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  • EVENTO DO SETOR FOTOVOLTAICO DEBATE TRANSIÇÃO ENERGÉTICA NO PAÍS

    Encontro acontece no dia 28 de setembro, em Recife (PE), com a presença de empresários, consultores, autoridades públicas e especialistas A Meu Financiamento Solar, fintech especializada em financiamento para projetos de energia solar no Brasil, é anfitriã do Absolar Meeting Nordeste, evento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) que discute as novas oportunidades de negócios e investimentos para as companhias do setor, tanto no âmbito nacional quanto no desenvolvimento regional. O encontro, que acontece no dia 28 de setembro, em Recife (PE), com a presença de empresários, consultores, autoridades públicas e especialistas, contará com uma série de painéis e debates sobre avanços e desafios da energia solar para a transição energética na região e no país. Na ocasião, a fintech apresenta soluções de crédito para o mercado fotovoltaico no Brasil, tanto nas áreas de sistemas solares para telhados quanto para carregadores de veículos elétricos. “O desenvolvimento de soluções é o pilar principal do DNA da empresa, que vem da economia digital com foco no cliente e nas tendências de mercado na área de sustentabilidade”, comenta Carolina Reis, diretora do Meu Financiamento Solar. A proposta do Absolar Meeting Nordeste é colaborar com as empresas na geração de novos negócios e atualização profissional, bem como ampliar o relacionamento e o networking entre fornecedores, integradores, fabricantes e clientes que compõem a cadeia produtiva da energia solar no Pará e no país. Um dos destaques do evento é a palestra de Thiago Cardoso, gerente comercial do Meu Financiamento Solar, que vai falar sobre como viabilizar negócios com financiamento no atual cenário econômico, em painel de debates que começa a partir das 14h. Segundo dados da Absolar, Pernambuco possui mais de 65 mil conexões operacionais de energia solar em telhados e pequenos terrenos. Atualmente, são mais de 112 mil consumidores de energia elétrica que já contam com redução na conta de luz, maior autonomia e confiabilidade elétrica. Desde 2012, a modalidade já proporcionou ao estado a atração de mais de R$ 3,5 bilhões em investimentos, geração de mais de 21,2 mil empregos e a arrecadação de quase R$ 1 bilhão aos cofres públicos. O estado possui 707 megawatts (MW) em operação nas residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos. Fonte: Absolar/Totum Comunicação

  • COMO EVITAR A CORROSÃO FILIFORME NO ACM

    É necessário ter atenção aos fatores causadores da corrosão filiforme no ACM, como em obras que estejam em ambientes agressivos, principalmente à beira mar *Por Johnny Vieira de Souza – responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto e professor universitário ACM série Coastal, da Projeto Alumínio, aplicado ao Edifício One Tower, em Balneário Camboriú (SC)/Divulgação: Crescêncio Petrucci Júnior/Instagram A corrosão é o resultado da ação exercida por um líquido ou gás reativo sobre um metal ou liga. A forma mais conhecida é a ferrugem, resultado da exposição do ferro ao ar úmido. É estimado que 20% da quantidade de aço produzido a cada ano é utilizado para repor as perdas das instalações existentes, causadas pela corrosão. Na indústria, as ligas de alumínio utilizadas são predominantemente compostas, ou seja, além do alumínio há em menores ou maiores proporções outros metais, como: zinco, estanho, ferro, magnésio, manganês, cromo, titânio, silício, entre outros, em diversas combinações. O alumínio deve sua resistência à corrosão a uma fina camada passivadora de óxido de alumínio (figura 1) com forte propriedade de adesão e dureza e que protege o alumínio metálico. É válido lembrar que o alumínio não é imune à corrosão, assim como diversos outros metais que compõem a liga. Existem diversos tipos de corrosão sendo: uniforme, galvânica, por pites, fissura, intergranular, erosão, tensão, fadiga, filiforme, entre outras. O de maior interesse é a corrosão filiforme, que pode ser facilmente observada em lâminas de alumínio pintadas e que ocorre na maioria da superfície dos painéis de ACM. No material, a corrosão filiforme é mais comum em ambientes com umidade relativa entre 75% a 90% e temperaturas entre 20ºC e 45ºC. A umidade é variável e mais crítica na propagação da corrosão, uma vez que os íons dos sais precisam ser dissolvidos formando a solução condutora. A corrosão se inicia tipicamente onde há uma imperfeição no substrato e na camada de tinta. Essa imperfeição pode ser introduzida a partir de um arranhão ou impacto de uma pedra, que enfraquece a força de adesão entre o substrato (lâmina de alumínio) e a tinta. A corrosão inicia-se nesse local em forma de uma erupção e se propaga como um filamento, como uma trilha, sob a superfície pintada. Esse tipo de corrosão desprega a tinta por baixo, criando uma espécie de rastro ou trilha, que pode aumentar a uma razão de 0.1 mm/dia. Desta forma, a corrosão filiforme propaga-se continuamente no substrato. O dano não se estende estruturalmente para o alumínio, mas é reprovável em termos estéticos, especialmente quando a trilha é longa e a cor esbranquiçada. Existem outros meios da corrosão ocorrer no ACM, principalmente associados aos pontos desprotegidos do alumínio (onde não há pintura), entre eles estão os pontos de beneficiamento, tais como: usinagens, cortes e perfurações dos módulos. Nestes pontos, se a espessura das lâminas ficarem expostas, poderá se tornar um meio de propagação da corrosão. É importante ressaltar que para evitar a corrosão filiforme, em regiões críticas, principalmente as litorâneas de 0 a 1.500 m do mar, o cliente deve se atentar às seguintes situações: 1. Localização da obra, conforme classificação de regiões disponível no site (www.engineeringdirector.com/iso9223-c1-x), que estão em conformidade com a ISO 9223; 2. Adquirir o ACM da Série Coastal, da Projeto Alumínio. Trata-se de um painel de ACM que tem pintura com alta camada de primer e tecnologia específica para regiões litorâneas ou com alta incidência de corrosão, com exclusividade e credibilidade de uma das maiores fabricantes de tintas do mundo, a Sherwin Williams; 3. Contratar empresa de instalação que tenha credibilidade, ou seja, que utilizará ferramentas corretas e afiadas, de acordo com as características de instalação da obra. Além de propor soluções técnicas que visam a longevidade do produto, de acordo com os manuais técnicos do fabricante; 4. Evitar utilizar sistema de instalação de fachada ventilada (pino encaixe), painéis perfurados ou recortados, ou seja, sistemas que permitem que as bordas das lâminas de alumínio fiquem expostas sem nenhum tipo de vedação ou proteção, caso seja necessário, deve-se utilizar obrigatoriamente o Oxiblock (produto que dificulta a corrosão nas usinagens e cortes da bandeja); 5. Utilizar o Oxiblock em todas as instalações. Trata-se de um produto que tem a finalidade de impedir a exposição de áreas frágeis (sem pintura) do ACM conformado, ou seja, áreas que foram perfuradas, cortadas ou usinadas, nas quais a lâmina de alumínio fica exposta a intempéries e deve ser aplicada nos locais conforme mostra a figura 3. SÉRIE COASTAL DA PROJETO ALUMÍNIO – GARANTIA PARA REGIÕES ALTAMENTE AGRESSIVAS A resina Fluothane Coastal, da Sherwin Williams, possui um sistema de alta tecnologia na fabricação, com processo específico, que gera uma película espessa, na qual dá proteção ao alumínio e garante forte adesão ao substrato, com excelente desempenho contra corrosão filiforme ocasionada pela maresia. O produto garante todas as propriedades do PVDF (termoplástico de alta performance produzido pela polimerização de difluoreto de vinilideno), tais como: excepcional resistência ao sol, chuva e outros elementos naturais, resistência superior aos raios UV, desempenho contra abrasão, resistência à sujeira, manchas e degradação química, além de grande flexibilidade e conformabilidade. Em regiões altamente agressivas, a série Coastal é a única que poderá ser instalada com garantia, pois ela foi desenvolvida exclusivamente para esta finalidade (figura 4). *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • VENDER A PREÇOS BAIXOS: UMA ANÁLISE DOS PRÓS E CONTRAS

    *Por Fernanda Krentkowski, empresária A estratégia de vender produtos ou serviços a preços baixos é uma abordagem comumente adotada por muitas empresas em todo o mundo. Essa tática tem atraído a atenção tanto de consumidores quanto de empresários, pois promete benefícios significativos, mas também traz consigo desafios e riscos. No setor de serralheria e vidraçaria não seria diferente. Existem empresas posicionadas exclusivamente pelo preço baixo e as marcas cujo foco principal é o atendimento a clientes de alto padrão. Neste artigo, vamos analisar os prós e contras de vender a preços baixos. E nada melhor do que iniciar o texto já citando um empresário que optou por vender ao menor preço possível e com isso tornou-se um caso de sucesso. Carlos Alberto Saraiva, fundador da rede de fast-food Habib's, defende a ideia de vender produtos de boa qualidade ao menor preço possível. Ele é um exemplo notável de como uma empresa pode adotar uma estratégia de preços baixos para conquistar um nicho de mercado e criar uma marca forte. Vamos aprofundar essa abordagem e analisar como ela se relaciona com os prós e contras de vender a preços baixos. PRÓS DA ESTRATÉGIA: Proposta de valor única: a estratégia da rede permitiu à empresa se destacar no mercado de fast-food, que é dominado por marcas internacionais. Ao oferecer produtos autênticos a preços competitivos, criou uma proposta de valor única que atraiu um público fiel; Volume de vendas: o foco em preços baixos permitiu atrair uma ampla base de clientes, incluindo estudantes, famílias e trabalhadores. Isso resultou em um grande volume de vendas e em uma base de clientes diversificada; Economias de escala: ao operar em grande escala, a empresa pode negociar preços mais baixos com fornecedores e alcançar eficiências operacionais que permitem manter preços competitivos. CONTRAS DA ESTRATÉGIA: Margens de lucro reduzidas: embora o Habib's tenha sucesso em gerar um alto volume de vendas, suas margens de lucro são tipicamente menores do que as de concorrentes que vendem produtos a preços mais altos; Eficiência operacional: manter valores baixos requer eficiência operacional. Qualquer falha na cadeia de suprimentos ou nos processos pode afetar negativamente a qualidade ou a lucratividade; Competição intensa: a estratégia de preços baixos pode atrair a atenção de concorrentes que também reduzem seus preços, resultando em uma guerra de preços que prejudica a rentabilidade de todas as partes envolvidas; Desafios de manutenção da qualidade: manter a qualidade dos produtos ao valor mais baixo possível pode ser um desafio constante. Isso requer vigilância e investimento em processos de controle de qualidade. A minha opinião pessoal é que para vender um produto ou serviço ao menor preço possível o mais importante a se avaliar são: Escalabilidade: em linhas gerais, um negócio escalável é aquele que apresenta crescimento acelerado sem precisar aumentar os custos na mesma proporção. Ou seja, é uma empresa que alcança grandes resultados com baixo investimento e recursos. Por exemplo, as máquinas e estruturas para produzir quatro janelas de medidas diferentes são basicamente as mesmas utilizadas para produzir 100 janelas da mesma medida; Volume de vendas: é importante ressaltar que vender ao menor preço possível ainda é vender com lucro, entretanto, um lucro pequeno, e por isso o volume de vendas faz-se necessário para que a empresa “lucre” na quantidade. O caso do Habib's ilustra como uma estratégia de preços baixos pode ser bem-sucedida quando bem executada, mas também destaca os desafios associados a essa abordagem. É importante ressaltar que a estratégia de vender produtos de boa qualidade com valores menores não é adequada para todas as empresas e setores e cada marca deve avaliar cuidadosamente suas próprias circunstâncias e recursos antes de adotá-la. Além disso, é essencial que a qualidade do produto ou serviço seja mantida, a fim de garantir a satisfação do cliente e a longevidade do negócio. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • QUAL ÁREA DE VENTILAÇÃO MÍNIMA IDEAL?

    *Por Fernando Simon Westphal, consultor técnico da Abividro, engenheiro civil, professor e pesquisador da UFSC Frequentemente, tenho comentado aqui sobre normas de eficiência energética e desempenho de edificações e a influência das janelas neste contexto. Em 2020, participei do processo de revisão dos requisitos de desempenho térmico da NBR 15575 — Edificações habitacionais — Desempenho, que foi publicada como uma emenda à norma em 2021. Naquela ocasião, discutimos exaustivamente os requisitos que deveriam ser melhorados ou incorporados para avaliar com melhor precisão a influência das janelas no desempenho térmico das habitações. Uma das questões que coloquei junto à comissão de estudo foi a necessidade de se revisar a área mínima de ventilação para dormitórios e salas. Esse quesito permaneceu inalterado, pois não se chegou a um consenso para qualquer modificação. Permaneceu o requisito de pelo menos 7% de abertura em relação à área de piso do cômodo para as zonas bioclimáticas 1 a 7, definidas na NBR 15220-3 — Desempenho térmico de edificações - Parte 3: Zoneamento bioclimático brasileiro e diretrizes construtivas para habitações unifamiliares de interesse social, que vai da mais fria (zona 1) a mais quente (zona 8); e 8% de abertura mínima para a zona 8, nas localidades situadas nas regiões Nordeste e Sudeste do Brasil, e 12% para a região Norte do país. A questão que eu coloquei para o grupo era: por que esses números? De onde surgiram esses percentuais e por que não poderiam ser alterados para mais ou para menos? Ninguém apresentou argumento técnico para sustentar ou alterar esses valores. Nem eu! Pois realmente não tenho a resposta e esperava que o grupo se debruçasse sobre o assunto. A única argumentação era a de que tais fatores vinham sendo aplicados em diversos códigos de obras pelo país e tais requisitos já estavam consolidados. Mas eu ainda estou inquieto com essa questão e sigo estudando o assunto. Recentemente, encontrei uma pesquisa realizada na Austrália, costumo acompanhar estudos daquele país porque possui muita similaridade de clima e insolação com os nossos, onde os autores avaliaram a percepção dos moradores quanto aos seus apartamentos. O estudo foi conduzido para verificar as modificações alcançadas com o novo código de obras estabelecido no estado australiano de Nova Gales do Sul, em 2015. Esse documento traz uma série de diretrizes para melhorar as condições de bem-estar, conforto e saúde, especificamente para apartamentos. Assim como no Brasil, ultimamente esse tipo de habitação vinha sofrendo com a redução de área dos cômodos e do tamanho das janelas, chegando a situações de habitabilidade questionáveis. O novo código australiano trouxe recomendações acerca de áreas de janela, orientação solar e sombreamento, ventilação, acústica, layout interno, áreas de circulação e de convívio. Os pesquisadores destacam que uma série de estudos ao redor do mundo têm se voltado a incrementar a qualidade das habitações, objetivando o bem-estar e a saúde, em vez de procurar sanar falhas ou patologias, que não deixam de ser importantes. Aqui no Brasil, ainda estamos neste estágio, procurando evitar ocorrência de situações extremas, tanto que em qualquer discussão sobre a Norma de Desempenho, costuma-se deixar bem claro que a norma não trata de conforto, mas sim de desempenho para a mínima condição de habitabilidade. O estudo australiano ouviu 1.072 pessoas que moravam em 114 condomínios diferentes. O trabalho é recheado de dados estatísticos relacionados às características dos apartamentos e a relação com a qualidade de vida dos moradores. Um dos problemas identificados pelos pesquisadores é o que frequentemente nos deparamos também aqui no Brasil: a implementação de estratégias para aumentar o acesso à luz natural, ou seja, maior área de janela, acaba por ter um impacto negativo no conforto térmico durante o verão – desconforto por calor. Por outro lado, os autores apontam um estudo sugerindo que tal desconforto poderia ser amenizado se a área de abertura para ventilação fosse incrementada para 30% em relação à área de piso, ao contrário dos 10% mínimos recomendados pelo código de obras. Por isso, os pesquisadores reforçam a necessidade de se investir em estratégias para controlar o ganho de calor do sol, tais como elementos de sombreamento, vidros de alto desempenho (controle solar) e isolamento térmico. Acredito que devemos explorar este assunto com maior profundidade numa futura revisão da norma de desempenho ou quem sabe na própria norma de eficiência energética de edificações, em desenvolvimento no Comitê Brasileiro da Construção Civil (ABNT/CB-002). *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • PERFIL ALUMÍNIO DO BRASIL LANÇA SISTEMA ERUS, SOLUÇÃO PARA ALTO PADRÃO E GRANDES VÃOS

    Sistema Erus no estande da Perfil Alumínio do Brasil no SAIE VETRO/Divulgação “Acaba de chegar ao mercado o sistema Erus! O produto foi desenvolvido como solução para residências de alto padrão e grandes vãos. Neste sistema, conseguimos trabalhar com vidros de 6 a 35 mm, apenas fazendo a troca de suas baguetes. Temos as opções de folhas de correr e folhas eleváveis”, explica Jonas Vieira, técnico em esquadrias da Perfil Alumínio do Brasil, desenvolvedora do sistema, extrusora e distribuidora de alumínio. Ele conta que os mecanismos são nacionais e a empresa tem parceria no desenvolvimento dos componentes com a Udinese Assa Abloy. “Com este produto, os profissionais podem produzir esquadrias onde as bandeiras poderão ter 2,20 m de largura por 4,40 m de altura, em regiões onde temos maior incidência de pressão de ventos”. De acordo com Rodrigo Kadota, coordenador de marketing, o sistema é voltado para obras verticais e horizontais, apresentando alto desempenho estrutural e acústico. “Solução perfeita para ambientes modernos e sofisticados, o sistema possui perfis centrais convencionais e a versão minimalista, permitindo o máximo de transparência e iluminação com o mínimo de interferência visual”, completa Kadota. A marca apresentou o lançamento no Salão da Indústria de Esquadrias e Vidro (SAIE VETRO), em 31 de agosto e 1º de setembro, em Florianópolis (SC). Fonte: Perfil Alumínio do Brasil/Instagram

  • ALUMÍNIO COM APARÊNCIA DE MADEIRA: CONFIRA A SOLUÇÃO DE PINTURA DA EZY COLOR

    Divulgação: Ezy Color O sistema italiano Ezy de pintura em pó sobre pó, da Ezy Color, confere ao alumínio uma aparência de madeira de alta definição. “Além de imitar a madeira com perfeição, o sistema Ezy é uma alternativa para quem busca materiais especiais para acabamento, contribuindo com qualidade e durabilidade para a decoração de todos os ambientes”, informa o site da empresa. Os arquitetos podem contar com essa tecnologia para aplicar em uma variedade de superfícies metálicas, como: portões, janelas, portas, fachadas e outra. A marca menciona que a pintura realizada na esquadria de alumínio forma uma camada extra de proteção sobre o material, maximizando sua resistência a danos e assegurando sua longa durabilidade. As esquadrias de alumínio com efeito madeira estão disponíveis com muitas tonalidades, com destaque para três possibilidades de efeitos principais: design castagno, fiammato e renolit. Quanto às cores, a escolha pode variar entre as tonalidades branco, cerejeira vermelho, cerejeira real, nogueira escura, carvalho, deep dark deco, cedro colonial, entre outras. Os produtos da marca possuem o selo Liderança em Energia e Design Ambiental (LEED, sigla em inglês), certificação com o intuito de promover as melhores práticas na construção e torná-la sustentável. A Ezy Color é membro do Green Building Council Brasil (GBC), ou Conselho de Construção Verde Brasil, em tradução literal, desde 2019. Fonte: Ezy Color

  • ADIVIPAR ELEGE PRESIDENTE PARA O BIÊNIO 2024-2026

    Samuel Baer Yamashita, atual vice-presidente, assume o cargo em março de 2024 A Associação dos Distribuidores e Processadores de Vidros do Paraná (Adivipar) elegeu, na última sexta-feira (22), durante assembléia da entidade, seu novo presidente para o biênio 2024-2026, Samuel Baer Yamashita, atual vice-presidente, que assume o cargo a partir de março de 2024. “Hoje a reunião foi produtiva, discutimos vários temas importantes para o nosso setor. Estou consciente do desafio que estou assumindo nos próximos três anos, mas a nossa missão continua em poder levar capacitação aos nossos colaboradores e vidraceiros. Queremos trabalhar fortemente na pauta de informalidade, queremos criar estratégias para aumento de consumo e de demanda, esses serão os principais assuntos que vamos discutir a partir do ano que vem”, diz o presidente eleito. O atual presidente da associação em exercício, Lucas Bremm, falou sobre os desafios em seus dois mandatos e a expectativa para a nova gestão. “Feliz e realizado por estes quatro anos à frente da Adivipar, foi muito importante trabalhar pelo setor como um todo. Saio muito feliz por tudo que construímos, as pessoas que conhecemos, os eventos que criamos, o conhecimento e informação que propagamos neste período”, comenta. “Este é um trabalho árduo, em prol do coletivo, mas enriquecedor não só para toda a cadeia, mas também para mim como profissional, sou eternamente grato por esta experiência!”. No final do encontro, os diretores participaram de uma palestra sobre a importância de estratégias para as vendas, ministrada por Juli Pereira, treinadora de vendas e liderança. Fonte: Adivipar

  • FATURAMENTO DA INDÚSTRIA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO SOBE, MAS CONTINUA NEGATIVO NO ANO

    As informações são do Índice Abramat, que apresenta dados do setor A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) divulgou, neste mês, a nova edição da sua pesquisa Índice, elaborada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentando os dados de faturamento do setor. O estudo indica que em agosto de 2023 o faturamento deflacionado das indústrias de materiais apresentou aumento de 0,9% em relação a julho, porém com retração de 1,0% em comparação com o mesmo mês de 2022. Para este ano, a estimativa do faturamento aponta contração de 1,0% (o acumulado no ano está em -2,3%). A nova edição da pesquisa ainda aponta os dados consolidados de julho de 2023. No período, a indústria de materiais de construção teve faturamento 1,1% menor que o observado em julho de 2022. Os materiais básicos tiveram aumento de 2,0% e os materiais de acabamento queda de 6,0% na base de comparação interanual. “Apesar da queda em relação a 2022, é possível notar que a retração no ano vem diminuindo mês a mês. Fatores específicos relacionados ao setor – como avanços no Projeto Construa Brasil, o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a efetiva implementação do Minha Casa Minha Vida e a retomada de obras paradas – e aspectos mais amplos, como o início da redução progressiva das taxas de juros, inflação sob controle e o avanço na aprovação de reformas estruturantes no Congresso poderão contribuir para amenizar a queda no faturamento em 2023”, explica Rodrigo Navarro, presidente da Abramat. Ainda de acordo com Navarro, a associação segue trabalhando junto a todos os interlocutores do setor da construção. “Atuamos para que tenhamos diagnósticos precisos e principalmente propostas para a melhoria do ambiente de negócios do setor, facilitando a missão que temos de ser um dos principais pilares da retomada econômica para o país, com geração de empregos, renda e atração de investimentos”, comenta o presidente da Abramat. Fonte: Abramat

  • QUAIS SÃO AS VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DE PINÁZIOS EM VIDROS?

    Os pinázios são elementos decorativos instalados dentro do vidro, que seguram e separam os vidros das esquadrias, formando desenhos que podem ser totalmente personalizados. A solução permite aplicação em obras residenciais ou comerciais. Existem dois tipos: o colado em cima do vidro e o modelo entre dois vidros. “A vantagem da aplicação entre dois vidros está no fato de que a solução não fica exposta às intempéries e não acumula poeira, por exemplo. Quando a luz incide sobre o ambiente, a sombra fica diferente, refletindo as ‘cruzes’ no chão”, explica Philipp Kilian, especialista da Weiku do Brasil. Os perfis de pinázio em alumínio são fixados em janelas de PVC ou alumínio e podem ter formato de arco, círculo, radial ou até diagonal. Além da eficiência, o elemento agrega estética colonial e estilo à obra, tendo apelo tradicional e histórico. A PV Beneficiadora oferece modelos de vidro insulado com pinázio, disponíveis nas cores branca, preta, entre outras. Fontes: Eurovetro, PV Beneficiadora e Weiku do Brasil

  • VIDROS E ESPELHOS DA GUARDIAN GLASS SÃO EXPOSTOS NA MOSTRA ARQ DESIGN, EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

    Os produtos, processados e beneficiados pela Vidrobens, estiveram presentes em diversos ambientes, oferecendo uma ampla gama de aplicações A Guardian Glass, em parceria com a Vidrobens, marcou presença na 3ª edição da Mostra Arq Design, considerada a terceira principal mostra de arquitetura e design do interior paulista, que reúne ambientes assinados por designers de interiores e paisagistas que apresentam a essência da casa brasileira. A exposição foi realizada no Rio Preto Shopping, em São José do Rio Preto, entre os dias 26 de julho 10 de setembro. Os vidros e espelhos da empresa, processados e beneficiados pela Vidrobens, foram aplicados em diversos ambientes, demonstrando a versatilidade destes materiais na decoração. “Ter os nossos produtos em ambientes que apresentaram o que há de mais atual nos projetos de interiores, mostrando de forma prática o que há de mais moderno, representa a materialização das soluções que ofertamos ao mercado”, destaca Alan Nicotera, analista de marketing da Guardian Glass. “Os espaços ressaltaram o crescimento do uso de vidros e espelhos em ambientes internos e externos, destacando a versatilidade de aplicação dos produtos e, principalmente, como eles são elementos fundamentais para valorizar os projetos”, afirma Fred Fernandes, da Vidrobens, que participou pelo segundo ano da Mostra Arq Design. Os produtos Guardian Glass estiveram presentes em diversos ambientes, como a aplicação do Espelho Guardian Evolution – Top of Mind por 20 anos consecutivos –, conforme a fabricante, os vidros ClimaGuard SunLight e o Neutral 14, cujas qualidades são reconhecidas pelos arquitetos e designers de interiores. CONHEÇA ALGUNS DESTES ESPAÇOS: O ClimaGuard SunLight, cujas características associam a estética neutra do vidro comum ao desempenho energético, esteve presente no espaço Office Vitrine Caderode, de Karina Zanon, permitindo uma integração entre a área interna e externa. O Neutral 14, que bloqueia até 74% do calor que entra no ambiente, foi aplicado no espaço Casa Olência, assinado pelos arquitetos Matheus Oliveira e Gabriel Torres. Já o espelho Guardian Evolution, ganhou destaque em alguns ambientes. No Morada Brasiliana, do Mora Estúdio Arquitetura, assinados pelas arquitetas Ana Beatriz Franceschi e Juliana Junqueira, os espelhos em formato redondo foram utilizados como elementos de decoração. O espaço Banho da Colônia, do arquiteto e designer de interiores Lisandro Poloni, também utilizou o Espelho Guardian Evolution como elemento de decoração neste ambiente destinado ao bem-estar. O Espelho Guardian Evolution também foi aplicado no espaço Lavabo Floratta, concebido pelas arquitetas e designers de interiores Cláudia Rinaldi, Bruna Longhi e Flávia Macagnani, da Essere Arquitetura, e também na Casa de Barro, do designer de interiores Aritana Salles. Outros vidros do portfólio da Guardian Glass estiveram presentes em mais espaços, entre eles Ora Escrita, Ora Prosa, de Alexandre Rodrigues e Tiago Violin e o Refúgio Música, assinado por Eider Ulian. Fonte: Guardian Glass/GPCOM Comunicação Corporativa

  • MINAS GERAIS É LÍDER EM GERAÇÃO DISTRIBUÍDA DE ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA NO BRASIL

    Levantamento foi feito pela Absolar Minas Gerais se tornou líder em geração distribuída de energia solar fotovoltaica no Brasil, segundo ranking estadual da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Divulgado recentemente, o levantamento sinaliza um aumento da potência instalada no estado mineiro para 3.103,2 megawatts (MW), o que supera o estado de São Paulo no quesito em questão, além de representar 13,5% da potência instalada no país. De acordo com o Gabriel Guimarães, sócio-fundador e diretor comercial da SolarVolt, a maior integradora solar de Minas Gerais e uma das principais do Brasil, ‘’a liderança é um reflexo de um crescimento mês a mês de Minas Gerais, em geração distribuída, oriundo de um trabalho minucioso e atento de players no estado que estudam a condição e o contexto mineiros para tais investimentos e, a partir disso, desenvolvem estruturas que potencializam a produção de energia de uma maneira sustentável e saudável ao meio ambiente’’. Segundo o ranking municipal de geração distribuída da Absolar, a cidade de Uberlândia, que é destaque mineiro no quesito, apresentou um crescimento para 132,9 MW, o que corresponde a 0,6% da potência instalada no país. Além disso, de acordo com dados da associação, o estado de Minas Gerais segue sendo o líder em geração centralizada, que sinaliza a potência instalada e os status das usinas solares fotovoltaicas outorgadas do mercado regulado e do mercado livre por estado. Nesse sentido, Minas Gerais tem 3.125,9 MW em operação, 2.692,2 em construção e 35.923,2 em construção não iniciada. ‘’Isso é parte do potencial que Minas Gerais tem para geração de energia solar fotovoltaica ligada ao momento favorável para esses investimentos estão sendo sinalizados e à missão de levar economia aos funcionários, aos fornecedores e ao mercado e de desenvolver projetos que façam a diferença para o meio ambiente’’, destaca Gabriel Guimarães. Fonte: SolarVolt/Interface Comunicação

  • PIB DA CONSTRUÇÃO CRESCE 0,7% NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2023

    SindusCon-SP atribui o resultado ao aumento da atividade das construtoras O PIB (Produto Interno Bruto) da construção registrou elevação de 0,7% no segundo trimestre de 2023, na comparação com o trimestre anterior, acumulando uma elevação de 0,9% no semestre, na comparação com o mesmo período do ano passado. O indicador foi divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 1º de setembro. Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia do SindusCon-SP, atribuiu a elevação ao aumento da atividade das construtoras. “Como prevíamos, desta vez este aumento teve um peso maior do que o desempenho da produção de materiais da construção, conforme mostra o crescimento do nível de emprego no setor no segundo trimestre”, comentou. CRESCIMENTO NO ACUMULADO No acumulado dos quatro últimos trimestres até o final de junho, o PIB da Construção se elevou em 2,9%, em relação ao acumulado dos quatro trimestres imediatamente anteriores. DESEMPENHO DAS ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS De seu lado, as atividades imobiliárias registraram ligeira elevação de 0,5% no segundo trimestre, na comparação com o primeiro, acumulando uma elevação de 2,8% no semestre, na comparação com o mesmo período do ano passado. Em relação ao segundo trimestre do ano passado, houve aumento de 2,8%. Na comparação do acumulado dos quatro últimos trimestres com os quatro imediatamente anteriores, houve crescimento de 3%. FBCF E TAXA DE INVESTIMENTO A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) teve ligeiro aumento de 0,1%, na comparação com o trimestre anterior, completando oito trimestres de crescimento consecutivo. Já a taxa de investimento ficou em 17,2% do PIB no segundo trimestre, abaixo dos 18,3% registrados no mesmo período do ano passado. Fonte: SindusCon-SP

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