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  • Patrimar se torna EDGE Champion e reforça compromisso com construção sustentável

    Empresa é a primeira construtora do país a receber o selo e planeja certificar 80% de seus projetos nos próximos três anos e atingir 100% em até cinco anos As torres do Oceana Golf foram tema da seção “A Obra da Vez” na edição nº171 (janeiro-fevereiro do 2025) da revista “Contramarco A Patrimar – construtora e incorporadora mineira com atuação em Belo Horizonte e Rio de Janeiro com empreendimentos de alto padrão – acaba de conquistar o status de EDGE Champion, um reconhecimento concedido a empresas que assumem compromissos relevantes com a construção sustentável. A certificação EDGE (Excellence in Design for Greater Efficiencies) é desenvolvida pela International Finance Corporation (IFC), braço do Grupo Banco Mundial. A marca é a primeira construtora do país a obter esse reconhecimento, ao estabelecer a meta de certificar 80% do volume de seus projetos imobiliários nos próximos três anos, com a ambição de alcançar 100% em até cinco anos. A iniciativa está alinhada à estratégia de sustentabilidade, que prioriza a eficiência no uso de recursos, redução das emissões de carbono e a responsabilidade socioambiental em todas as etapas de seus empreendimentos. “Acreditamos que a construção civil tem um papel central na agenda climática. Assumir o compromisso com o EDGE é uma forma concreta de acelerar a transição para empreendimentos mais eficientes, com menor impacto ambiental e maior valor para os nossos clientes e para a sociedade”, afirma Alex Veiga, CEO do Grupo Patrimar. O executivo destaca ainda que a iniciativa vai além das metas internas. “Estamos direcionando nossos projetos para um caminho de menor emissão de carbono e maior eficiência no uso de recursos, ao mesmo tempo em que contribuímos para elevar o padrão de sustentabilidade de todo o mercado imobiliário”, completa. Empreendimentos com foco em sustentabilidade A certificação EDGE é concedida a projetos que comprovadamente reduzem no mínimo 20% o consumo de energia, água e o carbono incorporado nos materiais utilizados na construção. Na Patrimar, todos os novos empreendimentos já são concebidos seguindo diretrizes alinhadas aos principais selos internacionais. Desde a concepção de cada empreendimento, são realizadas simulações de desempenho, especificação de materiais de menor impacto ambiental, adoção de sistemas eficientes e definição de critérios construtivos compatíveis com certificações ambientais. Segundo Patrícia Veiga, Diretora de Inovação e ESG do Grupo Patrimar, essa abordagem integrada é fundamental para garantir escala e consistência. “Ao incorporar critérios de sustentabilidade desde a concepção, conseguimos padronizar boas práticas, aumentar a previsibilidade dos resultados e ampliar o impacto positivo em toda a nossa carteira”, explica. Na prática, a adoção dessas soluções inteligentes gera benefícios diretos para o bolso do cliente, resultando em contas de água e energia mais baratas e economia nas despesas condominiais. Além disso, imóveis com certificação EDGE tendem a apresentar maior valorização patrimonial e menor taxa de vacância, já que o mercado tem demonstrado crescente preferência por modelos sustentáveis, eficientes e alinhados às novas demandas ambientais e econômicas. Entre os empreendimentos já certificados com o certificado preliminar EDGE, destacam-se, no Rio de Janeiro, Oceana Golf, Atlântico Golf, Icon Golf Residence e Grand Quartier. Em Minas Gerais, a lista inclui os projetos Brickell Square, Étoile, Le Sommet, Montano Antilia, Place Vendôme, Place Dauphine, Skyline, Vision, além do José Torres Franco, que conta com a certificação Edge Advanced. Sendo o único desses que foi entregue foi o Oceana Golf, que foi auditado e já conquistou o certificado Edge final, que é concedido após o término da obra. Fonte: Pamella Lima | Approach: approach.com.br

  • Durabilidade do Alumínio em Ambientes Litorâneos

    Uma abordagem baseada em engenharia de superfície e controle de processo *Por Romeu Rovai Filho — diretor comercial da Italtecno do Brasil Ltda. Foto: www.breezway.com.au /Reprodução Resumo A durabilidade de sistemas em alumínio expostos a ambientes litorâneos é frequentemente tratada de forma simplificada, atribuindo-se o desempenho à escolha do revestimento final. No entanto, a evidência prática e científica demonstra que o fator determinante não é o tipo de tinta ou acabamento isoladamente, mas sim a qualidade da interface metal–revestimento, estabelecida ao longo das etapas de preparação de superfície e controlada por variáveis de processo. Este trabalho apresenta uma análise técnica fundamentada nos mecanismos de degradação, na engenharia de pré-tratamento e na variabilidade operacional, propondo uma abordagem integrada para garantir desempenho real em campo. 1. Introdução O alumínio é amplamente reconhecido por sua resistência natural à corrosão, resultado da formação espontânea de uma camada passiva de óxido. Entretanto, em ambientes marinhos, essa passividade é constantemente desafiada pela presença de íons cloreto, elevada umidade e ciclos térmicos intensos. Essas condições promovem a ruptura localizada da camada passiva e favorecem o desenvolvimento de mecanismos de corrosão acelerada. Na prática de mercado, é comum que a durabilidade seja associada diretamente ao tipo de acabamento — pintura ou anodização — sem a devida consideração das etapas anteriores. Essa abordagem conduz a especificações incompletas e, frequentemente, a falhas prematuras, mesmo quando materiais e revestimentos de alta qualidade são utilizados. 2. Mecanismos de degradação em ambientes litorâneos A degradação do alumínio no litoral não ocorre de forma homogênea, mas sim através de mecanismos localizados e interfaciais. Entre eles, destaca-se a corrosão filiforme, que se desenvolve sob revestimentos orgânicos e é particularmente crítica em sistemas pintados. Esse tipo de corrosão inicia-se em descontinuidades microscópicas e progride lateralmente, impulsionado por gradientes de concentração e presença de eletrólito. Outro mecanismo relevante é o pitting, caracterizado por ataques pontuais que podem evoluir rapidamente em presença de cloretos. Em sistemas anodizados, esse fenômeno está diretamente relacionado à espessura da camada e à eficiência da selagem. A delaminação, por sua vez, representa a perda de aderência entre o revestimento e o substrato, sendo frequentemente consequência de uma interface mal formada durante o pré-tratamento. 3. A interface metal-revestimento como fator crítico A durabilidade de qualquer sistema de proteção superficial deve ser compreendida como resultado de uma cadeia integrada de etapas. A interface entre o metal e o revestimento não é um plano ideal, mas uma região complexa, cuja estrutura e propriedades são determinadas pelas condições químicas e operacionais do pré-tratamento. A camada de conversão desempenha papel central nesse contexto. Ela atua como promotora de aderência, reduzindo a energia superficial do substrato e criando pontos de ancoragem para o revestimento. Além disso, funciona como barreira parcial à difusão de espécies agressivas, retardando o avanço da corrosão. A qualidade dessa camada depende diretamente de variáveis como pH, temperatura, concentração química e contaminação por alumínio dissolvido. Pequenas variações nesses parâmetros podem resultar em mudanças significativas na morfologia e na eficácia da camada formada. 4. Sistemas de proteção: pintura e anodização A pintura eletrostática é amplamente utilizada devido à sua versatilidade estética e custo competitivo. No entanto, seu desempenho em ambientes agressivos depende fortemente da preparação da superfície. Revestimentos de alto desempenho, como poliéster superdurável ou sistemas fluoropoliméricos, podem oferecer excelente resistência, desde que aplicados sobre uma interface adequada. A anodização, por outro lado, constitui um processo eletroquímico que transforma a superfície do alumínio em uma camada de óxido controlada. Em ambientes litorâneos, a espessura dessa camada é fator determinante. Camadas inferiores a 20 micrômetros apresentam risco elevado de falha, enquanto espessuras superiores a 23 micrômetros são consideradas adequadas para exposição marinha, desde que acompanhadas de selagem eficiente. 5. Controle de Processo e Variabilidade Operacional Um dos aspectos mais negligenciados na prática industrial é a variabilidade do processo. Sistemas que operam aparentemente dentro de especificações podem apresentar flutuações significativas em parâmetros críticos, resultando em inconsistência na qualidade da camada de conversão. O controle de variáveis como pH, condutividade, temperatura e concentração ativa deve ser contínuo e integrado. A presença de alumínio dissolvido, por exemplo, altera o equilíbrio químico do banho e impacta diretamente a formação da camada. A ausência de controle estatístico e de análise de tendência leva a decisões baseadas em valores pontuais, que não refletem o comportamento real do sistema. Como consequência, a qualidade torna-se variável, e o risco de falha aumenta. 6. Projeto e Condições de Uso Além do processo químico, o desempenho em campo é influenciado por fatores de projeto e instalação. A retenção de água, a presença de frestas e a combinação de materiais dissimilares podem criar condições favoráveis à corrosão localizada. A drenagem adequada, o uso de fixadores compatíveis e a eliminação de pontos de acúmulo de umidade são medidas essenciais para garantir a durabilidade do sistema. 7. Conclusão A análise técnica demonstra que a durabilidade do alumínio em ambientes litorâneos não pode ser atribuída exclusivamente ao tipo de revestimento aplicado. O desempenho real depende da qualidade da interface metal–revestimento, que, por sua vez, é função direta do pré-tratamento e do controle de processo. A abordagem correta deve considerar o sistema como um todo, integrando química, operação e projeto. Somente dessa forma é possível garantir desempenho consistente e evitar falhas prematuras.

  • Congresso debate segurança e aplicação prática de guarda-corpos

    A cidade do Rio de Janeiro (RJ) recebe, no dia 9 de junho de 2026, a quarta edição do Congresso Brasileiro de Guarda-Corpo, evento voltado à discussão sobre segurança coletiva, normalização técnica e aplicação prática de guarda-corpos em espaços de grande circulação. Com o tema “Onde a norma encontra a realidade”, o encontro será realizado no histórico Edifício Touring, em frente à Praça Mauá. Segundo a organização do congresso, o objetivo do evento é discutir justamente os desafios entre o que é previsto pelas normas técnicas e a execução prática nas obras e nos espaços em uso. Programação prevista Entre os palestrantes já confirmados estão o arquiteto Miguel Pinto Guimarães, da MPG Arquitetura (RJ), o arquiteto Ciro Pirondi, diretor da Escola da Cidade (SP), o engenheiro Mario William Ésper, presidente da ABNT, a engenheira Michele Gleice, do Itec, o engenheiro Robson Campos, a executiva Clélia Bassetto, o engenheiro Crescencio Petrucci Junior, entre outros especialistas convidados. A programação também prevê um talk-show de encerramento com representantes da arquitetura e do urbanismo. Já estão confirmadas as participações da arquiteta Sonia Lopes, presidente da AsBEA-RJ, e da arquiteta Marcella Ablas, presidente do IAB-RIO. Quatro pilares essenciais da segurança Os debates do congresso serão divididos em quatro eixos principais: segurança em grandes circulações, segurança em lazer e eventos, segurança urbana e impacto social, além da responsabilidade nas decisões comerciais relacionadas às especificações técnicas. As inscrições são realizadas pela plataforma Sympla, através do link: sympla.com.br e as vagas são limitadas. O ingresso inclui café de boas-vindas, coffee-break e material promocional. Fonte: Ópera Marketing & Eventos - Ricardo Bertagnon

  • Edifício Copan completa 60 anos e reforça papel histórico no centro de São Paulo (SP)

    Fachada do Copan – Crédito: Felipe Rau/Estadão O icônico Edifício Copan, localizado no centro de São Paulo, completou 60 anos nesta segunda-feira (25). Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o prédio em formato de “S” se tornou uma das construções mais conhecidas da capital paulista e um dos principais símbolos da arquitetura moderna brasileira. Inaugurado em 25 de maio de 1966, o Copan surgiu em um período de rápida verticalização da cidade. A proposta do edifício era representar uma nova forma de viver nos grandes centros urbanos, reunindo moradia, comércio e convivência em um único espaço. Um marco da arquitetura Com 115 metros de altura e quase 120 mil metros quadrados de área construída, o Copan é considerado a maior estrutura de concreto armado do país. O edifício possui 1.160 apartamentos distribuídos em diferentes blocos e abriga cerca de 5 mil moradores. Entre os números impressionantes da construção estão as cerca de 4 mil janelas e os 115 milhões de pastilhas que revestem a fachada do prédio. O complexo também possui CEP próprio. Reforma busca preservar características originais Para preservar a identidade visual do edifício, uma reforma da fachada está em andamento. A obra, orçada em aproximadamente R$70 milhões, deve ser finalizada em cerca de três anos. Fontes: expresso.estadao.com.br ; noticias.r7.com Mais informações: copansp.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Linha amplia soluções para coberturas e fechamentos em projetos

    A linha SunExt, desenvolvida pela Expalum, reúne um conjunto de sistemas que contempla diferentes tipos de coberturas e fechamentos laterais, com opções que incluem pergolados, sistemas de correr, modelos tipo camarão, fechamentos guilhotina, cortinas zip e telas mosquiteiras. Pérgola Atlantic: adaptação de áreas externas Entre os produtos disponíveis, a empresa destaca a Pérgola Atlantic como um sistema de toldo automático em lona voltado à conversão de espaços abertos em áreas protegidas. O modelo apresenta resistência a condições climáticas, suportando ventos de até 49 km/h, além de carga de chuva e neve. A estrutura também oferece proteção solar de até 90%. Sky Clear: cobertura deslizante em vidro Outra solução da linha é o sistema Sky Clear, uma cobertura de vidro deslizante que permite ampliar áreas de convivência mantendo proteção contra intempéries. De acordo com a Expalum, o projeto utiliza perfis estruturais que reduzem a necessidade de vigas, favorecendo a criação de espaços mais abertos. Segundo com as especificações, o material contribui para a eficiência térmica e energética quando comparado ao vidro de segurança convencional. Guilhotina Wind Protect: fechamento vertical automatizado O sistema de envidraçamento Guilhotina Wind Protect integra a linha com uma proposta voltada a fechamentos verticais automáticos. Com deslizamento por trilhos, o modelo utiliza vidros laminados de 8 mm ou versões com isolamento térmico e vidro duplo de 24 mm. A empresa indica para aplicações em hotéis, restaurantes, cafeterias, sacadas e espaços esportivos, o sistema também conta com a versão Easy Clean, que permite rebater os vidros para facilitar a limpeza. Para mais informações: expalum.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Fita estrutural amplia alternativas para fixação discreta em projetos

    Foto/Reprodução: Adere A Adere inclui em seu portfólio a fita dupla face estrutural XP200B como uma alternativa voltada à fixação permanente em aplicações arquitetônicas e industriais. Segundo a fabricante, a fita foi desenvolvida com foco em desempenho e estética, a solução busca substituir fixadores mecânicos aparentes. Produzida com espuma acrílica expandida e adesivo em ambas as faces, a fita possui coloração preta. O produto pode ser aplicado em contextos como fachadas, painéis e elementos de comunicação visual, especialmente em projetos que demandam um resultado estético mais uniforme. Desempenho De acordo com a Adere, a XP200B foi submetida a ensaios de envelhecimento acelerado por radiação xênon, totalizando 7.000 horas de exposição. Esse tipo de ensaio tem como objetivo avaliar a resistência do material a condições ambientais adversas, como exposição prolongada à radiação ultravioleta, variações de temperatura e umidade. Para mais informações: adere.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Sistema Solene integra esquadrias para projetos de alto padrão

    Foto/Reprodução: Solene System Desenvolvido pelo Grupo Perfisud, o Solene System reúne esquadrias de alumínio voltadas a projetos residenciais e corporativos que demandam desempenho técnico, durabilidade e acabamento estético refinado. Segundo a empresa, o sistema foi desenvolvido a partir das demandas observadas no mercado de esquadrias, com foco em unir robustez estrutural, design contemporâneo e compatibilidade entre diferentes linhas. Diferentes aplicações Entre as opções do sistema está o Solene 25, perfil de alumínio reprojetado com melhorias em layout e pontos estratégicos de vedação. Já o Solene 32 é um sistema de esquadrias deslizantes voltado a projetos que priorizam desempenho e estética em uma linguagem visual mais discreta. Na mesma proposta, o Solene 45 foi desenvolvido para atender demandas do segmento de alto padrão. O sistema deslizante combina design, isolamento acústico e robustez estrutural. Segurança e integração arquitetônica O sistema também inclui o guarda-corpo Solene Horizon que busca atender projetos que valorizam integração visual sem abrir mão de desempenho estrutural. Outro destaque é o Solene Vitta, com funcionamento tipo camarão. Para aplicações em fachadas, a empresa apresenta o Solene Vision, inspirado na estética das fachadas glazing. A marca também conta com um sistema de fachada stick. Para mais informações: solenesystem.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Empresa fortalece atuação no beneficiamento e distribuição de vidros planos

    Foto/Reprodução: Intervidro Atuando no beneficiamento e na distribuição de vidros planos para aplicações na construção civil, arquitetura e interiores, a Intervidro tem sede em Olinda (PE) e trabalha no fornecimento de soluções voltadas a obras residenciais, comerciais e industriais. Processamento e fornecimento para diferentes segmentos Além do beneficiamento, a empresa atua como distribuidora de vidros, abastecendo vidraçarias, serralherias, fabricantes de esquadrias, construtoras e profissionais da arquitetura. Entre os produtos normalmente trabalhados nesse segmento estão vidros temperados, laminados, espelhos e soluções para fachadas e ambientes internos. Mercado de beneficiamento de vidro Nos últimos anos, o segmento de beneficiamento de vidro tem investido em tecnologia e modernização de processos para atender às exigências de desempenho, segurança e acabamento da construção civil. A ampliação do uso de grandes panos de vidro e sistemas de fachada também contribuiu para o fortalecimento desse mercado. Para mais informações: intervidro.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Motor para esquadrias aposta em integração e automação

    A Ayshu apresenta em seu portfólio o AyVolt, um motor voltado para esquadrias que reúne diferentes funcionalidades. De acordo com a Ayshu, a proposta é substituir até 40 motores distintos, oferecendo compatibilidade com tubos de 41 ou 60 mm (OCT), o que amplia sua aplicação em diferentes tipos de instalações. Tecnologia e conectividade integradas O equipamento opera em tensão de 100 a 240 volts e conta com controle remoto, além de conexão via Bluetooth. Entre os recursos, estão a possibilidade de ajuste de posição, funcionamento sem necessidade de receptor externo e integração com sistemas automatizados. Outro destaque é a conectividade com um aplicativo próprio, que permite o controle das esquadrias por dispositivos móveis. O app é compatível com assistentes virtuais e plataformas digitais, ampliando as opções de automação residencial. Para mais informações: ayshubrasil.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Curiosidade: solução antiga, brise-soleil tornou-se símbolo da arquitetura moderna

    Foto/Reprodução: Peter Bennetts O brise-soleil, expressão francesa que significa “quebra-sol”, é um recurso usado em fachadas para reduzir a entrada direta de sol nos ambientes. Apesar do nome moderno, a ideia é antiga: ao longo da história, diferentes culturas já criavam soluções para proteger janelas e melhorar o conforto térmico dentro das construções. Consolidação na arquitetura moderna O uso do brise como conhecemos hoje foi organizado e popularizado pelo arquiteto Le Corbusier, entre as décadas de 1930 e 1940. A partir de experiências com edifícios que enfrentavam problemas de calor excessivo, ele passou a adotar elementos externos para bloquear o sol, transformando o brise em um dos símbolos da arquitetura moderna. Uso no Brasil No Brasil, o recurso foi amplamente utilizado por arquitetos como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa. Um dos exemplos mais conhecidos é o Edifício Gustavo Capanema, no centro do Rio de Janeiro (RJ), que ficou marcado pelo uso de brises móveis para controlar melhor a luz e a temperatura interna. Como funciona na prática De forma simples, o brise é formado por lâminas ou placas instaladas do lado de fora das janelas. Elas podem ser fixas ou móveis e ajudam a manter o ambiente mais fresco, sem bloquear a iluminação natural. Fontes: pt.wikipedia.org ; aecweb.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Sistema com inteligência artificial amplia controle no pré-tratamento do alumínio

    A Italtecno inclui em seu portfólio o LL-3P Control, um sistema voltado ao controle do processo de pré-tratamento da pintura em superfícies de alumínio. A tecnologia integra conceitos da chamada Indústria 4.0 e utiliza recursos de inteligência artificial para aprimorar o monitoramento e a gestão dos banhos químicos utilizados na etapa inicial da pintura. Monitoramento digital e controle remoto De acordo com a empresa, o LL-3P Control permite o acompanhamento contínuo dos processos por meio de sensores e conectividade em nuvem, o sistema oferece controle remoto e em tempo real dos parâmetros operacionais, o que possibilita ajustes quando há desvios nas condições ideais. A solução opera de forma ininterrupta, 24 horas por dia, sete dias por semana, reunindo dados históricos e permitindo a análise de padrões. Com isso, é possível prever variações no processo e reduzir a ocorrência de falhas, contribuindo para maior estabilidade produtiva. Sensores garantem os parâmetros Entre os principais componentes do sistema estão sensores responsáveis por medir indicadores químicos essenciais. O sensor de pH monitora os níveis de acidez e alcalinidade dos banhos, enquanto o sensor de condutividade avalia a presença de sais dissolvidos na água, permitindo correções rápidas. Ganhos operacionais Segundo a Italtecno, o uso do monitoramento inteligente traz impactos diretos na eficiência operacional. Entre os benefícios apontados estão a redução no consumo de água e produtos químicos, a otimização de custos e o aumento da qualidade final das peças tratadas. Para mais informações: italtecno.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

  • Empresa alemã aposta em soluções de fixação para construção

    De origem alemã, a Ejot atua no desenvolvimento de sistemas de fixação voltados para os setores da construção civil, indústria automotiva, eletrônica e engenharia industrial. A empresa possui operação global e oferece soluções utilizadas em aplicações como fachadas, coberturas metálicas, estruturas industriais e sistemas de isolamento térmico. Operação no mercado brasileiro No Brasil, a empresa opera com foco no fornecimento de tecnologias de fixação para o mercado da construção civil. Entre os produtos disponibilizados estão parafusos, buchas, ancoragens e sistemas desenvolvidos para diferentes tipos de materiais e exigências estruturais. De acordo com as informações divulgadas pela Ejot, as soluções são projetadas para atender demandas relacionadas à resistência mecânica, durabilidade e desempenho em ambientes sujeitos à exposição climática. Parte dos sistemas também é aplicada em projetos de fachadas ventiladas, coberturas metálicas e instalações de energia solar. Atuação também no setor industrial Além do segmento da construção, a companhia também mantém atuação no setor industrial e automotivo por meio da Ejot-Fey especializada em componentes de fixação para aplicações técnicas e industriais. A empresa informa que seus produtos são utilizados em diferentes processos produtivos que exigem precisão e padronização nos sistemas de montagem. Para mais informações: ejot.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

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