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  • CONEXÃO DAY: PRIMEIRO EVENTO DE CX DA MPD ENGENHARIA COM GRANDES NOMES DA CONSTRUÇÃO CIVIL ACONTECE EM SÃO PAULO

    A iniciativa reunirá executivos em um dia de imersões sobre o futuro da jornada do cliente na construção civil e reafirma o compromisso da empresa em promover a troca de conhecimentos A  MPD Engenharia, construtora que atua em diversos segmentos da construção civil e na incorporação com desenvolvimentos de produtos de médio e alto padrão, realizará no próximo dia 01 de outubro, dentro do Cubo Itaú, a primeira edição do Conexão Day.  O evento gratuito , pioneiro no setor, reunirá profissionais das áreas de customer experience  (CX), atendimento, inovação e marketing do mercado da construção civil. A ação visa criar conexões , trocas sobre as boas práticas do mercado e, principalmente, abordar o futuro do segmento levando em consideração as demandas atuais dos clientes com temas voltados para a experiência e satisfação dentro do setor .   A expectativa é de receber 400 pessoas, sendo mais de 80 incorporadoras e construtoras nessa primeira edição em um ambiente dinâmico, com o objetivo de compartilhar experiências e insights  valiosos sobre o atendimento ao cliente, uma vez que as especificidades do setor demandam cada vez mais investimentos para garantir aos clientes uma experiência completa não somente no momento da compra, mas também na entrega de chaves e dia a dia dentro dos empreendimentos.   Durante um dia inteiro, os participantes terão acesso a palestras inspiradoras e painéis interativos, visando proporcionar aprendizado significativo e networking estratégico, com os principais nomes do setor. Entre os temas de destaque, que serão abordados estão: Futuro da Jornada do Cliente, Diversidade Multigeracional, Inteligência Artificial, Marketing de Experiência, Desafios do pós-ocupação, entre outros.   Entre os confirmados para os painéis e palestras, estão: executivos da MPD, incorporadoras e construtoras nacionais como: Cyrela; Vitacon; Tenda; MRV; Tegra, diversas empresas ligadas ao setor, como Santander, RS Serviços, Pon.to arquitetura criativa, Manager e outros convidados, como Gafisa, Trisul, Terral, Mitre, Even, Piemonte e outros. Além disso, haverá a participação de Marcio Rachkorsky​, advogado, especialista em condomínios, comentarista na TV Globo e na Rádio CBN e colunista do jornal O Estado de S. Paulo, onde fala sobre mercado imobiliário, como palestrante do evento.   Adriana Dalonso, gerente de relacionamento com cliente da MPD, destaca que o evento tem como principal motivação a troca de experiência em um mercado que ainda está evoluindo com a temática do customer experience  e que enfrenta desafios dentro da temática. “Temos uma dor em comum e precisamos evoluir em conjunto para entregarmos cada vez mais uma experiência completa. O mercado da construção civil conta com muitas especificidades e essa será uma oportunidade de implementarmos novas culturas e realizarmos o mapeamento de jornadas dos clientes, visando uma atuação ainda mais assertiva.”       A executiva complementa enfatizando que essa é a primeira vez que companhias do setor e de outros segmentos realizam uma parceria na promoção de experiências para os clientes. “A MPD tem imenso orgulho de encabeçar a ação, que uniu de forma inédita grandes companhias do setor para debater em conjunto as diversas possibilidades e futuro da temática”, finaliza.    Conheça os patrocinadores e apoiadores do evento: Visão CX, Frontero, Pagode, B.tabet, Camix, Umuarama, Sell, Liquid, Leroy, INDECX, SGR, Kwest, Conex Service, Octágora, One by One, PON.TO , BRC.CX , RS Serviços, BRCONDOS, ADM VERTI 29, Fort Service, Multidados, OMA, Tracon, Wen Up, Totvs, Advancet, Robotton, Maneger, Lloyd, Areião ABC, Xgen, Lello, GBBADV e Sem Parar. Fonte: MPD Engenharia/Assessoria Máquina Cohn & Wolfe

  • 5 MITOS SOBRE VIDROS DE CONTROLE SOLAR

    *Por Fernando Simon Westphal, consultor técnico da Abividro, engenheiro civil, professor e pesquisador no Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sócio da ENE Consultores e palestrante em eventos do setor Nas palestras e eventos que participo sobre vidros de controle solar e suas aplicações em edificações, sempre surgem dúvidas que se repetem, mesmo em locais diferentes do país. Na coluna deste mês, eu gostaria de explicar alguns dos mitos mais comuns que envolvem o uso dos vidros de controle solar. MITO Nº 1: “VIDRO INSULADO É BOM APENAS PARA O FRIO” Isso não é verdade. A função do vidro insulado é promover maior isolamento térmico para evitar, ou retardar, o fluxo de calor que ocorre por diferença de temperatura entre dois ambientes. Então ele deve funcionar tanto para climas frios, retardando a perda de calor de dentro das edificações, quanto em climas quentes, retardando a entrada de calor do exterior. Da mesma forma, no caso dos refrigeradores, as portas com vidro insulado têm a função de reduzir a entrada de calor da loja para o espaço refrigerado onde estão armazenados os produtos. MITO Nº 2: “VIDRO LOW-E  SERVE APENAS PARA TEMPERATURAS MUITO BAIXAS” De certa forma sim. Mas também serve para temperaturas muito altas. Explicando melhor, o revestimento metálico de controle solar do vidro low-e  possui uma composição específica que resulta numa superfície com menor emissividade – daí vem a expressão “low-e”. Essa característica dificulta a emissão de calor do vidro depois de aquecido, aumentando o isolamento térmico da composição quando a superfície low-e  está exposta ao ar. Dessa forma, o vidro insulado composto por um low-e possui maior isolamento do que um insulado comum. Então podemos dizer que o vidro insulado low-e pode trazer maior benefício frente a temperaturas extremas, sejam elas muito baixas ou muito altas. Mas é importante ressaltar que para funcionar dessa forma, a superfície low-e  deve estar exposta à câmara de ar e não dentro de um vidro laminado em contato com o PVB. MITO Nº 3: “CORTINA NÃO SERVE PARA NADA, POIS O CALOR JÁ ENTROU” Outra lenda do mundo do vidro e fachadas é aquela máxima que diz que “não adianta utilizar sombreamento interno porque o calor já entrou”. Ora, se fosse assim, não estaríamos utilizando cortinas e persianas há décadas (ou séculos). Uma cortina ou persiana interna ajuda sim a reduzir o ganho de calor no ambiente. Primeiro, porque evita que a radiação solar penetre e aqueça grande parte do piso e paredes internas, e segundo, porque mantendo o calor mais próximo ao vidro, facilita sua dissipação de volta ao ambiente externo. Então, cortina ajuda sim a reduzir o ganho de calor e melhorar as condições de conforto térmico interno. MITO N° 4: “VIDRO DE CONTROLE SOLAR RESOLVE TUDO” Isso é um problema sério. Muitas vezes sou chamado em projetos que não têm qualquer elemento de sombreamento e uma grande área envidraçada. A meta é resolver tudo com a especificação de um bom vidro de controle solar. Então, sobre esse mito, vou ser bem direto: não, o vidro não resolve tudo! Um bom projeto com eficiência energética tem área envidraçada adequada à orientação solar, com elementos externos de proteção solar, um bom vidro de controle solar, e elementos internos para sombreamento e controle da luminosidade. MITO NO 5: “VIDRO DE CONTROLE SOLAR É O MESMO QUE VIDRO REFLETIVO” Falso! Existem diferentes especificações de vidro de controle solar. Algumas mais refletivas e outras com aspecto igual ao vidro incolor. Consequentemente, o desempenho térmico também varia. Um vidro de controle solar altamente transparente pode ter fator solar elevado, ou seja, algum ganho de calor solar. Então, não existe milagre. Se for necessário um grande corte no ganho de calor, certamente o vidro será mais refletivo ou escuro. Mas não dá para dizer que todo vidro de controle solar é refletivo. Depende do nível de desempenho desejado, seja para o controle do calor, seja para o controle da luz.  *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • CIDADES CATARINENSES LIDERAM RANKING DE M² MAIS CARO DO PAÍS E IMPULSIONAM CRESCIMENTO DA PROFISSÃO DE CORRETOR DE IMÓVEIS

    Total de profissionais no setor em Santa Catarina cresceu mais de 18% em 2024 Impulsionado pela alta valorização, além da construção e inauguração de diversos empreendimentos, especialmente no litoral, o estado de Santa Catarina segue em um crescimento significativo no mercado imobiliário. Este setor tem um impacto econômico expressivo nas cidades catarinenses, com transações imobiliárias que ultrapassam frequentemente milhões de reais. Segundo dados do Índice FipeZAP, divulgados em julho deste ano, quatro das dez cidades com o metro quadrado residencial mais caro do Brasil estão no litoral catarinense. São elas: Balneário Camboriú, Itapema, Itajaí e Florianópolis. Diante de um mercado altamente competitivo, os profissionais que atuam como corretores de imóveis precisam estar cada vez mais atentos com as demandas do público, seja para atender compradores em busca do sonho da casa própria ou investidores à procura de oportunidades lucrativas, conforme orientam os executivos do Instituto Brasileiro de Educação Profissional (Ibrep). Atualmente, o estado possui 40.367 corretores de imóveis com registro ativo, um aumento significativo de mais de 18% em relação ao ano passado, quando havia 34.053 profissionais cadastrados, segundo dados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Santa Catarina (Creci-SC).  "O mercado está cada vez mais exigente e competitivo, o que torna indispensável o investimento em cursos e especializações. Esse aprimoramento constante é crucial para que o corretor de imóveis possa oferecer um atendimento de excelência e esteja preparado para lidar com um público exigente e as variações do mercado", destaca Diogo Martins, CEO do Instituto Brasileiro de Educação Profissional (Ibrep).  Diogo também ressalta a complexidade do papel do corretor, que vai além de apenas vender imóveis. "O corretor de imóveis é responsável por proporcionar segurança e transparência em todo o processo. Ele é quem verifica a documentação do imóvel, elabora contratos, acompanha na escritura e realiza registros, entre outras tarefas essenciais”, ressalta.  COMO SE DIFERENCIAR EM UM MERCADO TÃO COMPETITIVO? O mercado em expansão da região atrai cada vez mais pessoas para viver e trabalhar, o que resulta no lançamento de inúmeros empreendimentos. "Para se destacar em um mercado imobiliário tão disputado, o corretor de imóveis precisa ir além do credenciamento no Conselho de sua região. Além da formação básica, é fundamental que o profissional tenha conhecimentos aprofundados sobre economia, cartórios, procedimentos de registros públicos e certidões, além da legislação que rege as transações imobiliárias”, afirma Martins.  "Outro diferencial importante é o domínio da legislação ambiental, especialmente em cidades como Florianópolis, onde esse conhecimento é crucial para a venda de terrenos e obtenção de permissões de construção. O corretor atua como um elo essencial entre o comprador e essas questões complexas, oferecendo todas as informações necessárias além de identificar oportunidades com potencial de melhor rentabilidade. Além disso, o profissional pode expandir sua atuação para áreas como locação, administração de imóveis e assessoria em loteamentos, com intuito de ampliar ainda as oportunidades de negócios", segundo o CEO. Fonte: Ibrep

  • ROCK IN RIO: ARQUITETURA EFÊMERA COMO PROTAGONISTA DOS GRANDES FESTIVAIS

    Luiz Felipe César Martins de Brito, arquiteto e docente do Centro Universitário UniBH, explica esse conceito de projetos temporários, concebidos para existir por um período limitado Os grandes festivais de música têm-se destacado não só pelas atrações e suas performances, mas também pela arquitetura temporária que transforma o espaço e cria uma atmosfera única e imersiva. O Rock in Rio, um dos maiores festivais do mundo – que celebra neste momento a sua edição de 40 anos – é um exemplo emblemático desta tendência. Com boa parte da estrutura criada especificamente para a duração do evento, o espaço é pensado para ser desmontado logo após o fim do festival, evidenciando o conceito de arquitetura efêmera (temporária). Esta abordagem permite que o público tenha uma experiência única e inesquecível, de forma que o ambiente reflita, em aspectos visuais, o espírito do festival. Mas afinal, o que seria de fato esse conceito? Quem explica é  Luiz Felipe César Martins de Brito, arquiteto e docente do Centro Universitário UniBH: “A arquitetura efêmera, como o nome diz, corresponde a elementos e ambientes montados para demandas de curta duração, ou seja, que servem para abrigar atividades e funções temporárias, principalmente no caso de festivais, exposições, feiras, instalações artísticas ou intervenções urbanas”, conta. A criação destas estruturas temporárias exige um planejamento rigoroso e soluções inovadoras. No caso do Rock in Rio, por exemplo, grandes palcos são montados com materiais modernos e sustentáveis, respeitando as normas de segurança e conforto. Além disso, são desenhadas zonas de circulação e espaços de lazer, tudo para garantir que a fluidez do evento ocorra sem transtornos. Estas estruturas, apesar de temporárias, são robustas e visualmente impressionantes, integrando a funcionalidade com o design  de ponta. “Para atender à temporalidade destes projetos, é fundamental a utilização de estruturas leves, facilmente montáveis e desmontáveis. Costuma-se trabalhar, então, com estruturas modulares, com componentes pré-fabricados em formatos de vigas, pilares e painéis de diferentes materialidades, especialmente metálicas. Também é comum a utilização de estruturas tensionadas em tecidos leves e cabos de aço, conformando tendas e pavilhões, estruturas infláveis, em materiais plásticos, contêineres e materiais recicláveis, como bambu, papelão ou tubos de PVC, os quais diminuem os gastos com matéria-prima e montagem”, detalhou o professor. Outro elemento crucial, que destaca a arquitetura efêmera em eventos desse tipo, são as ativações de marca. As grandes empresas aproveitam a oportunidade para criar verdadeiros lounges  de experiência imersiva, onde os participantes podem se conectar com produtos e serviços de formas inusitadas e interativas. Estas ativações, mais do que simples promoções, transformam-se em pontos de interesse para os festivaleiros, muitas vezes utilizando realidade aumentada, realidade virtual e outros adventos inovadores. “A ampla variedade de tecnologias envolvidas, incluindo sistemas de iluminação avançados, estruturas temporárias, tecnologias de entretenimento e até mesmo realidade virtual desempenham um papel importante na criação de experiências imersivas. Combinar arquitetura, design , criatividade, tecnologia, logística e uma sensibilidade única para transformar espaços em locais de sonhos e celebrações não é tarefa fácil, sendo necessário uma forte colaboração dos envolvidos”, enfatiza. No final, o desmonte dessas estruturas marca o fim de uma experiência única. O caráter temporário da arquitetura efêmera é essencial para criar um ambiente dinâmico e flexível, ajustado às necessidades de cada festival. São projetos que vivem na memória de quem os experienciou, comprovando que o efêmero pode ser tão impactante quanto o permanente. “No contexto contemporâneo, as questões de sustentabilidade e ciclo de vida dos produtos e das construções são discutidas com veemência. Ao mesmo tempo, as marcas buscam alcançar seus usuários e consumidores não só através, simplesmente, da promoção de seus produtos e serviços, mas também da construção de experiências e da ativação sensorial. Integrar estes dois pontos em grandes eventos, como o Rock in Rio, é um caminho adequado tanto para enriquecer o posicionamento de tais marcas, quanto para conectá-las com seus públicos, e a arquitetura efêmera tem um papel fundamental neste diálogo”, conclui. Fonte: Rede Comunicação

  • ISO DE INOVAÇÃO: O QUE MUDA COM A CHEGADA DA ISO 56001?

    *Por Alexandre Pierro, mestrando em gestão e engenharia da inovação, bacharel em engenharia mecânica, física nuclear e especialista de gestão da Palas, consultoria pioneira na ISO de inovação na América Latina A ISO 56002, também conhecida como ISO de Inovação, se tornou uma aliada das empresas ao redor do mundo que querem inovar de forma estruturada e segura, mantendo seu destaque no mercado. Grandes cases de sucesso no mundo – e aqui no Brasil – já foram construídos com o apoio desta metodologia e, agora, mais uma novidade está a caminho para contribuir ainda mais com o fomento do potencial inovador das empresas: a ISO 56001. Ambas possuem propósitos semelhantes, mas existem diferenças consideráveis entre elas que precisam ser compreendidas antes de se ingressar nessa jornada. Desenvolvida pela organização não governamental International Organization of Standardization (ISO), a ISO 56002, que foi publicada em 2019, trata-se de uma metodologia de diretrizes para a inovação, a qual, através da aplicação de um diagnóstico, fornece as melhores orientações capazes de alavancar a empresa em seu segmento e potencializar a conquista de resultados cada vez melhores. Testada e aprovada por mais de 164 países, ela foi adotada por cerca de 600 empresas em todo o mundo e contém uma metodologia flexível e adaptável conforme cada perfil e necessidades, o que permite que cada negócio escolha qual caminho faz mais sentido de acordo com sua realidade e expectativas. Sua certificação não é obrigatória, mas, se desejar, a empresa pode contratar um organismo certificador e passar por uma auditoria de certificação. Quando aprovada, recebe uma certificação via atestado de conformidade. Do outro lado, a ISO 56001 é uma norma de requisitos no desenvolvimento de um sistema de gestão para a inovação, com previsão de ser oficialmente publicada em setembro de 2024. Por se tratar de uma norma de requisitos, é possível que, no futuro, ela venha a ter a acreditação do Inmetro, que é o órgão máximo de padronizações no Brasil. Neste caso, o Inmetro irá auditar os organismos certificadores, conferindo ainda mais rigor ao processo. Após essa fase, as certificadoras poderão emitir um certificado via acreditação para as empresas que cumprirem os requisitos na ISO 56001. Para muitos, ter a chancela do Inmetro é um ponto extremamente favorável, uma vez que traz mais segurança e confiabilidade ao processo. Em termos práticos, não há grandes diferenças entre as duas normas. Enquanto a ISO 56002 possui um viés mais brando, a ISO 56001 traz uma proposta mais rigorosa. A ISO 56002 expressa, claramente, que a inovação pode ser adotada em serviços, produtos, processos, ou na combinação de mais de um desses, sempre levando em consideração que haja a geração de valor ao negócio. Já a ISO 56001 busca fomentar qual a intenção de inovação – ou seja, o que espera realmente conquistar com isso. Podem parecer conceitos semelhantes, mas a profundidade proposta pela ISO 56001 é muito maior, abrangendo critérios de cultura e engajamento, além de propriedade intelectual com conceitos bem mais estruturados. Afinal, uma marca que busca inovar não precisa almejar apenas lucro, mas também mirar em uma maior satisfação de seus clientes, melhorar a experiência de compra, melhorar a captação de recursos de fomento à inovação ou, até mesmo, aumentar o valor de sua marca. O que vale, aqui, é a intenção por trás desta jornada. De um lado, temos uma metodologia que traz em seu propósito um discurso de diretriz, orientando os empreendimentos sobre o que mais convém conforme suas metas. Do outro, uma norma mais rigorosa, conduzindo os caminhos a serem seguidos de uma forma mais imperativa, com foco nos resultados. Essa visão, contudo, não quer dizer que uma é melhor que a outra, uma vez que tanto a ISO 56001 quanto a ISO 56002 são capazes de trazer excelentes resultados às empresas – desde que seu desenvolvimento seja conduzido de forma estruturada, planejada e aberta a ajustes, caso necessários. A escolha entre uma e outra só depende do momento e dos objetivos de cada empresa. O que realmente importa, na prática, é a geração de valor conquistada através deste processo, de forma que haja uma percepção nítida de resultados melhores que agreguem valor ao negócio, seja em termos financeiros, no aumento no número de clientes, redução de gastos ou outros aspectos relevantes. Afinal, é com a ISO 56002 que as empresas conseguirão abrir seus caminhos nessa jornada e, junto à ISO 56001, pavimentar essa trilha estabelecendo passos mais seguros e concretos na tomada de decisões. O que também não quer dizer que seja necessário adotar primeiro uma e depois a outra. Com essa diferença desmistificada, fica mais fácil identificar como ambas podem trazer resultados incríveis para o crescimento organizacional, cabendo a cada negócio decidir quais ações fazem mais sentido conforme sua realidade e expectativas. Independentemente da norma escolhida, as empresas que adotarem essa metodologia de inovação, certamente, estarão muito mais preparadas para aproveitar oportunidades em seus mercados de atuação. Fonte: Assessoria InformaMídia

  • CEBRACE 50 ANOS: METAS DE SUSTENTABILIDADE PARA UMA ARQUITETURA MAIS VERDE E MENOR IMPACTO AMBIENTAL

    A Cebrace inova ao implementar ações alinhadas com as metas de sustentabilidade estabelecidas até 2030 A Cebrace, produtora de vidros e espelhos da América do Sul, celebra 50 anos reafirmando seu compromisso com a descarbonização de suas operações e a redução do impacto ambiental. Como parte desse compromisso, a empresa anunciou recentemente suas metas de sustentabilidade até 2030, que já estão em implementação. As ações abrangem toda a operação, incluindo a redução de 33% nas emissões de CO2, relativas às emissões diretas e de energia, além da redução de 30% nas emissões de CO2, diminuição de 50% no consumo de água no processo de produção e redução de 80% dos resíduos de produção não recuperados. REDUÇÃO DE CO2 Uma das principais iniciativas para reduzir as emissões de CO2 é o uso pioneiro de biometano na produção de vidro float, substituindo o gás natural nos três fornos da unidade de Jacareí. Esta é a primeira vez que uma usina de vidro utiliza essa fonte de energia renovável em sua produção. O uso de milhões de metros cúbicos de biometano por ano permitiu uma significativa redução das emissões de CO2, equivalente à economia de cerca de 25 mil toneladas de CO2 por ano. A marca destaca que é a primeira usina de vidro float no Brasil a utilizar biometano, uma fonte de energia renovável produzida pela decomposição de materiais orgânicos, como resíduos agrícolas, esterco animal, esgoto doméstico e resíduos sólidos urbanos. Outra medida eficaz para a redução de CO2 foi a renovação da frota de carretas, com a introdução de 10 veículos movidos a gás natural (GNV). Esses caminhões estão operando em rotas no estado de São Paulo, sendo o GNV uma alternativa menos poluente em comparação ao diesel. Com motores de 410 cv de potência, as carretas podem rodar cerca de 500 km com carga máxima, utilizando GNV e/ou biometano, o que contribui ainda mais para as práticas sustentáveis. DECLARAÇÕES AMBIENTAIS DE PRODUTO A Cebrace também se destaca por ser a primeira usina do país a obter uma Declaração Ambiental de Produto (Environmental Product Declaration - EPD). Com isso, a empresa disponibiliza publicamente um relatório transparente sobre a análise do ciclo de vida do vidro float e do vidro de proteção solar. O relatório cobre toda a produção dos vidros incolor (float) e de proteção solar das linhas Cool Lite SK, Cool Lite K, Cool Lite BR, Cool Lite ST, Cebrace Reflecta e Habitat by Cebrace, reafirmando a transparência dos processos da empresa junto a todos os seus segmentos de atuação. Ao longo de seus 50 anos, a trajetória da Cebrace tem sido marcada pelo compromisso com a inovação, o bem-estar das pessoas e a proteção ambiental, evidenciado pelo pioneirismo no desenvolvimento de vidros de proteção solar que contribuem para a redução do calor, diminuindo o consumo de ar-condicionado e auxiliando na obtenção de selos verdes. Olhando para o futuro, as metas de sustentabilidade reforçam a responsabilidade da empresa em sua jornada sustentável no ciclo de produção do vidro. Fonte: Cebrace

  • MANUFATURA ENXUTA FAZ INDÚSTRIAS DE ESQUADRIAS AUMENTAREM EM MAIS DE 40% A PRODUTIVIDADE

    Empresários do segmento de esquadrias vêm apostando fortemente na implantação do conceito Toyota de produção — ou Lean Manufacturing, também conhecido como manufatura enxuta — obtendo ganhos expressivos de produtividade comparáveis a diversos setores industriais considerados mais desenvolvidos e de alta performance. O conceito Toyota de produção, ou manufatura enxuta, nasceu nos anos 1950 e de lá para cá muitas empresas passaram a utilizar esta filosofia de trabalho buscando principalmente ganhos expressivos de produtividade. Atuando desde 2015 neste setor, a Ilummini desenvolveu um módulo de consultoria dedicado a resolver problemas relacionados à área de produção, utilizando os conceitos da manufatura enxuta totalmente customizados para atender às necessidades específicas da indústria de esquadrias, como por exemplo, o alto grau de interferência no planejamento das linhas de produção decorrente das constantes mudanças de programação provocadas pelas obras. “Após a implantação do módulo, além dos ganhos de produtividade já mencionados, também podemos destacar uma expressiva evolução de outros indicadores para vários projetos já implementados”, diz o consultor José Carlos Cattel, titular da Ilummini (ver exemplos no quadro abaixo). Receita de sucesso — “Ao longo destes anos aprendemos com os nossos clientes que a evolução destes indicadores está diretamente associada à disciplina na execução de 10 principais atividades-chave”, relembra Cattel, detalhando cada uma delas: 1. Implantação do departamento de Planejamento e Controle da Produção (PCP). 2. Implantação do gerenciamento semanal de obras, medição, projetos e suprimentos. 3. Implantação do gerenciamento diário de produção e montagem das esquadrias em linhas de produção e não através de ilhas de fabricação. 4. Revisão e padronização da base de dados da engenharia e respectivas bibliotecas paramétricas. 5. Adequação do layout  da fábrica, áreas de estoques e respectivos inventários. 6. Definição dos indicadores de performance (KPIs) e suas respectivas metas. 7. Elaboração e utilização das práticas padrão operacional (PPO), contendo todas as etapas de produção dos produtos e respectivos tempos de fabricação. 8. Programação e acompanhamento da fabricação através do software  de gestão Faktory, desenvolvido pela Esquadgroup. 9. Capacitação de todos os colaboradores para a utilização dos conceitos da manufatura enxuta, ou lean manufacturing , promovendo alto grau de engajamento da equipe. 10. Disponibilização dos recursos financeiros visando suportar os investimentos (Capex) necessários para executar as transformações planejadas.  COMO ESTE TRABALHO É EXECUTADO?   “Todo o trabalho de consultoria é realizado presencialmente pelos nossos consultores, junto ao site do cliente, através de várias etapas e ao longo de 12 meses de projeto”, explica Cattel, apresentando algumas das ferramentas que sua consultoria implementa durante a jornada de trabalho (ver quadro à esquerda, “Implantação das Ferramentas de Manufatura Enxuta”). OPORTUNIDADES FREQUENTEMENTE DIAGNOSTICADAS  Problemas comuns desta indústria, tais como, interrupção constante da produção por falta de Ordem de Fabricação (OF), por falta de insumos, com metas de faturamento frequentemente não alcançadas, instabilidade na qualidade dos produtos, estoque de componentes e perfis não inventariados, custo da obra acima dos valores planejados e prazos de entrega não cumpridos, são alguns dos fatores que destroem a percepção de valor para os produtos e serviços ofertados aos clientes, destaca o diretor da Ilummini. “Nossa equipe de consultores lean , formada pelos engenheiros Carlos Godoi, Solon Rosa e Roberto Cruz, reúne anos de experiência junto à indústria de esquadrias, o que tem se mostrado fundamental para os expressivos resultados que estamos alcançando a cada projeto concluído”, afirma Cattel. “Ao longo de oito anos de trabalho, tendo como propósito promover a melhoria contínua dos processos industriais do setor, hoje nos sentimos extremamente orgulhosos em poder compartilhar os vários cases de sucesso conquistados pelos nossos clientes”, acrescenta o consultor, destacando algumas das empresas que utilizaram os serviços de consultoria da Ilummini e conquistaram ótimos resultados: Alubras Esquadrias de Alumínio, Aluminato, Alumitre Esquadrias Especiais de Alumínio, Artalum, Cinex, Cristalmais, Emetal Alumínio, Engelumi, Forma Esquadrias, Itefal, Mitra Esquadrias de Alumínio, MMS Esquadrias de Alumínio, P.W.J, Seax, Tadano Esquadrias de Alumínio e Talentus Esquadrias. Transformação impactante — Dentre os vários projetos realizados pela Ilummini, Cattel destaca a fabricante de esquadrias Talentus, com foco em casas de alto padrão, atuando em Brasília (DF). “Em 2022, o empresário Lucas Freitas de Oliveira entendeu que era o momento de promover melhorias em vários setores da empresa, e para isso, contratou a Ilummini para implantar os Módulos de Gestão Comercial, de RH Estratégico, Governança e Lean Manufacturing”, conta o consultor. “Os resultados alcançados superam em muito as expectativas do empresário e hoje a Talentus assumiu definitivamente a liderança no território onde atua, elevando de maneira significativa o valor percebido para os seus produtos e serviços, conquistando assim, excelentes resultados econômicos e financeiros para a sua operação”. *Conteúdo extraído da Revista Contramarco, edição 160 (março-abril - 2023)

  • CATUAÍ: O NOVO SISTEMA DE CORRER DA SCHÜCO

    Visual slim, mais iluminação e persiana integrada são características marcantes do modelo Desenvolvido pela empresa alemã Schüco, o sistema de correr Schüco AS SC 30.SF contempla uma solução com visual  slim , proporcionando grande entrada de luz ao ambiente, com profundidade básica de 30 mm para portas e janelas. O modelo possui entre suas características mão de amigo slim, corte reto dos perfis, caixa de persiana integrada e estampos para fabricação.  Disponível nas opções de abertura de dois, três e quatro planos ou dois planos com persiana integrada, a solução conta com 1800 mm de largura da folha, 3000 mm de altura da folha, até 200 kg de peso por folha e espessura de vidro de 4 a 14 mm. “No design , diferentes tipos de abertura de trilhos, junto com a combinação de entrada de luz, permitem criar um ambiente único”, diz a fabricante. De acordo com a Schüco, a solução é certificada conforme a NBR 10.821 — Esquadrias Externas para Edificações. A resistência à pressão de vento obteve desempenho de até 2.500 Pa, estanqueidade à água de até 300 Pa, permeabilidade ao ar até 300 Pa e corte acústico nível A, maior que 30 dB. “Inspirado no TropTec AS 39 SC.SF, o Schüco AS SC 30.SF é uma versão idealmente derivada com foco em projetos residenciais no mercado brasileiro, o sistema de correr atende a todas as classificações de desempenho estabelecidas pelas normas brasileiras (NBR 10.821 e NBR 15.575 — Edificações Habitacionais)”, afirma a marca. “A persiana é parte integrante da construção, fornecendo proteção, isolamento e privacidade. Desta maneira, o sistema de correr AS SC 30.SF pode ser equipado com uma caixa de persiana integrada para um visual consistente na mesma cor. Devido à placa de cobertura removível de alumínio, a manutenção do interior da persiana pode ser feita com facilidade”, descreve a fabricante. Mais informações: portal.schuecobrasil.com.br/catuai/   Fonte: Schüco

  • 5 RAZÕES PARA AUTOMATIZAR SUA PORTA JÁ INSTALADA

    Portas de enrolar, deslizantes e pivotantes podem ser automatizadas, mesmo já instaladas no ambiente, trazendo vantagens e maior praticidade no dia a dia. A Edlei Soluções em Portas, especializada em sistemas automáticos, traz 5 motivos para utilizar a tecnologia nos sistemas pivotantes, acompanhe. ACESSIBILIDADE A movimentação de pessoas em estabelecimentos públicos ou comerciais exige trânsito fluido e sem barreiras. Portas automáticas facilitam o acesso de clientes, especialmente os que estão com as mãos ocupadas. SEGURANÇA Em condomínios residenciais ou comerciais cada vez mais se tornam essenciais as soluções de controle de acesso. O modelo Self, da Edlei Soluções em Portas, pode incluir mecanismos de biometria, senha, cartão magnético e até limitar horários para entrada e saída de pessoas. TECNOLOGIA Os modelos da empresa são projetados com os motores brushless DC, que reduzem o ruído e proporcionam uma maior vida útil. INSTALAÇÃO Pode ser instalada em ambos os lados da porta. Exterior em liga de alumínio, fácil instalação e baixo consumo de energia. HIGIENE E SAÚDE O modelo Self evita contágios pelas mãos dos usuários tocando em maçanetas e puxadores. Fonte: Edlei Soluções em Portas

  • MOLDURAS FLEXÍVEIS PARA ESPELHOS: VEJA AS OPÇÕES DE ACABAMENTOS DA VETRO MARQUES

    Trabalhando com toda a linha de acessórios para vidros e ferramentas para o setor vidreiro, a Vetro Marques conta com um amplo estoque, com 950 itens disponíveis em seu catálogo, atendendo todo o território nacional. Entre as soluções em destaque no Instagram da marca, estão as molduras flexíveis para espelhos de até 6 mm, disponíveis nas cores dourado, rosê, preto, prata, azul e vermelho, vendidas em rolos de 10 e 50 m.  “ Possibilitam uma infinidade de opções de acabamentos. São muito versáteis e sua aplicação é super fácil e rápida. A instalação pode ser feita em diversos formatos de espelhos: orgânicos, redondos, quadrados, gotas, entre outros”, afirma a empresa. Outros produtos disponíveis são os espelhos Adnet com Led, puxadores de vidro lapidado, colas UV, suportes, puxadores, guarda-corpo, kit pia, conector, torre pinça, e outros. Fonte: Vetro Marques

  • SINDUSCON-SP CELEBRA 90 ANOS

    Entidade está pronta para desafios e espera ajustes na política fiscal O Sindicato da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) completou, neste mês de setembro, 90 anos de serviços prestados à indústria da construção nacional e ao Brasil. A entidade consagrou-se como representante e interlocutora qualificada das empresas do setor que, com suas obras, contribuíram para o crescimento econômico, a geração de renda e empregos e a sustentabilidade ambiental. Nas suas nove décadas de existência, o SindusCon-SP tem atuado pelo fortalecimento das empresas associadas em produtividade, industrialização, sustentabilidade, gestão, responsabilidade social, saúde e segurança do trabalho. Fornece dados e análises econômicas para embasar decisões empresariais, além de orientações tributárias e trabalhistas. A entidade notabilizou-se ao participar ativamente da elaboração de políticas públicas, como o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), o Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Atua fortemente em questões relevantes como a reforma tributária e a redução das emissões de carbono, bem como em temas estaduais e municipais, como a agilização das aprovações de empreendimentos imobiliários e a atualização dos Planos Diretores. Com o vasto conhecimento e a capacidade de mobilização conquistados, o SindusCon-SP está preparado para enfrentar novos desafios. Disseminando inovações tecnológicas e de resiliência às mudanças climáticas, a entidade está atuando para capacitar as construtoras a atenderem a uma crescente demanda por habitação e ampliação da infraestrutura, em um cenário de forte concorrência e escassez de mão de obra qualificada. Para que todas estas ações tragam o desenvolvimento esperado, será indispensável o governo ajustar a política fiscal e avançar com a reforma administrativa, elevando a confiança empresarial e impulsionando os investimentos produtivos. Fonte: SindusCon-SP

  • COM 46 GIGAWATTS INSTALADOS NO BRASIL, FONTE SOLAR JÁ REPRESENTA 19,5% DA MATRIZ ELÉTRICA

    De acordo com a Absolar, setor fotovoltaico acumula mais de R$ 214,5 bilhões em investimentos e evitou a emissão de 56,2 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade A fonte solar acaba de ultrapassar a marca de 46 gigawatts (GW) de potência instalada na geração própria de pequenos sistemas e nas usinas de grande porte, o equivalente a 19,4% da matriz elétrica brasileira, de acordo com mapeamento da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar). Segundo a entidade, o setor fotovoltaico já atraiu mais de R$ 214,9 bilhões em novos investimentos e gerou mais de 1,38 milhão de empregos verdes no país. Adicionalmente, a fonte solar já evitou a emissão de 55,6 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. Desde 2012, os negócios no setor garantiram mais de R$ 66 bilhões em arrecadação aos cofres públicos. Na geração própria solar, são 31,2 GW de potência instalada da fonte solar. Isso equivale a cerca de R$ 150,6 bilhões em investimentos, R$ 44,9 bilhões em arrecadação e mais de 936 mil empregos verdes acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. A tecnologia solar é utilizada atualmente em 99,9% de todas as conexões de geração própria no país, liderando com folga o segmento. Já no segmento de geração centralizada, as grandes usinas solares possuem mais de 14,9 GW de potência no país, com cerca de R$ 63,9 bilhões em investimentos acumulados e mais de 447 mil empregos verdes gerados desde 2012. Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, ressalta que o protagonismo da tecnologia fotovoltaica na transição energética brasileira contribui fortemente para o desenvolvimento social, econômico e ambiental, em todas as esferas da sociedade. “Além de acelerar a descarbonização das atividades econômicas e ajudar no combate ao aquecimento global, a fonte solar tem papel cada vez mais estratégico para a competitividade dos setores produtivos, alívio no orçamento familiar, independência energética e prosperidade das nações”, explica. “A energia solar é uma das fontes mais competitivas do Brasil. E, por isso, é a que cresce mais rápido, seja nos sistemas de pequeno porte nos telhados e terrenos e seja nas grandes usinas conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Quem investe na geração própria fotovoltaica, por exemplo, consegue economizar até 90% na conta de energia. E o retorno é rápido, pois o preço dos módulos caiu mais de 50% no ano passado”, acrescenta Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar.  Fonte: Absolar/Totum Comunicação

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