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- ENTENDA OS BENEFÍCIOS DAS CONSTRUÇÕES TEMPORÁRIAS
*Por Tatiana Fasolari, vice-presidente da Fast Engenharia, empresa de overlays da América Latina O setor de construção civil é um dos que mais causa impacto ecológico, sendo necessário buscar medidas sustentáveis que não tragam riscos ao meio ambiente. Segundo pesquisa realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), 38% do gás carbônico na atmosfera é oriundo da construção civil, de acordo com a associação World Business Council for Sustainable Development , só a produção de cimento corresponde a 8% das emissões. No Informativo da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) foi previsto que o ramo terá um crescimento de 2,5%, em 2023. Tornando-se a sustentabilidade na construção civil uma necessidade que deverá ganhar mais espaço nos canteiros de obra. Uma ótima solução para essa questão são as construções temporárias, que nada mais são do que estruturas desmontáveis que podem ser montadas de forma rápida e econômica, como também, reaproveitadas. Infraestruturas temporárias são tendência em grandes eventos e permitem uma solução ecológica. A empregabilidade de novas tecnologias na realização dessas construções auxilia ainda mais na sustentabilidade ecológica dessas arquiteturas. O uso de materiais renováveis como, por exemplo, o do tijolo sustentável, onde 90% de sua matéria-prima provém de resíduos de construção, ou até mesmo, tintas ecológicas, feitas de insumos naturais e que não possuem em sua composição componentes derivados do petróleo, diminuem a produção de resíduos sólidos, como também, o uso de recursos naturais. De acordo com um estudo realizado pelo United States Green Building (CBC) em 2020, o Brasil ocupa o quinto lugar no ranking mundial de países que mais possuem obras sustentáveis no mundo. São essas tecnologias de última geração que nos ajudam a melhorar as decisões sustentáveis e a aprimorar equipamentos utilizados nas construções. Outro ponto que merece destaque é como as construções temporárias podem ser utilizadas como moradias flexíveis e como este mercado ao longo dos anos veio ganhando o gosto principalmente dos jovens brasileiros, já que segundo um levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) em 2020, 82% dos entrevistados revelaram que gostariam de experimentar esse tipo de moradia. Isso ocorre devido às moradias flexíveis terem condições que cabem dentro do bolso desses consumidores permitindo, por exemplo, realizar contratos de locação por um período mais curto de tempo, podendo estes serem de dias ou meses. Além de darem ao consumidor mais opções na escolha da localização e tamanho do imóvel. Esse mercado, chamado de Built-to-Rent , pode ser considerado hoje um dos que mais investem em empreendimentos sustentáveis na construção, uma vez que as pessoas buscam atualmente utilizar a moradia como serviço e não como um bem, se tornando um movimento sustentável e favorecendo imóveis prontos. A adaptação à agenda ecológica não é um processo rápido em nenhuma área, muito menos na construção civil. As expectativas e metas sustentáveis continuarão a crescer e as empresas serão cada vez mais cobradas com relação às suas práticas. Quem sair na frente, terá vantagem nessa corrida. Fonte: Fast Engenharia/Press FC
- GUARDIAN GLASS REVELA OS PROJETOS VENCEDORES DO “TOP PROJECTS GUARDIAN”
Em noite de gala, foram premiados os cinco projetos mais votados em diferentes categorias, entre os 174 de arquitetura e decoração inscritos Com a presença de importantes personalidades dos mercados da construção, arquitetura, decoração e vidro, a fabricante de vidros Guardian Glass revelou, na última quinta-feira (01/06), em uma noite de gala no Palácio Tangará, em São Paulo (SP), os projetos mais votados da segunda edição do “Top Projects Guardian”. Foram premiados profissionais e empresas responsáveis pela execução dos projetos tanto no Brasil quanto na América do Sul. "Estamos extremamente satisfeitos com a qualidade e a diversidade dos projetos apresentados. Os profissionais demonstraram um alto nível de criatividade, inovação e excelência técnica ao utilizar os nossos vidros e espelhos. O Top Projects Guardian é uma vitrine para projetos tão icônicos e estamos orgulhosos em proporcionar este espaço de reconhecimento e homenagens", disse Viviane Sequetin, gerente sênior de marketing da Guardian Glass. Foram inscritos 174 projetos que utilizaram os vidros e espelhos da Guardian Glass. Uma comissão de curadores, composta por profissionais de associações, imprensa e entidades especializadas do segmento vidreiro, arquitetura e construção civil, selecionou os que mais se diferenciam pelo design, tecnologia e inovação. Estes foram levados então à votação do público, que alcançou mais de 50 mil votos, demonstrando o engajamento e interesse pelos projetos, todos de grande impacto visual, complexidade e que fizeram uso dos produtos com extrema excelência técnica. Entre os homenageados do Top Projects Guardian estiveram processadores de vidros e espelhos, construtoras, consultores, fabricantes de esquadrias, arquitetos, designers e vidraceiros, enfim, os diversos profissionais envolvidos nos projetos. Os finalistas e vencedores podem agora usar a logo e o título “Top Projects Guardian 2023” , para fins de divulgação. Confira quais foram os projetos eleitos no Top Projects Guardian 2023 em cada categoria. CASAS Fazenda Santa Helena/Divulgação: Guardian Glass/GPCOM Projeto: Fazenda Santa Helena; Cidade: Belmiro Braga/MG; Produto: SunLight; Processador: Grupo Paris; Construtora: VHM Construções; Arquitetos: Lourenço Sarmento Arquitetura | Aletheia Westermann Arquitetos; Fabricante de Esquadrias: Grupo Paris. INTERIORES Galeria dos Restaurantes/Divulgação: Guardian Glass/GPCOM Projeto: Galeria dos Restaurantes; Cidade: São Paulo/SP; Produtos: Espelho Âmbar e Silver 20; Processadores: Tempermax e Bonneville; Arquiteta: Daiane Antinolfi; Vidraceiro: Europa Vision. EDIFÍCIO COMERCIAL World Trade Center Free Zone II/Divulgação: Guardian Glass/GPCOM Projeto: World Trade Center Free Zone II; Cidade: Montevideo (Uruguai); Produtos: AG 43 e Chrome; Processador: Vidrieria Bia; Desenvolvedor: Estúdio Luis E. Lecueder; Construtora: Roberts&Asoc. | Saceem | Ebital; Arquitetos: Ernesto Kimelman & David Ruben Flom; Fabricante de Esquadrias: DOGARO S.A. EDIFÍCIO MULTIUSO Primavera Office/Divulgação: Guardian Glass/GPCOM Projeto: Primavera Office; Cidade: Florianópolis/SC; Produto: Chrome; Processador: Santa Rita Vidros; Construtora: Pedra Branca Empreendimentos; Arquiteto: ARK 7 Arquitetos; Consultor: Petinelli; Fabricante de Esquadrias: Stylo Aluminio. EDIFÍCIO RESIDENCIAL One Batel/Divulgação: Guardian Glass/GPCOM Projeto: One Batel; Cidade: Curitiba/PR; Produto: Neutral Plus 41; Processador: GlassecViracon; Construtora: Plaenge; Arquiteto: Bohrer Arquitetura; Consultor: BSE Consultoria e Hygge; Fabricante de Esquadrias: Forma. Fonte: Guardian Glass/GPCOM
- ARRANHA-CÉUS DO CENTRO DE SÃO PAULO TROCAM OLHARES COM O PÚBLICO NA VIRADA CULTURAL
O artista visual francês Charly Andral apresentou a intervenção urbana “Olhos nos Olhos”, que foi avistada em edifícios na região do Vale do Anhangabaú, na capital paulista. A instalação é composta por pares de olhos iluminados localizados em janelas de edifícios, visíveis a partir das ruas e de outros prédios, principalmente à noite. Esta intervenção fez parte da programação oficial da Virada Cultural, no mês de maio. Em cada prédio, olhos distintos foram criados com o uso da inteligência artificial e inspirados em animais silvestres, em particular papagaios, répteis, peixes e anfíbios que habitavam o Rio Anhangabaú, hoje enterrado sob camadas de concreto. “Me interessaram os animais que não são considerados ‘nobres’, que sofrem um certo desprezo. Usei a inteligência artificial para distorcer os olhos dos animais, criando hibridações entre o mundo orgânico e o mundo digital; misturando, por exemplo, a íris natural com lentes de câmeras. Na verdade, esses prédios-bichos já vêm do futuro", explica o artista. Com essa instalação, Andral prolonga uma pesquisa que debate as fronteiras entre floresta e cidade. Ele fez um paralelo entre estes animais desprezados e o estado de abandono no qual se encontram vários edifícios do centro da cidade. “Como os animais, os prédios não têm voz, então imaginei uma fusão entre eles e a comunicação através do olhar. A troca de olhar é a primeira etapa para se ter consideração por alguém ou dar valor a alguma coisa”, pontua o artista francês interessado em destacar a vida do centro da capital. “Se os olhos são o espelho da alma, então fica agora comprovado que os edifícios têm uma alma”, brinca. Reprodução: Assessoria Texto Imagem Na noite da Virada Cultural, o público foi convidado a subir gratuitamente ao andar 43 do edifício Mirante do Vale, espaço cultural sob curadoria do artista, para contemplar a cidade "através do olhar de um arranha-céu”. Andral também reservou surpresas, desenvolvendo dispositivos que permitiram ao público interagir à distância com os diversos olhos. Por fim, o artista detalhou ao público participante o processo de criação para que qualquer um consiga criar seus próprios olhos e instalá-los em casa por um custo acessível. "Seria maravilhoso se a instalação passasse a se estender de maneira orgânica para outros bairros. São Paulo é a cidade que não dorme, então seria até lógico que os prédios passassem as noites de insônia conversando olhos nos olhos”, completa. Fonte: Assessoria Texto Imagem
- É PRECISO INDUSTRIALIZAR A CONSTRUÇÃO CIVIL NO BRASIL
*Por Eduardo Gorayeb, um dos engenheiros responsáveis pela criação do Minha Casa Minha Vida; proprietário da Tego Frame, indústria de steel frame, e da Inovahouse, franquia do segmento Em 2022, o Índice Nacional de Custo da Construção, monitorado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), fechou com uma alta de 10,9%, a segunda maior desde 2014. Para entender por que isso aconteceu, em uma análise mais superficial, podemos citar a pandemia. Porém, quando olhamos mais a fundo, vemos outro problema – aliás, que o Brasil enfrenta na construção civil há décadas: a falta de uma industrialização. Hoje, a construção civil no Brasil é quase 100% manufaturada. Na década de 1980, isso fazia sentido, pois tínhamos mão de obra abundante, do nível básico à qualificada. Mas esse cenário mudou. Hoje, o filho do pedreiro não é mais pedreiro, por exemplo. Esse corte de geração, ao longo dos anos, promoveu uma mão de obra escassa e, consequentemente, mais cara para as construtoras. Isso só no campo da contratação. Quando abrimos o leque de tudo o que envolve uma obra, o buraco fica ainda mais fundo. Por exemplo: hoje, no modelo tradicional de alvenaria, o mais usado no Brasil, se planeja em curto prazo e se executa em longo prazo. Por que essa demora na construção? Porque as correções que deveriam ter acontecido no planejamento ocorrem na obra. Isso afeta o prazo de entrega e significa mais custos no canteiro de obra com vigia, água, luz e aluguel de equipamentos. Tem também o aumento do custo da matéria-prima por causa da inflação. Tudo isso encarece o projeto. A boa notícia é que não precisa mais ser assim. Já existe o caminho da industrialização na construção civil – o que considero inevitável. Nesse sentido, o sistema em light steel frame é uma excelente opção. Ele utiliza painéis-parede feitos com perfis de aço. No Brasil, a industrialização do light steel frame já está em andamento. Na prática, os painéis-parede chegam na obra prontos para serem montados. Tudo é fabricado milimetricamente de acordo com o projeto: é só encaixar, como se fosse um Lego, e parafusar. Não tem entulho, quebradeira e nem caçamba. E sem atrasos para entrega. Assim, o planejamento é mais detalhado e, consequentemente, o prazo de execução é menor, pois não há modificação ou correções na obra. Ganha-se rapidez na entrega do projeto, maior capacidade de produção e redução de custos. Na prática, uma casa de 100 m², construída através da industrialização do light steel frame, é erguida em cinco dias e em até 30 dias está pronta para morar. Qual a importância disso para o Brasil? A última pesquisa da Fundação João Pinheiro aponta que o país tem um déficit habitacional de quase 6 milhões de moradias. Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou que irá retornar com o Minha Casa Minha Vida – se fala de um investimento bilionário. Se parte desse investimento fosse destinado para a construção de casas em light steel frame, de forma industrializada, elas seriam entregues em um prazo 50% menor. O valor dessa agilidade construtiva para o país é imensurável. No entanto, devemos olhar a industrialização da construção civil pelo light steel frame além do programa habitacional. Hoje, para que ele faça sentido para qualquer cidadão, precisamos criar um sistema financeiro apropriado. Atualmente, 80% do valor do imóvel é financiado. O restante o comprador tem de pagar ao longo da obra. Se uma casa fica pronta em até 30 dias, o comprador não tem tempo suficiente para arcar com os 20% que não foram financiados. Por isso, precisamos fazer com que seja possível financiar 100% do imóvel, que é um bem consolidado. Isso já acontece com um automóvel, que perde valor de mercado com os anos, então, por que não fazer com um imóvel? Outra coisa necessária para que a industrialização da construção civil por meio do light steel frame seja possível é a revisão dos impostos. Atualmente, a indústria que opta por esse modelo é taxada por ICMS, IPI, etc. Além disso, existe a tributação de benefício, que ocorre quando há a beneficiação de peças. Isso encarece toda a produção. Quais as vantagens de colocar todas essas medidas em prática? Ao incentivar a industrialização, criaremos uma demanda para que a produção fique mais barata. Só assim iremos construir um mercado forte e sólido. Dessa forma, em cinco anos, já teremos pelo menos um ramo trabalhando majoritariamente com a industrialização. Fonte: Inovahouse/G Comunicação Estratégica
- SAIE VETRO 2023: FAÇA SEU CREDENCIAMENTO ANTECIPADO E RECEBA O CRACHÁ NO ENDEREÇO CADASTRADO
A inscrição gratuita, que inclui o benefício, está disponível até 20 de junho O público interessado em visitar a 12ª edição do Salão da Indústria de Esquadrias e Vidro (SAIE VETRO), que acontecerá nos dias 31 de agosto e 01 de setembro de 2023, em Florianópolis (SC), e que deseja receber o crachá no endereço cadastrado, deverá realizar o credenciamento antecipado – disponível até o dia 20 de junho. Após a data, a credencial ficará disponível para ser retirada no evento. O credenciamento antecipado de visitantes de empresas ou de visitantes autônomos deve ser feito neste link: www.saievetro.com/credenciamento. De forma simples e rápida, basta escolher o tipo de credencial desejada: “Visitante Empresa” ou “Profissional Autônomo” e seguir o passo a passo para preencher os dados solicitados. A entrada é gratuita. SOBRE O EVENTO O SAIE VETRO 2023 já está com seus 6 mil m² de área física totalmente ocupados e contratados pelos mais de 120 expositores de grandes marcas especializadas no setor. O evento de abrangência nacional, realizado no Sul do país, é considerado um ponto de encontro primordial para os profissionais do mercado de esquadrias e vidro, com previsão de atrair cerca de 8 mil visitantes vindos de todo Brasil e inclusive de muitos países vizinhos – conforme experiência das edições anteriores. Nos dois dias de realização, o SAIE VETRO 2023 reunirá uma grande variedade de lançamentos, produtos e soluções, oferecendo também uma programação de eventos simultâneos de atualização técnica, com palestras e encontros, entre outros atrativos, para um público de profissionais qualificados em busca de novos conhecimentos na área de esquadrias e vidro, bons negócios e renovação de networking. O evento é realizado em Santa Catarina por dois motivos principais: a região se destaca no cenário da construção civil brasileira e é um estado que reúne um considerável número de empresas deste amplo mercado. SERVIÇO Local: CentroSul - Centro de Convenções de Florianópolis Data: 31 de agosto e 1º de setembro de 2023 Mais informações: saievetro@saievetro.com.br, pelo telefone +55 (11) 5539-3200 ou em (www.saievetro.com).
- RETROFITS EM EDIFÍCIOS CORPORATIVOS NA AVENIDA PAULISTA VISAM ATRAIR EMPRESAS
Até agora, 15,6% do estoque total, aproximadamente 170 mil m², foram “retrofitados” A Avenida Paulista, símbolo da cidade de São Paulo (SP) que já foi o centro financeiro e corporativo da cidade em décadas anteriores, vem passando por uma onda de retrofits para se atualizar e não perder a relevância. Sem espaço para novos desenvolvimentos imobiliários e com edifícios antigos – grande parte anterior à década de 80 –, o retrofit é a alternativa para reposicionar o estoque e manter a região atraente para os inquilinos. Um estudo exclusivo da prestadora de serviços imobiliários e gestora de investimentos JLL sobre a Avenida Paulista mostra que, até agora, 15,6% do estoque total (aproximadamente 170 mil m²) foram “retrofitados”. Edifícios como o Brazilian Financial Center e Paulista 1100 passaram por atualizações e receberam um upgrade em sua classificação. “Apesar de ter dividido o protagonismo com novos polos corporativos que surgiram ao longo do tempo, como a Faria Lima e a Berrini, a Avenida Paulista continua sendo interessante para as empresas devido à boa localização e alta oferta de comércio, serviços e transporte. No entanto, a qualificação dos empreendimentos, muitas vezes, pode ser uma questão para algumas empresas”, diz Yara Matsuyama, diretora na divisão de escritórios da JLL. Em geral, esse movimento vem acompanhado de um aumento no valor do aluguel, ampliando os ganhos dos proprietários. É o que aconteceu, por exemplo, com os edifícios Bravo Paulista (em que o m² passou de R$ 55 para R$ 130), Martiniano de Carvalho (de R$ 70 para R$ 90/m²) e Alameda Santos (de R$ 75 para R$ 95/m²). As vantagens do retrofit também são comprovadas pela taxa de vacância ( medida da taxa de ocupação de inquilinos dos imóveis de um fundo imobiliário ). Enquanto a média na cidade está na casa dos 20%, na região da Avenida Paulista é de 14%. Cabe destacar que os edifícios classe AA apresentam a menor vacância dentre as três classes analisadas (13,4%). “Ainda há muitas oportunidades de reforma e atualização para que os prédios aumentem sua qualidade tanto do ponto de vista operacional quanto da satisfação dos usuários”, conta Yara . Mesmo nos casos em que o valor do aluguel não aumenta após o retrofit , os proprietários têm a vantagem de reter os inquilinos com a modernização do edifício. Assim, eles passam a ocupar um espaço mais moderno, tecnológico e ajustado às necessidades e tendências atuais. Mesmo que não seja totalmente renovada, a Avenida Paulista segue e seguirá sendo um endereço importante para a vida corporativa da cidade, segundo a diretora da divisão de escritórios da JLL. “A Avenida Paulista tem valor afetivo para os paulistanos e é emblemática para os não paulistanos também. Não à toa, a região tem atraído o interesse de fundos imobiliários e investidores que estão comprando prédios inteiros para ‘retrofitar’ e lucrar com aluguel”, afirma a executiva. INCORPORANDO ESG O retrofit também adequa o empreendimento às melhores práticas de sustentabilidade. “Cada vez mais, essa é uma exigência das empresas que têm metas de ESG e, como consequência, ainda contribui para a redução de custos operacionais devido ao uso mais eficiente de recursos como energia e água”, declara Luciana Arouca, diretora de sustentabilidade da JLL. Tendo a eficiência operacional como objetivo, as principais oportunidades de intervenção incluem: Modernização das instalações; Tecnologia aplicada aos sistemas; Renovação completa da fachada, contando com a utilização de vidros de alta eficiência e elementos para atenuar a absorção de calor; Implementação de sistema hidráulico para redução do consumo de água; Substituição de lâmpadas incandescentes e fluorescentes por LED; Destinação e descarte de resíduos, reutilização de materiais e outras ações. Fonte: JLL/Tecere Gestão da Comunicação
- DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE: CONHEÇA SOLUÇÕES QUE ESTÃO TORNANDO A ENGENHARIA MAIS SUSTENTÁVEL
“Programa de Inovação Aberta da Andrade Gutierrez é porta de entrada para essas soluções, que são aplicadas em obras da construtora tornando-as mais eficientes e sustentáveis”, explica André Medina, gerente de inovação da AG Junho é o mês do Meio Ambiente, uma excelente oportunidade para destacar boas práticas voltadas à sustentabilidade e à preservação dos recursos naturais. A preocupação com essas questões cresce em todos os setores e o compromisso de empresas e organizações com a sustentabilidade também se reflete na sua credibilidade junto ao mercado e à sociedade. A área de engenharia e construção segue essa tendência e algumas soluções tecnológicas aplicadas em obras e projetos, além de tornarem os empreendimentos mais sustentáveis e ambientalmente responsáveis, ainda podem aumentar sua qualidade e inclusive se refletir em redução de custos. “Para aproveitar da melhor forma as soluções disponíveis no mercado, é importante que esse aspecto seja levado em conta desde a fase de planejamento de uma obra, pensando em como cada etapa de execução pode incorporar métodos, soluções e materiais mais sustentáveis. Todo o ciclo de vida de um projeto ou empreendimento pode ser repensado sob esse viés e os benefícios contemplam a sociedade como um todo, do ponto de vista ambiental, e o próprio empreendimento em si, que se torna mais moderno, eficiente, racional e sustentável”, afirma André Medina, gerente de inovação da Andrade Gutierrez e responsável pelo Vetor AG, programa de inovação aberta da construtora. SUSTENTABILIDADE NA PRÁTICA O Vetor AG é porta de entrada para diversas soluções sustentáveis do mercado de engenharia e construção. É o caso da Levitar, que participou do 1º ciclo do programa. Na Andrade Gutierrez, a solução usou um drone para o lançamento dos cabos em Linhas de Transmissão, reduzindo de 75% para 24% o número de hectares desmatados. A Sunew, por sua vez, participou do 3º ciclo do Vetor AG e também é responsável por uma tecnologia importante que está sendo aproveitada em obras da construtora. Conhecida como OPV (Organic Photovoltaics - filme fotovoltaico orgânico), ela gera energia renovável e limpa a partir de luz solar ou artificial, podendo ser aplicada em diferentes superfícies, como veículos, fachadas de vidro e mobiliários. A Andrade Gutierrez foi a primeira empresa do mundo a aplicar a solução sobre as carpas nos seus canteiros de obras. Outras soluções se destacam na redução do consumo de materiais, como a da Magnetic Water, que promove a redução do uso de cimento e aditivos na produção de concreto, e a da Construcode, que desenvolveu uma tecnologia de gestão e armazenamento de projetos de forma digital e com isso reduziu mais de 90% nas impressões de projetos em papel, demonstrando que é possível aplicar a sustentabilidade em diversas etapas e aspectos de um empreendimento. ALÉM DA ENGENHARIA Há ainda soluções utilizadas em obras que não são originárias do setor de engenharia. Contudo, por meio do Vetor AG, as startups responsáveis por essas tecnologias adaptam suas soluções e as aperfeiçoam para que possam ser aplicadas em obras. A PWTech é um exemplo disso. Participante do 4º ciclo do programa de inovação, possui uma tecnologia de baixo custo capaz de tornar águas não potáveis e até contaminadas próprias para o consumo humano. Apta a ser aplicada em diversos setores, a tecnologia foi comprada pela Unops, braço da ONU para implementação de serviços de ajuda humanitária, para ajudar cerca de 10 mil ucranianos. A solução também está sendo implementada em obras da Andrade Gutierrez. Fonte: Vetor AG/Agência NoAr
- ALUDIM ALUMINUM TECHNOLOGY CONFIRMA PRESENÇA NO SAIE VETRO 2023
Fundada pela família Fretta, com mais de 128 anos de tradição em negócios, a Aludim Aluminum Technology atua desde 2017 no mercado de alumínio como fabricante e fornecedora de perfis de alumínio extrudados. O grupo empresarial centenário ficou em 3° lugar no ranking das empresas centenárias pelo Observatório FIESC no ano de 2022. “Entregamos aos nossos clientes perfis de alumínio para os segmentos da construção civil, transportes, industriais, bens de consumo, máquinas e equipamentos, implementos agrícolas, energia fotovoltaica, além de atender o mercado moveleiro e arquitetura”, afirma Antônio Moreno, coordenador de marketing. Levando ao mercado e aos clientes uma nova experiência, a marca confirma, pela primeira vez, a presença no SAIE VETRO 2023. “Com um estande inovador, tecnológico, pronto para mostrar aos nossos clientes e parceiros todo potencial da Aludim Aluminum Technology, com linhas e sistemas de esquadrias”, relata o coordenador. Além disso, Moreno comenta que, durante o SAIE VETRO 2023, realizarão um lançamento exclusivo em parceria com a Facade Textil International (FTI), na produção e na comercialização de fachadas textil no Brasil. “Novidade essa que somente a Aludim e FTI trazem para o mercado das esquadrias, fachadas, arquitetura e engenharia”, completa. Para mais informações, entre em contato com a equipe comercial: comercial.aludim@fretta.com.br ou pelo WhatsApp (48) 99135-0967 Acesse: www.aludim.com.br SERVIÇO 12º Salão da Indústria de Esquadrias e Vidro (SAIE VETRO) Local: CentroSul - Centro de Convenções de Florianópolis Data: 31 de agosto e 01 de setembro de 2023 Mais informações: saievetro@saievetro.com.br , pelo telefone (11) 5539-3200 ou em www.saievetro.com . Fonte: Aludim Aluminum Technology
- STICKTAPE COMEMORA CINCO ANOS NO MERCADO DE FITAS STRUCTURAL GLAZING
Há cinco anos atuando no mercado de Fitas Structural Glazing , a empresa Sticktape comemora meia década de inovação no segmento especializado nos mercados de fachadas pele de vidro estrutural glazing e comunicação visual, abrangendo os setores vidreiro e serralheiro. A marca conta com um vasto portfólio atualizado e traz soluções para seus clientes, contando com a experiência de colaboradores que estão há 30 anos atuando nesses mercados. “A Sticktape oferece aos clientes soluções de alto desempenho para adesão, fixação e vedação, customizadas para cada aplicação”, afirmam Bruno Asbahr e Laureano Silva, sócios da empresa. A linha de Fitas Structural Glazing para os sistemas stick e unitizada são encontradas nas cores branca, cinza e preta, sendo a cor preta desenvolvida para atender a necessidade do mercado que busca cada vez mais materiais que possam harmonizar com o ambiente e as esquadrias instaladas. Reprodução: Sticktape “A Sticktape é a única empresa 100% focada no desenvolvimento do segmento structural glazing fornecendo ao mercado soluções e tecnologias que propiciam produtividade, segurança e sustentabilidade”, relatam os sócios. Na linha de acessórios são comercializados pela empresa: álcool isopropílico para limpezas das superfícies; alicate de pressão para fita dupla-face acrílica; primer para fachadas ACM e comunicação visual; primer para fachadas pele de vidro glazing ; primer silano fachada glazing ; e rolete de pressão para fita dupla-face acrílica. Reprodução: Sticktape “As fitas Sticktape são produzidas para proporcionar durabilidade e segurança aos clientes. Oferecemos e participamos de treinamentos e formações de serralheiros e vidraceiros constantemente, o que garante uma maior confiabilidade na aplicação”, finalizam os sócios. Para mais informações, acesse: www.sticktape.com.br Fonte: Sticktape
- PRIMORA OFERECE SOLUÇÕES DESDE O PROJETO ATÉ A INSTALAÇÃO
Criada pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) com o objetivo de expandir sua presença no mercado da construção civil, a Primora Sistemas é a marca que oferece soluções em alumínio para profissionais desde a fase de projeto até a instalação. A empresa se adapta às demandas e necessidades das construtoras, arquitetos e engenheiros, proporcionando acesso ao conhecimento e à qualidade internacional da CBA de forma personalizada. A Primora atua em dois segmentos: o Primora Building System, que se concentra em projetos de alto padrão e alta complexidade, demandando soluções sob medida, e o Primora Sistemas, voltado para projetos de menor complexidade, atendendo serralheiros e sistemistas, com opções de personalização. Ambos os segmentos se destacam pela qualidade, acabamento e personalização de seus produtos, que são fabricados pela CBA, seguindo rigorosos protocolos de sustentabilidade garantidos pelas certificações internacionais de Performance e Cadeia de Custódia da ASI (Aluminium Stewardship Initiative). Com a Primora, a construção civil pode alcançar um novo nível de inovação, tendo acesso a sistemas em alumínio fabricados com altos padrões de qualidade, sustentabilidade e responsabilidade ambiental. A empresa oferece uma ampla gama de produtos para diferentes necessidades, como janelas e portas residenciais, sistemas de fachadas para edifícios comerciais e residenciais, além de aplicações complementares de arquitetura, como guarda-corpos, fechamentos de varandas, controle de luminosidade e aberturas especiais. A Primora está comprometida em aprimorar seus projetos, oferecendo parceria e personalização, garantindo que cada projeto seja tratado de forma única, levando em consideração suas complexidades e desafios específicos. A empresa apoia seus parceiros em todas as etapas do processo, desde o desenho do sistema de acordo com o projeto até a fabricação final. Além disso, a Primora se destaca por antecipar as necessidades de seus parceiros e entregar resultados pontuais e sofisticados. Ao escolher a Primora, você tem uma nova CBA em cada projeto, com a confiança de contar com um parceiro comprometido em oferecer soluções de alumínio de alta qualidade, personalizadas de acordo com suas necessidades. Para saber mais sobre as atuações da Primora e explorar o portfólio de produtos, clique no link abaixo e descubra como a Primora pode aprimorar seus projetos. https://www.cbaprimora.com.br/primora-sistemas/?utm_source=contramarco&utm_medium=primeito_informativo&utm_campaign=primora_sistemas&utm_content=informativo_junho_2023 Fonte: CBA
- GRAF SYNERGY É A MAIOR LINHA DE PRODUÇÃO AUTOMATIZADA PARA PORTAS E JANELAS DA ÁSIA
A empresa italiana de máquinas, equipamentos e soluções para fabricação de esquadrias em PVC, Graf Synergy, forneceu à Jinheung Window a tecnologia, as máquinas e a automação para a construção de uma fábrica de produção de janelas e portas em tempo recorde, nunca antes visto na Ásia numa escala tão grande, de acordo com a marca. “São realmente 17 elementos que compõem a linha de produção, criados na Graf Synergy da Jinheung Window”, afirma a empresa. Entre estes, encontram-se: duas linhas de máquinas de soldar SL4-FF EVO-RS, a máquina de soldar nascida com a patente V-Perfect; o centro de corte e trabalho Plasma Cut que combina o corte por lâmina com a tecnologia de plasma, gerido por um sistema CNC de quatro eixos; uma mesa de montagem e ensaio que facilita a montagem e a inspeção do sistema de janela (combinação do caixilho e da folha) e a instalação do cordão de envidraçamento. A fim de explorar ao máximo o potencial da linha, a Graf Synergy explica que criou toda a logística de processo e produção, que permite o controle das sequências e das velocidades de processamento, além de racionalizar o ambiente de trabalho através da automatização de todo o processo. “É uma linha completa de alto desempenho, desde o perfil de PVC até a janela esteticamente perfeita, capaz de levar para a área asiática os benefícios da logística automatizada e da estética, típicos da conhecida tecnologia Graf Synergy”, afirma a marca. Por fim, informa que a Jinheung Window prevê um aumento da produtividade cerca de 10 vezes superior em relação ao passado. “É um resultado excepcional, do qual estamos muito orgulhosos”, encerra a Graf Synergy. Para mais informações, acesse: www.grafsynergy.com/pt-br Fonte: Graf Synergy
- QUATRO MOTIVOS QUE LEVAM AS EMPRESAS À FALÊNCIA
*Por Richard Harary, fundador e CEO da Marco Corporation Nos últimos anos temos visto um fenômeno se repetir no varejo: empresas que, durante muito tempo, se mostraram sólidas e com faturamentos bilionários tiveram uma queda vertiginosa nos resultados e, eventualmente, faliram. Tudo isso aponta para um cenário de incertezas na situação econômica global, o que tem culminado em falências e demissões em massa. Segundo o Indicador de Falências e Recuperação Judicial da Serasa Experian, 289 empresas brasileiras deram entrada em pedido de recuperação judicial em 2023, aumento de 37,6% na comparação com março do ano passado. E nos Estados Unidos houve um aumento de 30,9% das empresas que pediram falência em 2023. Existem diversas razões pelas quais companhias com grandes faturamentos podem quebrar. Richard Harary, fundador e CEO da Marco Corporation, conglomerado com mais de 15 empresas, aponta alguns dos motivos mais comuns para a quebra das empresas. 1 - Margem de lucro inexistente Aluguel alto, baixa produtividade, descontos excessivos, mão de obra escassa e cada vez mais cara. Todos esses itens podem reduzir demais a margem de lucro, afetando, assim, a lucratividade da empresa. Em uma conta simplificada, é necessário que as empresas saibam quanto somam todos os custos e despesas e assim definam um preço final para seu produto/serviço, já com a adição das margens de lucro. 2 - Má gestão Falta de planejamento e má gestão financeira podem levar à falência. Temos casos de empresas com faturamento alto, mas que tinham uma gerência ineficiente. O gestor gastou mais do que ganhava e acumulou dívidas altas. Sem caixa para pagar fornecedores, ele ficou sem material básico para fornecer os serviços ou produtos, piorando ainda mais o cenário financeiro da companhia. É importante investir e contar com colaboradores competentes e capacitados. 3 – Concorrência Estar atento ao mercado e seus concorrentes é fundamental. Mesmo empresas com faturamento alto podem enfrentar competidores mais ágeis, inovadores ou com preços mais baixos que os seus. Isso pode levar a uma queda nas vendas e eventualmente à falência. Seja ágil e busque oferecer serviços de alta qualidade, com valores justos, pensando sempre no bem-estar dos consumidores. 4 - Mudança no mercado Em algumas ocasiões é bem possível que o serviço ou produto oferecido não esteja satisfazendo as necessidades do público. Tendências e demandas de mercado podem mudar rapidamente, deixando uma empresa com produtos ou serviços desatualizados ou não mais desejados pelos consumidores. Sem dúvidas, esse erro foi causado por falta de planejamento e, pior, carência de escutar quem importa: o consumidor. Fique sempre atento e deixe seus canais de comunicação abertos. Fonte: R2 Assessoria














