top of page

BUSCAR

Search this site

Resultados encontrados para busca vazia

  • PEGADA HÍDRICA NO SETOR DA CONSTRUÇÃO: ESTAMOS FAZENDO A NOSSA PARTE?

    SindusCon-SP comemora o Dia Mundial da Água Há mais de duas décadas, o Comitê de Meio Ambiente (Comasp) do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo ( SindusCon-SP) atua na promoção da sustentabilidade no setor da construção civil e elegeu como tema relevante o uso eficiente da água. A gestão da água permeia diversos desafios, como adensamento populacional, escassez hídrica e eventos climáticos extremos. Com o objetivo de contribuir para o uso eficiente da água no setor, o Comasp vem trabalhando o tema Pegada Hídrica. Em 2019, o SindusCon-SP, por meio do Comasp, em parceria com Caixa Econômica Federal e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), desenvolveu a metodologia para o cálculo da Pegada Hídrica das edificações. O próximo passo desse trabalho será o desenvolvimento de uma plataforma de cálculo que permitirá às empresas do setor da construção civil ter acesso a uma ferramenta simples, estruturada, interativa para gerenciar o desempenho do consumo da água nas obras e edificações. A plataforma poderá ser utilizada por construtoras e incorporadoras que elaboram ou estão interessadas na gestão de seus inventários de Pegada Hídrica e empresas e fabricantes que queiram oferecer produtos mais sustentáveis. A partir do cálculo da pegada hídrica os usuários da ferramenta poderão tomar decisões para aperfeiçoar seus projetos e compras e, assim, racionalizar o consumo de água, e dessa forma gerenciar: o consumo de água (m³) para produzir 1 m² de área construída; o índice relativo de consumo dos seus empreendimentos; a pegada hídrica dos seus empreendimentos, produto + execução + uso e ocupação; a realização de comparações de pegada hídrica com base em características específicas das obras, como sistemas construtivos distintos. A calculadora será um importante instrumento para elaboração de projetos, escolhas de materiais, sistemas construtivos e gestão da obra para diminuir a pegada hídrica do canteiro de obras, e dessa forma também melhorar o desempenho da pegada hídrica na fase de uso da edificação. Além da importância da construção de edificações mais sustentáveis, o usuário final também tem um papel significativo no uso eficiente da água durante a fase de operação da edificação, já que essa fase representa um percentual expressivo de uso da água durante o ciclo de vida da edificação. Projetar e construir edifícios mais eficientes que permitam aos usuários a correta gestão da água é fundamental. Fonte: SindusCon-SP

  • GUARNIÇÃO ECO PVC: BRASIL VEDAÇÃO DESTACA VANTAGENS

    Disponível em diversas cores, o produto não gera resíduos ou fumaças na produção, sendo reciclável Barreira contra a corrente de ar, poeira e insetos, a guarnição veda as frestas, contribuindo também com o isolamento acústico da esquadria. De Valinhos (SP), a fabricante de Guarnições Eco PVC, para sistemas em alumínio, uPVC e madeira, Brasil Vedação, afirma que seus produtos não geram resíduos ou fumaças na produção e são recicláveis. Os itens estão disponíveis em diversas cores. “Nossa variedade de cores permite que você adicione um toque personalizado a cada projeto. Encontre a cor perfeita para valorizar suas esquadrias com um acabamento mais discreto e sofisticado”, destaca a empresa em publicação no Instagram. De acordo com a Brasil Vedação, os produtos são resistentes à umidade, maresia, fungos, cupins e outros elementos corrosivos similares. “Sua composição é estável, livre de rachaduras, ressecamento ou bolhas. Leves, flexíveis, limpas e sem cheiro, são mais fáceis de manusear”, descreve o site da marca.  “Como não se altera com os efeitos do tempo, mantém a superfície macia e lisa e a cor original por toda a vida útil da esquadria”, diz o portal da empresa, acrescentando que, em caso de incêndio, queima apenas enquanto houver combustão no local, assim que é extinta, apaga imediatamente. Fonte: Brasil Vedação

  • ESPECIALISTAS DISCUTEM TRANSIÇÃO ENERGÉTICA E ASPECTOS ESG NA CONSTRUÇÃO CIVIL EM EVENTO GRATUITO

    Na próxima quarta-feira (27), a partir das 14h, o Cubo Construliving, iniciativa do Cubo Itaú em parceria com Saint-Gobain, Dexco, Itaú, Itaú BBA e MPD, para criar experiências inovadoras na jornada da construção e habitação no Brasil e América Latina, promove o “Construliving ao Cubo”, evento gratuito que celebra um ano de atuação do hub, e os interessados podem se inscrever pelo site, acesse aqui. Entre os temas abordados, estão os desafios e tendências de inovação na construção; transição energética na construção civil; e aspectos ESG na jornada da construção. O conteúdo será apresentado por empresas que estão na vanguarda da temática, compartilhando insights e suas experiências. Entre os nomes confirmados, estão: Ricardo Matheus, CEO e fundador da Brasil ao Cubo, empresa focada em construções off-site; Roberto de Souza, presidente do CTE – Centro de Tecnologia de Edificações, empresa de consultoria e gerenciamento no setor da construção; Nicolaos Theodorakis, CEO/Diretor executivo da Noah TECH, especialista em construções em madeira engenheirada; Daniela Corcuera, fundadora da Quanta Studio, consultoria para certificações ambientais especializada em transformações de edifícios ecoeficientes; Daniel Gispert, presidente da Steel Corp, especializada em construções industrializadas em Light Steel Frame, que conta com o empresário Roberto Justus como atual CEO e sócio. SERVIÇO Data: 27 de março de 2024 Horário: A partir das 14h Local: Cubo Itaú – Alameda Vicente Pinzon, 54 – auditório Gratuito / Inscrições e informações: Link Fonte: Cubo Construliving

  • UDINESE ASSA ABLOY LANÇA CONCHA MULTIPONTO PARA ESQUADRIAS DE CORRER

    Modelo Infinity combina o design minimalista da Concha Square com a segurança do travamento multiponto para portas e janelas Divulgação: Trópico Comunicação/Udinese Assa Abloy Design , praticidade e funcionalidade estão presentes na Concha Multiponto Infinity, lançamento da Udinese Assa Abloy projetado para atender às principais necessidades do mercado para esquadrias de correr, segundo a empresa. O produto combina o minimalismo do modelo square com linhas retas e sóbrias, conferindo segurança que a tecnologia multiponto oferece para o travamento de portas e janelas, conforme a fabricante de componentes. "A inovação nos permite ter o melhor da segurança sem renunciar ao design . Para proteger os acessos aos ambientes, é muito importante investir em soluções e fabricantes confiáveis. Por isso, a Udinese Assa Abloy trabalhou no desenvolvimento da Concha Multiponto Infinity, um sistema que devido ao travamento multiponto aumenta a segurança e a vedação das esquadrias e que se aplica nas principais linhas do mercado, além de permitir facilmente o transpasse das folhas", destaca João Vieira, diretor.   O componente chega ao mercado brasileiro com uma variedade de acabamentos para se adequar a diferentes projetos de esquadrias. Para mais informações sobre o portfólio da Udinese, acesse: www.udinese.com.br Fonte: Trópico Comunicação/Udinese Assa Abloy

  • LIGHT STEEL FRAMING: MÉTODO É TENDÊNCIA NA CONSTRUÇÃO CIVIL POR PERMITIR OBRAS MAIS RÁPIDAS, SUSTENTÁVEIS E INTELIGENTES

    Segundo especialista, a metodologia também se destaca por reduzir o desperdício de materiais e custos, otimizando o trabalho de arquitetos e engenheiros e trazendo fidelidade orçamentária para o consumidor final A busca por projetos mais sustentáveis passou a se tornar uma demanda prioritária de quase todos os setores, incluindo a construção civil. Dentro desse mercado, diversos formatos inovadores vêm trazendo benefícios ambientais, sociais e profissionais nos últimos anos, sendo o Light Steel Framing (LSF) um dos seus maiores exemplos. Segundo Fernando Scheffer, fundador e diretor de marketing da Espaço Smart, referência no segmento e primeira loja de casas do Brasil, o método é conhecido por evitar desperdícios e utilizar materiais de qualidade. Até por isso é um dos sistemas construtivos que mais cresce no país. “Todos os recursos usados possuem um alto nível de industrialização e seguem rigorosas normas técnicas, o que garante a elaboração de projetos eficientes, seguros e sem imprevisibilidades orçamentárias”, diz. QUAL É A COMPOSIÇÃO DE UM SISTEMA DE LSF? A parte estrutural é composta por aço galvanizado e as vedações externas e internas por placas de alta performance que garantem toda a resistência e necessidades que uma edificação e as normas exigem. A construção em LSF possui cerca de 60% menos de resíduos do que a alvenaria tradicional, além de gerar uma redução no consumo de água em 90%. O sistema também obtém menor espessura e apenas 10% do peso de uma parede de concreto, o que pode diminuir em até 30% o custo das fundações, etapa da obra que normalmente impacta diretamente os gastos totais. Outra vantagem do formato é o patamar elevado de isolamento acústico e térmico. Isso porque a utilização de sistemas de alta performance como o GlasrocX, EIFS e o Nextera, compostos por placas de gesso especiais ou placas Oriented Strand Board (OSB), e membranas hidrófugas, proporcionam uma maior resistência a ruídos externos, assim como criam uma barreira contra a chuva, vento, calor e poeira. Scheffer também destaca que o sistema utiliza perfis (montantes e guias) de aço galvanizado para compor a estrutura da edificação, o que ajuda a determinar as modulações do projeto. “É uma estratégia focada não apenas na gestão dos recursos e melhores condições de segurança ao trabalhador, mas também na eficácia completa. Em suma, todos os processos - inclusive a manutenção - são mais ágeis e limpos”, explica. COMO OS PROFISSIONAIS DA ÁREA ENCARAM O LSF? Seja no Brasil com empresas como a Espaço Smart ou no resto do mundo, o LSF rapidamente foi incorporado ao dia a dia de arquitetos, engenheiros e construtores. De acordo com o diretor de marketing, a razão para a aceitação também está muito relacionada à liberdade criativa oferecida pelo sistema construtivo, permitindo a elaboração de projetos arquitetônicos de qualquer características. “Muitas vezes, a construção civil é cercada pela ineficiência, resultando em uma perda de potencial no resultado final. Felizmente, hoje os especialistas do setor possuem uma nova forma de construir, marcada pelo custo-benefício e que leva mais qualidade de vida aos moradores de maneira inteligente”, conclui o executivo. Fonte: Espaço Smart/Equipe Motim

  • O ESCRITÓRIO STARQ ASSINA PROJETO RESIDENCIAL IMPLANTADO EM L, QUE VALORIZA O REVESTIMENTO COBOGÓ, EM JAGUARIÚNA

    A casa que ressalta a versatilidade e expertise técnica do escritório Starq Arquitetos foi idealizada para atender o briefing  de um cliente fiel – e com quem o QG já colaborou em outras tipologias. Executada como uma residência para apreciar os finais de semana, bem ao encontro do que desejam os donos da propriedade, a morada recebeu ambientes amplos, com circulação fluida e espaços bem acolhedores para o convívio social da família e dos amigos.  Cravada em um terreno retangular de 2000 m², ela adota uma solução de implantação em L tanto para otimizar a privacidade como proporcionar excelente insolação no setor íntimo (quartos), além de criar uma conexão aberta junto ao social adjacente à piscina. Apesar do terreno parecer plano, um pequeno declive, de aproximadamente 80 cm na diagonal, foi estrategicamente considerado na hora da edificação. Desse modo, a casa foi posicionada no ponto mais alto, permitindo que as aberturas para o fundo do terreno estivessem praticamente no mesmo nível.  Para a frente, voltada para a piscina, foram criados desníveis, incluindo uma escada que funciona também como área de convívio. O projeto destaca-se pela integração harmoniosa em torno do ponto central (social) do layout, compreendendo as áreas da piscina, churrasqueira, cozinha e estar.  Vale ressaltar a sacada aplicada à composição, na ala íntima dos proprietários, incluindo os quartos do casal e dos filhos. Esses aposentos estão isolados – o que garante o descanso tranquilo dos usuários. Um elemento vazado foi estrategicamente aplicado na superfície, em frente aos quartos, com o objetivo de alcançar privacidade extra e proteção solar. A paixão da esposa do casal por gastronomia inspirou o conceito da cozinha gourmet completa, equipada com ilha e forno a lenha. Considerando as elevadas temperaturas da cidade, o projeto incorpora abas e cobogós para proteger a região dos dormitórios e dos espaços sociais da insolação direta. Sem contar que o pé direito livre de 3,2 m proporciona uma atmosfera sempre arejada nos espaços. Bem brasileirinho, o cobogó rouba a cena da casa e injeta bossa extra à narrativa arquitetônica do projeto, o revestimento ainda garante a refrigeração permanente dos interiores, além de uma luz rendada cheia de poesia nos dias mais ensolarados. Fonte: Starq Arquitetos/Cobogó Relações Públicas

  • OS BENEFÍCIOS DA TECNOLOGIA BIM PARA A CONSTRUÇÃO CIVIL

    Ferramenta supera o modelo 3D trazendo informações e aplicações adicionais A metodologia BIM (Building Information Modeling), traduzida como Modelagem de Informação da Construção, faz parte de um processo de transformação digital no setor de arquitetura, engenharia e construção. Difundida no Brasil no início dos anos 2000, a ferramenta possibilita o desenvolvimento de um modelo digital e tridimensional de todas as etapas de um empreendimento, desde o planejamento até a construção e as operações, garantindo um gerenciamento de projeto íntegro e organizado. Diferente da modelagem 3D, que oferece apenas a visualização tridimensional do projeto, o BIM incorpora informações adicionais como a quantidade de insumos e os custos. Além disso, por ser um instrumento de gestão das informações, fluxos de trabalhos e procedimentos, o BIM consegue prever problemas com mais facilidade. “Os principais benefícios da tecnologia BIM são a redução de custos e prazos, melhoria na comunicação entre todos os agentes envolvidos no projeto, maior controle sobre a execução da obra e um resultado mais fidedigno ao que será implantado”, explica Flávio Carlos, especialista em projetos na DF+ engenharia. ORIGEM DO BIM Apesar de ter ganhado força a partir de 2018, após incentivo do governo federal, a tecnologia começou a ser discutida na década de 1970. Já o termo BIM passou a ser utilizado somente na década seguinte. A metodologia surgiu da necessidade de profissionais e empresas do setor de construção civil de incorporar informações adicionais aos projetos desenhados em softwares especializados. IMPLEMENTAÇÃO E DESAFIOS Além do setor de projetos, pioneiro na implementação do BIM, a metodologia também vem sendo incorporada por empresas relacionadas a outras áreas da engenharia, como construção civil e consultorias. As empresas que aderiram à tecnologia obtiveram redução de custos e prazos, além de maior controle sobre a execução das obras. Mesmo com os resultados positivos, o Brasil enfrenta desafios com relação à aceitação da implementação da tecnologia. Entre eles está a falta de mão de obra qualificada, o alto investimento em softwares e equipamentos e, principalmente, a resistência dos profissionais e empresas em mudar a metodologia de trabalho. Embora ainda enfrente resistência, o futuro da tecnologia BIM é promissor. “Eu acredito que o BIM vai trazer grandes frutos. A implementação é um caminho, mas será uma caminhada longa e difícil, especialmente no Brasil”, avalia Saulo Silvestre de Castro, coordenador de projetos de estruturas de concreto e fundações na DF+ Engenharia. Fonte: Prefácio Comunicação

  • ABAL PROMOVE 9º CONGRESSO INTERNACIONAL DO ALUMÍNIO

    O evento acontece em São Paulo, nos dias 09 e 10 de abril, com a presença de autoridades, lideranças empresariais e especialistas no tema A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) vai promover, nos dias 09 e 10 de abril, o 9º Congresso Internacional do Alumínio, no Hotel Unique, em São Paulo (SP). O evento é um importante fórum de discussões sobre tendências, desafios e oportunidades para a indústria do alumínio no Brasil e no mundo. Representantes da cadeia produtiva e consumidora da indústria do alumínio, especialistas, acadêmicos e autoridades governamentais vão compartilhar experiências e conhecimentos, inspirados pelo tema do congresso deste ano: “Juntos, construindo um futuro de infinitas possibilidades e transformações”. Ao longo de dois dias, os painéis serão divididos em quatro eixos temáticos: perspectivas, desafios e oportunidades para alavancar a competitividade; novas tecnologias e elementos da indústria 4.0; sustentabilidade e caminhos para descarbonização; competências e habilidades necessárias para a futura formação dos profissionais da área. “O alumínio é um material estratégico e desempenha um papel essencial no cotidiano da sociedade e para a economia do país, além de soluções inovadoras e sustentáveis para importantes segmentos industriais, como embalagens, transportes, energia e construção civil. O congresso é a oportunidade para as principais lideranças do setor discutirem o atual momento e as perspectivas para a indústria nacional e global do alumínio”, diz Janaina Donas, presidente-executiva da Abal. MERCADO ALIADO À SUSTENTABILIDADE De acordo com a associação, o Brasil reúne ativos e vantagens competitivas para atender a demanda doméstica e reposicionar o país na cadeia global. Projeções de organismos internacionais apontam para uma tendência de aumento da escala mundial de produtos de alumínio na ordem de 40% até 2030. De acordo com o mais recente estudo do Instituto Internacional do Alumínio (IAI), divulgado no IAI Committee Meetings , realizado no início de março, em Londres, a indústria do alumínio reduziu em 4,4% as emissões de gases com efeito estufa (GEE), mesmo com o aumento de 3,9% da produção global do metal. “A transição para uma economia de baixo carbono requer a coordenação de esforços variados da sociedade, indústrias e governos na revisão dos hábitos de consumo, de processos produtivos e na construção de políticas de controle e incentivo à redução dos níveis de emissão. O Congresso Internacional se consolida como importante fórum de discussões sobre tendências, desafios e oportunidades para a indústria do alumínio no Brasil e no mundo”, explica Janaina. Mais informações e inscrições em: https://eventiza.com.br/evento/9-congresso-internacional-do-aluminio   Fonte: Abal/GBR Comunicação

  • DE QUE ADIANTA A CORTINA, SE O CALOR JÁ ENTROU?

    Quem estudou sobre conforto térmico e o desempenho de janelas já deve ter ouvido essa máxima: “De nada adianta uma cortina ou persiana interna, se o calor do sol já passou pelo vidro!” *Por Fernando Simon Westphal, consultor técnico da Abividro, engenheiro civil e professor da UFSC Na prática — e na teoria — não é bem assim. Analisando fisicamente o problema, pode-se derrubar esse mito. É fato que um sombreamento externo, seja um brise, beiral, varanda ou até mesmo uma persiana integrada, é muito mais eficaz na redução do ganho de calor do sol, do que um elemento interno, como uma cortina ou persiana. Barrar a incidência do sol sobre a janela reduz significativamente o ganho de calor através da abertura. Mas o sombreamento interno também produz uma redução importante na carga térmica. Basta lembrarmos do uso de cortinas em nossas residências, desde a antiguidade, como uma medida para reduzir o ganho de calor. Mesmo que o calor do sol já tenha atravessado o vidro, a proteção junto à janela contribui para manter essa energia mais próxima do vidro do que distribuída pelo ambiente. Se o calor incide sobre o piso, paredes e móveis há um ganho muito mais expressivo do que a incidência sobre uma cortina. Ao esquentar a cortina, há de fato uma emissão de calor para dentro do ambiente, mas não podemos esquecer que há também uma “devolução” de parte dessa energia para o exterior. Além disso, as trocas por radiação e convecção a partir da cortina para as superfícies e o ar interno são mais lentas do que as trocas proporcionadas por um piso ou parede aquecida. Nesse último caso, o calor pode ser distribuído de maneira mais eficaz em relação ao volume do ambiente interno. Deve-se destacar que a sensação de calor na região próxima à cortina aquecida pode ser intensa. Mesmo assim, certamente será menor do que a sensação sob a insolação direta. As cortinas e persianas são indispensáveis para o controle de ofuscamento e privacidade. Mesmo o elemento externo com a melhor solução de projeto, em termos de desenho e materiais, pode não ser suficiente para promover bom controle da luz ou escurecimento total do ambiente, quando necessário. Eu, particularmente, acho difícil prever um ambiente em que a cortina interna seja totalmente dispensável. Mesmo nas situações com janelas com persiana integrada, se houver a necessidade de fechamento, por questões de privacidade, a luz natural fica comprometida. Se houver cortina ou persiana interna, é possível ajustar um meio termo: barrar a visão, sem escurecer totalmente o ambiente. E o que seria mais eficaz: cortina, rolô ou persiana? Esse é aquele tipo de pergunta que merece a resposta “depende”. Atualmente, diferentes tipos de tecidos e materiais são utilizados na fabricação de cortinas e modelos de enrolar (popularmente chamados de rolô ou roll-on ). Produtos para pronta-entrega estão disponíveis em medidas padronizadas em lojas de utilidades, decoração e materiais de construção. A escolha do material pode sim partir de efeitos estéticos desejados, combinando com a possibilidade do controle da luz, privacidade e conforto térmico. Materiais mais escuros podem promover um alto nível de bloqueio da luz e calor. Em contrapartida, ficarão mais quentes quando expostos ao sol, causando desconforto próximo a janela. Materiais mais claros podem refletir mais o calor, mas dependendo da “trama”, se for um tecido ou outra construção por fibras, pode causar um “espalhamento” da luz que resulta em maior nível de ofuscamento (brilho excessivo). Cada projeto deve ser avaliado em conjunto com o entorno, orientação solar e, claro, com o vidro utilizado. O escurecimento e controle do calor deve ser decidido de acordo com a especificação do vidro de controle solar selecionado no projeto. Vidros mais refletivos podem ser combinados com cortinas mais claras e podem até retardar o fechamento da cortina, resultando em mais horas de uso da janela sem obstrução visual.  *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • A IMPORTÂNCIA DA COMPETÊNCIA TÉCNICA E RESPONSABILIDADE NO MERCADO DE ESQUADRIAS BRASILEIRO

    *Por Rivonio Cordeiro, consultor de esquadrias e CEO na CSA Consultoria e Engenharia O setor de esquadrias no Brasil enfrenta desafios únicos, derivados da crescente demanda por soluções eficientes, duráveis e sustentáveis. Este artigo tem como objetivo refletir sobre a importância da assunção de responsabilidades, a necessidade de competência técnica elevada e o papel da ética profissional em projetos de esquadrias, desenhando paralelos com preocupações globais em projetos de engenharia e design, mas focando nas peculiaridades do mercado brasileiro. A qualidade de projetos de esquadrias no Brasil é frequentemente posta à prova com pressões por redução de custos. Essas pressões podem levar a comprometimentos em aspectos críticos como durabilidade, eficiência energética e adequação às condições climáticas locais. Tais comprometimentos não apenas afetam a qualidade final do projeto, mas também podem ter implicações sérias em termos de segurança e conforto dos usuários. O diálogo entre os diversos profissionais envolvidos em um projeto de esquadrias — incluindo arquitetos, engenheiros, fabricantes e clientes — muitas vezes carece da profundidade técnica necessária para tomar decisões informadas. Esse desafio é amplificado pela complexidade das normas técnicas e pela diversidade climática do Brasil, que demanda soluções específicas para diferentes regiões. Durante o processo de especificação e aquisição de esquadrias, a presença de profissionais com conhecimento técnico especializado é crucial. Esses especialistas têm a capacidade de identificar soluções que podem parecer economicamente vantajosas no curto prazo, mas que apresentam falhas técnicas graves, representando riscos à segurança, comprometendo a eficiência energética. A falta de voz ativa desses profissionais no processo de tomada de decisão pode resultar em escolhas que favorecem soluções de menor custo em detrimento da qualidade e da segurança. No processo de aquisição de esquadrias, as negociações são geralmente conduzidas pelo cliente ou por um representante deste, atuando como interventor e gerenciador do contrato. Na maioria dos casos, eles possuem conhecimento técnico limitado em áreas específicas, como a engenharia estrutural ou a engenharia de envidraçamentos. A aquisição inadequada de itens de esquadrias, que podem conter falhas técnicas relacionadas à engenharia ou ao conforto, é frequentemente dissimulada por processos administrativos ou pela incapacidade técnica do gestor em relação a conhecimentos específicos. Ao final, a responsabilidade pelas falhas acaba sendo transferida de um lado para o outro, sem recair efetivamente sobre nenhuma das partes envolvidas. Além das responsabilidades contratuais, o mercado de esquadrias no Brasil enfrenta um desafio ético significativo. Profissionais que detectam falhas em projetos ou soluções propostas têm o dever ético de intervir, colocando a segurança e o bem-estar dos usuários acima de considerações econômicas. Este princípio ético reforça a necessidade de transparência, diálogo e respeito mútuo entre todos os envolvidos no projeto. Este artigo busca ressaltar a importância de abordar essas questões com seriedade e responsabilidade, destacando a necessidade de envolver especialistas no processo de decisão e de adotar uma postura ética firme em todas as etapas do projeto. A indústria de esquadrias no Brasil, ao enfrentar esses desafios, pode não apenas melhorar a qualidade e a segurança de seus projetos, mas também contribuir significativamente para o desenvolvimento sustentável do setor da construção civil no país. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • FÓRUM CONTRAMARCO NORTE RECEBE 280 VISITANTES E 32 MARCAS EXPOSITORAS

    São Paulo (SP) e Curitiba (PR) são os próximos destinos do evento em 2024 No último dia 14 de março, o Grand Mercure Hotel, na cidade de Belém (PA), recebeu a 3ª edição do FÓRUM CONTRAMARCO. Durante o evento, 280 profissionais do setor de todo o país assistiram a palestra com especialistas renomados. Realizado pelo GRUPO CONTRAMARCO, o encontro contou com o apoio de 32 marcas e superou as expectativas. Entre o público presente estavam fabricantes de esquadrias, serralheiros, vidraceiros, arquitetos, consultores, construtores, engenheiros civis, entre outros. Todos puderam conhecer as muitas novidades apresentadas pelas empresas apoiadoras e realizar novas conexões. A organização possui mais duas edições confirmadas para 2024: em São Paulo (SP) no dia 27 de julho, no Grand Mercure Vila Olímpia; e em Curitiba (PR) no dia 24 de outubro, no Viasoft Experience. As inscrições para a edição de São Paulo já estão abertas e as vagas são limitadas, acesse aqui. O Fórum teve transmissão ao vivo gratuita, assista o evento completo através do link: www.youtube.com/watch?v=x5jQ10b4gY8   PAINÉIS E TEMAS A programação das palestras da 3ª edição do FÓRUM CONTRAMARCO foi dividida em 7 painéis, com os seguintes temas: “Normas e benefícios do vidro”, por Maurício Fernandes, da Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro); “Como crescer sua empresa de forma organizada e estruturada”, por Alexandre Araújo, do Canal do Serralheiro; “Desvendando os segredos do sistema de fachadas”, por Rivonio Cordeiro, da CSA Consultoria; “Como especificar vidros para esquadrias e fachadas”, por Fernando Westphal, da Abividro; “Será que sua esquadria funciona?”, por Henrique do Vale, da Supperiore Consultoria; “Janelas e portas acústicas: principais erros e melhores práticas”, por Edison Claro, da Atenua Som; e “Pensando como indústria de esquadrias”, por Fernando Rosa, da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal). 4ª EDIÇÃO - FÓRUM CONTRAMARCO SÃO PAULO Data: 27 de julho de 2024 Horário: evento das 10h às 19h, palestras das 14h às 18h Local: Grand Mercure Vila Olímpia   Endereço: R. Olimpíadas, 205 - Vila Olímpia, São Paulo - 04551-000 Mais informações e inscrições: www.forumcontramarco.com.br/f%C3%B3rums%C3%A3opaulo

  • REABILITAÇÃO DE FACHADAS: DEFININDO O TIPO DE INTERVENÇÃO

    * Por Felipe Lim a Engenheiro civil, professor e consultor em patologia das construções e fundador da Adpat Brasil As fachadas desempenham um papel crucial nas edificações, conferindo-lhes identidade, atuando como revestimento protetor contra intempéries e contribuindo para o conforto termoacústico do ambiente interno. Dada sua importância, a manutenção adequada é essencial para preservar a integridade estrutural da edificação e prolongar sua vida útil. Quando surgem problemas patológicos nas fachadas, é importante que se proceda com a reabilitação, a fim de não apenas restaurar sua estética e funcionalidade, mas também garantir a segurança e o bem-estar dos usuários. Uma inspeção técnica, realizada por um consultor especializado, é o primeiro passo para um processo de reabilitação eficaz. Essa avaliação visa identificar as causas dos problemas e determinar a melhor abordagem para o tratamento. A seleção da terapia adequada deve considerar não apenas a solução técnica para solução dos problemas, mas também o impacto estético, tecnológico e financeiro da intervenção. Essa decisão precisa ser guiada por uma análise detalhada das condições atuais da fachada, as causas das anomalias e as expectativas dos usuários. A Norma Técnica de Inspeção Predial ABNT NBR 16.747— Inspeção predial - Diretrizes, conceitos, terminologia e procedimento classifica as origens dos problemas patológicos em endógenas (originadas na fase de construção), exógenas (causadas por fatores externos) e funcionais (relacionadas ao envelhecimento natural e manutenção). Compreender a origem desses problemas é fundamental para definir responsabilidades e direcionar a escolha da intervenção mais apropriada. Além disso, é crucial considerar o perfil financeiro e seu potencial de investimento, além das necessidades dos usuários, buscando soluções que maximizem a durabilidade, valorização patrimonial e conforto sem comprometer a viabilidade financeira da obra. É importante salientar que, além dos aspectos técnicos, a reabilitação de fachadas envolve considerações sobre a logística e impacto no dia a dia dos usuários durante a obra, estética e identidade do edifício e potencial de valorização. A Norma ABNT NBR 5674 — Manutenção de edificações — Requisitos para o sistema de gestão de manutenção ressalta a importância da manutenção preventiva, estabelecendo diretrizes para o uso e operação das edificações. O desempenho ao longo do tempo, conforme ilustrado pela Norma de Desempenho ABNT NBR 15575 — Edificações Habitacionais — Desempenho, destaca que manutenções periódicas são essenciais para manter o desempenho adequado dos sistemas construtivos. O primeiro passo para uma reabilitação das fachadas é o processo de inspeção, conduzido por patologistas especializados, que possuem expertise específica nos diversos sistemas de fachada existentes. Essa equipe de profissionais examina tanto os revestimentos aderidos, como argamassas, cerâmicas, texturas, entre outros, quanto os não aderidos, incluindo esquadrias de alumínio e vidro, fachadas ventiladas e revestimentos pétreos, entre outras soluções. Este passo inicial é crucial para identificar precisamente as necessidades de cada tipo de fachada, garantindo que a reabilitação seja direcionada e eficaz. Diante da complexidade e da necessidade crescente de reabilitação de fachadas, surge a demanda por uma norma técnica específica que oriente as práticas de reabilitação. Tal normativa deveria cobrir aspectos como procedimentos padronizados, parâmetros de qualidade e desempenho, responsabilidades, controle tecnológico e diretrizes para contratação, visando assegurar a eficácia e a qualidade das intervenções nas fachadas das edificações. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

WhatsApp.svg.webp
bottom of page