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- GALVANIZAÇÃO A FRIO: PROTEÇÃO CONTRA CORROSÃO EM USINAS DE ENERGIA SOLAR
Em franca ascensão no Brasil, o setor de energia solar investe em soluções para proteger os equipamentos da corrosão e manter o desempenho. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, já são mais de 18 mil usinas solares instaladas no país, capazes de produzir uma potência de 10,3 gigawatts/ano. Nesse amplo cenário de fazendas de energia solar instaladas a céu aberto, o uso da tecnologia de galvanização a frio vem se destacando como uma alternativa eficaz, prática e segura para a manutenção dos equipamentos, seja ela de forma corretiva ou preventiva. “A galvanização de metais é a melhor solução para proteger as estruturas de ferro e aço das usinas fotovoltaicas da corrosão, porque se funde ao metal e não deixa espaço para a ferrugem se estabelecer”, explica o químico Marcos Pacheco, da fabricante de especialidades químicas Quimatic. “Outros métodos anticorrosivos como, por exemplo, a pintura comum ou o uso de zarcão, não garantem o mesmo grau de proteção, pois se houver ruptura ou desgaste na camada aplicada, a ferrugem pode se alastrar até mesmo sob esse filme protetor por todo o metal, o que não acontece no caso da galvanização.” Geralmente, os equipamentos e estruturas de metal utilizados pelas usinas de energia solar já saem de fábrica com a aplicação de galvanização a quente - quando as peças são mergulhadas em tanques com zinco fundido a uma temperatura por volta de 450 ºC. Com as intempéries e as manutenções realizadas pelas usinas nos equipamentos - que podem envolver cortes e soldas para a instalação de componentes, por exemplo - essa camada protetora costuma ser afetada, abrindo passagem para a corrosão. Além disso, nas grandes usinas as estruturas são fixadas diretamente no solo, ficando sujeitas à umidade e ação de poeiras e detritos que aceleram o processo corrosivo. A galvanização a frio é ideal tanto para reparos quanto para a aplicação em peças novas inteiras, oferece alto grau de proteção (equivalente ao da galvanização a fogo), não requer mão de obra especializada e tem a grande vantagem de poder ser facilmente aplicada in loco com pincel ou pistola de pintura - ou seja, não gera gastos com locomoção ou desmontagem das estruturas. Ao aplicar uma camada de zinco sobre os metais, as soluções não apenas formam uma barreira física que impede o contato direto do metal com elementos corrosivos, como umidade e oxigênio, mas também promovem proteção catódica, com o zinco atuando como camada de sacrifício para corroer-se antes do metal base. Esta estratégia garante uma proteção duradoura e efetiva, preservando a integridade do metal mesmo em caso de danos à camada de zinco, através da contínua proteção catódica, que cria uma rede eletrônica na superfície, dificultando a oxidação. Fonte: Quimatic
- GERAÇÃO PRÓPRIA DE ENERGIA SOLAR NO NORDESTE ULTRAPASSA 5,1 GIGAWATTS E MAIS DE R$ 25,8 BILHÕES EM INVESTIMENTOS ACUMULADOS
Mapeamento da plataforma Meu Financiamento Solar mostra que a região possui cerca de 487 mil sistemas instalados em telhados e pequenos terrenos Os estados do Nordeste avançam de forma expressiva na geração própria de energia solar. Segundo mapeamento do Meu Financiamento Solar, maior plataforma de aquisição de créditos de energia solar do país, a região acaba de ultrapassar a marca de 5,1 gigawatts de potência instalada nos telhados, fachadas e pequenos terrenos. Segundo o estudo, feito com base nos balanços oficiais da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), os investimentos acumulados desde 2012 na área somam mais de R$25,8 bilhões na região. Com o avanço do uso da energia solar em residências, empresas e propriedades rurais, o setor já gerou mais de 155 mil empregos diretos e indiretos em todos os estados nordestinos. Atualmente, são mais de 487 mil sistemas fotovoltaicos instalados em telhados, fachadas e pequenos terrenos na região. O crescimento e o futuro da energia solar no Nordeste e no país serão debatidos durante a Intersolar Summit Nordeste, que acontece entre os dias 10 e 11 de abril, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza (CE). O Meu Financiamento Solar estará presente na feira e apresentará as soluções financeiras para apoiar o desenvolvimento de novos projetos fotovoltaicos na região e no país, incluindo produtos para aquisição combinada de painéis solares com carregadores de veículos elétricos, entre outros. Segundo Carolina Reis, diretora do Meu Financiamento Solar, a proposta da empresa é facilitar e ampliar o acesso à tecnologia solar e aos carregadores de veículos elétricos a todos os consumidores, com um serviço 100% digital e sem burocracia. “O desenvolvimento de soluções é o pilar principal do DNA da empresa, que tem como foco se adaptar às tendências do mercado, a fim de facilitar o acesso à energia solar no país”, comenta Carolina. RANKING: GERAÇÃO PRÓPRIA DE ENERGIA SOLAR NO NORDESTE SERVIÇO: Meu Financiamento Solar na Intersolar Summit Nordeste Datas: 10 e 11 de abril Horário: das 11h às 19h Local: Centro de Eventos do Ceará – Av. Washington Soares, 999 - Edson Queiroz, Fortaleza (CE) Fonte: Meu Financiamento Solar/Totum Comunicação
- CONHEÇA A DAY BRASIL, DISTRIBUIDORA DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Com fundação em 1967, a Day Brasil é uma empresa brasileira de distribuição com presença nacional, forte atuação nos mercados de indústria, arquitetura, construção civil e comunicação visual. “Contando com equipes especializadas, possuímos uma atuação ágil, abrangente e eficaz em cada um dos milhares de itens comercializados, estando preparados para atender aos diversos segmentos dos mercados em que estamos inseridos”, afirma Brunno Alves, gerente de marketing. No mercado de arquitetura e construção civil, já comercializam mais de 10 milhões de m² do ACM Tecbond, selantes de silicone Dowsil e policarbonatos (Alveolar, Compacto e Telhas), chapas de fabricação própria e Sabic - Lexan, sendo distribuidores exclusivos no país. Em comunicação visual, oferecem o vinil Tecgraph, o acrílico cast certificado pelo Instituto Latino-Americano do Acrílico (ILAC) e tem como parceiros, Canvas Paris e Epson. “A responsabilidade e compromisso nos negócios são fatores chave para a Day Brasil, e permeia todas as atividades administrativas, sociais e financeiras. Desde a nossa fundação, mantemos o foco em inovação e excelência aplicados aos produtos e serviços, com o olhar atento e otimista para aprimorar processos, encontrar melhores soluções e contribuir para a eficiência de nossos clientes. Por isso, a confiança conquistada junto a eles, aos fornecedores e parceiros sempre será essencial para nossa sempre, em sua relevância e diferenciação”, finaliza o gerente. Para mais informações, acesse: www.daybrasil.com.br Fonte: Day Brasil
- ABRAINC CELEBRA AVANÇOS DAS MULHERES NA CONSTRUÇÃO CIVIL EM ENCERRAMENTO DA CAMPANHA "MULHERES À OBRA"
Entidade destaca participação e conquistas femininas no setor em terceira edição da iniciativa Em comemoração ao mês das mulheres, a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) encerra a terceira edição da campanha "Mulheres à Obra". Lançada em 2022 com o objetivo de promover a inclusão e destacar o papel das mulheres na construção civil, a campanha tem sido um catalisador para dar visibilidade às mulheres e seu impacto nas mais diversas áreas da indústria da construção. Em sua terceira edição, a iniciativa visa fortalecer a representatividade feminina, reconhecer suas conquistas e celebrar seu contínuo crescimento dentro do setor. Dados recentes mostram um aumento significativo na presença feminina na construção civil. Segundo o último Painel da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), de 2021, desde 2006 houve um crescimento de 132% no número de mulheres com carteira assinada atuantes no setor. Além disso, os dados do Caged de 2023 revelam que a participação feminina no segmento tem aumentado, com 14,4% das 158.948 vagas criadas no ano passado sendo ocupadas por mulheres, em comparação com 12,2% em 2022. Neste mês, a Abrainc realizou entrevistas com importantes líderes femininas do setor, incluindo Laura Henriques, diretora jurídica da Direcional Engenharia (MG); Aline Stefanon, presidente da Morar Construtora (ES); Ana Claudia Iapichini, gerente geral de Incorporação da Casa Viva (São Paulo - SP); Teresa Cristina, diretora de projetos da Habiarte (Ribeirão Preto - SP); Welma Pereira, CFO da Construtora Planeta (Sorocaba - SP); Renée Silveira, diretora de Incorporação da Plano&Plano (São Paulo - SP); e Patricia Valadares, diretora sênior de Desenvolvimento da GTIS Partners. Para Luiz França, presidente da Abrainc, “a ação faz parte de um compromisso do setor em amplificar as vozes das mulheres, proporcionando plataformas para que compartilhem suas experiências, ideias e visões para um futuro mais inclusivo e diversificado.” As entrevistas estão disponíveis no site da Abrainc . Fonte: Abrainc/Loures Consultoria
- LANÇAMENTOS PARA PROJETOS DE ALTO PADRÃO E CASA CONECTADA DA ASSA ABLOY
Com foco em inovação aliada ao design, o Grupo Assa Abloy, fabricante de soluções de segurança e controle de acesso, apresenta novidades das marcas La Fonte, Yale e Papaiz. Os principais lançamentos serão: LA FONTE Explorando o minimalismo brasileiro, a La Fonte, com mais de 100 anos de experiência, apresenta uma nova coleção de puxadores, maçanetas, mola embutida e dobradiças de alto padrão. Com foco em qualidade e design atemporal, os lançamentos destacam-se pela diversidade de acabamentos e pela possibilidade de personalização, permitindo que cada cliente crie composições únicas para seus projetos. Dentro da linha de puxadores, a coleção Texture agrega opções diversas para a personalização, desde formatos e tamanhos até uma paleta diversificada de cores e acabamentos. Já a nova linha de maçanetas, denominada Domus, transcende as fronteiras da mera funcionalidade e aposta na arte para evidenciar o afeto e o acolhimento, de acordo com a marca.A dobradiça invisível 590 permite a instalação de portas sem que a dobradiça seja visível quando a porta está fechada, resultando em um acabamento mais limpo. A La Fonte ainda apresenta a mola hidráulica 5234 embutida, um mecanismo que controla o movimento, proporcionando fechamento suave e controlado. Instalada dentro da estrutura da porta, a solução oferece funcionalidade sem comprometer a estética externa. YALE A marca apresenta a Fechadura Digital Reflecta, combinando estilo e tecnologia com um acabamento espelhado. Com capacidade para até 30 senhas e alarmes de segurança integrados, oferece sofisticação e praticidade para diferentes estilos de arquitetura. A Yale lança uma nova linha de fechaduras de alta segurança no evento incluindo os modelos Gemini Vínteo com vídeo porteiro, Gemini Mési e Solis. Com abertura por biometria, cartão, senha e Yale Connect, essas fechaduras garantem acesso seguro e flexível. Além disso, a construção robusta e resistência a intempéries as tornam ideais para ambientes externos, enquanto sua compatibilidade com portas de 35 a 120mm de espessura as tornam versáteis para uma variedade de aplicações. Estas fechaduras são a escolha definitiva para quem busca tranquilidade e proteção nas residências ou estabelecimentos comerciais. Gemini Vínteo, Mési e Solis. Reprodução: Assa Abloy PAPAIZ ASSA ABLOY Com 71 anos de tradição e inovação, a Papaiz apresenta sua linha Digital, incluindo a Fechadura Eletrônica de Sobrepor SL125B, resistente à intempérie e indicada para regiões litorâneas. O modelo permite acesso por senha ou biometria, podendo cadastrar até 31 usuários com senha e possui tela anti-impressão. A marca também apresenta as fechaduras eletrônicas para móveis. A Fechadura Eletrônica Biométrica com Puxador para móveis de madeira, oferece acesso por impressão digital para móveis de 14mm a 21mm de espessura. Com capacidade de cadastrar até 20 digitais, proporciona segurança e conveniência para ambientes residenciais e comerciais. Já a Fechadura Eletrônica Invisível para Móveis de Madeira é uma solução discreta e eficaz. Com suporte para cartão/tag, permite o cadastro de até 14 cartões, incluindo um administrador. CFM Biométrico e CFM Invísivel. Reprodução: Assa Abloy Para mais informações, acesse: www.assaabloy.com.br Fonte: Assa Abloy
- CAPACITAÇÃO PARA A INDÚSTRIA DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO: CONHEÇA A LR REPRESENTAÇÕES
Com treinamentos para diversas linhas e sistemas na região Centro-Oeste, a empresa também recebe alunos de outros estados Os treinamentos também abordam temas como: tecnologia, softwares, precificação, produtos utilizados na fabricação, normas , entre outros/Divulgação: LR Representações Neste mês de março, 72 pessoas e empresas, de sete estados diferentes, passaram pelos treinamentos da linha Suprema e pele de vidro (fachada Atlanta), oferecidos pela LR Representações. “Estamos cada vez mais empenhados em capacitar o mercado de esquadrias de alumínio, seja para quem está começando no segmento ou para os que já atuam”, conta Leandro da Silva Rosa, diretor da empresa que leva seu nome. A iniciativa surgiu há dois anos somente com o curso da linha Suprema. Atualmente, oferece treinamentos de diversas linhas e sistemas, de acordo com a demanda do mercado na região Centro-Oeste, segundo o diretor. Com duração média de três dias, os cursos têm valores em torno de mil reais por aluno e os treinamentos são presenciais com aulas práticas e teóricas, ministradas pelo professor Celso Freitas. “Nosso conteúdo teórico se inicia do básico da fabricação de esquadrias, como apresentação dos perfis, tipologias, contramarco e normas. Já na parte prática, todas as tipologias explicadas são fabricadas com equipamentos de alta tecnologia, para que o aluno tenha a experiência de poder fabricar um produto de alto padrão com qualidade”, explica Rosa. Além dos conteúdos para a fabricação de esquadrias, os treinamentos também abordam temas como tecnologia, softwares , precificação, produtos utilizados na fabricação, normas e a importância de sempre estar trazendo inovações para a empresa. O retorno dos alunos tem sido positivo e muitos voltam para outras turmas, conforme o diretor. “No início, fazíamos sempre uma turma de 20 alunos, neste mês, tínhamos programado 2 turmas de 20 alunos e tivemos que abrir uma extra, devido à alta demanda. Tivemos 3 turmas com 24 alunos em cada”, lembra. “No término das aulas, montamos um grupo no WhatsApp para as possíveis dúvidas que surgirem pós-treinamento. Nossa próxima turma será no mês de junho. As inscrições poderão ser efetuadas através do WhatsApp: (62) 3609-2025”, convida. Rosa também cita a importância dos patrocinadores e apoiadores nos treinamentos, são eles: Poliformas, Cortesa Máquinas, Matrizes Cardeal, Expalum, Esquadgroup, Dicristal, WPG e DXMAX. SOBRE A EMPRESA Com início das atividades em 2015, o foco da empresa é trazer tecnologia para o segmento de esquadrias de alumínio e PVC, sendo representante das marcas Cortesa Máquinas, Matrizes Cardeal, Expalum e DXMAX. “Com o nosso trabalho direto com empresários do segmento, percebemos a deficiência de mão de obra e também várias empresas tentando iniciar na área, porém sem conhecimento técnico. Surgiu então a ideia de capacitar o mercado e, ao mesmo tempo, mostrar onde a tecnologia pode ser aplicada para reduzir a mão de obra e aumentar a produtividade das empresas”, relata o diretor. A LR Representações atende toda a região Centro-Oeste e hoje recebe empresas e pessoas de outros estados. “Nossa intenção é sempre estar ampliando a estrutura de treinamentos em nossa sede, em Goiânia (GO), porém não temos planos de ampliação para outras regiões no momento”, afirma.
- TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER ANTES DE INSTALAR ENERGIA SOLAR EM CASA
Descubra todos os detalhes para tomar decisões inteligentes e aproveitar ao máximo os benefícios da energia solar residencial A energia solar residencial tem se destacado como uma excelente opção para aqueles que desejam reduzir suas contas de luz, alcançar maior autonomia energética e, ao mesmo tempo, contribuir para a preservação do meio ambiente. No entanto, antes de investir em um sistema fotovoltaico, é crucial considerar uma série de pontos essenciais para garantir a eficiência e segurança do projeto, sendo de extrema importância selecionar uma empresa com um histórico sólido de experiência e qualificação na área de sistemas fotovoltaicos. Certifique-se de que a empresa oferece garantias abrangentes para os componentes do sistema e busque referências de clientes anteriores para assegurar a qualidade do serviço prestado. Optar por uma empresa confiável e bem estabelecida não apenas garante a eficiência da instalação, mas também promove a durabilidade e o desempenho ideal do sistema de energia solar a longo prazo. Além disso, é fundamental considerar os aspectos legais, como as normas estabelecidas pela ABNT e as permissões necessárias junto à sua companhia de energia local, para garantir a conformidade regulatória e a tranquilidade durante todo o processo. Abaixo, algumas dicas separadas pelo especialista Luciana Rodrigues Santos, engenheira eletricista da Energy+: VIABILIDADE TÉCNICA Incidência solar: Antes de tudo, é importante verificar se a residência recebe luz solar suficiente para tornar a instalação viável. Sendo necessário avaliar a orientação do telhado e a presença de possíveis sombras que possam afetar o desempenho dos painéis solares. Espaço disponível: É preciso entender se há área suficiente no telhado para acomodar os painéis solares necessários para atender ao consumo energético da residência. Condições do telhado: A equipe técnica se certificará de que o telhado esteja em boas condições estruturais para suportar o peso dos painéis solares ao longo do tempo. DIMENSIONAMENTO DO SISTEMA Consumo de energia: O engenheiro eletricista irá calcular o consumo médio de energia do imóvel para determinar o tamanho ideal do sistema fotovoltaico a ser instalado. Potência dos painéis e inversor solar: Após as avaliações o engenheiro projetista, fará a escolha dos painéis solares com potência adequada para suprir as necessidades energéticas e certificar-se de contar com um inversor de qualidade para converter a energia solar em eletricidade utilizável na residência. MANUTENÇÃO DO SISTEMA A manutenção adequada do sistema de energia solar é essencial para garantir seu funcionamento eficiente e durabilidade. Certifique-se de realizar a limpeza periódica dos painéis solares, pois isso ajuda a remover sujeiras e resíduos que podem reduzir a eficiência da geração de energia. Além disso, é importante monitorar regularmente o desempenho do sistema para identificar e solucionar eventuais problemas, garantindo assim um funcionamento contínuo e eficaz do seu sistema fotovoltaico. CUSTOS E BENEFÍCIOS Ao considerar os custos e benefícios da instalação de energia solar, é importante ponderar sobre o investimento inicial e os retornos a longo prazo. Embora o custo inicial possa ser significativo, os benefícios futuros são notáveis. Calcule o tempo estimado de retorno do investimento, variando geralmente de 3 a 5 anos, levando em consideração a economia na conta de luz proporcionada pelo sistema. Além disso, a energia solar oferece não apenas uma redução significativa na conta de luz, mas também contribui para a preservação do meio ambiente, utilizando uma fonte de energia renovável e limpa. Adicionalmente, ao optar por um sistema fotovoltaico, você ganha maior autonomia energética e ainda pode valorizar seu imóvel no mercado imobiliário. Existem diversas opções de financiamento disponíveis, como linhas de crédito específicas para energia solar, consórcios e leasing, que facilitam o acesso a essa tecnologia sustentável. De acordo com Rodrigo Bourscheidt, CEO da Energy+, rede de tecnologia em energias renováveis, “está havendo uma expansão da acessibilidade a este tipo de tecnologia, especialmente com as melhorias nas liberações bancárias e redução nos custos dos produtos”. A marca, inclusive, possui uma parceria com gestão de créditos para implantação de energia solar para facilitar o financiamento do projeto para seus clientes. Fonte: Energy+/Markable Comunicação
- VENDO ATRAVÉS DAS CAMADAS: MATERIAIS TRANSLÚCIDOS NA ARQUITETURA
A translucidez, em sua essência, é uma propriedade óptica que permite a passagem total ou parcial da luz através de materiais, sem proporcionar uma visão clara dos objetos por trás deles. Apesar de sua aparente simplicidade, essa propriedade tem aplicações fascinantes no campo arquitetônico, gerando propostas atraentes e poderosas que brincam com a luz sem obstruir as vistas. Tradicionalmente, as chapas de vidro têm sido o material simbólico associado à transparência, comumente usado na fabricação de portas e janelas. No entanto, avanços tecnológicos na produção e a exploração de materiais inovadores têm ampliado significativamente as oportunidades de aproveitar essa propriedade em aplicações tanto interiores quanto exteriores. Esses avanços desafiam limitações preconcebidas e incentivam a criatividade no desenvolvimento de propostas arquitetônicas inovadoras. Sejam compostos por tecidos, plásticos ou outros materiais, essa diversidade manifesta características específicas que os distinguem, contribuindo para uma estética distinta. Além disso, em certos casos, oferecem vantagens para iluminação e controle de temperatura interior. Por esses motivos, compilamos uma série de materiais translúcidos que se destacam no contexto da arquitetura contemporânea. BLOCOS DE VIDRO Desde sua introdução no início do século XX, blocos de vidro passaram por altos e baixos em seu uso ao longo do tempo. A fabricação dessas divisórias envolve a fusão de duas seções de vidro, criando um espaço oco no centro que proporciona ao material propriedades isolantes térmicas e acústicas. Uma das vantagens desse material é que, quando usado em formato de divisória, possibilita a criação de superfícies translúcidas com maior espessura em comparação com uma chapa de vidro. Além de suas dimensões variadas e características modulares, esse material é versátil em aplicações exteriores, servindo como elementos que podem compor toda a face de uma fachada, particularmente em projetos residenciais. Além disso, não requer um tratamento especial ou acabamento final, simplificando seu uso e manutenção. Reprodução: Arch Daily MALHAS METÁLICAS As malhas metálicas oferecem uma alternativa respirável aos derivados de vidro. Sua notável vantagem está em sua maleabilidade, permitindo que se adaptem perfeitamente a formas complexas. A clareza desse material é alcançada à medida que as telas permitem que a luz passe pelos espaços gerados entre os elos, criando um efeito de véu. Em aplicações exteriores, essas telas podem ser combinadas com outros sistemas de construção para formar fachadas ventiladas, enquanto em interiores podem ser usadas como divisórias e elementos decorativos suspensos. Em ambos os contextos, o caráter metálico desse material se destaca, gerando efeitos visuais marcantes dependendo da incidência de luz e das combinações de tons dos elos utilizados. Reprodução: Arch Daily TECIDOS E FIBRAS Os tecidos são renomados por sua aparência delicada. Embora, por si só, não sirvam como elementos de carga, sua versatilidade é aumentada por meio de tensionamento. Combiná-los com um sistema de postes ou cabos que desempenhem essa função estrutural aproveita sua flexibilidade, permitindo a criação de formas curvas ou planas em grande formato. Essa abordagem é particularmente eficaz em comparação com sistemas de construção rígidos, abrindo possibilidades estéticas e funcionais. No ambiente externo, os tecidos se destacam em fachadas e telhados, graças à facilidade de transporte e leveza, aliadas à sua função adicional como efetiva proteção solar. Simultaneamente, em ambientes internos, os tecidos podem encontrar aplicações em divisórias, fornecendo privacidade por meio de divisões que obstruem parcialmente a vista. Nesse sentido, a combinação de tecidos e iluminação interior cria efeitos visuais marcantes, reminiscentes de um lanternim. Reprodução: Arch Daily PLÁSTICO De maneira geral, os plásticos são conhecidos por sua transparência e resistência. Dentro dessa categoria, termoplásticos, como o policarbonato, se destacam por serem leves e fáceis de termoformar, além de sua alta resistência em comparação com sistemas de vidro. Eles encontram diversas aplicações em fachadas, telhados e divisórias, destacando-se por suas qualidades isolantes devido à composição de câmaras de ar que reduzem a transmissão de calor. Além disso, se o descarte de policarbonato como resíduo for gerenciado adequadamente, ele pode ser reciclado para criar novos materiais. Outros exemplos incluem a reutilização de objetos cotidianos feitos de plástico, apresentando-se não apenas como uma forma de reduzir nossa pegada ecológica, mas também de aproveitar a expressividade desse material e suas qualidades ao interagir com a luz. Essa abordagem destaca a versatilidade e o potencial sustentável de polímeros em diversos contextos. Reprodução: Arch Daily MÁRMORE Embora possa parecer contraditório devido à solidez que a pedra natural representa, algumas variedades de mármore possuem qualidades translúcidas ao interagir com a luz. Isso implica que, dependendo de sua aplicação e da fonte de luz, esse material pode permitir que a luz irradie durante o dia em uma fachada e brilhe de dentro para fora à noite, por exemplo. Além disso, sua natureza pétrea se traduz em benefícios consideráveis em termos de resistência do material e baixa manutenção. Esteticamente, seus veios se tornam elementos poderosos, criando padrões que adicionam textura à arquitetura. Isso torna o mármore uma opção atraente, onde sua translucidez e resistência se combinam para fornecer soluções funcionais e visuais. Reprodução: Arch Daily Comparado a materiais sólidos e opacos como concreto ou madeira, a arquitetura translúcida cria atmosferas distintas, convidando à exploração de diversas estéticas e configurações funcionais inovadoras. Ao facilitar a incidência de luz e vistas, esses elementos trazem uma nova dimensão não apenas em termos de privacidade, mas também para entender a interação entre espaços separados por eles, seja de dentro para fora ou como divisórias internas. Fonte: Arch Daily
- RESULTADO DE MARÇO MOSTRA OTIMISMO CAUTELOSO NA INDÚSTRIA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) divulga, nesta quinta-feira, 28, a nova edição do Termômetro da Indústria de Materiais de Construção, pesquisa de opinião realizada com as lideranças das empresas associadas. O estudo aponta projeções positivas, a partir da análise das vendas em março. A publicação também destaca crescimento nas pretensões de investimento nos próximos 12 meses, estabilidade da capacidade instalada e perspectiva positiva para o mercado de trabalho na indústria no primeiro trimestre. O termômetro da Abramat aponta que para 46% das empresas associadas o faturamento no mês de março foi considerado “bom”. Para 42% o período foi “regular”, enquanto 8% consideraram o segundo mês do ano “ruim” e apenas 4% “muito ruim”. As projeções para o mês de abril indicam desempenho favorável: 54% esperam um mês “muito bom” e “bom”, enquanto 42% projetam um mês “regular” e apenas 4% consideram “muito ruim”. Sobre as pretensões de investimento no médio prazo (próximos 12 meses), a pesquisa de março apontou que 75% das indústrias associadas pretendem investir no período. O número é 10 pontos percentuais maior do que apontado no mês anterior (fevereiro 2024). O nível de utilização da capacidade instalada está em 74% na média das empresas, o que mostra aumento de acordo com o mesmo período do ano passado, quando atingiu 70%. Geração de emprego – O Termômetro traz a expectativa do setor em relação ao número de empregados no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano anterior. A sondagem entre as indústrias de materiais de construção indica que para 79% das empresas haverá estabilidade no número de empregados, enquanto 13% das empresas consideram que haverá aumento no número de empregados nas empresas no atual trimestre. “O primeiro trimestre do ano mostra que o setor está otimista, mas também cauteloso. Sem dúvida, os avanços na Reforma Tributária são importantes, mas é preciso estar atento aos projetos de lei complementares que estarão em debate a partir de abril. Outros pontos que contribuem para essa expectativa em geral positiva são a continuidade na queda da taxa básica de juros, que favorece o mercado imobiliário, e as expectativas com aumento das obras contratadas e respectiva demanda por materiais no Minha Casa, Minha Vida, PAC e Nova Indústria Brasil. Trilhando esse caminho, poderemos ter o crescimento de 2% para o setor em 2024 projetado pela FGV”, revela Rodrigo Navarro, presidente da Abramat. Fonte: Abramat
- COMPRAR NA PLANTA OU REFORMAR UM IMÓVEL ANTIGO?
Arquiteta avalia as opções sob o ponto de vista das estratégias arquitetônicas É hora de adquirir um imóvel. Ao verificar os anúncios de venda pela internet, muitos se deparam com a dúvida sobre a aquisição de um imóvel novo, entregue pela construtora, ou um antigo. Quais critérios julgar para essa decisão? Experiente nestas questões, a arquiteta Mari Milani sabe que existe uma grande dificuldade para a análise dessas diferenças e, por isso, é acionada por clientes que precisam desse suporte antes de entregar a ela o projeto de reforma. Com base em projetos que realizou, ela compartilha suas principais observações: PERSONALIZAÇÃO DA PLANTA ANTES DA ENTREGA DAS CHAVES Atualmente, um benefício que as construtoras têm oferecido é a chance de personalizar a planta baixa conforme as preferências do futuro morador. Seguindo os critérios de cada empreendimento, é possível optar, com antecedência, pela modificação no layout ou escolher as possibilidades de revestimentos para pisos e paredes. “Considero uma oportunidade muito bacana por vários motivos. Primeiro dar voz ao cliente e entregar aquilo que, de fato, ele deseja. Esse diferencial é muito interessante, pois no projeto de interiores realizamos aquilo que complementará a base que recebemos”, explica Mari Milani. Ela ainda relata que essa customização também diminui o desembolso financeiro e reduz a geração de resíduos decorrentes do quebra-quebra que acontece quando o imóvel não está de acordo com as necessidades ou os anseios. “Essa consciência sustentável é uma contribuição muito valiosa que entregamos”, acrescenta a arquiteta. É importante ressaltar que cada construtora possui o seu prazo específico e que segue seu próprio cronograma de obras. Entretanto, a arquiteta estima que o auxílio do profissional da área já nessa etapa de construção deve preceder cerca de um ano e meio antes da entrega das chaves. Na reforma de um imóvel novo, a arquiteta trouxe muitos recursos arquitetônicos, como a porta mimetizada. A solução foi planejada para separar a área social dos setores privativos, como dormitórios, cozinha e banheiros. DETALHES DA PERSONALIZAÇÃO DO IMÓVEL PELA CONSTRUTORA A profissional explica que o estudo da planta baixa é sempre o começo, seguido pela análise dos materiais indicados no memorial descritivo. Com base nesse documento, é possível avaliar quais revestimentos serão substituídos por meio das alternativas concedidas pela construtora. Quando a ideia é trabalhar com a integração total da área social, há também viabilidade de requerer que determinada parede não seja erguida. Trabalhando com o protagonismo da luz natural, as esquadrias presentes na planta original foram eliminadas no projeto idealizado por Milani, atendendo assim o pedido dos moradores de ter uma varanda gourmet ampla e completa. Além de poderem apreciar a vista panorâmica do bairro, a luz diurna banha todos os detalhes do espaço, que conta com churrasqueira, frigobar, adega e mesa de jantar, potencializando o momento das refeições e confraternizações. VALOR IMATERIAL E SOLUÇÕES CRIATIVAS É inegável o valor imaterial dos imóveis, ainda mais quando se trata de casas que passam de geração para geração, apartamentos em edifícios com arquitetura clássica ou em áreas nobres das cidades – sem contar que refletem um modo de vida e uma leitura diferente da arquitetura de interiores contemporânea. Desse modo, o cliente deve considerar que nem sempre é possível promover uma transformação radical e compreender que o belo também está em viver o tempo atual com inspirações pautadas no passado. EQUILIBRANDO AS ALTERNATIVAS DE REFORMA Uma vantagem dos empreendimentos entregues pela construtora é exatamente a infraestrutura que, por serem mais novos, não pedem por muitos investimentos em manutenção. "Um apartamento recém-construído reflete o atual estilo do morar e conta também com áreas de uso comum como piscina, academia, playground para as crianças e espaço pet" . No contexto mercadológico, o valor dos imóveis também reflete variações. É comum, por exemplo, que ocorra a valorização do imóvel novo nos primeiros anos, assim como as edificações antigas podem ter o preço superestimado pela localização. Para escolher a melhor opção, a arquiteta é enfática: o futuro proprietário precisa levar em conta seus próprios ensejos e contar com suporte profissional para entender qual o melhor caminho. Fonte: Dc33 Comunicação
- CASA PAULISTA É REFERÊNCIA NACIONAL EM POLÍTICAS HABITACIONAIS
Em seminário promovido pelo SindusCon, representantes da indústria da construção civil e do Governo Federal destacam a influência do Governo de SP na expansão de programas de apoio ao crédito imobiliário no país Na manhã da última sexta-feira (22), o Sindicato da Indústria de Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) promoveu o seminário híbrido “Minha Casa Minha Vida Cidades e Casa Paulista – Ribeirão Preto” para tratar da modalidade Carta de Crédito Imobiliário (CCI) com representantes regionais. Tanto representantes do mercado de construção quanto do poder público exaltaram o pioneirismo da política paulista, explicando como o Programa Casa Paulista inspirou a criação, por outros entes federativos, de programas de subsídio imobiliário à população que não tinha acesso ao mercado de crédito imobiliário. Representando a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH), Annamaria Braia, secretária executiva de Habitação Social da pasta, detalhou o funcionamento do programa Casa Paulista, que concede subsídios às famílias com renda de até três salários mínimos e permite a aquisição de unidades habitacionais nos empreendimentos autorizados pela SDUH, no âmbito de financiamentos CAIXA-FGTS. Annamaria ressaltou que o Casa Paulista – Carta de Crédito Imobiliário tem ganhado destaque na política habitacional do Estado, já que em apenas um ano, foi aportado 93% do total de subsídios realizados em toda a história do programa, criado em 2012. “Nós já viabilizamos 47 mil unidades, só em 2023, com subsídio que varia entre R$10 mil e R$16 mil, de acordo com a localização do imóvel”, salientou. A secretária executiva ainda informou que, nesta quinta-feira (22), uma resolução foi publicada com a atualização das regras do CCI. Entre as principais mudanças, citou a criação de um prazo para a destinação dos subsídios concedidos para cada empreendimento. “O prazo de utilização pela empresa do aporte concedido pelo Estado está limitado a nove meses. O prazo poderá ser prorrogado, por igual período, mediante deliberação da SDUH e desde que ao menos 30% das unidades viabilizadas tenham sido contratadas com o agente financeiro no período de vigência inicial”, instruiu. Outra atualização foi quanto aos recortes territoriais, que incluíram as regiões metropolitanas de Jundiaí, Piracicaba e São José do Rio Preto na faixa de subsídio de R$13 mil. No mais, as regras permanecem as mesmas: as construtoras/incorporadoras que desejam participar do Programa Casa Paulista devem ter seus empreendimentos contratados junto à Caixa Econômica Federal. O mínimo de estoque para a participação das empresas no Programa Casa Paulista - CCI é de 16 Unidades Habitacionais. Annamaria Braia também explicou que foram estabelecidos critérios técnicos e objetivos para a destinação dos subsídios. “A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação considera as demandas municipais de maior vulnerabilidade social e critérios de eficiência e economicidade para a seleção dos empreendimentos”, continuou, ao esclarecer, também, que os empreendimentos não contemplados podem ser novamente incluídos no próximo período de abertura de cadastro. O crédito pode ser somado a subsídios federais e à utilização do FGTS no financiamento habitacional, quando disponível. Desta forma, o valor das prestações fica compatível com a capacidade de pagamento das famílias. O objetivo da gestão estadual, com essa modalidade, é auxiliar no suprimento das necessidades habitacionais dos municípios do Estado. Os recursos são provenientes do orçamento da SDUH. Os munícipes que desejam saber o valor disponível para os imóveis em que têm interesse, além da lista de empreendimentos em cada cidade, devem consultar o site da secretaria: www.habitacao.sp.gov.br Em 2023, a média de renda familiar da população que utilizou as cartas de crédito do Casa Paulista para realizar o sonho da casa própria foi de dois salários mínimos. Em todas as faixas de aporte, houve financiamentos aprovados para famílias com um salário mínimo de renda. REPERCUSSÃO SOBRE O CASA PAULISTA Durante o encontro, Daniela Ferrari, vice-presidente de Habitação Econômica do SindusCon, fez uma apresentação, traçando uma linha de evolução da política habitacional, desde o lançamento do Casa Paulista. Ela destacou o pioneirismo de São Paulo na política de apoio ao crédito imobiliário para famílias com renda de até três salários mínimos, elencando estados e municípios que se inspiraram no Casa Paulista para criar políticas de subsídios: Pernambuco (Morar Bem), Mato Grosso (SER) e Paraná (Casa Fácil), além do município de Porto Alegre (Compra Compartilhada), com programas já em andamento. Em fase de implantação, destacou os estados do Rio de Janeiro (Habita+ RJ), Goiás (Crédito Parceria) e Rio Grande do Sul (De Portas Abertas). Daniela Ferrari também orientou os representantes de Prefeituras quanto às regras dos programas e minutas de lei e decretos que podem ser elaborados para a criação de projetos no âmbito municipal. Ela orientou que, além de criar programas próprios, os municípios podem firmar parceria com o Governo de São Paulo. “É possível que o município participe do Casa Paulista, complementando com subsídio do governo estadual. O benefício possibilita que famílias que já tentaram e não conseguiram, agora tenham acesso à habitação”, pontuou. Ao sugerir a criação de programas municipais como complemento ao subsídio para a população, Ferrari destaca o Casa Paulista como uma experiência a ser levada em conta. “A gente sugere, para não reinventar a roda, adotar o modelo do Casa Paulista, que na nossa opinião é um dos menos burocráticos, tem funcionado super bem. É um programa que tem se provado muito assertivo”. Ana Paula Maciel, diretora do Ministério das Cidades, representou a Secretaria Nacional de Habitação e expôs pontos importantes do MCMV Cidades, incluindo emendas e exemplos de sucesso, que também buscaram inspiração na experiência paulista. "Valorizamos as parcerias no combate ao significativo déficit habitacional do Brasil. O programa Casa Paulista, e todo o progresso alcançado no Estado de São Paulo, serviu de inspiração para nós. Desenvolvemos um modelo padronizado, baseado em iniciativas exitosas, para escalonar e trazer para todo o país. É uma referência que pudemos extrair de experiências anteriores", ressaltou. Fernando Junqueira, vice-presidente do Interior do SindusCon-SP, reforçou que o subsídio é uma ferramenta para enfrentar o déficit habitacional. “Com isso também conseguimos estimular a construção civil, geramos empregos, renda, inclusão e movimentamos uma grande cadeia produtiva, criando um círculo virtuoso que impacta positivamente no desenvolvimento dos negócios, no enfrentamento de questões sociais e na economia como um todo”, afirmou. Também participaram do evento Daniel Marques Gobbi, vice-prefeito de Ribeirão Preto; Nielder Tarsus, superintendente da Caixa Econômica Federal em Ribeirão Preto; e Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos do Instituto Brasileiro de Economia da FGV. Fonte: Imprensa CDHU
- RÁPIDO CRESCIMENTO DE ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA NO PAÍS ABRE OPORTUNIDADES PARA PEQUENOS EMPRESÁRIOS
Com a queda no preço das placas solares em mais de 50%, no ano passado, reduzindo o tempo de retorno sobre investimento, e a diminuição no custo de energia, especialmente entre pequenas e médias empresas, a demanda de energia solar segue crescente, segundo Ronaldo Koloszuk , presidente do conselho da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). “O principal fator que ainda inibe o crescimento é o desconhecimento”, disse em entrevista à Folha de S.Paulo. O câmbio favorável, incentivos fiscais e o modelo de compensação total da energia solar injetada na conta final do consumidor também contribuem para o cenário positivo, abrindo espaço para pequenas empresas, afirmou ao portal Lorena Roosevelt, gestora do Polo Sebrae de Energias Renováveis. “O segmento de energia solar fotovoltaica, especialmente no mercado de geração distribuída, é dominado por pequenas empresas, fornecedores de bens e serviços e por consumidores de energia limpa”, diz a especialista à Folha de S.Paulo. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostram que as franquias de energia solar somaram, no ano passado, 1.307 unidades, com 15 marcas no setor. NÚMEROS DE 2023 O Brasil encerrou o ano passado com 2,3 milhões de sistemas fotovoltaicos instalados. O número de potenciais consumidores no país é de 89 milhões. Desde de 2012, o segmento acumula R$ 189,4 bilhões de investimentos, tendo criado 1,2 milhão de empregos neste período, segundo a Absolar. Saiba mais em: https://www1.folha.uol.com.br/mpme/2024/03/boom-da-energia-solar-no-pais-abre-espaco-para-pequenos-empresarios.shtml Fonte: Folha de S.Paulo














