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- POR QUE UTILIZAR FITAS ADESIVAS DUPLA-FACE SAINT-GOBAIN?
As fitas adesivas da Saint-Gobain Tape Solutions, projetista, fabricante e distribuidora de materiais e serviços para os mercados de construção e indústria, desenvolvidas para atender às necessidades de projetos das mais diversas áreas, são resultado da evolução dos materiais utilizados para fixação. “Mais modernas e com qualidade elevada, oferecem eficiência às aplicações”, afirma a marca. Atualmente, o material é frequentemente utilizado e conquistou espaço devido às vantagens que oferece em comparação com as fixações mecânicas, que passaram a ter menor uso. POR QUE UTILIZAR? Projetadas para resistir à sujeira, água, poeira, produtos químicos e intempéries, também suportam altas e baixas temperaturas sem redução de performance. Outra vantagem das fitas dupla-face é a capacidade de absorção de energia e alívio de tensões. O material do qual é composta oferece resistência e viscoelástica, além de dispersar tensões. Tais características tornam as fitas adesivas ideais para aplicações críticas e de alto impacto. A flexibilidade das fitas também oferecem vantagens aos projetos, o que facilita a aplicação. Além disso, elas são opções versáteis de fixação, já que podem ser fixadas em diferentes tipos de materiais, como metais, plásticos, vidros e outros. O uso das fitas também proporciona um aumento da produtividade, uma vez que a colagem desses componentes é imediata e facilitada, o que oferece um ganho de tempo para os projetos. Por fim, também são mais seguras para as equipes que trabalham nos projetos, já que não oferecem riscos de acidentes que podem acontecer com o uso de fixações mecânicas. Para saber mais sobre as fitas adesivas, entre em contato pelo e-mail sgcp.vendas.foams@saint-gobain.com Fonte: Saint-Gobain Tape Solutions
- ADIVIPAR-PR REALIZA 1º ENCONTRO PARANAENSE DE MULHERES VIDREIRAS
A Associação de Distribuidores e Processadores de Vidros do Paraná (Adivipar-PR) realizará nos dias 23 e 24 de junho o 1º Encontro Paranaense de Mulheres Vidreiras. O evento acontecerá no Viale Cataratas Hotel, em Foz do Iguaçu (PR), com presenças confirmadas de diversos palestrantes que trarão temas relevantes para o setor vidreiro nacional (confira abaixo a grade completa). Para garantir a inscrição, basta acessar e preencher o formulário . As inscrições são somente para as palestras e as reservas de apartamentos são realizadas à parte, diretamente com o hotel. Estarão à disposição três pacotes de estadia, todos com as refeições inclusas, cujos preços variam conforme o número de indivíduos. 1º Encontro Paranaense de Mulheres Vidreiras – Adivipar-PR Grade de palestras: – Tecnologia em benefício da sua empresa (Júlio A. dos Reis) – O papel da mulher na sociedade (Cristina Silvestre) – Agilidade emocional na carreira e nos negócios (Paula Tissot) – Gestão de vidraçaria (Gabriel Batista) – Atendimento com excelência (Juliana P. Drews) – Empreendedorismo feminino no ramo vidreiro: identifique seus potenciais e voe mais alto (Celina Araújo) Data: 23 e 24 de junho Local: Viale Cataratas Hotel Endereço: Av. das Cataratas, 2420 – Foz do Iguaçu, PR Inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf5z-I0QgEMxrUc9hd66-f63oIyRiwiZEV4r5TacfWeVVtfbg/viewform Reservas no hotel: https://www.vialehoteis.com.br/viale-cataratas Informações: (42) 98829-3804 (telefone), (42) 98858-0966 (WhatsApp) ou advipar@gmail.com Fonte: Abravidro
- FÓRUM CONTRAMARCO CONTA COM 40 PATROCINADORES E 17 PALESTRAS
A Revista CONTRAMARCO realizará mais um grande evento voltado para a indústria de esquadrias e vidro: o FÓRUM CONTRAMARCO, que acontece em 18 de maio, das 13h às 21h, no Clarion Goiânia Órion, em Goiânia (GO). O encontro é gratuito e tem vagas limitadas. Reunindo 40 patrocinadores e 17 palestras ministradas por profissionais do setor, o evento tem como objetivo principal entregar atualização profissional, informações e conhecimento para a região Centro-Oeste do país. Com foco no segmento de esquadrias, vidros e fachadas, o FÓRUM CONTRAMARCO vem para elevar o nível do segmento com encontros e apresentações das novas tecnologias e sistemas para a indústria de esquadrias e vidro. Para inscrever-se, acesse: www.forumcontramarco.com.br/credenciamento
- VIDRO PLUMBÍFERO: PROTEÇÃO CONTRA A RADIAÇÃO
Com o advento das tecnologias de medicina diagnóstica através do uso da radiação, foram desenvolvidos inúmeros equipamentos de proteção individual, desde coletes de chumbo, óculos, luvas, entre outros, e também os equipamentos de proteção coletiva, como os biombos, as portas especiais, argamassa baritada e os vidros de blindagem contra a radiação, para garantir a integração visual e monitoramento com o paciente pelo profissional, seja ele o médico, o enfermeiro ou o técnico em radiologia. É necessário que esses produtos sejam seguros para o hospital, como é o caso do vidro plumbífero. Ele possui chumbo em sua composição e, por isso, tem esse nome, que vem do espanhol plumbo, ou chumbo. COMO FUNCIONA? O vidro plumbífero é transparente o suficiente para garantir a integração visual, mas com a blindagem necessária e segura contra os Raios-X. “O vidro plumbífero é muito usado quando a gente precisa observar o paciente o tempo todo durante o exame”, disse a especialista Ana Claudia, da Academia de Radiologia, em um dos seus vídeos no YouTube. Porém, para isso é necessário uma blindagem específica para cada ambiente e situação. Esse nível de blindagem é medido em equivalência de chumbo. Por exemplo: um vidro plumbífero entre 7 e 8,5mm de espessura possui equivalência de atenuação em chumbo de 2.3 pB (equivalência de atenuação em chumbo = mm pB) para qualidade de radiação de 100kV. “Dentro dos hospitais, o espaço é muito complicado já que, se eu tenho salas maiores, diminui-se a espessura das blindagens, seja do vidro plumbífero ou do chumbo”, disse a especialista. Acrescentando que também é preciso considerar o equipamento que se tem para pensar na espessura do vidro: “Alguns possuem mais energia e outros menos, em relação ao Raio-X”, completa. Entretanto, como este vidro ainda não é fabricado no Brasil, e as taxas de importação são elevadas, o valor do produto tem um custo alto. Assim, fabricantes de produtos de proteção radiológica buscaram desenvolver uma alternativa a esta solução, unindo diversos vidros cristais comuns, tentando garantir assim a proteção radiológica adequada. PERIGO DO VIDRO MULTICRISTAL Atualmente, todos os fabricantes de vidro cristal incolor comum garantem que seus produtos são livres de chumbo, portanto como um vidro comum poderia barrar a radiação? “O chumbo é mais caro, mas é mais eficiente por conta da densidade e espessuras menores”, defende Ana Claudia. Pela lei da massa, na teoria, quanto maior ela for, mais difícil seria para a radiação ultrapassar a barreira. Para isto, esses visores vem sendo comercializados com espessuras entre 55.0 a 100.0mm (de 7 a 18 vezes mais espessos do que o vidro plumbífero), mas com uma equivalência de atenuação inferior à 1.0mm pB, se comparado a mesma energia de radiação. Este tipo de solução é ineficiente para blindagem de radiações ionizantes diretas (primárias), funciona somente em radiações indiretas (secundárias), de modo que, a depender da posição e distância do equipamento em relação ao vidro, o nível de atenuação poderá ser zerado e a radiação ultrapassar a barreira. Não menos importante, está a questão da normatização do produto. De acordo com a NBR 61331-2 em vigência, as placas de vidro para proteção radiológica devem ter transparência não inferior a 80% e conter chumbo na proporção de no mínimo 22% da sua espessura. Ou seja, os chamados “visores multicristais” não atendem à norma. Existe um processo de conferência de que os vidros instalados cumprem seu papel, segundo Ana Cláudia, da Academia de Radiologia. “É emitido um laudo do levantamento radiométrico atestando a eficiência das barreiras protetoras, das blindagens da sala, e ele tem validade de quatro anos. Ele deve ser apresentado à vigilância sanitária para que o serviço tenha licença de funcionamento”, afirma. Fonte: PKO do Brasil
- SIAMFESP REALIZA ELEIÇÕES DA NOVA DIRETORIA
O Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais Não Ferrosos no Estado de São Paulo (Siamfesp) realizará no próximo dia 20 de abril, das 08h30 às 17h30, as eleições da diretoria do sindicato. Os eleitos exercerão seus mandatos até 2027. As indústrias associadas poderão escolher o melhor representante. Mais uma vez, o Siamfesp teve a composição e apresentação de apenas uma chapa, traduzindo a harmonia e integração dos setores representados pela entidade. Neste ano, a chapa é liderada por Oswaldo Arouca Neto, representante do setor de fechaduras, cadeados e ferragens em geral, e por Claudio Lourenço Lorenzetti, do setor de metais sanitários e acessórios para banheiro. Os setores de utilidades domésticas metálicas, artefatos metálicos e esquadrias também estão sendo representados nessa nova diretoria. No dia 03 de abril foi encaminhado a todas as associadas uma circular com informações sobre a forma de voto, que será eletrônico. As associadas poderão exercer seu voto por meio físico, dirigindo-se até o Siamfesp, ou por meio digital, acessando o link siamfesp.votando.com.br e se identificando com o CNPJ e número da associada. Entendemos que o voto eletrônico privilegiará, principalmente, as indústrias associadas que teriam dificuldade para estar presente no dia 20. A chapa da nova diretoria será composta por: Oswaldo Arouca Neto; Claudio Lourenço Lorenzetti; Arcangelo Nigro Neto; Martha Christina Pereira da Silva Bosso; Luis Antonio Barbosa; Nelson Oswaldo Romani; Fabrício André Ramos da Silva; Eide Vieira da Silva; Sergio Rocha Romano; Sergio Antonio Moelin; Márcio Esteves da Silva; Helton Ramos da Silva; Jaime Ortiz Jimenez; e Geraldo Rodriguez Lopez. Conselho Fiscal: Osvaldo Formigoni Filho; Victor Vinicius Thiago de Carvalho Romani; e Segundo Rufino Blanco Lira. Suplentes: William Ferreira; André Luis de Freitas Silva; e Rafael Taubkin Eberhardt. Delegados representantes junto à FIESP: Oswaldo Arouca Neto; Claudio Lourenço Lorenzetti; Arcangelo Nigro Neto; e Ronaldo Koloszuk Rodrigues. Dúvidas e esclarecimentos entre em contato pelos canais abaixo: PABX (11) 2291-5455 Celular/Whatsapp: (11) 98577-0180 ou e-mail:siamfesp@siamfesp.org.br
- VESTRA CELEBRA VENDA DE 85% DAS UNIDADES DO BARRA SIGNATURE
Moradia por assinatura é tendência em Salvador (BA) Divulgação: Vestra Empreendimentos/Assessoria Visar Planejamento Cerca de um mês depois do lançamento do Barra Signature, residencial da Vestra Empreendimentos, localizado ao lado do Shopping Barra, em Salvador (BA), a incorporadora comemora a venda de 85% de suas unidades. No edifício, os proprietários vão poder contar com a estrutura da Housi, primeira plataforma de moradia por assinatura do mundo, parceira da Vestra neste empreendimento. “A presença da Housi proporciona uma ampla experiência na gestão de moradias por assinatura, o que tende a tornar mais fácil a vida do cliente investidor”, conta Marcelo Ferreira, sócio da Vestra. A moradia por assinatura é uma tendência na qual os usuários escolhem uma unidade para morar e, na reserva, estão incluídas contas de luz, internet, gás e o IPTU. Há ainda opções com serviços como limpeza e streamings . Prezando pela comodidade, a Housi oferece serviços de gestão e até decoração, com design de qualidade e entrega dos apartamentos 100% prontos para rentabilizar, tornando a vida dos clientes mais prática. Com isso, os proprietários poderão contar com uma série de facilidades para garantir que o processo de locação seja fácil, rápido e transparente, incluindo um painel digital para acompanhar a performance, precificação dinâmica, gestão de limpeza e manutenção e vistoria na entrada e na saída, por exemplo. “A Housi transpira inovação e planeja contribuir com o ecossistema de tecnologia e inovação do Barra Signature para tornar a vida de seus clientes mais prática”, afirma Alexandre Frankel, CEO da Housi. “Acreditamos que o conceito e a localização privilegiada do nosso empreendimento são fatores que vêm acelerando as vendas. Estamos muito orgulhosos e otimistas com esse cenário e acreditamos que, em breve, poderemos dizer que vendemos 100% do Barra Signature”, afirma Ferreira. Fonte: Vestra Empreendimentos/Assessoria Visar Planejamento
- SENAI ABRE CURSO DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA VIDRACEIRO
Com início no dia 18 de abril de 2023, o objetivo do curso é o desenvolvimento de competências para a instalação de vidros auto-portantes em esquadrias e em elementos de vedações, em edificações, de acordo com procedimentos e normas técnicas. REQUISITOS - O aluno deverá, no início do curso, ter no mínimo 18 anos de idade; - O aluno deverá ter completado a 4ª série/ano do Nível Fundamental. A carga horária é de 200 horas, das quais 160 horas serão dedicadas às Competências Técnicas. O curso será realizado na Escola Senai “Orlando Laviero Ferraiuolo”, rua Teixeira de Melo, 106 - Tatuapé, em São Paulo (SP). TELEFONE: (11) 2227-6900 E-MAIL: secretaria111@sp.senai.br Mais informações: https://construcaocivil.sp.senai.br/curso/57292/111/vidraceiro?bolsa=true Fonte: Senai
- CONHEÇA A ALUSHOP, DISTRIBUIDORA DE ITENS PARA ESQUADRIAS
Presente no mercado da construção civil desde 1993, a Alushop Alumínio, distribuidora de matérias-primas para confecção de esquadrias, com sede em São José do Rio Preto (SP), mantém parceria com profissionais renomados do mercado, viabilizando a entrega do produto final com logística própria e agilidade. A marca atua na obra desde o projeto até a instalação das esquadrias. No portfólio da empresa estão presentes: os perfis de linha convencional – 25, 30, 42, Gold e Suprema; linha Mega – 20, 25 e 32; fachadas glazing – Atlanta e PV II; linha moveleira; e componentes para esquadrias. Além disso, dispõe de um departamento técnico para execução, dimensionamento de projetos e desenvolvimento de novos perfis. A marca possui grande estoque das linhas Suprema e Gold pintadas para pronta-entrega nas cores branco brilhante e preto fosco. Consulte disponibilidade para cada região. Para mais informações, acesse www.alushop.com.br ou entre em contato via Whatsapp (17) 99619-9776. Fonte: Alushop
- QUAIS SÃO AS VANTAGENS DAS DIVISÓRIAS DE VIDRO?
De acordo com o portal Vidro Certo, da Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro), entrar em um edifício corporativo hoje em dia é uma experiência completamente diferente devido aos ambientes confortáveis que são criados. Para isso, enfatizam o quanto o uso do vidro faz a diferença, como, por exemplo, no conforto térmico, no contato com o ambiente externo e na iluminação natural, que traz diversos benefícios. “Para compor esse novo modo de trabalhar e viver, o vidro é essencial. A transparência do material tem a capacidade de criar a ilusão de mais espaço. Então, adicionando algumas divisórias de vidro, terá um ambiente mais claro, arejado e espaçoso”, afirma o site. As primeiras impressões contam e isso é particularmente importante quando os clientes estão visitando o escritório. “Quando convidado para um espaço de trabalho acolhedor, isso instantaneamente traz uma sensação que conecta e permite que a reunião tenha um ótimo começo para o melhor resultado possível”, explica o portal. Quando as divisórias são feitas de vidro, permitem ser personalizáveis e modificáveis, incluindo pintura ou outro tipo de customização, sendo uma maneira de incluir design e estilo exclusivo para o ambiente corporativo. Além disso, deixam espaço para futuras reformulações do espaço do escritório, podendo ser utilizadas em outros lugares posteriormente. “O vidro é a melhor solução para a maioria dos escritórios que procuram modernizar a sua decoração e criar espaços que realmente se conectam”, finaliza o Vidro Certo. Fonte: Vidro Certo/Abividro
- OFICINA ABORDA DEZ FORMAS DE AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DAS VIDRAÇARIAS
Realizado pelo Sindividros-RS, o evento reuniu vidraceiros e arquitetos No último sábado (1), o Sindicato das Indústrias de Vidros, Cristais, Espelhos, Cerâmica de Louça e Porcelana no Estado do Rio Grande do Sul (Sindividros-RS) recebeu o sócio-fundador do Portal Setor Vidreiro, Gabriel Batista, para a oficina “Dez formas reais de aumentar a lucratividade das vidraçarias”. O evento, que aconteceu na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), recebeu vidraceiros e arquitetos. Passando por temas como a importância da segmentação e da adaptação do mercado do vidro, Batista compartilhou os tipos de modelo de negócio, de cliente e a importância do conhecimento profundo acerca do próprio negócio, ou seja, um entendimento estratégico sobre o que se vende e para quem. “Vender é o período que se comunica com o intuito de enriquecer a vida de alguém através de uma ação, de modo que esta pessoa alcance, a partir dessa ação, a maior quantidade de benefícios para a sua própria vida e/ou para a vida de outros.” Outro assunto de importância para o setor vidreiro abordado na atividade foi a responsabilidade civil na especificação e instalação do vidro, que passa pela compra de produtos de indústrias idôneas, responsáveis pela procedência do material, até a conscientização do consumidor da importância do uso do vidro adequado para a garantia de sua segurança. A oficina pertence a macroetapa 2 do Projeto Sindical "A Rastreabilidade na Cadeia Produtiva do Vidro - Sindividros, realizado através do Programa de Apoio a Projetos Sindicais, iniciativa da Fiergs em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae-RS), que estimula a competitividade das indústrias do estado e o fortalecimento das pequenas empresas. Os eventos ligados à promoção e conhecimento acerca do uso do vidro realizados pelo Sindividros também têm o patrocínio da Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro). A entidade, ao lado da Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro), coordena o portal Vidro Certo, iniciativa que tem como objetivo levar conhecimento sobre a importância do vidro plano nas construções e na vida social do consumidor final e do profissional que deseja trabalhar com o vidro, agregando valor com segurança, conforto e eficiência além da estética que o vidro proporciona aos seus projetos. Fonte: Sindividros-RS
- RECICLAGEM DE POLÍMEROS
*Por Juliano Martins Barbosa, professor e pesquisador no curso de Engenharia de Materiais da Universidade Presbiteriana Mackenzie Popularmente chamados de plásticos, os polímeros são macromoléculas com longas cadeias moleculares, possuindo unidades químicas ligadas covalentemente e que se repetem ao longo da cadeia. Eles podem ser naturais, como seda, celulose, fibras de algodão, ou sintéticos, como polipropileno, poli (tereftalato de etileno), polietileno, poli (cloreto de vinila). Tais materiais possuem propriedades interessantes para inúmeras aplicações e, devido a isso, seu consumo cresce ano a ano, chegando a 367 milhões de toneladas em 2021. O Brasil representa 2% deste consumo (7,3 megatoneladas - Mt), segundo o perfil da Associação Brasileira da Indústria de Plástico ( Abiplast ). Apesar da existência de uma grande variedade de polímeros, apenas cinco deles (PE, PP, PS, PVC e PET) representam cerca de 90% do consumo nacional, sendo utilizados em embalagens primárias (31%), descartáveis (22%), construção civil (14%), entre outras aplicações. Devido ao consumo significativo, representa fração considerável no Resíduo Sólido Urbano (RSU). De modo geral, as indústrias que estão mais interessadas em reciclar seus resíduos são dos segmentos de embalagens e automotivo e contribuem com um índice de reciclagem global de 23,1% de todo plástico consumido. Mesmo assim, por ano, mais de 2,9 Mt de resíduos plásticos acabam em aterros*. Visando reduzir o descarte deste material, é conveniente que sejam utilizados em aplicações de longa vida útil, como pavimentação, madeira plástica, construção civil, plasticultura, indústria automobilística e eletroeletrônica. Quando o material é descartado, deve ser destinado a reciclagem. A reciclagem dos polímeros pode ser classificada em quatro categorias**. Primária: consiste na utilização dos resíduos industriais em produtos com características equivalentes àquelas dos produtos originais produzidos com polímeros virgens. Por exemplo, aparas que são novamente introduzidas no processamento; Secundária: consiste na utilização dos RSU por um processo ou uma combinação de processos em produtos que tenham menor exigência do que o produto obtido com polímero virgem. Por exemplo, reciclagem de embalagens de PP para obtenção de sacos de lixo; Terciária: processos de produção de insumos químicos ou combustíveis a partir de resíduos poliméricos, também conhecida como reciclagem química; Quaternária: processos de recuperação energética do resíduo por incineração controlada. A reciclagem primária e a secundária são conhecidas como reciclagem mecânica ou física. O que diferencia uma da outra é que na primária utiliza-se polímero pós-industrial e, na secundária, pós-consumo. A reciclagem terciária também é chamada de química e a quaternária de energética. O método mais utilizado na reciclagem dos plásticos é a reciclagem mecânica e pode ser viabilizada através do reprocessamento por extrusão, injeção, termoformagem, etc. Para este fim, são necessários alguns procedimentos que incluem as seguintes etapas: separação do resíduo polimérico, moagem, lavagem, secagem, reprocessamento e, finalmente, a transformação do polímero em produto acabado**. Os esforços atuais estão direcionados no sentido de se obter um produto reciclado que possua propriedades o mais próximas possíveis do polímero virgem, para serem empregados na confecção de materiais com aplicações mais nobres. Considerados os grandes vilões ambientais, os polímeros podem demorar séculos para se degradarem e ocupam grande parte do volume dos aterros sanitários, interferindo de forma negativa nos processos de compostagem e de estabilização biológica. Além disso, quando descartados em lugares inadequados, como lixões, rios e encostas, causam um impacto ainda maior ao meio ambiente. Portanto, a reciclagem de forma sistemática é uma das soluções mais viáveis para minimizar tal impacto. Vários aspectos motivam a reciclagem, como economia de energia, preservação de fontes esgotáveis de matéria-prima, redução de custos com disposição final do resíduo, economia com a recuperação de áreas impactadas, aumento na vida útil dos aterros sanitários, redução de gastos com a limpeza e saúde pública, além da geração de emprego e renda**. Para se garantir o sucesso da reciclagem dos polímeros, é imprescindível a implementação de coleta seletiva e correta destinação dos mesmos aos locais que executam a reciclagem, além da conscientização da população e o investimento em pesquisas na área de reciclagem de polímeros. Referências: *Abiplast; Link acessado em 24/03/2023; **Spinace, A. A. S; De Paoli, M. A. (2005). A tecnologia da reciclagem de polímeros; Quim. Nova, 28(1), 65-72 Fonte: Assessoria de Imprensa Instituto Presbiteriano Mackenzie
- O IMPACTO DO CHAT GPT NA CONSTRUÇÃO CIVIL
Indústria de esquadrias, arquitetura e mercado imobiliário podem otimizar processos e aumentar a produtividade com a ferramenta *Por Stephanie Fazio Reprodução: Olhar Digital Foco das conversas sobre tecnologia, o Chat GPT, nova ferramenta de inteligência artificial (IA), pode responder a perguntas e ajudar com tarefas como redação de e-mails, ensaios e códigos de programação. A ferramenta foi construída pela OpenAI com base em um modelo gerativo de linguagem, atualmente, o uso é gratuito e aberto ao público, porque está em fase de pesquisa e coleta de feedback. A expectativa é que a IA otimize processos e aumente a produtividade de trabalhadores de diversas áreas, inclusive da construção civil. Lançado com meses de diferença do Chat GPT, o GPT-4 é uma evolução do chatbot e está disponível apenas para assinantes do Chat GPT Plus. No GPT-4, a principal novidade e diferença é que dá para processar imagens junto aos comandos de texto para gerar conteúdo. Além disso, o GPT-4 é mais preciso e seguro do que o Chat GPT, segundo a OpenAI. Entre as limitações da plataforma estão informações atualizadas até 2021, falta de compreensão de texto e ausência de empatia, segundo a ferramenta. De acordo com o portal Exame, no último mês de março, uma carta aberta assinada por cientistas e endossada por empreendedores de renome, pediu uma pausa de seis meses no desenvolvimento de sistemas de IA mais avançados do que o GPT-4, causando polêmica. A carta, publicada pelo site Future of Life Institute, gerou discussões intensas sobre a ética, o progresso tecnológico e os possíveis impactos futuros dessa pausa na pesquisa em IA. Há defensores da continuidade das pesquisas e também cautelosos, que enfatizam que a tecnologia pode trazer riscos e que é essencial melhorar a transparência, a governança e as medidas protetivas. No final do último mês de março, a Itália suspendeu por lei as atividades da plataforma, após se tornar suspeita de divulgar informações pessoais sensíveis dos usuários da sua versão premium . IA NA CONSTRUÇÃO CIVIL Embora a IA esteja ganhando cada vez mais destaque na construção civil, o setor ainda está em uma fase inicial de implantação. “Existem várias empresas que estão experimentando com a tecnologia da IA em diferentes áreas da construção, desde o planejamento até a gestão de projetos, passando pela detecção de falhas e a melhoria da eficiência energética”, diz José Carlos Cattel, diretor na Ilummini Planejamento Estratégico e Gestão, consultoria especializada na indústria de esquadrias. A IA pode, por exemplo, ser utilizada para analisar grandes conjuntos de dados e ajudar a identificar padrões que possam ser utilizados para prever falhas ou defeitos em sistemas de construção, o que pode levar a melhorias na segurança e na qualidade. Além disso, a IA também pode ajudar a otimizar o uso de materiais e recursos, reduzindo os custos e diminuindo o impacto ambiental, segundo o especialista. “No entanto, apesar do grande potencial da IA na construção civil, ainda existem desafios a serem superados, como a necessidade de integração com outros sistemas existentes e a garantia da segurança e privacidade dos dados. Portanto, embora a IA esteja se mostrando uma solução promissora para a construção civil, ainda estamos no início de sua implantação e espera-se que sua adoção aumente à medida que a tecnologia e a experiência evoluam”, destaca. ÁREAS DE APLICAÇÃO A IA tem o potencial de ser aplicada em diversas áreas da construção civil, desde a fase de projeto até a fase de operação e manutenção de edifícios, algumas das aplicações mais comuns no setor incluem, conforme Cattel: Projeto e planejamento: otimiza o design de edifícios, analisando dados como a localização, condições ambientais, orçamento e outras restrições. Além disso, a IA pode ser usada para simular e prever o desempenho dos edifícios, como o consumo de energia e a acústica; Monitoramento e controle de construção: monitora e controla o progresso da construção, ajudando os gerentes de projetos a identificarem e corrigirem problemas mais rapidamente. Além disso, a IA pode ser usada para analisar dados de sensores instalados no local da obra, como a temperatura, umidade e vibração; Manutenção preditiva: Prevê a manutenção necessária em edifícios e equipamentos antes que ocorram falhas, permitindo que os proprietários economizem dinheiro em reparos e manutenções desnecessários; Segurança do local de trabalho: Monitora e analisa o comportamento dos trabalhadores no local da obra, alertando os gerentes de projetos sobre quaisquer comportamentos de risco e garantindo a segurança dos trabalhadores; Automação de tarefas: Automatiza tarefas rotineiras na construção civil, como cálculos de orçamento, análise de dados e gerenciamento de projetos, permitindo que os trabalhadores se concentrem em tarefas mais complexas e criativas. “Essas são apenas algumas das muitas aplicações possíveis da IA na construção civil. À medida que a tecnologia evolui, é provável que novas aplicações surjam, tornando a construção mais eficiente, sustentável e segura”, afirma o diretor. A IA tem o potencial de transformar o setor da construção civil, arquitetura e mercado imobiliário de diversas formas, otimizando processos e melhorando a eficiência e a qualidade. Algumas das principais aplicações e funções da IA nessas áreas incluem, segundo o especialista: Planejamento e projeto: Pode ser usada para analisar grandes quantidades de dados e gerar modelos e simulações que ajudem a otimizar o planejamento e o design de edifícios. Isso inclui a análise de dados geográficos e climáticos para determinar o melhor posicionamento de edifícios, bem como a simulação de fluxo de ar e luz solar para melhorar a eficiência energética; Detecção de falhas e manutenção preditiva: Análise dados de sensores e sistemas de monitoramento em tempo real para detectar falhas e problemas de manutenção antes que eles ocorram, reduzindo o tempo de inatividade e os custos de reparo; Gerenciamento de projetos: Gerencia e otimiza o fluxo de trabalho em um projeto, desde a programação até o gerenciamento de custos e recursos; Marketing e vendas: Análise de dados de mercado e tendências de consumo para ajudar a orientar a estratégia de marketing e vendas de empreendimentos imobiliários; Análise de investimento: Análise de dados financeiros e de mercado para ajudar a tomar decisões de investimento mais informadas. IMPACTO NO MERCADO DE TRABALHO Para Cattel, a utilização da IA na construção civil tem o potencial de automatizar muitas tarefas repetitivas e rotineiras, o que pode levar a uma redução no número de postos de trabalho nessas áreas específicas. “No entanto, é importante notar que a IA também pode criar novas oportunidades de emprego, especialmente em áreas relacionadas ao desenvolvimento, implementação e manutenção dessas tecnologias”, analisa. Na visão do diretor, a IA também pode aumentar a eficiência da construção civil, permitindo que mais projetos sejam concluídos em tempo menor e com menos erros. O que pode levar a uma maior demanda por trabalhadores qualificados em outras áreas da construção, como planejamento, gerenciamento de projetos e design . “No geral, é provável que a utilização da IA na construção civil leve a uma mudança na natureza do trabalho em vez de uma redução total de postos de trabalho. Ainda assim, é importante garantir que os trabalhadores sejam devidamente treinados e capacitados para se adaptarem às mudanças tecnológicas e que haja um equilíbrio entre a eficiência e a segurança no local de trabalho”, observa. CHAT GPT NA INDÚSTRIA DE ESQUADRIAS Ele recomenda a utilização do Chat GPT para o setor da indústria fabricante de esquadrias. “Pode trazer diversos benefícios para esse setor, desde a otimização da produção até a melhoria da qualidade dos produtos”, afirma. Algumas das possíveis aplicações da IA na indústria de esquadrias incluem, segundo o especialista: Otimização da produção: Identifica gargalos e sugere melhorias para aumentar a eficiência e reduzir o tempo de produção; Controle de qualidade: Monitora a qualidade dos produtos em tempo real, identificando defeitos e falhas antes que eles se tornem um problema maior; Personaliza produtos: Ajuda a personalizar produtos de acordo com as necessidades e preferências dos clientes, tornando a produção mais ágil e eficiente; Análise de dados: A nova tecnologia pode ser utilizada para analisar grandes quantidades de dados de mercado e do setor para ajudar a tomar decisões mais informadas sobre a produção e comercialização de produtos. No entanto, ele lembra que a implementação da IA exige investimentos em tecnologia e treinamento de pessoal. Portanto, é importante avaliar cuidadosamente os custos e benefícios antes de decidir pela adoção do Chat GPT na indústria de esquadrias. “Por se tratar de uma tecnologia disruptiva, é muito difícil prever o potencial total de ferramentas como esta, pois nem mesmo os idealizadores delas conseguem prever os impactos desta nova tecnologia aplicada no dia a dia dos negócios. A cada dia iremos nos deparar com novas contribuições voltadas para o ganho de performance das operações em todas as áreas de criação de valor”, conclui Cattel. Fontes: José Carlos Cattel, Instituto Mauá de Tecnologia, Exame e Olhar Digital













