comercializadas nos 12 meses do ano passado, o maior volume da série histórica do levantamento, iniciada em 2014. O estudo é realizado com 18 empresas associadas à Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Durante o ano, o setor foi fortemente impactado pela venda de imóveis de Médio e Alto Padrão (MAP). O segmento somou 46.878 unidades comercializadas e um crescimento de 67,8% em relação ao ano anterior. Do outro lado, o antigo Casa Verde e Amarela (CVA), hoje Minha Casa, Minha Vida (MCMV), totalizou 105.826 unidades habitacionais comercializadas e registrou uma oscilação de - 6,4% na comparação com o total de vendas do ano anterior. As incorporadoras também relataram a entrega de 89.318 unidades em 2022 – 13,2% superior ao total entregue em 2021 (78.902 unidades) e o melhor resultado desde 2016 (122.060 unidades). Ao todo, 129.432 unidades foram lançadas em 2022, o que representa o segundo maior volume da série histórica da entidade, iniciada em 2014, ficando atrás apenas do resultado de 2021 (153.726 unidades). Do total de lançamentos, 65,8% são do antigo CVA, totalizando 85.180 unidades. Em relação ao MAP, responsável por 34,2% dos lançamentos imobiliários, tivemos 44.247 novas unidades apresentadas. No ano passado, o valor médio dos imóveis novos vendidos subiu 10% e ficou em R$ 344,5 mil, enquanto a média de preços dos lançamentos foi de R$ 381,4, uma alta de 11,4% em relação a 2021. DISTRATOS A baixa relação entre distratos e vendas de unidades do MAP é outro ponto a destacar em 2022. No ano, essa relação atingiu o menor patamar da série histórica (9,5%), o que representou uma queda de 1,4 pontos percentuais em relação a 2021. Para efeito de comparação, no fim de 2018, quando foi publicada a Lei nº 13.786/18 (Lei do Distrato Imobiliário), que estabeleceu parâmetros para a resolução de contrato de compra e venda de imóveis por desistência e por inadimplemento das partes, a relação distratos/vendas entre os imóveis de Médio e Alto Padrão era próxima dos 50%. Na avaliação do Luiz França, presidente da Abrainc, para que em 2023 o setor siga neste mesmo ritmo de crescimento é importante que o Banco Central realize medidas regulatórias para aumentar a oferta de crédito imobiliário disponível. “Uma possível medida seria o aumento no percentual de recursos da poupança, que é direcionado obrigatoriamente ao crédito imobiliário, dos atuais 65% para 70%. Também é possível avaliar outras alternativas de estímulo ao financiamento habitacional, como a redução dos juros de crédito imobiliário no Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas (IRPF)”, explica. Por fim, o executivo acredita que, apesar dos desafios, o mercado imobiliário deve seguir com um bom desempenho neste ano, com indicadores apontando para melhora na renda e consumo dos brasileiros, e o mercado poderá absorver as mudanças do MCMV. “Nossa perspectiva é positiva e alguns dos principais indicadores macroeconômicos do Brasil apontam que podemos ter um bom momento. Em 2022, tivemos um grande volume de vendas e a expectativa é que 2023 tenha um ritmo similar”, finaliza o presidente. Fonte: Abrainc/Loures Consultoria
- ENTENDA O PAPEL DAS GUARNIÇÕES NAS ESQUADRIAS
Especialistas da Afeal, Schlegel Giesse e Brasil Vedação explicam a importância do produto para as esquadrias e as diferenças entre os materiais de fabricação *Por Stephanie Fazio Reprodução: Brasil Vedação As gaxetas ou guarnições são componentes importantes em uma esquadria, sendo responsáveis por vedar as portas e janelas, impedindo a entrada de ar, água e poeira, além de ajudar a reduzir o ruído e a manter a temperatura interna estável. “São elementos fundamentais e responsáveis pelo adequado desempenho em uma esquadria, pois evitam a infiltração de água, ar, poeira, entrada de pequenos insetos para o interior do ambiente, bem como auxiliam na fixação dos vidros e em alguns casos no desempenho acústico da esquadria”, explica Raoni Alves, analista técnico da Schlegel Giesse, especialista em vedações para portas e janelas. “Recomendamos a leitura da NBR 13756, Esquadrias de alumínio - Guarnição elastomérica em EPDM para vedação – Especificação, trata dos procedimentos de produção das guarnições em EPDM, que é o material mais utilizado no setor de esquadrias”, orienta Antônio Cardoso, consultor especial da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal). Um produto de baixa qualidade pode ocasionar, além da má vedação das esquadrias, uma má fixação dos vidros, gerando a perda de qualidade da esquadria e até mesmo acidentes pela soltura dos vidros, analisa Alves. “É importante frisar que, atualmente no mercado, existem muitas soluções com EPDM de baixa qualidade técnica, o que pode ocasionar problemas no curto prazo nas vedações e fixação dos vidros”. Cardoso afirma que problemas com o componente podem resultar em um ambiente interno desconfortável, aumento de ruídos externos e no consumo de energia para manter a temperatura interna adequada. “Além disso, a deterioração das gaxetas pode levar à necessidade de substituição, o que tende a ser dispendioso e trabalhoso. Por isso, é importante ter uma atenção adequada, para que possa haver a manutenção devida, garantindo a eficiência e durabilidade da esquadria”, recomenda. Na opinião de Jaques Oliveira, sócio-administrador da Brasil Vedação, fabricante de vedação para esquadrias, muitos adquirem borrachas EPDM por conta de preço. “Várias arrebentam na mão, por isso, geram muitos problemas nas obras, com o meu material isso não acontece. O eco PVC é um material mais puro e do jeito que você coloca na sua esquadria valoriza mais pelo acabamento e tem garantia, que é diferente do EPDM”. MATERIAIS DAS GAXETAS O consultor explica que as gaxetas de EPDM são as mais utilizadas, por ser um material elastomérico, é conhecido pela excelente resistência ao envelhecimento, à corrosão e ao ozônio, além de ser flexível e possuir uma boa vedação. Os componentes deste material também são capazes de suportar altas temperaturas e são resistentes a produtos químicos, é necessária a atenção à recomendação do fabricante. Um exemplo extremamente utilizado no Brasil é com relação à colocação dos vidros, conforme Cardoso. “Vamos utilizar as ilustrações acima. Temos uma janela ou porta da tipologia de correr, para citar alguns pontos importantes do uso da guarnição, inclusive de uso combinado com outros tipos de matérias, sendo neste caso, para uso na colocação dos vidros, onde vemos: a guarnição interna, é em EPDM, no formato de cunha, colocada do lado interno da folha, pós-colocação do item 2 abaixo. Já do lado externo, temos a guarnição em formato de fita retangular, no material de espuma, com alta densidade, embora macia e com adesivo dos lados, para facilitar a colocação durante a produção, e em seguida receber o vidro”. O consultor acrescenta que tem preferência pela guarnição em formato de cunha, pois sua substituição é bem mais simples, do que o formato em U, que para sua troca, é preciso a retirada do painel de vidro. Alves destaca que os modelos de gaxetas mais utilizados são as chamadas cunha, como por exemplo a GUA-259, que têm a função de fazer a fixação do vidro na esquadria de alumínio. “As principais características e vantagens da gaxeta em PVC são: produto 100% reciclável, livre de odores e produtos tóxicos, conter variedade de cores (preto, branco, cinza e cristal), ter resistência a tração 65% maior que o exigido pela norma, não propagar chamas, ser resistente aos raios UV, e ter menor taxa de encolhimento, o que no caso das cunhas é fundamental para a fixação do vidro na esquadria, pois se uma gaxeta encolhe, a fixação do vidro fica comprometida, podendo causar acidentes”. Cardoso ressalta a guarnição de escova, material de poliuretano, que pode ser acoplado com o material denominado “Finsel”, que é a adição de uma fita plástica que auxilia na melhoria da vedação. Em geral, é utilizado na parte deslizante da folha, em relação aos trilhos. Já o nylon, é muito utilizado em forma de peças, como caixa de dreno, que recebe as escovas como complemento da vedação. “Um outro tipo de guarnição é o que chamamos de ‘flocada’, muito usada na indústria automobilística, cuja a parte de contato é com o material que permite o deslizamento sem o atrito, sendo a parte do encaixe, em EPDM”, cita o consultor. Ele também ressalta as guarnições de silicone, cujas vantagens são a durabilidade, flexibilidade e a compatibilidade de adesão com ele próprio, para simplificar a união dos cantos. “No caso do EPDM, em situações de folhas do tipo maxim-ar ou até mesmo na tipologia abre e tomba, é necessário solidarizar os cantos a 90 graus.” Neste exemplo no peitoril da tipologia abre e tomba, a mais utilizada na Europa, também chamado de câmara europeia, “observamos o que está citado como guarnição perimetral, em que nos cantos a 90 graus, é colocada uma peça, conforme ilustração na sequência”. Ele menciona o “thermal break”, que é uma guarnição extrudada em nylon, cujo papel é fazer o isolamento térmico, tendo como conceito a união dos perfis em alumínio entre o lado externo e interno. “Podemos estar próximos de um uso mais intensivo desse sistema no Brasil”, comenta. No mercado de esquadrias de alumínio a Schlegel Giesse tem dois produtos como principais e mais utilizados: as gaxetas em EPDM e o V-lon (PVC). As principais diferenças entre os dois estão na menor taxa de encolhimento do V-lon (PVC), bem como sua maior variedade de cores, resistência à ruptura superior e o fato de ser um produto 100% reciclável. “Em contrapartida, temos no EPDM um produto um pouco mais maleável o que, em alguns casos, facilita a instalação na esquadria”, explica Alves. “A matéria-prima do meu material é virgem, composta de eco PVC, solução que não ressaca, não encolhe, não cai do perfil com a chuva e o sol, não pega cinza, não altera nas cores, pois tem Anti-UV, e nem pegam fungos, possuem antifungíco. Trabalhamos com as cores branco, cinza, cristal e carvalho. O produto fica sempre na mesma cor, eu fiz o laudo técnico. As borrachas são para vedação de esquadrias de alumínio, PVC e de madeira. Alguns clientes utilizam também em perfis de policarbonato”, afirma Oliveira. O analista técnico da Schlegel Giesse informa que nos casos em que o cliente precisa de um produto mais técnico e com melhor eficiência acústica, a marca possui a opção de usar o Q-lon. Desenvolvido pela Schlegel na Europa, especificamente para projetos com necessidades de superior desempenho acústico, o Q-lon tem como características principais a atenuação acústica, uma grande variedade de cores e formatos, memória, desempenho térmico, facilidade na compressão e possibilidade de aplicação com ou sem base adesiva. À direita V-lon e à esquerda Q-lon/Reprodução: Schlegel Giesse LIMPEZA A manutenção e limpeza das gaxetas das esquadrias é importante para garantir a eficiência da vedação e prolongar a vida útil. A frequência depende do tipo de ambiente e das condições climáticas, que devem acompanhar o manual do fabricante, até para se utilizar produtos compatíveis. “É importante manter as esquadrias limpas e evitar o acúmulo de sujeira e poeira não só nas gaxetas, mas no produto como um todo”, relata Antônio Cardoso, consultor especial da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal). Segundo Jaques Oliveira, sócio-administrador da Brasil Vedação, o cliente limpa o material com sabão e água. “O ideal é limpar, ao menos, uma vez por mês, para evitar o acúmulo de sujeira, principalmente nas borrachas de cores branca, cinza e cristal”. Raoni Alves, analista técnico da Schlegel Giesse, indica que a limpeza seja feita com pano umedecido, podendo ser usado sabão neutro ou álcool isopropílico, mas destaca que o V-lon é compatível com os principais produtos de limpeza domésticos. “A frequência desta limpeza deve ser igual ou menor que três meses”, conclui.
- ALUPRIME COMPLETA 21 ANOS
A Aluprime, sistemista com atuação nos segmentos da construção civil e da indústria, celebrou 21 anos de fundação no mês de fevereiro de 2023. Em seu portfólio constam esquadrias, fachadas e guarda-corpos. Os sistemas oferecidos são: Prime 2.0, Prime 2.5, Prime 3.2, Euroshow, Gradil Prime, Fachada Florença, Grid Prime, Unit Prime e Vetro Incollato. “Temos investido fortemente para oferecer soluções em sistemas homologados para obras residenciais e comerciais. Atuamos em todo território nacional, através de duas unidades de negócio em Diadema (SP) e em São José dos Pinhais (PR)”, informa a empresa em publicação no seu perfil do Instagram . A marca busca otimizar e criar diferenciais com produtos testados em renomados laboratórios do Brasil e também participa do Programa Setorial da Qualidade (PSQ) de Portas e Janelas de Correr de Alumínio. “À incrível equipe que faz tudo acontecer, nosso muito obrigado. Esse time se dedica diariamente para oferecer tudo de prime aos nossos parceiros. Aos nossos parceiros, agradecemos por serem a motivação que nos faz seguir confiantes no futuro”, reconhece a marca. Fonte: Aluprime/Instagram
- G2BASE AMPLIA ATUAÇÃO COM SOLUÇÃO PARA CADEIA DA FUNDAÇÃO EM AÇO
Em parceria com a Memps, nova tecnologia oferecida pela Gerdau possibilita a produção e cravação de camisas metálicas e tubos estruturais feitos sob medida A G2Base vai ampliar seu portfólio de produtos e serviços com a fabricação de tubos helicoidais. A construtech, que é parte do trabalho simultâneo estratégico de construção da Gerdau Next, braço de novos negócios da Gerdau, produtora de aço, industrializa a cadeia da fundação em aço e centraliza todo o processo – da matéria-prima à execução no canteiro de obra. A novidade é fruto da parceria exclusiva com a Memps, fabricante brasileira de tubos helicoidais, que tem mais de 27 anos de história no mercado. A parceria tem como objetivo oferecer uma experiência única para os clientes da G2Base no mercado de tubos estruturais e camisas metálicas, por meio da aplicação de uma tecnologia patenteada e exclusiva chamada FAMTHE (Fábrica Móvel de Tubo Helicoidal). O diferencial deste serviço é a produção dos tubos no canteiro de obra sob medida e com flexibilidade de mudanças na fabricação conforme andamento do projeto, eliminação de emendas, material com a qualidade Gerdau e 100% aderente às normas vigentes no mercado, redução de frete, prazos e custos operacionais na obra e menor desperdício, de acordo com a produtora de aço. “Outra vantagem é que, além da produção dos tubos estruturais e camisa metálica, a G2Base passa a oferecer o serviço de cravação por meio de parceiros. A gestão deste processo é inteiramente realizada pela construtech ”, explica a marca. A parceria com a Memps já tem promovido disrupção no segmento com atuação em diversos projetos, a exemplo das fundações offshore feitas para a Ponte Perimetral Oeste em Aracaju (SE) e para a ponte sobre o Rio São Francisco (MG). “Temos o compromisso de oferecer soluções inovadoras e tecnológicas aos nossos clientes. A parceria com a Memps reforça a missão da G2Base de oferecer soluções completas para o mercado de fundação, aumentando a produtividade, segurança e entregando serviços cada vez mais integrados, eficientes e sustentáveis”, afirma Marcelo Baldino, diretor executivo da G2Base. “Parte da Gerdau Next, a G2Base tem o propósito de aumentar a segurança e produtividade em toda a cadeia da fundação em aço, gerando uma experiência exclusiva e inovadora para seus clientes”, finaliza Baldino. Fonte: Gerdau/Grupo BCW Brasil
- INICIATIVAS SAINT-GOBAIN MOTIVAM A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL E MODERNIZAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL
Plataformas de tecnologia ampliam a digitalização do setor A tecnologia vem ganhando cada dia mais espaço na construção civil. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor cresceu 9,7% em 2021, e a digitalização possui grande influência nesse processo, tornando-se a maior tendência no segmento por permitir ampla produtividade, otimização de resultados e simplificação dos processos. A digitalização na construção civil leva benefícios a todos os públicos envolvidos no setor, como é o exemplo da iniciativa “Parceiro da Construção” , uma construtech lançada em 2020 pela Saint-Gobain, empresa que projeta, fabrica e distribui materiais e serviços para os mercados de construção e indústria, e que hoje é uma joint-venture (a união de duas ou mais empresas já existentes com o objetivo de iniciar ou realizar uma atividade econômica comum, por um determinado período de tempo) do grupo com a ArcelorMittal, que promove interações entre atores do segmento, tais como fabricantes, revendedores, engenheiros, arquitetos, instaladores, pedreiros, pintores e demais profissionais especializados. É uma plataforma online e aplicativo que oferece mais de 100 cursos de capacitação em diversos segmentos da construção com certificados disponíveis gratuitamente, contribuindo com a qualificação individual e a transformação digital do setor. O “Parceiro da Construção” conta com mais de 140 mil profissionais ativos, 3,9 milhões de visualizações na websérie “Se Liga, Parceiro!” e mais de 90 mil leitores na newsletter . O “ Toca Obra ” , plataforma da Saint-Gobain de vendas digitais do segmento de reforma e construção, é outro impulsionador dessa digitalização, atuando como um marketplace multimarcas, que reúne cerca de 100 mil ofertas de produtos de centenas de pequenos e médios varejistas da construção de todo o Brasil. O propósito do site é tornar a obra mais fácil, rápida e digital, conectando os lojistas regionais aos milhares de clientes do site. “A modernização na construção civil traz inúmeras vantagens, e nós da Saint-Gobain seguimos sempre empenhados nesta transformação digital e inovação do setor, desenvolvendo projetos a fim de ampliar ainda mais os serviços para o ecossistema da construção, oferecendo maior capacitação, automatização dos sistemas e fluxo de trabalho, minimizando custos, desperdícios e retrabalhos”, afirma Camilo Leles, gerente de comunicação e marketing digital. Fonte: Saint-Gobain/JeffreyGroup
- QUAIS OS EQUIPAMENTOS ESSENCIAIS EM UMA BENEFICIADORA DE VIDRO?
Agmaq, fabricante brasileira especializada em maquinário para vidros e soluções para o segmento vidreiro, elenca as principais ferramentas Uma beneficiadora de vidro é a parte da indústria vidreira responsável por realizar a transformação do vidro, que posteriormente chegará ao cliente final. Nessas empresas, é essencial que todos os equipamentos necessários sejam pensados antes de começar o negócio, pois isso irá otimizar a produção e ajudar na gestão como um todo. As máquinas em uma unidade fabril exercem a função de protagonistas no desenvolvimento de projetos em vidro. As beneficiadoras geralmente contam com uma diversidade grande de produtos, que é possível com a utilização de alguns maquinários que realizam a transformação dos vidros para temperado, laminado, temperado-laminado e corte do vidro. No Brasil, atualmente, há quatro fabricantes de vidro: Cebrace, Vivix, Guardian Glass e AGC, para a comercialização dos vidros é necessário ser homologado por eles. Além disso, os vidros devem receber selos do Inmetro para garantir a segurança do beneficiamento realizado, além da certificação ISO 9001 . Trata-se de uma versão brasileira de uma norma internacional a fim de padronizar projetos e garantir a qualidade de um produto ou serviço. A Agmaq, fabricante brasileira especializada em maquinário para vidros e soluções para o segmento vidreiro, elenca as principais ferramentas. OS EQUIPAMENTOS PRINCIPAIS EM BENEFICIADORAS Mesas de corte As mesas de corte permitem que as chapas de vidro sejam manipuladas de forma segura e precisa. Devido ao tamanho das chapas de vidro e por se tratarem de um material que pode oferecer risco de ferimento antes de ser transformado, é indicado que a manipulação e corte sejam realizados pela máquina. Além de assegurar um resultado preciso e eficiente, garante a segurança do profissional. Furadeiras de vidro As furadeiras para vidro podem ser encontradas em modelos automáticos ou manuais. São equipamentos de excelente custo-benefício, que facilitam a furação da chapa de vidro, otimizando o processo. Em furadeiras automáticas, esse procedimento se dá em poucos segundos, o que consequentemente acelera a produção. Lapidadora de vidro Utilizada para a lapidação e polimento dos vidros, a lapidadora é um excelente recurso para o acabamento das peças. A lapidadora transforma as extremidades do vidro e deixa o acabamento mais arredondado e sem asperezas, que podem ocasionar um corte acidental. Lavadora de vidros As lavadoras de vidros foram desenvolvidas para a lavagem do vidro plano a fim de facilitar o manuseio e otimizar o processo. São indicadas para a lavagem de peças planas de diversas espessuras e dimensões. Uma lavadora de vidros é um equipamento essencial no processamento de transformação do vidro quando se tem uma beneficiadora. “Ser certificado e possuir os equipamentos necessários e de qualidade vão fazer toda a diferença para atender a demanda que o mercado precisa, seja na qualidade quanto na quantidade de produtos”, conforme a empresa. Fonte: Agmaq













