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  • COAT GUARD: A EVOLUÇÃO DA RESINA NANO NOS PAINÉIS DE ACM

    A Projeto Alumínio, em parceria exclusiva com a Sherwin Williams, traz para o Brasil um novo conceito tecnológico de hidrorrepelência para painéis de ACM *Por Johnny Vieira de Souza – responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto, consultor ACM e professor universitário   Quando chegou ao Brasil, o ACM era comercializado basicamente com dois tipos de espessura total e dois tipos de pintura. A resina poliéster aplicada diretamente ao metal, ainda utilizada no mercado para uso interno, pois tem baixa performance de estabilidade de cor e brilho quando exposta a intempéries, e a resina PVDF, que quando formulada da maneira correta, com fornecedores confiáveis, é utilizada em grandes fachadas, com alta performance de estabilidade de cor e brilho, mesmo quando exposta a intempéries. Após alguns anos, houve um fomento no mercado, com a chegada da resina nano, lançada na época como sinônimo de tecnologia na proteção da pintura de painéis de alumínio composto (ACM), entretanto, por se tratar de um verniz acrílico, o efeito prometido não possuía duração prolongada, e dependendo de uma série de fatores, entre elas associadas a localização da obra, poluição, método de instalação (ausência de rufos inclinados e pingadeiras), entre outros, poderia ter o efeito hidrorrepelente com vida útil muito curta, causando baixo desempenho. A baixa vida útil da resina nano foi algo tratado com muito cuidado por fabricantes e importadores, no geral. Geralmente era desvinculada a garantia da pintura (o que estava abaixo do verniz) com o verniz nano que causa o efeito hidrofóbico (repelente) devido à falta de confiabilidade na vida útil. COAT GUARD: SISTEMA INOVADOR DE PROTEÇÃO Mais de uma década depois, a Projetoal com a incessante tradição de buscar inovações para o mercado nacional, através da parceria com a multinacional Sherwin Williams lançou, com exclusividade, a evolução tecnológica da resina nano, chamada de sistema Coat Guard. Este sistema trata-se de um desenvolvimento tecnológico realizado nos Estados Unidos, através do setor de pintura Coil Coatings da Sherwin Williams e foi baseado para diminuir os custos de métodos tradicionais de limpeza, que normalmente envolvem produtos químicos agressivos e repintura de superfícies. Com o avanço da tecnologia, o Coat Guard estabeleceu novos padrões para que não haja danos ao revestimento do ACM, contribuindo para a limpeza de grandes empreendimentos de forma rápida e econômica. A tecnologia aplicada à resina permite fácil limpeza com o aproveitamento da chuva.   BENEFÍCIOS, TECNOLOGIAS E USOS O sistema Coat Guard possui propriedades anti grafite, proteção contra intemperismos, calcinação e desbotamento. Fornece excepcional resistência a produtos químicos transportados pelo ar, como chuva ácida e solventes de limpeza, além de excelente adesão geral, ótima resistência UV, alta flexibilidade e conformabilidade. O Coat Guard permite aplicação sobre as tecnologias de resina, PVDF Kynar500, FEVE, Super Poliéster, Flurothane Coastal, WeatherXL ( leia mais aqui ) e outras. A utilização do sistema em painéis de alumínio composto permite a instalação em projetos que exigem cores vivas e brilhantes, instaladas em paredes, coberturas, colunas, forros, portas, divisórias, entre outros. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • A COMBINAÇÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA ENGENHARIA: O IMPACTO DA TECNOLOGIA NA ECONOMIA E A PREVENÇÃO DE ACIDENTES

    A IA contribui com as empresas na proteção de seus colaboradores, amplia a produtividade, prevenir acidentes e reduz os custos da obra A Inteligência Artificial (IA) tem sido amplamente utilizada em diversos setores da economia, e a construção civil não é exceção. Nos canteiros de obras brasileiros, a IA chega gradativamente para melhorar a eficiência e a segurança no ambiente de trabalho, além de reduzir custos e prazos de entrega.  André Medina, superintendente de inovação da Andrade Gutierrez, explica que a IA pode ser empregada em diversas atividades da construção civil, como na análise de dados para prever falhas e atrasos, no monitoramento do uso de equipamentos e materiais, na otimização de projetos e na redução de desperdícios. "A tecnologia pode ser um grande diferencial nas construtoras. Com o uso da IA, conseguimos ter mais precisão nas medições, controle de qualidade mais efetivo e até mesmo prevenir acidentes", afirma Medina.  Ainda no escopo da prevenção, a IA pode ser utilizada para melhorar a segurança dos trabalhadores nos canteiros de obras. Com ela, é possível identificar riscos e evitar ocorrências envolvendo os colaboradores. Trata-se de uma funcionalidade muito importante, pois a segurança é uma das principais prioridades das construtoras.  Apesar dos avanços, Medina acredita que ainda há uma longa estrada pela frente quando se trata da implementação da IA nas obras. “Há muitos desafios a serem superados, como a adaptação dos profissionais às novas tecnologias e o custo da aplicação, além da integração com outras soluções já existentes. Mas, sem dúvida, a IA é uma grande oportunidade para aprimorar a construção civil no Brasil e torná-la mais competitiva", continua. Enquanto a IA não está presente de forma ativa no setor de engenharia, ideias inovadoras criadas por startups fomentam o setor e aceleram seu desenvolvimento. Atualmente, a Andrade Gutierrez é uma das pioneiras no quesito inovação na engenharia. Por meio do Vetor AG, seu programa de inovação aberta, já foram realizadas mais de 1 mil conexões com startups, permitindo que a empresa esteja constantemente evoluindo tecnologicamente e implementando novas soluções.  Medina acredita que manter esse relacionamento com as startups é o primeiro passo para estar à frente da concorrência e trazer os melhores recursos internos e externos. “A conexão com soluções do mercado que não são da engenharia, pode muito bem trazer benefícios às obras. Gostamos de nos aproximar dessas empresas para ter sempre as melhores tecnologias na AG, capazes de solucionar desafios do nosso dia a dia”, conclui o executivo. Fonte: Vetor AG/Agência NoAr

  • SERRALHERIA: ACERTE A MÃO COM ESSA REFERÊNCIA NO DÉCOR DE INTERIORES

    Ao alçar o status de atemporal, o material se tornou queridinho tanto por sua estética, como pela possibilidade combiná-lo com diversos estilos, detalhes decorativos, padrões e texturas únicas Tradicionalmente associada ao estilo industrial, a serralheria tem quebrado barreiras, principalmente como tendência que se efetivou a partir do uso hábil e criativo do metal que, por sua vez, tem conquistado novos significados dentro da arquitetura de interiores. No entanto, como tudo em excesso gera prejuízo, as arquitetas Ieda e Carina Korman, do escritório Korman Arquitetos asseguram que, para endossar o seu potencial nos projetos, é preciso garantir que ela seja empregada de forma eficaz e estéticamente agradável. “A utilização inadequada da serralheria resulta em uma série de problemas e desafios que vão desde as questões estéticas, de segurança e funcionalidade. É preciso pensar em soluções inteligentes que adequem o material ao estilo da residência, dimensionar corretamente e atender aos requisitos que protegem os usuários”, explicam as arquitetas. TENDÊNCIA ATEMPORAL A serralheria é um elemento que evoluiu gradualmente ao longo dos anos até o reconhecimento firmado na atualidade. Desde o século XIX, na Era Vitoriana, o material já era visto tanto em casas quanto em castelos europeus e peças de mobiliário com intrincados desenhos de ferro forjado. Mais tarde, quando nasceu a arquitetura Art Nouveau , a serralheria tornou-se parte do movimento artístico e se fez presente em portões, grades e luminárias projetadas com padrões florais e linhas sinuosas. Mas a sua principal fama ficou marcada no século XX, quando fábricas e armazéns foram transformados em residências que apresentavam elementos de serralheria como dutos de ar, estruturas metálicas aparentes e móveis com uma aparência “rústica” de metal e madeira em seu interior. Batizado de estilo industrial, essa estética ganhou o apreço de muitos por conta de sua estética e funcionalidade. Hoje, Carina conta que ele segue imponente na arquitetura contemporânea. “Seu design diferenciado é visto em corrimãos, móveis, luminárias, prateleiras, portas de correr e até divisórias. Essas aplicações modernas se sobressaem pela inovação e criatividade que ele nos propicia”. VERSATILIDADE Sua flexibilidade é uma característica notável em função da capacidade de atender uma ampla gama de estilos, funções e necessidades – não apenas para ambientes internos, como externos. “Combinamos a serralheria como uma gama de materiais como vidro, madeira e concreto, criando um contraste visual interessante que concede uma integração harmoniosa em ambientes diversos. Ele pode ser moldado para oferecer linhas simples e elegantes para projetos modernos e minimalistas ou ornamentos intrincados que complementam aspectos mais tradicionais”, ressalta Ieda Korman. Além disso, não se limita apenas a elementos estruturais, mas também desempenha um papel fundamental na resolução de detalhes decorativos com essência única. A arquiteta também avalia que a serralheria segue em plena adaptação à era de tecnologia e a automação inteligente da iluminação e sistemas de segurança. IMPORTÂNCIA DO MATERIAL Na construção de um projeto, é preciso ter certeza sobre as escalas e proporções adequadas em relação ao local que a serralheria ocupará. “Itens muito pequenos podem parecer desproporcionais, enquanto os demasiadamente grandes sobrecarregam a estrutura”, alerta Carina. De acordo com ela, após as medições, o próximo passo é escolher o material certo que compreende minérios como o ferro, aço inoxidável, alumínio e bronze – cada um com especificidades únicas relacionadas à durabilidade, aparência e resistência à corrosão. Quando expostas às intempéries naturais, é mandatório observar as vedações necessárias – caso das cercas e portões de casas ou indústrias, áreas da piscina e grades de janelas. MANUTENÇÃO O prolongamento da vida útil inclui a inspeção para detectar sinais de corrosão, rachaduras ou desgaste e a aplicação de revestimentos protetores como tintas anticorrosivas. Além disso, a lubrificação de peças como dobradiças e trincos é crucial para garantir o funcionamento suave e a longevidade. “Quando não é realizada, além da corrosão, a serralheria pode sofrer com o desgaste e os danos com a aparência”, orienta Carina. QUANDO NÃO USAR? Embora a serralheria sempre seja uma decisão bastante segura, sua aplicação dependerá da finalidade do projeto e condições ambientais e orçamentárias, entre outras questões. As arquitetas ainda discorrem sobre outros pontos: Necessidade de isolamento:  A serralheria, por si só, não oferece bons níveis de isolamento térmico e acústico; Projetos com elementos orgânicos:  Por sua imobilidade, é frequentemente associada às formas geométricas rígidas. Assim sendo, caso o projeto esteja associado com curvas e traços orgânicos, concreto moldado e fibra de vidro possibilitam melhores resultados; Restrições: Algumas áreas podem ter regulamentações capazes de restringir ou proibir o uso de serralheria em determinados contextos. Assim, é importante consultar as autoridades locais e estar ciente das regulamentações antes de sua adoção. Fonte: Korman Arquitetos/dc33 Comunicações

  • GERAÇÃO PRÓPRIA SOLAR NO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA AJUDA A ALIVIAR CUSTOS DOS MAIS POBRES, COM SUSTENTABILIDADE

    Para a Absolar, decreto assinado que destinará R$ 3 bilhões para a geração própria solar em 500 mil unidades do programa, reduz despesas da população de baixa renda com energia elétrica e fortalece a transição energética no país O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, e Jader Filho, ministro das Cidades, no dia 28 de junho, que prevê a destinação de R$ 3 bilhões para a instalação de sistemas fotovoltaicos nas unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), representa um grande avanço para a democratização do acesso à energia elétrica limpa, renovável e competitiva para os consumidores de baixa renda, reforçando a sustentabilidade e a contribuindo para a justiça social no país. A avaliação é da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Para a entidade, os recursos, que sairão do Orçamento Geral da União para viabilizar, num primeiro momento, 500 mil unidades do PMCMV, terão papel estratégico na redução da conta de luz da população de baixa renda, bem como aliviar o orçamento dos mais pobres e ainda vão contribuir para fortalecer a transição energética no país. Para Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, a medida é um pleito histórico da entidade junto às autoridades públicas. “A geração própria solar no PMCMV fortalece e democratiza o uso de fontes renováveis no país. Ao mesmo tempo, traz mais investimentos, mais empregos verdes e mais renda aos trabalhadores, aquecendo a economia local, reduzindo impactos ambientais e aumentando a conscientização ambiental da população”, aponta Koloszuk. Já Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, destaca que a inclusão de sistemas fotovoltaicos no PMCMV proporciona uma redução de até 70% na conta de luz dos beneficiados, aliviando o orçamento da população mais vulnerável economicamente. “Cada real que uma família de baixa renda deixar de gastar para pagar a conta de luz no final do mês poderá ser usado para melhorar sua alimentação, saúde, educação, transporte e qualidade de vida. Isso faz muita diferença na vida das pessoas, especialmente de quem ganha menos, pois cada real conta. Por isso, a inclusão da geração própria solar no PMCMV é um grande avanço em prol de mais equilíbrio e justiça social no país”, conclui Sauaia. Fonte: Absolar/Totum Comunicação

  • ALUK HOME NA FESQUA 2024

    A AluK Brasil, fabricante de soluções para janelas, portas e fachadas de alumínio, traz ao Brasil a AluK Home, uma unidade de negócios especializada na comercialização de sistemas para o mercado de fabricantes de esquadrias horizontais de alto padrão. Esse sistema inclui perfis, componentes, projetos e serviços. O objetivo da unidade de negócios é desenvolver parcerias fortes e sustentáveis, com as empresas envolvidas no mercado de fabricação de esquadrias, buscando sempre melhorar os valores percebíveis para as empresas. Presente em diversos países ao redor do mundo, a AluK se destaca com seu design, engenharia e distribuição de sistemas de esquadrias em alumínio. “Com um vasto portfólio, experiência e expertise nossa empresa se tornou referência no mercado, proporcionando soluções inovadoras que visam aprimorar a qualidade de vida em seus ambientes residenciais e comerciais garantindo alto grau de conforto e maior segurança”, afirma Karol Leal, analista de marketing.  Além disso, explica que a AluK investe em pesquisa e desenvolvimento para estar sempre à frente das tendências do mercado, oferecendo avançadas tecnologias em seus produtos. “Dessa forma, garantimos não apenas a excelência, mas também a inovação constante em todas as etapas do processo de construção”, conclui. ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS COM FOCO NO FABRICANTE DE CASAS DE ALTO LUXO Na Feira Internacional da Indústria de Esquadrias (FESQUA), que será realizada entre os dias 11 e 14 de setembro no São Paulo Expo, na capital paulista,  a marca apresentará o Aluk Home, conceito que está revolucionando a estratégia de negócios em outros países como: China e Índia, este modelo de negócios tem como foco único o mercado de casas de alto luxo através de parcerias sólidas com fabricantes especializados em obras horizontais. “Aluk Home está pronta para atender às necessidades de seus clientes de forma profissional e eficaz, contando com uma equipe de especialistas a sua disposição. Em nossa unidade de negócios em Diadema temos o estoque dos produtos, investiremos no programa de treinamentos Aluk Academy, onde o objetivo é o de auxiliar aos nossos parceiros na industrialização e instalação dos nossos produtos contemplando o que há de mais novo em termos de conceitos de indústria 4.0 para esquadrias. Possuímos showroom físico na cidade de São Paulo, onde o fabricante pode ter acesso aos displays e amostra de produtos”, acrescenta Karol. A marca possui um website dedicado para os clientes finais, que, em breve, terá um software 3D para realizar a configuração dos produtos. “AluK Home possui como um de seus pilares o uso de mídias sociais como plataforma de divulgação de seus parceiros, pois entendemos que hoje é necessário potencializar as marcas através dos canais digitais.” “Temos como nosso objetivo proporcionar uma oportunidade única, para os fabricantes que desejam aprimorar seu know-how na produção e comercialização dos sistemas de esquadrias de alta performance para o mercado de casas de alto luxo”, explica a analista. ALUK HOME NA FESQUA 2024 A Aluk Home marcará presença na FESQUA, considerado o evento de maior influência no mercado de esquadrias e vidros. Todos os profissionais do setor estão convidados a visitar a FESQUA 2024 e a AluK no estande 109. “É uma ocasião incomparável para descobrir os avanços de esquadrias de alumínio e o mais importante, como as soluções da Aluk Home podem elevar a proposta de valor das empresas”, finaliza Karol. Para mais informações, acesse: www.br.aluk.com   Fonte: AluK

  • ÍNDICE STONE VAREJO: SETOR DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO SOBE 0,5% EM JUNHO

    Após queda no mês anterior, segmento reportou leve alta nos resultados A 18ª edição do Índice de Atividade Econômica Stone Varejo apontou alta de 0,5% do volume de vendas do setor de materiais de construção, na comparação mensal. O estudo, que apresenta dados mensais de movimentação varejistas, é uma iniciativa da Stone, empresa de tecnologia e serviços financeiros que é a principal parceira do empreendedor brasileiro, e do   Instituto Propague . O objetivo é mapear mensalmente os dados de pequenos, médios e grandes varejistas e divulgar um retrato do setor nacional. O levantamento tem como base a metodologia proposta pelo time de Consumer Finance do Federal Reserve Board (FED), que idealizou um modelo de indicador econômico similar nos Estados Unidos. São consideradas as operações via cartões, voucher e Pix dentro do grupo StoneCo.  Entre os seis segmentos analisados, três registraram alta mensal, além do setor de material de construção, o de livros, jornais, revistas e papelaria liderou com crescimento de 1,7%, seguido por tecidos, vestuários e calçados (0,6%). Em contrapartida, os outros três segmentos apresentaram queda, liderados por artigos farmacêuticos com uma baixa de 1%, seguido por móveis e eletrodomésticos (0,6%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,5%). “Com os dados deste mês, o cenário de incerteza pontuado no último relatório parece se resolver, mostrando que o primeiro semestre de 2024 se encerrou com uma tendência de estabilidade e leve alta quando comparado com os primeiros seis meses de 2023.”, explica o pesquisador econômico e cientista de dados da Stone, responsável pelo levantamento, Matheus Calvelli. Essas e muitas outras informações podem ser encontradas no dashboard do Instituto Propague , que centraliza todos os dados essenciais em um único local, tornando a pesquisa e análise mais simples. Essa plataforma foi desenvolvida para atender às demandas de pesquisadores e interessados no setor, oferecendo acesso fácil a informações valiosas. DESTAQUES REGIONAIS Os dados estaduais destacam variações relevantes entre diferentes regiões, permitindo que os empreendedores ajustem suas estratégias conforme as tendências regionais. Abaixo os principais resultados. No recorte regional, dez estados se destacam com resultados positivos no mês, no comparativo anual: Maranhão (9,1%), Rio Grande do Sul (7%), Amazonas (6,1%), Roraima (5,2%), Pará (2,2%), Sergipe (2%), Acre (0,8%), e Mato Grosso (0,5%), Mato Grosso do Sul (0,1%) e Pernambuco (0,1%). Entre os outros quatorze estados que tiveram resultados negativos no comparativo anual, destacam-se: Rondônia (-13%), Alagoas (-9,9%), Piauí (-5%), Santa Catarina (-3,8%), Ceará (-3%), Amapá (-1,6%), Paraíba (-1,6%), Bahia (-1%), Paraná (-0,8%) e Espírito Santo (-0,8%). Em paralelo, o estado do Rio Grande do Norte, Minas Gerais e o Distrito Federal, permaneceram estáveis (0%). SEGMENTOS ANALISADOS O Índice de Atividade Econômica Stone Varejo avalia seis segmentos: 1) Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos; 2) Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 3) Livros, jornais, revistas e papelaria; 4) Móveis e eletrodomésticos; 5) Tecidos, vestuários e calçados; 6) Material de Construção. Fonte: FSB Comunicação

  • GIGANTE DA CONSTRUÇÃO CIVIL INVESTE EM TECNOLOGIA INOVADORA EM SUAS OPERAÇÕES

    A FG Empreendimentos, uma das maiores construtoras e incorporadoras do país, pensando em sustentabilidade e eficiência, passa a adotar em seu no fluxo operacional o BIM  A industrialização da construção civil pouco a pouco começa a ganhar espaço no mercado brasileiro. Em Santa Catarina, a FG Empreendimentos, que figura como uma das mais importantes do segmento, já tem essa transformação na prática, visando não apenas otimizar processos, mas também focando na sustentabilidade. Agora, a empresa dá um novo passo rumo à transformação digital na construção civil adotando a metodologia BIM ( Building Information Modeling ), integrando dados estruturados e multidisciplinares para produzir uma representação digital de um recurso em todo seu ciclo de vida, desde o planejamento até à construção. Com a proposta de aumentar a produtividade das equipes em até 50%, o sistema BIM é uma tecnologia que possibilita o desempenho multidisciplinar e colaborativo das diferentes áreas associadas a edificações. O diferencial da ferramenta, quando comparado aos métodos convencionais, é o uso da tridimensionalidade (3D) nos projetos, incluindo detalhes específicos sobre acabamentos, dimensões e a localização precisa de cada estrutura. Ao sobrepor os projetos de arquitetura, engenharia e edificação, a metodologia BIM oferece um modelo multidisciplinar a todos os agentes envolvidos nas diferentes etapas da construção civil, o que garante um resultado mais fidedigno à proposta idealizada. “A FG Empreendimentos, seguindo seu DNA inovador, investe na tecnologia para conferir ainda mais agilidade e eficiência em seus grandiosos projetos”, explica Jean Graciola, cofundador e presidente da FG. A metodologia atua em prol da industrialização do segmento, conferindo maior agilidade e eficiência às fases construtivas. “O retorno desse investimento são obras mais rápidas e sustentáveis, na medida que evita erros e retrabalhos em todo o ciclo de vida construtivo, desde o planejamento até a execução”, justifica André Bigarella, diretor de engenharia da FG.  Para além de obras mais assertivas e céleres, a metodologia BIM permite a simulação do desempenho da obra. Colhendo índices que vão desde a eficiência energética e acústica até o desperdício de resíduos, a ferramenta se mostra como um investimento também em sustentabilidade.   “Na FG Empreendimentos, nosso compromisso vai além do luxo, sofisticação e conforto: somos uma empresa sustentável que valoriza o desenvolvimento socioambiental e corporativo. Assim, poder investir em um sistema que permite analisar o impacto no meio ambiente dos projetos elaborados é reforçar o compromisso com nossos próprios valores”, destaca Camila Brandalise, arquiteta e gestora que está liderando a implantação na FG. A engenheira Carolina Zart, analista de projetos da FG, reforça que a construtora já desenvolvia projetos 3D, utilizando algumas ferramentas do BIM, contudo, a partir de agora passa a implementar a ferramenta em sua totalidade. “Teremos melhoria na área de projetos, mas também para outras áreas, como planejamento, orçamento, obra, assistência técnica, entre outros, buscando sempre a excelência operacional”. O BIM é uma metodologia já utilizada em muitos países e seus recursos permitem resolver os grandes desafios da área, com resoluções mais rápidas e precisas. “Com a implementação do BIM, podemos antecipar situações e interlocutores. Entre os principais ganhos estão a comunicação mais assertiva, a minimização de erros e eliminação de retrabalho, otimização de recursos, desenvolvimento de novas tecnologias e antecipação de cronograma”, pontua Bigarella. A implementação também possibilita um novo cenário no país, uma vez que produtividade na construção civil é um desafio do setor no Brasil. Segundo dados da Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ainda é quase 50% menor que a média da economia mundial. Segundo a associação, se metade das empresas adotarem a metodologia BIM, a economia da construção civil brasileira crescerá 7%. “Temos um departamento de inovação e os investimentos nesta área já nos permitem um crescimento acima da média, equiparando a padrões internacionais. Esse novo passo trará ainda mais destaque para os projetos e para a nossa região. Balneário Camboriú já exporta tecnologia e inovações para todo o mercado e, com certeza, estamos preparados para este protagonismo com empreendimentos cada vez mais disruptivos”, sinaliza Jean Graciola, presidente da FG. Com a adoção deste sistema a construtora catarinense também assume um protagonismo junto a nova política industrial brasileira (NIB), sancionada no início de 2024. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic),  o objetivo é impulsionar o uso “de softwares e ferramentas” que promovam “a transformação digital” da construção civil e que a popularização dessas tecnologias contribuam para o crescimento e para a descarbonização do setor.   Fonte: FG Empreendimentos/Apoio Comunicação

  • GOIÂNIA ENTRA PARA O GRUPO DAS 10 CAPITAIS COM METRO QUADRADO MAIS VALORIZADO, APONTA FIPEZAP

    Especialista analisa valorização ocorrida na capital, que historicamente ficava entre as cidades com o preço mais baixo A última pesquisa FipeZap, divulgada no início do mês pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo Portal ZAP Imóveis, mostra os dados de maio e indica que Goiânia foi a capital com maior valorização nos últimos 12 meses, uma alta de 14,20%. Já em relação ao preço médio de venda de imóveis residenciais no último mês, a capital de Goiás passou a figurar no top 10, sendo agora a 10ª capital com o metro quadrado mais valorizado, de R$ 7.496. Esse foi um grande passo para a cidade. Embora Goiânia tenha tido sempre um potencial de valorização ascendente, por muitos anos, esteve na lanterninha entre as capitais com metro quadrado mais baratos do Brasil, segundo o histórico da pesquisa FipeZap, que acompanha a variação do preço médio de apartamentos prontos em 50 cidades brasileiras, com base em anúncios veiculados na Internet. Por exemplo, em novembro de 2019, ela era a 2ª mais barata, com o metro quadrado a R$ 4.211. Só ficava à frente de Campo Grande.  “Goiânia tem se aproximado da realidade de grandes metrópoles, com o crescimento da capital, os setores mais desenvolvidos, próximos aos principais equipamentos, eles se valorizam em função da demanda ser maior do que a oferta. A cidade estava muito abaixo das outras capitais, estamos recuperando preço e com forte tendência de valorização”, explica o sócio-diretor do Grupo URBS, Ricardo Teixeira, que tem 34 anos de atuação no mercado imobiliário.  Ele analisa ainda os fatores que contribuem para essa valorização imobiliária. “Goiânia tem 90 anos, é uma capital muito jovem e tem adensado os principais setores ao redor dos equipamentos já consolidados, como parques e praças. Consequentemente, a oferta no mercado está concentrada em produtos nobres. Na hora que se faz essa média ponderada, o metro quadrado é valorizado”. Ricardo Teixeira pontua também sobre a falta de imóveis que já existe nessas regiões. “Os terrenos nas regiões consolidadas já estão escassos, a necessidade de comprar residências mais antigas para estruturar uma área encarece o futuro lançamento, valorizando ainda mais os imóveis”, destaca. Fonte: Comunicação Sem Fronteiras

  • FÓRUM CONTRAMARCO SÃO PAULO: CONSTRUTORAS REFORÇAM A IMPORTÂNCIA DA ESQUADRIA PARA O SEGMENTO

    Painel que encerrou o 4º Fórum Contramarco, em São Paulo, contou com a participação de Brookfield, WTorre, Set Incorporadora e Construcap O 4º Fórum Contramarco, evento coligado à Feira Internacional da Indústria de Esquadrias (FESQUA) e FESQUA VETRO, foi realizado no dia 27 de junho, em São Paulo. O encontro teve a presença de mais de 500 visitantes e 53 marcas e, pela primeira vez, não foi restrito aos profissionais do setor, visando uma aproximação com as construtoras, que são os clientes finais. O painel que encerrou o dia, mediado por Luis Tavares, principal executivo do GRUPO CONTRAMARCO, trouxe a visão das empreiteiras diante dos segmentos de esquadrias e vidros. Participaram do debate Ronaldo Nunes, coordenador de projetos na Construcap, Guilherme Margara, gerente de arquitetura na WTorre, Fábio Morais, vice-presidente da Brookfield Properties, e Ricardo Monteiro, diretor executivo na Engenharia Setin Incorporadora. “Fizemos uma pesquisa com todos associados e notamos a importância deste segmento. As esquadrias possuem um peso muito grande na hora da compra, assim como o alumínio e o vidro, pois têm um alto valor agregado. Vivemos um momento de mão de obra escassa, com uma média de idade de 45 anos e sem reposição e existe um grande espaço para fazer entregas mais rápidas”, comenta Monteiro. Já Margara concordou com a dificuldade na hora de escolher bons profissionais e ressaltou que, ao contrário do que alguns pensam, o setor de esquadrias não é mais o último a ser escolhido em uma construção. “Em obras grandes e complexas, sempre envolvemos as esquadrias muito antes. Sem dúvidas, a maior dificuldade está no momento de construir, de encontrar uma mão de obra qualificada”, afirma.  Nunes trouxe a questão dos orçamentos superestimados. Segundo ele, a alta quantidade proposta de vidros acaba inviabilizando algumas obras. “É preciso ajudar, ser coerente e agir com responsabilidade ao trazer os materiais e suas respectivas especificações. Quando fazemos um orçamento, todos os itens são levados em conta”, ponderou.   A tendência dessa indústria poderá ser vista de perto na FESQUA que, em sua 15ª edição, traz novidades para atender as empresas e profissionais do setor. Ela será realizada entre os dias 11 e 14 de setembro no São Paulo Expo, na capital paulista, simultaneamente ao Encontro e Exposição Brasileira de Tratamento de Superfícies (Ebrats), Feira de Patologia das Construções ( Feipat) e à FESQUA VETRO, uma plataforma exclusiva e dedicada ao setor vidreiro. SUSTENTABILIDADE Tema central em diversas indústrias, a sustentabilidade não pode ser vista apenas como uma questão de marketing para as construtoras. O aumento da conscientização ambiental e a pressão por práticas mais ecológicas, faz com que as empresas do setor repensem processos produtivos e adotem práticas que minimizem os impactos negativos ao meio ambiente. A redução das emissões, a reciclagem e o aumento da eficiência energética se tornaram necessidades no mercado atual. “É uma questão técnica que precisa ser praticada. Temos uma atenção muito grande na escolha de nossos fornecedores, pois não podemos arriscar. Já tivemos experiências muito positivas de ter um time todos juntos, mitigando futuras patologias. Tudo parece muito simples e, se o processo realmente funciona, é simples. O que ainda falta são pessoas capacitadas para isso”, diz o vice-presidente da Brookfield Properties. O setor de patologia das construções, inclusive, passa a ter uma feira exclusiva neste ano. A Feipat será organizada pela Italian Exhibition Group (IEG) e realizada de forma simultânea com a FESQUA, FESQUA VETRO e o Ebrats. As feiras receberão mais de 700 marcas expositoras em uma área de exposição de 38 mil metros quadrados e devem atrair um público qualificado de 48 mil visitantes de 25 países diferentes. SERVIÇO Fesqua 2024 | Feira Internacional da Indústria de Esquadrias Data: 11 a 14 de setembro de 2024 Horário:  4ª a 6ª - 13h às 20h | Sáb. - 11h às 18h Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center Endereço: Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km - Vila Água Funda, São Paulo - SP Transporte gratuito:   O evento disponibiliza vans próximas à Estação Jabaquara, 1 hora antes até 1 hora depois do funcionamento da feira. Mais informações   neste link .

  • ACM FR 4300, COMO E QUANDO DEVO UTILIZAR?

    A utilização de painéis de 4mm com lâminas 0,30 mm com núcleo FR IIA tem limitações para uso como revestimento externo de fachadas *Por Johnny Vieira de Souza – responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto, consultor ACM e professor universitário   A NBR 15446/06 destaca que as lâminas de alumínio que compõe os painéis de ACM devem ter, no mínimo, 0,30 mm de espessura, e 0,50 mm para instalações externas em fachadas, com tolerâncias de menos 0,00 mm e mais 0,05 mm. A norma não aborda sobre o tipo de núcleo, entretanto, a Instrução Técnica (IT) nº10/2019 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo (CBPMESP), define pela tabela A.3 que classifica os materiais especiais que não podem ser caracterizados através da NBR 9442, que os revestimentos para fachadas devem ter classe mínima de I a II B. Os painéis de ACM com núcleo FR ( Fire Resistant ), são resistentes ao fogo, e possuem classificação IIA, ou seja, estão habilitados para instalações em fachadas. Cabe destacar que o ACM com núcleo comum possui classificação IV-A, ou seja, não estão habilitados pela IT 10/2019 a serem utilizados como revestimentos externos de fachadas. A classificação IIA (IT 10/2019) do núcleo FR, certifica o ACM a ser utilizado como acabamento / revestimento de fachada por todos os grupos de divisão de uso de edificações, classificados pelo decreto do Estado de São Paulo nº 56.819/2011. Em resumo, partindo do princípio da NBR 15446/06 e IT 10/2019 CBPMESP, o ACM que atende os requisitos para instalação externa em fachadas é aquele com núcleo FR, classificação IIA, espessura total de 4 mm e lâminas de alumínio com 0,50 mm cada, com acabamento anodizado, ou com pintura PVDF ou equivalente. Embora a especificação de ACM 4500 FR IIA seja adotada pelos consultores de ACM nos seus projetos, há por questões comerciais, em algumas obras, a adoção do material com lâminas 0,30 mm. A opção por lâminas mais finas geralmente estão associadas ao preço do material, que chega a ser 20% mais barato que a série com lâminas 0,50 mm (4500), mas será que está economia, de fato, ocorre na prática se seguirmos os critérios técnicos exigidos pelo fabricante? AS DIFERENÇAS E LIMITAÇÕES PARA USO EM FACHADAS A diferença de 40% na espessura das lâminas, associado ao peso do núcleo FR, que quando comparado ao núcleo comum (LDPE) é cerca de 30% mais pesado, se tornam meios limitadores ao sistema construtivo do material na obra. É importante lembrar que a instalação do ACM geralmente ocorre por três tipos de sistema, sendo: bandeja ventilada, bandeja vedada e módulo colado ( leia mais aqui ). Não levando em consideração a NBR 15446, quando adotado o painel de ACM 4300, ou seja, aquele com lâminas de alumínio de 0,30 mm cada, apenas o sistema colado se torna opção ao uso para fachadas externas. O motivo é bastante simples, e se deve ao sistema colado não possuir abas que dependem da resistência da lâmina para ficar preso à estrutura auxiliar ( leia mais aqui ). Quando o painel é colado, a resistência da lâmina não passa a ser um fator preponderante na fixação do módulo a estrutura auxiliar, este fato traz a possibilidade de uso do painel 4300, com segurança, em fachadas externas. Em um breve comparativo entre as séries 4500 e 4300, é notório a diferença de peso entre os painéis, a série 4500 é cerca de 29% mais pesada que a 4300, o tamanho do painel sem reforço para instalações verticais também é maior na 4500, cerca de 30% a mais de área. Respondendo à pergunta: utilizar chapas 4300 FR IIA para revestimentos externos de fachadas é, de fato, uma economia para a obra? Para exemplificar que não há economia, o manual de paginação da fabricante Projetoal, traz alguns destaques que ajuda a ilustrar a necessidade de, caso a obra opte pelo material 4300 FR IIA, um aumento significativo no custo de perfis da subestrutura e mão de obra que não viabiliza a utilização desta configuração. A modulação considerada depende de alguns fatores, dentre eles, a área da bandeja em relação a série adotada, ou seja, quanto mais espessa for chapa e suas lâminas, maior poderá ser a área do módulo sem reforço (dentro dos limites máximos estabelecidos pelo fabricante); A atenção na profundidade do sulco da usinagem, assim como a qualidade e a afiação da ferramentaria utilizada no painel. Este fator é preponderante para evitar deformações e trincos na dobra da aba; A consideração das isopletas dos ventos e outros fatores associados a localização da obra, altura de instalação, topografia, entre outros, para dimensionar o painel e adotar o sistema construtivo compatível; A utilização do painel 4300 com sistema de fixação mecânica através de abas (bandeja vedada ou ventilada), deverá haver reforços de abas com cantoneiras de alumínio coladas com fitas Dfix ACM ou silicone entre as cantoneiras que fixam os módulos e o painel (figura 1). Estes quesitos deixam claro que, os painéis 4300 FR IIA terão módulos menores que os 4500 FR IIA. Do ponto de vista técnico, quanto menor a modulação, maior o custo com acessórios e subestrutura, além disso, painéis 4300 FR IIA necessitam de reforços de abas com cantoneiras de alumínio coladas por fitas Dfix (específicas para ACM) ou silicone, o que gerará custos com acessórios e mão de obra, conforme ilustra a figura 1. CONCLUSÃO A utilização de painéis de ACM para fachadas externas deve ser sempre adotada seguindo a espessura total de 4mm, com espessura de lâminas de 0,50 mm cada e núcleo FR IIA. A pintura dependerá da localização da obra e do tipo de acabamento desejado, mas vale citar as séries COASTAL (regiões litorâneas próximas ao mar), KYNAR e FEVE (para obras que necessitam de performance na estabilidade de cor e brilho, e garantia para uso externo). A utilização de painéis com lâminas 0,30 mm cada, será compensatória desde que não seja considerado a NBR 15446, e o sistema de fixação seja exclusivamente colado, caso contrário, o reforço de abas para sistemas como bandeja ventilada ou vedada o tornará inviável economicamente. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • CONFIRA OS LANÇAMENTOS DA PAPAIZ ASSA ABLOY

    Há 73 anos no mercado, a fabricante de cadeados e fechaduras, está atuando no Brasil como provedora de tecnologias e soluções para o segmento de segurança eletrônica com a marca Papaiz Assa Abloy - Segurança Eletrônica e apresenta a nova linha com soluções completas em controle de acesso e softwares voltados para casas, condomínios, escritórios, prédios comerciais, escolas entre outros ambientes. Confira as novidades! PLATAFORMA ENTRY A plataforma de gestão de acessos em nuvem integra mobilidade, gerenciamento eficiente de acessos e cibersegurança em um aplicativo que pode ser utilizado pelo smartphone em qualquer lugar. O software possibilita diversas configurações para automatizar as soluções de controle de acesso em diversos ambientes, como hospitais, prédios empresariais, supermercados, instituições de ensino, hotéis, entre outros. O aplicativo Entry funciona como uma solução ideal e prática para gerenciar a entrada e saída de hóspedes em aluguéis por temporada ou diárias, possibilitando a liberação remota e individualizada de diversos imóveis quando combinado com as fechaduras eletrônicas MultiFamily. FECHADURA MULTIFAMILY  A solução combina a identificação e abertura através de biometria da digital, senha numérica, cartão de proximidade, chave mecânica e a plataforma Entry para gestão remota dos acessos das pessoas. A fechadura eletrônica garante integração completa entre controle de acesso e gerenciamento multiusuários em uma plataforma em nuvem segura e simples de usar. Compatíveis com diversos ambientes e modelos de porta com e sem maçaneta, o equipamento oferece teclado touch com números iluminados, tecnologia ULP que garante autonomia de 3000 acionamentos com apenas 4 pilhas e capacidade para até 200 senhas, 100 biometrias, 200 cartões RFID Papaiz. Reprodução: Papaiz Assa Abloy FECHADURAS ELETRÔNICAS DE SOBREPOR  Com acionamento motorizado e silencioso, as fechaduras eletrônicas de sobrepor para portas e portões combinam a segurança de uma fechadura elétrica com instalação de sobrepor, o sistema de controle de acesso com identificação por cartão de proximidade (RFID) ou chave mecânica, e a integração com o aplicativo Entry para a gestão de controle de acesso remoto e novos recursos de segurança, como o indicador de porta aberta. HID VENTO  Inovadora tecnologia de controle de acesso da HID com um leitor de última geração com tecnologia avançada, fácil de instalar e projetado para funcionar com o cartão HID Vento e credenciais HID Mobile Access, que se destaca pelo desempenho seguro usando tecnologia RFID e Bluetooth. Com instalação simples, através de um simples bloco de terminais que facilita sua implementação em diversos projetos e possui capacidade de leitura de até 8 cm, resistência certificada para uso externo (UL294 Outdoor) e robusta classificação IP55. FECHADURA ELETRÔNICA PARA PORTAS DE VIDRO  Que tal uma fechadura inteligente que integra a segurança de um controle de acesso com a identificação e abertura através de biometria da digital, senha numérica e cartão de proximidade? A Fechadura Smart agrega tudo isso com o diferencial de possuir design elegante e sofisticado para a instalação em portas de vidro, seja de folha simples ou dupla. O modelo oferece compatibilidade de acionamento em portas com abertura interna e externa ou acionamento com giro esquerdo ou direito.  SOLUÇÕES PARA PORTAS DE ALTA SEGURANÇA  As soluções de acesso oferecem automação eletrônica de alta tecnologia que podem ser aliadas a portas anti-arrombamento, criando ambientes totalmente seguros nos mais diversos setores como hospitais, clínicas, escritórios, supermercados, armazéns, instituições de ensino, hotéis, entre outros. Além disso, as soluções de controle de acesso da Papaiz Assa Abloy se integram ao Software Papaiz Entry para uma gestão segura e simplificada, adequada para instalação on-premise , oferecendo baixo custo de implementação, fácil instalação e controle simplificado pelo usuário, otimizando a administração do acesso das pessoas nos ambientes. KITS DE ACESSO PARA PORTAS RESIDENCIAIS COM LEITOR FACIAL OU TECLADO   Fáceis de usar e seguras, as soluções de acesso com identificação facial ou teclado de senha numérica agora podem ser aplicadas em portas de residências ou de salas comerciais de maneira mais fácil com os kits de acesso da Papaiz Assa Abloy. Imagine nunca mais precisar lembrar das chaves ou ter que soltar as compras para abrir a porta de entrada? Basta cadastrar o rosto dos membros da família e utilizar o melhor da tecnologia disponível. Além disso, os modelos oferecem uma gestão segura e simplificada através do Software Papaiz Entry, facilitando a administração do acesso das pessoas no ambiente. Reprodução: Papaiz Assa Abloy CATRACAS E CANCELAS  As soluções de barreiras físicas para acesso em alto fluxo compõem a forma mais segura e ágil para gestão de acesso de prédios e condomínios residenciais e comerciais, escolas, universidades e outros locais onde se deseja criar um ambiente seguro, automatizado sem interferir na dinâmica de acessos, sejam de pessoas residentes, visitantes frequentes ou prestadores de serviços diversos. Os modelos de catracas e cancelas da Papaiz Assa Abloy combinam sofisticação e alta tecnologia para oferecer soluções completas com software de gerenciamento de acesso e produtos de excelente qualidade. ACESSÓRIOS PARA SEGURANÇA ELETRÔNICA  A Papaiz Assa Abloy dispõe de uma linha completa com os mais diversos e importantes acessórios usados nas instalações de soluções de Segurança Eletrônica e Automação residencial e comercial. As instalações ficam muito mais seguras e adequadas quando são consolidadas com os itens de acessórios, tais como: operadores de portas, botões de alto fluxo, passa-cabos, fonte de alimentação com carregador de baterias, sensores de presença, chaves digitais (TAGs e Cartão RFID), molas hidráulicas de piso ou aéreas e sistemas de contato deslizantes. FECHADURAS INVISÍVEL E BIOMÉTRICA PARA MÓVEIS Seja para se proteger contra furtos ou para deixar os remédios longe das crianças, a Papaiz Assa Abloy oferece duas fechaduras eletrônicas para móveis: a invisível e a biométrica com puxador. O modelo invisível PPZ-1002 é fácil de instalar e transforma armários e gavetas comuns em verdadeiros cofres. O sistema permite registrar um administrador e até 14 usuários através de cartão ou tag. Por ser invisível, o sistema não interfere na estética do mobiliário e não chama a atenção. A fechadura invisível funciona a pilha e, além do alerta sobre a hora da troca, conta com um sistema de proteção para bateria abaixo do limite mínimo de carga. Contudo, caso fique sem energia, o produto acompanha uma entrada USB-C para recarga de emergência, assim como uma Chave USB que pode ser utilizada caso seja necessário abrir a gaveta ou o armário emergencialmente. A fechadura eletrônica para móveis Biométrica com Puxador PPZ-1005 garante que apenas pessoas autorizadas tenham acesso ao seu móvel. O grande diferencial da PPZ-1005 é seu design inteligente, que elimina a necessidade de um puxador adicional. A fechadura é fácil de instalar e programar, adaptando-se perfeitamente a diversos tipos de móveis, sejam eles em ambientes residenciais ou comerciais. Reprodução: Papaiz Assa Abloy Para saber mais sobre os lançamentos da marca, acesse o site:   www.segurancaeletronica.papaiz.com.br Fonte: Papaiz Assa Abloy/Tropico Comunicação

  • A IMPORTÂNCIA DE UM BOM PLANO DE CUSTOS PARA A LEITURA ADEQUADA DO DRE

    *Por Fernanda Krentkowski, empresária A gestão financeira eficaz é fundamental para o sucesso de qualquer organização. Uma das ferramentas essenciais para essa gestão é a Demonstrativo do Resultado do Exercício (DRE), que fornece uma visão detalhada sobre o desempenho financeiro de uma empresa em um determinado período. No entanto, para interpretar corretamente o DRE, é imprescindível ter um plano de custos bem estruturado. Este artigo explora a importância de um bom plano de custos para a leitura adequada do DRE e como ele pode impactar positivamente a tomada de decisões empresariais. O QUE É O DRE? A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é um relatório contábil que apresenta, de forma detalhada, as receitas, custos e despesas de uma empresa, resultando no lucro ou prejuízo do período. Ela é fundamental para a análise da performance operacional e para a tomada de decisões estratégicas. A IMPORTÂNCIA DE UM PLANO DE CUSTOS Um plano de custos bem elaborado é crucial para a correta interpretação do DRE. Aqui estão algumas razões pelas quais ele é tão importante: Precisão na Alocação de Custos: Um plano de custos detalhado garante que todos os custos sejam corretamente alocados às suas respectivas categorias. Isso evita distorções nos resultados apresentados no DRE, proporcionando uma visão mais precisa da saúde financeira da empresa. Identificação de Áreas de Redução de Custos: Com um plano de custos estruturado, é mais fácil identificar áreas onde a empresa pode reduzir despesas e otimizar recursos. Costumo dizer que custo é igual unha deve ser cortado periodicamente. Análise de Rentabilidade:  Um bom plano de custos permite uma análise detalhada da rentabilidade de diferentes produtos ou serviços. Com isso, a empresa pode focar em áreas mais lucrativas e reconsiderar ou melhorar aquelas que não estão trazendo os resultados esperados. Facilidade na Previsão Financeira:  Ter um plano de custos detalhado facilita a previsão de custos futuros e, consequentemente, a elaboração de orçamentos mais precisos. Isso é essencial para o planejamento estratégico e para garantir a sustentabilidade financeira da empresa a longo prazo. EXEMPLO DE UM BOM PLANO DE CUSTOS PARA SERRALHERIA 1 - Vendas:  aqui você cadastra conforme seu portfólio de produtos. É interessante segmentar para ter ciência de qual a porcentagem que cada produto responde diante do faturamento geral da empresa. Exemplo: esquadrias representam 60% das vendas, temperado 30% e corrimão 10%. 1.1 Esquadrias 1.2 Temperado 1.3 Corrimões 2 - Custo da Mercadoria Vendida  2.1 Alumínio 2.2 Vidro 2.3 Componentes 2.4 Acessórios 2.5 Erros/Retrabalho/Perdas 2.6 Frete da matéria-prima 3 - Despesa Pessoal (tudo que está relacionado as pessoas que trabalham na empresa) 3.1 Salários e pró-labore 3.2 Férias e 13 salário 3.3 Imposto de renda 3.4 FGTS/GPS/INSS 3.5 Vale alimentação 3.6 Plano médico-odontológico 3.7 Rescisão/indenização 3.8 Exames trabalhistas 3.9 Uniformes e EPIs 3.10 Bolsa de estudos 4 - Despesa Administrativa 4.1 Contabilidade 4.2 Papelaria 4.3 Copa e cozinha 4.4 Água/Esgoto/Energia Elétrica 4.5 Telefone/Internet 4.6 Softwares 4.7 Manutenção empresa (jardim, dedetização, consertos) 4.8 Cursos/Consultorias/Auditorias 4.9 Segurança do Trabalho 4.10 Aluguel 4.11  Manutenção de máquinas e equipamentos 5 - Despesa com Transporte 5.1 Combustível e pedágios 5.2 Manutenção e mecânica 5.3 IPVA/Seguro 5.4 Multas de trânsito 5.5 Rastreador 6 - Despesas Financeiras 6.1 Taxa manutenção conta bancária 6.2 Taxas folha de cheque, pix, ted, doc 6.3 IOF 6.4 Juros por utilização do limite 6.5 Juros por atraso de boleto 6.6 Juros antecipação de recebíveis 7- Investimentos: é sempre importante entender que investimento deve trazer retorno tanto financeiro, como de tempo, praticidade e qualidade.  Portanto, comprar uma máquina que vai acelerar a  produção e melhorar a qualidade do produto é considerado um investimento pois trará a possibilidade de um aumento no volume de vendas.   7.1 Compra de máquinas, equipamentos e veículos. 7.2 Imóveis e terrenos CONCLUSÃO Um plano de custos bem estruturado é uma ferramenta indispensável para a gestão financeira eficaz e evita um dos principais erros cometidos pelos empresários que é investir no lucro que a empresa não deu.  A leitura adequada do Demonstrativo do Resultado do Exercício (DRE) traz clareza sobre a situação financeira da empresa. E mais que isso, também facilita a identificação de oportunidades de redução de despesas, análise de rentabilidade e previsão financeira. Empresas que investem no desenvolvimento de um plano de custos robusto estão melhor preparadas para tomar decisões estratégicas informadas e alcançar um desempenho financeiro sustentável. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

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